
Flávio Bolsonaro aceitou “dar explicações” e foi massacrado
Vicente Limongi Netto
Melancólica e patética presença do cada vez mais encalacrado senador Flávio Bolsonaro no programa GloboNews Mais, nesta quinta-feira. Ficou tonto, repetitivo, nervoso. Apelou. Pediu tempo para respirar.
Julia Duailibi , Octavio Guedes e Malu Gaspar, como deveria ser, apertaram e espremeram o nervoso e arrogante senador do Partido Liberal. Penou. Sofreu. A banca de bonzão foi pro brejo. Tiraram as tripas dele.
DEU VEXAME – Certamente, achou que tiraria de letra todas as perguntas. Deu vexame. Está ficando esmerado em passar vergonha por onde anda. Eleitor não suporta candidato mentiroso. Flávio Rachadinha é um deles. A bola da vez.
Foi hilário quando chamou várias vezes o pai de herói. Ora, um herói às avessas, que debochou da vacina e da pandemia, resultando na morte de700 mil brasileiros. O paizão herói de barro do medonho Flávio é aquele que reuniu embaixadores para afirmar, levianamente, que as urnas das eleições brasileiras não são confiáveis.
Em síntese, o clã Bolsonaro envergonha o Brasil. O DNA é podre. Fede como lixo.
INTEGRAÇÃO – Começou nesta sexta-feira, dia 15, em todo Brasil, a chamada “Semana S” do Comércio. É o maior movimento gratuito de integração e prestação de serviços do país.
As atividades da Semana S mobilizam todos os Estados com uma intensa programação gratuita de qualificação, cultura e serviços promovida pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), Fecomércio, Sesc e Senac. O evento celebra a força do setor com ações de inovação, empreendedorismo, assistência social e atividades artísticas.
É um exemplo que precisa ser seguido por outras entidades representativas do empresariado brasileiro.