domingo, novembro 24, 2019

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Palocci é desmentido em delação contra Thomaz Bastos Defesa de Palocci reconhece que ele contou duas histórias para o mesmo contrato e justificou-se: " na época não estava colaborando com a Justiça"


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Vaza Jato: Moro alterou seu próprio padrão de atuação ao divulgar áudios de Lula | Revista Fórum Pesquisa realizada pela própria força-tarefa da Lava Jato indica que o então juiz não deu publicidade a outros casos semelhantes em que houve escuta telefônica


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Mesmo sem apoio direto dos pastores evangélicos, o partido de Bolsonaro será muito forte


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Novo partido não conseguirá disputar as eleições de 2020
Valdo CruzG1 Política
Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disseram reservadamente ao blog ser até possível e viável criar um modelo de checagem de assinaturas digitais no país. No entanto, ponderam não haver tempo hábil para criar o sistema, conferir as assinaturas, e aprovar o registro do partido do presidente Jair Bolsonaro, Aliança pelo Brasil, a tempo da sigla disputar as eleições municipais de 2020.
“É possível criar um sistema de conferência digital de assinaturas, cruzando com a base de dados eletrônica hoje disponível no tribunal, mas isso demanda tempo, não é automático, e não estaria pronto para funcionar com segurança até março, prazo final para o registro de partidos que vão disputar a eleição do próximo ano”, afirmou um ministro do TSE.
DIZ BOLSONARO – Nesta quinta-feira (21), Bolsonaro afirmou que, caso a corte impeça o uso das assinaturas digitais no processo de criação da sigla, o Aliança não disputará o pleito do ano que vem.
Na próxima terça-feira (26), o TSE vai analisar um pedido de autorização da coleta digital de assinaturas para criação de partidos no Brasil.
Na avaliação de outro ministro do tribunal ao blog, o TSE precisa analisar se é o momento de facilitar a criação de partidos, diante do número excessivo de legendas hoje já criadas: são 32, além de mais de 70 na fila para análise.
PARTIDOS DEMAIS – “Temos muitos partidos, será que o ideal não seria o caminho oposto, de fusão de legendas, de extinção de outras, em vez de abrirmos o caminho para criação de novas”, argumenta esse ministro do TSE.
Dentro do tribunal, a defesa do presidente Jair Bolsonaro de utilizar a assinatura eletrônica para criação de seu novo partido, que será o nono em sua carreira política, também é criticada.
Ministros lembram que o presidente costuma ser crítico do modelo eletrônico de votação no país, mas agora defende o sistema digital para viabilizar o registro de seu partido. Para eles, é uma incoerência do presidente.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Ministro do TSE não tem nada de ficar criticando o excesso de partidos, porque isso é fruto da democracia. Quanto ao partido de Bolsonaro, vai sair muito forte, mas não deverá ter apoio de importantes pastores evangélicos, porque eles são espertos e cada um deles prefere ter um partido próprio, para chamar de seu e negociar o apoio. (C.N.)

Lula defende polarização e diz que é “preciso embarcar de volta para o futuro”


“Não dá para ficar em cima do muro”, disse o petista nas redes
Deu no Estadão
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a falar de polarização na manhã deste sábado, 23, em sua conta no Twitter. O petista afirmou que é preciso ter coragem de dizer que a legenda é oposta ao governo do presidente Jair Bolsonaro.
“Nós somos, sim, o oposto de Bolsonaro. Não dá para ficar em cima do muro: somos e seremos oposição a esse governo de extrema-direita que gera desemprego e exige que os desempregados paguem a conta”, escreveu.

RETROCESSO – Na opinião do ex-presidente, o atual modelo de governo coloca o Brasil em uma fase já superada pelo País. Segundo ele, trata-se do passado da escravidão, da fome, do desemprego em massa, da dependência externa, da censura, do obscurantismo. “O Brasil precisa embarcar de volta para o futuro”, afirmou.
O petista elencou críticas ao atual governo, em especial à política econômica, que ele já mostrou ser o alvo principal de sua oposição a Bolsonaro desde que saiu da prisão, na sexta-feira 8, após 580 dias encarcerado pela Lava Jato.
“MÁQUINA DO TEMPO” – “Parece que enfiaram o Brasil numa máquina do tempo e nos enviaram de volta a um passado que a gente já tinha superado. O passado da escravidão, da fome, do desemprego em massa, da dependência externa, da censura, do obscurantismo. O Brasil precisa embarcar de volta para o futuro”, postou.
Lula ainda criticou a TV Globo e pediu para que a emissora não o compare ao presidente que “eles escolheram”. O petista disse que nunca ameaçou e que “jamais ameaçaria cassar arbitrariamente uma concessão, mesmo sendo atacado sem direito de resposta e censurado pelo jornalismo da Globo”, citou, ao referir-se à ameaça feita por Jair Bolsonaro de que poderá renovar a concessão da emissora.
Na sexta-feira, dia 22, dia , em evento na capital paulista, o ex-presidente já havia afirmado que o PT lutará para ser o protagonista da esquerda nas próximas eleições.

sábado, novembro 23, 2019

Pressão da ala política do governo trava reforma de servidores públicos

por Talita Fernandes e Bernardo Caram | Folhapress

Pressão da ala política do governo trava reforma de servidores públicos
Foto: Reprodução / G1
A ala política do Palácio do Planalto travou a apresentação da reforma administrativa neste ano. O projeto altera as regras de contratação e remuneração de servidores públicos de todo o país.

Após divergências entre a equipe econômica e o núcleo político, o governo de Jair Bolsonaro decidiu adiar para 2020 o envio da proposta ao Congresso.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, foi vencido pelo grupo político, formado pelo próprio Bolsonaro, e com forte influência do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Originalmente, o desejo de Guedes era dar início à tramitação do projeto que porá fim à estabilidade dos servidores públicos ainda neste ano.

Inicialmente, as medidas seriam apresentadas ao mesmo tempo do pacote do Pacto Federativo, no início deste mês. Depois, chegou a ser anunciado o envio para a semana do dia 12 e, em seguida, novamente adiado para a terça-feira passada (19).

Agora, de acordo com o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, Bolsonaro ordenou que sejam ampliadas as análises sobre o projeto. E isso oficialmente adiará a entrega do pacote para o próximo ano.

"O presidente determinou estudos mais aprofundados sobre esse tema. Por consequência, não deverá ser tratado neste ano", afirmou Rêgo Barros à reportagem.

O projeto de reforma administrativa foi amplamente debatido ao longo desta semana pela equipe de Bolsonaro.

Na segunda-feira (18), o presidente disse que não tinha pressa em encaminhar o texto ao Legislativo. Ele afirmou que aguardava o momento político apropriado para que isso fosse feito.

Já Guedes, quando lhe foi perguntado, no fim de uma entrevista coletiva também na segunda-feira, se o envio ocorreria nesta semana, respondeu que "não tão cedo".

A aliados o ministro disse que sua fala foi mal interpretada e que, na verdade, ele esperava a apresentação da proposta ainda em 2019.

Desde a conclusão da votação da reforma da Previdência, no fim do mês passado, a orientação de Bolsonaro tem sido a de que é preciso segurar alguns projetos considerados impopulares.

Ele solicitou à equipe econômica que abrisse espaço no Orçamento para mostrar a aliados e políticos que o governo também quer investir, e não apenas cortar benefícios e gastos.

O próprio ministro da Economia reconheceu ter colocado o pé no freio em parte de suas medidas a pedido do presidente.

Ao apresentar o pacote de reforma do Estado neste mês, Guedes disse que gostaria de ter retirado mais amarras do Orçamento, mas acabou recuando.

"O presidente Bolsonaro é um homem de enorme intuição política. Ele disse: 'Você acaba de fazer a reforma da Previdência e você ainda quer desindexar o dinheiro dos velhinhos? Que história é essa?' É verdade, está certo, é muito cedo", afirmou o ministro da Economia, Paulo Guedes, na ocasião.

Pela ala política, de olho na disputa pelo governo do Rio Grande do Sul em 2022, Onyx tem ainda trabalhado para evitar desgastes políticos.

Com a decisão de apresentar a proposta no ano que vem, o governo opta por enfrentar a articulação no Legislativo em ano eleitoral. É comum que haja maior resistência do Congresso a votar propostas que gerem desgaste político em períodos como esse.

A reforma administrativa é considerada sensível porque atinge uma categoria de trabalhadores que tem forte lobby sobre os políticos.

A frente parlamentar do serviço público do Congresso, por exemplo, tem 255 deputados. Isso corresponde a quase metade dos 513.

Outro ponto levado em consideração é o fato de as mudanças de regras atingirem não apenas os servidores do Executivo mas também os do Judiciário, grupo bem organizado, e do Legislativo, que atuam diretamente em contato com os congressistas.

A reestruturação das regras do serviço público está em elaboração na área econômica desde o governo Michel Temer (MDB). Embora o Ministério da Economia já tenha toda a estrutura das medidas pronta, o pacote está em aberto e, segundo membros da pasta, pode ser alterado até o momento da apresentação.

Além de Bolsonaro, Guedes também aguarda um clima propício no Congresso para o envio da medida. Ele decidiu que só apresentará os textos ao Legislativo após receber aval de líderes partidários.

Em conversas com congressistas, o ministro e sua equipe têm levado uma apresentação com o intuito de mostrar as distorções do serviço público brasileiro e, assim, ganhar apoio à proposta.

O grupo argumenta que há um crescimento descontrolado da despesa do governo com pessoal, que hoje representa o segundo maior gasto primário da União.

Para a equipe de Guedes, o serviço público brasileiro tem custo elevado sem que isso se reflita em boa prestação de serviços.

A reforma em elaboração deve prever uma drástica redução no número de carreiras, salários mais alinhados com o setor privado, rigorosa avaliação de desempenho e travas para as promoções.

As principais mudanças valerão apenas para aqueles que se tornarem servidores após a aprovação pelo Congresso. Os que já atuam no Executivo manterão a maior parte das prerrogativas, mas também serão afetados por mudanças pontuais.

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