sexta-feira, fevereiro 22, 2019

Inquérito sobre Flávio Bolsonaro por lavagem de dinheiro é mantido na primeira instância


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Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)
Camila BomfimTV Globo — Brasília
A Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, decidiu manter na Justiça Federal do Rio de Janeiro a investigação criminal que apura se o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) cometeu os crimes de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. O inquérito mira “negociações relâmpagos” de imóveis que, segundo as investigações da Polícia Federal, resultaram em um aumento patrimonial incompatível de Flávio.
As suspeitas dos investigadores são de que o filho do presidente lavou dinheiro por meio da compra de imóveis e declarou à Justiça Eleitoral o valor de um apartamento abaixo do preço real.
“PERSEGUIÇÃO” – Em nota enviada por sua assessoria de imprensa, Flávio Bolsonaro se disse vítima de “perseguição” e disse repudiar a “tentativa de imputar irregularidades e crimes onde não há”.
O caso estava nas mãos de Raquel Dodge desde o último dia 6, para que ela decidisse se encaminharia a questão ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou se manteria as apurações na primeira instância.
Ao analisar o inquérito, a procuradora-geral considerou que os fatos investigados ocorreram em um período anterior ao mandato de senador exercido por Flávio e, por isso, não têm relação com o cargo.
JURISPRUDÊNCIA – Em maio do ano passado, o STF reduziu o alcance do foro privilegiado de deputados e senadores somente para aqueles processos sobre crimes ocorridos durante o mandato e relacionados ao exercício do cargo parlamentar.
Além da investigação criminal, as “negociações relâmpago” também são investigadas sob o ponto de vista eleitoral e estão nas mãos da Procuradoria Regional Eleitoral do Rio de Janeiro.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Embora alguns ministros não obedeçam a determinadas jurisprudências, como a de prisão após segunda instância, repelida por Gilmar Mendes, Celso de Mello, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello, o certo é respeitar a jurisprudência, que é clara nos casos do senador Flávio Bolsonaro e do ministro Marcelo Álvaro, ambos investigados por lavagem de dinheiro. (C.N.)

Denúncia: Desvio de dinheiro público e irregularidade em aumento horas de médicos na saúde de Jeremoabo

quinta-feira, fevereiro 21, 2019

Projeto da Previdência esqueceu a pessoa humana e só visou o dinheiro


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Charge do Will (Arquivo Google)
Jorge Béja
Essa reforma apresentada à Câmara se preocupou apenas com a receita e as despesas da Previdência Social e com as condições e exigências para a aposentadoria de homens e mulheres. São 66 páginas cansativas e enigmáticas que alteram vários dispositivos da Constituição Federal, mas sempre voltados para o dinheiro. Como conseguir dinheiro, como reparar os roubos cometidos contra a Previdência Social, são os alvos dessa reforma. Que se danem o povo, o trabalhador, o desempregado, os desalentados…
Isso não importa. Isso fica, segundo a reforma, para depois, na forma de lei complementar. O importante, agora, foi mexer na Constituição Federal para permitir encher os cofres da previdência que não estão e nem nunca estiveram baixos ou vazios.
PRINCÍPIOS BÁSICOS – Não se dedicou um artigo para os princípios básicos da Previdência Social. Não se falou nos beneficiários, nos seus dependentes.  Não se tocou na saúde, na assistência social, na organização da seguridade social, nos direitos dos segurados. Não é uma reforma tendo como objetivo as garantias que a população necessita para viver condignamente. Vejam lá se existe algum artigo mais ou menos com esta redação:
“Cumpre à Previdência Social cuidar, integralmente, da saúde de seus filiados, garantindo-lhes, quando da internação em seus hospitais, próprios ou conveniados, atendimento de excelente qualidade, em enfermarias amplas e arejadas e em quartos individuais, bem equipadas, sem retardo e sem fila de espera”.
ANTIGO SAMDU – E que tal esta outra – que remete ao vídeo que o presidente Bolsonaro gravou dias antes de receber alta do Hospital Albert Einstein, semana passada, quando, constrangidamente, reconheceu que aquele tratamento lá recebido deveria também ser dispensado a todos: “Fica restabelecido o Serviço de Atendimento Médico Domiciliar Urgente, antigo SAMDU, para que cada cidadão brasileiro, filiado ou não à previdência social, receba em sua casa o atendimento médico de urgência que precisar”.
E mais esta outra: “O atendimento médico e social será feito por parte da Previdência de forma prioritária, efetiva, imediata, preventiva e emergencial, visando atender às necessidades básicas de proteção à pessoa humana, à maternidade, à infância, à adolescência, à velhice, aos portadores de deficiência, sendo terminantemente vedado e definido como crime atender e/ou internar a pessoa humana nos corredores dos hospitais, mantê-los em macas improvisadas de leito, e sujeitá-la ao abandono”.
São muitas e muitas as garantias que a cidadania dá a cada um de nós, brasileiros e estrangeiros aqui domiciliados (ou de passagem), mas que este projeto não cuidou e, ao que parece, deixou para o futuro, para dele tratar através de lei complementar, até dispensável, porque todo mau atendimento médico-hospitalar é criminoso. 

PF deflagra operação contra fraudes licitatórias em Agrestina

Organização criminosa fraudava licitações para construção de unidades básicas de saúde
Publicado em 21/02/2019

A operação contou com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) / Foto: Marcelo Camargo / Arquivo Agência Brasil
A operação contou com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU)
Foto: Marcelo Camargo / Arquivo Agência Brasil
JC Online

A Polícia Federal, com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou a Operação Pescaria I, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, na manhã desta quinta-feira (21). A ação conta com a participação de 48 policiais federais, além de servidores da CGU. Mandados de prisão estão também sendo cumpridos nas cidades de Agrestina, Garanhuns e Brejão.
A 'Pescaria I' visa cumprir três mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão, que foram expedidos pela 24ª Vara da Justiça Federal, contra suspeitos de integrarem uma associação criminosa especializada na prática de fraudes em processos licitatórios no município de Agrestina, destinados à construção de unidades básicas de saúde, custeadas com recursos do Ministério da Saúde.

Modus operandi

A contratação ocorria por meio da realização de atos destinados à prévia escolha de determinada empresa “de fachada”, que pertencia a um dos integrantes do esquema, sem capacidade técnico-operacional, restando a execução das obras públicas a terceiro desqualificado, também integrante do esquema.
O grupo também está sendo investigado pela prática de atos de ocultação e dissimulação dos recursos envolvidos nas fraudes. As investigações que deram origem à 'Pescaria I' foram iniciadas em novembro de 2018 e os crimes sob apuração são os de fraude à licitação, associação criminosa, falsidade ideológica, peculato e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem chegar a 46 anos de reclusão, além do pagamento de multas
https://jconline.ne10.uol.com.br

Vereadores da oposição esclarecem a população mostrando a realidade

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"Você pode enganar algumas pessoas o tempo todo ou todas as pessoas durante algum tempo, mas você não pode enganar todas as pessoas o tempo todo". Abraham Lincoln
Esse pensamento exposto é a realidade do que acontece em Jeremoabo, os paus mandados  mentem para a população, no entanto, vem o Blog respaldado em provas cabais mostrando qual a realidade..
Hoje de maneira competente, responsável e civilizada alguns vereadores da oposição sem nenhum subterfúgio detalharam para todo cidadão jeremoabense com muita segurança e através farta documentação, qual a verdadeira situação e saúde do município de Jeremoabo, inclusive  mostrando como está sendo gasto o dinheiro  do povo  para onde está indo
O povo de Jeremoabo não é bobo, sabe muito bem discernir a mentira da verdade, não será meia dúzia de idiotas que irá conseguir vender gato por lebre.
Da mesma forma que publico  notícias ruins, tenho a capacidade de noticiar boas notícias, independente da origem ou lado político.
Ontem tive a alegria de dialogar com um vereador que entende o que significa democracia e uma imprensa independente, estou referindo-me ao vereador Jairo do Sertão, que em certa altura de um dialogo que mantivemos, falou: " Dedé pode ficar a vontade para escrever qualquer coisa a meu respeito, pois se por acaso eu estiver errado é através da critica construtiva que irei consertar meus erros"
Homem público procede dessa forma, parabéns Jairo, você está sendo uma das exceções em Jeremoabo. 

Erro do filho Carlos levou o presidente Bolsonaro a uma capitulação pública


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Carlos Bolsonaro deixou o pai numa situação delicadíssima
Vera MagalhãesEstadão
Carlos Bolsonaro pode cantar vitória e se vangloriar de ter derrubado um desafeto. Mas o filho mais ativo do presidente da República tratou de criar a primeira fissura importante no casco da popularidade do pai, e forçou-o a uma capitulação pública em vídeo para evitar (ou tentar) que Gustavo Bebianno falasse o que viu no tempo em que foi um aliado da família, e também bagunçou o coreto da política às vésperas de o governo enfrentar sua principal batalha, a da reforma da Previdência.
O vídeo em que, visivelmente constrangido, Bolsonaro fala nada com nada a respeito da saída de seu secretário-geral da Presidência, e diz que “tem de reconhecer” a dedicação, o empenho, o esforço, o comprometimento (só faltou falar dos belos olhos) de um de seus apoiadores de primeira hora, é uma confissão pública de que o presidente tem o que temer.
A QUE PREÇO? – Nada disso teria sido necessário se não fosse o afã de Carlos de querer derrubar um desafeto – que só deixou de ser aliado por conta da paranoia ideológica que guia a leitura de mundo e de política dos filhos do presidente. Carlos conseguiu seu intento, mas a que preço?
Corroeu parte da credibilidade do pai junto aos militares, que se assustaram com a presença tóxica da família em assuntos de Estado, escancarou o telhado de vidro do clã com o que Bebianno pode saber, e queimou todo o seu próprio crédito logo na primeira mesada como filho do presidente.
Sim, porque se Bebianno caiu, Carluxo também terá de sair de cena publicamente, ao menos por um tempo. Foi com isso que Bolsonaro se comprometeu diante dos muitos bombeiros que tentaram apagar o fogo que ele mesmo acendeu.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Como se dizia antigamente, Carlos Bolsonaro experimentou uma vitória de Pirro, rei de uma região da Grécia que venceu uma batalha contra os romanos mas perdeu a guerra. Carluxo, como é chamado na família, derrubou um aliado que não lhe lambia as botas, mas enfraqueceu tremendamente o prestígio do pai, especialmente junto aos militares, que não gostam de fofocas, de mentiras e de faniquitos. No final, o maior derrotado foi o próprio Carluxo, que agora terá de sair de cena definitivamente. Se continuar atuante, acabará derrubando o próprio pai(C.N.)

Verba pública eleitoral beneficiou assessora e parente em gabinete de Flávio Bolsonaro


O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)
Flávio alega que as candidatas é que escolheram os contadores
Ana Luiza Albuquerque , Catia Seabra e Italo NogueiraFolha
Dinheiro do fundo eleitoral entregue a candidatas do PSL no Rio de Janeiro beneficiou a empresa de uma ex-assessora de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e parentes de outra colaboradora do agora senador. Uma das beneficiadas é a contadora Alessandra Ferreira de Oliveira, primeira-tesoureira do PSL-RJ, partido presidido pelo senador, filho do presidente Jair Bolsonaro.
Durante as eleições, a empresa dela (Ale Solução e Eventos) recebeu R$ 55,3 mil a partir de pagamentos de 42 candidatos do PSL no Rio. Desse total, R$ 26 mil tiveram como origem 33 candidatas que só receberam a verba do diretório nacional na reta final da eleição. Outros beneficiados foram dois parentes de Valdenice de Oliveira Meliga, tesoureira do diretório estadual do PSL.
VERBA REPASSADA – Na maioria dos casos, a verba repassada às pessoas ligadas ao gabinete de Flávio veio do diretório nacional da sigla. No período em que cuidava das contas das candidatas, Alessandra estava lotada no gabinete da liderança do PSL na Alerj, à época exercida por Flávio. O cargo lhe garantiu um salário bruto de R$ 6.490,35 entre maio do ano passado e o último dia 12, quando foi exonerada.
De junho a outubro, quando faturou R$ 55,3 mil nas eleições, a contadora recebeu R$ 30 mil líquidos no cargo da Alerj. Das 33 candidatas que contrataram Alessandra, 26 tiveram menos de 2.000 votos. Mais da metade dos R$ 2.857,14 enviados a essas candidatas pelo partido tiveram um mesmo destino: R$ 750 para a empresa da contadora e igual valor para um escritório de advocacia.
A empresa Ale Solução e Eventos, de Alessandra, contou inclusive com a candidatura-tampão de duas parentes de Valdenice. A irmã e a nora de Val, como a tesoureira é conhecida, registraram candidatura só em setembro, em substituição a duas mulheres que desistiram da disputa.
INDEFERIMENTO – Elas tiveram as candidaturas indeferidas, mas nem recorreram da decisão. No curto espaço de tempo, realizaram as transferências para a empresa indicada.
A Folha revelou neste mês que o PSL transferiu alto volume de recursos públicos em Pernambuco e Minas Gerais para candidaturas de laranjas —que tiveram votações pífias. Parte do dinheiro foi destinada a supostos serviços de pessoas ligadas à sigla.
O escândalo dos laranjas resultou na demissão do ministro Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral) —presidente do PSL nas eleições de 2018.
OUTRO ESQUEMA – No Rio, a dinâmica difere em dois pontos: não houve grande repasse a pequenas candidatas, mas várias fizeram pequenas transferências para a mesma beneficiária.
Candidatas relataram à Folha que o PSL-RJ informou que poderia oferecer de forma gratuita apoio contábil e jurídico às candidatas. Resolução do Tribunal Superior Eleitoral exige a assinatura de contador ao prestar contas.
Segundo relatos à reportagem, a cobrança começou após o PSL Nacional confirmar a liberação dos recursos. “O Flávio disse que as mulheres não iriam pagar nada. Até porque o partido precisava das mulheres”, disse a guarda municipal Ana Cristina, derrotada a deputada federal. Ela contratou outra contadora com recursos do diretório nacional, por R$ 1.000.
BRIGA DANADA – Andrea Cunha, que se candidatou a estadual, diz que Alessandra ameaçou não liberar recursos porque ela já havia contratado outra contadora. “Foi aquela briga danada. Quando achava que não ia receber, caiu na conta.”
Todas as candidatas que contaram com o serviço de Alessandra assinaram um contrato com data retroativa a 15 de agosto. Contudo, mensagem enviada pela contadora mostra que ela cobrou a firma do documento no dia seguinte aos depósitos do diretório, em 26 de setembro.
O endereço indicado como da empresa nos contratos fica em uma sala ao lado da sede do PSL-RJ. O documento afirma que a fonte dos recursos para pagamento das candidatas deve ser o fundo eleitoral enviado pelo diretório nacional –exigência que não consta em contratos de homens.
OUTROS CANDIDATOS – Alessandra trabalhou para outros oito candidatos, entre eles o próprio Flávio, de quem recebeu R$ 5.000. O PSL-RJ também lhe pagou R$ 1.500.
As candidatas tiveram liberdade de usar os R$ 1.357,14 restantes, e a verba sobressalente também beneficiou parentes de Valdenice, a tesoureira do PSL-RJ. Seu irmão, Paulo Eduardo Rodrigues de Oliveira, recebeu R$ 1.350. Renan Meliga dos Santos, sobrinho do marido de Val, também foi contratado por R$ 7.500 para locação de veículos.
Val é considerada uma das assessoras mais próximas do filho e Jair Bolsonaro. Ela foi escolhida como presidente do PSL na cidade do Rio e também é irmã de dois PMs presos em operação que investiga uma quadrilha de policiais que praticam extorsão.
OUTRO LADO – A contadora Alessandra Ferreira de Oliveira disse que o valor cobrado das candidatas foi “irrisório”. Ela negou ter exigido sua contratação para garantir a liberação dos recursos do diretório nacional do PSL para as postulantes.
“Era muito demanda para mim. Então quanto menos viesse, melhor”, disse.
Segundo Alessandra, a oferta de serviço gratuito foi feita pela antiga equipe de contadores da sigla. Ela disse que assumiu o cargo de primeira-tesoureira em maio, mês em que foi nomeada na Alerj. “Se eu pudesse fazer de graça, até faria. Mas foi um valor muito abaixo da tabela que a gente cobrou, irrisório.”
DIZ O SENADOR – Flávio Bolsonaro afirmou que as candidatas tiveram liberdade para escolher os profissionais que conduziriam suas prestações de contas. Ele afirma que os preços cobrados pelos quadros do partido foram simbólicos e que 19 candidatas optaram por outros profissionais —3 ouvidas pela Folha negaram direcionamento com Alessandra.
“Ouvidas a maioria delas [ex-candidatas], restará evidenciada a verdade, ou seja, de que tudo se deu de modo transparente e em respeito às normas legais e éticas”, disse em nota. O senador não comentou a contratação de parentes de Valdenice com dinheiro do fundo —procurada, ela não respondeu.

Gilmar Mendes e Guiomar formam um dos casais mais ricos de Brasília


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É um casal tão rico que chega até a espantar pela simplicidade
Deu na revista “Crusoé”
Não obstante serem casados em regime de Separação de Bens, o casal Gilmar Mendes e Guiomar costuma fazer negócios em conjunto e é dono de um vastíssimo patrimônio. A Revista Crusoé”, num excelente trabalho de reportagem, conseguiu enumerar uma boa parte dos bens, algo realmente impressionante, que inclui casas, apartamentos, fazendas, rebanhos de gado e cotas de participação societária numa faculdade – ele é sócio do IDP e ela é sócia do escritório Sergio Bermudes, um dos maiores do país.
Veja abaixo a relação dos principais bens, que não incluem objetos pessoais, veículos, joias e obras de arte:
Um apartamento em Lisboa de 137 metros quadrados e nove cômodos. A localização é impecável. Uma das regiões mais nobres da capital de Portugal. Segundo estimativas de especialista ouvidos pela revista, deve valer em torno de 1 milhão de euros (cerca de 4,2 milhões de reais).
Uma casa no Lago Norte, em Brasília, avaliada em 1,4 milhão de reais.
Uma mansão às margens do Lago Paranoá, com jardins bem cuidados que abrigam emas, lembrando os gramados extensos do Palácio da Alvorada.
Guiomar ainda tem 3 milhões de reais, em valor de mercado, em imóveis localizados na parte sul da cidade. São duas salas comerciais pequenas, com cerca de 30 metros quadrados cada, em áreas nobres de Brasília. É proprietária também de um flat, de valor estimado em 400 mil reais, e uma casa no Lago Sul, onde um imóvel vale pelo menos 1,6 milhões de reais.
Gilmar, por sua vez, tem duas casas no Lago Norte de Brasília. Terrenos em duas áreas que se valorizaram com a expansão da cidade e um apartamento de 1 milhão de reais localizado na Asa Norte, outra zona nobre da cidade.
Gilmar também coleciona obras de arte. É dono de quadros e esculturas de artistas celebrados. Um de seus prediletos é Alfredo Ceschiatti (1918-1989), o escultor mineiro cujas obras ornamentam os mais importantes palácios de Brasília.
Gilmar tem como o seu negócio mais lucrativo, o IDP. O Instituto Brasiliense de Direito Público. Uma faculdade de direito relevante no mercado. Na sociedade, o ministro é dono de pelo menos 6 milhões de reais em cotas.
No Mato Grosso, o ministro é proprietário de três fazendas, cada uma com cerca de 5 mil hectares. Fazenda Santa Cecília, Fazenda Jaó e Fazenda Estreito do Rio Claro. E Gilmar tem um rebanho de pelo menos 1000 cabeças de gado.
Sem dúvida, um casal altamente privilegiado e bafejado pela sorte.

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