domingo, junho 25, 2023

Agências que “contratam” o filho de Lira receberam R$ 34 milhões em dois anos

Publicado em 25 de junho de 2023 por Tribuna da Internet

Malu Cavalcante, Arthur Lira Filho e Ana Magalhães, sócios da Omnia360º. Arthur é filho do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira

Lira Filho com a sócia Malu e a gerente Ana Magalhães

Rodrigo Rangel
Metrópoles

Arthur Lira Filho, 23 anos, sonha em ser chef de cozinha. Maria Luiza Cavalcante, 25 anos, vende biquínis, maiôs e correntes banhadas a ouro. Arthur, como o nome sugere, é filho de Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados. Maria Luiza, ou Malu, é filha de Luciano Cavalcante, faz-tudo de Lira que virou alvo, recentemente, de uma investigação da Polícia Federal sobre desvios milionários no Ministério da Educação.

Embora não tivessem qualquer afinidade com o ramo de publicidade, em 2021 Arthur Filho e Malu abriram juntos, em Brasília, uma empresa para intermediar contratos de publicidade firmados com o governo federal. Àquela altura, os pais de ambos estavam prestigiadíssimos dentro da máquina da gestão Jair Bolsonaro.

ESTAVAM EM ALTA – Lira, aliado do então presidente da República e chefe do Centrão, a porção fisiológica do Congresso à qual o governo havia se rendido, tinha acabado de ser eleito presidente da Câmara. Luciano, principal assessor e homem de confiança dele desde o início da carreira política em Alagoas, circulava desenvolto por alguns dos gabinetes mais importantes da Esplanada dos Ministérios.

Ainda que nem Arthur nem Malu tivessem experiência no mercado, a empresa que eles abriram, batizada de Omnia360º, já começou fazendo sucesso. Lira e Luciano abençoaram pessoalmente o negócio. Os dois estiveram na festa de lançamento da firma, para a qual foram convidadas figuras da área de publicidade do governo que se tornariam chaves para a Omnia360º deslanchar.

A partir dali, estava claríssimo para quem decidia o rumo das verbas federais de comunicação: atender a Omnia significava agradar a Arthur Lira pai.

SUCESSO IMEDIATO – Deu muito certo. E os números atestam o sucesso meteórico. Em 2021, ano de criação da firma (e da chegada de Lira ao comando da Câmara), e em 2022, o último do mandato de Bolsonaro, empresas representadas pela Omnia360º faturaram alto em contratos fechados para veicular propaganda do governo federal.

Planilhas obtidas pela coluna mostram que apenas três dessas empresas receberam nada menos que R$ 34,8 milhões, o que rendeu polpudas comissões para a firma recém-aberta pelos dois jovens.

A Omnia360º funciona como uma espécie de corretora de publicidade. Ela não recebe diretamente dos cofres do governo, mas cumpre a tarefa de atrair verbas para veículos de comunicação interessados em ganhar dinheiro exibindo propaganda oficial.

TÊM PERCENTAGEM – Por isso, a empresa fica com uma parcela dos valores que saem das agências contratadas para fazer a publicidade governamental e vão para esses veículos escolhidos, sejam eles rádios, TVs, sites ou empresas que veiculam propaganda em outdoors ou painéis eletrônicos em lugares com grande circulação de pessoas. A comissão para quem faz a intermediação – como é o caso da Omnia – costuma girar em torno de 20%.

A firma de Arthur Filho e Malu Cavalcante representa um punhado desses veículos. Os principais são a Gestão Publicidade e a RZK Digital, especializadas em veicular propaganda em espaços externos, e a OPL, que distribui publicidade na internet.

A Gestão é um caso curioso. A empresa, que gerencia espaços de publicidade em áreas públicas de comunidades carentes, recebeu do governo federal R$ 468 mil em 2020. No ano seguinte, quando a Omnia360º foi criada e passou a representá-la em Brasília, o valor quintuplicou: passou para R$ 2,6 milhões. Em 2022, seguiu alto em comparação com o período anterior à aliança com a firma dos filhos de Arthur Lira e Luciano Cavalcante.

FATURANDO ALTO – A RZK Digital, por sua vez, nasceu praticamente junto com a Omnia, em 2021. Naquele mesmo ano, faturou R$ 1,7 milhão em verbas federais de propaganda. No ano seguinte, experimentou um salto impressionante: a cifra foi para R$ 9,5 milhões.

A OPL é outro exemplo que ilustra bem o quanto a parceria como a Omnia360º impactou positivamente na atração de publicidade oficial. O grupo foi de pouco mais de R$ 1 milhão em 2020 para R$ 10 milhões em 2021 e 8,2 milhões em 2022 – ou seja, depois que a Omnia foi aberta e passou a representá-la, a empresa garantiu nada menos que R$ 18,2 milhões em verbas federais.

Arthurzinho Lira e Malu Cavalcante funcionam como pontas de lança da empresa na área institucional. Como eles não tinham qualquer experiência no ramo, chamaram para a sociedade a publicitária Ana Magalhães, escolada na área de propaganda governamental – por muitos anos, ela cuidou dos contratos de publicidade do Ministério da Saúde, que se tornou um feudo do PP, o partido de Arthur Lira, durante o governo de Michel Temer (na foto que abre esta reportagem, Malu, Arthurzinho e Ana posam na sede da Omnia).

ANA É GERENTE – A Ana cabe a missão de cuidar, na prática, do dia a dia da Omnia. Arthur e Malu são os responsáveis apenas por abrir portas. O filho do presidente da Câmara, por exemplo, tinha por hábito representar a empresa em reuniões com altos funcionários de ministérios e estatais. Entre os órgãos nos quais a Omnia360º conseguiu emplacar seus veículos parceiros estão o próprio Ministério da Saúde, como mostrou nesta sexta-feira o jornal Folha de S.Paulo e o Ministério da Cidadania. A lista inclui ainda empresas públicas como a Caixa Econômica Federal. A existência da sociedade entre o filho de Arthur Lira e a filha de Luciano Cavalcante foi revelada em julho de 2021 pelo site Congresso em Foco. Até agora não se sabia, porém, da extensão nem dos valores dos contratos intermediados por ela.

COMISSÃO GORDA – Considerando apenas os valores recebidos pela OPL, pela RZK e pela Gestão, a empresa que tem Arthurzinho Lira como sócio recebeu a título de comissão algo próximo a R$ 7 milhões, a julgar pelo percentual adotado no mercado para remunerar serviços de intermediação como o da Omnia.

A relação umbilical entre Arthur Lira e Luciano Cavalcante, os pais de Arthurzinho e Malu, ganhou mais notoriedade a partir da Operação Hefesto, deflagrada pela Polícia Federal no início de junho para apurar suspeitas de desvios de recursos destinados pelo Ministério da Educação para a compra de kits de robótica.

Ao longo da apuração, os policiais chegaram a um casal ligado ao esquema que fazia entregas de dinheiro vivo em Brasília e em Alagoas. Entre os endereços visitados pelo casal, como mostrou o Metrópoles, está uma sala comercial ocupada na capital alagoana que era ocupada por Luciano Cavalcante, pai de Malu e faz-tudo do pai de Arthurzinho Lira.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Excelente reportagem. Mostra que o filho de Arthur Lira é mais um fenômeno nos negócios, de fazer inveja aos rebentos de Fernando Henrique Cardoso, Michel Temer, Lula e Bolsonaro. Como cantava a dupla Dom & Ravel, “ninguém segura a juventude do Brasil”.  

O sucesso desses novos empreendedores, seu senso de oportunidade, sua versatilidade empresarial, tudo isso nos deveria encher de alegria, mas na verdade nos traz decepção, desânimo e desgosto. Os pais desses falsos fenômenos não são raposas políticas, mas verdadeiros abutres, que se alimentam da podridão humana. (C.N.)

Um ministro aprovado da maneira como Zanin foi torna-se parte de um conluio

Publicado em 25 de junho de 2023 por Tribuna da Internet

Lula oficializa indicação do advogado Cristiano Zanin para vaga no STF | Partido dos Trabalhadores

Zanin realmente não têm o notável saber que é exigido

Merval Pereira
(O Globo)

Como se sabe, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania é a principal do Senado. É ela que atesta a base legal de qualquer iniciativa parlamentar antes de a matéria ser enviada para decisão do plenário. Como se explica, então, que seu presidente, o senador Davi Alcolumbre, tenha liberado a votação da indicação do advogado Cristiano Zanin para o Supremo Tribunal Federal sem que a sabatina tivesse sido encerrada?

Somente com o desprezo com que os senadores tratam, e não é de hoje, as sabatinas dos candidatos ao Supremo, que, em tese, são uma das tarefas mais importantes que têm pela frente nos oito anos de mandato. Nada justifica tamanho descaso, mas o fato demonstra que os senhores senadores não atribuem à sabatina a relevância que ela tem.

TORNAM-SE CÚMPLICES – Não é apenas o presidente da República quem indica o novo integrante do Supremo, mas também o Senado, que, ao aprová-lo, é corresponsável pela indicação. Se o fizerem sem o devido rigor, os senadores se tornam cúmplices de uma ação que mascara a democracia, fazendo com que sua mera formalização a desidrate, perdendo o vigor necessário para o pleno funcionamento.

Um ministro do Supremo que é aprovado da maneira como Zanin foi torna-se parte de um grande conluio, implícito na maneira “amigável” como foi tratado. Não se exigem grosserias, mas rigoroso escrutínio que garanta à sociedade que não existe a possibilidade de troca de favores.

No caso de Zanin, havia outro ingrediente político delicado: o interesse suprapartidário em fortalecer o advogado que ajudou a desmoralizar a Operação Lava-Jato, “estancando a sangria”, como pedia Romero Jucá.

DESCARADAMENTE – O mais espantoso é que não tenham receio da repercussão, que façam uma coisa dessas com uma sem-cerimônia transmitida ao vivo pela televisão. O valor do questionamento dos senadores é, nesses casos, irrisório, apenas formalização de exigências legais. Assim como o tal “notório conhecimento jurídico”, critério que Cristiano Zanin não preenche.

Ou melhor, preenche como qualquer advogado entre os milhares que o Brasil forma anualmente, sem que seja reconhecido profissionalmente entre os melhores ou que tenha títulos de estudo e experiência profissional em cargo de importância no Estado, como Advocacia-Geral da União ou Ministério da Justiça, para citar apenas dois.

Quanto à impessoalidade, é impossível aceitar que esse critério constitucional tenha sido preenchido na indicação de Zanin, pois a única razão para tal é a proximidade do advogado com o presidente da República.

LEMBRANDO SOBRAL – Aqui é sempre bom lembrar o grande jurista Sobral Pinto, que recusou uma oferta do então presidente Juscelino Kubitschek para indicá-lo ao Supremo depois de tê-lo defendido exitosamente num processo político delicado. Preferiu recusar, pois, se alguma vez votasse contra o presidente, seria considerado um traidor e, quando votasse a favor, estaria pagando uma dívida.

Decidindo indicar um ministro do Supremo baseado apenas na lealdade pessoal, o presidente Lula abriu mão de uma de suas qualidades mais equivocadamente ressaltadas: ter nomeado para o Supremo juízes independentes.

O próprio presidente se encarregou de desmontar a aparência de estadista quando disse que se arrependeu das indicações anteriores, enquanto cita o ministro Ricardo Lewandowski como exemplo a seguir.

RECIPROCIDADE – O arrependimento significa que Lula, ao indicar ministros do Supremo Tribunal Federal, esperava deles uma reciprocidade pessoal que não cabe numa democracia.

Seria normal que esperasse um comportamento progressista nas votações em temas de valores sociais, como aborto ou casamento gay. Ou conservador, no caso de Bolsonaro. Essas são questões que traduzem um alinhamento ideológico com o presidente compatível com a democracia.

Mas não é aceitável um comprometimento pessoal que livre o presidente, ou seus ministros, de punição por crimes ou irregularidades administrativas.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Importantíssimo o artigo de Merval Pereira. Preciso, conciso e objetivo. Um primor. (C.N.)


sábado, junho 24, 2023

JEREMOABO TV INFORMA - Padre Ezequiel atrai fiéis em show no encerramento dos festejos juninos de JEREMOABO. 1a atração da noite 24.06.2023.

 

Abuso de poder ou má conduta por parte do prefeito Deri do Paloma ao autopromover-se as custas do dinheiro público

Promoção pessoal explícita às custas do dinheiro público , o prefeito Deri do Paloma utiliza recursos financeiros públicos para promover a si mesmo os seus interesses pessoais de maneira clara e evidente. Isso pode inclui o uso indevido de fundos públicos para fins de autopromoção, como esta campanha publicitária pessoal, usando o palco de uma festa tradicional para fins promocionais com sua imagem oatividade que buscando se beneficiar individualmente em detrimento do interesse coletivo.

Esse tipo de comportamento é considerado antiético e ilegal de acordo com a Constituição Federa Art. 37.§1º Em muitas cidades onde a lei é respeitada, existem regras estritas que governam o uso dos recursos públicos, visando garantir que sejam usados exclusivamente para fins de interesse público e não para benefício pessoal de agentes públicos.

A promoção pessoal explícita às custas do dinheiro público é condenada, uma vez que representa uma violação da confiança depositada pelos cidadãos nos funcionários públicos, no presente caso violado pelo prefito e vereadores da situação e no uso adequado dos recursos públicos. A transparência e a prestação de contas são fundamentais para evitar abusos nesse sentido e garantir a integridade do sistema democrático, na defesa dos direitos e na promoção da transparência e da accountability.

Dessa vez o prefeito estrapolou a ética, o bom senso e a moral.

A ética geralmente se refere a um conjunto de princípios que guiam o comportamento moral de uma pessoa ou grupo. O bom senso é uma qualidade que envolve a capacidade de julgar e agir de maneira sensata, prática e prudente. A moral refere-se aos valores e princípios que determinam o certo e o errado, e podem variar entre diferentes culturas e sistemas de crenças.

Espera-se que o Ministério Público diante do arsenal de provas comprovando todos os atos de Promoção Pessoal praticado pelo prefeito, defenda a Constituição, é o minimo que o cidadão espera.


DECISÃO: Pedido de aposentadoria rural é negado por trabalhador ter tido vínculos empregatícios de natureza urbana

 

DECISÃO: Pedido de aposentadoria rural é negado por trabalhador ter tido vínculos empregatícios de natureza urbana

23/06/23 12:09

Crédito: imagem da WebDECISÃO: Pedido de aposentadoria rural é negado por trabalhador ter tido vínculos empregatícios de natureza urbana

A 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) negou a apelação interposta por um homem contra a sentença que julgou improcedente seu pedido de aposentadoria por idade para trabalhador rural. O apelante alegou que a sentença deveria ser reformada porque, segundo o autor, ele cumpriu os requisitos exigidos pela legislação para a concessão desse benefício.

Ao examinar a apelação, o relator, desembargador federal Pedro Braga Filho, destacou que a concessão do benefício pleiteado pela parte autora exige a demonstração do trabalho rural, cumprindo-se o prazo de carência previsto, mediante prova material corroborada com prova testemunhal ou prova documental plena. É também exigido o requisito etário de 60 anos para homens e 55 anos para mulher.

De acordo com os documentos apresentados pelo autor, o requisito de idade mínima foi atendido, pois o requerente contava com idade superior à exigida quando do ajuizamento da ação. O apelante também apresentou como início de prova material a certidão de casamento datada em que consta a profissão de lavrador.

Economia familiar rural descaracterizada - No entanto, há registrado em seu Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) alguns vínculos empregatícios de natureza urbana por tempo considerável dentro do período de carência para a concessão do benefício em questão, o que invalida a única prova material apresentada pelo trabalhador, sua certidão de casamento, observou o relator.

Além disso, a esposa do apelante também tem registros de empregos urbanos, segundo CNIS apresentado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Tais vínculos empregatícios urbanos, do casal, descaracterizam o regime de economia familiar rural, com mútua dependência entre os membros da família, por todo o período de carência, nos termos do art. 142 da Lei 8.213/91”, salientou o magistrado.

Dessa maneira, o desembargador federal votou por negar provimento à apelação e o Colegiado, por unanimidade, acompanhou seu voto.

 

Processo: 1031122-87.2021.4.01.9999

Data do julgamento: 27/01/2023

ME/CB

Assessoria de Comunicação Social¿

Tribunal Regional Federal da 1ª Região  

NEPOTISMO CONFIRMADO: Presidente do TRT-MA vai ter que exonerar esposa de cargo no tribunal com salário de R$ 23 mil

NEPOTISMO CONFIRMADO: Presidente do TRT-MA vai ter que exonerar esposa de cargo no tribunal com salário de R$ 23 mil

jurinews.com.br


Em decisão unânime nesta sexta-feira (23), o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) reconheceu nepotismo praticado pelo presidente do Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão (TRT16), Francisco José de Carvalho Neto. E determinou a imediata exoneração de sua esposa, Liana Maria Valle Viana Carvalho, do cargo de comissão de secretária executiva da Escola Judicial da Corte maranhense. Na folha de maio, a esposa do desembargador recebeu mais de R$ 17 mil, após descontos no rendimento bruto de R$ 23,2 mil.

Composto por ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST), presidentes e vices regionais de Tribunais do Trabalho, representantes do Ministério Público do Trabalho, o CSJT determinou a imediata exoneração da esposa de Francisco José de Carvalho Neto do cargo comissionado e que o caso seja encaminhado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para tomada das providências legais (averiguação da prática de improbidade administrativa e eventuais punições, que podem chegar a perda de cargo).



O CSJT decidiu, ainda, abrir um novo procedimento administrativo para apurar descumprimentos de normas pertinentes ao funcionamento da Escola Judicial, cujo conselho é presidente por Carvalho Neto.

As investigações do CSJT contra o presidente do TRT-MA foram iniciadas em dezembro de 2022, a partir de denúncia anônima feita após a nomeação de Liana Carvalho para o cargo de secretária executiva da Escola Judicial do TRT-16, pelo biênio 2022-2023. Ela havia sido formalmente indicada ao cargo, em abril do ano passado, pela desembargadora Márcia Andrea Farias da Silva, diretora da Escola Judicial do TRT da 16ª Região.

Nota da redação deste Blog - Enquanto isso, em Jeremoabo o prefeito Deri do Paloma desrespeita a Constituição Federal beneficiando todo sua " famiglia" atarvés da prátiac do nepotismo, aproveitando-se   da justiça  que permaneça cega, surda e muda.

Simplesmente um caso vergonhoso!!!


Parabéns José Mário Varjão. " Lembre-se que as pessoas podem tirar tudo de você, menos o seu conhecimento" - .Albert Einstein

 

Só queria entender qual o mistério que impede o prefeito Deri do Paloma colocar um filho de Jeremoabo competente, além de Engenheiro Cícil Pós-Graduado em Licitações e Contratos Administrativos, colocando pessoas leigas, incompetentes, cujo único benefício que vem trazendo para o município é a prática de improbidades, inclusive jogando no lamaçal o nome da administração municpal e consequentemente o nome de Jeremoabo devido a quantidade exorbitante de malversação contra o dinheiro público.

No meu entender só deve ser pelos motivos abaixo expostos:

Política e interesses pessoais: Em um ambiente político, muitas vezes as decisões são tomadas com base em alianças, interesses pessoais e afinidades políticas, em vez de critérios estritamente técnicos. Mesmo que um engenheiro tenha as habilidades e conhecimentos necessários, ele pode ser preterido devido a considerações políticas.

Resistência à mudança: A implementação de reformas e a moralização de uma administração caótica exigem mudanças significativas nos processos existentes, o que pode encontrar resistência de pessoas que se beneficiam do sistema atual. Essa resistência pode dificultar a entrada de profissionais qualificados e bem-intencionados.

Falta de oportunidades: Em alguns casos, pode haver um número limitado de posições disponíveis para profissionais qualificados. Se houver uma competição acirrada ou favorecimento para determinadas pessoas ou grupos, um engenheiro mesmo talentoso pode não encontrar as oportunidades adequadas.

Complexidade dos problemas: A moralização de uma administração caótica é um desafio complexo e multifacetado. Não é apenas uma questão de ter um profissional qualificado, mas também de enfrentar questões sistêmicas, políticas e culturais que podem exigir abordagens abrangentes e a colaboração de múltiplas partes interessadas.

Essas são apenas algumas possíveis razões e podem variar dependendo do contexto específico. É importante lembrar que cada situação é única e envolve uma série de fatores que podem influenciar a decisão de aproveitar ou não um profissional em uma determinada função ou projeto.

" O conhecimento é a unica coisa que ninguém pode te roubar , a unica coisa que ninguém pode tirar de você ,conhecimento é uma virtude e sua ignorância é simplesmente um fato" . Kaique William de souza


Transferência da sede do governo e o lançamento da Flica, Cachoeira celebra 200 anos da independência da Bahia.


Salvador, 24 de junho de 2023.  

25 de junho em Cachoeira.  

Transferência da sede do governo e o lançamento da Flica, Cachoeira celebra 200 anos da independência da Bahia.    


Jerônimo Rodrigues participa de transferência da sede do Governo do Estado para Cachoeira e do lançamento da FLICA na cidade, onde pela primeira vez um governador da Bahia participa deste lançamento.   

Com participação do governador Jerônimo Rodrigues, a sede do Governo do Estado será transferida para o município de Cachoeira, neste domingo (25). Às 6h, será iniciada uma série de eventos, ações e serviços, nas áreas da cultura e educação, para comemorar os 200 anos da Independência da Bahia. A mudança da sede do governo, da capital baiana, de Salvador para Cachoeira tem como objetivo valorizar a importância da cidade nas batalhas travadas pela conquista da Independência do Brasil.  

Entre as atividades previstas para este ano estão a apresentação da Filarmônica Lyra Ceciliana Cachoeirana, na Praça da Aclamação, seguida da Celebração do Te Deum, na Igreja da Ordem Primeira; além do lançamento da Feira Literária Internacional de Cachoeira (Flica), na Fundação Hansen Bahia, e da Sessão Solene, às 10h, na Câmara Municipal.  

Segundo a assessoria do governador, outro destaque da programação matutina é a inauguração do marco alusivo às comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia, às 11h30. A ação é realizada pelo projeto itinerante “Bahia: Memórias de Lutas e Liberdade”, da Fundação Pedro Calmon (FPC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado (Secult).  

A programação conta com aulas públicas e atividades lúdicas da Biblioteca de Extensão (BIBEX), traz também serviços da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (SEPROMI) e o Conselho Estadual da Juventude (CEJUVE). A Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM) também estará na cidade com uma unidade móvel para fazer orientação, acolhimento e atendimento de mulheres vítimas de violência. 

No período da tarde, será ministrada, às 14h, uma aula pública, organizada pelo Centro de Memória da Bahia e, às 15h, o desfile Cívico Militar dá o tom da festa. As Fanfarras Escolares dos colégios da rede estadual de ensino, organizadas pela Secretaria de Educação (SEC), vão mobilizar, este ano, cerca de 350 estudantes, segundo programação local.  

 Fabio Costa Pinto: Fundação Hansen Bahia.  

Enquanto a cidade de Cachoeira respira o São João, a Fundação Hansen Bahia (FHB) está trabalhando nos preparativos para o Lançamento da 11ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira – FLICA, maior evento literário do Norte e Nordeste. O encontro que acontece neste domingo, 25, a partir das 11 horas. A presença do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues e comitiva, diversas autoridades, a imprensa local e regional e de convidados, estar confirmada.  

“Essa é a primeira vez que um governador da Bahia participa do Lançamento de uma edição da FLICA na cidade de Cachoeira”, informa Jomar Lima, coordenador geral da Feira Literária Flica e coordenador executivo da Fundação Hansen Bahia.  

A comitiva e seus visitantes serão recepcionados pelas Filarmônicas Sanfelista, 25 de junho, Lyra Ciciliana, e outras manifestações culturais.  

Para os que tiverem presentes, vai poder conferir no Museu/Galeria (provisório), a exposição “Navio Negreiro – Caminhos das Lágrimas”, do artista alemão Hansen Bahia; uma homenagem ao Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia, composta por vinte gravuras recém emolduradas.  

Já para os que não puderem estar presente, vai poder assistir os momentos das trocas de conteúdos entre convidados e participantes, através das redes sociais, onde terá transmissão ao vivo pelo canal YouTube da FHB. 

A FLICA 2023 acontecerá de 26 a 29 de outubro de 2023, em Cachoeira, e contará com grandes nomes da literatura baiana, nacional e internacional. O maior evento do Norte e Nordeste do Brasil, é na Bahia! 

Uma realização da Cali e FHB.   

Contatos com a imprensa:  

Liz Senna, WhatsApp 71. 99106-6487   

Espero vocês, 

Fábio Costa Pinto, conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa ABI e conselheiro da Fundação Hansen Bahia.

 Fabio Costa Pinto:]

 Fotos: Divulgação / Ascom FHB





O líder nato Tista de Deda - A diferença fundamental entre um líder nato e um falso líder reside na autenticidade e na habilidade genuína de influenciar e inspirar os outros.

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Um líder nato é alguém que possui habilidades inatas e características pessoais que naturalmente os qualificam para liderar e influenciar outras pessoas. Essas qualidades podem incluir carisma, confiança, habilidades de comunicação eficazes, empatia, capacidade de tomar decisões rápidas e estratégicas, visão de longo prazo e habilidades de resolução de problemas. Um líder nato geralmente é reconhecido e seguido pelas pessoas ao seu redor devido às suas habilidades e comportamentos autênticos.

Por outro lado, um falso líder é alguém que tenta assumir o papel de líder, mas não possui as qualidades genuínas ou as habilidades necessárias para ser eficaz nessa posição. Um falso líder pode usar táticas manipuladoras, como mentir, enganar ou explorar as pessoas para alcançar seus objetivos pessoais. Eles podem se envolver em comportamentos autocráticos, abuso de poder ou liderança autoritária. Geralmente, um falso líder carece de genuíno apoio e respeito dos membros de um grupo ou equipe.

A diferença fundamental entre um líder nato e um falso líder reside na autenticidade e na habilidade genuína de influenciar e inspirar os outros. Um líder nato é capaz de obter a confiança e o respeito de sua equipe de forma natural, enquanto um falso líder muitas vezes recorre a métodos manipuladores ou coercitivos para manter o controle. A longo prazo, um líder nato geralmente é mais bem-sucedido em alcançar metas e motivar as pessoas ao seu redor, enquanto um falso líder tende a perder o apoio e enfrentar desafios na liderança.





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