terça-feira, fevereiro 03, 2026

CRAS: porta de entrada do SUAS garante acesso à assistência social em todo o Brasil

 



O cidadão que se encontra em situação de vulnerabilidade ou risco social tem o direito de ser amparado pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Essa política pública, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), é responsável por organizar e executar os serviços de acolhimento social em todo o país.

Os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) são a principal porta de entrada para o SUAS e atuam na orientação, acolhimento e encaminhamento da população às ações ofertadas pelo sistema. Em 2024, os CRAS realizaram cerca de 40 milhões de atendimentos e contabilizaram aproximadamente 220 mil pessoas acolhidas institucionalmente, conforme dados da Pasta.

O SUAS está presente em cerca de 99% dos municípios brasileiros, com ao menos uma unidade do CRAS em funcionamento. Segundo o MDS, existem mais de 8 mil centros distribuídos pelo país. Para facilitar a localização dessas unidades, o ministério disponibiliza o Mapa Social, uma ferramenta pública e interativa que reúne informações sobre os principais locais da rede socioassistencial em todo o território nacional.

Quantidade de CRAS por UF

UFsQuantidade de CRAS% do total
Acre290,3%
Alagoas1411,6%
Amazonas961,1%
Amapá220,3%
Bahia6527,6%
Ceará4084,8%
Distrito Federal320,4%
Espírito Santo1561,8%
Goiás2813,3%
Maranhão3223,8%
Minas Gerais1.19013,9%
Mato Grosso do Sul1341,6%
Mato Grosso1641,9%
Pará2693,1%
Paraíba2713,2%
Pernambuco3484,1%
Piauí2743,2%
Paraná5706,7%
Rio de Janeiro4785,6%
Rio Grande do Norte2222,6%
Rondônia620,7%
Roraima220,3%
Rio Grande do Sul5646,6%
Santa Catarina3944,6%
Sergipe1071,3%
São Paulo1.18513,9%
Tocantins1531,8%

Fonte: Censo SUAS

CRAS: serviços oferecidos

Nos CRAS, a população é atendida pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), que consiste em um trabalho social continuado com as famílias, com o objetivo de:

  • fortalecer a função protetiva;
  • prevenir a ruptura de vínculos;
  • promover o acesso e o usufruto de direitos; e
  • contribuir para a melhoria da qualidade de vida.

Além de acolher, orientar e realizar o acompanhamento das famílias, os centros operacionalizam o registro do Cadastro Único (CadÚnico), instrumento que garante o acesso a programas sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). No CRAS, também é possível:

  • solicitar apoio para enfrentar dificuldades de convivência familiar e de cuidados com os filhos;
  • fortalecer a convivência com a família e a comunidade;
  • receber apoio e orientação em casos de violência doméstica;
  • obter encaminhamento e informações sobre outros serviços públicos.

De acordo com Rosilene Rocha, gerente de projeto da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS), “o CRAS faz uma espécie de prevenção e mobilização: mobilização para as situações de risco e prevenção para que não se instalem vulnerabilidades nas famílias e comunidades”.

A gestora reforça que todo e qualquer cidadão brasileiro pode acessar o SUAS. Segundo ela, é comum que a assistência social seja confundida apenas com o atendimento à população de baixa renda. No entanto, a política atende tanto às pessoas em situação de pobreza quanto àquelas que se encontram em diferentes contextos de vulnerabilidade social. “Quem demandar, a porta tem que estar aberta”, destaca.

Rocha acrescenta que, embora haja priorização das famílias de baixa renda, em razão do elevado nível de desigualdade social existente no Brasil, a vulnerabilidade social é distinta da pobreza. “Há, por exemplo, mulheres de classe média que sofrem violência doméstica, situação que as coloca em vulnerabilidade”, explica.

CRAS: do atendimento à participação social

No Brasil há oito anos, a imigrante venezuelana Zuleika Del Valle Viloria, de 34 anos, moradora de São José dos Pinhais (PR), acessou os serviços do CRAS após enfrentar uma situação de vulnerabilidade social, sem rede de apoio familiar e com dificuldades de inserção no mercado de trabalho.

Beneficiária do Bolsa Família, Zuleika relata que o atendimento recebido foi fundamental para garantir proteção ao filho de 10 anos. “A minha vida tem um antes e um depois de ter conhecido a assistência social”, afirma.

A partir do acompanhamento pelo SUAS, ela passou a participar de atividades culturais e socioeducativas e a integrar os espaços de controle social da política de assistência. Zuleika foi eleita delegada dos usuários e, posteriormente, tornou-se a primeira usuária escolhida para representar São José dos Pinhais no Conselho Estadual de Assistência Social do Paraná, com apoio majoritário de pessoas em situação de rua.

Atualmente, segue como usuária da rede socioassistencial, atua como cantora em eventos públicos e se prepara para retomar a graduação em Jornalismo. Segundo Zuleika, a assistência social é um caminho de apoio para quem enfrenta situações de vulnerabilidade: “aos adolescentes e às pessoas que enfrentam problemas com bebida ou drogas, que ainda têm a esperança de sair dessa situação ou que precisam de alguém, procurem o CRAS. Lá, vocês vão receber o encaminhamento necessário e vão perceber que não estão sozinhos”.

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FALTA D’ÁGUA EM JEREMOABO: UM PROBLEMA CRÔNICO E AS PROVIDÊNCIAS DA ATUAL GESTÃO


FALTA D’ÁGUA EM JEREMOABO: UM PROBLEMA CRÔNICO E AS PROVIDÊNCIAS DA ATUAL GESTÃO


Por José Montalvão

Um dos problemas mais graves enfrentados por Jeremoabo, especialmente na Zona Rural, é a falta d’água. Trata-se de uma realidade que atinge diretamente o cidadão trabalhador, sobretudo o mais carente, que depende da água não apenas para o consumo humano, mas para a criação de animais, pequenas plantações e para a própria dignidade da vida cotidiana.

É preciso deixar claro: a escassez de água não surgiu agora. Não é um problema criado pela administração do prefeito Tista de Deda. Ao contrário, é um verdadeiro cancro que vem se expandindo há muitos anos, atravessando diferentes gestões, marcado por abandono de poços, falta de manutenção preventiva, perda de equipamentos e desorganização estrutural no sistema de abastecimento rural.

Quando assumiu a Prefeitura, o prefeito Tista de Deda encontrou a Zona Rural com algo em torno de 13 a 15 poços artesianos sem funcionamento. Exemplos concretos não faltam. No povoado Baixa da Volta, por exemplo, o poço teria passado cerca de três anos e meio quebrado, deixando a comunidade à mercê da própria sorte. Hoje, segundo relatos de moradores, restam apenas um ou dois poços parados, já recebendo manutenção para retorno do funcionamento. Isso demonstra que há trabalho sendo feito — não com discursos, mas com ações práticas.

Tenho recebido mensagens de moradores que reconhecem esse esforço. Um deles escreveu:

“Bom dia, amigo. Maravilha essas suas informações. Gostaria que quando for escrever informe que o prefeito Tista de Deda, quando assumiu a prefeitura, encontrou a zona rural com 13 a 15 poços sem funcionar, a exemplo do povoado Baixa da Volta, que passou 3 anos e meio quebrado. E hoje só temos um ou dois parados, sendo dada manutenção.”

Esse depoimento reforça que a atual gestão está atuando de forma contínua, buscando não apenas medidas emergenciais, mas também soluções estruturais. Sabemos que normalizar completamente a situação exige tempo, recursos e planejamento, mas amenizar esse problema crônico já é um avanço significativo.

É importante destacar também o papel do vereador Neguinho de Lié, hoje presidente da Câmara Municipal. Durante seis anos, em praticamente todas as sessões, ele levantou a bandeira de que “água é vida” e denunciou o sofrimento do povo que chegava a mendigar uma lata do precioso líquido. Hoje, na condição de presidente da Câmara, tem se colocado como parceiro institucional na busca de soluções, sem medir esforços para colaborar com o Executivo na superação desse desafio histórico.

Entretanto, além dos problemas estruturais, surgem denúncias que precisam ser apuradas com seriedade. Um morador da Zona Rural relatou:

“Tem que perguntar pelo carro-pipa da Associação do Monte Alegre que foi apropriado indevidamente desde a gestão anterior. Até hoje não apareceu e a comunidade não recebe um abastecimento por esse carro-pipa que foi o Governo que deu.”

Se essa denúncia for verdadeira, trata-se de um fato grave. Um carro-pipa destinado a uma associação comunitária é patrimônio coletivo, voltado ao interesse público. Seu desaparecimento ou uso indevido precisa ser esclarecido. Cabe à diretoria da associação adotar as providências legais cabíveis, inclusive, se necessário, formalizar representação junto ao Ministério Público para que os fatos sejam investigados. O silêncio diante de possível irregularidade pode configurar omissão, e a omissão, quando há dever de agir, também gera responsabilidade.

A população da Zona Rural precisa compreender que o problema da água em Jeremoabo não é simples, tampouco recente. É fruto de anos de descaso estrutural. Porém, também é preciso reconhecer quando há esforço real para enfrentar a situação. Recuperação de poços, manutenção constante, articulação política e busca por apoio institucional são medidas concretas que indicam compromisso.

Água é vida. E garantir o acesso à água é dever do poder público, mas também é responsabilidade coletiva fiscalizar, denunciar irregularidades e cobrar transparência. O debate deve ser feito com seriedade, informação e responsabilidade — nunca com desinformação ou má-fé.

Jeremoabo precisa de soluções, não de discursos vazios. E a solução passa por trabalho contínuo, fiscalização responsável e união em favor do povo que mais precisa. 

 José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025

ÁGUA É DIREITO, NÃO É PALANQUE: A VERDADE SOBRE A OPERAÇÃO CARRO-PIPA EM JEREMOABO


ÁGUA É DIREITO, NÃO É PALANQUE: A VERDADE SOBRE A OPERAÇÃO CARRO-PIPA EM JEREMOABO


Por José Montalvão


Em tempos de seca, o que a população da zona rural mais precisa é de água na torneira — não de discursos vazios. Em Jeremoabo, algumas críticas têm sido direcionadas ao prefeito Tista de Deda pela distribuição de água por meio de carros-pipa. No entanto, é preciso separar opinião de fato, e política de responsabilidade administrativa.

Criticar é legítimo. Mas criticar sem fundamento legal, sem conhecimento da administração pública ou, pior, de má-fé para confundir o eleitor desinformado, não contribui em nada com o município.

A VERDADE SOBRE A PERDA DA OPERAÇÃO CARRO-PIPA

Jeremoabo perdeu, ainda na gestão anterior, o apoio da Operação Carro-Pipa (OCP), coordenada pelo Exército Brasileiro. Esse programa federal garante abastecimento emergencial de água potável para municípios atingidos pela estiagem, mediante cumprimento rigoroso de exigências técnicas e documentais.

Quando o gestor municipal deixa de:

  • Renovar o plano de trabalho;

  • Atualizar o cadastro no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD);

  • Apresentar laudos da Vigilância Sanitária;

  • Cumprir as exigências da Portaria Interministerial nº 1/2012;

o município é automaticamente excluído da operação.

Não se trata de perseguição política. Trata-se de regra administrativa.

QUEM PAGA A CONTA?

Quando o convênio com a OCP é perdido por omissão, negligência ou incompetência administrativa, as consequências são graves e recaem diretamente sobre a população:

1. Aumento de Custos
Sem o financiamento federal, a prefeitura precisa contratar caminhões-pipa particulares, pagar combustível, manutenção e motoristas com recursos próprios. O que antes era custeado pelo Governo Federal passa a pesar exclusivamente no orçamento municipal.

2. Orçamento Sobrecarregado
Recursos que poderiam ser investidos em saúde, educação ou infraestrutura precisam ser redirecionados para o abastecimento emergencial.

3. Risco de Desabastecimento
Se o município não agir rapidamente com recursos próprios, comunidades rurais ficam sem água potável para consumo humano, cozinhar e higiene básica.

Em resumo: quem sofre é o povo.

RESPONSABILIDADE DO GESTOR

A perda de um convênio essencial por falha documental pode, sim, gerar consequências jurídicas:

  • Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992), quando há omissão que cause dano ao erário ou prejuízo à população;

  • Crime de Responsabilidade, conforme o Decreto-Lei nº 201/1967;

  • Possível obrigação de ressarcimento ao erário e sanções políticas.

Além disso, cabe à Câmara Municipal fiscalizar, requisitar documentos e, se necessário, instaurar comissão de investigação.

A pergunta que fica é: quem hoje critica tomou alguma providência legal quando o município perdeu o convênio? Houve denúncia formal? Representação ao Ministério Público? Pedido de investigação? Ou apenas silêncio?

A REALIDADE ATUAL

A conta chegou — mas não foi criada pela atual gestão.

O prefeito Tista de Deda assumiu um cenário em que o município já não contava com o apoio da Operação Carro-Pipa. Diante disso, para não deixar o povo sem água, a alternativa foi assumir o custo com recursos próprios.

Isso não é falha. É responsabilidade.

O gestor que, diante da crise, cruza os braços comete omissão. O que age para garantir o abastecimento cumpre seu dever constitucional de assegurar o mínimo existencial à população.

ÁGUA NÃO É FAVOR, É DEVER DO ESTADO

O acesso à água potável é direito fundamental ligado à dignidade da pessoa humana. Em regiões castigadas pela seca, a responsabilidade administrativa precisa ser tratada com seriedade técnica, não com disputa política.

Quem quiser responsabilizar eventual gestor por falhas administrativas que o faça nos termos da lei, com base documental e ação formal. O que não se pode é transferir para quem está tentando resolver o problema a culpa de quem o criou.

Em Jeremoabo, a população da zona rural não precisa de narrativas. Precisa de água.

E água não se discute em palanque — se garante com gestão.


 José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025

Enredo sobre Lula atrai desde estreantes no Carnaval a idosos que não pisam na Sapucaí há décadas

 a idosos que não pisam na Sapucaí há décadas

Enredo sobre Lula atrai desde estreantes no Carnaval a idosos que não pisam na Sapucaí há décadas

Por Bruna Fantti/Folhapress

03/02/2026 às 08:24

Foto: Ricardo Stcukert/Arquivo/PR

Imagem de Enredo sobre Lula atrai desde estreantes no Carnaval a idosos que não pisam na Sapucaí há décadas

Lula

Eram 22h quando o ensaio da Acadêmicos de Niterói terminou. Em coro, os foliões cantavam o jingle de campanha que, agora, virou refrão de Carnaval: "olê, olê, olê, olá, Lula, Lula".

Aberto ao público, o ensaio, realizado na região metropolitana do Rio de Janeiro na quarta (28), reuniu, além de integrantes da escola, estreantes no samba e idosos que voltaram à Sapucaí após décadas, movidos pelo enredo em homenagem ao presidente.

É a primeira vez que um presidente em exercício é tema central de um enredo na elite do samba carioca. Getúlio Vargas (1882-1954), por exemplo, já foi tema da Portela, nos anos 2000. Para evitar caracterização de propaganda eleitoral antecipada, a escola adotou medidas como a criação de um grupo de advogados para auxiliar na construção do enredo e orientou os integrantes a se aterem exclusivamente ao samba, em razão das eleições de outubro.

O tema atraiu pessoas que nunca haviam pisado em uma quadra. Luiza Moretzsohn, 60, servidora pública do município de Tramandaí, no Rio Grande do Sul, estava de férias no Rio e decidiu visitar uma escola de samba pela primeira vez. Ela foi acompanhada dos pais, ambos com 89 anos.

"Em função do enredo e por ser apaixonada pelo Lula, vim conhecer a escola. Não vou conseguir desfilar, infelizmente, mas estou de férias e aproveitei para assistir ao ensaio", disse.

"É a primeira vez que estou em uma quadra de samba e estou adorando o enredo. Ele conta a história de um brasileiro que nasceu na pobreza e chegou onde chegou e que, se Deus quiser, irá para o quarto mandato", acrescentou.

Já Paulo Pimentel, 77, é veterano da Sapucaí. Afastado da avenida há 20 anos, decidiu voltar com um grupo de dez amigos. Questionado sobre o motivo do retorno, não hesitou: "Por causa do Lula, claro. Vou desfilar em uma ala. A maior biografia da história do país tem que ser homenageada", afirmou.

Pimentel disse que ajudou a fundar o PT em São Paulo e, em sua avaliação, não houve governo melhor.

Durante o ensaio, alguns integrantes da escola usavam óculos com estrelas vermelhas, em alusão ao partido do presidente, além de leques com fotos de Lula coladas ou impressas. O rosto do presidente também estampava diversas camisetas.

A baiana Vera Quintanilha, 52, afirmou que "a homenagem é digna, já que Lula ajudou muito os pobres". Também da ala de baianas, Ângela Lobo, 73, disse ser "gratificante saber que está participando de um enredo em homenagem ao Lula". Para ela, não há dúvidas de que a escola vencerá, "até pelo refrão fácil de cantar e porque todo brasileiro deveria torcer pelo país e pelo presidente que sempre fez de tudo para diminuir a desigualdade. ‘Tem filho de pobre virando doutor’, isso é formidável. Eu adoro", disse, cantando um trecho do samba.

Integrante da bateria, Ricardo Sampaio, 37, afirmou que Lula conquistou seu coração e seu voto pelo posicionamento adotado diante do tarifaço imposto pelos Estados Unidos.

Tietado com pedidos de fotos, o trompetista Fabiano Leitão, conhecido por tocar a marcha fúnebre durante entrevista do ex-presidente Jair Bolsonaro, também participou do ensaio. Ele vai desfilar em uma ala e disse que foi convidado pelo presidente da escola, Wallace Palhares, que também é professor de história.

"O Wallace Palhares é um professor que está mudando a história do Carnaval do Brasil. Vamos falar sério: um cidadão que tirou o Brasil duas vezes do mapa da fome, por que nunca foi homenageado até hoje? Um professor de história está corrigindo o rumo da história", opinou o músico, que carregava o trompete.

Com o enredo "Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil", a escola pretende abordar a trajetória de vida de Lula, da infância em Pernambuco à mudança para São Paulo e à atuação sindical, sem aprofundar a carreira política.

O presidente ainda não confirmou se irá à Sapucaí. Existe a possibilidade dele acompanhar o desfile no camarote da prefeitura do Rio, ao lado do aliado Eduardo Paes (PSD).

Técnicos do TCU (Tribunal de Contas da União) recomendaram veto ao repasse de R$ 1 milhão em recursos federais à Acadêmicos de Niterói. A recomendação depende da chancela do relator Aroldo Cedraz para ser enviada ao Executivo.

O repasse é parte de um patrocínio mais amplo, firmado por meio da Embratur, de R$ 12 milhões às integrantes do Grupo Especial. Cada uma teria direito a R$ 1 milhão, segundo o acordo.

A recomendação veio depois de congressistas do partido Novo questionarem o repasse. De acordo com a manifestação da área técnica do tribunal, obtida pela Folha, a suposta irregularidade pode ferir princípios de impessoalidade, moralidade e indisponibilidade do interesse público. Haveria um desvio de finalidade dos recursos para "promoção de autoridades ou de servidores públicos".

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