quarta-feira, fevereiro 25, 2026

Planalto arma ofensiva na CPI do Crime Organizado para blindar Moraes e Toffoli


No regime militar, um oficial se destacava como intelectual e educador em Brasília


Tribuna da Internet | Ao exaltar a Universidade de Brasília, Lula esqueceu  de seu maior reitor

José Carlos Azevedo é um nome a ser lembrado na UnB

Vicente Limongi Netto

Neste 23 de fevereiro de 2026 o memorável e competente José Carlos Azevedo, ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB) completou 16 anos que partiu para nível mais elevado da vida. Baiano de Salvador, Azevedo nasceu dia 11 de janeiro. Teria, hoje, 94 anos de idade.  

Oficial da Marinha, Azevedo era citado pela torpe e doentia patrulha apenas como capitão de mar-e-guerra, numa estúpida e covarde tentativa de diminui-lo profissionalmente.

QUALIFICADO – A turba ignara omitia, por má-fé ou ignorância, que Azevedo tinha mestrado em Engenharia e Arquitetura Naval, e era PHD em Física e Engenharia Nuclear pelo respeitado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) nos Estados Unidos.

Foi reitor da UnB por dois mandatos (1976 a 1985). Inaugurou diversos cursos de graduação e pós-graduação. Construiu bibliotecas e contratou eméritos professores do Brasil e do exterior, não importava qual ideologia defendessem. 

Azevedo deixou a UnB sem dívidas e respeitada no Brasil e no exterior. Não é preciso raciocinar muito para constatar, portanto, que os desafetos de José Carlos Azevedo não tinham e não têm gabarito intelectual para insultá-lo. Nem colocar em dúvida sua competência, que ele exibia nos artigos que escrevia no Jornal do Brasil e no Correio Braziliense. 


CPI quebra sigilos para obter provas e conseguir incriminar Moraes e Toffoli


CPI do Crime Organizado | Agência Brasil

Contarato e Viera, dois delegados comandam CPI do Crime

Marcela Cunha, Afonso Ferreira
TV Globo e g1

A CPI do Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira (25) requerimentos para convocar José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, irmãos do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). A comissão também aprovou a quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático do Banco Master, da empresa Maridt Participações e da empresa Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.

Toffoli e os irmãos são sócios da empresa Maridt Participações. A Maridt integrou o grupo Tayayá Ribeirão Claro, responsável pelo resort Tayayá, no Paraná, e começou a vender sua participação no empreendimento em 2021.

CONEXÕES DIRETAS – O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira, afirmou que os depoimentos foram solicitados com base em indícios de conexão entre os três e a Reag Trust, por meio de participações no resort em Ribeirão Claro (PR) (entenda mais abaixo).

O colegiado também determinou oitivas de Daniel Vorcaro, dono do banco Master, e de outros diretores ligados à instituição financeira. Além de convites para ouvir os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes e a advogada Viviane Barci, esposa de Moraes.

Em relação às convocações dos irmãos do ministro Toffoli e do empresário Mario Degani, o relator da CPI do Crime Organizado afirmou que os depoimentos foram solicitados com base em indícios de conexão entre os três e a Reag Trust, por meio de participações no resort Tayayá, na cidade de Ribeirão Claro (PR).

LIGAÇÃO COM PCC – “A intermediação de negócios envolvendo o Arleen, administrado pela CBSF (antiga Reag Trust), traz o tema para o centro do escopo da CPI. A Reag foi alvo da Operação Carbono Oculto, que apurou relações de lavagem de dinheiro com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC)”, diz Alessandro Vieira.

“Ainda, segundo as notícias, o fundo Arleen tinha como único cotista o cunhado de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master”, prosseguiu no requerimento. O parlamentar cita ainda a “existência de um cassino com mesas de blackjack e apostas em dinheiro no resort”, o que pode configurar a prática de contravenção penal.

Toffoli era relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), e tomou medidas no inquérito que são questionadas nos mundos político e jurídico. Em 12 de fevereiro, ele deixou a relatoria, que atualmente está sob responsabilidade do ministro André Mendonça.

CASO TH JOIAS – Estava prevista para esta quarta-feira (25) uma oitiva do ex-deputado estadual do Rio de Janeiro Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias.

O ex-parlamentar foi preso em setembro do ano passado após ser acusado de ter ligações com o Comando Vermelho. Após a prisão dele, o desembargador Macário Ramos Júdice Neto também foi detido, suspeito de ter vazado o mandado que ele mesmo expediu contra o ex-parlamentar.

O presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), afirmou que a oitiva não vai acontecer porque o Supremo Tribunal Federal (STF) não deu aval em tempo hábil para o deslocamento do detido. “A CPI oficiou ao ministro desse caso, Alexandre de Moraes, e ainda não obtivemos resposta. Por esta razão não teremos a parte da oitiva do senhor Thiego”.

OS CONVOCADOS – O colegiado aprovou requerimentos para convocar ou convidar (no caso de ministros) os seguintes envolvidos:

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master; José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, irmãos e sócios do ministro Dias Toffoli; Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, sócio do Banco Master; Fabiano Campos Zettel, cunhado e operador de Vorcaro; e João Carlos Falbo Mansur, fundador da Reag Investimentos.

E mais: Augusto Ferreira Lima, ex-CEO e sócio do Banco Master; Alberto Félix de Oliveira Neto, superintendente executivo de Tesouraria do Banco Master; Luiz Antônio Bull, ex-diretor de Riscos, Compliance, RH, Operações e Tecnologia do Banco Master; e Paulo Henrique Costa, presidente afastado do Banco de Brasília (BRB).

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, junto com Davi Alcolumbre, presidente do Congresso, lutaram como leões para impedir que a CPI votasse as quebras de sigilos e os chamados para depoimentos. O presidente Lula, o ministro Rui Costa, da Casa Civil, e os senadores Jaques Wagner e Randolfe Soares também entraram no circuito, mas foi tudo em vão. Comandada por dois delegados de Polícia (Fabiano Contarato e Alessandro Vieira) e um general de quatro estrelas (Hamilton Mourão), esta CPI vai virar o país pelo avesso em pleno ano eleitoral(C.N.)

Estrada, coerência e responsabilidade: menos politicagem, mais razão

 

Estrada, coerência e responsabilidade: menos politicagem, mais razão


Por José Montalvão

Nos últimos dias, voltou ao debate público a situação de uma estrada vicinal em Jeremoabo, especialmente no trecho que passa em frente à propriedade de um cidadão que se apresenta como advogado e pecuarista. O questionamento é simples e legítimo: até que ponto a crítica é técnica e até que ponto é política?

É importante lembrar que esse mesmo cidadão passou todo o mandato do ex-prefeito Deri do Paloma defendendo a gestão nas emissoras de rádio locais, elogiando ações e afirmando fazer parte do grupo político do então governo. Durante aqueles anos, a estrada já apresentava problemas estruturais. A pergunta que não quer calar é: por que não foi feita, naquele período, uma manutenção consistente e duradoura, sem “prazo de validade”?

Agora, atribuir a deterioração da via exclusivamente à gestão do prefeito Tista de Deda soa, no mínimo, desproporcional. Estradas vicinais sofrem desgaste natural, sobretudo em períodos de chuvas intensas. Transferir para o prefeito a responsabilidade pelas chuvas abundantes seria o mesmo que responsabilizá-lo pelos fenômenos da natureza. Crítica é legítima; exagero, não.

Há ainda outro ponto que precisa ser colocado com serenidade. Estamos falando de um cidadão que é advogado e pecuarista, portanto alguém que, em tese, possui condições estruturais e financeiras de colaborar — inclusive promovendo intervenções emergenciais no trecho que margeia sua própria propriedade, se assim entender necessário. Nada impede que, além de cobrar do poder público, também contribua com soluções práticas.

A gestão municipal, por sua vez, tem adotado um critério que parece razoável: priorizar os agricultores familiares, aqueles que dependem exclusivamente da produção da roça para sustentar suas famílias. São trabalhadores que precisam das estradas para escoar feijão, milho, leite e demais produtos que garantem o pão de cada dia. É natural que, diante de recursos limitados, o gestor público estabeleça prioridades sociais.

Isso não significa que uns serão atendidos e outros ignorados. Significa apenas que, em qualquer administração responsável, o mais carente deve vir primeiro. Depois, todos serão contemplados dentro de um cronograma técnico e financeiro possível.

O debate público é saudável quando feito com honestidade intelectual. O que não contribui é transformar cada problema estrutural em palanque político. Se durante anos se elogiou uma gestão que não resolveu definitivamente a situação da estrada, é preciso coerência ao apontar responsabilidades agora.

Jeremoabo precisa de menos inflamados de microfone e mais compromisso com soluções reais. Estradas se consertam com planejamento, investimento e prioridade social — não com discursos seletivos.

Não façamos politicagem. Façamos justiça. E, acima de tudo, usemos a razão.

BlogDedeMontalvao: Onde a verdade não tem mordaça.

 José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025


Fraude à Cota de Gênero em Jeremoabo Avança no TSE e Pode Redefinir o Cenário Político

 

                                      Foto Divulgação

O processo que apura suposta fraude à cota de gênero com candidaturas fictícias nas eleições passadas em Jeremoabo avançou mais um passo decisivo na data de ontem. Após parecer da Procuradoria, o caso segue agora para análise de instância superior, dentro dos trâmites legais previstos na legislação eleitoral.

Trata-se de um Agravo em Recurso Especial Eleitoral (AREspE) — instrumento jurídico utilizado quando o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) nega seguimento a um Recurso Especial destinado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em termos práticos, o AREspE funciona como uma “chave” para destravar o recurso e permitir que o Tribunal Superior analise o mérito da controvérsia. Ele está disciplinado pelo artigo 1.042 do Código de Processo Civil (CPC) e exige rigor técnico: a parte recorrente deve impugnar de forma específica todos os fundamentos utilizados na decisão que negou seguimento ao Recurso Especial. Caso contrário, o recurso pode sequer ser conhecido, conforme entendimento consolidado na Súmula 26 do TSE.

O que está em jogo

A discussão gira em torno de possível fraude à cota de gênero — regra prevista na legislação eleitoral brasileira que determina o percentual mínimo de candidaturas femininas nas chapas proporcionais. Quando há indícios de candidaturas fictícias, ou seja, registradas apenas para cumprir formalmente a exigência legal sem campanha real ou votação expressiva, a Justiça Eleitoral pode anular os votos do partido ou federação envolvidos, com repercussões diretas sobre mandatos conquistados.

Em municípios como Jeremoabo, onde a política é intensa e cada cadeira no Legislativo tem peso significativo, decisões dessa natureza podem alterar o cenário político local.

O papel das instâncias

O parecer da Procuradoria representa etapa relevante, pois oferece subsídios técnicos para a decisão do relator no TSE. Contudo, ainda não se trata de decisão final. O julgamento do Agravo poderá:

  • Manter a decisão que barrou o Recurso Especial;

  • Admitir o Recurso Especial, permitindo que o TSE analise o mérito da acusação de fraude;

  • Ou eventualmente reformar o entendimento anterior.

Independentemente do resultado, o momento exige serenidade. A Justiça Eleitoral possui rito próprio, prazos definidos e garantias processuais que asseguram o contraditório e a ampla defesa.

A importância institucional

Mais do que uma disputa partidária, o caso toca em um princípio essencial da democracia: a efetividade da participação feminina na política. A cota de gênero não é mera formalidade burocrática, mas instrumento de promoção da igualdade de representação.

Se houver irregularidade comprovada, a sanção deve ser aplicada com firmeza. Se não houver, que os acusados sejam absolvidos com a mesma clareza. O que não se pode admitir é a banalização da norma ou o uso político do processo antes da palavra final da Justiça.

Jeremoabo acompanha atentamente. E a decisão que virá não será apenas jurídica — terá reflexos diretos no cenário político e institucional do município.

Agora, resta aguardar o pronunciamento definitivo da Corte Superior Eleitoral, que dará a palavra final sobre o caso.

Congresso em modo faz-de-conta

 

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Arte: Marcelo Chello

Parece que acabou o Carnaval mesmo, e o Huguito Motta anda querendo trabalhar. Hoje foi dia de votação importante na Câmara (ou quase, até o fechamento não tinham votado ainda). Mas Huguito garantiu que governo e Derrite (o ex-secretário da Segurança Pública de Tarcísio) chegaram a um acordo sobre o Projeto de Lei Antifacção e vão votar. Mas eis que as bets escaparam do texto. Ah vá! Tirar foi fácil. E, na onda de vamos trabalhar, Huguito cumpriu a promessa e escalou o relator da escala 6x1, mas, porém, todavia, entretanto, contudo….

A treta é a seguinte. Huguito, que hoje manda na Câmara frigorífica, garantiu que foi construído um acordo com o Planalto e o relator do PL Antifacção (aquele da segurança pública em ano de eleição). Esse é aquele relatório que foi aprovado na Câmara e completamente modificado no Senado, e agora vai mudar de novo na Câmara. Mas eles garantem que está melhor do que saiu. Derrite endureceu tudo: penas de até 40 anos, prisão preventiva mais fácil de decretar, crimes hediondos, transferência obrigatória de líderes para presídios federais e bloqueio de bens de empresas ligadas ao crime.

Mas sabe o que saiu do texto? O imposto das bets, para surpresa de quantas pessoas aí? O Senado tinha aprovado a CIDE-Bets, uma contribuição sobre as plataformas de apostas que financiaria inteligência e repressão ao crime organizado. Mas Huguito disse que o Ministério da Fazenda afirmou que era complicado operacionalizar. Sim, BRASEW. Combater o crime organizado com dinheiro das bets seria complicado, já tirá-las do texto…

Deu ruim com os evangélicos

Nove dias depois do desfile da Acadêmicos de Niterói, a ala da família em conserva ainda assombra o governo e o PT. Agora por conta das pesquisas. Parece que vai vir chumbo para o Lula, com Flavitcho crescendo.

Flavitcho e o plano de libertação

Flavitcho, que já é candidato na Austrália, hoje disse que vai fazer um plano de libertação para o Nordeste e decidiu quem serão os candidatos contra Eduardo Paes no Rio. O Cláudio Castro vai deixar o governo do estado para concorrer ao Senado. Assim, Flavitcho já se antecipa ao julgamento que pode tirar o mandato de Castro e, inclusive, torná-lo inelegível. E o candidato a governador? Vai ser o amigo do Altineu. O Rio que lute.

Renanzito empenhado

O senador Renanzito Calheiros segue empenhado na sua jornada para entender o caso do Banco Master. A notícia de hoje é que o supremo André Mendonça topou que o Vorcaro use a estrutura aeroportuária da Polícia Federal para comparecer a um depoimento na Comissão do Renanzito no Senado. O depoimento é no modo voluntário. Vai vendo. Queremos saber tudo, hein? Das festas. Do Centrão. Do Tayayá. Da Vivi. Vai, Vorcaro.

E, por falar nisso, o presidente da CVM esteve hoje por lá, em algum lugar do Congresso, dizendo que a comissão mandou avisos sobre irregularidades no Master desde 2017. Detalhe: em 2017 nem era Master ainda.

E ainda tem a crise do BRB, que tentou dar aquele help amigo para o Vorcaro. Como vocês sabem, o BRB emprestou 12 bi para o Master, mas recebeu em troca créditos podres. E agora está em dificuldades. O governo do Distrito Federal, leia-se do Ibaneis Rocha (oi, centrão), apresentou um projeto para capitalizar o banco com até R$ 6 bilhões com o dinheiro do contribuinte, mas não foi bem recebido nem pela base. Por que será, né?

Todo dia um 6x1

A esperança do trabalhador no fim da escala 6x1 parece que morre todo dia um pouquinho mais. Huguito começou a semana prometendo que ia fazer o projeto que reduz a jornada do trabalhador. Mas eis que hoje ele determinou como relator o deputado Paulo Azi, do União Brasil. Ok, todo mundo sabe que o União Brasil está sempre no modo Desunião Brasil, com cada um fazendo o que quiser. Azi, no caso, é aliado de Motta.

Mas não podemos deixar de anotar a grande coincidência que foi um deputado do União Brasil ter sido escolhido para a relatoria deste projeto apenas um dia após o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, ter dito que ia enterrar o projeto.

Penduricalhos: solução para depois da eleição

STF, Senado e Câmara se reuniram a portas fechadas para bater um papinho sobre os supersalários. Aí o Supremo soltou uma nota dizendo que, nos próximos dias, sairá uma proposta de regra de transição. Nos bastidores, o Congresso disse ao Supremo que é difícil mexer nisso em ano eleitoral.

Scandal

E esse scandal básico do Donald J. Trump? Olha o que a NPR, que é tipo a BBC dos Estados Unidos, descobriu: o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) escondeu arquivos do caso Epstein que mencionam Trump. Isso mesmo. O DOJ, que seria tipo a Procuradoria-Geral aqui no Brasil, foi lá e divulgou milhões de documentos do caso do pedófilo e traficante de crianças. Foi promessa de campanha de Trump. E a chefona do rolê é Pam Bondi (superindicada de Trump). Mas eis que agora vem essa notícia.

E não estamos falando de uma menção qualquer nos tais documentos. Seriam 50 páginas com entrevistas do FBI e anotações sobre conversas com uma mulher que acusou o presidente de abuso sexual quando ela era menor de idade. Ela tinha apenas 13 anos.

A propósito, vocês sabiam que, ao divulgar os documentos, o Departamento de Justiça escondeu nomes dos supostos abusadores e revelou os nomes das vítimas? Ahã, bem desse tipinho aí tem sido a atuação do DOJ da Pam Bondi. Nem Augusto Aras foi tão leal.

Tragédia

Mais uma vez, as manchetes no Brasil são tomadas por dezenas de mortes por conta da chuva. Desta vez, em Juiz de Fora.

É isso por hoje. Acorda, BRASEW, que vou ali dormir um pouco.

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