Lílian Machado
Entretanto, não descartou que a sigla esteja a costurar sua indicação em plano federal. “Sou um quadro do partido. O PMDB pode estar trabalhando. Quem tiver alguma coisa e quiser me chamar eu vou ver se aceito ou não”, frisou.
No entanto segundo Geddel, não está em seus planos sair da Bahia para outro estado que não seja Brasília, lugar que conhece bastante, devido a sua passagem na Câmara dos Deputados e Ministério.
“Lá acredito que eu possa ter mais visibilidade. O que é que eu vou fazer na Chesf do Rio de Janeiro”, questionou de forma hipotética, sinalizando ainda seu desejo de continuar seu trabalho pela Bahia.
Questionado sobre a criação do Partido Democrático Brasileiro (PDB), que deve ser comandado na Bahia pelo vice-governador Otto Alencar (PP), Geddel disse que não sente “credibilidade”.
“Essa é a crônica de um crime anunciado. Todo mundo sabe que esse partido só está sendo criado para burlar a lei.”, criticou para depois acrescentar “que na Bahia tem gente que troca mais de partido do que de cueca”.
O ex-ministro negou qualquer temor diante de uma possível debandada de prefeitos e deputados do PMDB para a nova sigla.
“Fica no PMDB quem quiser continuar militando pelo PMDB. Não quero ninguém no PMDB insatisfeito, nem por obrigação oportunista”, mandou recado.
Fonte: Tribuna da Bahia