quarta-feira, março 17, 2021

Bolsonaro é pior do que imaginávamos e sua ineficiência reforça a esquerda, diz Amoêdo


O que João Amoêdo pode fazer no Planalto - ISTOÉ DINHEIRO

João Amoêdo, do Novo, defende o impeachment de Bolsonaro

Joelmir Tavares
Folha

Nome de direita que defende o impeachment de Jair Bolsonaro (sem partido), o ex-presidenciável João Amoêdo, um dos fundadores do partido Novo, diz que o fracasso do atual presidente abre caminho para a volta da esquerda ao poder, sobretudo com a reabilitação do ex-presidente Lula (PT).

“Pode reforçar o retorno da esquerda que ele [Bolsonaro] tanto dizia combater, por total ineficiência e por uma visão ideológica extremada e distorcida”, afirma à Folha o ex-banqueiro, que votou no atual mandatário no segundo turno de 2018.

“É pior do que a gente poderia imaginar”, diz, frustrado com a paralisação da agenda liberal do ministro Paulo Guedes, que está “fazendo figuração”, e com o “desempenho desastroso” do governo na pandemia.

Ainda vê o impeachment como uma saída necessária ou acha que situação deveria ser decidida nas urnas?
Do ponto de vista jurídico, há o fundamento, uma série de crimes de responsabilidade. Do ponto de vista político, ainda não existe clima, mas acredito que continuará crescendo o apoio à ideia. A estrutura que se montou no Congresso, com a eleição de uma liderança apoiada pelo presidente [Arthur Lira (PP-AL)], torna o processo mais difícil. Pretendo continuar insistindo nisso, mesmo que ele não venha a ser pautado, mas para que o cidadão se lembre disso na hora do voto em 2022.

É possível enfrentar a pandemia com Bolsonaro no poder?
É muito difícil. Ele faz o contrário do que recomendam as boas práticas, faz ataques desnecessários aos gestores públicos e incentiva a população a descumprir medidas. E os resultados que estamos colhendo são reflexo da liderança dele, uma atuação que compromete vidas de brasileiros. A competência, o conhecimento, o equilíbrio, nada disso são aptidões que valem no governo Bolsonaro. O que vale é a subserviência e a bajulação a um teórico mito.

Considerando a guerra cultural defendida pelos bolsonaristas, acredita que o governo trouxe alguma contribuição para apontar outros caminhos políticos e econômicos?
Não. Bolsonaro atacou o Congresso, o Supremo, a imprensa, os partidos políticos. Sem falar nos ataques de seus apoiadores às pessoas que tenham qualquer opinião diferente, o que culmina numa restrição à liberdade de expressão. Nas políticas, não tivemos evolução na área econômica, na área educacional. Por último, ele teve um desempenho sofrível na maior crise de saúde que já vivemos. Essa história de que ele estava eliminando a esquerda, isso ficou única e exclusivamente no discurso. A atuação dele está tendo o efeito contrário.

A entrada do ex-presidente Lula no cenário eleitoral é um elemento a mais?
Sim. Os escândalos das ‘rachadinhas’, de cheque na conta da esposa [Michelle Bolsonaro], uma série de fatos que não são explicados, isso tudo criou para a esquerda um discurso muito fácil. É tanta coisa errada que dá argumentos para quem estava na ponta oposta. A minha avaliação é que ele terá feito um mandato do qual a sociedade sairá mais fraca, no qual ele não terá entregue praticamente nada do ponto de vista de gestão e que pode reforçar o retorno da esquerda que ele tanto dizia combater, por total ineficiência e por uma visão ideológica extremada e distorcida.

O sr. afirmou à Folha em 2019 que não alimentava grandes expectativas em relação ao governo. Diria que é ainda pior do que imaginou?
Sim, muito pior. Eu não imaginava nada muito positivo, especialmente pelo histórico do Bolsonaro. Nunca teve uma visão liberal nem tinha experiência em gestão de pessoas. Mas, no primeiro momento, ele tinha alguns quadros, como o Paulo Guedes, o [Sergio] Moro, que davam certa credibilidade ao governo. Isso foi desmoronando ao longo do tempo. E ele ainda teve o ônus de assumir a crise na saúde, o que explicitou a incapacidade dele.

Vê espaço ainda para algum avanço na agenda liberal neste governo?
Acho muito pouco provável. Infelizmente, o ministro da Economia [Guedes] acaba hoje fazendo uma figuração. Não tivemos nenhuma privatização nem reforma administrativa nem tributária.

O sr. é pré-candidato a presidente em 2022?
Ainda não tenho pensado sobre o assunto, não é uma prioridade. Entendo que precisamos ter uma alternativa viável, que não nos coloque de novo nessa polarização entre PT e Bolsonaro. O populismo está muito presente em ambos. O PT nunca teve coragem de assumir os seus erros. Isso é preocupante. Quem não assume os erros possivelmente irá repeti-los. Quero ajudar a tentar viabilizar uma candidatura com competitividade eleitoral, mas também que possa fazer um resgate do Brasil e coloque o país de volta em uma rota de crescimento, para combater a pobreza.

Ex-prefeito de Biritinga sofre representação no MP-BA

 


Ex-prefeito de Biritinga sofre representação no MP-BA
Foto: Reprodução / TCM

Um termo de ocorrência lavrado contra o ex-prefeito da cidade de  Biritinga, Antônio Avelino de Queiroz, foi julgado procedente pele Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). De acordo com o órgão, foram encontradas  irregularidades na desapropriação de um imóvel no exercício de 2018. O tribunal determinou nesta terça-feira (16), a formulação de representação ao Ministério Público Estadual (MP-BA), contra o ex-prefeito para que seja apurada a prática de ato de improbidade administrativa.


Ainda segundo o TCM, Antônio Queiroz  foi multado em R$7 mil. De acordo com o termo de ocorrência, o imóvel desapropriado (como 21,78 mil metros quadrados) foi adquirido pelo cidadão Joaze dos Santos Cerqueira, por R$75 mil, no dia 02/02/2014, e, após 48 meses, parte da propriedade – 3.200 metros quadrados – foi desapropriada, pelo valor de R$192 mil. Segundo a 9ª Inspetoria Regional de Controle Externo do TCM, sediada no município de Serrinha, o preço do metro quadrado passou de R$3,44 para R$60,00, o que revela uma valorização no período de 1.642,40% e indica a existência de indício de superfaturamento no processo de desapropriação.


Em sua defesa, o gestor alegou que o inspetor do TCM não teria levado em consideração a valorização imobiliária da área em que está inserido o terreno desapropriado, bem como teria desconsiderado o fato de que a área antes se caracterizava como de terras agrícolas e hoje se encontra inserida em uma área urbana de expansão imobiliária, “o que valoriza sobremaneira o metro quadrado e justifica a variação apontada no termo de ocorrência”.


O conselheiro Raimundo Moreira, no entanto, afirmou em seu voto que o único documento apresentado pelo ex-prefeito – o relatório de avaliação, assinado pela Comissão Especial de Avaliação – não é capaz de atestar, minimamente, a veracidade das suas alegações. Para o relator, “a mera alegação de existir na região da área desapropriada loteamentos comercializados por R$75,00 o metro quadrado não é meio de prova a ser considerada”. Cabe recurso da decisão.

Bahia Notícias

Barra do Rocha: Família tem casa destruída após celular explodir; veja vídeo

Barra do Rocha: Família tem casa destruída após celular explodir; veja vídeo
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Uma família moradora da região do Aricanguá, divisa entre os municípios de Ibirataia e Barra do Rocha, teve o imóvel onde moravam completamente destruído por um incêndio após a explosão de um aparelho celular.


De acordo com o site Giro Ipiaú, as informações divulgadas por uma servidora da Assistência Social de Barra do Rocha revelam que a família saiu pela manhã para buscar lenha na roça e dois aparelhos celulares ficaram ligados na tomada carregando. 

 

Os aparelhos teriam sido deixados em cima da geladeira. Ainda de acordo com o site,  ninguém ficou ferido e a família está amparada provisoriamente em outro imóvel. 

Vídeo: Reprodução / Giro Ipiaú 

Bahia teve 12 casos de assédio ou agressão a jornalistas em 2020, diz sindicato

 Quarta, 17 de Março de 2021 - 00:00


por Matheus Caldas

Bahia teve 12 casos de assédio ou agressão a jornalistas em 2020, diz sindicato
Foto: Paula Fróes / Correio*

Somente em 2020, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia (Sinjorba) registrou 12 casos de agressão ou assédio a profissionais da imprensa.  As ocorrências se somam ao episódio ocorrido no último domingo (15), em Salvador, quando a fotojornalista Paula Fróes, do jornal Correio*, foi intimidada por manifestantes bolsonaristas num protesto contra o fechamento do comércio na capital baiana (leia mais aqui).

 

O levantamento das agressões registradas no ano passado foi divulgado ao Bahia Notícias pelo Sinjorba. As ocorrências aconteceram em Salvador, Itabuna, Luís Eduardo Magalhães, Feira de Santana, Jeremoabo, Paulo Afonso e Vitória da Conquista. Confira abaixo:

 

- Andreia Silva (Rede Bahia) quando fazia matéria na rua sobre a Covid-19 e foi perseguida, xingada e ameaçada por um negacionista (abril de 2020);

 

- Alexandre Lyrio (Correio) quando fazia matéria sobre o comércio aberto em Brotas e foi ameaçado por donos de estabelecimentos (abril de 2020);

 

- Silvana Oliveira, jornalista da Rádio Sociedade, ameaçada e assediada moralmente pelo ex-deputado estadual Marcel Moraes (PSDB), nas dependências do veículo (maio de 2020);

 

- Silmara Souza (jornalista) e o cinegrafista de nome Dario Honorato, da TV Cabrália, estavam fazendo uma matéria sobre a morte de um traficante durante uma ação policial em Itabuna. Eles foram agredidos fisicamente (empurrados) e ameaçados por pessoas não identificadas e tiveram que sair do local (junho de 2020);

 

- Repórter Andreia Giovanni, do Blog Sudoeste Digital, recebeu ameaças de seguidores do prefeito Haroldo Aguiar após matéria sobre a Covid-19 no município. Ela teve o telefone pessoal divulgado pelo executivo municipal na internet e foi alvo de ataques virtuais (agosto de 2020);

 

- Repórter Davi Alves, da Rádio Alvorada FM, foi vítima de agressão física enquanto realizava uma reportagem em Jeremoabo, que apurava denúncia de que recursos públicos estariam sendo empregados em obras particulares. Enquanto filmava, ele foi agredido pelo secretário de Infraestrutura e Obras, João Batista dos Santos Andrade (setembro de 2020);

 

- Jornalista Raquel Santana, da Rádio Moderna FM, apurava uma pauta sobre gastos da Câmara Municipal de Luís Eduardo Magalhães. A matéria foi divulgada com um erro no valor dos gastos. Após o fato, reconhecido pela emissora, ela foi assediada por três advogados a serviço do presidente da Casa, Reinildo Nery, que também a teria ameaçado. Ele depois negou ameaças (setembro de 2020);

 

- Repórter Ney Silva, do site Acorda Cidade, cobria uma manifestação de professores e camelôs em Feira de Santana. Eles protestavam contra a prefeitura local. Enquanto filmava a atividade, foi abordado por dois manifestantes que exigiram sua saída do local. Os agressores, que estavam sem máscara, gritaram a menos de 10 cm do rosto do colega (setembro de 2020);

 

- Léo Dias e Larissa Baracho, de Sergipe, trabalhavam na campanha eleitoral em Paulo Afonso e foram agredidos com spray de pimenta por assessores do prefeito Luiz de Deus (outubro de 2020);

 

- Alexandre Lyrio (Correio), que sofreu ataques na intenet, com a prática conhecida como “cancelamento digital”, por parte de clínicas veterinárias, por causa de matérias produzidas sobre o alto custo dos serviços cobrados a donos de animais em Salvador (outubro de 2020);

 

- Juscelino Souza, do site Sudoeste Digital, processado pela campanha do prefeito Herzem Gusmão, de Vitória da Conquista, por matérias com denúncias de obras superfaturadas da prefeitura do município (novembro de 2020);

 

- Indhira Almeida, xingada durante a campanha eleitoral em Vitória da Conquista pelo programa do prefeito Herzem Gusmão. Ela apresentava o programa do candidato concorrente e em vez do ataque ser contra a campanha, o programa do prefeito atacou a profissional, chamando-a de mentirosa (novembro de 2020).

 

NÚMEROS NÃO REFLETEM A REALIDADE
De acordo com o presidente do Sinjorba, Moacy Neves, certamente houve mais de 12 ocorrências relacionadas a agressão e assédio na Bahia no último ano. “Agressões físicas não temos tantas mais do que a gente recebe, mas ameaças com certeza existem muito mais. Isso é muito comum de acontecer, principalmente ameaça e intimidação. Muitos dos casos terminam morrendo ali entre os envolvidos”, explica, em entrevista ao Bahia Notícias.

 

Ele explica que, por conta de dificuldades relacionadas a pessoal no sindicato, é difícil estabelecer com clareza os números de agressões e ameaças ocorridos nos anos anteriores. Ele também cita a importância da denúncia para que os casos sejam divulgados. “Os dados não eram muito organizados. Nosso problema é que a categoria sequer nos procura. A gente fica sabendo porque um colega em comum nos informa”, lamenta. “Alguns dos casos levantados envolveram radialistas, a gente só ficou sabendo porque temos uma boa relação com o Sindicato dos Radialistas”, acrescenta.

 

Na visão Neves, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), é um dos responsáveis pelo discurso de ódio contra profissionais de imprensa. “O incentivo é muito explícito por parte do presidente da República para nos intimidar. Aquele comportamento dele quando dá entrevista à frente do Palácio é uma coisa feita de maneira deliberada”, opina.

 

Para acolher os membros da imprensa que sofrem dos ataques, o Sinjorba oferece assessoria jurídica.

 

Já o presidente da Associação Bahiana de Imprensa (ABI), Ernesto Marques, defende ser importante que haja a denúncia dos jornalistas e demais profissionais da imprensa aos órgãos competentes. “Denunciando, mobilizando as entidades para as medidas de defesa - medidas protetivas, quando é o caso -, ações judiciais e reforçando os vínculos de solidariedade na categorias... Se todo mundo botar a boca no trombone quando ocorrer uma ameaça ou quando a ameaça se consumar, com certeza inibe os agressores”, analisa. 


Nota da redação deste Blog -  Esse atual administração conseguiu colocar Jeremoabo na lista negra nacional e mundial como patrocinador de agressores da imprensa.

Que vergonha para Jeremoabo!!!


"O maior inimigo de um governo é um povo culto."





Em Jeremoabo muitos ainda não entenderam que a ONG-Transparência Jeremoabo  vem acompanhando de perto o que fazem os governantes locais com os impostos do povo .

Vereadores desconhecem que essa mesma ONG compartilha com uma rede de ONGs similares que já alcança centenas cidades em todo o País.

"O cidadão pode pressionar mais o poder local. Está ali perto, vê o que acontece. Ele pode levantar suspeitas e nós o ajudamos a encontrar os caminhos", afirma Ziller.

Além disso, faz a ponte entre os líderes comunitários e órgãos que podem dar consequência às informações reunidas pelos cidadãos, como o Ministério Público, a Polícia Federal, a CGU e o TCU.

Atuando de forma independente, sem nenhuma participação de partidos políticos ou de agentes públicos, a ong vem trabalhando de forma sistemática no combate ao desperdício de recursos da sociedade.

Foi por esse motivo que enquanto alguns vereadores ao invés de fiscalizar e denunciar fizeram  foi parabenizar uma secretária acompanhado de queima de fogos que pareceu mais um bombardeio,  que a ONG já foi muito além, encaminhando as fotos dos ônibus que segundo um vereador da oposição  apresentou conta de combustível que daria para ir até São Paulo, retornar e ainda sobraria combustível, junto a planilha fornecida pelos vereadores da oposição, já encaminhou ao Ministério Público Federal uma denúncia onde já foi protocolada, estando em pleno andamento.

Hoje há cinco representações no MPF  por desvio de dinheiro, improbidade administrativa e falsificação de documentos, entre outros crimes, em andamento.

O cidadão precisa tomar consciência de que seu dever não termina nas urnas, na verdade começa nas urnas. É preciso fiscalizar o que os políticos estão fazendo. Quando elegemos um candidato estamos dando a ele um "cheque assinado em branco", então o mínimo que podemos fazer é fiscalizar.

terça-feira, março 16, 2021

" Os fariseus eram bastante censurados por Jesus porque não eram coerentes".

 


"O papel do jornalismo é informar a sociedade dos fatos para que ela possa tomar decisões e formular suas próprias opiniões, da forma mais democrática e imparcial possível. Nesse sentido, é justo que todos os lados de um debate — sejam eles dois, três ou quatro — estejam representados na cobertura jornalística de um determinado tema.

Mas o que fazer quando um desses lados está sabidamente faltando com a verdade? Distorcendo, ocultando ou inventando fatos com o propósito de desviar a opinião pública da realidade?

O jornalismo científico é especialmente sensível a essa questão, pois nenhuma atividade humana é mais apegada aos fatos do que essas duas: o jornalismo e a ciência. É um dilema que sempre existiu, pois nunca faltaram charlatões e mentirosos para contaminar o debate público, mas que se encheu de tentáculos nos últimos anos, e agora nada de braçada na onda das redes sociais. (Por Herton Escobar).

Desde o ano passado que tanto na câmara de vereadores quanto nas redes sociais e na rua, o que mais se comenta é:  "Cadê o dinheiro do Covid-19 que chegou para Jeremoabo?

Em todas as sessões da Câmara o vereadores de Jeremoabo Neguinho de Lié pergunta cadê o dinheiro do Covid-19?

Se os vereadores que são pagos para fiscalizar, que estão na obrigação de desvendar essa incógnita do dinheiro do Covid-19, foram obrigados segundo eles a solicitar ajuda da Polícia Federal em Juazeiros, é porque a situação é periclitante.

Mesmo assim solicitei ajuda ao companheiro Antônio Gama, que durante toda uma jornada do Programa Conexão Verdade fornecia dados de quanto chegava para  o Munícipio de Jeremoabo de recursos federais, naquela ocasião todos do lado do candidato Deri do Paloma aplaudiam e as informações eram verdadeiras, hoje que o mesmo está fora de política residindo em Salvador, suas informações perderam a veracidade, mesmo sendo verdadeiras. 

A você Zé Miúdo, informo que sua informação é verdadeira, pois o autor da Tabela conseguiu os dados através sites oficiais do governo, ou seja do Demonstrativo do Banco do Brasil, do Fundo Nacional de Saúde Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Quero te parabenizar por você como vereador está  fazendo sua parte, diferente do prefeito que não respeita a Lei da Transparência e da Informação.

A você Ana Josefina e Diana quero dizer : Lembrem-se: derrotado não é aquele que perde...Mais sim aquele que desiste:

"Tentar nem sempre é conseguir. Mas todos que conseguiram um dia tentaram".


Nota da Redação  desse Blog - Ao Vereador Zé Miúdo apenas a título de orientação quero dizer que você não tem obrigação de informar nada, apenas de saber onde está o dinheiro, quanto foi que chegou e o que foi feito, esse é o verdadeiro papel do vereador, fiscalizar e defender os interesse do povo e do município. 

O dinheiro do Covid-19 deu o que falar na Câmara


Este Blog a maioria das matérias são publicadas por nós, por Marcelo do Sindicato e as vezes por Antônio Gama, o que mais prezo é pela veracidade dos fatos  da verdade e da imparcialidade.

Essa tabela que diz que já chegou mais de R$ 10.000.000,00(dez milhões de reais), foi um levantamento efetuado pelo Sr. Antônio Gama, cuja fonte foi o site do Banco do Brasil e da Transparência do Governo Federal, portanto até que provem em contrário, o responsável pelo a informação merece toda a minha credibilidade e respeito. 

O que causa espécie e indignação, ´é que há mais de ano os vereadores cobram transparência a respeito desse dinheiro que chegou para o COVID-19 para Jeremoabo, inclusive segundo os mesmo já denunciaram até na Polícia Federal em Juazeiro.

A pergunta que faço é: que mistério é esse que nem os próprios vereadores sabem o valor correto?

Aproveito para informar que esse Blog não tem que dar satisfação a prefeito ou vereador, sua obrigação é deixar o povo bem informado e fiscalizar prefeito, vereador ou qualquer outro órgão público.




Essa entrevista da Secretária de Educação foi tão esclarecedor com dois e dois são seis.


Pelo que assisti na sessão da câmara  de vereadores hoje (16.03), talvez não possa afirmar, mas no meu entender a secretária de educação está fazendo o papel de inocente útil, podendo até pagar um preço alto, por improbidades que poderá até não  ter culpa no cartório devido ao seu amadorismo em comando de órgão público.

Espero que o Presidente da Casa nas próximas  reuniões coloque ordem,  faça valer o regimento com todo seu vigor, pois onde não existe ordem, se transforam em " casa de mãe Joana".

Quando um vereador está com a palavra nenhum outro vereador poderá interferir, até por uma questão de educação.

Desde que o vereador que está inquirindo não falte com o respeito, dentro da pauta que era ônibus, combustível, educação, etc, ele poderia perguntar o que bem quisesse e entendesse, a inquirida, respondesse se quisesse.

Mesmo sendo neófito, quero parabenizar o vereador José Raimundo(Zé Miúdo), que dentro das suas possibilidades procurou ir a fundo em busca da verdade.

Contra fatos não existe argumentos, os fatos são os documentos onde comprovam supostas ilicitudes com aquisição de combustível, inclusive a secretária confessou que retiraram pneus sem o conhecimento dela.

Quanto a queima de fogos não passa de ignorância e mais um atentado contra a saúde do povo, pois Covid-19 agradece a quem solta fogos.

Irei escutar com calma o vídeo da sessão para fazer comentários com mais profundidade.


 

Ludhmila Hajjar relata ameaças de morte feitas por bolsonaristas : “Tem muita gente querendo o mal do Brasil”


Por duas vezes tentaram invadir o hotel em que Ludhmila estava

Rosana Hessel
Correio Braziliense

A médica Ludhmila Hajjar ficou assustada com a reação de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro que desprezam a ciência e contou que sofreu várias ameaças de morte e duas tentativas de invasão no hotel em que esteve hospedada, em Brasília, após se reunir, neste domingo, dia 14, por quase quatro horas, com o chefe do Executivo e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

“Eu fiquei assustada como, nesse momento de tristeza, uma pessoa da sociedade civil, que está aqui para o bem do país, sofre esse tipo de agressão. Tem muita gente querendo o mal do Brasil”, lamentou a cardiologista, que tratou o ministro da Saúde quando ele teve covid-19, em entrevista concedida à CNN Brasil, nesta segunda-feira, dia 15. Ela confirmou que recebeu o convite para assumir a pasta, mas o recusou hoje, em uma segunda reunião com o presidente.

NEGACIONISTAS – Na avaliação da especialista renomada, formada pela Universidade de Brasília (UnB) e professora da Universidade de São Paulo (USP), o agravamento do quadro da pandemia no país, está no epicentro global da crise sanitária e é, em grande parte, consequência desse tipo de atitude de pessoas que fizeram de tudo para que não houvesse convergência fosse tão agradável.

Ela comentou sobre os ataques que sofreu nas redes sociais e que o número do celular pessoal acabou sendo divulgado em vários grupos de WhatsApp atacando ela e familiares. E, ainda, disse que contou isso ao presidente na reunião que teve com Bolsonaro, que admitiu receber uma enxurrada de informações contra ela, que tinha apoio de parlamentares do Centrão e do Judiciário. “O que faltou foi convergência”, resumiu.”Meu partido é o Brasil e a saúde das pessoas”

SEM LIGAÇÃO POLÍTICA – Durante a entrevista, a médica disse que não tem medo de ataques e, como médica e pelo juramento que fez, não tem bandeira partidária e não escolhe o paciente. “Não tenho ligação política. Meu partido é o Brasil e a saúde das pessoas. Cuido de pessoas da esquerda e da direita e continuarei cuidando”, afirmou.

“Eu não tenho medo e é por isso que estou aqui. A causa é muito maior”, frisou.De acordo com a cardiologista, o governo precisa abandonar, imediatamente, o discurso de uso da cloroquina e do tratamento precoce, porque eles são ineficazes e isso poderá provocar consequências cada vez piores.

“O Brasil precisa de uma liderança na Saúde. Espero que o presidente a encontre, senão a dívida que o país vai pagar vai ser imensurável”, afirmou. Ela contou que, no início da pandemia, chegou a receitar cloroquina, mas, diante dos resultados de estudos que mostram a ineficácia do medicamento, abandonou a ideia que agora é considerada coisa do passado.

VIRAR A PÁGINA – Na avaliação da profissional de saúde, o governo errou no combate à pandemia desde o início e precisa virar essa página o mais rápido possível, alinhando o discurso de forma nacional e buscar uma solução para o aumento de leitos nos hospitais e a compra em massa de vacinas para um amplo programa de imunização.

“Acho que o Brasil, até o momento, errou no combate à pandemia. E ele precisa de uma virada de entendimento e de ações. O governo subestimou a doença no início e está pagando o preço agora. Está correndo atrás da vacina de maneira tardia”, lamentou o abandono do discurso negacionista e de crítica ao lockdown, que é mais do que necessário neste momento para evitar um colapso nos hospitais. “O que não está dando e tem que ser mudado”, afirmou.

POLARIZAÇÃO – A especialista também criticou a polarização e frisou que lockdown salva vidas. “Essa maldade usada em redes sociais, é um atraso para o Brasil. Essa narrativa não tem lógica e não tem fundamento”, afirmou. Ludhmila ainda contou que ficou muito honrada com o convite e pela indicação do seu nome.

Para ela, foi uma grande oportunidade conversar com o presidente e falar sobre o que ela pensa. “Eu fiquei muito honrada pelo convite do presidente Bolsonaro, mas este não é o momento para que eu assuma a pasta, principalmente por motivos técnicos”, afirmou. Segundo ela, o combate à pandemia está acima de qualquer ideologia e é preciso que ele seja pautado pela ciência.

Movimento municipalista endossa Pacto Nacional em Defesa da Vida e da Saúde

 


A Confederação Nacional de Municípios (CNM), em nome do movimento municipalista, manifesta total anuência e reforça a necessidade de efetivação dos três pontos constantes do Pacto Nacional em Defesa da Vida e da Saúde, iniciativa do Fórum Nacional de Governadores, a saber: i. vacinação em massa da população pelo Programa Nacional de Imunização (PNI); ii. apoio a medidas preventivas para a contenção do vírus, como o distanciamento social e o uso de máscara; e iii. o auxílio da União para a manutenção e a abertura de novos leitos para o tratamento da Covid-19, bem como a integração dos sistemas hospitalares.

Cabe destacar que os pleitos corroboram notas já emitidas pelo movimento municipalista, especialmente a publicada no dia 4 de março, por meio da qual as entidades municipalistas alertam que "é esse um momento em que a soma de esforços representa o único caminho para o enfrentamento da crise sanitária, política e econômica que a nação brasileira enfrenta".

O movimento reitera ainda que, havendo a indefinição em relação ao cumprimento do calendário de distribuição das vacinas pelo governo federal, se fará necessária uma concertação nacional temporária dos Estados e seus respectivos Municípios para a aquisição suplementar das vacinas, respeitando-se, primordialmente, o princípio constitucional de igualdade entre os brasileiros.

Diante da tragédia enfrentada - em que se contabilizam mais de 280 mil vidas perdidas, hospitais em colapso nos quatro cantos do país, mais de 13 milhões de desempregados e a falta de rumos para contornar essa realidade de modo a evitar um cenário ainda mais drástico - é fundamental que TODOS assumam cada qual a sua responsabilidade, despolitizando a pandemia e colocando em primeiro lugar a vida e a saúde de cada cidadão brasileiro .

Assim, o movimento municipalista se une ao Fórum Nacional de Governadores e se coloca à inteira disposição de Marcelo Queiroga, que deverá assumir o Ministério da Saúde, para trabalhar em conjunto a fim de que se possa voltar a ter desenvolvimento econômico e social no país. Os gestores locais permanecem prontos e firmes para continuar atuando com esse propósito, contando com uma coordenação nacional propositiva e alinhada com a orientação científica, a fim de restabelecer a paz social e defender a vida .
Acesse o documento aqui .
Brasília, 16 de março de 2021.

Glademir Aroldi
Presidente da CNM

Na UTI do Sírio-Libanês, Herzem Gusmão tem piora; 'quadro é instável e muito grave'


por Vitor Castro

Na UTI do Sírio-Libanês, Herzem Gusmão tem piora; 'quadro é instável e muito grave'
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A assessoria do prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão, internado com covid-19 desde o dia 26 de dezembro do ano passado  em São Paulo, informou, por meio de uma rede social, que o gestor apresentou uma piora no quadro. 

 

Na postagem, a assessoria revelou que a piora no estado clínico de Herzem resultou em um maior comprometimento das suas funções vitais. “Apesar de todas as medidas adotadas pela equipe médica para conter o avanço das complicações, no momento, o quadro é instável e muito grave”, diz a nota. 

 

A família do político agradeceu pelas orações voltadas à recuperação do prefeito. Herzem testou positivo para a Covid-19  em 7 de dezembro do ano passado. Dez dias depois ele  foi diagnosticado com uma lesão pulmonar e precisou fazer uso de oxigênio para respirar com mais conforto. No dia 26 de dezembro foi transferido para São Paulo, onde está dando continuidade no tratamento. O prefeito estava apresentando melhora no quadro clinico até o ultimo dia 12, quando teve que ser  intubado (lembre aqui). 

https://www.bahianoticias.com.br/


Efeito coronavírus: STF trabalhará 100% remoto nas próximas duas semanas


Desde março do ano passado, o STF reduziu o acesso ao plenário

Rayssa Motta
Estadão

Diante da escalada da pandemia de covid-19, o ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ‘fechou as portas’ da Corte pelas próximas duas semanas. Nesse período, a orientação é para o tribunal funcionar de modo completamente remoto.

Embora os julgamentos já venham sendo realizados por videoconferência, o próprio Fux e os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes, presidentes da Primeira e Segunda Turmas, vinham comparecendo ao plenário para presidir as sessões colegiadas.

ESFORÇO MAIS AMPLO – “Neste momento de piora da situação sanitária, a Presidência pede que haja um esforço mais amplo de redução, inclusive nas áreas prioritárias que estavam em trabalho presencial mediante cuidados”, diz um trecho do comunicado interno.

A medida foi tomada a partir de uma recomendação da Secretaria de Serviços Integrados de Saúde do tribunal, comandada pelo epidemiologista Wanderson Oliveira, que foi auxiliar do ex-ministro da Saúde, Henrique Mandetta.

TRABALHO REMOTO – “A Presidência recomenda ainda que os servidores e colaboradores da Corte e dos gabinetes dos ministros também mantenham – com exceção dos serviços essenciais – o trabalho remoto. Aqueles que não precisam ir presencialmente à Corte, devem ficar em casa”, pediu a direção da Corte.

Desde março do ano passado, o Supremo reduziu o acesso ao plenário, autorizou os servidores a trabalharem de casa e passou a fazer os julgamentos por vídeo. De acordo com o comunicado do tribunal, a presença tem sido mantida em patamar inferior a 10%.

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