Emiliano é candidato a deputado federal pelo PT da Bahia. Seu slogan de campanha é “Emiliano 1331 O Federal do PT”. Emiliano acredita no Partido dos Trabalhadores. Entretanto, não se trata apenas de uma questão de fé. O Ibope pesquisou a preferência partidária dos eleitores. É uma realidade totalmente contrária ao cenário antijornalístico, bem mentiroso e vergonhosamente ideologizado, desenhado pela revista Veja (lembrem-se da capa com o “monstro vermelho”). O Ibope descobriu que 47% dos eleitores escolhem seus candidatos baseados em preferências partidárias. E destes 47% o PT aparece com 26% das preferências, bem distante dos demais partidos: PSDB com 6%; PMDB, com 6% e PV com 2%. O DEM, PSB e PDT chegaram a 1%. Outros 19 partidos registrados no TSE ficaram abaixo de 1%.
A pesquisa do Ibope é muito reveladora. O PT é o partido político de maior aceitação por parte do eleitorado. E 62% dos eleitores que revelam preferência partidária estão na faixa dos 16 a 29 anos – a juventude, portanto. Não há inflação de partidos políticos como a imprensa gosta de repetir. O país tem apenas três ou quadro partidos de expressão nacional. É claro que esse resultado reflete o sucesso dos dois governos Lula, o que não desqualifica o cenário, já que partido político é feito para ganhar o poder e depois governar.
A sanha antipetista manifestada pelo Partido da Imprensa Golpista (PIG) tem suas razões. O “fator PT” pode decidir uma eleição. Afinal, 500 mil filiados participaram da última eleição direta que compôs a direção partidária do PT, em todos os níveis. E os minguados 6% de preferência partidária do PSDB explicam porque Serra não deu a menor bola para a democracia interna na escolha da chapa presidencial. Não existe militância e a preferência partidária pelo PSDB é baixíssima. Maurício Dias, editor da coluna Rosa dos Ventos, da revista Carta Capital (18 de agosto) analisa bem a questão da preferência partidária do brasileiro.
Aliás, a capa da revista Carta Capital homenageia a economista Maria da Conceição Tavares: “80 anos de inteligência”. A reportagem é belíssima. O sociólogo mineiro Juarez Guimarães lhe faz uma pergunta: porque a senhora entrou no PT? Ela respondeu: “Para continuar a luta política pelos meus sonhos de um Brasil novo”. A entrevista da carta Capital é imperdível.
Emiliano é como Maria da Conceição Tavares. Acredita que o PT fortalece a luta por um Brasil novo, uma Bahia nova.
# posted by Oldack Miranda/Bahia de Fato
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