sábado, novembro 23, 2019

Brasil precisa estar atento contra falsos heróis no combate à corrupção, diz Gilmar Mendes Ministro do STF não quis se direcionar diretamente Moro e Dallagnol, mas criticou a atitude dos dois na Lava-jato. Gilmar Mendes disse que as conversas divulgadas pelo portal The Intercept deixam claro que os dois agiram de maneira irregular na condução da operação. O ministro afirmou ainda que...


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Ministro do STF não quis se direcionar diretamente Moro e Dallagnol, mas criticou a atitude dos dois na Lava-jato. Gilmar Mendes disse que as conversas divulgadas pelo portal The Intercept deixam claro que os dois agiram de maneira irregular na condução da operação. O ministro afirmou ainda que...

Botijão de gás terá reajuste de 4% a partir de segunda, diz Petrobras A partir de segunda-feira (25) o preço do gás de cozinha, para venda em botijão de 13 quilos, terá reajuste médio de 4%, conforme a...


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A partir de segunda-feira (25) o preço do gás de cozinha, para venda em botijão de 13 quilos, terá reajuste médio de 4%, conforme a...

Professor Pasquale: “Bolsonaro mergulhou Brasil na ignorância e mediocridade”

As críticas do professor também foram dirigidas a Abraham Weintraub: ““É uma usina que não tem freio, próximo ao descalabro. E com o incentivo que há hoje com a grosseria. O ministro da Educação é um iletrado”
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As críticas do professor também foram dirigidas a Abraham Weintraub: ““É uma usina que não tem freio, próximo ao descalabro. E com o incentivo que há hoje com a grosseria. O ministro da Educação é um iletrado”

Cadê a direita moderna, que é liberal na economia, no social, na cultura e nos costumes?

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Charge do Ivan Cabral (ivancabral.com.br)
Eliane CantanhêdeEstadão
Após 20 anos de ditadura militar, a balança se inverteu e o preconceito contra os militares passou a andar lado a lado com uma onda de esquerda e centro-esquerda. Falar em direita? Vade retro! Partidos conservadores mais aguerridos se diziam “liberais”, até de “centro-esquerda”, mesmo depois que as Forças Armadas passaram ao 1.º lugar de aprovação nas pesquisas.
O único político que tentou criar um partido nitidamente de direita foi Luís Eduardo Magalhães, grande promessa política que morreu aos 43 anos, em 1998. Sem ele, até PP, PTB e PL se apresentam como de “centro”. E viraram “Centrão”. Logo, a criação da Aliança pelo Brasil é um movimento importante e um teste sobre o tamanho e a identidade, ou alma, da direita brasileira, hoje mobilizada em torno de um “mito”, Jair Bolsonaro, e de uma novidade, o bolsonarismo. Seus nove partidos anteriores, como o PSL pelo qual se elegeu há um ano, foram apenas utilitários.
SEM CLAREZA – A grande pergunta, porém, é que direita é essa? Aquela direita de Luís Eduardo? Ou uma nova direita de cultos? A resposta pode definir uma linha clara entre os que apoiam o governo Bolsonaro por pragmatismo ou falta de opção e aqueles que realmente comungam as ideias, muitas delas beirando o absurdo, da nova onda de poder.
Filho do ex-governador e ex-senador Antonio Carlos Magalhães, o ACM, Luís Eduardo incorporava o que se pode chamar de uma terceira vertente da direita clássica brasileira. Depois do coronelismo bruto da era getulista e do caudilhismo mais envolvente, à la ACM, o jovem deputado baiano era a promessa de uma direita moderna, urbana, liberal no sentido mais amplo.
Já Bolsonaro é o quê? É conceitualmente de direita e comunga com as premissas clássicas do liberalismo? Ou apenas pensa, fala e age atabalhoadamente, embolando a defesa de Ustra, Pinochet e Stroessner, uma visão tosca sobre globalização, a mistura deletéria de política com religião, a obsessão por armas, a cultura do corporativismo, o desprezo por cadeirinhas e radares, o desdém pela pesquisa e a ciência, a falta de paciência com a ecologia, uma política externa personalista e belicosa, a mal disfarçada tese do “bandido bom é bandido morto”?
DIREITA LIBERAL? – É nisso que desembocou a direita brasileira? Cadê a direita que equilibra o liberalismo na economia com o liberalismo social e cultural? Que combate o dirigismo estatal, defende a iniciativa privada e a política externa pragmática, simultaneamente à responsabilidade social, liberdade de expressão, igualdade de direitos, dignidade da pessoa humana, respeito à diversidade e a globalização? Ou a direita não pode ser generosa e inclusiva?
A Aliança pelo Brasil – aliás, um nome bom, de grande apelo – nasce como um partido familiar. Jair é presidente, Flávio é vice, Eduardo é ideólogo, Jair Renan é vogal, enquanto Carlos mantém-se na trincheira das redes sociais.
OBSESSÃO IDEOLÓGICA – Pairando sobre a família e o auditório gritando slogans em tom evangélico, ou de seita, estavam lá o tal Olavo de Carvalho, o tal Steve Bannon, a tal obsessão ideológica, a tal visão tortuosa de mundo e uma guerra insana contra uma salada de fantasmas: comunismo, globalismo e nazi-fascismo. Uma barafunda que pode ser bastante útil para eleições, mas bem pouco convincente para articular solidamente a real direita brasileira, inclusive a empresarial.
E, mais do que as regras da Justiça Eleitoral, prazos e questões práticas sobre assinaturas digitais ou não, um grande risco para o novo partido vem da realidade internacional. Com o afastamento de Trump deixando de parecer absurdo nos EUA e processos se avolumando contra Netanyahu em Israel, os dois maiores ídolos do “direitista” Bolsonaro não só parecem ameaçados como ameaçam o discurso do presidente e do novo partido presidencial.

Flamengo venceu, graças aos dois Diegos, a Gabigol, a Bruno Henrique e a Jesus

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A entrada de Diego conseguiu despertar a equipe do Flamengo
Carlos Newton
Um jogo histórico, de arrebentar corações e mentes. Dois times espetaculares garantiam que o resultado poderia favorecer qualquer um dos dois. No primeiro tempo, os jogadores desenvolveram uma velocidade estonteante, e o River Plate jogou melhor, porque não abriu espaço para os atacantes brasileiros, especialmente Gabigol e Bruno Henrique, que estavam neutralizados, digamos a verdade.
O Flamengo ficou nitidamente assustado, a criatividade foi para o espaço, não conseguiam cobrar direito nem mesmo as laterais. O time apenas seguia o exemplo do River Plate e marcava na pressão, sem levar perigo ao grande goleiro argentino Armani, que tentava seu terceiro título na Libertadores.
BOA ESTRATÉGIA – Deu certo a estratégia do técnico Marcelo Gallardo, que jogou na seleção argentina e sabe tudo de futebol. Conseguiu estancar o ímpeto inicial dos rubro-negros e o River Plate forçava o erro nos passes. Nesse tipo de jogo, qualquer descuido pode ser fatal. Numa indecisão da defesa rubro-negra, a bola sobrou para o excelente atacante colombiano Borré, que é matador e chutou com incrível perfeição, num momento em que o goleiraço Diego Alves não tinha visão da jogada.
O resto do primeiro transcorreu sem que o Flamengo se arrumasse em campo, continuava apenas marcando sob pressão e Gabigol e Bruno Henrique não conseguiam chutar em gol.
A continuar esse esquema de jogo, o River Plate poderia ter vencido e não lhe faltaram oportunidades de fazer o segundo gol, mas Diego Alves está sempre inspirado.
ENTRA DIEGO – Os deuses do futebol intervieram, com a contusão de Gérson, que não estava em dia inspirado, como o próprio time, aliás.
O jogo mudou com a entrada de Diego, que estava descansado e soube fazer a diferença, mostrando ao Flamengo como superar a muralha River Plate. Assim, de repente começou um novo jogo, o time rubro-negro acordou e partiu para cima, como faz em todas as partidas, decisivas ou não.
O ataque do Flamengo acompanhou a onda de Diego e as oportunidades de gol foram surgindo, mas a bola não entrava, o goleiro Armani pareceu insuperável. Até que Bruno Henrique fez um daquelas suas jogadas de driblar dentro da área. Poderia ter chutado, mas não foi “fominha”, passou para Arrascaeta, que fez a assistência a Gabigol, que só empurrou a bola empatando o jogo.
A essa altura o River Plate estava extenuado pela correria e o Flamengo mandava em campo, Diego dominou na defesa e fez o lançamento logo e preciso, Gabigol então usou sua preciosa perna esquerda para decidir e partida, consagrando-se como artilheiro da Libertadores, enquanto Bruno Henrique ganhava o anel de melhor jogador da competição.
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P.S. –
 Nesta sexta-feira, trocando e-mails com Mário Assis Causanilhas, eu lhe mandei a seguinte mensagem sobre o jogo de hoje: “Estou tranquilo, amigo, peguei o Flamengo do final dos anos 50, com um timaço tricampeão, depois na era de Zico e agora com Bruno Henrique. É o melhor time do mundo. Para mim, isso vale mais do que títulos, mas a conquista deles será natural. Temos dois times completos, só de craques. É algo espantoso, e os torcedores dos outros clubes estão reconhecendo o futebol de verdade que o Mengão está jogando. E ele veio assim, em viés de alta, desde a contratação dos dois Diegos, é preciso reconhecer. Não acho que o uruguaio seja melhor do que o Diego. Mas é apenas uma opinião”. Mário Assis respondeu, completando meu raciocínio: “E, ao mesmo tempo, reconhecer o excelente trabalho da equipe do Bandeira de Mello que, em seis anos, saneou as finanças do Clube, propiciando as condições para a contratação desses jogadores”. Exatamente, foi por tudo isso que o Flamengo venceu novamente a Libertadores. Quanto ao técnico, é daqueles que não atrapalham e sabem fazer substituições. E haja coração! (C.N.)

Mirando outra corrida eleitoral, PSL abre as portas para Wilson Witzel


Witzel recebeu uma visita de representantes da Executiva Nacional
Paulo Cappelli
Naira Trindade
Bernardo Mello
O Globo
Após a ida do presidente Jair Bolsonaro para o Aliança pelo Brasil, o PSL abriu as portas para o governador do Rio, Wilson Witzel. Hoje desafeto de Bolsonaro, o ex-juiz recebeu na última terça-feira, no Palácio Guanabara, uma visita de representantes da Executiva Nacional da antiga legenda de Bolsonaro. Presidente e os filhos anunciaram recentemente o desembarque e lançaram anteontem a sigla que pretendem criar a tempo das eleições municipais do ano que vem.
PSL “ELEGE” – Mirando outra corrida eleitoral — pela presidência da República, em 2022 — encontraram-se com Witzel o vice-presidente nacional do PSL, Antônio Rueda, e os deputados federais Junior Bozzella (SP) e Sargento Gurgel (RJ). Segundo um interlocutor, durante a reunião, Rueda chegou a brincar com a pretensão de Witzel de conquistar o Palácio do Planalto: “De eleger presidente, o PSL entende”.
A mudança de sigla poderia entregar ao atual filiado do PSC um volume maior de recursos do fundo partidário e mais tempo de propaganda eleitoral na televisão. O PSL mantém hoje a segunda maior bancada da Câmara dos Deputados, com 53 deputados, enquanto o PSC tem a décima quarta na Casa, com nove parlamentares.
ALTERNATIVA – Ao O Globo, Bozzella confirmou que o PSL cogita Witzel como uma possibilidade para a disputa presidencial de 2022. Segundo o parlamentar, o nome do governador é considerado junto com os de outros políticos de direita — ele chegou a citar como exemplo o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
“É difícil o PSL ficar de fora das eleições de 2022, no sentido de ter um protagonismo e candidatura própria. O Witzel é uma opção, é um dos nomes, assim, como podem ter outros nomes no campo da direita que queiram se aproximar do PSL, como o próprio Doria”, disse o parlamentar.
TOM CONTIDO –  Rueda e Sargento Gurgel descreveram a conversa com Witzel em tom mais contido. O vice-presidente do PSL disse que houve apenas “uma visita institucional de cortesia” sem relação com eleições presidenciais. Gurgel, por sua vez, não negou que vê de maneira positiva a integração de novos integrantes ao partido.
“O PSL está de portas abertas para todas as figuras de direita, mas não se fala em campanha presidencial com tanta antecipação. O melhor dos mundos é agregar essa direita que está nascendo e tende a se consolidar na política. E trabalhar pelo sucesso do presidente Bolsonaro e dos governos Doria e Witzel. Algo diferente dessa linha só poderá ser traçado depois das eleições municipais do ano que vem”, disse Gurgel.
POTENCIAL – A avaliação da cúpula do PSL é que a sigla se transformou no maior partido do campo da direita, capaz de abrigar candidatos com potencial para a Presidência. Há, para esses líderes partidários, a crença de que a aproximação com Witzel se justifica pelas semelhanças entre os posicionamentos dele e os do partido em relação às pautas de segurança pública e liberdade econômica.
Ainda sobre 2022, houve conversas do partido com parlamentares filiados como a deputada federal Joice Hasselmann, o senador Major Olímpio e a deputada estadual Janaina Paschoal, todos com atuação política em São Paulo. Não é descartado também um possível convite de filiação ao ministro da Justiça, Sergio Moro.

PEC da segunda instância do Congresso pode desgastar ainda mais o Supremo

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Charge do Duke (dukechargista.com.br)
Deu na Coluna do Estadão
Ministros do STF que formaram na Corte a maioria para a revisão da prisão após condenação em segunda instância estão insatisfeitos com o encaminhamento da questão para o Congresso, após sugestão de Dias Toffoli. Para eles, como nem Rodrigo Maia nem Davi Alcolumbre têm condições de segurar a pressão sobre os parlamentares, ficará na conta do Supremo o desgaste da decisão que beneficiou o ex-presidente
Se a PEC da segunda instância for aprovada, o veredicto do Supremo que permitiu a libertação de Lula terá sido inócuo. Os vencedores se transformarão nos vencidos.
PRESSÃO TOTAL – Quem conhece bem o Congresso avalia que manobras podem até retardar o avanço da PEC, mas dificilmente conseguirão desmobilizar a sociedade. Deputados e senadores têm sido bombardeados por grupos favoráveis à prisão após a condenação em segunda instância.
A cientista política Karim Miskulin, do Grupo Voto, saiu de encontros com lideranças políticas em Brasília otimista com o avanço da PEC da prisão após condenação em segunda instância: “O Congresso está sintonizado com os anseios da sociedade”.
Karim Miskulin e Sandra Comodaro, que também é do Grupo Voto entregaram a líderes políticos um manifesto pela PEC da segunda instância e depois foram recebidas pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro.
MOÇÃO DE APOIO – E mais. A plenária da organização Enccla (Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro) fez moção de apoio à prisão em segunda instância. Sérgio Moro sentou-se ao lado do senador Rodrigo Pacheco, incumbido de costurar as propostas nas Casas.
No meio jurídico, cresce a apreensão sobre a possibilidade de o       Supremo Tribunal Federal, com o Congresso agindo, ficar à mercê da opinião pública e desperdiçar a chance histórica de definir o papel dos órgãos de investigação e controle e limites de atuação deles sem autorização judicial, no caso do julgamento da Receita.
Ao que parece, é isso que irá acontecer, devido às trapalhadas e aos erros primários do ministro Dias Tofolli ao conceder a liminar que blindou Flávio Bolsonaro e tutti quanti.

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