terça-feira, fevereiro 19, 2019

Ala militar terá de enfrentar a interferência dos filhos de Bolsonaro no governo


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Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)
Igor GielowFolha
Se por um lado está sendo comemorada pelo núcleo militar como a consolidação de seu poder no centro do governo Jair Bolsonaro, a chegada do oitavo ministro egresso das Forças Armadas já começa a despertar algumas preocupações. A principal, ouvida pela Folha de diversos oficiais generais ao longo do desenrolar da agônica demissão de Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral, diz respeito ao óbvio: os filhos de Bolsonaro continuarão a ser instrumentos de interferência no governo?
É preciso sublinhar que Carlos Bolsonaro não atacaria Bebianno, disparando a crise, sem a anuência do pai. O caso do laranjal do PSL foi a gota d’água para uma longa história de desavenças entre os filho e o ex-ministro, mas Bolsonaro só deu o OK para a operação depois que ele começou a atingir Bebianno.
DELIMITAÇÃO – A ala militar não é coesa, podendo ser dividida grosseiramente entre aqueles que aderiram ao projeto Bolsonaro de forma ideológica ou por proximidade pessoal e os que veem no capitão reformado um barco do qual podem desembarcar se a nau se perder.
A eles, com igual divisão, somam-se oficiais da ativa. Todos dividem a preocupação dita em entrevista à Folha no ano passado pelo influente Eduardo Villas Bôas, então chefe do Exército: é preciso delimitar o que é governo, o que são as Forças Armadas.
O problema é que eles entraram em peso na gestão, tornando tal fronteira turva. O próprio Villas Bôas ocupa lugar no Planalto ao lado do patrono do projeto militar-bolsonarista, o general da reserva Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).
PRÓXIMA CRISE – Essa ocupação militar, ora reforçada pela nomeação do general Floriano Peixoto para a cadeira de Bebianno, tornou-se então uma armadilha.
Na avaliação de alguns generais, se a militarização do governo torna-se ampla, a próxima crise tenderá a atingi-los diretamente. E aí quem irá fazer a mediação?, perguntam.
O único membro indemissível do grupo, o vice-presidente Hamilton Mourão, já é visto com desconfiança pelos filhos de Bolsonaro. Diverge publicamente da agenda propugnada pela “rapaziada”, como ele os chama.
MENOR EXPOSIÇÃO – Mourão tem influência, mas não é um líder inconteste da ala militar. Tanto que seu protagonismo durante a ausência por razões médicas de Bolsonaro de Brasília foi alvo de críticas por alguns oficiais mais próximos de Bolsonaro, e ele de fato reduziu um pouco sua exposição nos últimos dias.
O temor é tal que os próprios militares tentaram salvar Bebianno, para manter uma aparência de estabilidade no núcleo do poder no momento em que o governo precisa encaminhar a vital reforma da Previdência e outras medidas ao Congresso, embora soubessem que tal missão era virtualmente impossível.
Para destacar isso e evitarem a pecha de terem sido derrotados pelos Bolsonaros, os generais impuseram o nome de Floriano Peixoto. O general havia sido convidado para ocupar o segundo posto da Secretaria-Geral pelo próprio Bebianno, que havia se aconselhado com Heleno —ambos os militares serviram juntos no Haiti.
CAPACIDADE DE COMANDO – Há desconfortos tributários desse embate central. A ocupação do governo pelos militares funciona em rede: todos os principais nomes conhecem a situação enfrentada pelos seus pares. Mas parece questão de tempo para que as divisões ainda ofuscadas pela impressão de ordem unida da tropa surjam focalizadas em conflitos internos.
Hoje, a ala militar tem um Estado-Maior em formação na administração, com secretarias, estatais e cargos diversos. Só que esse tipo de órgão assessora e aconselha um líder, e o episódio Bebianno jogou dúvidas entre vários oficiais sobre a capacidade de comando do presidente logo na sua primeira crise política.
MOROSIDADE – Outros militares ponderam que Bebianno não virou o homem-bomba que se anunciava —o menos ainda.
Como a troca de mensagens entre bolsonaristas indica, a morosidade do presidente após seu impulso inicial parece obedecer à avaliação do jogo mútuo de chantagens que correu essa rede. A Folha ouviu um áudio do então ministro no qual ele diz que foi “apunhalado covardemente”.
Por fim, um general diz que o governo ainda está em estágio de experiência, e o que importa é estabilizá-lo.

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Filhos enfraquecem Bolsonaro e fortalecem os generais, Moro e Guedes


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Charge do Aroeira (Charge Online)
Vinicius MotaFolha
A democracia, descobriram os gregos há 2.500 anos, precisa enfraquecer os laços tribais e familiares para frutificar. Ainda assim, dinastias persistem na política. O primeiro-ministro galã do Canadá, Justin Trudeau, é filho do ex-premiê Pierre. Logo ao sul, os clãs Kennedy e Bush mostram que não há monopólio partidário na coisa.
Nas nações emergentes, despontam os Nehru-Gandhi, na Índia, e os Park, na Coreia do Sul. No Brasil, o fenômeno parece mais regional, apesar de uma rede de parentescos e casamentos conectar Getúlio Vargas, João Goulart, Tancredo e Aécio Neves.
OLIGARQUIAS – A eleição para deputado federal do jovem João Campos, em Pernambuco, renovou o impulso de uma oligarquia de 300 anos, que batiza o famoso Souza Leão, bolo típico. Há quem tenha começado mais tarde, como os Calheiros em Alagoas.
Os Bolsonaros destoam desses padrões não apenas pela origem italiana do nome. Plantavam a semente de uma dinastia regional e periférica, excêntrica mesmo no contexto do Rio, quando de repente o patriarca foi alçado ao Planalto.
Os efeitos secundários desse salto quântico, que queimou as etapas usuais do acúmulo de capital político, começam a surgir.
É natural e inevitável que os três filhos do presidente procurem influenciar a tomada de decisões palacianas. Nessa movimentação, chocam-se com outras forças e grupos igualmente bem posicionados, imbuídos do mesmo objetivo.
TRAMA PRETORIANA – Mas os filhos, convertidos à paranoia de que uma trama pretoriana ameaça o cargo e a vida de Jair, não carecem apenas de expertise e sangue frio para atuar com eficiência nesse certame. Eles nada têm a oferecer agora à estabilidade da gestão.
Quanto mais os filhos intervierem, mais o governo do pai dependerá dos generais, de Sergio Moro e de Paulo Guedes, nessa ordem. Os meninos alucinados acabam por fortalecer alguns daqueles que têm por adversários.

Pacote anticrime de Moro fica ‘congelado’ até aprovação da reforma da Previdência


O ministro da Justiça, Sergio Moro 07/02/2019 Foto: AMANDA PEROBELLI / REUTERS
Pacote de Moro ficará na “geladeira” por causa da reforma
Deu em O Globo
Os ministros Sergio Moro (Justiça) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil) devem ir nesta terça-feira ao Congresso Nacional entregar o pacote anticrime, uma das principais apostas do governo para sair da agenda negativa deste início de ano, marcada pela suspeitas de candidaturas laranjas do PSL e pela queda do ministro Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência. O pacote contém alterações em relação ao texto original apresentado e, depois, revisado por Moro.
Moro e Onyx deverão se reunir com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Na proposta de Moro estão 34 itens com sugestões de mudanças em 14 leis do Código Penal, Código de Processo Penal e sobre o Código Eleitoral. Entre os pontos centrais do pacote estão a tipificação do crime de caixa dois e tornar obrigatório, e não apenas autorizativo, o cumprimento de pena de prisão a partir de condenação em segunda instância.
PRIORIDADE ZERO – Embora o ministro da Justiça já tenha dito que espera a aprovação das medidas o mais rapidamente possível, o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), disse ao G1 que “a prioridade” é a reforma da Previdência: “Se aprovada a reforma, se Deus quiser, aí todo o esforço será para a aprovação do pacote de Moro”.
No início do mês, Rodrigo Maia também disse, em entrevista à GloboNews, que as propostas anticrime deveriam ser apreciadas depois da votação da reforma da Previdência. O presidente da Câmara tem receio de que divergências sobre o pacote “contamine” as discussões sobre mudanças na Previdência, eixo central da política econômica neste primeiro ano de governo.
MAIS RIGOR – Por sugestão de governadores, Moro mudou trechos do pacote anticrime para tornar ainda mais duras as regras que dificultam a soltura de criminosos reincidentes. No texto original, um juiz poderia rejeitar pedido de liberdade provisória se o acusado é suspeito de prática habitual de crimes. Na nova versão, o magistrado deverá também negar a liberação de preso “que porta arma de fogo de uso restrito em circunstâncias que indique ser membro de grupo criminoso”.
O pacote prevê ainda que réu condenado por tribunal do júri deve cumprir pena imediatamente. Ou seja, pode até recorrer da condenação, mas preso.
Moro propõe também alterações no artigo sobre direito de defesa que, para especialistas, ampliam as situações em que policiais em serviço podem cometer excessos, ou até mesmo matar, sem serem punidos. Pela proposta, um juiz poderá reduzir a pena à metade ou mesmo deixar de aplicar qualquer punição se o excesso decorrer de “escusável medo, surpresa ou violenta emoção”.
CORRUPÇÃO – O pacote determina que condenados por corrupção passiva, ativa ou peculato devem cumprir pena inicialmente em regime fechado. O ministro da Justiça espera ainda dificultar a progressão e a prescrição de crimes. Para ele, os atuais prazos de prescrição, combinados com a demora da conclusão de processos criminais, alimentam a impunidade no país.
O texto de Moro também amplia a possibilidade de videoconferência em audiências com presos. Hoje os governos estaduais gastam somas expressivas com escolta de presos entre cadeias e tribunais. O ministro da Justiça sugere ainda a redefinição do conceito de organização criminosa e inclui os nomes das maiores facções criminosas do país no lei.
PLEA BARGAIN – Inspirado na legislação americana, Moro tentará implantar também o “plea bargain”. Pela proposta, o investigado que se declara culpado por determinados crimes pode fazer acordo com o Ministério Publico e, com isso, obter benefícios sem necessidade de julgamento.
Segundo pesquisa da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), o “plea bargain” é endossado por 89% dos juízes de primeira instância, 92,2% dos de segunda instância e 82,4% dos ministros de tribunais superiores.

Oposição no Congresso pressiona para convocar depoimento de Gustavo Bebianno


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Maia está embromando a Oposição para evitar a convocação 
Pedro Venceslau e Renan TruffiPortal Terra
Os partidos de oposição na Câmara pressionam o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) a colocar em pauta no plenário um pedido de convocação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno (PSL). Como justificativa para a convocação do ministro, citam o suposto desvio de recursos do Fundo Partidário do PSL nas eleições de outubro. 
Dois pedidos já foram protocolados: um pelo líder da bancada do PSOL, Ivan Valente (RJ), e outro pelo deputado Henrique Fontana (PT-RS). O objetivo dos deputados é se reunir nesta terça-feira com Maia para tratar do assunto. 
CRISE PERMANENTE– Nesta semana a oposição vai definir outras linhas de atuação para manter acesa a crise no governo. “O episódio é gravíssimo e a crise muito mais profunda do que a denúncia de crime eleitoral. Esse governo está em uma crise permanente”, disse a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), líder da minoria. 
No Senado, o líder da oposição, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse que os partidos também vão tentar convocar Bebianno, para dar explicações. 
REDES SOCIAIS – A crise envolvendo o ministro movimentou ainda as redes sociais. Pelo Twitter, parlamentares cobraram resposta rápida do governo.
O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) disse que via três desfechos para a crise. “Se Bebianno ficasse no governo, Bolsonaro teria um ministro que mente, segundo admitiu. Se saísse, o ministro aceitaria que mentiu. Se fosse ‘saído’, como aconteceu, é prova de que o país é presidido pelo filho caçula”, afirmou, em referência a Carlos Bolsonaro, que, na verdade, é o filho “número dois” do presidente – o caçula é o deputado Eduardo Bolsonaro.

Joice diz que demissão de Bebianno afeta a relação do governo com Congresso


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Joice Hasselmann afirma que a base aliada ficou insegura
Talita FernandesFolha
Uma das responsáveis por tentar negociar a permanência de Gustavo Bebianno no governo, a deputada federal Joice Hasselman (PSL-SP) disse que o episódio de demissão do ex-ministro é uma “ferida” na relação entre os poderes Executivo e Legislativo.
“Tivemos ali um ferimento, é uma ferida na relação Congresso/governo porque os líderes começaram a me dizer o seguinte: poxa vida, então a gente vai ser tratado assim também? Será que a gente vai ser tratado, vai ser fritado em praça pública?”, disse a deputada ao chegar para conversar com Bebianno, no hotel onde ele mora em Brasília.
ESTANCAR A FERIDA – Apesar de reconhecer que o episódio vai afetar a relação entre os poderes, ela disse que aliados do presidente Jair Bolsonaro estão trabalhando para “azeitar a relação” e “estancar a ferida”.
A seu ver, o episódio de saída do ministro, marcado por discussões públicas, pode afetar a tramitação da reforma da Previdência no Congresso, medida crucial para o governo e que será apresentada nesta quarta-feira (dia 20).
Joice criticou a forma como a demissão do ministro foi conduzida pelo governo. Ela disse que o ato de exoneração em si não é o problema e que essa é uma decisão do presidente. Contudo, disse que a briga pública foi uma “fatura exposta” e comparou o desentendimento a um divórcio.
QUESTÃO PESSOAL – “A relação ali ficou aquela coisa do casamento que está acabando, uma relação meio que sustentável. Foi uma paixão louca lá trás, os dois só andavam juntos, vocês acompanharam na campanha, eles estavam juntos para tudo, do café da manhã ao jantar, e de repente a relação desgastou e ai vem o divórcio. O problema é que o divórcio veio com o escândalo. Não precisa chamar os vizinhos para discutir o divórcio”, ponderou.
A deputada comparou o caso de Bebianno ao do ministro Marcelo Álvaro Antônio, do Turismo, já que ambos foram envolvidos no escândalo de candidaturas de laranjas do PSL, caso revelado pela Folha.
No caso do titular do Turismo, o governo se manteve em silêncio sobre as apurações, e ele permanece no cargo. “Acho que foi uma questão mesmo pessoal. O presidente e o Marcelo puderam ter uma conversa e conseguiram se acertar. No caso do ministro Bebianno e o presidente, essa conversa não aconteceu, não pelo menos para que a paz viesse. Pelo que eu sei, a última conversa foi bem tensa”, afirmou.
VÍDEO DE BOLSONARO – Joice disse ainda que o vídeo divulgado por Bolsonaro na noite desta segunda, no qual diz acreditar na seriedade do trabalho do ex-ministro da Secretaria-Geral, é um começo para a solução do caso.
“Acho que é um começo. Acho que o presidente demonstra hombridade neste momento, maturidade. Acho que isso já poderia ter sido feito já na sexta-feira passada, sem ficar este final de semana toda essa sangria. Mas acho que é um primeiro passo, sim. É o presidente levantando uma bandeira de paz, dizendo: “Olha, muito obrigado pelo tempo em que você esteve comigo, mas nosso tempo acabou”.”, disse.
A deputada defendeu a apuração rigorosa das suspeitas de candidaturas de laranjas. “Se houve problema, que os problemas sejam investigados. Se nós chegarmos à conclusão de que houve crime, que haja apuração. Ponto. Agora, isso eu defendo para mim, para minha mãe, para o meu pai, para todo mundo. Isso é uma questão de ética.”

Marcelo do Sindicato mostra que o senador batalhou pela BR-235

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Por:  MARCELO B. ARAÚJO


Á DIZ UM VELHO DITADO: QUEM FAZ FILHOS NA MULHER DOS OUTROS PERDE OS FILHOS E O TRABALHO... 

Acompanhando aqui algumas notícias do fim de semana terminei me deparando com uma que fiquei estarrecido e, ao mesmo tempo achando que fosse apenas a ilusão passageira de um sonho. 
Me refiro : '' A NOTÍCIA DA INAUGURAÇÃO DA BR 235''. A referida BR que liga o nosso Estado da BA aos Estados de Sergipe e ao Estado do Piaui, que corta o nosso município e, é de suma importância para o desenvolvimento socioeconômico de Jeremoabo/BA e de toda região também.
Mas quando eu disse logo acima que eu estava assustado, é simplesmente por saber e conhecer quem de fato são os verdadeiros e legítimos pais de sangue da 235, que não estão aparecendo para batizarem e contemplarem a chegada do término da obra, que são eles os pais biológicos : ''O EX- PRESIDENTE LULA, A EX-PRESIDENTA DILNA ROUSSEF AMBOS DO PT, ex-governador do PT-SE o finado  Marcelo Deda,  Dr. Carlos Machado e outros políticos sergipanos; ,O SENADOR OTTO ALENCAR PSD-BA, A DEPUTADA FÁTIMA NUNES DO PT-BA, O EX-GOVERNADOR WALDIR PIRES-BAHIA, O EX- GOVERNADOR CESAR BORGES, O EX- MINISTRO GEDDEL VIEIRA LIMA, O DEPUTADO MARCELO NILO," E, TANTOS OUTROS PAIS QUE LUTARAM CONSTANTEMENTE POR ESSA OBRA TÃO IMPORTANTE PARA SUSTENTAÇÃO FINANCEIRA DE NOSSO POVO EMPREENDEDOR.


Lembrando também que Essa foi uma luta da maioria dos ex-prefeitos de Jeremoabo que foram eles: '' JOÃO FERREIRA QUE SOU TESTEMUNHA VIVA DAS VEZES QUE O ACOMPANHEI ATÉ A CAPITAL BAIANA JUNTO AOS ÓRGÃOS COMPETENTES DO ESTADO E, AS SUAS LIDERANÇAS DE SEU PARTIDO NA ÉPOCA O (PMDB), TAMBÉM FOI UMA LUTA DO EX-PREFEITO TISTA DE DEDA, DA SUA ESPOSA E EX-PREFEITA ANABEL E TANTAS OUTRAS LIDERANÇAS MUNICIPAIS QUE ENCABEÇARAM ESSE MOVIMENTO TÃO IMPORTANTE PARA JEREMOABO E REGIÃO ". 


O que nós estamos vendo nos dias atuais é o surgimento de muitos padastros que não tiveram nada haver com a obra e, nunca se quer perderam uma noite de sono para lutarem pela a mesma. Mas vão inaugura-la com todo entusiasmo, como o daquele padastro que briga, que luta, que vai até a justiça se possível for para registrar uma criança que não é o seu filho biológico, pelo simples fato de querer passar para trás o seu verdadeiro pai.

Marcelo B Araújo é Universitário, cursa Direito, é Presidente do Maior Sindicato de Jeremoabo, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais.

Arara ameaçada de extinção volta a ocupar caatinga baiana


Arara ameaçada de extinção volta a ocupar caatinga baiana
Foto: Marcelo Brandt / G1
A arara-azul-de-lear tem voltado a ocupar espaços da caatinga baiana, principalmente no Raso da Catarina e Boqueirão da Onça, no norte do estado. O pássaro era dado como quase extinto. No entanto, iniciativas de preservação tentam evitar o fim da espécie. Segundo o G1, vários projetos são desenvolvidos para estimular o crescimento da população nas cidades de Canudos, Serra Branca, Euclides da Cunha, Jeremoabo, Santa Brígida e Paulo Afonso.

Os projetos são focados em preservação da área e do licuri, principal alimento desta ave. Estima-se que cerca de 1,7 mil arara-azul-de-lear vivem na região do Raso da Catarina. Ainda segundo o site, outros 182 animais da caatinga também estão sob ameaça de desaparecer. São os casos da onça-pintada e a parda.
Bahia Notícias

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