segunda-feira, junho 23, 2025

Corrupção no INSS vai do silêncio à crise, com a formação da CPMI


Charge do Fred Ozanan (paraibaonline.com.br)

Pedro do Coutto

O Brasil acompanha com perplexidade o desenrolar de uma das maiores crises já registradas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Com um rombo estimado em R$ 6 bilhões, fruto de esquemas de corrupção e fraudes previdenciárias em larga escala, o episódio já se desenha como um novo marco negativo da administração pública.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada para investigar os desvios promete trazer à luz o que os bastidores do poder vinham tentando silenciar: a continuidade de práticas ilícitas que, embora tenham raízes profundas no governo Bolsonaro, se mantiveram e floresceram durante a atual gestão de Lula da Silva.

ESTRUTURA – É verdade que boa parte do esquema parece ter se estruturado a partir de 2019, em plena vigência do discurso moralizante da antiga administração. Mas seria ingenuidade — ou má-fé — acreditar que a atual gestão possa lavar as mãos diante do escândalo.

O governo Lula, que assumiu com a promessa de restaurar as instituições e proteger os mais vulneráveis, falhou gravemente ao não conter a sangria no INSS. A demissão do presidente do órgão e do ministro da Previdência, Carlos Lupi, é uma tentativa tardia de resposta política, que mais evidencia a dimensão da omissão do que representa, de fato, uma ação corretiva eficaz.

O mais alarmante nesse episódio é que o desvio de recursos não atingiu apenas os cofres públicos em abstrato. Ele impactou diretamente aposentados e pensionistas — justamente o grupo mais vulnerável e que mais confia na rede de proteção do Estado. A promessa do governo de ressarcir as perdas é importante, mas está longe de acalmar os ânimos. Afinal, em um país historicamente marcado pela lentidão dos processos administrativos e judiciais, quem garante que a reparação será rápida, justa e completa?

BANALIZAÇÃO – Há, ainda, um aspecto simbólico perigoso nesse escândalo: o da banalização do crime institucionalizado. O fato de que uma rede criminosa tenha conseguido, ao longo de anos e sob diferentes gestões, operar livremente dentro de uma das maiores autarquias do país, evidencia um colapso dos mecanismos de controle interno. Onde estavam os órgãos de auditoria? Por que os alertas não foram levados a sério antes que os prejuízos alcançassem cifras bilionárias?

O Palácio do Planalto tenta agora adotar a estratégia do “culpado anterior”, concentrando fogo no governo Bolsonaro, cujas políticas de enfraquecimento institucional de fato favoreceram o terreno para práticas ilícitas. No entanto, a narrativa de herança maldita só se sustenta até o ponto em que o novo gestor tem a chance de intervir. E Lula já passou da metade do segundo ano de mandato. Tempo mais que suficiente para identificar irregularidades estruturais e agir com firmeza.

O caso do INSS expõe, mais uma vez, que o Brasil ainda carece de um modelo eficiente de governança pública. A cultura de aparelhamento político das autarquias e a ausência de critérios técnicos na ocupação de cargos estratégicos são terreno fértil para o desvio de conduta. O que deveria ser política pública se transforma, com frequência preocupante, em oportunidade de enriquecimento ilícito para grupos bem posicionados.

RESPONSABILIZAÇÃO – Enquanto isso, o contribuinte, o aposentado e o trabalhador seguem à mercê de um sistema que promete amparo, mas entrega frustração. A CPI pode — e deve — avançar em direção à responsabilização dos agentes públicos envolvidos, sejam eles do passado ou do presente. Mas mais do que isso: é preciso que o escândalo leve à reformulação estrutural do INSS, com mecanismos de controle efetivos, transparência ativa e participação da sociedade civil na fiscalização.

O desafio que se impõe, portanto, não é apenas de punir culpados — embora isso seja urgente. É também de reconstruir a confiança social em uma das instituições mais importantes do pacto civilizatório brasileiro. E, nesse processo, não cabem tergiversações nem desculpas palacianas. O combate à corrupção exige coragem, clareza e, sobretudo, compromisso com o interesse público. Qualquer coisa diferente disso será apenas mais um capítulo da longa novela da impunidade no Brasil.


No Brasil de hoje parece ser mínimo o espaço para a inovação progressista


Tribuna da Internet | Três Poderes demonstram ao Brasil o que é  promiscuidade democrática

Charge do Luscar (Arquivo Google)

Maria Hermínia Tavares
Folha

Se o Brasil melhorou, o povo não percebeu. A mais recente pesquisa Datafolha, publicada por etapas a partir de 13/6, destaca dois fatos especialmente importantes para o governo. O primeiro é a dissociação entre os indicadores econômicos positivos — o crescimento do PIB e a expansão do emprego formal — e o sentimento ambíguo dos brasileiros em face da situação do país e de si próprios, agora e no futuro.

Aumentou o contingente dos que acreditam que, nos últimos meses, as coisas mudaram para pior no Brasil, entendendo embora que para eles tudo continuou igual. Por outro lado, são otimistas as expectativas em relação ao país e ao entrevistado, que vê sua vida melhorando, a despeito de prever que a inflação e o desemprego continuarão em alta e que o poder de compra dos salários encolherá em futuro próximo.

RUIM OU PÉSSIMO – Se avanço houve na macroeconomia, não parece que se tenha traduzido em inequívoca sensação de melhoria pessoal —muito menos em gratidão ao governo, reprovado pela metade dos entrevistados, ou ao presidente Lula, tido como ruim ou péssimo por 40%.

O segundo fato revelado pela sondagem é que o governo, quando comparado ao de Bolsonaro, não se sai muito bem em algumas áreas tradicionalmente valorizadas na agenda da esquerda.

De fato, a parcela dos que consideram que o ex-metalúrgico tem se saído melhor que o ex-capitão é a mesma dos que o consideram inferior a seu antecessor na defesa do meio ambiente, nas políticas de saúde e naquilo que foi o carro-chefe das administrações petistas: o combate à pobreza. À primeira vista, um disparate. Só que não é.

CONQUISTAS SOCIAIS – Entrevistado no programa Roda Viva, da TV Cultura, no dia 16, o pesquisador Felipe Nunes, diretor da Quaest e professor da Fundação Getulio Vargas, observou que os brasileiros já não receiam perder conquistas sociais quando mudam os governos. Para que a mudança ocorresse, foi decisiva a continuidade do Bolsa Família no governo Bolsonaro, rebatizado como Auxílio Brasil.

De certa forma, o êxito de um programa, que torna onerosa a sua reversão —e o transforma em política de Estado—, dilui sua paternidade. Poucos se lembram que o SUS começou no governo Sarney; ou que o Fundeb se originou no Fundef, criado pelo ministro Paulo Renato de Souza, na gestão tucana.

Assim, a pesquisa Datafolha lança luz sobre obstáculos reais enfrentados pelo governo atual e que não se originam apenas em possíveis problemas de comunicação com o público ou de uma real falta de marca própria.

PASSADO E PRESENTE – Realizações do passado não garantem apoio no presente. Já iniciativas de formas mais ousadas de redistribuição —como a proposta de isenção de Imposto de Renda até R$ 5.000, compensada pela tributação dos super-ricos —enfrentam a oposição de interesses entrincheirados no Congresso.

Políticas sociais para além daquelas estabelecidas, como o aumento da atenção especializada no SUS; a melhoria da qualidade da educação; ou o fortalecimento de eficazes sistemas de monitoramento contra a rapina ambiental, custam caro e esbarram em intransponíveis limitações fiscais.

Tudo somado, no Brasil de hoje parece ser mínimo o espaço para a inovação progressista.


Planalto condena ataque dos EUA e vê desafio para próxima Cúpula dos Brics


Imagens de satélite mostram as crateras das seis bombas

Caio Junqueira
da CNN

Autoridades brasileiras disseram à CNN condenar o ataque dos Estados Unidos ao Irã e veem na escalada do conflito um fator de maior projeção para a reunião da Cúpula dos Brics, que ocorrerá nos dias 6 e 7 de julho no Rio de Janeiro.

O Irã e outros países do Oriente Médio – como Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos – e muçulmanos, como Egito e Indonésia, integram o grupo. Além deles e do Brasil, também fazem parte China, Rússia, África do Sul, Etiópia e Índia.

PROBLEMAS GRAVES – A avaliação no governo brasileiro é a de que o ataque tem dois problemas graves: fere a soberania do Irã e viola a recomendação internacional de que não haja bombardeios em bases nucleares.

O episódio, na visão de integrantes do Planalto, faz crescer ainda mais a relevância da Cúpula dos Brics no Rio de Janeiro. A explicação é que, por um lado, o Irã e países da região do conflito e muçulmanos integram o grupo e porque países não muçulmanos têm populações significativas da religião em seus países, como são os casos de China e Índia.

Por outro lado, há nuances que não necessariamente colocam todos esses países em ponto de convergência sobre o assunto. Isso porque Arábia Saudita, Emirados Árabes e Egito são, na visão do governo brasileiro, aliados dos americanos e também não desejam um Irã empoderado na região como potência nuclear.

CESSAR FOGO – A tendência é de que haja defesa de um cessar-fogo, embora não necessariamente se considere que possa haver uma condenação veemente ao ataque americano. No começo da tarde deste domingo, o Itamaraty divulgou nota condenando o ataque.

“O governo brasileiro expressa grave preocupação com a escalada militar no Oriente Médio e condena com veemência, nesse contexto, ataques militares de Israel e, mais recentemente, dos Estados Unidos, contra instalações nucleares, em violação da soberania do Irã e do direito internacional. Qualquer ataque armado a instalações nucleares representa flagrante transgressão da Carta das Nações Unidas e de normas da Agência Internacional de Energia Atômica. Ações armadas contra instalações nucleares representam uma grave ameaça à vida e à saúde de populações civis, ao expô-las ao risco de contaminação radioativa e a desastres ambientais de larga escala”, diz a nota.

FINS PACÍFICOS – O texto diz ainda que “o Governo brasileiro reitera sua posição histórica em favor do uso exclusivo da energia nuclear para fins pacíficos e rejeita com firmeza qualquer forma de proliferação nuclear, especialmente em regiões marcadas por instabilidade geopolítica, como o Oriente Médio”.

“O Brasil também repudia ataques recíprocos contra áreas densamente povoadas, os quais têm provocado crescente número de vítimas e danos a infraestrutura civis, incluindo instalações hospitalares, as quais são especialmente protegidas pelo direito internacional humanitário. Ao reiterar sua exortação ao exercício de máxima contenção por todas as partes envolvidas no conflito, o Brasil ressalta a urgente necessidade de solução diplomática que interrompa esse ciclo de violência e abra uma oportunidade para negociações de paz”.

“As consequências negativas da atual escalada militar podem gerar danos irreversíveis para a paz e a estabilidade na região e no mundo e para o regime de não proliferação e desarmamento nuclear”, complementa.


Para os idiotas da objetividade, Tarcísio de Freitas é um perigo para o futuro do PT

Publicado em 22 de junho de 2025 por Tribuna da Internet

Tarcísio humilhou a comunidade árabe, diz ministro de Lula | O TEMPO

Tarcísio com a bandeira de Israel na festa dos evangélicos

Claudio Dantas

Tarcísio de Freitas postou um vídeo nas redes sociais comentando sobre sua política de industrialização de São Paulo, direcionada à vocação de cada região e integrada ao ensino médio profissionalizante.

“O desenvolvimento e progresso de São Paulo passa pela vocação industrial de cada região do estado. Em políticas e ações que fomentem toda uma cadeia de produção, inclusive na formação de mão de obra, em municípios vizinhos, para que todos saiam ganhando, cada vez mais fortes e contribuindo diretamente no crescimento do estado. É a força que move São Paulo na direção certa!”

BOLSA-ESTÁGIO – Enquanto Lula tenta comprar consciências da nossa juventude com o Pé-de-Meia, o governador de São Paulo implementa uma política de bolsa-estágio, remunerando o estudante que já deseja aprender uma profissão enquanto termina seus estudos.

A depender da área escolhida, o valor da bolsa pode ir de R$ 650 a R$ 1000. Caso se destaque, o estudante concluirá o ensino médio já com uma profissão. Associar ensino à mercado de trabalho é uma fórmula de sucesso, mas soa como crime na cabeça do esquerdista.

O vídeo de Tarcísio foi retuitado pelo economista Paulo Nogueira Batista Júnior, ligado às gestões Lula e Dilma, com a frase: “Vcs estão conscientes do perigo?”.

PERIGOS DE TARCÍSIO – Os comentários nas postagens revelam a mentalidade da turma e as conclusões a que chego são de que:

1) Periga Tarcísio estabelecer uma relação direta com a massa trabalhadora, que chutará a bunda dos sindicalistas pelegos que infestam São Paulo e a nação; 2) Periga os alunos conseguirem trabalho logo cedo, esvaziando as salas do ensino superior nas universidades públicas e institutos federais, laboratórios de doutrinação; 3) Periga o jovem entender rapidamente que o trabalho dignifica e que viver de auxílio do Estado é humilhante e uma ferramenta de controle social e compra de voto. 4) Periga o estudante enxergar o caminho da prosperidade, descobrir que o Estado é seu inimigo, pois rouba sua riqueza em impostos para bancar a vida de uma elite vagabunda.

De fato, Tarcísio representa um perigo para essa gente atrasada que, no fundo, odeia o Brasil.

NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Excelente artigo enviado por Mário Assis Causanilhas, extraído de claudiodantas.com.br. Mostra que Tarcísio está se consolidando como a grande esperança de libertar o Brasil do jugo de Lula e do PT, para ser administrado de uma forma mais técnica e planejada, que vise ao desenvolvimento do país e evite a perpetuação dos petistas no poder. (C.N.)

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Defesa de Anderson Torres aposta em recuo do ex-comandante do Exército


Tribuna da Internet | Category | Geral

Freire Gomes “inventou” a presença de Torres em reuniões

Eduardo Barretto
Estadão

A defesa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, réu na ação do golpe que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), está confiante de que o general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, vai recuar nas acusações feitas contra Torres. A avaliação é que Freire Gomes não conseguirá detalhar as suspeitas contra Torres. A pedido do ex-ministro, os dois farão uma acareação no STF na próxima terça-feira, 24.

Nesse procedimento, pessoas que deram versões conflitantes em um processo judicial ficam frente a frente para esclarecer os fatos. Freire Gomes disse que Torres participou de reuniões de teor golpista, o que o ex-ministro rechaça. A principal aposta da defesa de Torres é porque o ex-comandante atenuou sua versão durante o depoimento ao STF.

SERÁ AO VIVO – Na terça-feira, 17, o ex-comandante do Exército solicitou ao STF que a acareação com Torres acontecesse por vídeo. Alegou que o deslocamento de Fortaleza, onde mora, até Brasília seria “excessivamente oneroso”. O general tem um salário de R$ 38 mil mensais. Um dia depois do pedido, contudo, Freire Gomes recuou: informou que irá à Corte.

A principal aposta da defesa de Torres se baseia no fato de que o ex-comandante atenuou sua versão durante o depoimento ao STF.

Em 2024, o general disse à Polícia Federal (PF) que Torres dava “suporte jurídico” à trama golpista no governo Bolsonaro. Também afirmou, na ocasião, que a “minuta golpista” discutida pelo então presidente e comandantes militares era a mesma apreendida pela PF na casa de Torres.

NÃO TEM CERTEZA – No entanto, Freire Gomes, em depoimento ao Supremo no mês passado, como testemunha de acusação, disse não ter certeza se a minuta era a mesma. O general também não detalhou quantas vezes Torres participou das reuniões de teor golpista.

Para mostrar que os documentos são diferentes, a defesa apresentará uma perícia ao STF. A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal.

“A perícia vai demonstrar que a minuta do Google, encontrada na residência do ex-ministro da Justiça, nada tem a ver com a minuta do golpe, supostamente discutida com os comandantes militares”, disse o advogado de Anderson Torres, Eumar Novacki, à Coluna do Estadão.

MINUTA DO GOOGLE – No interrogatório, Torres também se referiu ao documento encontrado em sua casa como “minuta do Google”, ressaltando que o material estava disponível na internet antes da apreensão.

A esse respeito, o ministro Moraes já determinou que o Google informe quem inseriu o ofício na internet.

“Não é a minuta do golpe. Eu brinco que é a minuta do Google, né? Porque está no Google até hoje. Isso foi uma fatalidade. Eu nunca trabalhei isso. O documento era muito mal escrito. Não sei quem fez, não sei quem mandou fazer e nunca discuti esse tipo de assunto”, disse o ex-ministro a Moraes.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O advogado do general Estevam Theóphilo está de bobeira e não pediu acareação com Freire Gomes. A acusação é de que o general Estevam seria a favor do golpe, mas ninguém diz ter certeza a respeito nem há provas nos autos. A informação surgiu porque o general foi chamado por Bolsonaro para ir sozinho ao Palácio da Alvorada, sozinho. Estevam confirma ter ido à reunião e haver saído direto para a casa de Freire Gomes, onde teria relatado a conversa ao comandante. Ao depor, porém, Freire Gomes não confirmou. Disse que não se lembra de Estevam ter ido à sua casa, o que é uma grossa mentira. Como um chefe do Exército pode ter “esquecido” de reunião tão importante, em sua casa, à noite, sem agenda? O que se diz é que Freire Gomes teria ficado furioso por Estevam ter aceitado ir ao Palácio sem lhe pedir autorização. Se ficou melindrado ou não, Freire Gomes erra ao possibilitar a condenação de outro general que ele sabe ser inocente. É difícil acreditar que isso esteja acontecendo. (C.N.)

Teologia da Prosperidade enfrentará nas urnas a Teologia da Libertação

Publicado em 23 de junho de 2025 por Tribuna da Internet

Voto evangélico

Charge do Helio Ribeiro (Arquivo Google)

Merval Pereira
O Globo

Se juntarmos a multidão de milhões de evangélicos reunida na Marcha para Jesus com a pesquisa DataFolha que mostra que a maioria dos brasileiros prefere o trabalho independente a ter carteira assinada, teremos um bom retrato da realidade brasileira.

A esquerda brasileira não entendeu ainda o que se passa na cabeça dos brasileiros de classe média, que procuram um sentido de prosperidade pessoal em seu trabalho e em sua religião.

BOLSONARISTAS – A maioria dos que preferem um trabalho autônomo para ganhar mais é de eleitores do PL, partido do ex-presidente Bolsonaro.

O último censo mostrou que os evangélicos continuam crescendo, e a Teologia da Prosperidade, vendida por pastores menos ortodoxos, encontra mentes ávidas por uma saída do cotidiano de precariedade.

A esquerda brasileira, especialmente o PT, nascida da Teoria da Libertação, não encontrou o respaldo permanente na Igreja Católica e, juntamente com ela, perdeu espaço no seio dos desvalidos.

POLITIZAÇÃO – Da mesma maneira que a Igreja Católica refreou a Teoria da Libertação por sua politização, a politização das igrejas evangélicas está chegando a tal ponto que provoca uma evasão de fiéis para igrejas mais tradicionais, que vendem a espiritualidade em vez da prosperidade inatingível.

A Marcha para Jesus é exemplar de um movimento religioso aparelhado por pastores políticos e políticos populistas que misturam a fé religiosa com objetivos eleitorais.

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Nunes Marques é sorteado para relatar recurso de Bolsonaro contra condenação no STF

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