quinta-feira, junho 23, 2022

Rússia redireciona comércio e petróleo para Brics, diz Putin




Em fórum do bloco, presidente russo ressalta laços com China e Índia que o ajudam a contornar sanções do Ocidente. Xi Jinping faz alerta contra expansão de alianças militares, e Bolsonaro evita tomar posição no conflito.

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta quarta-feira (22/06) que Moscou estava em um processo de redirecionamento do seu comércio e da exportação de petróleo para países dos Brics, que incluem também a China, a Índia, o Brasil e a África do Sul.

A fala foi feita na abertura do fórum empresarial dos Brics, organizado de forma virtual pela China, que ocupa a presidência rotativa do bloco. Nesta quinta-feira, ocorre a cúpula anual dos Brics.

O "redirecionamento" relatado por Putin ocorre na esteira de sanções de países do Ocidente que buscam isolar Moscou após a invasão da Ucrânia.

Para resistir às sanções, a Rússia está tentando forjar laços mais estreitos com a Ásia, procurando compensar os mercados que perdeu na disputa com a União Europeia e os Estados Unidos.

Em um discurso em vídeo, Putin disse que a Rússia estava avaliando aumentar a presença de carros chineses e a entrada de cadeias de supermercados indianos no mercado russo. "Por sua vez, a presença da Rússia nos países dos Brics está crescendo. Tem havido um aumento notável nas exportações de petróleo russo para a China e a Índia", afirmou.

Na Índia, as compras de petróleo russo de março a maio foram seis vezes maiores do que no mesmo período do ano anterior, enquanto as importações da China no mesmo período triplicaram, segundo dados da consultoria de pesquisa Rystad Energy.

Apenas no mês de maio, de acordo com dados do governo chinês, as importações de petróleo bruto da Rússia pela China da Rússia foram 55% superiores do que há um ano, desbancando a Arábia Saudita como principal fornecedor da China.

Putin também disse que a Rússia estava desenvolvendo mecanismos alternativos para pagamentos internacionais em conjunto com seus parceiros Brics. A medida é outra tentativa de contornar as sanções do Ocidente, que incluíram a retirada das instituições financeiras russas do sistema de transferências internacionais Swift.

O líder do Kremlin disse ainda que satélites satélites russos fornecem transmissões de televisão para 40 milhões de pessoas no Brasil, e que a Rússia era um fornecedor importante de fertilizante para o agronegócio mundial.

Os Brics reúnem mais de 40% da população mundial e cerca de um quarto do PIB (Produto Interno Bruto) global. A China, a Índia e a África do Sul se abstiveram de votar em uma resolução das Nações Unidas condenando a invasão russa da Ucrânia. O Brasil votou a favor da resolução, apesar do presidente Jair Bolsonaro ter visitado Putin poucos dias antes da invasão e ter dado declarações dúbias sobre o tema.

Xi faz alerta sobre alianças militares

Já o presidente da China, Xi Jinping, advertiu em se discurso contra a "expansão de alianças militares", como vem ocorrendo com a Otan, que recebeu pedidos da Suécia e da Finlândia para aderirem à aliança.

Xi disse que "a crise da Ucrânia é (...) um alerta" e se manifestou contra "a expansão das alianças militares e a busca da própria segurança às custas da segurança de outros países".

'Xi Jinping criticou as sanções contra a Rússia, dizendo que elas eram "um bumerangue e uma espada de dois gumes"

Em um telefonema na semana passada, Xi garantiu a Putin que a China apoiaria os interesses centrais de Moscou em "soberania e segurança", o que levou os Estados Unidos a afirmarem a Pequim que corria o risco de acabar "do lado errado da história".

Em maio, bombardeiros aéreos da China e da Rússia sobrevoaram o Mar do Japão enquanto o presidente americano, Joe Biden, estava em Tóquio – em uma demonstração de proximidade militar entre os dois países.

Nesta quarta, Xi também criticou as sanções contra a Rússia, dizendo que elas eram "um bumerangue e uma espada de dois gumes" que afetavam todos os países do globo.

Bolsonaro evita se posicionar sobre conflito

Bolsonaro também enviou um discurso em vídeo apresentado no evento dos Brics mas, ao contrário da Rússia e da China, evitou tomar posição sobre a guerra na Ucrânia ou sobre as tensões com os Estados Unidos e a União Europeia.

O presidente brasileiro afirmou que o contexto internacional provocava preocupação, mas disse que o Brasil seguiria buscando aumentar sua integração econômica com o mundo.

"O atual contexto internacional é motivo de preocupação, em razão dos riscos aos fluxos de comércio e investimentos e à estabilidade das cadeias de abastecimento de energia e alimentos. A resposta do Brasil a esses desafios não é se fechar ao resto do mundo. Pelo contrário, temos procurado aprofundar nossa integração econômica", disse Bolsonaro, sem se comprometer com um dos lados da disputa.

Deutsche Welle

O Cafezinho



Campanha de Bolsonaro vive pior momento com prisão de ex-ministro, dizem aliados

 Quarta, 22 de Junho de 2022 - 19:00

por Folhapress

Campanha de Bolsonaro vive pior momento com prisão de ex-ministro, dizem aliados
Foto: Alan Santos / PR

Aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL) avaliam que a prisão do ex-ministro Milton Ribeiro (Educação), nesta quarta-feira (22), coroa o pior momento da campanha eleitoral do mandatário, que aparece em segundo lugar nas pesquisas, distante do líder Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
 

Já apreensivos com a alta do preço dos combustíveis, anunciada na semana passada pela Petrobras, pessoas próximas o presidente dizem que a prisão abala ainda mais um dos pilares da campanha, que é o discurso anticorrupção, usado para fazer frente ao ex-presidente petista.
 

Como mostrou a coluna Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, aliados de Bolsonaro dizem que o episódio é um "verdadeiro desastre".
 

A oposição, por sua vez, vai se aproveitar do episódio exatamente para apontar novas contradições no discurso do mandatário de que não haveria ilícitos em sua gestão. Aliados de Lula, por exemplo, reforçaram nesta quarta-feira a defesa da abertura de uma CPI para investigar o MEC.
 

Ribeiro foi preso pela Polícia Federal sob suspeita de ter cometido quatro crimes: corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.
 

Um integrante do núcleo duro da campanha bolsonarista diz que "não tem vida fácil", ao comentar a detenção de Ribeiro e de um pastor ligado ao governo. Este aliado de Bolsonaro, porém, rechaça a tentativa da oposição de colar a prisão do ex-ministro no presidente, indicando a estratégia a ser adotada.
 

Outro aliado de Bolsonaro, ministro do governo, alega que a investigação não citou o presidente, portanto, não haveria nem porque tentar descolá-lo da prisão.
 

Além de Ribeiro, os dois pastores, Gilmar e Arilton, são peças centrais no escândalo do balcão de negócios do ministério. Como mostrou a Folha de S.Paulo, eles negociavam com prefeitos a liberação de recursos federais mesmo sem ter cargo no governo.
 

Os recursos são do FNDE, órgão ligado ao MEC controlado por políticos do centrão, bloco político que dá sustentação a Bolsonaro desde que ele se viu ameaçado por uma série de pedidos de impeachment e recorreu a esse apoio em troca de cargos e repasses de verbas federais.
 

O fundo concentra os recursos federais destinados a transferências para municípios.
 

Diante da prisão de Ribeiro, a linha da campanha em defesa do mandatário é que a apuração ainda não evidenciou nenhuma delação, por exemplo, como a do ex-ministro Antonio Palocci, ex-ministro da Casa Civil e Fazenda dos governos petistas, que incriminou Lula por atos de corrupção.
 

Apesar do argumento, em áudio revelado pela Folha de S.Paulo, o então ministro da Educação Milton Ribeiro disse que priorizava demandas dos amigos de um dos pastores a pedido de Bolsonaro.
 

Na gravação revelada pela Folha de S.Paulo, o ministro diz ainda que isso atende a uma solicitação do presidente Bolsonaro e menciona pedidos de apoio que seriam supostamente direcionados para construção de igrejas. A atuação dos pastores junto ao MEC foi revelada anteriormente pelo jornal O Estado de S. Paulo.?
 

Ribeiro foi nomeado ministro da Educação em julho de 2020 e deixou o cargo em março deste ano, uma semana depois da revelação do áudio, investigado por um balcão de negócios no Ministério da Educação e na liberação de verbas do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).
 

O esquema seria operado por operado por Ribeiro e pastores próximos do governo.
 

Ao menos um dos pastores, Gilmar Santos, já foi detido. A PF também cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro, de Gilmar e do pastor Arilton Moura —esses dois últimos são ligados a Bolsonaro e apontados como lobistas que atuavam no MEC.
 

Integrantes da campanha de Bolsonaro dizer ser preciso ter cautela para verificar os desdobramentos da operação da PF.
 

A constatação é a de que, se houve prisão, a polícia pode ter provas e elementos contundentes para ter realizado a operação. Qualquer tentativa de defender Ribeiro das acusações, portanto, pode ser um tiro no pé.
 

Nesta quarta, o próprio Bolsonaro deu o tom do discurso que será usado para defendê-lo: o de tentar se descolar do ex-ministro e dizer que a PF tem autonomia sob sua gestão.
 

Bolsonaro disse nesta quarta que "a imprensa vai dizer" que Ribeiro é ligado a ele, mas que é preciso ter "paciência" em relação a isso.
 

"Ele que responda pelos atos dele, eu peço a Deus que não tenha problema nenhum", disse o presidente, em entrevista à rádio Itatiaia de Minas Gerais. "Se a PF prendeu, tem um motivo, e o ex-ministro vai se explicar", completou.
 

O mandatário ainda afirmou que "houve denúncia" de que o ex-ministro "teria buscado prefeito, gente dele para negociar, buscar recurso" e que logo o "afastou" do cargo.
 

Na realidade, porém, a exoneração, conforme publicado no Diário Oficial, ocorreu "a pedido" de Ribeiro, e não por ordem de Bolsonaro. Antes, inclusive, o presidente havia dito que "botaria a mão no fogo" pelo então auxiliar.
 

Nesta quarta, como vacina, Bolsonaro já disse que não pode ser responsabilizado pelo caso porque não consegue ter controle sobre todos os ministérios e secretarias do Executivo.
 

O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), classifica o episódio como "lamentável".
 

"Eu não quero ser leviano de acusar. Não é um episódio que ajuda o governo, mas, ao agir imediatamente, deixar a investigação correr e que a punição ocorra logo, é uma forma diferente de governar com relação ao que a gente via antes", disse o deputado.
 

"Antes, dava-se o cargo de ministro ao investigado para se ter imunidade para não ser preso. Há uma diferença monstruosa."
 

O pastor Marco Feliciano (PL-SP) fez publicações no Twitter em que afirma ser um "dia muito triste" para Igreja Evangélica de vertente Petencostal.
 

"A prisão do PR Gilmar Santos, pelo qual, como pregador da palavra, sempre tive respeito e admiração, nos causa um profundo constrangimento. Nos resta apenas aguardar os desdobramentos", avaliou Feliciano.
 

Apesar da tentativa de descolamento, a investigação sobre Ribeiro macula a campanha de Bolsonaro não apenas por atingir um ex-ministro, mas por mirar no FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), órgão controlado pelo centrão, grupo de partidos que dá sustentação a Bolsonaro.
 

O FNDE foi entregue aos políticos como forma de o presidente criar uma base de apoio no Congresso para evitar o avanço de pedidos de impeachment.
 

Nesta quarta, o presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, senador Marcelo Castro (MDB-PI), disse que o mandado de prisão preventiva pela Polícia Federal contra o ex-ministro da Educação e os pastores evidencia as suspeitas de uso criminoso dos recursos públicos do FNDE, como vem apurando a Comissão de Educação do Senado.
 

"Agora, é urgente que se faça uma intervenção no FNDE para que se apure os contratos feitos na gestão de Milton Ribeiro, em que recursos públicos eram direcionados, sem nenhum critério técnico e com viés político. O que temos visto é um descalabro na administração pública".
 

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse que pretende terminar de colher as assinaturas que faltam para instalar a CPI do MEC, que quer investigar o "balcão de negócios" no Ministério da Educação.
 

"Aos interessados quero lembrar que faltam apenas 2 assinaturas para pedirmos a CPI do MEC. Por tudo que conseguimos apurar através da Comissão de Educação do Senado, o #BolsolaodoMEC é ainda maior do que parece. Tem que prender quem manda também!", disse nas redes sociais.
 

O senador Humberto Costa (PT-PE) também defendeu a abertura da CPI.
 

"Sempre defendemos a CPI do MEC. Agora, mais do que uma prioridade, ela é um dever do Senado Federal. Se tem uma coisa que vale ouro no governo Bolsonaro é a corrupção. A bandidagem está exposta pela mesma Polícia Federal que o presidente quis corromper", disse nas redes sociais.

Bahia Notícias

Justiça determina prisão preventiva de agressor de procuradora-geral no interior de SP

 Quarta, 22 de Junho de 2022 - 19:40

Justiça determina prisão preventiva de agressor de procuradora-geral no interior de SP
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A Justiça decretou a prisão preventiva do procurador Demétrius Oliveira de Macedo, que agrediu a procuradora-geral da Prefeitura de Registro, Gabriela Samadello Monteiro de Barros (reveja aqui), na cidade de Registro, no estado de São Paulo, nesta terça-feira (21). O pedido foi apresentado, na 1ª Vara Criminal da cidade, pelo delegado Daniel Vaz Rocha, que está responsável pelo caso.

 

Segundo o G1, a Civil emitiu nota indicando  que o delegado Daniel Vaz Rocha, do 1º Distrito Policial (DP) do município, representou pela prisão do acusado na 1ª Vara Criminal da cidade.

 

A corporação acrescenta que, de acordo com o despacho do delegado, o acusado “vem tendo sérios problemas de relacionamento com mulheres no ambiente de trabalho, sendo que, em liberdade, expõe a perigo a vida delas, e consequentemente, a ordem pública".

 

“A agressão do procurador de Registro a uma colega não ficará impune. A Polícia Civil acaba de pedir a prisão do agressor Demétrius Macedo. Que a Justiça faça a sua parte e puna todo e qualquer covarde que agrida uma mulher”, disse o governador Rodrigo Garcia (PSDB), que visitou Peruíbe e São Vicente, ambas no litoral de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (22).

 

Ainda de acordo com a Polícia Civil, a investigação instaurada para apurar o caso reuniu fotos e vídeos da agressão, além de depoimento da procuradora-geral para fundamentar o pedido de prisão preventiva.

 

O delegado Fernando Carvalho Gregório, também do 1º Distrito Policial (DP) do município, onde o caso é investigado, alegou que o agressor foi liberado inicialmente por "falta de flagrante". Macedo recebeu a liberação logo após a elaboração de um boletim de ocorrência (BO) no local.

Bahia Notícias

Presidente do Senado afirma que abrirá CPI do MEC, caso o pedido atenda os requisitos

 Quarta, 22 de Junho de 2022 - 20:40

Presidente do Senado afirma que abrirá CPI do MEC, caso o pedido atenda os requisitos
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou que irá instaurar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Ministério da Educação, caso a solicitação cumpra os requisitos necessários. O senador, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), já retornou a coletar assinaturas para instalar a CPI.


“A posição da presidência do Senado em relação a requerimento de comissão parlamentar de inquérito deve ser uma posição linear, obediente à Constituição, obediente ao regimento. De modo que esse requerimento de CPI e outros requerimentos de CPI devem observar os requisitos que se exige para apreciação da presidência do Senado e, cumpridos os requisitos, toda e qualquer CPI será instalada", declarou Pacheco.


O presidente do Senado também comentou que, apesar da prisão do ex-ministro da pasta, Milton Ribeiro, ser um fator relevante, não é algo que determina a instalação de uma comissão. Pacheco disse que a criação da CPI precisa ser narrada sobre uma "mínima prova".


Até a tarde desta quarta-feira (22), o requerimento para criação da comissão tinha 26 das 27 assinaturas necessárias para poder ser protocolado.


SENADORES BAIANOS

Os senadores da Bahia,  Ângelo Coronel (PSD) e Otto Alencar (PSD) ainda aguardam pelo posicionamento do partido para tomar uma decisão, enquanto Jaques Wagner (PT) já assinou a solicitação em março deste (veja aqui).

Bahia Notícias

Caso Genivaldo: PRF põe sigilo de 100 anos em processos contra agentes

 Quinta, 23 de Junho de 2022 - 07:00

Caso Genivaldo: PRF põe sigilo de 100 anos em processos contra agentes
Foto: Reprodução

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) negou acesso a procedimentos administrativos dos agentes envolvidos na morte de Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, em Umbaúba, Sergipe. Segundo publicação do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a corporação alegou se tratar de "informação pessoal", o que na prática impõe sigilo de 100 anos sobre as informações.

 

Genivaldo foi morto em 25 de maio deste ano em uma espécie de “câmara de gás” improvisada por policiais no porta-malas de uma viatura, após ser abordado por estar sem capacete.

 

 

Via Lei de Acesso à Informação (LAI), a reportagem solicitou a quantidade, os números dos processos administrativos e acesso à íntegra dos autos já conclusos envolvendo os cinco agentes que assinaram o boletim de ocorrência policial sobre a abordagem. 

 

Na última segunda-feira (20), a PRF respondeu a demanda e se recusou a informar, até mesmo, a quantidade de processos administrativos envolvendo os policiais. A resposta contraria entendimento da Controladoria-Geral da União (CGU), que já se manifestou a favor da divulgação do teor de procedimentos concluídos.

 

Um outro parágrafo citado pela PRF diz que cabe ao órgão assegurar a “proteção da informação sigilosa e da informação pessoal, observada a sua disponibilidade, autenticidade, integridade e eventual restrição de acesso”. “Configura, inclusive, conduta ilícita divulgação de informação pessoal”, acrescentou o órgão.

 

O texto da LAI define, no entanto, que “informações pessoais, relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem”, terão seu acesso restrito pelo prazo máximo de 100 anos. Não é o caso de ações relativas à conduta profissional dos servidores.

Bahia Notícias

Glenn Greenwald acusa personagem baiana de racismo e homofobia; entenda

 Quinta, 23 de Junho de 2022 - 09:40

Glenn Greenwald acusa personagem baiana de racismo e homofobia; entenda
Foto: Reprodução / JP

O jornalista Gleen Greenwald acusou o perfil baiano Claudette Gregótica (@mttlim) de disparar ataques homofóbicos e racistas seu companheiro, o deputado federal David Miranda (PDT), pelo apoio ao pré-candidato Ciro Gomes.

 

A denúncia foi veiculada pela Folha de São Paulo nesta quarta-feira (22), numa coluna assinada por Greenwald. No texto, ele atribui à "ala mais fanática e odienta" do Partido dos Trabalhadores a responsabilidade por "mentiras e tropos bem preconceituosos" sobre ele, seu marido e sua família.

 

Os ataques, segundo ele, acontecem desde que Miranda deixou o PSOL. Em um destas ocasiões, aponta, uma publicação no Twitter comparou o próprio a um personagem cômico de uma série da TV Globo, o Seu Ladir.

 

Glenn afirma que não sabia de quem se tratava, até ler uma matéria explicativa sobre as características dele. "Um personagem gay enrustido extremamente estereotipado, espalhafatoso e afeminado (representando a mim) e sua esposa materialista e objetificada (representando David)", descreveu.

 

A postagem mencionada pelo jornalista, de autoria de Claudette, teria sido apoiada por petistas e pessoas de esquerda, que também teriam criticado a capacidade intelectual de David e sua relação política com o ex-presidenciável Cabo Daciolo.

 

"Enquanto eu via o tuíte viralizar entre a esquerda petista, o que me causou mais espanto foi o emprego de praticamente todos os preconceitos contra homens gays negros favelados, que não tiveram acesso a educação formal, os mesmos termos pejorativos que vejo ser usados contra David e outros como ele em nossos 17 anos de casamento", acrescentou Greenwald.

 

O assunto se tornou um dos mais falados no Twitter. Alguns chegaram a pedir um espaço de resposta para a personagem fictícia. "Por isonomia e pelo jornalismo plural que tanto defende a Folha, é essencial que a editoria de Opinião do jornal dê o devido espaço à Claudette Gregótica para se defender dos ataques proferidos a sua figura nesta quarta-feira", disse um dos usuários.

 

"Uma pessoa chamada Claudette Gregotica fez com que uma figura politicamente relevante no Brasil escrevesse uma coluna sobre ela num dos maiores jornais do país. Fascinante", ressaltou outro.

Bahia Notícias

Extrema-direita X esquerda.É economia quem está derrotando Bolsonaro

 em 23 jun, 2022 4:00

    Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
            “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

Extrema-direita X esquerda liberal. É a economia quem está derrotando Bolsonaro!

Engana-se quem pensa que o discurso da disputa entre Bolsonaro e Lula passa para a maioria do eleitorado a questão da extrema-direita X esquerda liberal (o governo Lula jamais foi verdadeiramente de esquerda no sentido pleno da palavra).

É lamentável, pois quem tem um pouco de discernimento sabe que são necessárias as reformas que são prometidas há muito tempo.


Lula não fez e muito menos o atual. É preciso que alguém tenha coragem de resolver, de uma vez por todas, principalmente a área financeira, através de uma reforma estruturante, como uma reforma tributária-fiscal de verdade, sem medo ou temores de prejuízos eleitorais no futuro.

O titular deste espaço tem contato com muita gente e gosta de ouvir a opinião de todos, sobretudo dos amigos sertanejos, aqueles que conhecem como ninguém a labuta diária e o sofrimento quando a seca chega. A verdade – que merece um estudo apanhado dos sociólogos e pesquisadores – é que a cultura urbana influencia muito em tudo e o sertanejo, seja ele jovem ou mais velho, tem contato com tudo e a informação em tempo real. As redes sociais estão aí para comprovar. Ou seja, os elementos antropológicos que eram enraizados em diversas regiões, principalmente no sertão, estão se “liquidificando” na vala comum. E nesta “liquidificação” não tem essa de disputa entre a extrema-direita e a esquerda liberal.

A verdade que o mundo deu uma guinada à direita com uma mudança de valores nunca vista na história.

E qual o principal problema hoje do Brasil para a maioria? Não é o presidente ser de extrema-direita. Não é o discurso de Lula e de Bolsonaro. É a fome! São 33 milhões de brasileiros na miséria. Uma classe média que só existe no nome porque são piruetas para tentar manter o mínimo de dignidade para viver. Muitos venderam os carros, deixaram de pagar o plano de saúde e os filhos deixaram as escolas particulares.

Bolsonaro perderia a reeleição hoje porque o brasileiro passa fome, perdeu o poder aquisitivo. Carne, gás de cozinha, combustíveis, salários defasados, cesta básica cada semana mais cara. Ou seja, a inflação está derrubando Bolsonaro. E quanto mais ele aparece em cima de uma moto ou de um jet-ski o povão se revolta. Mesmo com tudo isso, ele oscila entre 25% e 30% nas pesquisas. Por isso, o desespero em tentar resolver tudo através de um freio na Petrobras, como se a empresa fosse a única responsável pela área econômica fracassada do governo dele.

Quem é o responsável por tudo isso? Bolsonaro! A carestia bate no bolso tanto da classe que era média e dos assalariados que tinham conseguido o mínimo de poder aquisitivo. Muitos voltaram para a miséria. Outros deixaram a classe média para retornar ao “aperto”.

Então ideólogos de plantão, não pensem que o problema é o discurso contra o presidente de extrema-direita e favorável ao candidato dito de esquerda, mas que na verdade é apenas mais um liberal, é a tônica da disputa eleitoral. A maioria do eleitorado não está nem aí. 

A verdade que a economia que está derrotando Bolsonaro que tem altíssima rejeição! É só refletir sem paixões partidárias. 

INFONET

Fachin deve entender que não haverá golpe e os militares não podem ser confundidos com Bolsonaro

Publicado em 23 de junho de 2022 por Tribuna da Internet

Relembre três momentos do Padre Quevedo no Fantástico

Padre Quevedo teria bons conselhos para passar a Fachin

Carlos Newton

O ministro Edson Fachin, que até 16 de agosto continuará a ser presidente do Tribunal Superior Eleitoral, está fazendo uma tempestade em copo d’água e possibilitando o agravamento da crise institucional que atinge o país desde o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016.

Irritado pelos ataques diários do presidente Jair Bolsonaro à Justiça Eleitoral, Fachin passou a se comportar como se Forças Armadas estivessem apoiando um golpe de Estado, para impedir a vitória do petista Lula da Silva.

PADRE QUEVEDO – Se ainda estivesse entre nós, o padre Óscar Quevedo já teria invadido aquele imenso elefante branco onde está sediado o TSE, que tem cerca de três mil pessoas a bordo, entre servidores e terceirizados, algo que nenhum país do Primeiro Mundo jamais pensou em construir.

Quevedo entraria no gabinete do presidente do TSE e lhe diria, cheio de convicção: “Isso non ecziste!”. E o piedoso padre estaria corretíssimo, porque as Forças Armadas não se confundem com Jair Bolsonaro.

Apenas o apoiaram em 2018, lideradas pelo então comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, e depois integraram o governo do irrequieto capitão, embora soubessem que  ele era “um mau militar”, no dizer do general-presidente Ernesto Geisel, que falava pouco e não fazia avaliações impróprias e sem fundamento concreto.

NÃO DEU CERTO – Apoiar Bolsonato foi uma bela tentativa, mas não deu certo. O capitão já  mostrou que não tem preparo nem talento para governar, é melhor deixar esse abacaxi para a sociedade civil e voltar para os quartéis, onde reina a paz e a tranquilidade, especialmente depois daqueles generosos reajustes salariais e da manutenção dos privilégios previdenciários.

O padre Quevedo também aconselharia Fachin a parar de provocar as Forças Armadas, é aceitar a colaboração delas para garantir a maior segurança possível às eleições.

Afinal, foram os ministros do TSE que pediram aos militares para colaborar. Agora, fica feio dizer que não precisam mais deles. Afinal, ninguém sabe o dia de amanhã, como se dizia antigamente. 


Assaltado por hordas de corruptos, o ensino público virou uma “fábrica de analfabetos”

Publicado em 23 de junho de 2022 por Tribuna da Internet

Ilustração reproduzida do Arquivo Google

J.R. Guzzo
Estadão

É uma tragédia; o Brasil está produzindo analfabetos, quando necessita desesperadamente fazer o exato contrário – dar à população ensino de melhor qualidade

A educação pública no Brasil vive possivelmente os piores momentos que já teve em muitos anos; está entre as mais infames do mundo e, além disso, como se vê agora, é assaltada por quadrilhas de corruptos. A polícia investiga a exigência e o pagamento de propinas, numa operação de tráfico de influência na distribuição de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para as escolas municipais.

O ex-ministro Milton Ribeiro foi preso, por suspeitas de envolvimento no esquema. Treze mandados judiciais de busca e apreensão estão sendo cumpridos, em quatro Estados. Pastores evangélicos são denunciados por sua participação no roubo. É um fundo de poço – se fosse possível saber se este poço tem fundo.

MAIS ANALFABETOS – Tudo o que o Brasil não precisa neste momento é exatamente isso que está acontecendo. Com as escolas fechadas durante dois anos, por conta dos “lockdown” anticovid, o número de crianças de seis e sete anos de idade que não sabem ler nem escrever aumentou de 1,4 milhão, em 2019, para 2,4 milhões em 2021. É uma tragédia.

O Brasil está produzindo analfabetos, quando necessita desesperadamente fazer o exato contrário: dar à população ensino de melhor qualidade, com a transmissão dos conhecimentos hoje indispensáveis para que os jovens possam aspirar à uma vida profissional mais digna e contribuir com o bem-estar da sociedade. O país está imensamente atrasado nessa área – fica, a cada pesquisa internacional sobre situação do ensino, entre os piores do planeta.

SEM FUTURO – Que esperança de progresso real se pode ter, em pleno século XXI, quando o número de analfabetos aumenta? Não se trata, aí, dos casos já perdidos – adultos que não aprenderam o suficiente e agora não tem condições de recuperar o conhecimento perdido.

Trata-se, isto sim, de fabricar crianças analfabetas, uma garantia de que nunca estarão qualificadas para a execução dos trabalhos melhor remunerados, menos primitivos e mais promissores profissionalmente. É uma agressão direta à cidadania – e uma das atitudes mais eficazes que uma sociedade poderia tomar para aumentar a concentração de renda, agravar as desigualdades e produzir pobreza.

O Brasil já tem as escolas fechadas por conta da covid – dois anos de pura perda, que não pode mais ser “reposta”. Tem professores sem capacidade para ensinar. Tem uma distribuição insana dos recursos públicos destinados à educação, com bilhões de reais desviados para um ensino superior de péssima qualidade, aparelhado por professores, políticos e funcionários, e inútil na transmissão de conhecimentos capazes de ajudar a uma sociedade moderna. Em cima disso tudo, agora, vem a corrupção. É uma situação de xeque-mate. Não há como dar certo.

Informação aos ministros da Defesa e da Justiça: acompanhar votos, só com base no sistema do TSE

Publicado em 23 de junho de 2022 por Tribuna da Internet

Charge do Zé Dassilva (nsctotal.com.br)

Pedro do Coutto

Os ministros da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, e da Justiça, Anderson Torres, estão empenhados em levantar sombras e dúvidas sobre o sistema eleitoral do país e, principalmente, abalar a credibilidade das urnas eletrônicas.

Nogueira ainda não marcou o encontro que ele mesmo propôs ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Edson Fachin, e, agora, como acentua a reportagem de Cézar Feitosa e Fabio Serapião, Folha de S. Paulo desta quarta-feira, o ministro Anderson Torres apresentou a Polícia Federal como capaz de acompanhar a computação dos votos.

TEMOR – As duas investidas na realidade partem do Palácio do Planalto, uma vez que o presidente Jair Bolsonaro foi o primeiro a revelar temores quanto a possíveis fraudes nas urnas eletrônicas. Sobre o acompanhamento e a auditoria da votação vale destacar que o Brasil tem 5.600 municípios. Se, em média, tivermos cem seções eleitorais por município, só aí teremos 560 mil urnas de recepção dos votos e computação dos resultados. Mas existem estados com um grande número de municípios. Assim o país durante as eleições registra milhares de urnas em seu território.

Cada uma possui um software de registros próprio, e não está conectada em rede com as demais. A fraude é impossível, pois para isso seria necessário usar um software compatível com o código fonte de cada urna. Em matéria de fraudar eleições, só existe a possibilidade de preenchimento de votos brancos, como foi o caso da Proconsult, no Rio de Janeiro, em 1982.

SISTEMAS PARALELOS – No sistema atual, já reafirmado várias vezes pelo ministro Edson Fachin, é impossível fraudar o voto; não tem como, pois não há possibilidade de se sobrepor o voto falso dirigido a um candidato ao voto do eleitor na cabine. Nem o Exército e nem o Ministério da Justiça podem instalar sistemas paralelos em uma dimensão que abrange milhares de urnas eletrônicas nas quais os votos são registrados.

As investidas dos dois ministros tornam-se impróprias e impossíveis. Sobre as Forças Armadas, a sua missão é garantir as instituições, a segurança nacional e o respeito à vontade popular. Afinal, estamos numa democracia.

FAKE NEWS – Reportagem de Mariana Muniz, O Globo, edição de ontem, revela que o presidente do TSE, ministro Edson Fachin, anunciou a entrada em operação de um sistema que combate as fake news e, assim, a desinformação sobre as eleições. A ferramenta permitirá a qualquer pessoa dirigir-se ao Tribunal sobre circulação de notícias falsas.

O TSE, então, as desmentirá. A medida do Tribunal é uma consequência da parceria estabelecida com as várias plataformas digitais. O sistema permitirá a responsabilização dos autores de fake news. Na minha impressão, as notícias falsas não têm influência direta sobre os votos dos eleitores e eleitoras. Pois se tivesse, o volume divulgado pelas redes sociais não se chocaria com os resultados das pesquisas eleitorais do Datafolha e do Ipec.

Como as intenções de voto não são nem de longe iguais ao volume das fake news, chega-se à conclusão inicial de que as fake news não funcionam eleitoralmente. Podem  conter calúnias e difamações, mas não mudam o voto do eleitorado.

LEI DAS ESTATAIS –  Por uma iniciativa do deputado Arthur Lira, presidente da Câmara Federal, o governo resolveu partir para uma ofensiva no Congresso para mudar a lei das estatais, em vigor desde 2016, que assegurou uma blindagem das empresas, entre as quais a Petrobras.

O projeto de Arthur Lira, que ele próprio tenta com que Bolsonaro coloque em prática por meio de Medida Provisória, abre caminho para facilitar nomeações e substituições e também para que o governo interfira na política de preços, especialmente da Petrobras.

INTERVENÇÃO – Acrescento que o governo, em matéria de preço, sob o raciocínio de Lira, terá que intervir na decisão da Aneel que determinou aumento a partir de julho nas tarifas de energia elétrica, chocando-se com o compromisso do governo de que a privatização da Eletrobras acarretaria uma redução das tarifas.

A situação econômica do país, principalmente atingindo os segmentos de menor renda, está atingindo pontos bastante críticos. O governo resolveu destinar um abono de R$ 400 por mês aos caminhoneiros assalariados de empresas. Está cogitando o aumento do auxílio-gás, pois o valor atual de R$ 53 só cobre a metade  do preço do botijão no varejo. A política de Paulo Guedes, adotada pelo governo, é de estatizar encargos sociais e liberar os preços, e portanto, os lucros, da iniciativa privada.

PODCAST – Numa entrevista ao podcast do portal G1, a senadora Simone Tebet afirmou que não pertence à ala do MDB ligada aos escândalos de corrupção que ficaram flagrantes nos casos do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Ela revelou que sua escola política é de Ulysses Guimarães e de Pedro Simon.

Sobre militares do governo, disse não ser contra, mas quando nomeados para cargos civis deveriam passar imediatamente para a reserva. Tebet na entrevista – reportagem de Guilherme Caetano, O Globo – criticou ainda a pressão do governo através do Ministério da Defesa contra o TSE a pretexto de aperfeiçoar o sistema de votação há menos de quatro meses das eleições de outubro.


Pergunta: Será que a secretária de educação já é proprietária da prefeitura de Jeremoabo?

 




Estou recebendo um Print onde o remetente pergunta se a Secretária de Educação está acima da Lei, assinando Parceria sem a devida autorização do poder Legislativo?

Embora na atual administração vale tudo, para o prefeito e seus secretários dane-se a lei, não posso informar se está certo ou erardo esse convênio porque não lí o contrato, não posso assegurar se deve haver licitação ou autorização do poder legislativo porque para isso tem que interpretar  o que diz o Art. 37 da a Constituição como também a Lei das Licitações e a Propria Lei Orgânica do Município de Jeremoabo.

Também não entrarei no mérito se há conclavos ou acertos de contas, issso foge da minha competência.

Todavia, a título de colaboração, e que sirva de Bússula para os vereadores, já que estão queimando o edis, e perguntando o que faz a Câmara de Jeremoabo, por analogia reproduzo um fato semelhante:

Projeto para conceder bolsa de estudo a alunos de cursos na área da saúde

O vereador Veiga apresentou o projeto de lei na sessão desta terça-feira (17).

O vereador Veiga (União) apresentou, na sessão desta terça-feira, 17, projeto de lei que propõe a concessão de bolsa de estudo para alunos de cursos universitários na área da saúde. A ideia é ajudar estudantes de baixa renda e, em troca, contar com os serviços deles no serviço público do município.

De acordo com o vereador, o projeto será um incentivo aos alunos para formação superior em saúde e vai ajudar a suprir a carência do município com profissionais.

A bolsa de estudos poderá ser de até 50% da anuidade do curso e seria concedida pelo período de 2 anos. A prestação dos serviços à cidade seria durante o curso ou então logo após a conclusão, pelo mesmo período em que a bolsa foi fornecida ao estudante.

Se a lei for aprovada e sancionada, caberá à Prefeitura definir os critérios socioeconômicos para seleção dos estudantes que terão direito ao benefício.

O projeto está em análise nas comissões permanentes da Câmara e ainda não tem data definida para ser votado.

https://jtv.com.br/2022/05/19/projeto-para-conceder-bolsa-de-estudo-a-alunos-de-cursos-na-area-da-saude/

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