quinta-feira, agosto 26, 2021
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Bolsonaro reedita em ato de 7 de Setembro coalizão que o levou ao poder
por Anna Virgínia Balloussier e Fábio Zanini | Folhapress

Os atos em defesa do presidente Jair Bolsonaro, marcados para o feriado de 7 de Setembro, deverão reeditar grande parte da coalizão de direita que o elegeu em 2018, apesar dos interesses fragmentados dos diversos grupos participantes.
Estarão presentes evangélicos, ruralistas, policiais, militares, caminhoneiros, monarquistas e ativistas em geral, que têm em comum o apoio à reeleição de Bolsonaro e o repúdio à volta da esquerda ao poder, representada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Haverá concentrações em todas as capitais e principais cidades do interior. As principais deverão ocorrer na praça dos Três Poderes, em Brasília, pela manhã, e na avenida Paulista, em São Paulo, à tarde. Bolsonaro é esperado em ambas.
Ainda que não haja um cabeça oficial da organização, o Nas Ruas, movimento fundado pela hoje deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), deve ser a abelha-rainha do ato. “Por uma nova independência” é um dos motes escolhidos para, nas palavras do grupo, motivar os “patriotas”.
É neste trio elétrico que Bolsonaro e ele estarão, diz o pastor Silas Malafaia.
O atual coordenador do Nas Ruas, Tomé Abduch, apareceu no vídeo divulgado por Malafaia em que os apóstolos Estevam Hernandes (Renascer em Cristo), Rina (Bola de Neve) e César Augusto (Fonte da Vida), entre outros líderes evangélicos, pedem a presença do “povo abençoado de Deus” na Paulista.
Dono de uma construtora que leva seu sobrenome, Abduch diz na gravação que estão em jogo a democracia, a Constituição e sobretudo a liberdade de expressão. Finaliza o aceno aos evangélicos com um “o povo cristão jamais se calará”.
“Bolsonaro representará o que a maioria desse país cristão acredita: Deus pátria e família”, diz o ex-senador Magno Malta, que aos poucos volta a orbitar o círculo presidencial após ter sido um apoiador de primeira hora de Bolsonaro que, no entanto, acabou excluído de seu governo.
A convocação de fiéis para uma data marcada por um desfile com tropas militares é inédita. O cortejo oficial, aliás, foi suspenso pelo segundo ano consecutivo, por causa da pandemia. A expectativa é a de que a manifestação em São Paulo seja a ponta de lança dos bolsonaristas no feriado.
Lá estará também, com a trupe dos motociclistas, Jackson Vilar, o pastor dono de uma loja de imóveis no Capão Redondo, na periferia paulistana, que em junho organizou a Acelera para Cristo. O ato se vendia como uma versão evangélica das motociatas pelo presidente, mas na prática reuniu a turma bolsonarista de sempre.
A diversidade de ativismos é como uma mesma janela de computador com várias abas abertas, descreve um pastor que pretende marchar no dia.
Nem todos concordam com as pautas alheias. Mauro Reinaldo, empresário que idealizou o União pelo Brasil, um dos movimentos previstos para o dia, é um exemplo.
Até fala em “CPI da Lava Toga”, reproduzindo uma quase unânime animosidade ao STF (Supremo Tribunal Federal), mas diz não ver sentido no voto impresso, ao menos o projeto proposto por Filipe Barros (PSL-PR), relator da PEC que tornava obrigatória a impressão da escolha depositada nas urnas eletrônicas e que acabou rejeitada no plenário da Câmara.
Algumas bandeiras, contudo, são coletivas, como o coro pela reeleição de Bolsonaro e a tentativa de repelir a atmosfera golpista sobre a manifestação, encorpada por reiteradas falas do presidente contra o Judiciário, sobretudo os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do STF.
“Seu Alexandre de Moraes e seu Barroso estão levando todo o STF para o buraco”, diz Malafaia. “Ninguém tá falando em golpe. Forças Armadas no parâmetro da Constituição.”
A referência ao artigo 142, que trata do papel das Forças Armadas na República, é uma piscadela comum entre bolsonaristas para justificar uma eventual intervenção militar no país.
Questionado sobre intenções golpistas atribuídas a Bolsonaro, Malta diz que é importante “não perder tempo com quem criar narrativas pra ver se cola”.
“O golpe já foi dando rasgando a Constituição”, diz, numa reprise do argumento de que são os ministros da corte superior os desinteressados em seguir a Carta Magna. Aproveitou para espezinhar Lula, provável nêmesis de Bolsonaro em 2022: "Quem assaltou o país, aparelhou as cortes e tentou amordaçar a mídia quer voltar pra comer o resto do pernil".
Carla Zambelli, uma de suas soldadas mais leais no Congresso, também replica uma fala do presidente ao dizer que, se os acusam de golpistas, “não atuamos fora das quatro linhas da Constituição”.
Outro movimento de caráter nacional que planeja participar das manifestações é o Foro Conservador, uma coalizão de 120 entidades de direita, entre nacionais e regionais.
Seu coordenador-geral, Lúcio Flavio Rocha, reforça que não haverá defesa de intervenção militar.
“Não há nenhuma inclinação para isso”, diz ele, que também procura desfazer o temor de que haverá atos de vandalismo contra prédios públicos, especialmente em Brasília.
“Do nosso lado será pacífico. Mas a gente considera que haverá infiltrados para criar baderna. Vai ter provocação”, afirma.
O Foro diz que recomenda a seus simpatizantes que acatem as medidas protetivas contra a Covid nas cidades onde houver mobilizações. O próprio Bolsonaro, no entanto, reiteradamente ignora o uso de máscaras.
Alguns ativistas aproveitarão para promover pautas laterais. Um grupo mandou fazer banners defendendo a candidatura do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, para o Governo de São Paulo.
Movimento com forte presença na Grande São Paulo, o Aliança Nacional também vai pedir o voto impresso e fará críticas aos ministros do STF. “O Bolsonaro, de todos os políticos que nós temos, é o único honesto”, diz Giovani Falcone, da coordenação do movimento.
Em grupos bolsonaristas, os atos estão sendo chamados de “históricos”. A expectativa em torno deles cresceu, nos últimos dias, em razão de dois acontecimentos: primeiro, a ameaça feita pelo cantor sertanejo Sérgio Reis contra o Senado, para que inicie processo de impeachment contra ministros do STF. Caso contrário, afirmou, caminhoneiros e produtores rurais iriam parar o país.
Além disso, espera-se a presença de diversos policiais militares da reserva, e até alguns da ativa, que compareceriam à paisana.
“Tem ônibus que vem do interior fechado só com policial. Aí são mais os da reserva. Os da ativa virão daqui de São Paulo, de Osasco e outras cidades. Mas eles vêm sem farda, só de verde e amarelo”, afirma o deputado federal Coronel Tadeu (PSL-SP), ligado à categoria.
Segundo ele, o afastamento do coronel Aleksander Lacerda, por ter feito postagens convocando para o ato, teve o efeito de estimular a presença de policiais.
“Essa decisão do Doria está repercutindo muito negativamente na tropa”, afirma Tadeu, que prevê ao menos 500 policiais na manifestação.
Também deve haver a presença de militares reformados. No Rio, o Clube Militar já anunciou que participará do ato.
Outra entidade que reúne membros das Forças Armadas aposentados, o B38, planeja carreatas em diversas cidades pelo país.
“Estamos presentes em 2.200 cidades. Em algumas haverá milhares de carros, em outras algumas centenas”, diz Valeria Cavalheiro, diretora-administrativa da entidade.
Segundo ela, as pautas principais do movimento são a defesa do voto impresso e do governo Bolsonaro. “Mas não queremos falar em ruptura democrática, nem em sair das quatro linhas da Constituição. Como diz o próprio presidente, aliás”.
Quanto a Sérgio Reis, ele está proibido pelo ministro Alexandre de Moraes de participar da manifestação, em razão das ameaças que fez.
Mas diversos grupos ligados ao agronegócio prometem marcar presença, sobretudo em Brasília, liderados pelo Movimento Brasil Verde e Amarelo.
Além disso, diversos sindicatos de produtores rurais preparam caravanas para a capital federal.
O Sindicato Rural de Uberlândia (MG), por exemplo, promete oferecer ônibus de graça para seus associados na “Caravana para Brasília em Defesa do Brasil”. Os cerca de 425 km serão cumpridos em um bate-volta, com saída pela manhã e retorno à tarde.
OS PROTAGONISTAS DO 7/9 DE BOLSONARO
RURALISTAS
Quem são
Sindicatos rurais, associações de produtores, movimentos nacionais como o Brasil Verde e Amarelo
Pauta
Avanço da área plantada, menos restrições ambientais, obras de infraestrutura
CAMINHONEIROS
Quem são
Lideranças regionais e caminhoneiros autônomos independentes, sem coordenação unificada
Pauta
Redução do preço do diesel, reajuste da tabela do frete, diminuição do pedágio
POLICIAIS
Quem são
Associações de policiais militares da reserva, além de alguns da ativa que devem ir à paisana
Pauta
Defesa do governo Bolsonaro, melhores condições salariais, combate à ameaça esquerdista, críticas ao STF
MILITARES
Quem são
Associações de pessoal da reserva, como Clube Militar
Pauta
Defesa de temas conservadores em geral, utilização do artigo 142 da Constituição, críticas ao STF
EVANGÉLICOS
Quem são
Puxados pelo pastor Silas Malafaia, lideranças como Estevam Hernandes (Renascer em Cristo), César Augusto (Fonte da Vida) e Rina (Bola de Neve) convocaram fiéis a ocupar a avenida
Pauta
Respaldo ao presidente, defesa das liberdades religiosa e de expressão, críticas a valores progressistas, ataques ao STF
ATIVISTAS
Quem são
Grupos nacionais, como Nas Ruas, Avança Brasil e Foro Conservador, além de dezenas de movimentos regionais
Pauta
Voto impresso, defesa de valores conservadores, críticas ao STF, reeleição de Bolsonaro
OUTROS
Quem são
Grupos díspares, como motociclistas, monarquistas, integralistas e liberais econômicos
Pauta
Voto impresso, defesa de valores conservadores, críticas ao STF, reeleição de Bolsonaro, reformas econômicas, privatizações
Ilhéus: Câmara cassa mandato de vereador acusado de 'rachadinha' e assédio
por Francis Juliano

A Câmara de Vereadores de Ilhéus, no Litoral Sul, cassou o mandato de Luca Lima (PSDB) em sessão na noite desta quarta-feira (25). Foram 18 votos pela extinção do mandato do vereador, um voto contra [Nerival Reis, PSL], uma abstenção [Luciano Luna, PV] e a ausência do próprio edil, que saiu do plenário na hora da votação.
Lima era acusado de praticar "rachadinha", além de assédio moral e sexual contra servidoras do gabinete dele. No dia 30 de junho, o vereador foi alvo da operação Cúria, da Polícia Civil. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em imóveis do então legislador (veja aqui).
Segundo a denúncia, as mulheres faziam atividade de empregada doméstica em imóveis do edil, sem relação com o mandato. Votaram pela cassação de Luca Lima os vereadores Abraão (PDT), Professor Gurita (PSD), Cesar Porto (PSB), Augustão (PT), Cláudio Magalhães (PCdoB), Ederjúnior (PSL), Edvaldo Gomes (DEM), Enilda Mendonça (PT), Nino Valverde (Podemos), Ivete Maria (DEM) e Ivo Evangelista (Republicanos).
Também votaram pela cassação o presidente da Casa, Jerbson Moraes (PSD), e os vereadores Fabrício Nascimento (PSB), Paulo Carqueja (PSD), Sérgio do Amparo (Podemos), Doutor Tandick (PTB) e Vinícius Alcântara (PV).
SUPLENTE
Na vaga de Luca Lima tomará posse como vereador Nery Santana (PSL). Ele estava na suplência após chegar a 1.006 votos na eleição do ano passado.
Bahia Notícias
Polícia pede prisão de médico de 74 anos acusado de assédio durante consulta em Salvador

Um médico de 74 anos acusado de assédio sexual contra mãe e filha durante consulta em uma clínica de dermatologia no bairro do Canela, em Salvador, teve o pedido de prisão feito pela Polícia Civil.
Em entrevista ao G1, a vítima de 40 anos, que preferiu não se identificar, disse que o caso aconteceu no dia 11 de agosto, quando acompanhava a filha em uma consulta no Instituto de Dermatologia e Alergia da Bahia.
Ela relatou que a situação ocorreu depois que a jovem, de 23 anos, deixou a sala do médico Carlos Soares de Almeida para fazer um exame. A paciente diz que o médico falava pornografia o tempo todo e chegou a levar sua mão na genitália dele. O dermatologista teria falado que o motivo de uma reação na pele da jovem seria por “falta de namoro”.
No mesmo dia, as vítimas foram até a Delegacia dos Barris registrar a queixa, mas não conseguiram porque a unidade estava sem sistema. A denúncia foi feita no mesmo local no dia 16 de agosto.
A diretoria do Instituto de Dermatologia e Alergia da Bahia informou que o médico foi afastado das atividades da empresa e que repudia qualquer ato de assédio.
Em entrevista para a TV Record, o médico admitiu que pode ter assediado verbalmente a paciente porque estava sob efeito de remédios.
Bahia Notícias
Suspensão de denúncia de Flávio Bolsonaro exibe a desmoralização da Justiça brasileira
Publicado em 25 de agosto de 2021 por Tribuna da Internet

Charge reproduzida do Portal Sputnik
Márcio Falcão e Fernanda Vivas
TV Globo Brasília
O ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), suspendeu a análise da nova denúncia oferecida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) pelo esquema da rachadinha. As chamadas “rachadinhas” consistem na prática de confisco, por parlamentares, de parte dos salários de assessores de gabinete.
Noronha atendeu a um pedido da defesa de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador. Queiroz questionou decisão do Tribunal de Justiça do Rio que autorizou a retomada do processo.
TUDO PARADO – A suspensão do processo foi divulgada pelo portal UOL, e a TV Globo teve acesso ao despacho do ministro. A investigação da rachadinha estava parada desde janeiro. Flávio Bolsonaro tinha sido até denunciado no TJ, acusado de enriquecer ao se apropriar de salários de funcionários do gabinete dele, quando era deputado estadual.
Uma decisão da Quinta Turma do STJ que anulou as quebras de sigilo bancário e fiscal, no entanto, invalidou grande parte das provas apresentadas pelo MP.
A partir dessa decisão do STJ, o MP apresentou uma outra versão da denúncia ao TJ. Os promotores tiraram da acusação 16 itens que foram invalidados pelo STJ e reapresentaram apenas com as provas consideradas válidas.
RELATÓRIO DO COAF – Entre as válidas, está o relatório de inteligência do Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf) – que mostra a movimentação suspeita de Queiroz no valor de R$ 1,2 milhão no período de um ano.
Ao STJ, a defesa de Queiroz argumentou que a retomada do caso pela Justiça do Rio desrespeitava o entendimento da Quinta Turma que anulou as quebras. Isso porque a nova versão da denúncia, segundo os advogados, ainda utilizava dados dos sigilos afastados que foram invalidados.
Em sua decisão, Noronha afirma que não suspender a ação penal pode impor “maiores obstáculos ao seu desenvolvimento sadio, provocando novas nulidades que conturbarão ainda mais um cenário por demais complexo”.
DIZ NORONHA – Segundo o ministro, o TJ do Rio determinou prosseguimento de ação penal “com manutenção de denúncia calcada em elementos nulos”. O ministro afirmou que a retomada do processo não foi devidamente justificada e coloca em risco a defesa dos denunciados.
“Ainda que se possa arguir que o início da ação penal se dá, propriamente, com o recebimento da denúncia, o prosseguimento da marcha processual com determinação de apresentação de defesa prévia em face da mesma acusação anterior (que se sabe deverá ser adequadamente delimitada) dificulta, sobremaneira, a defesa dos denunciados. Terão eles de intuir, com a extração de documentos determinada, quais os fatos que restam para serem impugnados. Além disso, a decisão impugnada não foi fundamentada, o que contraria frontalmente o inciso IX do artigo 92 da Constituição Federal”, escreveu Noronha.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O caso das rachadinhas é uma demonstração de que é injusto considerar que exista Justiça no país. O crime está cheio de provas materiais, o caso é tão indefensável que o pai do acusado chegou a fazer uma reunião dentro do Palácio do Planalto para determinar que a Agência Brasileira de Inteligência ajudasse a blindar o criminoso, e não aconteceu nada. Em qualquer país civilizado, o presidente teria perdido o cargo e o filho rachadista já estaria na cadeia. Mas aqui no Brasil os caminhos da Justiça são tão tortuosos que a impunidade virou tradição política, sobretudo depois que a Lava Jato foi sepultada por esse tipo de autoridade, e até há quem se orgulhe disso, como o prevaricador-geral Augusto Aras. (C.N.)
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