sábado, março 02, 2024

Freire Gomes explica à Polícia Federal como conseguiu evitar o golpe militar


Depoimento de general à PF nesta sexta é considerado 'chave' para  esclarecer papel de Bolsonaro nas discussões sobre minuta do golpe | Blog  do Valdo Cruz | G1

Freire Gomes foi convidado a depor como testemunha 

Cézar Feitoza
Folha

O general Marco Antônio Freire Gomes, comandante do Exército no fim do governo Jair Bolsonaro (PL), prestou depoimento por mais de quatro horas à Polícia Federal nesta sexta-feira (1º), na sede da Polícia Federal, em Brasília. Ele não havia terminado o depoimento até a publicação desta reportagem, às 20h02m.

O militar foi intimado a prestar esclarecimentos como testemunha no inquérito que investiga a participação de Bolsonaro, ex-ministros, ex-assessores e militares no planejamento de um golpe de Estado após a vitória de Lula (PT) nas eleições de 2022.

CHAMADO A DEPOR – Fontes militares ouvidas pela Folha afirmam que a Polícia Federal informou o Comando do Exército, como cortesia, que Freire Gomes havia sido chamado a depor. A data foi confirmada após conversas entre o general e os investigadores, já que o militar se encontrava na Espanha em visita a familiares.

Freire Gomes conversou com generais antes do depoimento e afirmou que daria sua versão dos fatos aos agentes da PF. Segundo pessoas próximas, isso envolveria contar que a manutenção dos acampamentos golpistas em frente aos quarteis era uma ordem do ex-presidente e que agiu silenciosamente contra os planos antidemocráticos aventados no Palácio da Alvorada.

Generais afirmaram à Folha, sob reserva, que apesar de confiarem na versão de Freire Gomes, já que eles presenciaram a tensão no fim de 2022, restam dúvidas sobre qual será o entendimento da Polícia Federal a respeito da atuação do militar.

NOTA CRÍTICA – Eles destacam que Freire Gomes assinou, na época, com os ex-comandantes da Marinha e Aeronáutica nota em tom crítico ao Judiciário e amistosa com os bolsonaristas que pediam um golpe militar — fato citado em relatório da Polícia Federal que pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) buscas contra Bolsonaro e outros investigados.

O ex-comandante foi citado nas investigações também por ter participado de uma reunião no Palácio da Alvorada, em 7 de dezembro de 2022, na qual Bolsonaro teria apresentado uma minuta de decreto para promover um golpe de Estado.

Um dos elementos colhidos pela PF foi um áudio enviado pelo tenente-coronel Mauro Cid ao ex-comandante, dois dias após a reunião.

ÁUDIO REVELADOR – “O presidente tem recebido várias pressões para tomar uma medida mais, mais pesada, onde ele vai, obviamente, utilizando as Forças, né? Mas ele sabe, ele ainda continua com aquela ideia que ele saiu da última reunião, mas a pressão que ele recebe é de todo mundo. Ele está… É cara do agro. São alguns deputados, né? É né… Então é a pressão que ele tem recebido é muito grande. E hoje o que que ele fez hoje de manhã? Ele enxugou o decreto né? Aqueles ‘considerandos’ que o senhor viu e enxugou o decreto, fez um decreto muito mais é resumido, né?”, disse Cid em trecho da mensagem de áudio.

Como mostrou a Folha, Freire Gomes vivia no fim de 2022 entre as pressões golpistas de Bolsonaro e militares e o luto pela morte de sua mãe, Maria Freire Gomes. Em dezembro daquele ano, o general chegou a se afastar do cargo por uma semana para acompanhar os últimos momentos com Maria.

Militares aliados de Bolsonaro usaram o afastamento de Freire Gomes para criticá-lo e acusá-lo de falta de firmeza — já que, no momento em que ele deixou Brasília, era discutido o um plano para um golpe de Estado.

ALTO COMANDO VETA – A crise militar e o luto fizeram Freire Gomes submergir, segundo generais ouvidos pela Folha. As conturbações foram apresentadas pelo ex-comandante como justificativa para entregar o cargo antes da posse de Lula.

A posição da maioria do Alto Comando do Exército contra o golpe, porém, já estava consolidada — e foi repassada por Freire Gomes para Bolsonaro e aliados que queriam reverter o resultado da eleição de Lula, ainda segundo fontes militares.

“A culpa pelo que está acontecendo e acontecerá e [sic] do Gen FREIRE GOMES. Omissão e indecisão não cabem a um combatente”, escreveu o general Walter Braga Netto em mensagem encontrada pela Polícia Federal. Braga Netto, ex-ministro e ex-candidato a vice de Bolsonaro, ainda chamou o chefe militar de “cagão”.

NO COMANDO – Freire Gomes assumiu o Comando do Exército em 31 de março de 2022 —aniversário do golpe militar de 1964. Para ocupar o principal posto da Força, ele decidiu recusar um acordo preestabelecido para que fosse nomeado ministro do STM (Superior Tribunal Militar).

No comando, teve momentos de aproximação e distanciamento de Bolsonaro. Em agosto de 2022, Dia do Soldado, por exemplo, o general afirmou em evento com o então presidente que “notícias infundadas e tendenciosas” não poderiam manchar a imagem da Força.

O discurso foi lido como um aceno à pauta crítica à imprensa promovida por Bolsonaro.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Agora, temos de aguardar os vazamentos, para saber o que realmente Freire Gomes relatou. Se deve ser considerado um herói que evitou o golpe ou um traidor que não teve coragem de concretizá-lo(C.N.)


Freire Gomes, general herói ou traidor, revela os principais detalhes do golpe

Publicado em 2 de março de 2024 por Tribuna da Internet

Em mensagem, Braga Netto ataca ex-comandantes do Exército e Aeronáutica por não aderirem ao golpe: "cagão"

Nessa mensagem, Braga Netto chama Gomes de “cagão”

Carlos Newton

O general Marco Antonio Freire Gomes, ex-comandante do Exército no final do governo de Jair Bolsonaro, depois nesta quarta-feira na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, na condição de testemunha.

Quando afirmamos aqui na Tribuna da Internet que o chefe militar precisava ser ouvido o mais rápido possível, para a opinião pública saber se ele se comportou com um herói ou como traidor do golpe, o oficial estava de férias na Espanha. Mas abreviou a viagem para prestar o depoimento.

O GENERAL ERRADO – Ainda não se sabe se a conspiração era liderada por Bolsonaro ou pelo núcleo duro do Planalto, formado por Braga Netto, Augusto Heleno e Mauro Cid, porque o general Eduardo Ramos parece ter sido escanteado, ninguém fala na possibilidade de envolvimento dele, que nem está sendo investigado.

Quando foi convocado para assumir o comando do Exército e passou a ser a peça-chave da conspiração do golpe que não houve, Freire Gomes era tido como ferrenho opositor a Lula da Silva.

Mas isso não representava a menor novidade, porque na corporação a coisa mais difícil é encontrar um oficial simpático a Lula. Aliás, se existir algum, é praticamente impossível identificá-lo, porque ele tem de fingir ser antilulista, para não se prejudicar na carreira.

Escolher Freire Gomes foi um erro de avaliação de Bolsonaro e/ou do núcleo duro, porque na hora da verdade, o general mostrou ser mais legalista do que golpista e levou o Alto Comando a rejeitar a conspiração.

DUAS HIPÓTESES – Há muitas dúvidas sobre o que realmente aconteceu. O comandante do Exército pode ter dado corda aos golpistas e informado passo a passo ao Alto Comando. Se assim fez, estrategicamente, isso evidenciaria uma situação.

Mas Freire Gomes pode ter apoiado inicialmente o golpe e depois refluído, ao perceber que não se tratava de evitar a posse de Lula, mas na verdade de criar uma tempestade ideal para implantar nova ditadura militar e destruir a democracia. E esta seria uma segunda situação.

Na verdade, não importa se o comandante Freire Gomes se infiltrou ou se traiu a conspiração. O importante é que se deve a ele, com sua autoridade no Alto Comando, a posição legalista do Exército, que impediu a derrubada de Lula.

MUITAS DÚVIDAS – Agora, é preciso eliminar as dúvidas. Acusado de ser o único quatro estrelas da ativa a apoiar o golpe, o general Estevam Theóphilo, então chefe do Comando de Operações Terrestres, nega (Coter) ter participado da trama golpista.

Em seu depoimento, Theóphilo teria afirmado que cumpriu ordens do então comandante Freire Gomes, ao se encontrar com Bolsonaro no Palácio da Alvorada, em dezembro de 2022, após a derrota eleitoral.

Seu advogado diz que o general Theóphilo “nunca cogitou, nunca participou, nunca colaborou, nunca manifestou, nunca influenciou e nunca concordou com nenhum ato ou atitude golpista”. Mas isso não afasta a possibilidade de Freire Gomes ter usado o general Theóphilo para obter informações sobre o andamento da trama.

P.S. – De qualquer forma, essas dúvidas e outras mais serão esclarecidas no decorrer do período, como dizem os meteorologistas. É preciso ter calma e esperar os vazamentos, que logo começarão a acontecer. (C.N.)


Brasil volta ao grupo das 10 maiores economias globais

Publicado em 2 de março de 2024 por Tribuna da Internet


A FÁBULA DO IMBECIL

 

A FÁBULA DO IMBECIL


 


     “Dizem que, numa pequena cidade, um grupo de pessoas se divertia com o "imbecil" local, um pobre coitado, de "pouca inteligência", que vivia fazendo pequenas tarefas e pedindo esmolas.


     Todos os dias, alguns homens chamavam o "estúpido" para o bar onde se encontravam e ofereciam-lhe para escolher entre duas moedas: uma grande, de menor valor, e a outra menor, valendo cinco vezes mais.


     Ele levava sempre a maior e a menos valiosa, o que era uma risada para todos.


     Um dia, alguém a assistir à diversão do grupo com o homem "inocente", chamou-o de lado e perguntou-lhe se ele ainda não tinha percebido que a moeda maior valia menos e ele respondeu:


     "Eu sei, eu não sou tão estúpido. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia em que eu escolher a outra, o jogo termina e eu não vou mais ganhar moeda alguma."


      Essa história podia terminar aqui, como uma piada simples, mas várias conclusões podemos tirar desta fábula: 

Autoria desconhecida.

https://acentelha-morenope.blogspot.com/


Nota da redação deste Blog - A fábula do imbecil, com sua analogia perspicaz, retrata de forma impecável a situação atual em Jeremoabo, principalmente com a imposição da candidatura do sobrinho do prefeito Deeri do Paloma como pré-candidato a prefeito, contrariando a vontade popular e até mesmo de seus próprios vereadores.

Um retrato da manipulação:

  • Engodo e promessas vazias: A promessa de cinco mil empregos na última eleição, que nunca se concretizou, serve como um lembrete da manipulação e da falta de compromisso com o bem-estar da população.
  • Festas luxuosas e sacrifícios: As bandas caras dos festejos juninos, que contrastam com os salários atrasados dos funcionários, demonstram a priorização de interesses próprios em detrimento do bem-estar dos trabalhadores.
  • Direitos usurpados e perseguição: A falta de valorização dos agentes de saúde, com seus direitos usurpados, e a perseguição aos professores evidenciam o descaso com aqueles que são essenciais para o bom funcionamento da cidade.
  • Cabresto político e incompetência: A máquina municipal lotada com parentes e amigos, muitos dos quais incompetentes ou corruptos, revela a utilização de cargos públicos para fins pessoais e políticos, em vez de buscar o desenvolvimento da cidade.

A falsa escolha:

Assim como o "imbecil" da fábula, o povo de Jeremoabo é apresentado a uma falsa escolha:

  • Aceitar a imposição do candidato do prefeito: Significa perpetuar um sistema de manipulação, nepotismo e descaso com as necessidades da população.
  • Rejeitar a candidatura imposta: Corre o risco de perder os "benefícios" momentâneos, como os pequenos favores e benesses utilizados para comprar o voto popular.

A lição da fábula:

A fábula nos ensina que a ambição desmedida pode levar à perda daquilo que nos sustenta. O povo de Jeremoabo precisa ter consciência de que a escolha do próximo prefeito é crucial para o futuro da cidade.

Um chamado à ação:

É hora de romper o ciclo de manipulação e dizer basta à imposição de candidaturas que não representam os interesses da população. É hora de buscar um futuro melhor, com um líder honesto, competente e comprometido com o desenvolvimento de Jeremoabo.

O futuro de Jeremoabo está em jogo.

#JeremoaboMereceMais
#NaoAoCabresto
#VotoConsciente

Junte-se à luta por um futuro melhor para Jeremoabo!

O XADREZ E A POLÍTICA

O XADREZ E A POLÍTICA

 



Nada se assemelha mais à política que o jogo de xadrez. Começa pela origem. Não se sabe, ao certo, a origem do xadrez. Já foi atribuída a sua invenção aos chineses, aos egípcios, aos persas e até mesmo a Aristóteles e ao Rei Salomão, mas a história não confirma nenhuma dessas lendas. Da mesma forma, em relação à política. Não se sabe quem começou, mas a encontramos em todos os momentos históricos desde os primórdios da humanidade e até mesmo nas páginas bíblicas. Os diálogos de Moisés com o Faraó são belos exemplos de uma negociação política. O jogo de xadrez exige inteligência e o mesmo ocorre na política, onde os menos inteligentes não se destacam e por isso não passam de meros figurantes. E como temos figurantes no jogo político ! No jogo de xadrez as jogadas têm que ser feitas dentro do tempo estabelecido. Na política, também existe um timing e quem não o conhece ou não o respeita, ganha o estigma de perdedor. Tancredo Neves não era um grande administrador, nem estava entre os melhores oradores do Congresso Nacional, mas tinha um timing político perfeito e em consequência disso foi quase tudo o que quis ser na política, menos Presidente, porque daquela vez prevaleceu o timing divino. No jogo de xadrez existe uma previsibilidade de jogadas e o bom jogador prevê a jogada do seu oponente e as próprias jogadas com algumas rodadas de antecedência . Na política, também tem que existir essa previsibilidade e isso faz a diferença entre o bom e o mau político. No xadrez, os objetivos são avançar as pedras, conquistar espaços no tabuleiro, capturar o rei e dessa forma, vencer o jogo. Na política, os objetivos são avançar no terreno adversário, enfraquecer os adversários, conquistar espaços políticos, convencer os eleitores e dessa forma, vencer a eleição. Assim como há semelhanças, há também sensíveis diferenças entre o jogo de xadrez e o jogo político. No jogo de xadrez, cada peça se movimenta de uma maneira diferente, há um número certo de peças e cada uma tem o seu próprio movimento. Na política, não há limite de peças e nem movimento certo. Todas se movimentam em todas as direções, às vezes equivocada e atabalhoadamente. Há peõesque querem se movimentar como torre, bispo, cavalo, dama e até fazem pose de rei. Ao primeiro movimento, aparentemente bem sucedido, se empolgam e se consideram os reis do tabuleiro político. O xadrez prevê a promoção do peão, quando ele atinge a última fila do tabuleiro e é trocado por outra peça, de maior importância, à escolha do jogador , mas estabelece um limite: Não pode ser trocado por outro peão nem pelo rei. Na política também deveria ser assim : o peão só seria promovido depois de alcançar a última fila do tabuleiro e assim mesmo respeitando o rei ou o líder maior, que ele jamais poderá ser. Um ponto que ainda merece ser destacado no jogo de xadrez é que as peças brancas sempre iniciam a partida. Na política, também existem as peças brancas e as peças pretas. A norma deveria ser a mesma, mas não raro, as peças pretas se esquecem disso e querem iniciar a partida, esquecendo-se que as peças brancas sempre têm a precedência, pelas regras do jogo. As semelhanças de todos esses conceitos com a nossa política não são meras coincidências. Temos jogadores despreparados, sem inteligência política, sem capacidade de previsão das jogadas, sem conhecimento das regras do jogo e sem história política, em suma, peões pretos que , arrogantemente, se arvoram em líderes políticos e se esquecendo da limitação dos seus movimentos, tentam, sem sucesso, dar um chequemate no rei. Chegaram à última fila do tabuleiro, foram trocados por outra peça mais importante, mas não chegarão a ser rei, porque esta é também a lei do xadrez da política. . . . ( Alexandre ) - ACENTELHA

Nota da redação deste Blo0g -  O artigo "O Xadrez e a Política" traça uma analogia interessante entre o jogo e a esfera política, destacando como a falta de preparo, inteligência e visão estratégica pode levar ao fracasso. A comparação com a situação em Jeremoabo é bastante pertinente, especialmente no que diz respeito à imposição de um candidato por parte do prefeito Deri do Paloma.

Análise da Situação:

  • Falta de Preparo e Inteligência Política: O artigo menciona "jogadores despreparados, sem inteligência política". No caso de Jeremoabo, observa-se a falta de experiência e qualificação do sobrinho de Deri para o cargo de prefeito.
  • Incapacidade de Previsão das Jogadas: A falta de visão estratégica é outro ponto crucial. O artigo fala sobre "jogadores sem capacidade de previsão das jogadas". Em Jeremoabo, a imposição do candidato pode ter consequências negativas, como a perda de apoio popular e a intensificação da crise na cidade.
  • Desconhecimento das Regras do Jogo e da História Política: O artigo também menciona "jogadores sem conhecimento das regras do jogo e sem história política". No caso do sobrinho de Deri, é possível que ele não tenha o conhecimento necessário para lidar com os desafios da administração pública.
  • Limitação dos Movimentos: A analogia com o xadrez destaca a "limitação dos movimentos" dos peões. O sobrinho de Deri, mesmo ocupando o cargo de prefeito, estará sujeito às decisões e influências do tio, o que limita sua autonomia.
  • Falhas na Administração: O artigo menciona "peões pretos que, arrogantemente, se arvoram em líderes políticos e se esquecendo da limitação dos seus movimentos, tentam, sem sucesso, dar um xeque-mate no rei". Em Jeremoabo, a população está insatisfeita com a gestão do prefeito Deri, principalmente devido à falta de saúde, educação e ao nepotismo.
  • Rejeição Popular: O artigo fala sobre "muitos que já estão começando a pular do barco que já começou a afundar". A imposição do candidato pode levar à perda de apoio popular e à derrota nas próximas eleições.

Conclusão:

A comparação entre o xadrez e a política em Jeremoabo é válida e preocupante. A falta de preparo, inteligência e visão estratégica do candidato imposto pelo prefeito Deri pode levar ao fracasso da sua gestão e à intensificação da crise na cidade. É importante que a população esteja atenta e se mobilize para evitar que isso aconteça.

Possíveis Desdobramentos:

  • Aumento da insatisfação popular com a gestão do prefeito Deri.
  • Crescimento da oposição ao candidato imposto.
  • Mobilização da população para exigir melhores condições de vida.
  • Derrota do candidato imposto nas próximas eleições.

Recomendações:

  • A população de Jeremoabo deve se mobilizar e cobrar do prefeito Deri a reconsideração da sua decisão.
  • É importante que os cidadãos busquem informações sobre os candidatos antes de votar, para evitar escolherem aqueles que não estão preparados para o cargo.
  • A sociedade civil deve se organizar e cobrar dos políticos um compromisso com o desenvolvimento da cidade e o bem-estar da população.

Observações:

  • A situação em Jeremoabo é apenas um exemplo de como a falta de preparo e inteligência política pode levar ao fracasso.
  • É importante que a população esteja atenta e se mobilize para exigir melhores políticos e uma gestão pública mais eficiente.

Fontes:

  • Artigo: "O Xadrez e a Política"

sexta-feira, março 01, 2024

O provérbio "Sapateiro, não vá além de suas chinelas" se encaixa perfeitamente no caso do prefeito Deri do Paloma.

 O provérbio "Sapateiro, não vá além de suas chinelas" se encaixa perfeitamente no caso do prefeito Deri do Paloma. Sua falta de conhecimento e aptidão para discorrer sobre temas além de sua área de expertise, como a cultura, o coloca em uma posição de vulnerabilidade e descrédito.

Ao tentar se apresentar como intelectual, Deri se envolve em situações constrangedoras, como atropelar o português, cometer erros factuais e ser desmentido publicamente. Isso não apenas prejudica sua imagem, mas também contribui para a desmoralização da administração pública municipal de Jeremoabo.

Um gestor público, especialmente em um momento de desgoverno como o que Jeremoabo enfrenta, precisa ter a humildade de reconhecer seus limites e buscar o apoio de profissionais qualificados para cada área. A arrogância e a pretensão de saber tudo, como demonstrado por Deri, são características que apenas aprofundam os problemas e atrasam o desenvolvimento do município.

A nossa previsão de que muitos "pulariam do barco" quando a situação se agravasse se mostra cada vez mais acertada. É natural que, em meio ao caos e à falta de liderança, os aliados busquem se distanciar para proteger suas próprias imagens.

Diante disso, o que resta à população de Jeremoabo é esperar que o "comandante" assuma a responsabilidade por seus atos e busque soluções reais para os problemas do município. A humildade e o reconhecimento de suas falhas são os primeiros passos para que Deri do Paloma recupere a confiança da população e retome o caminho do desenvolvimento para Jeremoabo.

Pontos importantes a serem destacados:

  • A falta de conhecimento cultural do prefeito Deri o coloca em situações constrangedoras.
  • A arrogância e a pretensão de saber tudo prejudicam sua imagem e a da administração pública.
  • A humildade e o reconhecimento dos limites são essenciais para um gestor público.
  • A população espera que Deri assuma a responsabilidade e busque soluções para os problemas de Jeremoabo.
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Conclusão:

O prefeito Deri do Paloma precisa aprender com seus erros e mudar sua postura. A humildade, a busca por conhecimento e a abertura para o diálogo são essenciais para que ele possa liderar Jeremoabo para um futuro melhor.

CNJ pede compartilhamento integral de ação da Faroeste para instrução de PAD contra membros do TJ-BA

 Foto: Sergio Amaral/STJ

Ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ)01 de março de 2024 | 11:31

CNJ pede compartilhamento integral de ação da Faroeste para instrução de PAD contra membros do TJ-BA

Após decisão do ministro Og Fernandes, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) novo compartilhamento integral da ação penal 940, que investiga fatos ligados à Operação Faroeste. O CNJ ingressou com o pedido para utilizar os autos para fins de instrução de processo administrativo disciplinar (PAD) contra membros do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

Em 2020 os desembargadores Gesivaldo Nascimento Britto, José Olegário Monção Caldas, Maria da Graça Osório Pimentel Leal e Maria do Socorro Barreto Santiago; e os juízes de Direito Marivalda Almeida Moutinho, Márcio Reinaldo Miranda Braga e Sérgio Humberto de Quadros Sampaio foram afastados pelo CNJ por desvio de conduta. O CNJ, então, instalou PAD.

No mesmo ano, durante o curso da instrução processual no STJ, o então corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, solicitou o compartilhamento das provas e documentos colhidos durante a investigação criminal para subsidiar, também, os processos administrativos.

Em ato concorrido, Pedro Maia toma posse com discurso limpo em que defende luta contra crime e corrupção

 Foto: Política Livre/Reprodução

Governador Jerônimo Rodrigues entre a ex e o atual chefe do MP baiano01 de março de 2024 | 20:39

Em ato concorrido, Pedro Maia toma posse com discurso limpo em que defende luta contra crime e corrupção

EXCLUSIVAS

Numa posse bastante concorrida, à qual acorreu a elite do mundo político e jurídico baianos, o promotor Pedro Maia tomou posse esta noite (01/03) como procurador geral de Justiça do Estado da Bahia, na sede do Ministério Público Estadual, no CAB, com um discurso relativamente curto, limpo e de poucos recados, em que defendeu o papel da instituição na tarefa de tornar a Bahia mais justa, igualitária e solidária e de encampar a luta contra o crime, a corrupção e a impunidade.

Depois de lembrar que assumia o cargo depois de cinco pleitos consecutivos, nos quais sempre figurou como o mais votado para comandar o MP (mas só foi escolhido agora), ele disse que sua gestão se baseará no diálogo e transparência na relação com a sociedade e dará continuidade ao trabalho de pacificação da entidade, conquistado na gestão da antecessora, a procuradora Norma Angélica, na qual teve papel ativo.

Como novidade, anunciou a adesão formal do MP à Agenda Ambiental 2030, enfatizando o compromisso da nova gestão com a sustentabilidade. O governador Jerônimo Rodrigues (PT), que o escolheu para a chefia do MP numa lista em que foi o único eleito pela instituição, fez questão de falar antes do empossado como uma forma de deferência a ele, observando que a sua juventude e inteligência dariam conta da responsabilidade de oxigenar a instituição.

Dirigindo-se a Norma Angélica, que foi escolhida pelo então governador Rui Costa (PT), mas fez questão de praticamente só dirigir elogios a Jerônimo, para quem, inclusive, puxou palmas, o governador destacou seu papel no aperfeiçoamento do MP e no que chamou de momentos difíceis, como a epidemia de Covid 19 e a tentativa de golpe perpetrada por setores ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“O MP e o sistema de Justiça têm o meu apoio”, declarou Jerônimo. Em seu discurso, a ex-chefe do MP fez questão de destacar que entregava um órgão pacificado e altivo, cujas várias pautas foram atendidas em sua gestão. Várias autoridades e políticos compareceram à solenidade, entre os quais deputados federais, estaduais, vereadores e os senadores Jaques Wagner (PT), Otto Alencar (PSD) e Angelo Coronel (PSD), e o ex-PGR Augusto Aras.

Política Livre

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