segunda-feira, fevereiro 18, 2019

Orçamento de 2019 indica que o rombo está na dívida pública e não na Previdência


Resultado de imagem para dívida pública charges
Charge do Cicero (ciceroart.blogspot.com)
Maria Lucia Fattorelli e Rodrigo ÁvilaMonitor Mercantil
O novo governo acabou de sancionar o Orçamento Federal para 2019, no montante de R$ 3,262 trilhões. Dentre as despesas, sobressai o gasto financeiro com a chamada dívida pública, que consumirá quase 44% de todo o orçamento, ou seja, R$ 1,425 trilhão!
O gasto com servidores públicos – ativos e aposentados – consumirá R$ 350,4 bilhões, evidenciando que não são os servidores ou os aposentados do serviço público que estariam pesando nas contas públicas. As despesas com a Previdência Social (INSS) estão previstas para R$ 625 bilhões, bem menos da metade do que será gasto com a dívida.
SEM INVESTIMENTOS –  O valor destinado a investimentos efetivos é insignificante para um país do porte do Brasil e com tantas necessidades: apenas R$ 36 bilhões.
Portanto, o rombo das contas públicas está claramente localizado nos gastos financeiros com a chamada dívida pública – que nunca foi auditada, como manda a Constituição – e não nas despesas com pessoal ou Previdência. Além disso, diversas receitas da Previdência estão sendo omitidas, o que transformaria o déficit em superávit.
O governo anunciou ainda a existência de um “déficit primário” de R$ 139 bilhões no Orçamento 2019, ou seja, o montante de receitas primárias estaria inferior às despesas primárias, o que justificaria a necessidade de cortar gastos com pessoal e Previdência… Entretanto, verificamos que diversas receitas estão sendo omitidas nesse cálculo primário.
RECEITAS OMITIDAS – Neste “déficit primário”, o governo está omitindo as seguintes receitas:
– Remuneração da Conta Única do Tesouro pelo BC: R$ 91,239 bilhões
– Resultado do Banco Central: R$ 26,365 bilhões
– Recebimento de juros e amortizações das dívidas dos estados e municípios com a União: R$ 22,498 bilhões.
Só essas três fontes já alcançam R$ 140 bilhões, ou seja, se fossem devidamente consideradas, haveria superávit, e não déficit.
COFRE DO GOVERNO – O elevado valor da remuneração da Conta Única mostra também que há um enorme estoque de recursos no cofre do governo – atualmente de R$ 1,25 trilhão, o que desmente completamente o discurso de que “o Estado está quebrado” e que “a reforma da previdência é urgente”.
Outra montanha de recursos, da ordem de R$ 1,2 trilhão, está esterilizada no Banco Central, nas “Operações Compromissadas”, gerando um rombo com a sua remuneração diária aos bancos que somou quase meio trilhão de 2014 a 2017.
Ainda que utilizássemos a metodologia do governo, isto é, a de “déficit primário”, o argumento por ele apresentado está completamente equivocado, pois tal “déficit” não decorre de um suposto exagero nos gastos sociais, mas sim da queda das receitas, em decorrência da crise provocada pela política monetária suicida do Banco Central, que afetou gravemente a economia brasileira, com queda de 7% no PIB em 2015 e 2016 e desemprego recorde.
DÍVIDA PÚBLICA – O gasto com a dívida no Orçamento/2019 compreende um gasto com “Amortizações da Dívida” de R$ 1,046 trilhão e um gasto com “Juros e Encargos da Dívida” de R$ 379 bilhões, somando R$ 1,425 trilhão!
Convidamos nossos leitores a refletir: se estivéssemos de fato “amortizando” a dívida, o seu estoque estaria reduzindo, certo? Como explicar, então, o fato de que o seu estoque tem se elevado exponencialmente?
A justificativa do governo para esse paradoxo – que se repete todo ano – tem sido a alegação de que parte desse valor seria mera “rolagem”, ou seja, substituição de títulos antigos, que estão vencendo, por novos títulos. Ora, mais uma reflexão: se estivesse ocorrendo apenas essa substituição, o estoque da dívida se manteria constante, certo? Mas na verdade o seu estoque continua aumentando, e de forma acelerada! É evidente que há algo errado aí.
FALSA AMORTIZAÇÃO – Na realidade, boa parte do valor indicado como “Amortização” corresponde a uma parcela dos juros nominais que estão sendo pagos mediante a emissão de novos títulos da dívida, embora o Art. 167, inciso III, proíba o pagamento de despesas correntes (dentre elas os juros) com recursos obtidos com a emissão de novos títulos.
Desde a CPI da Dívida Pública concluída na Câmara dos Deputados em 2010, foi enviada denúncia ao Ministério Público sobre a equivocada contabilização de grande parte dos juros como se fosse amortização, pelo simples fato de que a amortização é classificada como uma despesa de capital, burlando-se assim a norma constitucional.
Apesar desse grave problema ter sido detectado e denunciado desde 2010, até hoje nada foi feito sobre esse grave erro, que tem sobrecarregado as contas públicas de forma inconstitucional.
ERRO CONTÁBIL – A consequência desse erro contábil é a seguinte:
– Se faltam recursos para a Educação ou Saúde (despesa Corrente), por exemplo, resta comprometido o funcionamento de universidades, institutos federais, hospitais etc.; são interrompidos diversos projetos de pesquisa; fechados laboratórios e cancelados diversos programas nessas áreas, e a população fica prejudicada em seu direito constitucional;
– Se faltam recursos para o pagamento de juros (despesa Corrente), os rentistas não ficam prejudicados, pois estão sendo emitidos e vendidos novos títulos da dívida e, para driblar a proibição constitucional (Art. 167, III), grande parte dos juros é contabilizada como se fosse amortização.
A auditoria é a ferramenta hábil para revisar essa e outras ilegalidades que estão impedindo o desenvolvimento socioeconômico do nosso rico Brasil, por isso é urgente a sua realização, e com participação cidadã.

Ex-prefeita de Bom Jardim é condenada a devolver mais de R$ 900 mil em desvios – Jornal Pequeno Os envolvidos foram condenados ao ressarcimento ao erário da quantia de R$ 915.074,57, devidamente corrigida, correspondente ao valor do contrato…


JORNALPEQUENO.COM.BR
Os envolvidos foram condenados ao ressarcimento ao erário da quantia de R$ 915.074,57, devidamente corrigida, correspondente ao valor do contrato…

MPPE instaura medidas para investigar suposto 'abuso' do prefeito de Camaragibe

A nota afirma que será investigado as 'possíveis práticas de improbidade administrativa'


No áudio, que circula pelos grupos de mensagens, Demóstenes Meira (PTB) emite recomendações aos funcionários com cargos / Foto: Arquivo / JC Imagem
No áudio, que circula pelos grupos de mensagens, Demóstenes Meira (PTB) emite recomendações aos funcionários com cargos
Foto: Arquivo / JC Imagem
Da Editoria de Política
Em nota, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) anunciou que instaurou procedimentos para investigar possíveis atos de improbidade administrativa cometidos pelo prefeito de Camaragibe, Demóstenes Meira. Segundo o órgão, foi aberto um procedimento investigativo criminal para apurar se o gestor cometeu crime de peculato. 
Na investigação serão analisadas as mensagens de voz enviadas pelo chefe do executivo municipal, onde o mesmo teria ‘convidado’ os servidores de cargos comissionados a participarem do bloco Canário Elétrico, que teria como atração sua noiva, a cantora Taty Dantas.
"O procurador-geral de Justiça Francisco Dirceu Barros determinou à Assessoria Criminal do Gabinete da Procuradoria Geral de Justiça abrir procedimento investigativo criminal para apurar se o gestor cometeu crime de peculato, que é o uso indevido de recursos públicos para patrocinar fins privados e pessoais. Como prefeitos possuem foro privilegiado, uma eventual responsabilização criminal ficará a cargo do procurador-geral", diz um trecho da nota. 

Confira a nota completa 

"O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) está tomando as providências cabíveis para investigar possíveis práticas de improbidade administrativa trazidas à tona pela divulgação de áudios atribuídos ao prefeito de Camaragibe, Demóstenes Meira.
O procurador-geral de Justiça Francisco Dirceu Barros determinou à Assessoria Criminal do Gabinete da Procuradoria Geral de Justiça abrir procedimento investigativo criminal para apurar se o gestor cometeu crime de peculato, que é o uso indevido de recursos públicos para patrocinar fins privados e pessoais. Como prefeitos possuem foro privilegiado, uma eventual responsabilização criminal ficará a cargo do procurador-geral.
Já em relação à prática de improbidade administrativa, o procurador-geral encaminhou o material à Promotoria de Justiça de Camaragibe. A promotora de Defesa do Patrimônio Público, Mariana Vila Nova, instaurou procedimento para investigar o caso". 

OAB

A polêmica envolvendo o prefeito de Camaragibe, Demóstenes Meira (PTB), chamou a atenção não só do Ministério Público do Estado, que está investigando o caso, como também a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Em entrevista à Rádio Jornal na manhã desta segunda-feira (18), o presidente da OAB em Pernambuco, Bruno Batista, afirmou que caso seja provado a veracidade dos áudios, o gestor poderá responder por improbidade administrativa.
"Em tese, pode caracterizar desde ato de improbidade administrativa porque atenda com a moralidade até mesmo o tipo penal de peculato, é importante assegurar a defesa do prefeito, já que ele é igual a um cidadão qualquer. Mas caso se comprove que o conteúdo desses áudios que estão circulando sejam verdadeiros, pode até caracterizar improbidade administrativa", explicou o magistrado. 

Segundo o presidente, a Ordem estaria encaminhando um ofício para o Ministério Público de Pernambuco, órgão responsável por investigar o caso. 


Jornalista tem o direito de fazer crítica impiedosa


A publicação de reportagem ou opinião com crítica dura e até impiedosa afasta o intuito de ofender, principalmente quando dirigida a figuras públicas. Com esse fundamento, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, acolheu o Recurso Extraordinário da Editora Abril contra condenação do Tribunal de Justiça do Distrito Federal que a obrigava a indenizar em R$ 10 mil o ex-governador Joaquim Roriz por danos morais. A empresa foi defendida pelo advogado Alexandre Fidalgo, do EGSF Advogados.
“Não caracterizará hipótese de responsabilidade civil a publicação de matéria jornalística cujo conteúdo divulgar observações em caráter mordaz ou irônico ou, então, veicular opiniões em tom de crítica severa, dura ou, até, impiedosa, ainda mais se a pessoa a quem tais observações forem dirigidas ostentar a condição de figura pública, investida, ou não, de autoridade governamental, pois, em tal contexto, a liberdade de crítica qualifica-se como verdadeira excludente anímica, apta a afastar o intuito doloso de ofender”, afirmou o decano do STF.
Na avaliação de Celso de Mello (foto), a liberdade de imprensa é uma projeção da liberdade de manifestação do pensamento e de comunicação, e assim tem conteúdo abrangente, compreendendo, dentre outras prerrogativas: o direito de informar, o direito de buscar a informação, o direito de opinar e o direito de criticar. Dessa forma, afirma o decano, o interesse social, que legitima o direito de criticar, está acima de “eventuais suscetibilidades” das figuras públicas.
Mello afirma que essa prerrogativa dos profissionais de imprensa justifica-se pela prevalência do interesse geral da coletividade e da necessidade de permanente escrutínio social a que estão sujeitas as pessoas públicas, independente de terem ou não cargo oficial.
“Com efeito, a exposição de fatos e a veiculação de conceitos, utilizadas como elementos materializadores da prática concreta do direito de crítica, descaracterizam o ‘animus injuriandi vel diffamandi’, legitimando, assim, em plenitude, o exercício dessa particular expressão da liberdade de imprensa”, diz Mello.
No caso, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz processou a Editora Abril e o jornalista Diego Escosteguy por conta de uma reportagem publicada em dezembro de 2009. No texto, a revista compara Roriz ao personagem Don Corleone, do filme O Poderoso Chefão, e afirma que ele pode ser o homem que teria ensinado José Roberto Arruda, ex-governador do DF, a roubar.
No entendimento do TJ-DF, a veiculação de juízo de valor teria deixado “clara a intenção do veículo de comunicação e do responsável pela matéria de injuriar e difamar, com ofensa à honra e à moral, excedendo os limites da liberdade de imprensa”. Para o ministro, a crítica faz parte do trabalho do jornalista.
Clique aqui para ler a decisão do ministro Celso de Mello
Clique aqui para ler a decisão do TJ-DF.

Nota da redação deste -Essa celebre matéria eu ofereço aos falsos intelectuais, aos analfabetos políticos que falam em imprensa, principalmente contra esse Blog sem saber o que falam, apelam para o ridículo, na tentativa de desviar as críticas e continuar tirando a voz dos sem voz, e o pior deixando o povo desinformado.
A mim nada atingirá, com toda tranquilidade continuarei exercendo minha profissão e sendo incentivado porque entende de democracia e liberdade de expressão.
Apesar de já constar acima as palavras do Ministro Celso de Melo, faço questão de encerrar citando duas personagens de grande importância e valor, e dizendo também que " direito tem quem direito anda"

"A imprensa é a vista da nação. Por ela é que a nação acompanha o que  lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa e se acautela do que a ameaça." Rui Barbosa.




A crítica que os meios de comunicação social dirigem às pessoas públicas, por mais dura e veemente que possa ser, deixa de sofrer, quanto ao seu concreto exercício, as limitações externas que ordinariamente resultam dos direitos de personalidade.


Não induz responsabilidade civil a publicação de matéria jornalística cujo conteúdo divulgue observações em caráter mordaz ou irônico ou, então, veicule opiniões em tom de crítica severa, dura ou, até, impiedosa, ainda mais se a pessoa a quem tais observações forem dirigidas ostentar a condição de figura pública, investidaounão, de autoridade governamental, pois, em tal contexto, a liberdade de crítica qualifica-se como verdadeira excludente anímica, apta a afastar o intuito doloso de ofender. Jurisprudência. Doutrina.

Brasília, 22 de março de 2011.

CELSO DE MELLO - RELATOR "


Prefeito de Carira(SE) exonera filho e nora de secretarias

Prefeito de Carira(SE) exonera filho e nora de secretarias

O prefeito do município de Carira (SE), Arodoaldo Chagas (PSC) exonerou o filho Gabriel Santos Chagas e a nora Simone Oliveira Peixoto Chagas. A exoneração ocorreu no dia 09 de janeiro e foi publicada no Diário Oficial do Município de sexta-feira (19/01).
prefeitura de carira
Gabriel ocupava o cargo em Comissão de Secretário de Indústria e Comércio e Simone Peixoto estava à frente da Secretária do Desenvolvimento Social.
A exoneração é o cumprimento de decisão da justiça, após recomendação do Ministério Público Estadual, baseada na súmula do Supremo Tribunal Federal (STF), que prevê estas nomeações como prática de nepotismo, realizadas com base em critérios pessoais, ferindo os princípios da impessoalidade, moralidade e eficiência da Administração Pública.
Por Aparecido Santana, redação Xodó News.
PAN NOTÍCIAS

Ministro da Infraestrutura inaugura novo trecho na BR-235 entre Bahia e Sergipe

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, inaugurou, no sábado (16), mais um trecho construído na BR-235, na divisa entre a Bahia e Sergipe. O trecho de 79,3 quilômetros corresponde ao Lote 1, localizado entre os municípios de Jeremoabo (BA) e Carira, no lado sergipano. Na passagem, que conta com cinco pontes, foram realizados os serviços de terraplenagem, pavimentação e sinalização.
br 235 Ponte 1 (Rio do Peixe - Vista do solo)
Na ocasião, o ministro afirmou que o Governo Federal está atento às necessidades do Nordeste. “A presença do governo Bolsonaro no Nordeste será uma constante. É uma felicidade inaugurar esses 79 quilômetros hoje, e vamos seguir trabalhando para trazer mais investimentos, desenvolvimento, emprego e renda, que é o que a gente quer fazer”, disse. “Breve vamos inaugurar o outro trecho, até Canché, e com isso teremos o Polo de Juazeiro e Petrolina ligados a Aracaju e à BR-101”, concluiu.
Prioritária para o governo federal, a obra de construção da BR-235 faz parte de um grande empreendimento viário que tem, ao todo, 682 quilômetros. As obras tiveram início em 2014, com R$ 1 bilhão de investimentos, e foram divididas em dez lotes. Com a entrega de hoje, já são cinco lotes concluídos (1, 3, 4, 5 e 8), totalizando 345 quilômetros liberados.
O Lote 2 já tem 82% de execução e os Lotes 9 e 10 estão com 50%, devendo ser concluídos ainda este ano. Já os Lotes 6 e 7 serão executados conforme disponibilidade orçamentária.
INTEGRAÇÃO
A obra na BR-235 atravessa 15 municípios no semiárido nordestino, incluindo o polo fruticultor de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA). Assim que for concluída, beneficiando mais de dois milhões de pessoas, a obra vai interligar também a região com os estados de Sergipe e Piauí, incrementando a integração regional, o desenvolvimento local, proporcionando a redução de fretes e ampliando a segurança na rodovia.
Ministério da Infraestrutura

Dayane Pimentel (PSL/BA) foi convidada pelo Ministro Tarcísio Freitas para inauguração do novo trecho da BR-235

Em Jeremoabo (BA), a deputada federal Professora Dayane Pimentel (PSL/BA), convidada pelo Ministro Tarcísio Freitas, participou na manhã de sábado (16) da inauguração do novo trecho de 79km da BR-235. O Ministro de Estado da Infraestrutura, Tarcísio Freitas (@tarcisiogdf) fez sua primeira inauguração na Bahia, após a eleição do presidente @jairmessiasbolsonaro.
O novo governo federal que vai fazer a Bahia dar certo.
Dayne no aeroporto de PA
Professora Dayane Pimentel, agradece pelo convite do Ministro de Estado da Infraestrutura, Tarcísio Freitas para participar na manhã de sábado (16) da inauguração do novo trecho de 79km da BR-235, (Jeremoabo- Ba). “Acabo de encerrar a semana ao lado desse honrado e competente Ministro, um homem altamente técnico e com visão de crescimento. Muito obrigada pelo convite, Ministro Tarcisio Freitas @tarcisiogdf, tenho orgulho de mais essa escolha do nosso Presidente @jairmessiasbolsonaro. Inauguração da BR 235 (Jeremoabo- Ba). O novo governo que irá fazer a Bahia dar certo.” #PátriaAmada #MudaBahia #ProfªDayanePimentel
Concluso pelo DNIT, o novo trecho de 79km da BR-235, liga um grande polo de fruticultura de Juazeiro/Petrolina ao litoral de Sergipe.
Um novo rumo para a economia do Nordeste brasileiro e a Bahia!
Dayane Pimentel é Professora no Estado da Bahia e foi eleita a deputada federal mais votada nas eleições 2018, pelo PSL.
Da Redação PANotícias

Em intimação, Lula escreve que não reconhece sentença do sítio e que irá recorrer


por José Marques | Folhapress
Em intimação, Lula escreve que não reconhece sentença do sítio e que irá recorrer
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
Ao receber a intimação da sentença que o condenou no processo do sítio de Atibaia, nesta sexta-feira (15), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escreveu que é inocente e que irá recorrer.

"Não reconheço a legitimidade dessa sentença, sou inocente, por isso vou recorrer", escreveu Lula ao assinar o documento. A imagem da intimação com a frase foi divulgada em suas contas nas redes sociais.

A publicação, deste sábado (16), diz que "Lula recebeu ontem a intimação de mais uma sentença política" e "escreveu a resposta no documento".

O ex-presidente foi condenado a 12 anos e 11 meses pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no último dia 6 pela juíza Gabriela Hardt, que substituiu Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba por três meses até a nomeação de um novo juiz titular, Luiz Antonio Bonat (saiba mais aqui).

Sua defesa deve recorrer, agora, ao TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre, responsável por julgar os processos das varas federais do Paraná.

Foi a segunda condenação de Lula na Lava Jato. Ele está preso desde abril do ano passado na sede da Polícia Federal em Curitiba cumprindo condenação de 12 anos e um mês, também por corrupção e lavagem de dinheiro, no processo do tríplex em Guarujá (SP).

Inicialmente, Lula foi condenado por Moro a 9 anos e seis meses de prisão, mas o TRF-4 aumentou a pena.

Nesse caso, ele ainda recorre aos tribunais superiores. O ex-presidente sempre negou que tivesse cometido qualquer crime e diz ser perseguido politicamente.

Na sentença do sítio de Atibaia, Gabriela Hardt afirma ser "fato que a família do ex-presidente Lula era frequentadora assídua no imóvel, bem como que usufruiu dele como se dona fosse".

As obras no sítio, que era frequentado pelo petista, foram pagas por Odebrecht e OAS e pelo empresário José Carlos Bumlai, com recursos desviados de contratos da Petrobras, segundo a denúncia.

As modificações foram realizadas entre 2010 e 2014 — com início, portanto, no último ano da presidência de Lula (2003-2010).

A sentença afirma que têm origem no crime de lavagem benfeitorias feitas no sítio em valores de ao menos R$ 1 milhão. O valor inclui benfeitorias na cozinha e no lago da propriedade e construções.

A juíza ainda confiscou o sítio de Atibaia e determinou que, após a alienação, o valor das benfeitorias pagas pelas empreiteiras seja descontado dos proprietários em favor da União.

Para a juíza Hardt, é possível concluir "acima de dúvida razoável" que os valores para custeio da reforma da propriedade foram "oriundos de ilícitos anteriores cometidos em proveito da companhia [Odebrecht e OAS]" e que Lula "teve participação ativa neste esquema, tanto ao garantir o recebimento de valores para o caixa do partido ao qual vinculado, quanto recebendo parte deles em benefício próprio".
Bahia Notícias

Jaques Wagner é intimado a prestar contas de convênio de 2007 ao Ministério do Turismo


Jaques Wagner é intimado a prestar contas de convênio de 2007 ao Ministério do Turismo
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
O ex-governador e atual senador da Bahia, Jaques Wagner (PT), foi intimado pelo Ministério do Turismo para esclarecer pendências relacionadas à prestação de contas de um convênio firmado em 2007 com o governo do estado, segundo informações da coluna Satélite. Neste período, o petista esteva à frente do Executivo estadual, e o ministério tem feito cobranças para a entrega da documentação pendente para comprovar a regularização do projeto.

Ainda conforme a coluna, a intimação foi feita através da publicação de um edital no Diário Oficial da União (DOU). A pasta estabeleceu um prazo de 15 dias para que o ex-governador da Bahia responda aos questionamentos. De acordo com a Satélite, Jaques Wagner solicitou a prorrogação prazo para entrega da documentação, e o pedido foi aceito pela pasta.

O contrato em questão recebeu verba no valor de R$ 1 milhão, e diz respeito a implementação do projeto Operação Verão, voltado para qualificação de policiais, taxistas, profissionais e empresários relacionados aos serviços turísticos, além de pesquisa de diagnóstico com foco no turismo de aventura.
Bahia Notícias

Bebianno sai do governo de cabeça erguida e Bolsonaro não sabe explicar a demissão


Imagem relacionada
Bolsonaro permite que os filhos tenham até “olheiro” no Planalto
Carlos Newton
A deputada Janaina Paschoal (PSL-SP) está correta, ao indagar nas redes sociais qual a razão de o ministro Gustavo Bebiano estar sendo demitido? Ninguém sabe, até porque o presidente da República não se preocupou em dar à opinião pública uma explicação minimamente aceitável. O Planalto e a família Bolsonaro liberaram quatro versões diferentes, mas nenhuma delas se sustenta em fatos reais. Todas as tentativas de justificar a exoneração foram destruídas pelo chamado Princípio da Razoabilidade – a denominação que os juristas dão à lógica e ao bom senso.
Durante a campanha, da qual foi coordenador nacional, Benianno era muito ligado aos filhos de Bolsonaro. Depois da posse, ele foi uma das vozes que defenderam que os filhos do presidente se afastassem dos assuntos do governo, e foi assim que seus problemas começaram.
OLHEIRO NO PLANALTO – Como secretário-geral da Presidência, cabia a Bebiano a responsabilidade pelo Planalto e ele era contra a presença de Léo Índio no palácio. Mesmo sem ter função no governo, o sobrinho de Bolsonaro tem crachá amarelo e circula livremente no terceiro e no quarto andar, onde funcionam a Presidência, a Casa Civil, a Secretaria-Geral e a Secretaria de Governo. Há restrições à entrada nesses andares, mas Léo Índio circula à vontade e até confere as agendas dos ministros.
Foi Léo Índio quem avisou a Carlos Bolsonaro que Bebianno iria receber o vice-presidente institucional da Rede Globo, que pedira audiência. A família Bolsonaro encarou isso como traição, embora não passasse de uma atribuição normal do ministro, que à contragosto teve de cancelar a reunião.
Depois, na terça-feira (12), o olheiro Léo Índio viu na agenda de Bebianno que ele iria ao Pará, para lançar o pacote de obras na Amazônia, e levaria jornlistas na equipe, junto com os ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Damares Alves (Direitos Humanos). Furioso, Bolsonaro mandou cancelar a viagem e decidiu demitir o ministro, a pedido dos filhos, que estavam loucos para se livrar dele e queriam aproveitar as denúncias sobre candidatas laranjas no PSL, embora Bebianno não fosse responsável por isso.
PRIMEIRA VERSÃO – No dia seguinte, quarta-feira (13) Carlos Bolsonaro desmentiu o ministro, que dissera ter conversado com o presidente sobre a crise do PSL, e começou a confusão. Bolsonaro apoiou o filho e convocou a reportagem da  TV Recor, para dar a primeira versão, dizendo ter mandato a Polícia federal investigar o PSL, e disse que, se Bebianno fosse culpado, deveria “voltar às origens”.
Em sua ingenuidade, Bolsonaro e os filhos pensaram que Bebianno ia pedir demissão, mas isso não aconteceu. E os ministros militares do Planalto, junto com o vice Mourão e Onyx Lorenzoni, manifestaram-se a favor de Bebianno.
OUTRAS VERSÕES – Surgiram então as outras versões, vazadas pela família Bolsonaro. Uma delas alegava que o presidente ficara aborrecido porque Bebianno teria convidado a equipe de jornalistas a ir à Amazônia com ele. Mas essa justificativa era tão fraca que foi logo abandonada.
Foi também exibida a versão de que a causa seria a audiência que Bebianno aceitara dar ao vice-presidente de Relações Institucionais do grupo Globo, mas essa justificativa também foi sepultada, porque se trata de função inerente ao cargo do ministro, não havia irregularidade alguma.
A ÚLTIMA VERSÃO – Surgiu, então, a última versão, dando conta de que o chefe da Secretaria-Geral quebrara a relação de confiança com Bolsonaro “ao vazar áudios de diálogos entre os dois”.
Mas a versão era falsa. Bebianno não vazou nada a nenhum veículo de comunicação. Apenas mostrou as gravações a outros ministros, para provar que não havia mentido e realmente tinha conversado com o presidente pelo WahtsApp, na terça-feira.
Neste sábado, como não havia mais justificativa para atacar Bebianno, o filho Eduardo Bolsonaro entrou nas redes sociais para dizer que o ministro é “corrupto” e foi culpado pela “candidaturas laranjas”. Além disso, chamou de “jumento e “idiota” quem faz críticas a seu irmão Carlos, vejam a que ponto chegamos.
###
P.S. 1 – Eduardo  deu o fecho no festival de mentiras da família Bolsonaro e isso pegou muito mal no PSL  pois todos sabem que Bebianno não se envolveu em corrupção nem patrocinou candidaturas fantasmas, a responsabilidade era dos diretórios estaduais.
P.S. 2 – Como se constata, a falta de caráter é mal de família. E Bebiano definiu bem a questão, ao dizer que o capitão, para salvar a pele do filho, “deu um tiro na nuca do soldado que lhe era leal”. (C.N.)

Brizola e Ciro, dois líderes que poderiam ter chegado à Presidência da República


Resultado de imagem para leonel brizola e ciro gomes
Leonel Brizola e Ciro Gomes foram vencidos pelas circunstâncias
Antonio Santos Aquino
O delegado federal e ex-deputado Romeu Tuma Junior sabe que Lula foi preparado pelos militares (general Golbery do Coutto e Silva) para impedir o líder trabalhista Leonel Brizola de chegar à Presidência da República depois de 15 anos de exílio. Tuma Jr, já falou isso nas redes sociais e nos livros que escreveu. Os militares tinham medo de Brizola em razão de suas mãos limpas e de sua coragem cívica.
Em agosto de 1961, quando da renúncia do presidente Jânio Quadros, o governador Brizola bradou do Rio Grande do Sul: “Se os militares rasgarem a Constituição, eu levantarei o povo gaúcho em armas. E assim fez. Vieram tomando Santa Catarina e Paraná. Foi quando alguns chefes militares, que viajaram para São Paulo na tentativa de impedir o avanço das tropas gaúchas, refletiram: “Nós viemos combater Brizola, mas ele está com a razão. A Constituição foi desrespeitada. Então houve um acordo para empossar o vice Jango Goulart, com criação do parlamentarismo. E assim se fez a História.
###
CIRO DESPERDIÇOU SUAS CHANCES
Pedro Meira
Ciro Gomes desperdiçou as chances que tinha de chegar à Presidência, que nunca foram muitas, porque ficou esperando apoio do PT para vencer a eleição, gastou uma enormidade de tempo falando de “dream team” de governo com Manuela d’Ávila, Marina Silva e Fernando Haddad, oferecendo vaga de vice-presidente para cada um deles.
Além disso, Ciro ainda se queimou totalmente com a opinião pública atacando a Lava Jato e querendo se vender como herdeiro de Lula, porque acreditou na falsa sabedoria de analistas políticos fora de sintonia com o sentimento do povo, que enchiam colunas na imprensa com o argumento de que o eleitorado tinha uma devoção religiosa a Lula e o vingaria na eleição de 2018, o que não ocorreu.
A decantada competência política de Ciro não lhe serviu para perceber o rumo que as coisas estavam tomando.

Bebianno diz que deve desculpas ao país por ter viabilizado candidatura de Bolsonaro


Resultado de imagem para bebiano
Bebianno afirma que jamais pensou que Bolsonaro fosse tão fraco
Gerson CamarottiG1 Brasília

Diante da crise política em que virou protagonista, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, fez um desabafo para interlocutores próximos e demonstrou profundo arrependimento em ter trabalhado ativamente pela eleição do presidente Jair Bolsonaro.
“Preciso pedir desculpas ao Brasil por ter viabilizado a candidatura de Bolsonaro. Nunca imaginei que ele seria um presidente tão fraco”, disse Bebianno para um aliado, numa referência à influência dos filhos do presidente no rumos do governo, especialmente o vereador Carlos Bolsonaro.
PREOCUPAÇÃO – Nessas mesmas conversas, Bebianno demonstra preocupação com o efeito desse protagonismo familiar nas decisões do país. E reconhece que o governo Bolsonaro precisa descer do palanque para administrar o Executivo.
Para aliados de Bebianno, também causou contrariedade o movimento da família Bolsonaro para sacramentar a saída do ministro do governo. No momento em que vários aliados trabalhavam na sexta-feira (15) para baixar a temperatura, contornar a crise e manter Bebianno, integrantes da família do presidente vazaram para a imprensa que o pai havia demitido o ministro, para tornar a queda um fato consumado, sem chance de mudança no fim de semana.

Em destaque

Inadimplência em condomínio pode resultar na perda do imóvel

 Inadimplência em condomínio pode resultar na perda do imóvel Dívida vinculada ao bem permite penhora e leilão, mesmo em caso de bem de fami...

Mais visitadas