domingo, maio 26, 2019

FMI faz alerta sobre crise econômica, especialmente o crescimento da dívida pública


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Charge do Iotti (Zero Hora)
Rosana HesselBlog do Vicente Nunes
O Fundo Monetário Internacional (FMI) soltou um relatório nesta sexta-feira (24/05) fazendo um alerta para o risco de baixo crescimento da economia brasileira. O documento reforçou o alerta para o crescimento da dívida pública bruta em 88% do PIB, “uma das maiores entre os mercados emergentes”, devendo atingir o pico em 2024, dependendo da administração fiscal.
O relatório sinalizou que o órgão deverá realizar um novo corte nas projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para algo entre 1% e 1,5% “ou menos”. O Fundo demonstrou preocupação com a crise doméstica e sugeriu uma “ação política decisiva” para evitar uma desaceleração na economia.
EXPECTATIVA – “O investimento permanece moderado, retido pela grande capacidade ociosa e a persistente incerteza sobre as perspectivas de reformas fiscais e estruturais. Fraco crescimento global e a recessão na Argentina estão atrasando as exportações. O crescimento em 2019 é projetado entre 1 e 1,5%, com riscos significativos de queda”, destacou o documento.
Atualmente, a previsão de expansão do PIB brasileiro deste ano ainda é otimista, de 2,1%, bem acima do projetado pelo governo, de 1,6%, revisado nesta semana pela segunda vez no ano. O Fundo costuma revisar suas estimativas a cada três meses e, na última, em abril, reduziu de 2,5% para 2,1%.
“Uma lenta recuperação está em andamento, limitada pela demanda agregada moderada e baixa produtividade. Uma reforma robusta da seguridade social e medidas fiscais adicionais são necessárias para colocar a dívida pública em uma trajetória sustentável, aumentando, assim, a confiança do investidor”, escreveram os técnicos do FMI no relatório que indica que haverá uma reavaliação dos dados do país. 
NOVA AVALIAÇÃO – Esse diagnóstico é resultado da avaliação da missão de técnicos do organismo multilateral ao Brasil realizada entre os dias 13 a 17 de maio.  O documento do FMI destacou que, depois de encolher 7% entre 2015 e 2016, e “de crescer apenas” 1,1% entre 2017 e 2018, “os indicadores de curto prazo mostram que a fraqueza persistiu no primeiro trimestre”.  “O crescimento historicamente baixo, a alta dívida pública e a desigualdade generalizada exigem uma agenda de reformas arrojada”, reforçou o Fundo lembrando que, desde 1980, o crescimento médio da economia brasileira tem sido de 2,5%, “bem abaixo de seus pares”.
Na avaliação dos técnicos do Fundo, a crise interna pode inviabilizar a recuperação da economia e eles recomendam uma “ação política decisiva”.
“O principal risco doméstico é a incapacidade de aprovar uma reforma previdenciária robusta. Além disso, outras medidas fiscais são necessárias para cumprir o teto de despesas e colocar a dívida em uma trajetória sustentável”, alertou. “A falta de consolidação fiscal pode minar a confiança e impedir o investimento. Os riscos externos incluem o aprofundamento da recessão na Argentina e as tensões comerciais globais”, completou.
PREVIDÊNCIA – “A proposta ambiciosa de reforma previdenciária, que está sendo analisada pelo Congresso, estabilizaria os gastos com aposentadorias na próxima década e tornaria o sistema mais eqüitativo. Para entregar o ajuste fiscal necessário, o Congresso deve preservar o aumento proposto nas idades de aposentadoria e diminuir os benefícios relativamente altos, particularmente para funcionários públicos”, recomendou o relatório.
A expectativa do Fundo é que, com a aprovação de uma reforma da Previdência robusta e condições financeiras favoráveis, “espera-se que o crescimento acelere em 2020, apoiado por uma recuperação do investimento privado”. Entre as recomendações do Fundo, estão medidas para melhorar a supervisão do setor bancário.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O FMI está clamando no deserto, porque a atual equipe econômica não se preocupa com o crescimento da dívida pública. E chega a ser Piada do Ano o Fundo recomendar medidas para melhorar a supervisão do setor bancário. Aqui na filial Brazil não existe “supervisão” do setor bancários, porque são os bancos que mandam no país(C.N.)

Não adianta delirar e ficar imaginando coisas, porque Bolsonaro é apenas Bolsonaro


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Charge do Duke (dukechargista.com.br)
Antonio Fallavena
Acabo de ler um texto do amigo Puggina. Fiquei a pensar e resolvi escrever algo, mesmo que distante da qualidade do artigo dele, em que cobrava atitude da deputada Janaína.
Nas eleições de 2018, fomos levados ao “corner” como dizem no box. Na verdade, não tínhamos outra opção. No entanto, bem antes do início da propaganda eleitoral, chamei a atenção dos amigos sobre o despreparado de Bolsonaro. Pavio curto, raciocínio lento e algumas manias que se aprofundaram pós eleições. Dos filhos, quase nada a falar: juntos e misturados. Mas fazer o quê?
A outra opção era eleger o segundo poste, onde o cachorro continuaria mijando? Eu fora! E o Brasil também assim respondeu.
PISANDO NA BOA – Lembrei-me de Alceu de Deus Collares e sua expressão mais usada quando governador: “o companheiro pisou na bola!” Pois Bolsonaro tem pisado, sapateado e tenta furar a bola!
O “bom” é que o pessoal está se acostumando com suas “pisadas”. Mas é um terror. Abriu a boca, cuidado que lá vem coisa! Parece que ninguém o orienta, chama a atenção. Será que o pessoal tem medo dele ou ele ouve e faz o contrário?
A verdade é que a Deputada Janaína, embora com muito mais preparado e conhecimento, também tem pisado na bola. E outros tantos, do mesmo lado, também. Poucos são os que se salvam. Sinal dos tempos ou será “final dos tempos”?
UMA TÔNICA – O destempero, o despreparo, o desconhecimento dos cargos e das funções é geral e tem sido uma tônica nos últimos anos. E ai daqueles que tentam levar os “desgarrados” para o lugar de direito.
Liturgia de cargos, só na igreja e olha lá. E o pessoal, dos dois ou três lados, vibra! Por que será? Ora, quem elege não é melhor do que os que são eleitos…
Parece que teremos de atravessar a ponte correndo, mas com este pessoal mesmo. Os anteriores estragaram as estradas, derrubaram a mata e tocaram fogos nos princípios e valores morais e éticos que ainda sobravam.
E VAI PIORAR? – Endireitando o restos dos cabelos que sobraram, me veio a pergunta fatal: ainda poderemos cair mais? Segundo meu amigo João Jorge, “sempre tem espaço para piorar”.
Queria ter algo a dizer, algo para iluminar e ajudar a vencer este terrível período de obscurantismo geral. Mas tenho de deixar para mais adiante. Tenho de me preparar, receber indicações e novas energias.
O domingo promete muitas emoções. Acho que vou ler Maquiavel e Zygmunt Bauman, uma dobradinha que explica as coisas inexplicáveis. Talvez me dê um pouquinho de paz.

Ameaça de Paulo Guedes se demitir, no fundo, obrigou Bolsonaro a se pronunciar

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Com Guedes ou sem Guedes, Bolsonaro terá de tocar as reformas
Pedro do Coutto
Teve muita repercussão a ameaça do Ministro Paulo Guedes de que, se a reforma não for aprovada nos moldes que o governo deseja, ele deixará o Ministério da Economia. A declaração primeiro foi veiculada na edição da revista Veja, e em seguida pelo O Globo, edição de ontem. A matéria completa está na Veja que está nas bancas esta semana.
A impressão que se tem é que a reportagem de O Globo, como o jornal acentua, partiu do acesso a edição online da revista, o que mostra a ampliação do episódio. No Globo, assinam a matéria Gustavo Maia, Marcelo Correa, Daniel Gullino e Bárbara Nóbrega.
FUNÇÃO LEGISLATIVA – Os deputados e senadores, por seu turno, estão na obrigação de rebater a ameaça do Ministro Paulo Guedes, pois, se ficarem em silêncio, terminam concordando com o Ministro e abrindo mão da própria tarefa do Legislativo. Se o Legislativo não assumir seu papel de poder emendar a proposição, terá se conformado apenas como órgão carimbador das mensagens do Executivo. Isso de um lado.
De outro, o episódio abrange declarações do presidente Bolsonaro, que nelas incluem a perspectiva de considerar a saída de Paulo Guedes na equipe do governo. Disse o presidente da República que ninguém é obrigado a ser ministro, mas depois amaciou, afirmando que representará uma catástrofe para a economia brasileira a não aprovação da reforma da Previdência.
RESULTADO INÓCUO – A reportagem de O Globo acrescentou que Paulo Guedes está no seu direito se deixar o Ministério, é verdade se não aprovarmos a reforma realmente próxima ao texto original, e se o texto original sofrer muitas alterações, terá se transformado num resultado inócuo.
Jair Bolsonaro ainda fez referência as manifestações de rua projetadas por seus eleitores, mas disse que não participará de nenhuma delas.
Assim, a crise tornou-se mais densa e mais difícil de se administrar. Na minha opinião não há nenhuma possibilidade de a reforma da Previdência poder proporcionar uma receita de 1 trilhão de reais em 10 anos ou 100 bilhões por ano. Esses 100 bilhões neste ano seria decorrentes de que cortes? Só pode ser, o que é impossível, reduzindo aposentadorias e pensões. Porque o adiamento de aposentadorias com exigência maior de idade de contribuição para o INSS somente poderia começar a fazer efeito daqui a pelo menos três anos. Para mim o Ministro Paulo Guedes está viajando a bordo de uma ilusão.
ADEUS A FUAD ATALA – O grande jornalista Fuad Atala faleceu sexta-feira. Excelente profissional. Integrava a turma do Correio da Manhã, cujos integrantes encontravam-se sempre para lembrar o passado. Depois do Correio da Manhã Fuad Atala trabalhou por mais de vinte anos em O Globo e depois na Ultima Hora.
Na eternidade, acredito que seu amor pelo velho Correio da Manhã não acabará nunca. Ele jamais faltava às reuniões semestrais da velha guarda do lendário jornal carioca.

Se a manifestação for um sucesso, Bolsonaro ganha força para peitar o Congresso


Imagem relacionadaAngela AfonsoFolha
Grandes manifestações são colchaS de retalhos de várias pequenas simultâneas. Foi assim em 2013, quando havia muitos movimentos, mas apartados em campos diferentes: o autonomista, focalizando novas identidades, o socialista, em torno de direitos sociais, e o patriota, com a anticorrupção. Distintos, mas lado a lado.
A história foi outra em março de 2015. O campo patriota tomou a rua sozinho e vertentes começaram a assomar. A diferenciação ficou suspensa durante a campanha “Fora Dilma”, respondida pela contrária, “Não vai ter golpe”. Esse ciclo de protestos polarizou a rua entre defesa e ataque ao impeachment, ambos os lados massudos, mas separados. Em 2013, os contrários se suportavam; em 2015, não.
NA ELEIÇÃO – A intolerância cresceu em 2018, em atos sucessivos de sentido oposto (“Ele não”, “Ele sim”) nas vésperas da eleição. Um lado levou na urna, o outro sobreviveu na rua e se reaglutinou no “Lula livre”. Mas o foco no ex-presidente limitava a adesão.
A esquerda se reinflou na rua por obra do governo, que pôs na mesa pautas transversais com capacidade de tração: educação e Previdência. O ato de 15 de maio foi vigoroso porque incidiu sobre categorias muito articuladas: professores universitários e estudantes. Nacional e coordenado, tomou 222 cidades, em todos os estados. A envergadura, contudo, variou da dúzia às centenas de milhares.
Ao contrário do prometido na hashtag “tsunami”, não repetiu a casa do milhão de 2013 e 2015. O maior evento, o paulistano, congregou 250 mil. Isso na conta da UNE, que — cabe desconto — somou 1,5 milhão no país todo. Não é pouco, mas um único ato do campo patriota em São Paulo, em 2015, reuniu perto de 1 milhão —a PM estimou, reaplique-se o desconto.
SEM NOVIDADES – A esquerda voltou sem as novidades — formas horizontais de organização, tática black bloc— que impactaram em 2013. Trouxe o estilo de protesto usual do campo socialista, com seu arsenal vermelho. Idem para os atores. Além das esperadas associações de professores, funcionários e estudantes, lá estavam os sindicatos, movimentos e partidos de esquerda.
Já o campo patriota atravessou o espelho. Queira ou não, virou governo. Sua unidade vinha do alvo comum. Com o inimigo na cadeia e o amigo no Planalto, a coesão desmanchou. Os subcampos liberal, conservador e autoritário abriram diferenciação entre si. O que o antipetismo uniu, o poder separa.
Quem chama o ato deste domingo (26) são vários movimentos conservadores, o NasRuas à frente, todo o subcampo autoritário (Direita São Paulo, Despertar Patriótico, Avança Brasil, Patriotas Lobos Brasil, São Paulo Conservador etc), mais o Clube Militar, de amplo poder de convocação, e o MC Reaça, o preferido dos Bolsonaros. Movimentos liberais, como o Vem Pra Rua e o MBL, protagonistas no “Fora Dilma”, abandonaram o evento.
A DEFINIÇÃO – Até o fim do domingo se saberá a natureza da relação governo-rua. Se o apoio pender para o subcampo liberal, que recomendou faltar, a mobilização será um fiasco e o presidente (mesmo se ausente, a simpatia é óbvia) queimará pontes.
Mas se o ato dos subcampos conservador e autoritário for expressivo, Bolsonaro se cacifará para peitar o Congresso e obrigará a oposição, para seguir viável, a levar tanto ou mais gente a sua próxima manifestação.
Ao contrário do que dizia o cronista João do Rio, a rua não tem uma só alma. Tem várias. Cedo ou tarde, uma delas tomará o corpo governamental. Seja qual for, não encantará a todos.

Enquanto isso Jeremoabo também dança!!!

Projeto de Lei obriga Companhia de Água a instalar eliminadores de ar nos medidores



Tramita na Câmara de Vereadores de Blumenau um projeto de lei que quer obrigar o Samae (Companhia de Água local )a instalar um equipamento eliminador de ar na tubulação de água das casas, antes do hidrômetro.

De acordo com o texto proposto pelo vereador Marcos da Rosa (DEM), a autarquia deverá instalar o dispositivo em até 30 dias após a solicitação do consumidor. Caso isso não ocorra, o Samae terá de oferecer um desconto equivalente a 30% do valor da conta de água do mês anterior ao pedido. O desconto virá nas faturas do morador até a realização do serviço.
O parlamentar diz que a ideia de criar a lei surgiu após ouvir inúmeras reclamações e fazer pesquisas sobre o assunto:
“Eu mesmo tive essa experiência na minha casa. Faltou água e, antes dela voltar, o hidrômetro girava muito rápido quando vinha o ar. E se ele gira é porque está marcando como consumo de água. E o consumo de água reflete no valor cobrado do esgoto”, ressalta.
Se a proposta for aprovada como está, o equipamento deverá ser pago pelo Companhia de Água local. Os novos hidrômetros, inclusive, deverão ser instalados já com o eliminador de ar, sem qualquer ônus financeiro ao usuário.
Fonte: Redação ClicOeste com Informações omunicipioblumenau.com.br
Nota da redação deste Blog - Que sirva de exemplo para os vereadores de Jeremoabo já que em toda reunião reclamam da falta d´'água e a EMBASA não está nem aí para as reclamações.
A população é a maior prejudicada, que além da crônica falta do líquido precioso, ainda paga vento. 
Nas reuniões ao invés das palmas gratuitas a distinta plateia deveria reivindicar seus direitos.

Caminhões do Exército são usados em convocação de ato pró-Bolsonaro no PR

por Folhapress

Caminhões do Exército são usados em convocação de ato pró-Bolsonaro no PR
Foto: Reprodução
Um vídeo de 20 segundos enviado para a Folha de S.Paulo por um leitor mostra dois caminhões caracterizados com as cores e símbolos do exército desfilando pelas ruas da cidade parananense de Foz do Iguaçu, neste sábado (25), convocando a população para os protestos deste domingo a favor do governo do presidente Jair Bolsonaro.

Na gravação uma pessoa comenta "vocês não podem fazer isso" e "que absurdo", uma referência ao fato de que o Exército é proibido de participar de manifestações populares ou de fazer convocações para esse tipo de ato.

A reportagem enviou o vídeo para a assessoria de imprensa do Exército, que negou que os veículos em questão façam parte da sua frota.

O Exército afirmou que a manifestação não foi feita por integrantes da corporação e que as viaturas militares mostradas no vídeo são antigas. "Com autorização, as unidades militares promovem leilões de veículos destinados a colecionadores. As vendas costumam ocorrer quando as viaturas são consideradas não úteis, ou seja, quando o custo de manutenção chega quase ao valor total do veículo", disse a nota do Exército.

A reportagem também tentou localizar os caminhões e seus donos, mas as placas dos veículos estão ilegíveis no vídeo.

PROTESTOS
O presidente nacional do PSL, partido de Bolsonaro, disse não ver sentido no protesto de apoio ao governo Bolsonaro. Segundo Luciano Bivar, a legenda não apoiará o ato institucionalmente, mas a bancada está liberada para participar.

Com movimentos de direita rachados, grupos que organizam as manifestações passaram a adaptar o discurso para excluir motes radicais e tentar ampliar a adesão de apoiadores do governo. Pautas como o fechamento do Congresso e do STF (Supremo Tribunal Federal) ficaram em segundo plano.

As bandeiras anunciadas pelos mobilizadores se desdobraram tanto nas últimas horas que resultaram em um bloco difuso. As convocações falam também em demonstrar apoio à reforma da Previdência e ao pacote anticrime do ministro Sergio Moro, pedir a continuidade da Operação Lava Jato e defender a obrigação do voto nominal como estratégia para constranger parlamentares em projetos polêmicos.
Bahia Notícias

A cada dia, oito pacientes em média são afetados por superbactérias na Bahia

A cada dia, oito pacientes em média são afetados por superbactérias na Bahia
Foto: Gerd Altmann / Pixabay
As superbactérias estão virando uma dor de cabeça no ambiente hospitalar na Bahia. No ano de 2018 oito pessoas por dia, em média, foram afetadas por algum tipo de superbactéria no estado, de acordo com o portal Correio. Em comparativo com o ano de 2013, o número de casos de contaminação cresceu três vezes mais. Os dados são da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab).

A pasta, que é responsável pelo monitoramento dos casos de contaminação, obriga desde 2010 a notificação dos hospitais a cada caso de paciente atingido pelos micro-organismos específicos. Na Bahia, o comportamento de 13 tipos destas superbactérias estão sendo acompanhados. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), conforme dados de 2016, 700 mil pessoas estavam morrendo vítimas das superbactérias a cada ano. O órgão, inclusive, faz um alerta. Se medidas eficazes para deter o aumento desses micro-organismos não forem implementadas, é previsto que em 2050 10 milhões de pessoas em todo planeta vão morrer por conta da contaminação destes seres-vivos resistentes. 
Bahia Notícias

Alexandre Aleluia nega que presença em ato pró-Bolsonaro seja sinalização de filiação ao PSL


por Ailma Teixeira / Jade Coelho
Alexandre Aleluia nega que presença em ato pró-Bolsonaro seja sinalização de filiação ao PSL
Foto: Ailma Teixeira/Bahia Notícias
O vereador de Salvador Alexandre Aleluia (DEM) negou que a presença dele no ato pró-Bolsonaro que acontece neste domingo (26) na Barra seja uma sinalização de mudança de partido para o PSL. "Estou aqui para apoiar os verdadeiros valores do brasileiro, não estou fazendo política eleitoral, nem pensando em eleição", assegurou o edil.

Alexandre ainda classificou os críticos do ato deste domingo como "grupeiros irrelevantes" e ressaltou a necessidade e legitimidade do movimento. "Estou aqui como cidadão, reforçando que a agenda de Bolsonaro tem que ser aprovada no Congresso", disse. O vereador ainda listou qual seria essa agenda: "o pacote [anticrime] de [Sergio] Moro contra a bandidagem; parar de dividir o Brasil, juntar; tirar a força do PT de dentro das escolar; e realmente e colocar nossa política externa subordinada apenas a Deus e a pátria".
Bahia Notícias

Fanatismo político é uma doença degenerativa da mente e da alma. Pense nisso.


Resultado de imagem para fanatismo político frasesCarlos Newton
Os brasileiros estão sofrendo mais uma epidemia de fanatismo, esta estranha doença degenerativa da mente e da alma. Até recentemente, era Deus no céu e Lula da Silva na terra. E o líder petista incentivava esse culto à personalidade, chegando a dizer que nem era mais uma pessoa, porque já havia se transformado numa “entidade”.
“ENVIADO DE DEUS” – Agora, Jair Bolsonaro vai pelo mesmo caminho e na semana passada ele próprio divulgou a entrevista de um pastor franco-congolês, anunciando que o capitão havia sido “escolhido por Deus” para salvar o Brasil.
Já tínhamos ouvido falar que Deus é brasileiro, mas não sabíamos que se dividia em dois para atender às preferências dos eleitores locais.
Hoje vai haver a grande manifestação doS admiradores de Bolsonaro, em mais de 300 cidades. Será uma espécie de terceiro turno, como diz o jornalista e advogado José Carlos Werneck, que conhece como poucos os bastidores do poder.
CONTRA E A FAVOR – Werneck chegou a escrever uma convocação para que as pessoas saiam às ruas e manifestem seu inconformismo em relação ao Supremo e ao Congresso, embora ele próprio faça restrições ao governo Bolsonaro, especialmente no tocante à atuação dos ministros Paulo Guedes, Damares Alves e Abraham Weintraub, que a seu ver são mais indigestos.
Ninguém sabe o que vai acontecer. Pode ser que haja uma supermanifestação nacional, que politicamente seria consagradora para o presidente da República e seu filho Carlos Bolsonaro, o Zero Dois, que tem o condão de manejar as redes sociais.
Mas há possibilidade de ser um evento de porte médio, tipo as passeatas universitárias do último dia 15, sem maiores repercussões. Ou até mesmo ser um fracasso monumental, que balance o coreto de Bolsonaro e faça com que desista definitivamente de sofrer influência dos filhos e do guru virginiano Olavo de Carvalho, que formam uma nova versão dos três mosqueteiros que eram quatro.
THE DAY AFTER – Como ocorre no cinema, às vezes o importante é o dia seguinte. No caso desta manifestação pró-Bolsonaro, já se sabe que – seja sucesso ou fracasso – a iniciativa não terá resultado algum, porque o Supremo não está nem aí e o Congresso continuará na dele, buscando uma versão menos traumática e ensandecida da reforma da Previdência, uma alternativa ansiada pelo próprio Bolsonaro, que já percebeu que o ministro Paulo Guedes não é totalmente confiável, muito pelo contrário.
Para quem sabe ler nas entrelinhas, a entrevista concedida à Veja diz tudo, é uma prato feito de vaidades. Ao tomar conhecimento das declarações, Bolsonaro deu-lhe uma resposta à altura, ao dizer que no governo dele ninguém é obrigado a ser ministro.
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P.S.
 – Pensando bem, se Guedes pedisse o boné e fosse logo morar “lá fora”, como está ameaçando ridiculamente, com toda certeza ele se transformaria numa ausência que preencheria uma lacuna. Infelizmente, porém, o ministro não pode se demitir, porque perderá o foro especial no Supremo.
P.S. 2 – Como se sabe, Guedes está sendo investigado pelo Ministério Público do Estado do Rio e pelo Tribunal de Contas da União, devido aos golpes que deu ao aplicar recursos dos fundos de pensão em ativos criados por ele próprio, antes de ser nomeado ministro. Portanto, Guedes jamais pedirá demissão. É tudo conversa fiada. Desse jeito, pode até ganhar o Oscar de Ator Coadjuvante.  (C.N.)

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Publicado em 12 de maio de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Defesa de Bolsonaro tenta derrubar pena de 27 anos M...

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