terça-feira, maio 28, 2019

Dívida pública – a bomba-relógio – aumenta 170% em apenas oito anos e meio


Resultado de imagem para dívida pública charges
Ilustração reproduzida do Arquivo Google
Carlos Newton
O grande diferencial da “Tribuna da Internet” são os seus comentaristas. A troca de opiniões entre eles é altamente esclarecedora, ajuda a entender o passado, refletir o presente e antever o futuro. No último dia 19, o comentarista Armando Gama postou um texto da jornalista Regina Alvarez sobre a dívida pública, publicado em 2010 em O Globo, sob o título “Lula deixará para seu sucessor dívida bruta que é a maior dos últimos dez anos”.
A análise da excelente jornalista mostrava que a dívida bruta, importante indicador da situação econômica de qualquer país, chegara a R$ 2,011 trilhões em dezembro de 2010, ou 55% do PIB. E a “herança” do governo Lula tinha sido turbinada por operações batizadas de “empréstimos” que o Tesouro vinha fazendo com o BNDES desde 2009, por meio da emissão de títulos públicos.
PREOCUPAÇÃO – Portanto, há quase de anos, o crescimento da dívida bruta já era visto com preocupação por muitos analistas, entre eles o economista Felipe Salto, da Consultoria Tendências.
“A crise global de 2009 abriu espaço para uma mudança radical de postura do governo do PT em relação às contas públicas. O acúmulo de superávits, que serviam para reduzir a dívida em relação ao PIB, foi substituído por uma combinação de aumento dos gastos com expansão do crédito por meio do crescimento da dívida pública”, assinalou Regina Alvarez, mostrando como a equipe econômica petista conseguiu alavancar artificialmente a subida do PIB em 4,7% naquele ano (2010).
“O próximo governo terá a tarefa adicional de sinalizar que a dívida bruta vai cair em relação ao PIB. Não é um cenário caótico, tem ainda uma gordura, mas a gordura acaba” — destacou o economista Felipe Salto, que acertou em cheio sua previsão.
MAQUIAGEM – No importante artigo, Regina Alvarez assinalou que a preocupação dos analistas cresceu depois que foram revelados alguns truques que o governo utiliza para reforçar o caixa do Tesouro e abrir espaço para acomodar mais despesas.
“O BNDES tem servido de instrumento para essas manobras. Revitalizado pelos empréstimos do Tesouro, o banco passou a repassar à União valores muito maiores em dividendos. Em 2009, foram R$ 10,9 bilhões, quase o dobro de 2008 (R$ 6 bilhões). Outros R$ 3,5 bilhões foram “comprados” da Eletrobrás e também transferidos para o caixa da União, ajudando a fechar as contas”.
“A dívida bruta é um indicador que precisa cada vez mais ser observado pelo uso desses mecanismos de expansão de crédito. O caminho que está sendo adotado é errado” — advertiu Felipe Salto.
MANIPULAÇÃO – O governo petista jamais demonstrou preocupação com o aumento da dívida bruta. A equipe do ministro Guido Mantega manipulava os dados e destacava em suas avaliações a trajetória da dívida líquida. Por esse falso conceito, o mesmo valor dos títulos emitidos para os empréstimos ao BNDES entrava nas contas como créditos do governo federal, neutralizando essas operações.
Passados apenas oito anos e meio, em março de 2019 a dívida bruta chega a R$ 5,431 trilhões, o que representa 78,4% do PIB. Ou seja, em apenas 9 anos, subiu cerca de 170%, um total absurdo e assustador.
Portanto, quando se pede uma auditoria, não se visa a um calote ou moratória. O que se pretende é justamente evitar o calote. Mas o ministro Paulo Guedes nem toca no assunto. Para ele, a reforma da Previdência resolverá tudo, mas sabe-se que isso é “ilusão à toa”, como diria o genial cantor Johnny Alf.
###
P.S. 
 Paulo Guedes pode fazer cara de paisagem e fingir que a dívida pública não prejudica o país. Pode imitar Manuel Bandeira, ir embora para Pasárgada ou cantar um tango argentino, mas não vai adiantar nada. A dívida é uma bomba-relógio no colo dos brasileiros, como ocorreu no atentado do Riocentro, e precisamos discuti-la em profundidade. Mas quem se interessa? (C.N.)

Líderes avaliam que fala de Bolsonaro acirrou embate entre o governo e o Congresso

Posted on 

Resultado de imagem para bolsonaro manifestação charges
Charge reproduzida do Arquivo Google
Daniel WetermanEstadão
Apesar de minimizaram os efeitos das manifestações de domingo, 26, lideranças do Congresso avaliaram que as declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre as “velhas práticas” da política acirram ainda mais o embate entre o Planalto e os parlamentares. Entre os manifestantes que foram às ruas para defender o governo, houve críticas contra o Congresso, especialmente direcionadas ao Centrão e ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
“De efeito prático das manifestações no Congresso, zero, nada”, comentou o líder do PRB na Câmara, Lafayette Andrada (MG), ao Estadão/Broadcast. Para ele, a pauta foi “superficial” e o Congresso acabou sendo alvo de um “sentimento difuso” contra a classe política. “É um sentimento contra as classes políticas, contra os dirigentes, é o povo reclamando que as coisas não estão boas, reclamando dos políticos, então no sentimento difuso isso cai contra o Congresso”.
VELHAS PRÁTICAS – No domingo, Bolsonaro afirmou que as manifestações deram um recado às “velhas práticas” que não deixaram o povo se “libertar”. A declaração irritou parlamentares, entre eles o líder do PRB. “Isso não é bom, não é positivo. Ele fica surfando nessa onda que existe e que aproveitou muito na eleição, um sentimento contra a classe política, e fica botando gasolina na fogueira. Para ele, é burrice”, disse Andrada.
Outros líderes do Centrão também avaliaram que as declarações do presidente em meio às manifestações atrapalham a relação com o Congresso. “A situação só vai se complicando na medida que o presidente não tem relação com o Congresso e ataca a política todo dia”, disse o presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força.
“As manifestações não serviram de muita coisa, isso só isola mais o governo. O Rodrigo Maia (presidente da Câmara) é o único que sustenta o governo ainda hoje. Ataque a ele é um tiro na testa, e não no pé”, disse o deputado federal.
DEM E PSL – Já o deputado baiano Elmar Nascimento, líder do DEM na Câmara, divulgou nota condenando o “radicalismo e a beligerância” e afirmou que “ninguém governa sozinho”. Mas deputado pernambucano Luciano Bivar, presidente do PSL, partido de Jair Bolsonaro, avalia que os ataques contra o Congresso não vão causar consequências.
“As pessoas que fizeram ataques não estavam no propósito da manifestação”, disse Bivar. “Não haverá absolutamente nenhuma consequência. A manifestação foi muito ordeira. Houve alguns casos isolados que falaram isso, mas não eram a base da manifestação.”
Bivar afirmou que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e os partidos do Centrão estão preocupados em aprovar reformas. “O presidente não quer dizer que velhas praticas seja o Centrão, velhas práticas não têm nada a ver com o Centrão. O Centrão está preocupado em fazer uma pauta positiva para o Brasil”, amaciou.
BOLSONARO ERRA – Para o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), o presidente erra quando insinua que o Congresso está impedindo o avanço de pautas importantes para o País. “Ele tem que dizer que práticas são essas porque nós não temos nenhum prática em relação a esse governo ou a qualquer outra coisa. Nós estamos tentando ajudar o Brasil”, declarou Braga, que também minimizou a quantidade de apoiadores de Bolsonaro nas ruas: “Não vi o País mobilizado como em outros momentos”, afirmou, citando as manifestações contra cortes nas universidades no último dia 15.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Bolsonaro precisa se aquietar e governar de verdade. O governo não dá uma palavra sobre o maior problema brasileiro – a dívida pública. Guedes comporta-se como se a reforma da Previdência fosse resolver, mas não sabe. Ele sabe disso, mas se finge de morto, e vocês sabem os motivos, que são vários… (C.N.)

Justiça conclui que agressor de Bolsonaro é doente mental e não pode ser punido criminalmente


Adélio Bispo de Oliveira é escoltado por policiais no aeroporto de Juiz de Fora Foto: Ricardo Moraes/Reuters/08-09-2018
Adélio Bispo vai cumprir pena num sanatório e não em presídio
Pedro CapettiO Globo
O juiz federal Bruno Savino, da 3ª vara da Justiça Federal em Juiz de Fora, concluiu que Adélio Bispo de Oliveira, o autor da facada no presidente Jair Bolsonaro, tem transtorno delirante persistente, segundo pareceres médicos da defesa de Adélio e de peritos escolhidos pela acusação, diagnóstico que o torna inimputável. Ou seja: não pode ser punido criminalmente. Se condenado na ação penal que tramita na mesma vara, Adelio Bispo cumprirá pena em um manicômio judiciário, e não em uma prisão tradicional.
Na mesma decisão, o juiz determinou a permanência de Adélio no Presídio Federal de Campo Grande até o julgamento da ação penal, uma vez que o psiquiatra da defesa afirmou que o estabelecimento prisional possui condições adequadas para a realização do tratamento dele.
O ATENTADO – Em 6 de setembro, Bolsonaro leva uma facada durante atividade da campanha na cidade de Juiz de Fora (MG). O então presidenciável foi socorrido na Santa Casa da cidade e submetido a uma cirurgia às pressas. É constatado que a facada atingiu o intestino grosso e produziu três lesões no intestino delgado. Na ocasião, foi instalada uma bolsa de colostomia.
No dia seguinte (7 de setembro), o então candidato é transferido de avião para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Bolsonaro passou por um segunda cirurgia no dia 12 de setembro, dessa vez no Einstein. O procedimento foi necessário porque foi identificada uma aderência que obstruía o intestino delgado. Bolsonaro passou 22 dias internado no hospital.
No dia 27 de janeiro de 2019, Bolsonaro se interna novamente no Einstein para passar no dia seguinte por uma cirurgia para retirar a bolsa de colostomia que usava desde que levou a facada em setembro.
UNANIMIDADE  – Segundo a decisão, todos os médicos que avaliaram Adélio, tanto os peritos oficiais como os assistentes técnicos das partes, concluíram que ele é portador de transtorno delirante persistente. Ao todo, três laudos foram produzidos para avaliar o agressor. Não houve, dentro dos documentos anexados ao processo, nenhum parecer ou laudo que apontasse que o agressor não sofre de doença mental.
A única divergência estava relacionada à subcategoria dessa patologia. A própria psiquiatra escolhida pelos advogados de Jair Bolsonaro apresentou parecer com a conclusão de que ele sofre desse mesmo transtorno.
SEMI-IMPUTABILIDADE – Quanto à avaliação sobre a capacidade de entendimento do caráter ilícito da facada, as conclusões dos laudos oscilaram entre a inimputabilidade e a semi-imputabilidade. O Ministério Público Federal (MPF) opinou, em abril, pela semi-imputabilidade de Adélio Bispo.
Durante as avaliações médicas de Adelio, houve a necessidade de realização do exame técnico em dois tempos periciais, efetivados em datas diversas, por se tratar de caso de difícil diagnóstico. Foram necessários exames complementares como o Teste de Rorscharch e eletroencefalograma.
Com a conclusão do processo, a ação penal em que Adélio Bispo responde volta a tramitar. Ele responde pelo crime de “atentado pessoal por inconformismo político” com base no artigo 20 da Lei de Segurança Nacional.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Se o objetivo era mesmo tirar Bolsonaro da eleição, deu tudo errado, porque a facada acabou sendo decisiva para a vitória dele, sem a menor dúvida.Quanto ao diagnóstico, Antonio Santos Aquino já tinha cantado a pedra aqui. Bispo vai cumprir a pena no sanatório(C.N.)

segunda-feira, maio 27, 2019

Bolsonaro divulga foto de senhora que morreu há seis meses como se fosse do ato de domingo | Revista Fórum O presidente, para enaltecer os protestos em sua defesa no domingo (26), usou uma imagem de um protesto de 2015 em que aparece uma senhora que morreu em novembro do ano passado

Revista Fórum
1 h
O presidente, para enaltecer os protestos em sua defesa no domingo (26), usou uma imagem de um protesto de 2015 em que aparece uma senhora que morreu em novembro do ano passado.
REVISTAFORUM.COM.BR
O presidente, para enaltecer os protestos em sua defesa no domingo (26), usou uma imagem de um protesto de 2015 em que aparece uma senhora que morreu em novembro do ano passado

Congresso avalia PEC para revogar mandato do presidente


TERRA.COM.BR
Parlamentares discutem e podem votar pautas que atingem Bolsonaro caso se tornem alvo das manifestações de rua deste domingo

A partir de agora, Rodrigo Maia substitui Lula como maior alvo dos bolsonaristas


Boneco inflável de Rodrigo Maia em ato bolsonarista no Rio
Boneco inflável do deputado Rodrigo Maia custou 3,5 mil reais
Bernardo Mello FrancoO Globo
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), substituiu o ex-presidente Lula como o alvo número um dos bolsonaristas. Na manifestação deste domingo, em Copacabana, o deputado foi atacado em cartazes e discursos inflamados. Ganhou até um boneco inflável de 3,5 metro de altura.
O “pixuleco” de Maia usa camisa do Botafogo com as logomarcas da Gol e da Odebrecht, duas empresas que o citaram em delações premiadas. O boneco também carrega um pirulito com um cifrão e notas de dólar, que brotam dos bolsos e dos sapatos. No verso, aparecem três inscrições: “Nhonho”, “Judas” e “171”.
BOTAFOGO – “O Maia recebeu apoio do PSL, mas sempre tem um atrevimento contra o governo”, criticou o administrador Ronaldo Magalhães, 37 anos, responsável pelo “pixuleco”. Ele explicou que escolheu a camisa do Botafogo, e não a de presidiário, para “não dar problema depois”. “É um meio termo, porque a Lei de Segurança Nacional pode enquadrar o que a gente fala do presidente da Câmara”, disse.
Apesar da cautela, Magalhães disse que considera Maia “corrupto”. “Ele está na Lava-Jato, por isso é contra o pacote anticrime do Sergio Moro”, afirmou. Segundo o administrador, o boneco custou R$ 3.500. Ele disse ter feito uma vaquinha com empresários amigos para financiar a “homenagem”.
No carro de som do grupo Direita Rio, um cartaz com a foto de Maia o chamava de “imbecil”. “Pior! Nem brasileiro ele é! #ForaMaia”, acrescentava a peça. O deputado tem nacionalidade brasileira mas nasceu no Chile, em 1970. Seu pai, o ex-prefeito Cesar Maia, foi perseguido pela ditadura militar e estava exilado.

Quebra de sigilo de Flávio Bolsonaro reaviva a pergunta: cadê o ex-assessor Queiroz?


Resultado de imagem para queiroz CHARGES
Charge do Aroeira (O Dia/RJ)
Wilson TostaEstadão
Onde está Fabrício Queiroz? A pergunta que assombra há meses o Palácio do Planalto voltou com força depois que se soube que, em 24 de abril, a Justiça do Rio quebrara os sigilos bancário e fiscal do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), do próprio Queiroz e outras 93 pessoas físicas e jurídicas. O pedido do Ministério Público, obtido pelo Estado, é rico em detalhes – entre eles, os saques de mais de R$ 650 mil feitos pelo ex-assessor de Flávio de janeiro de 2016 e junho de 2018 – e sua aceitação acendeu o alerta no clã Bolsonaro.
Irritado com anunciada devassa em mais de uma década de vida financeira do primogênito, o presidente, que na semana anterior previra um “tsunami” na política, desafiou os adversários a atacá-lo, em lugar do filho Zero Um, segundo ele vítima de “esculacho”.
DISCURSO JANISTA – O Zero Dois Carluxo, diante do ambiente político difícil que ameaça no Congresso a MP 870  – uma derrota que poderia levar à recriação de ministérios –, viu possibilidade de queda do governo paterno.
Na sexta, o presidente divulgou no WhatsApp uma espécie de desabafo. Repetiu o discurso janista – velho de mais de meio século – de denúncia da suposta conspiração dos políticos contra as mudanças que o Brasil precisa. Foi, como observou Vera Magalhães, um flerte com Jânio e Collor, outros dois presidentes cujo relacionamento com o Congresso (e a política) foi tumultuado.
Flavio aparentemente já sabia da tempestade que se avizinhava. Antes que a quebra de sigilos viesse a público, em entrevista a Renata Agostini, protestou contra o que considerou um ataque a seus direitos. O senador insistiu em denunciar o que chamou de vazamentos que teriam por objetivo atingi-lo.
E AS EXPLICAÇÕES? – Mas, desde que o Estado revelou que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) descobrira as movimentações financeiras atípicas de Queiroz, o parlamentar ainda não demonstrou como fará para lidar livrar das suspeitas, lançadas pelo MP, de ligações com supostos malfeitos de seu ex-homem de confiança.
O pedido do MP apontou a presumida ação, no gabinete de Flávio, de uma organização criminosa. Essa quadrilha seria voltada para o cometimento de crimes de peculato (suposto desvio de dinheiro por servidor, no caso de salários de assessores, que teriam sido repassados ao parlamentar, em esquema de “rachadinha”) e de lavagem de dinheiro.
Pior: em seu pedido, acolhido pelo juiz Flavio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal do Rio, os promotores relacionam, entre os alvos das quebras de sigilo, pelo menos oito ex-assessores de Jair Bolsonaro, quando era deputado federal. Não se sabe o que pode sair daí.
CONTA DE MICHELLE – O primeiro relatório do Coaf já apontara transferência de recursos da conta de Queiroz para a primeira-dama Michelle Bolsonaro, quando o hoje presidente ainda era deputado. Segundo disse, recebeu na conta da mulher o pagamento de um empréstimo ao assessor.
É certo que pelo menos dez anos de vida política do clã serão devassados, chegando a outros gabinetes da família – e o resultado da operação é incerto.


No momento, tudo que os Bolsonaros precisam é que se fale de outra coisa que não as peripécias financeiras do ainda desaparecido Queiroz – que negou ao MP, por escrito, ter cometido ilegalidades ou irregularidades. A balbúrdia, no caso, favorece uma conveniente mudança de assunto. Nesse contexto, a elevação de tom em declarações e ações do presidente não surpreende. O cérebro de Flavio se chama Jair.

Em destaque

Nunes Marques é sorteado para relatar recurso de Bolsonaro contra condenação no STF

Publicado em 12 de maio de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Defesa de Bolsonaro tenta derrubar pena de 27 anos M...

Mais visitadas