sábado, junho 21, 2025

Exames mostram que Bolsonaro está com pneumonia, ainda em fase inicial

Publicado em 21 de junho de 2025 por Tribuna da Internet

 dez vezes por dia'

Bolsonaro cancelou a agenda e fez uma bateria de exames

Deu no Diário do Nordeste

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi diagnosticado com princípio de pneumonia viral após passar por bateria de exames na manhã deste sábado (21). A informação é do médico Cláudio Birolini, que acompanha a saúde do ex-presidente. 

Bolsonaro passou mal na sexta-feira (20), quando estava no segundo dia de agenda política em Goiás. Ele cancelou os compromissos e retornou a Brasília. Antes disso, contudo, ele já tinha relatado sintomas. 

SINTOMAS – Segundo o próprio ex-presidente, ele estava com soluços, havia sentido enjoos e tinha vomitado diversas vezes. As informações são do g1.

Segundo Birolini, os exames a que Bolsonaro foi submetido já estavam agendados, mas foram adiantados devido ao estado de saúde do ex-presidente. 

“Tá tudo bem, exceto pelo achado, que provavelmente é uma pneumonia viral em resolução”, afirmou. O ex-presidente deve ser medicado para a doença ainda neste sábado. A

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
 O diagnóstico de pneumonia mostra que a última cirurgia deu certo. Desde a facada, em 2018, a saúde de Bolsonaro é precária. Eles jamais deveria andar a cavalo, de motocicleta ou jet-ski, porque são práticas que forçam o abdômen. Até a transa sexual tem de buscar posição mais adequada. Mas o pior mesmo é Bolsonaro permitir que os eleitores o carreguem nos ombros. Agindo dessa forma, o quadro da saúde dele vai se complicar cada vez mais. Lembrem que a última cirurgia foi delicadíssima, o intestino demorou quase um mês para voltar a funcionar. Dizem que ele está fingindo para ficar em prisão domiciliar, igual ao Maluf e ao Collor. Mas é certo que, ao invés de “imbrochável”, ele logo deve passar a ser “inservível”. (C.N.)


Trump, o Oriente Médio e os riscos de um novo abismo geopolítico


Trump decidirá “em até duas semanas” se osEUA ingressarão na guerra

Pedro do Coutto

Num cenário global cada vez mais instável e complexo, a recente declaração do presidente norte-americano Donald Trump de que decidirá, “em até duas semanas”, se os Estados Unidos ingressarão na guerra entre Israel e Irã, é mais do que uma provocação: é um alerta.

Um aviso de que o tabuleiro geopolítico do século XXI segue sendo manuseado com a mesma ousadia — ou imprudência — que caracterizou os momentos mais tensos da Guerra Fria. O mundo assiste, atônito, enquanto o líder da maior potência militar do planeta transforma a diplomacia em espetáculo e o equilíbrio internacional em aposta.

CONFRONTO – Não é a primeira vez que Trump — em seu segundo mandato, cada vez mais moldado por impulsos e retórica nacionalista — flerta com decisões de alto risco em política externa. Mas nunca, desde a crise dos mísseis de 1962, a possibilidade de um confronto direto envolvendo múltiplas potências nucleares pareceu tão presente.

O conflito entre Israel e Irã, com raízes profundas e implicações regionais de larga escala, já tem sido motivo de preocupação da ONU e de líderes europeus. A entrada dos EUA no campo de batalha, ainda que sob justificativas de “apoio a um aliado estratégico”, representaria uma escalada imprevisível.

A interrogação que paira sobre analistas e chanceleres ao redor do mundo, no entanto, não se limita à decisão americana. A reação de Rússia e China será determinante para o desfecho desse impasse. Ambas as potências têm interesses concretos na estabilidade — ou instabilidade — do Oriente Médio.

INFLUÊNCIA AMERICANA – Moscou mantém laços militares e diplomáticos com Teerã, além de ver em qualquer enfraquecimento da influência americana na região uma oportunidade geopolítica. Pequim, por sua vez, aposta em parcerias comerciais e na segurança energética que passa, inevitavelmente, pela estabilidade do Golfo Pérsico.

Ao insinuar uma decisão tão drástica em prazo tão curto, Trump parece apostar novamente na imprevisibilidade como arma estratégica. É seu estilo. Um estilo que já balançou alianças históricas, rompeu com acordos multilaterais e impôs sanções econômicas à revelia de instituições globais. Mas o palco atual é diferente. O risco não é apenas diplomático: é humanitário, é militar, é civilizacional.

Em uma era em que redes sociais transformam discursos em faíscas e algoritmos amplificam tensões, a ausência de mediação ponderada entre líderes mundiais torna-se ainda mais perigosa. A política internacional não é mais conduzida apenas por tratados e embaixadores, mas por declarações intempestivas e vídeos virais. Nesse ambiente, uma frase mal colocada ou um míssil mal interpretado podem ser o estopim de um desastre.

O pano de fundo dessa ameaça também revela o quanto o mundo mudou — e o quanto permanece o mesmo. As rivalidades entre potências, os conflitos por influência regional e o uso da guerra como instrumento político continuam ativos, mesmo sob novas roupagens. A diferença é que, agora, tudo se dá em tempo real, com bilhões de olhos atentos e pouca margem para correções.

DIPLOMACIA  – A pergunta essencial, portanto, não é apenas se os EUA vão entrar em guerra. Mas se ainda existe espaço, no atual sistema internacional, para que a diplomacia, a racionalidade e o senso de responsabilidade global prevaleçam sobre o ego dos líderes. O destino de milhões pode depender disso.

Enquanto o presidente Trump ensaia mais um ato de sua diplomacia performática, o mundo gira — mas não gira em paz. Gira em torno do medo, da incerteza e da urgência de que a política volte a ser um instrumento de equilíbrio, não de provocação. Porque se as potências decidirem trocar palavras por bombas, não haverá vencedor. Apenas sobreviventes. E, talvez, nem isso.


Encontro dos Revolucionários foi marcado por emoção, forró e pop rock

 

Encontro dos Revolucionários foi marcado por emoção, forró e pop rock

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Encontro dos Revolucionários foi marcado por emoção, forró e pop rockDimas Roque

Os anos passaram, mas o tempo não apagou os laços de amizade forjados em meio à resistência e à esperança. Ontem, o grupo de amigos que se conheceu em 1978, em plena ditadura militar no Brasil, se reencontrou para celebrar uma história que ultrapassa décadas — uma história de coragem, sonho e transformação em Paulo Afonso, na Bahia.


Eles se chamam de "Os Revolucionários", e não é por acaso. Aqueles jovens — meninos e meninas cheios de utopia — ousaram ir contra a corrente. Revolucionaram a cultura e a política de uma cidade que, até então, seguia calada. Criaram a FECUPA – Feira Cultural de Paulo Afonso – que trouxe literatura, teatro, música popular brasileira e a mobilização de uma juventude que acreditava num futuro mais justo. Eles não queriam apenas eventos. Queriam despertar consciências.


E conseguiram. Foram às ruas, exigindo o básico — água tratada para todos, pressionando a EMBASA com força e persistência. Denunciaram o descaso da Chesf, que na época não pagava impostos à cidade. Por meio de suas campanhas, conseguiram incluir o pagamento de royalties — um marco que transformou a economia local. O que antes era invisível passou a ser inadiável.


Ao som da banda Ética e de Luanderson com seu forró de seis cordas, as memórias ganharam vida. Foi como voltar a 1985, quando eles promoveram a eleição mais emocionante da história de Paulo Afonso. Chamados com desdém de "os meninos de calças curtas", foram eles que ousaram enfrentar — e vencer — a estrutura política conservadora que dominava a cidade desde a sua fundação.


Entre risos, abraços e muitas fotos, o ex-prefeito Zé Ivaldo assumiu a palavra. Emocionado, lembrou da importância daquele movimento juvenil e da tentativa constante da direita de apagar seus feitos. “Eles pegaram uma cidade que ocupava o 150º lugar na arrecadação entre os 365 municípios baianos e ajudaram a colocá-la, hoje, na 6ª posição no Ranking de Competitividade dos Municípios”, ressaltou.


O que se viu ontem foi mais do que um reencontro. Foi a prova viva de que os ideais da juventude não envelhecem. Eles continuam revolucionários — nas ideias, na esperança, e na vontade de seguir lutando por uma cidade melhor. Porque quando a história é feita com o coração, ela se eterniza.






















São João em Jeremoabo: Tista de Deda Une Tradição, Modernidade e Inclusão em Nova Experiência

 

São João em Jeremoabo: Tista de Deda Une Tradição, Modernidade e Inclusão em Nova Experiência

Neste São João, a Prefeitura de Jeremoabo, sob a liderança do prefeito Tista de Deda, está implementando uma nova e inovadora experiência para os festejos juninos. A proposta é uma fusão estratégica de tradição, modernidade e inclusão, desenhada para proporcionar uma celebração inesquecível para moradores e visitantes.

Com o crescimento da festa e a grandiosidade de eventos como a Alvorada e o Casamento do Matuto, o espaço tradicional da Praça do Forró se mostrou insuficiente. Diante desse desafio, a gestão municipal planejou meticulosamente cada detalhe da estrutura e da programação, visando garantir uma experiência completa, democrática e inclusiva. A nova estrutura foi cuidadosamente preparada para respeitar o público jeremoabense, os visitantes, a rica cultura local e a própria identidade da cidade.

Um dos maiores desafios enfrentados pelo prefeito Tista de Deda foi a curadoria de uma programação que conseguisse dialogar com diferentes perfis de público sem, contudo, descaracterizar a essência do São João. A solução encontrada foi um cartaz que celebra a diversidade musical. O evento valoriza tanto os talentos dos artistas regionais quanto a presença de grandes nomes do cenário nacional, criando uma grade que harmoniza o forró raiz – pilar da tradição junina – com os ritmos mais populares entre os jovens.

A intenção clara do prefeito é que todos se sintam representados e acolhidos nos festejos. Essa abordagem reflete um compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a celebração da identidade multifacetada de Jeremoabo. O São João de 2025 promete ser um marco, consolidando Jeremoabo como um polo de festividade junina que sabe honrar seu passado, viver o presente e planejar o futuro com responsabilidade e visão inclusiva.

Validade de delação de Cid deve ser discutida no STF em julgamento de réus, avaliam ministros

 Foto: Ton Molina/STF/Arquivo

O tenente-coronel Mauro Cid21 de junho de 2025 | 07:16

Validade de delação de Cid deve ser discutida no STF em julgamento de réus, avaliam ministros

brasil

O STF (Supremo Tribunal Federal) só deve discutir a validade do acordo de colaboração premiada do tenente-coronel Mauro Cid com a Polícia Federal no julgamento dos réus da trama golpista, previsto para o segundo semestre.

A avaliação feita por dois ministros do tribunal ouvidos pela Folha é que a revelação de novas conversas de Cid com um dos advogados do processo, em que o tenente-coronel fala da investigação da Polícia Federal, deve ser analisada com cuidado.

A leitura inicial feita pelos ministros é que o conteúdo das mensagens não é exatamente uma novidade. Em março de 2024, Cid foi preso após a revista Veja revelar gravações em que o militar se dizia pressionado pela PF a delatar o que não sabia e em que fazia críticas ao ministro Alexandre de Moraes.

Depois disso, em três oportunidades, Cid renovou ao STF seus votos de voluntariedade e negou ter sido pressionado. Esse cenário tornaria remota a possibilidade de anulação do testemunho de Cid como prova do processo, ainda que os benefícios do acordo pudessem ser revistos.

O interlocutor de Cid na troca de mensagens revelada nos últimos dias era o advogado Luiz Eduardo Kuntz, defensor do coronel da reserva Marcelo Câmara, ex-assessor de Jair Bolsonaro (PL) e também réu sob acusação de envolvimento na tentativa de golpe.

Moraes determinou na quarta-feira (18) a prisão de Câmara sob a suspeita de tentativa de obstrução de investigação. Segundo o ministro, as mensagens mostram indícios de que Kuntz teria tentado conseguir detalhes dos depoimentos de Cid para interferir no trabalho da Polícia Federal.

“São gravíssimas as condutas noticiadas nos autos, indicando, neste momento, a possível tentativa de obstrução da investigação, por Marcelo Costa Câmara e por seu advogado Luiz Eduardo de Almeida Santos Kuntz, que transbordou ilicitamente das obrigações legais de advogado”, afirmou Moraes.

Kuntz disse ao STF ter sido procurado por Cid para conversar. Os dois mantêm relação de proximidade há anos por praticarem equitação.

O advogado registrou todas as conversas que manteve com Cid nos primeiros meses de 2024 em um documento chamado Auto de Investigação Defensiva Criminal —instrumento regulamentado pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em 2018 para a obtenção de provas que defendam os interesses do cliente.

Ele afirmou à Folha que iniciou o procedimento em setembro de 2023 porque recebia informações fracionadas sobre a investigação. “Quando o Cid começa a falar comigo, eu aproveito que já estou com a investigação instaurada e registro todas as conversas”, disse.

“Esse auto não é muito comum, mas é totalmente previsto e não tem nada de irregular. É previsto, lícito, legítimo, tudo dentro do combinado”, afirmou Kuntz na quarta.

O advogado também destacou que considera “tudo muito atípico”. “Um delator procurar um advogado para desabafar. Eu até achei que podia ser alvo de uma ação controlada dele, com a Polícia Federal, para produzir provas contra o meu cliente”, completou.

Kuntz disse que estava com todo o material pronto desde março de 2024. Ele afirmou que esperou mais de um ano para divulgá-lo porque aguardava um momento oportuno.

“Eu quase juntei isso na [investigação do cartão de] vacina, porque tinha discrepância. Mas eu não queria queimar essa carta na fase de inquérito, não sabia se ia ter denúncia ou não. O momento de apresentar as provas é na acusação formal”, disse.

Integrantes do Supremo suspeitam que Kuntz também tenha sido o interlocutor de Cid nos áudios revelados pela revista Veja em março de 2024. As gravações mostram o militar, em desabafo, acusando a PF de pressioná-lo nos depoimentos e Moraes de já ter pronta a condenação pela trama golpista.

O teor do áudio é semelhante às mensagens trocadas entre Cid e Kuntz. A coincidência das datas também é mencionada por integrantes do STF.

A avaliação interna é que o Supremo já decidiu manter válida a delação de Cid após o militar se retratar sobre a voluntariedade de sua colaboração e negar ter sido pressionado pelos investigadores. É preciso analisar o contexto da conversa para confirmar a validade do acordo, segundo um ministro.

A situação jurídica de Cid é considerada delicada no STF. Uma demonstração foi dada quando Moraes decretou a prisão do militar na madrugada (à 1h) da última sexta-feira (13) e revogou a medida horas depois.

A suspeita levantada pela PGR (Procuradoria-Geral da República) era que Cid planejava sua fuga do país, com o auxílio do ex-ministro Gilson Machado, para evitar o cumprimento de sua possível pena pela trama golpista.

Moraes recuou da prisão pouco depois das 4h. Os policiais federais só souberam da nova ordem quando já estavam na casa de Cid, no Setor Militar Urbano, em Brasília. O tenente-coronel foi alvo de buscas e prestou depoimento à PF.

Cézar Feitoza/FolhapressPolitica Livre

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