terça-feira, maio 28, 2019

Maior erro de Jair Bolsonaro é falar apenas para “seu” público, assustando os demais


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Bolsonaro precisa mostrar que governa melhor do que a esquerda
Carlos Marchi(via Facebook)
O que Jair deveria fazer depois de assumir o governo? É óbvio: o que faz todo governante – tentar ampliar o seu leque de apoiantes. Pois é, mas ele fez o contrário. Começou – como Lula quando estava acuado – a falar para o seu público. Quem é de um extremo e fala para o seu público, assusta e afasta os demais públicos que poderiam apoia-lo.
Todo o segmento liberal, por exemplo, deveria estar com ele – e não está, porque não admite desvios democráticos. Aí se situa o ralo da popularidade de Jair: pessoas que votaram nele com medo do PT, ficaram com medo dele.
UM CONSELHO – Se Jair me pedisse um conselho, eu daria: ele não está na presidência para desafiar e insultar a esquerda. Ele está na presidência para governar melhor que a esquerda.
É-lhe fundamental aprovar a Reforma da Previdência, que ele trata com tanto distanciamento e indiferença. É-lhe essencial dar força à economia, para melhorar a confiança dos investidores. É-lhe vital obter desenvolvimento para minorar o desemprego.
Mas ele tem o olhar fixo e vidrado no marxismo cultural e no armamentismo da população.
OUTROS CONSELHOS – Quer acabar com o marxismo cultural? Adote uma política educacional criativa e eficaz, mas não mate a Educação.
E não arme a população, porque muitos inocentes vão morrer. E a maior parte das pessoas de bem ficará contra você.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Carlos Marchi é um dos maiores jornalistas brasileiros e tem um enfoque surpreendente em suas reflexões. Visitar sua página no Facebook sempre nos traz excelente ensinamentos.(C.N.)

Subvenções: Justiça condena seis à prisão


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Verba repassada a associação foi de mais R$ 1.800.000,00

'STF não pode fazer pacto sobre coisas que ele vai julgar'


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Merval Pereira avalia que o pacto federativo a favor de retomada do crescimento tem boa intenção, mas sua realização é complicada. Isso porque certamente várias cláusulas da reforma da Previdência serão questionadas na Justiça e, se o Supremo fizer um pacto a favor da reforma, ele não pod...

Ex-prefeito faz parte de quadrilha diz MPF/SE, que pede aumento da pena para estelionatários


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Primeiras cirurgias começam a ser realizados no Hospital Municipal de Cícero Dantas - Sertão em Pauta Um parto cesáreo já foi feito e outros procedimentos devem ser realizados nesta terça (28)

Um parto cesáreo já foi feito e outros procedimentos devem ser realizados nesta terça (28)



Na manhã desta terça-feira (28), o Centro Cirúrgico do Hospital Luis Eduardo Magalhães, em Cícero Dantas (BA), inaugurado desde o dia 09 de março e que estava sem realizar procedimentos cirúrgicos – em função da ausência de gerador – deu início às primeiras operações.
Um parto, inclusive, já foi feito na unidade hospitalar e trouxe ao mundo o menino Theo. Além do parto que ocorreu de forma cesárea, estão sendo feitos no local, diferentes processos cirúrgicos durante o dia de hoje (28), como colecistectomia e histerectomia, e retirada de hernia umbilical + inguinal e hernia incisional.
Divulgação
De acordo com apuração do nosso site, as cirurgias estão sendo realizadas pelos doutores Ronaldo Toledo e Danilo com o apoio do anestesista Luciano Nunes e de profissionais de enfermagem. As cirurgias só passaram a ser possíveis no local, depois que a administração municipal locou um gerador para uso no centro cirúrgico.
Divulgação
Redação Sertão em Pauta.

Prefeito de Jeremoabo é multado por nepotismo

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28 de Maio de 2019
O Tribunal de Contas dos Municípios, na sessão desta terça-feira (28/05), julgou procedente a denúncia formulada por vereadores do município de Jeremoabo contra o prefeito Derisvaldo José dos Santos, pela prática de nepotismo. O gestor teria nomeado a mulher, a irmã e três sobrinhos do secretário Municipal, João Batista Santos Andrade, para ocupar cargos em comissão na prefeitura, durante o exercício financeiro de 2017. O relator, conselheiro José Alfredo Rocha Dias, aplicou multa no valor de R$5 mil e determinou a exoneração de todos..
A relatoria considerou ilegal a nomeação de Alalucha Teixeira Ferreira Andrade, mulher do secretário, para o cargo de chefe do Setor de Recursos Humanos do Hospital Geral de Jeremoabo; de Maria Célia Santos Andrade, irmã do secretário, como coordenadora do Setor de Compras e Almoxarifado; de Fabrício Emanoel dos Santos Silva, sobrinho do secretário, lotado como Defensor Público; de Gilson Santos Andrade Filho, sobrinho do secretário, no cargo de chefe de Manutenção de Estradas Viscinais; e de Lucas Ravel Santos Andrade, sobrinho do secretário, para o cargo de auxiliar de Assistência em Saúde. O prefeito não apresentou nenhum documento que comprovasse a capacidade técnica dos nomeados para as suas funções.
O conselheiro, relembrou que a súmula vinculante nº 13 do STF impede a nomeação de cônjuge, companheiro, parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau da autoridade nomeante ou de servidor investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, de cargo em comissão ou de confiança, em quaisquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
Cabe recurso da decisão.
Nota da redação deste Blog - Enquanto os aculturados de Jeremoabo sem nenhum respaldo legal só para puxar o saco diz que nepotismo não é ilegal, o PLENO DO TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DA BAHIA, pela segunda vez multa o prefeito de Jeremoabo Deri do Paloma, por suposta prática de NEPOTISMO  dando cargo a sua família e a seus amigos.
Em todo lugar nepotismo é improbidade administrativa, menos em Jeremoabo onde a lei é desrespeitada, e os " grandolas" pensam que tudo pode.
É como diz José Mário " a crença da impunidade é hoje, o caminho para o XADREZ!"

Pacto entre presidentes de Executivo, Legislativo e Judiciário é ditadura formada pelos três poderes


Marcos Corrêa / Presidência da República/Divulgação
Será que essas autoridades sabem o que significa a democracia?
Jorge Béja
Não é razoável, nem muito menos constitucional e democraticamente possível, que os presidentes dos três poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário) se reúnam para firmar um Pacto. Pacto? Que Pacto? Pacto é ajuste, convenção, contrato. Pactuar é contratar, ajustar, estipular, convencionar, combinar. É também transigir. Tudo, portanto, incompatibilíssimo com a Independência dos Poderes. Independência que antecede a Harmonia.
Diz a Constituição Federal que os três poderes da República são independentes e harmônicos. Mas a independência vem em primeiro lugar.
MUITAS DÚVIDAS – O que teriam pactuado os presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Congresso (Câmara e Senado) e o presidente da República na reunião havida na manhã desta terça-feira em Brasília? Que o Legislativo não vai contrariar os expedientes vindos do Executivo? E nem o Judiciário obstará –  nem acolhendo e nem rejeitando – as demandas contra atos emanados das duas casas legislativas e os atos do presidente da República?
Se tanto foi, então inauguramos uma ditadura integrada pelos três poderes. É ditadura trina. Na Venezuela é assim.
Até que o presidente da República, por ser uma pessoa só, pode falar em nome próprio e, por ter sido democraticamente eleito, pode falar em nome da Nação. Já o Judiciário e o Legislativo, não. Não, porque são poderes que têm um presidente apenas para representá-los, mas sem nenhum poder autônomo, sem nenhum poder de decidir sozinho o que somente à magistratura e aos deputados e senadores compete.
ATRIBUIÇÕES – Maia, Alcolumbre e Toffoli são presidentes (do Legislativo e do Judiciário) para presidir sessões plenárias e nelas votar e cumprir outras poucas formalidades. Só e nada mais do que isso.
Vamos aguardar para saber o que os quatro presidentes pactuaram, acertaram, combinaram na manhã desta terça-feira em Brasília. O que, enfim, contrataram. Se é que é democrático e jurídico que eles pactuem, acertem, combinem e contratem qualquer coisa, qualquer assunto, qualquer tema. Pois isso não é pacto, mas somente conchavo.

No Senado, oposição e governo querem devolver o Coaf ao Ministério de Moro


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Major Olímpio, líder do PSL, diz que há tempo para mudar a MP
Luiz CalcagnoCorreio Braziliense
A votação da Medida Provisória número 870/2019 será apertada no Senado. Parlamentares da oposição cobram coerência do governo, principalmente, a respeito de onde ficará o Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf), prometido ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, mas que está travando o andamento da MP.
A expectativa de senadores contrários ao governo é de que cerca de 40 parlamentares votem para que Moro retome o controle do órgão, que pode passar para a Economia desde a votação na Câmara, na última quinta-feira (23/7). A medida provisória assinada por Jair Bolsonaro no início do governo, configura a Esplanada em 22 ministérios.
PRAZO FATAL – A definição, no entanto, tem data para acabar. Se, até 3 de junho, não se tornar lei aprovada pelo Congresso, o desenho do centro político Federal de Brasília volta a ser como no governo Temer, com 29. O líder do PSL (partido do presidente da República) no Senado, Major Olímpio, disse que lutará para que o órgão volte para a batuta de Moro. O mesmo afirmou o líder da oposição, Randolfe Rodrigues (Rede-AM).
Se passar, a MP volta para a Câmara, (onde os deputados já decidiram pelo Coaf na Economia) para uma nova votação. Na Casa, mesmo os parlamentares governistas abriram mão do Coaf na Justiça e Segurança Pública. Mas o senador Major Olímpio disse que o Bolsonaro  não o procurou para que voltasse atrás no que considerou o seu dever. Segundo ele, o Coaf nas mãos de Moro eram, inclusive, uma constante nas manifestações pró-governo deste domingo.
SEM PRESSIONAR – O senador fez as afirmações em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira. Disse, ainda, que não pressionaria os outros senadores do PSL a votar como ele, e que há tempo hábil para que o destaque do Coaf na MP volte para a Câmara e, novamente, para o Senado, antes de caducar. Questionado sobre o risco, avisou que “responde cada um na medida de sua responsabilidade”.
Ele contabilizou uma quantidade menor de votos pelo Coaf com Moro. Cerca de 30. O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues, por sua vez, disse que votará pelo Coaf com Moro, pois não tem o que temer, e afirmou que o governo precisa ser claro sobre onde deseja o Coaf. Além disso, ele criticou o envolvimento do presidente da República com as manifestações, o que chamou de Chavismo de direita.

Não sei se é inversão de valores, desfaçatez ou desrespeito...E agora?



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Diante desse quadro fico sem nada entender, tem dinheiro para pagar inúmeras bandas mesmo fracas, mas não paga a quem deve.
Está ai estampado enquanto impera a propaganda da festa do "pão e circo", os professores para receber um reajuste justo e de direito, são obrigados a fazer greve.

Para aliviar a tensão, Bolsonaro propõe ‘pacto de entendimento’ entre os Poderes

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O presidente Jair Bolsonaro ao receber os convidados para um café da manhã no Palácio da Alvorada Foto: Marcos Corrêa/PR
Bolsonaro ofereceu o café da manhã para tentar passar a borracha
Jussara SoaresO Globo
O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni , afirmou nesta terça-feira que será assinado um “pacto de entendimento e metas” entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para projetos prioritários e a retomada do crescimento do país. O documento deverá ser formalizado em um ato no Palácio do Planalto no início de junho. A minuta do texto foi apresentada hoje, em um café da manhã no Palácio da Alvorada. O encontro reuniu o presidente Jair Bolsonaro e os presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
—  O Brasil precisa, nós temos reafirmado isso, ter harmonia e entendimento entre todos os Poderes de representação da sociedade brasileira.  Da reunião de hoje se consolida a ideia de que se formalize um pacto de entendimento e algumas metas de interesse da sociedade brasileira a favor da retomada do crescimento – disse o chefe da Casa Civil.
GUEDES E HELENO – Também participaram do encontro os ministros da Economia, Paulo Guedes, e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno. Com exceção de Onyx, todos saíram sem dar declarações à imprensa.
A ideia inicial do texto foi apresentada pelo presidente do STF, Dias Toffoli, em outubro do ano passado. Segundo Onyx, a Casa Civil ficou responsável por fazer uma síntese do pacto e discuti-la com os presidentes da República, da Câmara e do Senado. Sem dar detalhes da proposta, Onyx afirmou que a reforma da Previdência é uma das metas do acordo.
Segundo ele, o documento foi “praticamente validado por todos” e agora passará por ajustes finais.
UM CAMINHO — “Estão todos preocupados e todos querem construir um caminho onde o Brasil, como a gente sempre diz, possa passar o portal do equilíbrio fiscal e aí ir para o caminho da prosperidade que é o que todos nós desejamos. O esforço de todos é no sentido de ver o Brasil daqui a um ano por exemplo ser visto pelo mundo todo como um pais que cresce, se desenvolve, gera emprego e melhor condição de vida para a nossa população “— disse Onyx.
Após os atos pró-governo, Bolsonaro, por meio do porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, pontuou que “a voz das ruas não pode ser ignorada” e que é preciso um pacto entre os Poderes para o país avançar.
No domingo, foram defendidas pautas nas ruas como a reforma da Previdência e o pacote anticrime do ministro Sergio Moro (Justiça), mas também houve críticas a parlamentares do centrão e ao presidente da Câmara.
LÍDERES VÃO OPINAR – Rodrigo Maia disse que irá levar o texto aos líderes da Câmara e só assinará o documento se a maioria desses parlamentares concordarem com o “pacto”.
— O presidente Toffoli já tinha proposto esse pacto há dois meses. Agora se consolidou o texto, está bem organizado, simples, objetivo. Vou levar aos líderes para que os líderes leiam e deem o de acordo para que eu possa, no dia 10, assinar. Mas eu preciso respaldar minha decisão ouvindo os líderes e tendo, pelo menos, a maioria dos líderes para assinar esse documento em nome da Câmara — disse Maia, após se reunir com o
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Como peça teatral, funcionou perfeitamente e ninguém ficará sabendo o que Bolsonaro teve de ouvir de Rodrigo Maia, Dias Toffoli e Davi Alcolumbre, os principais alvos da manifestação, junto com Gilmar Mendes, é claro, que ganha qualquer um em matéria de rejeição popular. Qual ao tal pacto, na verdade, não terá o menor impacto. É uma tremenda conversa fiada, que disfarça bem na ficção, mas não funciona na realidade. Podem apostar. (C.N.)

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