Jeremoabo: Emancipação Política — Fatos, Provas e o Documento Oficial
Já escrevi, já soletrei e já esclareci o que havia para ser dito sobre a emancipação de Jeremoabo. Este é um tema que já foi debatido, rebatido, explicado com base em fatos e provas. Aceita quem quiser, acredita quem tiver compromisso com a verdade. O resto é bravata, conversa de botequim.
Para aqueles que ainda insistem em questionar a formalização da condição de município, respondo com documentos oficiais — não com achismos.
Jeremoabo adquiriu status de vila por decreto provincial em 25 de outubro de 1831. Isso já marcou um passo importante no processo de autonomia político-administrativa do então povoado.
Mas o documento que oficializa Jeremoabo como município é a Lei Estadual nº 1775, de 6 de julho de 1925. Foi essa legislação que elevou Jeremoabo à categoria de cidade, consolidando de vez sua autonomia.
Mais tarde, houve alteração na grafia do nome: de Geremoabo para Jeremoabo, conforme estabelecido pelo Decreto-Lei Estadual nº 141, de 31 de dezembro de 1943, e ratificado pelo Decreto Estadual nº 12.978, de 1º de junho de 1944.
Portanto, está provado por A + B: Jeremoabo é município desde 6 de julho de 1925, com base em lei estadual vigente. Fim de papo. Quem quiser negar esses fatos, que apresente algo além de teorias de esquina.
Aqui, trabalhamos com documentos, não com boatos.
Pouca gente sabe, mas a história de Vera se entrelaça com as tradições culturais de Jeremoabo de um jeito especial. É que o saudoso Senhor Arnô, pai de Vera e dono do antigo Jornal Paladino, era apaixonado por Jeremoabo .
O Jornal Paladino, que ele mantinha com tanto carinho, era mais do que um jornal: era um elo com a cidade, um registro da nossa história, das nossas festas, dos nossos personagens. E quem viveu essa época sabe o valor que isso teve (e ainda tem!) pra cultura local.
E como diria ele mesmo, em tom sempre sereno e respeitoso: “Jeremoabo é terra de gente boa, de festa boa e de coração grande”.
Então simbora! Porque de agora em diante, o arrasta-pé tá liberado, o milho tá na brasa, o licor já tá pronto e Vera Comadre — herdeira dessa história — segue firme, levando adiante o nome da família, da cultura e das boas lembranças do nosso São João!


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