sexta-feira, junho 16, 2023

Lira do petrolão’, comparado ao ‘Lira 2023’, dá um belo retrato do país da impunidade

Publicado em 16 de junho de 2023 por Tribuna da Internet

Charge do JCaesar | VEJA

Charge do JCaesar (Veja)

Rodrigo Rangel
Metrópoles

Para quem tem um mínimo de memória, ver Arthur Lira mandando e desmandando no Brasil é um acinte. O presidente da Câmara é o retrato de um país que esquece facilmente os malfeitos e perdoa docemente os malfeitores. Em nova versão, repaginado em vários aspectos, do terno bem-cortado ao rosto que parece recém-saído da harmonização facial, Lira fala grosso sem engrossar a voz e põe o governo de joelhos.

Como na manhã desta segunda-feira, quando apresentou a Lula uma série de condições para que o Planalto tenha vida menos dura no Congresso, Lira posa de dono do pedaço.

NA LISTA DO DOLEIRO – Não consigo deixar de lembrar uma apuração de campo que fiz em 2014. Quando a Operação Lava Jato mapeava os elos do doleiro Alberto Youssef com políticos em geral, bati à porta do prédio onde ele mantinha um escritório em São Paulo. Consegui acesso à lista de frequentadores do bunker do doleiro.

Os registros eram de 2010 e de 2011. Auge do petrolão. Lá estava Lira, então deputado federal em início de carreira, entre as muitas excelências que visitavam Youssef. Embora fosse em 2011 um recém-chegado ao Congresso, tinha herdado a posição do pai, o ex-senador Benedito de Lira, o Biu de Lira, um dos chefes do PP, cujo nome já havia aparecido no mensalão.

No sistema da portaria, o hoje presidente da Câmara aparecia como “Arthur Cesar Pereira”, sem o sobrenome mais conhecido. Mas a fotografia e o número do documento não deixavam sombra de dúvida.

CLIENTELA ILUSTRE – A lista se transformaria, depois, em prova contra a clientela ilustre do doleiro. Para além do próprio Lira, nela figuravam outros parlamentares da base do então governo, que se lambuzavam com o dinheiro sujo desviado da Petrobras.

O tempo passou e as provas não bastaram para frear a ascensão do deputado alagoano, sócio majoritário do PP e do Centrão. O movimento, aliás, foi exatamente inverso. De lá para cá, ele só cresceu na constelação de Brasília.

Lira, que até o ano passado era aliado de primeira hora de Jair Bolsonaro e agora apresenta a fatura para ajudar o governo Lula, é tratado com pompa, circunstância e reverência não só pelo presidente, mas também por juízes das mais altas cortes do Judiciário, por seus pares no Congresso e pelo poder econômico, do qual se aproximou nos últimos anos. É como se o passado recente simplesmente não tivesse existido.

RETRATO DO BRASIL – É mais um retrato De um país que não muda. No final, a impunidade e o esquecimento sempre prevalecem.

Do bolsonarismo ao lulismo, passando por Lira e sua gigante bancada movida pelo fisiologismo, por onde quer que se olhe há poderosos políticos enrolados em irregularidades, cujos rolos não os impedem de seguir em cena.

Pobres de nós – e pobres das próximas gerações de brasileiros, que dificilmente conhecerão um país diferente deste.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Excelente reportagem, mostrando como o Brasil acabou se transformando no país da impunidade, após ter sido desmascarado o esquema de corrupção da Petrobras, considerado o maior do mundo. No futebol não ganhamos mais nada, mas no campeonato da corrupção, a taça é nossa, sou brasileiro, não há quem possa(C.N.)

Celular de Cid tem roteiro do golpe, com “interventor” que convocaria novas eleições

Publicado em 16 de junho de 2023 por Tribuna da Internet

VIVANDEIRAS - O ex-ajudante Mauro Cid: conversas comprometedoras com oficiais dispostos a sufocar a democracia

Mauro Cid usava o celular para participar da conspiração

Deu na Folha

O celular do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), tenente-coronel Mauro Cid, tinha um documento com uma espécie de plano de golpe para reverter a eleição de Lula (PT) no ano passado.

Também foram identificadas mensagens em que um oficial das Forças Armadas pede que Cid convença Bolsonaro a ordenar uma intervenção militar —o que configuraria um golpe de Estado.

As informações são de reportagem da revista Veja publicada nesta quinta-feira (15).

PODER MODERADOR – De acordo com a publicação, o documento no celular de Cid —que está preso por ordem do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes— é intitulado “Forças Armadas como poder moderador”.

Dessa forma, o plano faz referência à tese utilizada por bolsonaristas de que militares poderiam ser convocados pelo presidente da República para intervir num caso de conflito entre os Poderes.

O texto no aparelho de Cid afirma que teria ocorrido “atuação abusiva do Judiciário” e dos “maiores conglomerados de mídia brasileira” para influenciar o eleitor no pleito de 2022.

“INTERVENTOR” – A revista diz ainda que, pelo roteiro traçado no documento, Bolsonaro encaminharia um relato de supostas ilegalidades identificadas nas eleições ao comando das Forças Armadas. Eles então nomeariam um interventor, que teria poderes para suspender decisões consideradas inconstitucionais e afastar preventivamente ministros do STF e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Também caberia a esse interventor investigar a conduta dos ministros do Supremo e marcar uma data para a realização de novas eleições —que seriam conduzidas por ministros do TSE substitutos.

Procurada pela Folha, a defesa de Cid afirmou que ainda não obteve acesso ao conteúdo divulgado e que, “por respeito ao Supremo Tribunal Federal, todas as manifestações defensivas serão feitas apenas nos autos do processo”.

A OUTRA MINUTA – O roteiro revelado pela revista não é o único documento de teor golpista ligado a auxiliares de Bolsonaro. Em janeiro, a PF encontrou na residência de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, uma minuta golpista de decreto para instauração de estado de defesa na sede do TSE, como revelou a Folha.

O objetivo, segundo o texto, era reverter o resultado da eleição, em que Lula venceu Bolsonaro. Segundo a revista Veja, no celular de Cid há também mensagens em que oficiais do Exército procuram o ajudante de ordens para defender medidas inconstitucionais.

O coronel Jean Lawand Junior enviou mensagens a Cid entre novembro e dezembro nas quais afirma que Bolsonaro precisava “dar a ordem” para uma ação das Forças Armadas. Em outra, ele pede a Cid: “Convença o 01 a salvar esse país!”. Lawand atualmente está lotado no Estado-Maior do Exército.

COMANDO LEGALISTA – Segundo a reportagem, Cid não rechaça as sugestões golpistas do coronel, mas diz que Bolsonaro não deu a ordem de intervenção por não confiar no Alto-Comando do Exército.

Em outra mensagem, o coronel Lawand Junior repassa relato de um amigo que afirma ter se encontrado com o general Edson Skora Rosty. Subcomandante de Operações Terrestres do Exército, esse militar teria garantido ao interlocutor que a Força terrestre cumpriria uma eventual ordem de intervenção caso a recebesse. Ainda segundo esse relato, o general teria ponderado que o Exército nada faria sem uma ordem de Bolsonaro porque o movimento seria visto como um golpe.

À Veja, Lawand afirmou ser amigo de Cid, com quem conversava amenidades. Ele também disse não se recordar de nenhum diálogo de teor golpista com o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em tradução simultânea, confirmou-se o que todos já sabiam. Houve a preparação do golpe, para reagir às decisões políticas do Supremo que propiciaram a volta de Lula ao poder. A ideia era haver um interventor, que não seria Bolsonaro e que convocaria novas eleições sem Lula. E o golpe só não aconteceu porque a maioria do Alto-Comando do Exército é legalista e raciocinou que Bolsonaro perderia de qualquer jeito as novas eleições, para Fernando Haddad, Simone Tebet ou Ciro Gomes, não necessariamente nesta ordem.

Finalizando: como não existe crime de conspiração no Brasil, o Supremo vai precisar fazer novo contorcionismo jurídico, “interpretando” alguma lei que possa incriminar essa gente que não gosta de democracia.

E já ia esquecendo, hoje é aniversário de José Guilherme Schossland, que completa 7 ponto 5, turbinado. Parabéns, amigo! (C.N.)

quinta-feira, junho 15, 2023

Ninguém briga para participar de governo fraco, e Lula não demite ministro sob pressão

Publicado em 15 de junho de 2023 por Tribuna da Internet

Ministra do Turismo é campeã de voto e teve ascensão meteórica

Daniela do Waguinho balança, balança, mas não cai…

Luiz Carlos Azedo
Correio Braziliense

O título, tomei emprestado do Ilimar Franco, escolado repórter de política, a propósito da briga do União Brasil pelo cargo da ministra do Turismo, Daniela Carneiro, cuja permanência no ministério subiu no telhado da Câmara.

Lembrei-me de uma tese do jurista italiano Norberto Bobbio, ponto de referência para análises de conjuntura política. Todo governo, mesmo o pior, é a forma mais concentrada de poder. Quando nada funciona, as tarefas essenciais do Estado são mantidas: arrecadar, normatizar e coagir. Somente quando perde a capacidade de se manter financeiramente e garantir a ordem pública vira desgoverno.

AVALIAÇÃO INICIAL – É muito cedo para conclusões definitivas, mas Lula não faz um mau governo, no sentido de que perdera o foco no bem comum, independentemente da areia movediça que é obrigado a atravessar ao se relacionar com um Congresso conservador, capaz, inclusive, de tomar decisões reacionárias.

Lula vem mantendo a iniciativa política, ainda que algumas delas sejam muito polêmicas, como a obsessão de negociar a paz na guerra da Ucrânia ou a decisão de turbinar a indústria automobilística com incentivos para carros populares movidos a carbono.

Na semana passada, a pesquisa Ipec mostrou um governo com 53% de aprovação, o que se reflete na relação com os partidos do Centrão. A repercussão maior ainda está por vir, com a aproximação entre Lula e o presidente da Câmara, Arthur Lira, que fizeram um pacto para aprovação da reforma tributária o quanto antes.

GRANDE PRIORIDADE – A reforma é a prioridade do país, pois avalia-se que possa ter um impacto de até 10% no PIB brasileiro, o que é uma expectativa muito otimista. Se for a metade disso, já será um sucesso absoluto, porque viabilizará com folga o novo arcabouço fiscal, cujo ponto fraco é a projeção de arrecadação com os parâmetros atuais.

Exemplificando a tese do Bobbio: o governo Temer foi um governo fraco, mas aprovou praticamente tudo o que quis no Congresso, recuperou o controle das finanças públicas e jogou a inflação para baixo. Seu calcanhar de Aquiles foi a segurança pública, principalmente a crise nos presídios (Maranhão, Amazonas e Roraima) e a greve dos policiais militares no Espírito Santo.

Para enfrentar a questão, Temer criou um ministério e escalou para o cargo o seu então ministro da Defesa, Raul Jungmann. A firmeza do então governador Paulo Hartung e a atuação do ministro foram fundamentais para domar a greve, além da presença do Exército, por meio de uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

OVO DE SERPENTE – Entretanto, o episódio foi uma espécie de ovo da serpente do que viria depois: um pacto entre setores militares e policiais para eleger Jair Bolsonaro e apoiar seu projeto saudosista de regime autoritário.

A segurança pública continua sendo um grave problema, agora no colo do ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB). Sortudo, herdou do governo Temer a criação de sistema unificado de segurança pública, de gestão tripartite (União, estados e municípios), com R$ 4 bilhões em caixa, que não foram gastos durante o governo Bolsonaro, para investir na sua implantação.

O ministro vem sendo testado desde o 8 de janeiro, porém, a questão da segurança pública é seu grande desafio: continua como dantes no quartel de Abranches.

DANIELA DO WAGUINHO – É aí que a presença no governo da ministra Daniela Carneiro, cuja cabeça está sendo pedida pelo União Brasil, é uma grande contradição.  Waguinho Carneiro (Republicanos), prefeito de Belford Roxo (RJ), é marido e cabo eleitoral de Daniela. Teve um papel importante na eleição do presidente Lula, dividindo votos numa área que havia sido ocupada por Bolsonaro. É acusado de ter o apoio das milícias da Baixada Fluminense, violentíssimas.

O prefeito já acusou o golpe e cobrou solidariedade de Lula: “A ministra Daniela é de um estado importante, o Rio de Janeiro, território totalmente bolsonarista, onde nós levamos a campanha do presidente Lula em toda a Baixada Fluminense, no interior, no Noroeste. Encorajamos muitas pessoas e pagamos um preço muito caro por isso”, disse Waguinho, ao acusar o União Brasil de golpe por tentar tirar Daniela do ministério e pôr no seu lugar o deputado Celso Sabino (BA), que apoiou Bolsonaro.

O PT fluminense defende a aliança com Waguinho. Lula não gosta de mexer em ministro sob pressão política. Mas terá que abrir mais espaço para os deputados do Centrão, para manter a governabilidade, é só uma questão de tempo.


AUSÊNCIA DE PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS: EXPLÍCITOS E IMPLÍCITOS.

 


                                            FOTOS dIVULGAÇÃO -  donc.ong.br


Por: José Mário Varjão

Todo mau gestor tende a se fazer presente de alguma maneira, mas, infelizmente, por repetição de atos endêmicos e não republicanos na gestão pública, ou seja, legais porque a lei permite, porém imorais, por ferir diversos princípios implícitos, tais como: economicidade, razoabilidade, inclusive a moralidade e a própria eficiência, que fazem parte do conceito “LIMPE”, entre outros. Enquanto isso, continua fortalecendo a Política do Pão e Circo, já que do “BOLO”, apenas as migalhas atiradas ao chão, continuam alimentando o puxa saco, o subserviente e o omisso, que à beira da estrada, observam passar o Rei e sua Pomposa Carruagem, para em seguida, surgir o alarido das carroças vazias, quer em objeto, quer em pessoas, já que apenas barulhos são ouvidos; não porque alimentados, mas pela incapacidade de entenderem que estão a ceder os seus direitos através de procuração em branco, para aqueles que fazem da desgraça dos mais

humildes (desprovidos de discernimento e bom senso), entenderem o mal que fazem a si.

A realidade de Jeremoabo somente pode ser traduzida pela interpretação da música de Luís Gonzaga, que diz: Um pra tu, dois pra mim, outro para mim.

Às vezes penso que melhor seria ser um ignorante/analfabeto, para tudo ver, mas não entender e nem ter a capacidade de separar o certo do errado, ou ainda, compreender os meandros que unem o imoral ao legal, que hoje praticado aos olhos da justiça, nada pode fazer ou quando manifestada, apenas promove resultados ineficientes e tardios.

Para ilustrar esta minha maneira de pensar, cito: a cidade de Jeremoabo que hoje vive um caos completo, seja por denúncia de supostos atos de corrupção, seja por abandono das vias públicas, especialmente o acesso ao Hospital Geral de Jeremoabo, bairro Romão, Rua Aracaju, Avenida Recife, trecho compreendido entre o Terminal

Rodoviário e Posto de Combustível: Ararinha azul, entre tantas outras, pois buraco nas ruas da cidade é o que não falta.

Enquanto há carência de recursos para cuidar do bem público, espaços de necessidade contínua para os munícipes e visitantes, expõem-se os seguintes gastos:

São João mais rico que Jeremoabo vai ter:

1 – Wesley Safadão – R$ 700.000,00

2 – Jonas Esticado – R$ 220.000,00

3 – Iguinho e Lulinha – R$ 200.000,00

4 – Adelmário Coelho – R$ 180.000,00

5 – Cavaleiros do Forró – R$ 150.000,00

Seguindo-se tantos outros, a verdade é que o somatório chega a bagatela de R$ 2.390.000,00, totalizando 21 Bandas; agora este valor fica fortalecido pelos gastos com Buffet e Decorações, serviços a serem fornecidos por uma empresa, que segundo informações, é sediada em Petrolina/PE. Tal empresa ganhou um processo licitatório na modalidade Pregão Eletrônico, no valor de:

1 - Processo Administrativo 121/2023 – R$ 1.227.005,70 – vinculado à Secretaria

de Educação.

Quando mencionado o princípio da razoabilidade, aqui faço um comentário sobre esse processo, já que, fazendo uso do bom senso, pergunto: estando essa empresa sediada em Petrolina, e a Secretaria Municipal de Educação resolva promover um mês de atividades escolares, tipo: cursos, palestras, seminário, etc., como a citada empresa atenderá às necessidades pertinentes à contratação, estando ela sediada há mais ou menos 300 Km da nossa cidade?

Pouco me importa quem venha a ser a oposição no pleito eleitoral de 2024, mas averdade é que Jeremoabo precisa mudar, ISTO É FATO!

                       Foto Divulgação - donc.ong.br

Nota da redação deste blog - Perdemos a referência civilizacional, já o conluio perdeu completamente a noção do ridículo.

“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio depende das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce à prostituta, o menor abandonado e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo. ” (Bertolt Brecht)

Em tempos difíceis no município de Jeremoabo, gastar milhões em desfiles, trios e festas é no mínimo um absurdo, pois de uma hora para outra o povo esquece de toda a corrupção, epidemia e a crise que o município atravessa. O fenômeno do São João faz com que a maioria dos jeremoabenses esqueça dos problemas, da política corrupta, da Saúde e de todos os nossos percalços econômicos e sociais. Em um instante em que a cidade explode em uma comoção de alegria sem motivo e sem pudor, o conluio improbo, não esquece sua agenda e seus compromissos. Pelo contrário. É cruel e tem boa memória.

Não estou aqui para criticar o São João e suas consequências, mas sim para alertar os leitores que enquanto nos divertimos, os corruptos conseguem respirar e ganhar tempo para realizar novos projetos que enganam o povo. Podemos sim ter nosso momento de alegria, mas não podemos dar sequer um minuto de sossego aos ladrões que assaltam nossa democracia.

Isso responde por que nossos atuais políticos adoram o São João, simplesmente pelo fato de que os jeremoabenses se esquecem por alguns dias do obscuro cenário politico/econômico, pois se você der um pedaço de pão (auxílios sociais) e montar um circo (alvorada), os jeremoabenses irão esquecer a corrupção, epidemias e mesmo que não tenham nada para comer amanhã, depois de tanto progresso, ainda prevalece a política do pão e circo.

Mesmo diante de feriados e festas populares, não podemos esquecer de nossos compromissos como cidadãos de bem e engajados com a melhora de nossa economia e democracia, pois se já está difícil com todas as lentes e olhos apontados para os três grandes poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), imagine se deixarmos de lado para farrear e esquecermos de tudo. Como fica? (Fonte: Felipe Vidolin é Pós-Graduado em Engenharia de Telecomunicações e investidor).




Não precisa justificar basta explicar: se não consegue circular no local como irá estacionar?

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O que faltava acontecer em Jeremoabo o " Pai Deri" implantou ao proibir  o direito de ir e vir,   a cláusula pétrea do artigo 5º, inciso XV da Constituição da República: “é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens”.

Vamos tentar entender, o percurso da Alvorada vai da Rodoviária até a Praça do Forró, quer dizer que qualquer cidadão ou visitante que residir ou for se hospedar nessa area não poderá circular nem que o veículo esteja carregado de movéis,   ou o raio que o parta, terá que  transportar na cabeça?

Lembrando que ninguém pode ter sua locomoção impedida, pois a Constituição Federal nos garante o DIREITO de ir, vir e ficar. Inclusive vale registrar aos organizadores do evento que garagens também não podem ser fechadas com barracas.

Tem a força de que esse decreto que sobrepõe a Constituição Federal?


São João com amigos sem malversação do erário público

 

1ª NOITE - NOVENÁRIO DE SÃO JOÃO BATISTA

2º Congresso de Gestão Pública e Direito Administrativo

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