segunda-feira, abril 29, 2024

CPI vai apurar denúncias contra prefeito e presidente da Câmara de Lagoa Real por supostos pagamentos para empresas “laranjas”


Na cidade de Lagoa Real, a Câmara de Vereadores pode abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar denúncias contra o prefeito Pedro Cardoso Castro (MDB) e o presidente da casa legislativa Ancelmo Pessoa Ferreira (MDB), o Teozão do Riachão.

Ao site Achei Sudoeste, o vereador Santo Batista de Almeida (PSD), o Santão, informou que há fortes indícios de que a prefeitura teria pago o valor de R$ 347 mil para empresas “laranjas”, de propriedade do presidente da Câmara.

O parlamentar apontou que um dos supostos proprietários de uma das empresas apontadas nas denúncias é uma pessoa humilde, que trabalha como diarista.

“As suspeitas são muito grandes”, afirmou. Empresas de transporte, de material de construção e postos de combustíveis estariam envolvidas nas denúncias.

Batista relatou que há notas emitidas com valores exorbitantes em nome de empresas que nunca prestaram serviço ou fizeram uma obra sequer no município.

O vereador adiantou que, em sua maioria, a Câmara Municipal é a favor que as denúncias precisam ser investigadas. “Já estão com os contratos em mãos e sexta-feira vamos entrar com o pedido de requerimento de abertura da CPI e formação da comissão”, destacou.

Nota da redação deste Blog -  Enquanto isso na Câmara de Vereadores de Jeremoabo, muito barulho e providências nenhuma, a CPI já nasceu morta senão vejamos:

Vereadores de Jeremoabo abrem CPI para investigar prefeito

O suposto esquema teria desviado mais de R$ 3 milhões da prefeitura de Jeremoabo

Publicado quarta-feira, 07 de junho de 2023 às 13:55 h | Autor: Lula Bonfim


https://atarde.com.br/portalmunicipios/portalmunicipiosnordeste/vereadores-de-jeremoabo-abrem-cpi-para-investigar-prefeito-1231694

Nota da redação deste Blog Enquanto isso, a Câmara de Vereadores de Jeremoabo, fez muito barulho e providências nenhuma, a CPI já nasceu morta, senão vejamos a explicação abaixo:

"A Câmara de Vereadores de Jeremoabo, no nordeste da Bahia, instalou nesta terça-feira, 6, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar contratos assinados pelo prefeito do município, Deri do Paloma (PP), que favoreceriam diretamente o seu sobrinho Matheus Fernandes dos Santos. O suposto esquema teria desviado mais de R$ 3 milhões da prefeitura."

A situação da Câmara de Vereadores de Jeremoabo evidencia uma disparidade preocupante entre diferentes órgãos legislativos municipais e suas respostas diante de denúncias de corrupção ou irregularidades. Enquanto a Câmara de Vereadores de Lagoa Real tomou medidas firmes, instalando uma CPI para investigar supostos pagamentos para empresas "laranjas" envolvendo o prefeito e o presidente da câmara, a Câmara de Jeremoabo pareceu não agir com a mesma urgência e determinação diante de denúncias sérias envolvendo o prefeito e seu sobrinho.

Essa omissão por parte da Câmara de Vereadores de Jeremoabo é bastante preocupante, especialmente considerando a gravidade das acusações e o montante significativo de recursos públicos supostamente desviados. A ausência de ação pode minar a confiança da população na integridade e na capacidade do órgão legislativo de exercer seu papel de fiscalização e controle dos atos do poder executivo municipal.

.É essencial que os órgãos legislativos municipais atuem com transparência, responsabilidade e imparcialidade diante de denúncias de corrupção ou irregularidades, garantindo que tais questões sejam investigadas de forma adequada e que os responsáveis sejam responsabilizados conforme a lei. A falta de resposta efetiva diante dessas questões pode comprometer não apenas a credibilidade das instituições, mas também o bem-estar e os interesses da comunidade local.

"Além da Garrafa: Estratégias Eleitorais Além do Álcool"

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RESPONSABILIDADES

ENQUANTO MEMBRO DO MEIO SOCIAL EM QUE VIVEMOS.


A polarização da política em cada eleição, via de regra, trilha sempre o tradicional

caminho do lado partidário, gerando embates sobre a preferência que cada lado

defende, entretanto, acaso o texto de um, seja sobreposto sobre o do lado

antagônico, constata-se que apenas mudam os nomes, pois os conteúdos e

objetivos continuam sendo os mesmos, parecendo até haver uma cartilha pré-

definida, na qual se exige apenas o preenchimento das siglas partidárias e

respectivos nomes dos concorrentes aos cargos eletivos, demonstrando total

incapacidade de criar, afastar-se da velha mesmice, de realmente demonstrar

capacidade para ser diferente dos tradicionais coronéis, já que não apresente nada

de novo, tornando-se mero defensor da velha e tradicional retórica de que serei

diferente, mas incapaz de demonstrar uma proposta inovadora ou apresentar

propósitos imbuídos de estratégias que demonstrem direcionamento para uma

Gestão de Qualidade em um momento futuro, acaso venha a ser eleito.

Não posso acreditar em uma política que tenha como fundamento para conquista de

eleitores, a compra de votos, já que essa não é parte que possa contribuir para uma

boa gestão pública, ao considerarmos que não há almoço grátis, tudo tem o seu

preço, mesmo que esse preço não esteja explícito, isto é fato. Nós, enquanto

membros dessa sociedade, tornamo-nos partes integrantes deste contexto e em

toda sua dimensão, logo, tendo total responsabilidade pelo amanhã que a todos

poderá beneficiar e/ou sacrificar em razão da decisão errada na hora de votar. É

imprescindível que saibamos separar o joio do trigo e votar pela razão, razão essa

que se fundamenta no conhecimento do perfil de cada candidato, seu envolvimento

com as necessidades da nossa sociedade como um todo, o respeito pelo cidadão,

independente da sua tendência na política partidária, agindo com base em seus

direitos constitucionais, demonstrando imparcialidade em tudo o que faz.

Cercar-se de supostos apoiadores em festas e/ou mesas de bares é enganar a si, e

isso é válido para todos, considerando que nesses momentos, sempre vão estar

presentes os velhos e tradicionais oportunistas do “pague que eu bebo”, pois sendo

grátis: vale até injeção na testa. Essa prática precisa ser combatida, por

conseguinte, precisamos chamar os prováveis candidatos para o debate público,

conhecer suas ideias e seus propósitos para implantar uma Gestão de

Qualidade em Jeremoabo, conscientes de que os pontos fracos de cada candidato,

já são conhecidos de todos. Quem se preocupa em lavar roupa suja, permanece

vestindo indefinidamente a mesma roupa, pois essa é a única maneira de se

identificar perante a sociedade que deseja governar, nunca se preocupando em ser

identificado pelas inovações que foi capaz de propor ou promover, para através

delas ser lembrado como alguém que fez diferente pela terra e sociedade da qual

faz parte, demonstrando empatia com o seu meio e entorno. (Mensagem enviada

 através do WhatsApp

Nota da redação deste BlogEleições municipais em Jeremoabo

Entendo que você está discutindo a importância de votar com discernimento, baseando-se no conhecimento sobre os candidatos e suas propostas, assim como seu comprometimento com as necessidades da sociedade e o respeito aos direitos constitucionais. No entanto, você destaca uma preocupação específica com a forma como alguns candidatos estão se apresentando em Jeremoabo, utilizando a oferta de bebidas alcoólicas como parte de sua campanha.

Essa estratégia pode ser preocupante, pois levanta questões sobre a integridade e seriedade dos candidatos, além de potencialmente influenciar os eleitores de maneira inadequada. É importante que os candidatos sejam transparentes em suas propostas e sejam capazes de dialogar sobre questões relevantes para a comunidade, em vez de recorrer a estratégias superficiais ou questionáveis.

Tentarei interpretar sua mensagem com mais clareza para que os menos esclerecidos:

 Eleições municipais em Jeremoabo

1. Perfil dos candidatos

Para fazer uma escolha consciente nas eleições municipais em Jeremoabo, é importante analisar o perfil dos candidatos. Isso envolve verificar sua experiência política, a qualificação e bagagem que trazem para o cargo que almejam. Além disso, é fundamental observar o envolvimento dos candidatos com as necessidades da sociedade. É preciso conhecer se eles têm propostas concretas e soluções realistas para os problemas enfrentados pelo município. Outro aspecto relevante é o respeito pelo cidadão. Os eleitores devem avaliar se os candidatos têm um histórico de tratar o povo com consideração, ouvindo suas demandas e atuando de forma transparente e ética.

1.1. Experiência política

A experiência política dos candidatos é um fator determinante na hora de escolher os representantes municipais em Jeremoabo. É importante conhecer o histórico de cada candidato, sua trajetória política e quais cargos já ocuparam. Aqueles com maior experiência têm mais familiaridade com o funcionamento da máquina pública e como conduzir as demandas da população de forma eficiente. Por outro lado, candidatos novatos podem trazer ideias frescas e uma visão diferente para solucionar problemas antigos. Portanto, é importante considerar a experiência política, mas também levar em conta a capacidade de inovação e renovação dos candidatos.

1.2. Envolvimento com as necessidades da sociedade

O envolvimento dos candidatos com as necessidades da sociedade é um aspecto crucial nas eleições municipais em Jeremoabo. Os eleitores devem avaliar se os candidatos demonstram conhecimento dos problemas enfrentados pela população e se têm propostas concretas para solucioná-los. Além disso, é importante verificar se os candidatos possuem vínculos com organizações da sociedade civil, se participam de ações comunitárias e se estão dispostos a ouvir as demandas da população. O engajamento com as necessidades da sociedade demonstra compromisso e interesse legítimo em melhorar a qualidade de vida do município.

1.3. Respeito pelo cidadão

O respeito pelo cidadão deve ser um requisito primordial na escolha dos candidatos nas eleições municipais em Jeremoabo. Os eleitores devem observar como os candidatos se relacionam com a população, se demonstram empatia, cordialidade e se são acessíveis para ouvir as demandas dos cidadãos. É preciso verificar se os candidatos têm um histórico de atuação transparente e ética, respeitando os direitos dos cidadãos e agindo de forma justa e imparcial. A postura respeitosa demonstra um compromisso genuíno com o bem-estar da população e a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Governo quer meio-termo para desoneração, mas líderes resistem

 

Governo quer meio-termo para desoneração, mas líderes resistem

Por Catia Seabra , Julia Chaib e Victoria Azevedo | Folhapress

Governo quer meio-termo para desoneração, mas líderes resistem
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O governo Lula (PT) quer encontrar até o dia 20 de maio, quando começará em Brasília a Marcha dos Prefeitos, um meio-termo para o impasse sobre a desoneração da folha de pagamentos de empresas e municípios.
 

Defensores de uma solução política para o imbróglio, aliados do presidente, no entanto, vão enfrentar dificuldades no Congresso Nacional. A tentativa de negociar com os prefeitos e também com o Congresso ocorrerá em paralelo a um novo foco de tensão entre os Poderes.
 

A AGU (Advocacia-Geral da União) entrou na quarta-feira (24) com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) para suspender trechos da lei aprovada pelo Congresso que prorrogava até 2027 a desoneração da folha de pagamentos das prefeituras e de 17 setores da economia. O pedido foi acatado de forma monocrática pelo ministro Cristiano Zanin, com efeito imediato.
 

A atitude desagradou aos prefeitos, que contam com o corte na alíquota para ter mais dinheiro em caixa, sobretudo em ano de eleições municipais. Também irritou os parlamentares, que viram na atitude uma interferência numa decisão do Legislativo.
 

Lula, porém, quer ter uma resposta para dar aos chefes dos Executivos municipais que viajarão a Brasília para o evento anual da CNM (Confederação Nacional dos Municípios). Até lá, vão tentar construir uma proposta voltada às prefeituras em consonância entre a equipe econômica e a ala política do governo.
 

As análises sobre uma flexibilização no tema têm como foco atual a desoneração das prefeituras, mas podem incluir também a parte da discussão voltada a empresas.
 

O secretário especial de Assuntos Federativos do governo, André Ceciliano, tem se reunido com representantes de prefeitos em busca de uma saída consensual. Segundo ele, estão sendo discutidas propostas. Uma delas fixa um escalonamento a partir de uma alíquota de contribuição previdenciária de 8%.
 

Mas o governo trabalha com uma progressão de índices que vão de 10% a 20%. "Quem tem menor receita corrente líquida paga menos", diz Ceciliano.
 

Uma ideia na mesa é incluir a solução que for negociada em um projeto de lei de autoria do deputado José Guimarães (PT), líder do governo na Câmara.
 

Um cardeal do centrão diz que é necessário dar uma resposta à insatisfação política com o tema. Segundo ele, há uma discussão entre líderes para acelerar a tramitação de algum projeto que trate da desoneração -um que já tenha sido apresentado ou até mesmo um novo texto.
 

Ele diz que poderá ser votado um requerimento de urgência (que acelera o trâmite de matérias na Casa) na segunda semana de maio para, em seguida, aprovar a matéria.
 

Já deputados governistas dizem que o Executivo tem que usar os instrumentos que pode para tentar conter as despesas e que cabe também ao Congresso ter responsabilidade com as contas públicas do país.
 

Um líder da base aliada do petista diz que espera que as queixas diminuam até a Câmara retomar os trabalhos --não haverá sessões nesta semana devido a acordo firmado entre o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), e líderes, em razão do Dia do Trabalhador.
 

Até sexta-feira (26), os ministros Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Flávio Dino, e Edson Fachin, do Supremo, votaram para confirmar a decisão de Zanin de suspender trechos da lei que prorrogou a desoneração da folha de empresas e prefeituras. O julgamento foi interrompido após pedido de vista do ministro Luiz Fux.
 

Os magistrados, porém, podem continuar votando até 6 de maio, quando acaba o julgamento no plenário virtual, o que pode formar uma maioria pró-tese do governo.
 

O governo não pretende recuar da ação no STF, que provocou novos atritos com o Congresso, mas quer reunir os parlamentares em busca de uma solução para o problema.
 

Lula queria ter conversado com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), nesta semana. O encontro, no entanto, acabou adiado. O presidente tentará se reunir com o senador na próxima semana e aproveitará para discutir a questão da desoneração.
 

Pacheco verbalizou na sexta o incômodo dos parlamentares com a posição do governo. Ele criticou o governo e chamou a ação da AGU (Advocacia-Geral da União) -que representa a União-- de "catastrófica".
 

O senador disse que o Congresso foi surpreendido com a decisão do governo federal de acionar o Judiciário e que o erro foi não só técnico mas também político.
 

Segundo admitem aliados de Lula, Pacheco não foi comunicado por Haddad de que a ação seria protocolada na quarta.
 

Embora Haddad já houvesse anunciado a intenção de entrar na Justiça, o presidente do Senado teria ficado contrariado por não ter sido avisado. A ação foi protocolada em paralelo à articulação da entrega de projetos para regulamentar a reforma tributária.
 

Parlamentares criticaram duramente a decisão do governo, afirmando que foi um desrespeito com o que foi deliberado pelo Congresso.
 

A desoneração da folha foi criada em 2011, na gestão Dilma Rousseff (PT), e prorrogada sucessivas vezes. A medida permite o pagamento de alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários para a Previdência.
 

No ano passado, o benefício havia sido prorrogado até o fim de 2027 e estendido às prefeituras. Mas o texto aprovado pelo Congresso foi vetado na totalidade por Lula. Em dezembro do mesmo ano, o Legislativo derrubou o veto.
 

A desoneração vale para 17 setores da economia. Entre eles está o de comunicação, no qual se insere o Grupo Folha, que edita a Folha. Também são contemplados os segmentos de calçados, call center, confecção e vestuário, construção civil, entre outros.

Três pessoas morrem em acidente no interior da Bahia; vítimas voltavam de encontro de motociclistas

 

Três pessoas morrem em acidente no interior da Bahia; vítimas voltavam de encontro de motociclistas
Foto: Reprodução / Redes sociais

Três pessoas morreram neste domingo (28) após um acidente entre duas motocicletas e um carro na BR-110, no interior da Bahia. O caso foi registrado próximo ao município de Ribeira do Pombal e as vítimas retornavam de um evento de motos que ocorreu em Paulo Afonso durante o final de semana.

 

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), duas vítimas foram identificadas como Miqueias Souza de Jesus, de 23 anos, e Igor Santos Alves, de 33.

 

Foto: Reprodução / Redes sociais

 

A terceira vítima é uma mulher ainda não identificada. Ainda conforme a PRF, as vítimas estavam em duas motocicletas de alta cilindrada, e uma delas se partiu ao meio com o impacto da batida.

 

De acordo com as informações iniciais, uma das motocicletas teria colidido com o carro, e a outra capotou e também se envolveu no acidente.

BN/Séculus: José Ronaldo lidera corrida eleitoral em Feira de Santana com 43,95%; Zé Neto chega a 28,72%


Por Gabriel Lopes

BN/Séculus: José Ronaldo lidera corrida eleitoral em Feira de Santana com 43,95%; Zé Neto chega a 28,72%
Foto: Reprodução / Acorda Cidade

Segundo maior colégio eleitoral da Bahia, o município de Feira de Santana já tem definido os dois principais nomes que vão disputar o cargo para a prefeitura em outubro deste ano. O embate entre José Ronaldo (União), ex-prefeito de Feira de Santana por quatro mandatos, e o deputado federal, Zé Neto (PT) deve movimentar o pleito de 2024 na Bahia.

 

Segundo levantamento da empresa Séculus Análise e Pesquisa, em parceria com o Bahia Notícias, Zé Ronaldo aparece na dianteira quando o assunto é a preferência do eleitorado de Feira. A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (29), testa o desempenho dos pré-candidatos em um cenário espontâneo, quando os nomes não são apresentados pelos entrevistadores.

 

Zé Ronaldo chega a 32,36% e é seguido por Zé Neto com 24,71%. Fecha as primeiras posições o deputado estadual Pablo Roberto (PSDB) com 6,75%. A espontânea traz ainda Jhonatas Monteiro (2,93%), Karol Venas (0,13%) e Samaritano (0,13%). Não sabe ou não opinou representa 26,88% do levantamento e nenhum 6,11%.

 

 

Já no cenário estimulado, onde o nome de quatro candidatos foi apresentado, a margem de Zé Ronaldo aumenta e ele chega a 43,95% das intenções de voto na cidade. Na segunda posição aparece o deputado Zé Neto (28,79%), com Pablo Roberto em terceiro lugar (8,79%) e Jhonatas Monteiro fecha com 2,93%. Não sabe ou não opinou soma 6,62% e nenhum 8,92%.

 

 

Quando o assunto é rejeição, o petista Zé Neto aparece na liderança. Questionados em quem não votariam de jeito nenhum em Feira de Santana, 36,43% dos eleitores entrevistados citam o nome do deputado federal. Em seguida, o ex-prefeito Zé Ronaldo é lembrado por 25,61% e Pablo Roberto aparece com 16,43% de rejeição. Já Jhonatas Monteiro soma 8,92%.

 

 

O levantamento feito pela empresa Séculus também perguntou aos eleitores que escolheram o nome de Pablo Roberto, em quem votariam caso o deputado estadual não seja candidato em outubro. Pouco mais de metade dos entrevistados escolheu Zé Ronaldo (50,72%), enquanto Zé Neto tem a preferência de 23,19%. Nenhum soma 23,19% neste levantamento e não sabe ou não opinou chega a 2,90%.

 

 

A pesquisa ouviu 785 eleitores entre os dias 23 a 25 de abril de 2024 e tem margem de erro de 3,5% para mais ou para menos e 95% de intervalo de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob n° BA-07731/2024.

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