quinta-feira, março 18, 2021

Em entrevista nos EUA, Lula tenta se contrapor a Bolsonaro e pede que Joe Biden compartilhe vacinas excedentes

Publicado em 18 de março de 2021 por Tribuna da Internet

Lula disse à CNN que busca reunião emergencial do G20

Deu na Folha

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que está pedindo ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, uma reunião emergencial do G20 — grupo das 20 maiores economias do mundo— para discutir a distribuição de vacinas contra a Covid-19 para o Brasil e países mais pobres.

A declaração foi dada à jornalista Christiane Amanpour, da CNN Internacional, em entrevista que teve trechos divulgados nesta quarta-feira, dia 17. A íntegra será exibida nesta quinta-feira, dia 18. “Eu estou sabendo que os Estados Unidos têm vacinas extras e que não vão usar toda essa vacina. E essa vacina, quem sabe, poderia ser doada ao Brasil, ou a outros países, ainda mais pobres, que não poderiam pagar”, disse Lula.

REUNIÃO DO G20 – “Uma sugestão que eu gostaria de fazer ao presidente Biden por meio do seu programa é que é muito importante chamar uma reunião do G20 urgentemente. É importante convocar os principais líderes do mundo e colocar na mesa uma questão: vacina, vacina e vacina.”Lula afirmou que não confia no governo do presidente Jair Bolsonaro para liderar esse esforço internacional pela vacinação e elogiou Biden.

“Eu estou pedindo ao presidente Biden para fazer isso, porque eu não acredito no meu governo. Eu não poderia pedir isso ao [ex-presidente americano Donald] Trump, mas Biden é um respiro de democracia no mundo”, disse o petista.

O Brasil só conseguiu vacinar até agora um terço das pessoas que integram grupos classificados como prioritários para a vacinação contra a Covid-19 e que já foram chamados para tomar a primeira dose, segundo um estudo feito por pesquisadores com base em dados do Ministério da Saúde.

CANDIDATURA –  Na entrevista à CNN Internacional, Lula também deixou clara sua intenção de concorrer à Presidência em 2022. “Se quando chegar o momento de disputar as eleições, se o meu partido e os outros partidos aliados entenderem que eu posso ser o candidato, e se eu estiver bem de saúde, eu asseguro que eu não vou negar o convite.”

Lula voltou a ser elegível para as próximas eleições depois que o ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), anulou todas as condenações proferidas contra Lula pela 13ª Vara Federal da Justiça Federal de Curitiba, responsável pela Lava Jato.

Até então, o ex-presidente perdera os direitos políticos porque estava enquadrado na Lei da Ficha Limpa, já que ambas as condenações pela Lava Jato haviam sido confirmadas em segunda instância. Na decisão, Fachin argumentou que os delitos imputados ao ex-presidente não correspondem a atos que envolveram diretamente a Petrobras e, por isso, a Justiça Federal de Curitiba não deveria ser a responsável pelo caso. Ele determinou que os casos sejam reiniciados pela Justiça Federal do Distrito Federal.

quarta-feira, março 17, 2021

Juiz de Curitiba manda processos de Lula para fórum de Brasília, mas mantém bloqueio de bens


Juiz que receber o caso poderá decidir sobre patrimônio bloqueado

Pepita Ortega e Fausto Macedo
Estadão

O juiz Luiz Antônio Bonat, titular da 13ª Vara federal de Curitiba, decidiu manter o bloqueio de bens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao enviar nesta terça-feira, dia 16, à Justiça Federal do Distrito Federal, os autos de duas ações penais contra o petista na Lava Jato, ambas relacionadas ao Instituto Lula.

O envio dos processos se dá em cumprimento à decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, que reconheceu a incompetência da vara que já foi chefiada pelo ex-juiz Sérgio Moro para julgar quatro processos contra Lula na Operação Lava Jato – triplex do Guarujá, sitio de Atibaia, terreno do Instituto Lula e doações ao Instituto Lula.

ANULAÇÃO – O ministro do STF anulou todas as decisões proferidas no bojo das ações, desde o recebimento das denúncias até as condenações, tornando o ex-presidente elegível. Ainda segundo a decisão de Fachin, Caberá à Justiça Federal do Distrito Federal decidir sobre a possibilidade da convalidação dos atos instrutórios nos processos.

Até a manhã desta quarta-feira, dia 17, não havia decisões no âmbito das ações do triplex do Guarujá e do sítio de Atibaia sobre a remessa dos respectivos processos para o DF. Em tais ações, Lula já havia sido sentenciado, ao contrário dos processos relacionados ao Instituto Lula, que estavam em fase de instrução, ou seja, coleta de provas e testemunhos.

Ao enviar os autos para Brasília, Bonat registrou que, instrumentalmente às quatro ações contra Lula, há processos em que foram determinados bloqueios patrimoniais. Segundo o juiz, tais medidas não foram proferidas nas ações penais, mas em feitos cautelares.

BLOQUEIOS – “Tendo por base os estritos limites da decisão do Exmo. Ministro Edson Fachin, manterei os bloqueios durante a   declinação, ficando o Juízo declinado responsável pela análise acerca da convalidação das decisões que autorizaram as constrições cautelares”, registrou o juiz em sua decisão.

Bonat determinou que fosse enviado a Fachin um ofício com o teor de sua decisão. O magistrado ponderou que, caso o entendimento sobre o bloqueio de bens não esteja de acordo com a interpretação do ministro do Supremo, ‘bastará informar ao juízo’ e, imediatamente, ele promoverá os respectivos desbloqueios.

PROCESSOS RELACIONADOS – Na mesma decisão, o titular da 13ª Vara Federal de Curitiba lembrou ainda que há uma centena de processos que são relacionados à ações transferidas para Brasília, entre inquéritos, processos de busca e apreensão, quebras de sigilo, exceções penais, incidentes de ilicitude.

Assim, Bonat também enviou à JF-DF 36 processos que são instrumentais à ação do terreno do Instituto. Outros 62 feitos, que não se referem exclusivamente à ação ou a fatos associados a Lula permanecerão sob a competência da 13ª Vara Federal de Curitiba, mas serão compartilhados com a Justiça Federal de Brasília. Já na ação que trata de doações da Odebrecht ao Instituto, o juiz enviou para Brasília três processos a ela relacionados.

No primeiro dia, ministro Queiroga já mostrou que é do tipo “um manda, o outro obedece”veio


Marcelo Queiroga fala em nova onda de covid-19 e união com estados | Agência Brasil

Marcelo Queiroga parece seguir a mesma “política” de Pazuello

Deu na Coluna do Estadão

Os primeiros movimentos do ministro Marcelo Queiroga decepcionaram parlamentares, governadores, gestores da área de saúde e a comunidade científica. Foram lentos e tímidos, indicando que será mantida a estratégia de Jair Bolsonaro de  evocar a vacina para continuar contra o confinamento e o isolamento social.

Sem lockdowns, será difícil interromper o contágio e, na prática, muita gente ainda vai morrer de covid-19 no País. “Se continuarmos nessa política, vamos ficar contando mortos. A vacinação está lentíssima”, afirma a epidemiologista Ethel Maciel.

SEM CREDIBILIDADE – Segundo Ethel, é difícil fazer previsões porque o calendário de vacinação perdeu a credibilidade. O ideal era o País estar vacinando 2 milhões de pessoas por dia até outubro.

Considerando que tudo dê certo, possivelmente haverá imunidade de rebanho em dezembro. Na outra ponta, se confirmadas as previsões de média diária de 3 mil mortos por dia, a carnificina baterá números ainda mais macabros até o fim do ano.

A manifestação de Marcelo Ramos (PL-AM), vice-presidente da Câmara, cobrando agilidade de Queiroga, foi interpretada como sinal de que a batata de Bolsonaro poderá assar se resultados não aparecerem.

CPI DA COVID-19 – Senadores que defendem a CPI da Covid-19 avaliam que a mudança de comando na Saúde dá um respiro a Rodrigo Pacheco (DEM-MG), até agora contrário à investigação. Porém, o novo ministro Marcelo Queiroga terá de mostrar resultados rápidos, pois a pressão pela comissão de investigação não morreu, apenas deu uma arrefecida, dizem.

Em meio à crise, PT, PDT, PSOL, PSB, PCdoB, Cidadania e PROS elaboraram PEC para tornar crime de responsabilidade ações que atentem contra a vida, por sabotagem ou omissão, em situações de pandemia.

Articulada por Aloizio Mercadante (PT), a proposta quer ainda acrescentar na Constituição “a defesa da vida” como princípio da República. Hoje, 73 pedidos de impeachment foram protocolados contra o presidente na Câmara.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Queira ou não queira, se continuar seguindo as ordens de Bolsonaro, o ministro Queiroga vai se arrebentar mais do que o general-logístico Eduardo Pazuello. A importante cidade de Uberlândia, em Minas Gerais, seguiu a política de Bolsonaro, com cloroquina, tratamento precoce e frouxidão no isolamento e agora viu as mortes se multiplicarem. Queira ou não queira, o médico Queiroga passou a ser responsável pela política nacional de saúde(C.N.)

É o fim da picada! Líder do governo na Câmara diz que pandemia no Brasil ‘não é tão crítica’


A exemplo do Planalto, Barros trata vidas apenas como números

Deu no G1

O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), ao comentar em entrevista à GloboNews nesta quarta-feira, dia 17, o número de mortes por milhão de habitantes no Brasil por Covid-19 e a quantidade de vacinados, disse que a situação do país “é até confortável” .

O Brasil registrou na terça-feira, dia 16, um novo recorde negativo com 2.798 mortes pela Covid-19 em 24 horas e totalizou 282.400 óbitos desde o início da pandemia. Também desde que a pandemia começou, o país já registrou 11.609.601 casos de infecção pelo coronavírus, 84.124 deles confirmados na terça. Segundo a Fiocruz, o Brasil passa pelo maior colapso hospitalar da história.

ESTATÍSTICAS – “Olhe bem a estatística, mortes por milhão, ou seja, o cuidado do sistema de saúde com as pessoas. Reino Unido, 1.853 [mortes por milhão], em 4º lugar. Estados Unidos, 1.609 por milhão, em 11º. Brasil, 1.300 mortes por milhão, em 22º lugar”, afirmou Barros.

“Então, nosso sistema de saúde responde, está melhor no tratamento as pessoas do que a maioria dos países de primeiro mundo que estão na nossa frente em número de vacinados, mas o Brasil é o 5º do mundo em número de vacinados. Embora tenha começado mais tarde, já são 10 milhões e 300 mil vacinados e 11 milhões e 600 que já pegaram Covid e estão imunes, então, a nossa situação, ela não é tão crítica assim. Comparada a outros países, é uma situação até confortável”, completou o deputado.

De acordo com um levantamento do projeto “Our World in Data”, ligado à Universidade de Oxford, atualmente, o Brasil ocupa a 11ª posição em número absoluto de vacinados e a 89ª se levado em consideração o percentual da população que já foi vacinada. Até o momento, 4,91% da população brasileira tomou a primeira dose da vacina e 1,79% está imunizada com duas doses. Quanto ao número de mortes por milhão, o país ocupa a 23ª posição, com 1.327,28 mortes/milhão.

MOROSIDADE – O ritmo da vacinação no país é considerado lento por especialistas. Se o ritmo atual for mantido, a Fiocruz prevê dois anos e meio para imunizar todos os brasileiros com mais de 18 anos; e só com a primeira dose. Em várias cidades importantes, a vacinação tem sido interrompida por falta de doses.

O Brasil já possui casos confirmados de reinfecção pela Covid-19 desde dezembro de 2020. Por isso, ter tido a doença não é sinônimo de estar imune. Casos de reinfecção da nova variante que circula no país também já foram registrados.

NOVO MINISTRO – Na entrevista, Barros falou ainda sobre o novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que já foi anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro como o sucessor do atual ministro, Eduardo Pazuello. Queiroga e Pazuello já iniciaram uma transição no comando da pasta. Barros disse que a prioridade deve ser a aceleração da vacinação e o adiantamento da entrega de doses já contratadas.

“Tenho a absoluta convicção que ele cumprirá sua missão, senão não teria assumido o ministério. Ele sabe o que deve ser feito e tem o comando do governo central, mas sabe que a tarefa é acelerar a vacinação, negociar adiantamento da entrega de doses e trazer novos fornecedores. E com isso nós podemos avançar”, afirmou o deputado.

Auxiliares palacianos avaliam que só ‘vacinação em massa’ poderá reverter crescente rejeição de Bolsonaro


Charge do Aroeira (Arquivo do Google)

Andréia Sadi
G1

Auxiliares diretos do presidente Bolsonaro avaliaram nesta quarta-feira, dia 17, que os números mostrando a rejeição do presidente Bolsonaro, no Datafolha, no combate à Covid, só deve ser revertido com a “evolução da vacinação” pelo país.

Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados avaliam como ruim ou péssimo o desempenho do presidente na gestão da crise. Na pesquisa anterior, realizada em janeiro, esse índice era de 48%.

PERCEPÇÃO – No diagnóstico de assessores presidenciais, todas as pesquisas refletem o momento da pandemia, com recorde de mortes, mostrando que estamos no pior momento da crise. E a percepção da população a respeito do governo só mudará após o avanço da vacinação — o que está sendo calculado para o fim de abril.

É neste período que o governo espera contar com a chegada das compras feitas para vacinar a população. Até lá, acreditam assessores, o desgaste do governo seguirá.

PRIORIDADE – A vacinação também é a prioridade da equipe econômica, que teme o aumento do desemprego no mercado informal. Fontes ouvidas pelo blog explicam que só a vacinação em massa vai resolver a vida do trabalhador que perdeu a renda durante a pandemia no mercado informal, os chamados “invisíveis” pelo governo.

Enquanto aguardam a vacinação, o governo trabalha em outra frente e aposta no Auxílio Emergencial para acalmar uma parcela da população que está sem a ajuda desde que ela foi encerrada, em dezembro. A nova rodada do auxílio está prevista para abril.

Guedes diz que compra de vacinas está atrasada “desde abril” e Mandetta rebate: “Desonesto, mentiroso”


Ao contrário do que Guedes disse, em abril as vacinas ainda não existiam

Mônica Bergamo
Folha

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta reagiu às declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, segundo quem a compra de vacinas está atrasada “desde abril”, quando Mandetta ainda comandava a área. Naquele mês, não existiam sequer testes de imunizantes contra a Covid-19 em seres humanos.

“Desonesto, mentiroso”, afirmou o ex-ministro da Saúde à coluna. “É inacreditável que o homem responsável pela economia do país esteja criando uma narrativa mentirosa para disfarçar a própria incompetência, dele e do governo do qual faz parte”, segue Mandetta.

DECLARAÇÃO – Guedes disse à CNN Brasil que “a entrega da vacina não está atrasada só agora, não. No primeiro dia, Mandetta saiu com R$ 5 bilhões no bolso. É desde aquela época que deveríamos estar comprando vacina, não é mesmo? O dinheiro estava lá”.

Mandetta afirma que os R$ 5 bilhões a que Guedes se refere foram destinados à compra de 15 mil leitos de CTI (Centro de Terapia Intensiva) e equipamentos de proteção individual, como máscaras, e testes “que o governo não usou e deixou vencer”.Recursos também foram destinados ao atendimento básico. “Mais postos de saúde, menos postos Ipiranga”, diz Mandetta, referindo-se ao apelido que Bolsonaro deu a Paulo Guedes.

Ele lembra que os primeiros testes de vacinas contra o novo coronavírus feitos em humanos foram anunciados em maio.”Em 16 de abril, eles me exoneraram, não me deixaram trabalhar porque o meu caminho sempre foi pela ciência”, afirma o ex-ministro. “Eu sempre disse que o caminho de saída seria pela ciência e que compraríamos vacinas assim que tivessemos a primeira oferta”, segue.

VACINAS –  “Em agosto, quatro meses depois da minha saída, surgiram as primeiras propostas de laboratórios que estavam desenvolvendo vacinas e que queriam vendê-las ao Brasil”, diz ele.

“A incompetência e o negacionismo, aos quais Paulo Guedes sempre fez coro, dizendo que a economia era o mais importante, nos levaram a essa situação, em que faltam imunizantes”, diz. “Essa política está condenando pessoas à morte e empresas à falência, por responsabilidade dele e do governo”, finaliza Mandetta.

Em Jeremoabo furar fila pode, vacinar quem toma conta dos idosos não pode.

 


Notícia extra oficial diz que na relação que está na Câmara de Vereadores, verdadeira bomba na mão do presidente daquela casa, já detectaram casos de fura fila, vamos aguardar o pronunciamento oficial do sim ou do não.

Mas o que deixa-me perplexo, é que desde o início do combate ao COVID-19,  Sítio do Quinto em questão de beneficiar a população deixa Jeremoabo para trás, principalmente agora na vacinação. Acontece que em Sítio do Quinto os cuidadores de idosos estão sendo convocado para garantirem a vacina contra o COVID-19;  enquanto isso, em Jeremoabo nada, nada e nada.

De que adianta vacinar os idosos, se seus cuidadores estão correndo o risco de contrair o coronavírus? 

O prefeito já deveria ser avisado, que o povo não acredita mais em propagada enganosa, o povo que é ação com realidade.

Infelizmente visão, caapcitação e iniciativa não é para todo mundo.

Júnior Santinha

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Analisando esse comentário de Junior de Santinha,  Jairo sempre usou do bom combate, as vezes fazendo o possível e o impossível para defender o indefensável, missão espinhosa essa, porém é o sistema. os vereadores hoje da situação também enfrentaram essa missão quando situação.
O Parlamento deve ser um lugar resguardado. “O parlamentar precisa ter o direito de falar ou de reclamar e discordar sem sofrer nenhum tipo de sanção ou agressão mesmo verbal. é
 evidente que os ânimos se acirrem, mas eles precisam se acirrar no campo das ideias e do debate.
De acordo com o deputado o Sérgio Aguiar (PDT) em um episódio parecido com o acontecido ontem na Câmara de Vereadores de Jeremoabo ele  "considerou o episódio como um alerta. “É um caso que mostra que a política deve ser feita no campo das ideias e das ações, e que uma ação exasperada compromete a legítima arte de servir ao povo”, pontuou o deputado."

No que diz respeito ao Vereador Zé Miúdo ele está amparado na Lei da Transparência e de Acesso  a Informação, pois é obrigação do prefeito relacionar ao gastos do Poder Executivo para o combate ao novo Coronavírus, confeccionar um relatório com todos os investimentos realizados até agora, inclusive  sobre as contratações por meio de Dispensa de Licitação, e encaminhar aquela Casa legislativa.

Se o prefeito de Jeremoabo fosse bem orientado e bem assessorado, já havia  encaminhado para a Câmara relatório que o município entregou ao Ministério Público de Jeremoabo, se é´ que ele entregou  ao Ministério Público.
Diante do exposto, quero crer que o Vereador Zé Miúdo, só tem o dever de informar da Tribuna daquela Casa Legislativa quanto chegou para o Covid-19, quando receber o informação oficial por parte do gestor.

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