Anay Curydo Agora
O novo fator 85/95 também poderá adiantar a aposentadoria integral para o segurado que tiver trabalhado em condições insalubres. Para o homem que trabalhou em alguma atividade de risco, a mudança de regra no novo fator pode adiantar em até três anos a aposentadoria integral. Para a mulher, pode chegar a seis anos.
Já para professores, a regra será a mesma (soma da idade e do tempo de contribuição). Porém, o resultado da soma será menor. Para o homem, o resultado do cálculo deverá ser 90 e, para a mulher, 80.
Para os outros trabalhadores conseguirem a aposentadoria integral, de acordo com o fator 85/95, será preciso que a soma resulte em 85, para a mulher, e 85, para o homem.
Quem trabalhou como eletricista, motorista de ônibus ou metalúrgico, por exemplo, poderá converter cada ano na atividade em 1,4, no caso de homem, e 1,2, no de mulher.
Quem desempenhou uma atividade insalubre por cinco anos poderá converter esse tempo para sete anos --homens-- ou seis --mulheres.
Um pintor, por exemplo, que ficou dez anos na profissão, pode contar esse tempo como 12 na soma e ganhar dois anos. Se ele ficou 25 anos em outra profissão, terá 37 anos de contribuição (12 da primeira e 25 da segunda) e poderá e se aposentar de forma integral aos 58 anos, ao alcançar a soma 95. Se não tivesse pedido a conversão do período insalubre, teria de trabalhar por mais dois anos.
Agora, se toda a vida profissional do trabalhador for em condições insalubres, ele poderá se aposentar antes --com 15, 20 ou 25 anos de contribuição, segundo o grau de insalubridade. Nesse caso, não há o fator previdenciário.
Hoje, para conseguir a aposentadoria sem desconto do fator, o homem com 35 anos de contribuição deve ter 63 anos. Com o fator 85/95, ele precisará ter 60 anos. Mesmo na nova regra, se a soma 85/ 95 não for atingida, o fator previdenciário, que diminui o benefício em até 40%, continuará a ser aplicado.
Fonte: Agora
sábado, setembro 05, 2009
Extrair petróleo ou comprar opinião?
Carlos ChagasNo mundo moderno, em sã consciência, ninguém pode ser contra a propaganda e a publicidade. Essas atividades fazem parte do complexo que vai do planejamento à produção, da comercialização ao consumo. Mercadológicas ou promocionais, são responsáveis pelo sucesso ou fracasso de quase todas as atividades humanas. Além de criarem empregos e contribuírem para o desenvolvimento da economia.
O que não dá para aceitar é o super-dimensionamento da publicidade, muito menos a distorção da propaganda, quando em vez de atingirem sua finalidade e seus objetivos, servem de biombo para encobrir formas de enganar o consumidor, de um lado, ou de comprar a opinião dos veículos onde se apresentam.
Feito o preâmbulo, vamos passar ao principal. A finalidade da Petrobrás, glória nacional, é encontrar, extrair e abastecer a sociedade de combustível. Mostrar-se, é claro, na demonstração de suas qualidades, bem como promover seus produtos.
Como empresa bem sucedida, deveria voltar-se para sua atividade maior, mas faz muito que vem sendo utilizada como mecanismo de promoção dos governos aos quais se subordina. De mandato em mandato dos detentores do poder, porém, a Petrobrás transformou-se num instrumento de manipulação e até de controle da opinião pública. Com objetivos óbvios não apenas de demonstrar sua eficiência, mas de dominar a informação recebida pela sociedade.
Tome-se os principais telejornais, noticiosos radiofônicos, revistas, jornais e toda a parafernália da comunicação social. Através de propaganda muito bem elaborada, a estatal tornou-se senão a maior, uma das maiores anunciantes do país.
Está presente nas diversas classificações da mídia, ficando para outro dia demonstrar que também subsidia mil outras formas de sedução do meio social: festas de São João, de Natal, celebrações patrióticas, edições de livros variados e de CDs de música popular, ONGs sérias e ONGs fajutas, congressos, seminários, cursos, escolas, feiras internacionais e prefeituras recebem o patrocínio, quer dizer, dinheiro vivo, dos cofres da Petrobrás.
Tudo angelicalmente destinado a aumentar o consumo de seus produtos ou a melhorar suas condições empresariais na concorrência com competidores?
Vale ficarmos na mídia. Se recebem vultosas verbas, em boa parte responsáveis pelo sucesso de seu faturamento, dos jornalões aos pequenos semanários, das mega-redes televisivas às cadeias radiofônicas e às revistas de circulação nacional, todos os veículos de comunicação pensarão duas vezes antes de informar a respeito de investigações, denúncias e acusações de irregularidades envolvendo a Petrobrás e seus dirigentes. Se fosse só isso, ainda seria deglutível, pois as empresas privadas fazem o mesmo.
O problema é que gerida e dirigida pelos governos, não só do Lula, mas da quase totalidade de seus antecessores, a Petrobrás tornou-se uma gazua capaz de arrebentar com a liberdade de imprensa e de expressão. Porque quem criticar os governos corre o risco de perder a publicidade da estatal. Essas coisas estão implícitas, não precisam ser ditas entre as partes.
Argumentarão os céticos que essas práticas fazem parte do sistema capitalista, valendo acrescentar que nas ditaduras de esquerda ou de direita é pior ainda. Quem ousar desafiar os interesses e as verdades absolutas dos donos do poder, além da falência pela falta de anúncios, corre o risco de parar na cadeia.
O governo Lula usa e abusa dos recursos publicitários da Petrobrás, numa simbiose trágica onde o sacrifício maior atinge a liberdade. No primeiro mandato do companheiro-mór havia até um japonês mal-encarado para conduzir o sistema. Mesmo catapultado pelos abusos cometidos em favor de interesses pessoais, viu-se sucedido pela impessoalidade mais maléfica ainda.
Estarrecido, o país assiste fantástica invasão de slides, filmes, mensagens e patrocínios de toda espécie jorrando das burras da Petrobrás para as telinhas, os alto-falantes e as folhas impressas, promovendo a estratégia do pré-sal.
A grosso modo, nem precisaria, por tratar-se de uma iniciativa favorável à afirmação da soberania nacional, aplaudida pela nação quase inteira. Parece que o governo não confia nele mesmo, nem em seus bons propósitos, se necessita desviar recursos da extração de petróleo para convencer o público da certeza de seus atos.
O risco é de se, amanhã, os monarquistas ganharem as eleições, assistirmos a Petrobrás dedicada a convencer a sociedade de que um imperador ou um rei resolvem todos os nossos problemas. Opiniões se compram, mas a que preço?
Em suma, não é a Petrobrás, como empresa, a responsável por essa abominável farra publicitária que nos assola. Nem as agencias encarregadas de produzir tão elogiável material. Sequer os veículos ávidos de sustentar-se com a propaganda. Culpado é o sistema que permite tamanha distorção.
Fonte: Tribuna da Imprensa
O que não dá para aceitar é o super-dimensionamento da publicidade, muito menos a distorção da propaganda, quando em vez de atingirem sua finalidade e seus objetivos, servem de biombo para encobrir formas de enganar o consumidor, de um lado, ou de comprar a opinião dos veículos onde se apresentam.
Feito o preâmbulo, vamos passar ao principal. A finalidade da Petrobrás, glória nacional, é encontrar, extrair e abastecer a sociedade de combustível. Mostrar-se, é claro, na demonstração de suas qualidades, bem como promover seus produtos.
Como empresa bem sucedida, deveria voltar-se para sua atividade maior, mas faz muito que vem sendo utilizada como mecanismo de promoção dos governos aos quais se subordina. De mandato em mandato dos detentores do poder, porém, a Petrobrás transformou-se num instrumento de manipulação e até de controle da opinião pública. Com objetivos óbvios não apenas de demonstrar sua eficiência, mas de dominar a informação recebida pela sociedade.
Tome-se os principais telejornais, noticiosos radiofônicos, revistas, jornais e toda a parafernália da comunicação social. Através de propaganda muito bem elaborada, a estatal tornou-se senão a maior, uma das maiores anunciantes do país.
Está presente nas diversas classificações da mídia, ficando para outro dia demonstrar que também subsidia mil outras formas de sedução do meio social: festas de São João, de Natal, celebrações patrióticas, edições de livros variados e de CDs de música popular, ONGs sérias e ONGs fajutas, congressos, seminários, cursos, escolas, feiras internacionais e prefeituras recebem o patrocínio, quer dizer, dinheiro vivo, dos cofres da Petrobrás.
Tudo angelicalmente destinado a aumentar o consumo de seus produtos ou a melhorar suas condições empresariais na concorrência com competidores?
Vale ficarmos na mídia. Se recebem vultosas verbas, em boa parte responsáveis pelo sucesso de seu faturamento, dos jornalões aos pequenos semanários, das mega-redes televisivas às cadeias radiofônicas e às revistas de circulação nacional, todos os veículos de comunicação pensarão duas vezes antes de informar a respeito de investigações, denúncias e acusações de irregularidades envolvendo a Petrobrás e seus dirigentes. Se fosse só isso, ainda seria deglutível, pois as empresas privadas fazem o mesmo.
O problema é que gerida e dirigida pelos governos, não só do Lula, mas da quase totalidade de seus antecessores, a Petrobrás tornou-se uma gazua capaz de arrebentar com a liberdade de imprensa e de expressão. Porque quem criticar os governos corre o risco de perder a publicidade da estatal. Essas coisas estão implícitas, não precisam ser ditas entre as partes.
Argumentarão os céticos que essas práticas fazem parte do sistema capitalista, valendo acrescentar que nas ditaduras de esquerda ou de direita é pior ainda. Quem ousar desafiar os interesses e as verdades absolutas dos donos do poder, além da falência pela falta de anúncios, corre o risco de parar na cadeia.
O governo Lula usa e abusa dos recursos publicitários da Petrobrás, numa simbiose trágica onde o sacrifício maior atinge a liberdade. No primeiro mandato do companheiro-mór havia até um japonês mal-encarado para conduzir o sistema. Mesmo catapultado pelos abusos cometidos em favor de interesses pessoais, viu-se sucedido pela impessoalidade mais maléfica ainda.
Estarrecido, o país assiste fantástica invasão de slides, filmes, mensagens e patrocínios de toda espécie jorrando das burras da Petrobrás para as telinhas, os alto-falantes e as folhas impressas, promovendo a estratégia do pré-sal.
A grosso modo, nem precisaria, por tratar-se de uma iniciativa favorável à afirmação da soberania nacional, aplaudida pela nação quase inteira. Parece que o governo não confia nele mesmo, nem em seus bons propósitos, se necessita desviar recursos da extração de petróleo para convencer o público da certeza de seus atos.
O risco é de se, amanhã, os monarquistas ganharem as eleições, assistirmos a Petrobrás dedicada a convencer a sociedade de que um imperador ou um rei resolvem todos os nossos problemas. Opiniões se compram, mas a que preço?
Em suma, não é a Petrobrás, como empresa, a responsável por essa abominável farra publicitária que nos assola. Nem as agencias encarregadas de produzir tão elogiável material. Sequer os veículos ávidos de sustentar-se com a propaganda. Culpado é o sistema que permite tamanha distorção.
Fonte: Tribuna da Imprensa
Capitão Carlos Lamarca vai ser homenageado na Bahia
Nos próximos dias 19 e 20 de setembro, Brotas de Macaúbas (BA), pequena cidade encravada nos contrafortes da Chapada Diamantina, vai ser palco de homenagens a Carlos Lamarca, o capitão do Exército Brasileiro que se rebelou contra a ditadura militar e morreu fuzilado, em 17 de setembro de 1971, tentando iniciar a luta armada no campo. Desde 2001, a igreja católica e pastores evangélicos realizam a Celebração aos Mártires, um ato ecumênico no lugarejo chamado Pintadas, no exato local onde o militar rebelado e seu companheiro Zequinha Campos Barreto foram assassinados.Mas, este ano tem novidade. Pela primeira vez, a celebração político/religiosa ocorre sob uma gestão municipal democrática em Brotas de Macaúbas. Em 2005 estive lá, juntamente com o hoje deputado federal Emiliano José (PT-BA). Participamos da missa campal rezada em cima da carroceria de um velho caminhão, marchamos com a população pela caatinga até o local do cerco e aniquilamento, onde hoje está fincada uma grande cruz.Neste ano, as homenagens incluem, além da Missa Campal, a inauguração do Cine Clube Carlos Lamarca, a decretação de feriado municipal no dia 17 de setembro, inauguração da sede local do Instituto Cultural Zequinha Campos Barreto e uma sessão de cinema com documentários sobre Lamarca. No dia 20 de setembro (domingo) uma caravana vai visitar Buriti Cristalino, o pequeno vilarejo invadido pelas tropas militares.Durante décadas, os políticos conservadores usaram o medo, o terror como arma política para vencerem as eleições municipais em toda a região. A repressão policial-militar da ditadura contra a população foi de tal ordem que, nas décadas seguintes, o terror prevaleceu nas mentes e corações do povo. O medo só passou a ser enfrentado com a iniciativa do bispo de Barra, dom Luiz Flávio Cappio, de realizar atos religiosos ano após ano.OS MÁRTIRES DA GUERRILHAComo companheiro de VPR e irmão de coração de Zequinha Campos Barreto, o ex-militante Roque Aparecido da Silva se sentiu na obrigação de ajudar a destruir esse trauma coletivo tão profundo vivido pela população.Os mártires de Brotas de Macaúbas são o capitão Carlos Lamarca, Zequinha Campos Barreto, seu irmão Otoniel Campos Barreto e o professor Luiz Santa Bárbara. Todos fuzilados friamente pelos militares, em 1971.Segundo Roque Aparecido da Silva, “este ano a celebração terá um caráter mais abrangente e político. Temos certeza que quanto maior for a celebração, maior será o impacto para a superação do terror”. Daí ele ter assumido a responsabilidade pela realização do evento.Roque Aparecido e Maria Sena têm mais de 30 horas de depoimentos gravados. Os depoimentos são de gente da região do conflito. Gente que à época foi aterrorizada pela técnica terrorista do Exército Brasileiro.SEGUE A PROGRAMAÇÃO:Dia 19 de setembro (sábado)09:00 hs. - Missa campal em celebração aos mártires em Pintadas, local onde Lamarca e Zequinha morreram. (Desde 2001, a Igreja realiza essa celebração levando gente da Pastoral da Juventude, do MST, etc)12:00 hs. - Almoço na sede do Município de Brotas de Macaúbas.14:00 hs. - Ato Político na Praça Central da cidade. Durante o Ato o Prefeito vai sancionar uma Lei instituindo feriado municipal o dia 17 de setembro, dia da morte de Lamarca e Zequinha, para que esse dia fique fortemente marcado na memória da cidade.15:00 hs. - Inauguração da Sede do Cine-Clube Carlos Lamarca. Será o Cinema da cidade. Assim Brotas de Macaúbas estará incluída entre os 8% de cidades brasileiras que tem sala de Cinema.15:30 hs. - Ato de fundação do Instituto Cultural Zequinha Barreto que se dedicará à Formação Política e pesquisas sobre a História da Cidade.17:00 hs. - Sessão de Cinema: Apresentação de uma Mostra de Cinema comemorativa dos 30 anos da Anistia, exibindo entre outros os seguintes filmes: 1968- Memória de uma História de Lutas (Sobre a greve de Osasco, onde Zequinha teve um papel importante) ; Iara - Lembrança de uma Mulher; Porta de Fogo do cineasta baiano Edgar Navarro - Sobre a perseguição a Lamarca e Zequinha no sertão baiano.20:00 hs. Jantar e noite cultural, com artistas da cidade e região.Dia 20 de setembro (Domingo)09:00 hs. - Saída para a Comunidade de Buriti Cristalino, local onde ocorreu o massacre e o terror maior à população local.10:00 hs. - Visita aos locais históricos de Buriti Cristalino e inauguração do Centro de Memória de Buriti Cristalino, que será uma extensão do Instituto Cultural Zequinha Barreto de Brotas de Macaúbas.12:30 hs - Retorno para a sede do Município, almoço e encerramento da programação.Observação:1 - Uma condução será oferecida fazendo o trajeto Salvador/ Brotas de Macaúbas no dia 18 de Setembro e o retorno no dia 20 de setembro.2 - A estada terá o preço simbólico de R$ 30,00 para hospedagem, café da manhã, almoço e jantar.3 - Os trajetos dentro do município serão realizados pela Prefeitura Municipal.4 - Para a Organização necessitamos que se comunique a presença e hora de chegada pelo e-mail: senasdecinema@gmail.com Tel. 71 - 33670555 Cel. 71 - 91063774Estamos seguros de contar com a presença de um grande número de companheiros e companheiras para que seja uma grande celebração.
Fonte: Maria Sena e Roque Aparecido da Silva - organizadores
Fonte: Bahia de Fato
Fonte: Maria Sena e Roque Aparecido da Silva - organizadores
Fonte: Bahia de Fato
Praias de Porto Seguro são destaques em rankings
A Praia do Espelho e a Praia de Caraíva, em Porto Seguro, no sul da Bahia, entraram no ranking de duas publicações - o Guia Quatro Rodas 2009 e o jornal inglês The Guardian. As duas praias se destacaram por suas características e belezas naturais.
A Praia do Espelho, com suas falésias e águas claras, foi considerada pelo Guia Quatro Rodas 2009, da Editora Abril, uma das dez maravilhas costeiras do Brasil e um lugar “irretocável, com mar azul e Mata Atlântica preservada”.
A classificação levou em conta a conservação, as belezas naturais, a localização e a limpeza das águas. A Praia de Taipu de Fora, na Península de Maraú, também ficou entre as dez colocadas no ranking do guia.
O jornal inglês The Guardian classificou a Praia de Caraíva como a quinta melhor praia do Brasil pela areia dourada, o encontro do rio com o mar e o som da brisa do mar.
Fonte: Tribuna da Bahia
A Praia do Espelho, com suas falésias e águas claras, foi considerada pelo Guia Quatro Rodas 2009, da Editora Abril, uma das dez maravilhas costeiras do Brasil e um lugar “irretocável, com mar azul e Mata Atlântica preservada”.
A classificação levou em conta a conservação, as belezas naturais, a localização e a limpeza das águas. A Praia de Taipu de Fora, na Península de Maraú, também ficou entre as dez colocadas no ranking do guia.
O jornal inglês The Guardian classificou a Praia de Caraíva como a quinta melhor praia do Brasil pela areia dourada, o encontro do rio com o mar e o som da brisa do mar.
Fonte: Tribuna da Bahia
Ciro se apresenta como o 'pós-Lula' e escancara candidatura presidencial
Folhapress
Se havia alguma dúvida sobre qual será o plano A de Ciro Gomes (CE) para 2010, ela deverá ser dirimida quando for ao ar, hoje à noite, o programa do PSB no horário eleitoral. Ciro se coloca claramente como o "pós-Lula", elogia as duas gestões do presidente, faz questão de dizer que foi parceiro, mas diz a todo o tempo que é preciso "avançar".
"O governo do presidente Lula é só o ponto de partida em relação ao que queremos e devemos fazer", diz um Ciro sorridente, que, na casa de uma beneficiada pelo Bolsa-Família na periferia de Brasília, conduz o programa como mestre de cerimônia --o que mostra que o PSB, que esteve disposto a rifar o deputado federal para agradar a Lula, resolveu dar corda à pré-candidatura própria para decidir só depois o que fazer.
No que pode ser lido como uma alusão à própria resistência de Lula a mais uma candidatura no campo aliado, o programa do PSB começa com um texto que pergunta: "Quantas vezes você sonhou o impossível e depois viu o sonho acontecer?"
Ciro aparece falando sobre o "Brasil do século 21", e elenca os ganhos da era Lula: mais crédito, redução da dívida externa, maior poder de compra para a população e competição de igual para igual com os chamados países ricos.
Sempre falando na primeira pessoa do plural, Ciro, que foi ministro da Integração Nacional no primeiro mandato, diz que muito foi feito ("fizemos"), mas muito está por ser feito. "O Brasil arrumou a casa, mas é preciso avançar, seguir adiante, evoluir", diz.
Na casa da moradora de Ceilândia, Ciro se convida para um "cafezinho" e pede para "tirar o paletó para ficar mais à vontade". Dona Silvana conta como sua vida mudou depois do Bolsa-Família. "Mas a senhora não quer só o Bolsa-Família, quer ir à luta", diz Ciro, mais uma vez tentando se cacifar como o pós-Lula.
No programa, Ciro e o presidente do PSB, Eduardo Campos, também tratam de se apropriar da bandeira da transparência como um ativo do partido. A lei da Transparência, sancionada por Lula, é apresentada como uma ideia do ex-senador João Capiberibe (AP) e tema de jingle, para associá-la ao partido.
O programa vai ao ar hoje, em rede nacional. O publicitário responsável foi Edson Barbosa, da agência Link, que cuidou da conta do PT na crise do mensalão, quando Duda Mendonça caiu em desgraça.
Em reunião nesta semana, Ciro disse aos deputados e senadores do PSB que, se o partido quiser, aceita transferir seu domicílio eleitoral para São Paulo, para ser opção ao governo do Estado, mas afirmou que não se sentiria "confortável" nessas condições. "Sou candidato a presidente", disse, textualmente, diante da bancada.
Fonte: Tribuna da Bahia
Se havia alguma dúvida sobre qual será o plano A de Ciro Gomes (CE) para 2010, ela deverá ser dirimida quando for ao ar, hoje à noite, o programa do PSB no horário eleitoral. Ciro se coloca claramente como o "pós-Lula", elogia as duas gestões do presidente, faz questão de dizer que foi parceiro, mas diz a todo o tempo que é preciso "avançar".
"O governo do presidente Lula é só o ponto de partida em relação ao que queremos e devemos fazer", diz um Ciro sorridente, que, na casa de uma beneficiada pelo Bolsa-Família na periferia de Brasília, conduz o programa como mestre de cerimônia --o que mostra que o PSB, que esteve disposto a rifar o deputado federal para agradar a Lula, resolveu dar corda à pré-candidatura própria para decidir só depois o que fazer.
No que pode ser lido como uma alusão à própria resistência de Lula a mais uma candidatura no campo aliado, o programa do PSB começa com um texto que pergunta: "Quantas vezes você sonhou o impossível e depois viu o sonho acontecer?"
Ciro aparece falando sobre o "Brasil do século 21", e elenca os ganhos da era Lula: mais crédito, redução da dívida externa, maior poder de compra para a população e competição de igual para igual com os chamados países ricos.
Sempre falando na primeira pessoa do plural, Ciro, que foi ministro da Integração Nacional no primeiro mandato, diz que muito foi feito ("fizemos"), mas muito está por ser feito. "O Brasil arrumou a casa, mas é preciso avançar, seguir adiante, evoluir", diz.
Na casa da moradora de Ceilândia, Ciro se convida para um "cafezinho" e pede para "tirar o paletó para ficar mais à vontade". Dona Silvana conta como sua vida mudou depois do Bolsa-Família. "Mas a senhora não quer só o Bolsa-Família, quer ir à luta", diz Ciro, mais uma vez tentando se cacifar como o pós-Lula.
No programa, Ciro e o presidente do PSB, Eduardo Campos, também tratam de se apropriar da bandeira da transparência como um ativo do partido. A lei da Transparência, sancionada por Lula, é apresentada como uma ideia do ex-senador João Capiberibe (AP) e tema de jingle, para associá-la ao partido.
O programa vai ao ar hoje, em rede nacional. O publicitário responsável foi Edson Barbosa, da agência Link, que cuidou da conta do PT na crise do mensalão, quando Duda Mendonça caiu em desgraça.
Em reunião nesta semana, Ciro disse aos deputados e senadores do PSB que, se o partido quiser, aceita transferir seu domicílio eleitoral para São Paulo, para ser opção ao governo do Estado, mas afirmou que não se sentiria "confortável" nessas condições. "Sou candidato a presidente", disse, textualmente, diante da bancada.
Fonte: Tribuna da Bahia
A Dilma da campanha entra no palco
A ministra-candidata Dilma Rousseff caprichou na entrada no palco para recomeçar a campanha. E parece outra pessoa. Vestida a capricho, com o costume adequado a subir descer as escadas dos palanques, a peruca coloca com o toque de charme da mecha de cabelos quase cobrindo o olho, desembaraça, falante esbanjando simpatia o que não é o seu forte. De uma amiga intima, apenas confirmei a quase unanimidade, com a exceção de Lula, da avaliação do seu temperamento de mulher de luta, que passou pelos cárceres da ditadura militar dos cinco generais-presidente, extremamente exigente no serviço, áspera nas espinafrações aos gritos e, minutos depois, parece esquecer o pito até o próximo que não costuma demorar.A candidata andou por Porto Alegre, nas andanças da turma do Lula, um viajante obsessivo que não resiste a um convite para uma viagem aos cafundós do mundo. Por enquanto, só não foi andar de trenó com os esquimós. E certamente não terminará o mandato sem concluir o roteiro de causar inveja a um comandante de avião de rota internacional.Duas mulheres sacudiram a pasmaceira da pré-campanha, soterrada pela imundície que escorre dos esgotos do Congresso. Dilma foi a pioneira na jogada brilhante de Lula, que surpreendeu o PT ao não dar a menor bola para a fila de pretendentes à sua sucessão, e enfiou pela goela do PT e dos candidatos a indicação da candidata da sua exclusiva escolha. Pois Lula não é o presidente do PT, mas o dono do partido.Nas conversas com os repórteres a acessível e risonha candidata, reservou para as perguntas sobre a candidatura da ex-ministra do Meio Ambiente, a acreana Marina Silva, que acaba de fazer a baldeação do PT para o Partido Verde e teve a sua candidata lançada na mesma Convenção, a resposta padrão de que se trata de um excelente militante, com grandes serviços prestados ao governo e ao país, mas que não altera a sua campanha. Dilma tem o registro de uma competente administradora nos poucos cargos que exerceu. E o seu celeiro de votos é o presidente Lula. Na campanha tentará trabalhar a sua área como a ministra do Minha Casa Minha Vida, do Bolsa Família, do Bolsa Escola e a sua fama de administradora competente e séria.Os votos do Norte e do Nordeste, onde é mais sólida a popularidade da ex-ministra Marina Silva, conta os votos do Bolsa Escola, do Bolsa Família e demais programas sociais do governo.E, acima de tudo, conta com Lula, o presidente mais popular de todos os tempos.Esperto e manhoso como mineiro, o governador Aécio Neves anuncia que tirara 15 a 20 dias de férias para passar no Norte e Nordeste, no primeiro teste de candidato.Aécio ganha no contacto pessoal, com a sua natural simplicidade e conversa mineira de varra a noite e esvazia garrafas. E avisa que em nenhuma hipótese entra em choque com o partido se o governador José Serra, de São Paulo for o escolhido. No caso, examinará a alternativa de uma candidatura ao Senado, já que a pasmaceira da vice não o atrai.A pré-campanha começou para valer. E é bom que tente atrair o eleitorado, que curte o nojo, a repugnância, a indignação pela roubalheira do Senado, enquanto não se abrem as gavetas da Câmara.
Fonte: Villas Bôas-Corrêa
Fonte: Villas Bôas-Corrêa
Ex-secretária e Liceu são acusados de improbidade
O Ministério Público Federal na Bahia (MPF-BA) quer que a ex-secretária municipal de Saúde (SMS), Aldely Rocha Dias, e o ex-superintendente do Liceu de Artes e Ofícios da Bahia, Nelson Issa Lino, devolvam aos cofres públicos R$ 5,7 milhões. Eles são acusados de atos de improbidade administrativa na contratação da empresa Ártico Instalações Térmicas Ltda, cujos sócios eram seu filho e seu sobrinho.
A ação judicial tramita na 1ª Vara Federal na Bahia, desde da última terça-feira. O procurador regional da República, Israel Gonçalves, aponta irregularidades em três contratos firmados, entre 1999 e 2001, para prestação de serviços de manutenção preventiva e recuperação de instalações e equipamentos da SMS .
O ressarcimento requerido pelo MPF-BA, na Justiça, foi calculado com base nos repasses à empresa no valor de R$ 535 mil, com atualização monetária até agosto último.
Em texto enviado pela assessoria de imprensa do MPF-BA, Gonçalves indica três irregularidades principais dos contratos. Em primeiro lugar, a SMS contratou sem licitação o Liceu, que, segundo apurou o MPF, não tinha capacidade técnica de executar o serviço. O erro consequente foi a subcontratação da Ártico pelo Liceu, ato legalmente proibido.
Família - A terceira irregularidade é a mais grave. A Ártico tinha como sócio, o filho da ex-secretária, André Luís Dias Fontes, e o sobrinho do ex-superintendente do Liceu, Ângelo Neves Issa, o que, para o procurador, indica um evidente caso de favorecimento a parentes. Os dois sócios também respondem à ação de improbidade administrativa.
“As relações familiares existentes entre a SMS e o Liceu para com a Ártico não possibilitou uma isenta e necessária fiscalização dos serviços prestados pela Ártico. O controle que se instalou sobre o subcontrato com a Ártico foi o seguinte: mãe fiscalizando filho e tio controlando sobrinho”, afirma, na nota, o procurador Israel Gonçalves.
Além do ressarcimento, os acusados estão sujeitos à suspensão dos direitos políticos, perda de função pública, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.
“Não posso falar sobre algo o qual não fui informada oficialmente pela Justiça”, disse a ex-secretária Aldely Rocha. Segundo um funcionário da Ártico, Ângelo Neves Issa está em viagem e André Luís Dias Fontes, filho de Aldely,não é mais sócio da empresa. O ex-superintendente do Liceu, Nelson Issa Lino, não foi encontrado pela reportagem.
Fundado em 1872, o Liceu está inativo desde o ano passado. A organização está mergulhada numa dívida superior a R$ 23,2 milhões, que inclui sonegação ao Fisco e de encargos trabalhistas. Não há dinheiro para a execução de projetos e pagamento de despesas básicas, como folha salarial e outras contas.
Fonte: A Tarde
A ação judicial tramita na 1ª Vara Federal na Bahia, desde da última terça-feira. O procurador regional da República, Israel Gonçalves, aponta irregularidades em três contratos firmados, entre 1999 e 2001, para prestação de serviços de manutenção preventiva e recuperação de instalações e equipamentos da SMS .
O ressarcimento requerido pelo MPF-BA, na Justiça, foi calculado com base nos repasses à empresa no valor de R$ 535 mil, com atualização monetária até agosto último.
Em texto enviado pela assessoria de imprensa do MPF-BA, Gonçalves indica três irregularidades principais dos contratos. Em primeiro lugar, a SMS contratou sem licitação o Liceu, que, segundo apurou o MPF, não tinha capacidade técnica de executar o serviço. O erro consequente foi a subcontratação da Ártico pelo Liceu, ato legalmente proibido.
Família - A terceira irregularidade é a mais grave. A Ártico tinha como sócio, o filho da ex-secretária, André Luís Dias Fontes, e o sobrinho do ex-superintendente do Liceu, Ângelo Neves Issa, o que, para o procurador, indica um evidente caso de favorecimento a parentes. Os dois sócios também respondem à ação de improbidade administrativa.
“As relações familiares existentes entre a SMS e o Liceu para com a Ártico não possibilitou uma isenta e necessária fiscalização dos serviços prestados pela Ártico. O controle que se instalou sobre o subcontrato com a Ártico foi o seguinte: mãe fiscalizando filho e tio controlando sobrinho”, afirma, na nota, o procurador Israel Gonçalves.
Além do ressarcimento, os acusados estão sujeitos à suspensão dos direitos políticos, perda de função pública, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.
“Não posso falar sobre algo o qual não fui informada oficialmente pela Justiça”, disse a ex-secretária Aldely Rocha. Segundo um funcionário da Ártico, Ângelo Neves Issa está em viagem e André Luís Dias Fontes, filho de Aldely,não é mais sócio da empresa. O ex-superintendente do Liceu, Nelson Issa Lino, não foi encontrado pela reportagem.
Fundado em 1872, o Liceu está inativo desde o ano passado. A organização está mergulhada numa dívida superior a R$ 23,2 milhões, que inclui sonegação ao Fisco e de encargos trabalhistas. Não há dinheiro para a execução de projetos e pagamento de despesas básicas, como folha salarial e outras contas.
Fonte: A Tarde
sexta-feira, setembro 04, 2009
Associação de Amigos de Januária é responsável por denúncias de corrupção que derrubaram 5 prefeitos

Gestão Pública
Renato Sanchez - Projeto Repórter do Futuro
A cidade de Januária, norte de Minas Gerais, tem 65 mil habitantes. Nosúltimos 4 anos, seis deles ocuparam a cadeira de prefeito. Algunsoutros foram responsáveis pela cassação de 5 desses mandatos. Durante osegundo dia de discussões do Fórum Nossa São Paulo, a equipe doRepórter do Futuro ouviu a impressionante história do jornalista FábioOliva e da Associação de Amigos de Januária. Fundada em 2004, a ONG foiresponsável por denúncias de corrupção que derrubaram 5 prefeitos eapontaram para a Polícia Federal o desvio de mais de R$10 milhões doscofres públicos.
O trabalho contra a corrupção teve um preço. “Em dezembro de 2004,três advogados (um deles armado) me abordaram em frente ao fórum dacidade. Eles chegaram a sacar os revólveres. Por sorte, eu estava commeu irmão. Ele os deteve enquanto eu fugi com ajuda de um amigo queestava passando de moto bem na hora. No final tudo acabou bem”, conta.
No início, a idéia da organização era “mais prosaica”: plantarárvores, conscientizar a população sobre os problemas da cidade. Mas ocombate à corrupção acabou tomando todo o tempo dos integrantes daAssociação. “Januária deve ser a cidade mais corrupta do Brasil. Se odia tivesse 48 horas, podíamos passar as 48 combatendo corrupção porlá”, diz o jornalista em tom de brincadeira séria.
De acordo com Oliva, os desvios acontecem em licitações fraudadasdos mais diferentes modos: desde a combinação de preços até aparticipação de empresas fantasmas. Para garantir mais transparência, aAssociação criou um software que avisa empresas previamente cadastradassobre novas licitações. Processos que antes tinham dois ou trêsconcorrentes passaram a ter mais de dez.
A princípio a população não participava. “Nós fazíamos manifestaçõese as pessoas ficavam de longe, só olhando. É normal porque a maioria dapopulação nessas cidades pequenas trabalha na prefeitura ou é parentede alguém que trabalha. E a prefeitura é o principal alvo dasdenúncias”, explica o jornalista.
O atual prefeito também está denunciado ao Ministério Público.Sílvio Joaquim Aguiar é acusado de desviar verbas para favorecer umasuposta amante, funcionária do único hospital da cidade. Segundo adenúncia, apresentada ao MP pela Associação, Aguiar teria inventado umaviagem de emergência para um funcionário do hospital e orientado um“laranja” a destinar os R$1.190,00 que seriam pagos como diárias deviagem para a suposta amante.
** Os estudantes de jornalismo que participam do módulo DescobrirSão Paulo, Descobrir-se Repórter do projeto Repórter do Futuro realizama cobertura multimídia do 1º Fórum Nossa São Paulo - Propostas para umaCidade Justa e Sustentável.
Organizações apresentam iniciativas para melhorar cidades brasileirasA tarde desta sexta-feira teve como destaque a apresentação deoito iniciativas brasileiras que buscam a melhoria na gestão dosrecursos públicos e da qualidade de vida nas cidades onde atuam.Além do do anfitrião, o Movimento Nossa São Paulo, expuseramexperiências algumas organizaçoes similares como o Movimento Nossa IlhaMais Bela (Ilha Bela-SP), o Movimento Rio como Vamos (RJ) e o MovimentoNossa Teresópolis (RJ).
Também houve apresentação da Secretaria Municipal de Planejamento deVárzea Grande (MT); da Amigos Associados de Ribeirão Bonito (RibeirãoBonito-SP); da Ong Transparência Capixaba (Vitória-ES); e da entidademencionada na reportagem acima, a Associação de Amigos de Januária(Januária (MG).
Fonte: www.nossasaopaulo.org.br
ELEIÇÕES DA OAB E O JUDICIÁRIO EM PAULO AFONSO
Em novembro próximo estarão sendo realizadas as eleições para renovação da Diretoria da Subseção da OAB de Paulo Afonso que tem jurisdição da Comarca de Paripiranga até Abaré e surge um momento próprio para o debate sobre o funcionamento de nossas instituições, a inserção da OAB nos problemas locais, e sobre o Judiciário Estadual que dentre todos se apresenta como o mais deficiente.
Até o momento somente há uma chapa anunciada, a encabeçada pela Dra. Cristina Oliveira, o que é muito pouco e deveria haver chapa ou chapas concorrentes para o melhor aprimoramento da OAB. Tenho o perfil de meu candidato e acho que se houvesse disputa a OAB ficaria mais fortalecida.
Em Paulo Afonso temos o Judiciário Estadual com seus Juizados Especiais Crime e Cível, a Vara Federal com os seus Juizados e a Vara do Trabalho. As Varas Federal e a do Trabalho se apresentam organizadas e bom funcionamento, enquanto que o Judiciário Estadual com suas três Varas e mais os Juizados necessita de uma reformulação que vai da instalação de novas Varas até o preenchimentos dos cargos vagos.
A Comarca de Paulo Afonso tem jurisdição sobre o Município de Santa Brígida com um público cliente de 120 hab aproximadamente. Como somente dispomos de 01 Vara Crime a proporção é de um juiz para um grupo de 120 mil pessoas, enquanto que com 02 Varas Cíveis temos um juiz para cada 60 000 pessoas, quando o ideal é um juiz para cada grupo de 1.200 pessoas.
O quadro do pessoal de apoio é lamentável e os cargos vagos, distorcidamente, estão sendo preenchidos por servidores públicos cedidos pela municipalidade e distribuídos conforme conveniência, sinal que a OAB não vem sendo levada a sério pela presidência do Tribunal e nem por sua Corregedoria.
Segundo levantamento das ações feito para atender solicitação do Conselho Nacional da Justiça – CNJ - a situação é a seguinte:
Na Vara Crime tramitavam 9.600 e esse número foi reduzido de forma não muita expressiva pela redistribuição dos feitos dos registros públicos e conta apenas com 02 serventuários, a Escrivã e uma Escrevente. Os servidores municipais cedidos pelo Município foram retirados. A Vara de menor movimento forense é a 2ª Cível com 2.752 processos e conta com 06 serventuários e mais 02 servidores cedidos pelo Município, enquanto que a 1ª Vara Cível suporta 4.858 processos e tem 04 serventuários e 02 servidores cedidos do Município. Todos os cargos de Juiz estão preenchidos e o Dr. Marley, designado como substituto da 2ª Cível e Juiz Eleitoral estará sendo deslocado para os Juizados, segundo informações obtidas, o que será ótimo porque os Juizados atuam com juízes emprestados das Varas.
A OAB solicitou da Corregedoria do Tribunal a designação de novos servidores para a Vara Crime e o Órgão transferiu o problema para o Juiz Diretor da Comarca que informou que os servidores não querem servir na Vara Crime. Ter servidores cedidos pelo Município já é uma imoralidade, principalmente quando não há Convênio para tanto. A exigência que deve ser feita é para que serventuários concursados sejam nomeados para os cargos vagos. Como os servidores cedidos irregularmente pelo Município não tem a estabilidade do cargo, não se justifica o argumento de que eles não querem trabalhar na Vara Crime. Ou vai para onde for determinado ou será devolvido à municipalidade.
O números dos processos em andamento não justificam uma deficiente prestação do serviço público porque são feitos que se arrastem por anos, outros tratam de expedição de Alvará e grande parte diz respeitos às ações de família, alimentos, divórcio e separação judicial e grande parte delas dependam apenas de homologação.
A OAB, o Judiciário e o Ministério Público percorrem estrada de mão única pelo que será preciso que a OAB mantenha cooperação permanente com as demais afins sem perder o foco que é uma entidade de classe e tem como finalidade a defesa das prerrogativas profissionais do advogado, da democracia e suas instituições.
Interessante transcrever o art. 44 do EOAB que trás consigo:
“Art.44 A Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, serviço público, dotada de personalidade jurídica e forma federativa, tem por finalidade: Defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado democrático de direito, os direitos humanos, a justiça social, e pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida administração da justiça e pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas; II - Promover, com exclusividade, a representação, a defesa, a seleção e a disciplina dos advogados em toda a República Federativa do Brasil. § 1º A OAB não mantém com órgãos da Administração Pública qualquer vínculo funcional ou hierárquico. § 2º O uso da sigla "OAB" é privativo da Ordem dos Advogados do Brasil.”
Outro problema particular a Paulo Afonso diz respeito ao funcionamento do Ministério Público. São dois promotores para 03 Varas e isso vem contribuindo para o retardamento da prestação jurisdicional já que o Parquet, além das funções judiciárias, teve sua atuação ampliada pela Constituição Federal. Não raro é o promotor que pede o processo que pretende despachar.
Distorções dizem respeito aos prazos processuais. Se o advogado perde um prazo poderá acarretar transtornos impensáveis ao cliente e revelará ser desidioso, descuidado e sem compromisso. Os juízes têm o prazo de 02 dias para despachos de expedientes e 10 dias para proferir decisões que nunca são respeitados e processos ficam conclusos por anos, o mesmo acontecendo com o Ministério Público que leva tempo para se manifestar e processos ficam nas prateleiras cartorárias esperando pela boa vontade. A OAB deverá diligenciar para que os prazos processuais sejam devidamente cumpridos pelos juízes e promotores, sem que com isso se entenda como afronta, é puro direito de cidadania.
A OAB tem sede em Paulo Afonso e jurisdição sobre as Comarcas de Paripiranga, Cícero Dantas, Antas, Jeremoabo, Glória, Rodelas, Abaré, Chorrochó e Macururé. Jeremoabo o problema é grave. São mais de 5.500 processos e tem jurisdição sobre os Municípios de Cel. João Sá, Pedro Alexandre e Sítio do Quinto, com 01 juiz para um grupo de 80.000 pessoas aproximadamente. Mais 02 Varas foram criadas e depende da instalação para minorar os problemas. O funcionamento do Ministério Público é exemplar porque são dois promotores para um juiz.
Com a promoção do Dr. Roque, juiz de Jeremoabo, para Feira de Santana, a situação na Comarca ficou caótica. A OAB deveria tentar pleitear a designação de Juiz para Jeremoabo, mesmo Substituto, com aconteceu em Paulo Afonso para preencher a 2ª vara Cível quando esteve sem juiz titular.
Aqui fica o desafio aos postulantes a direção da OAB. Discutir a situação de nossas instituições, anunciarem os seus compromissos, clarear como fará a defesa dos advogados e de suas prerrogativas profissionais e como farão para o aprimoramento das instituições e a inserção da entidade nos movimentos sociais. A OAB não deve servir como instrumento de promoção profissional pessoal e nem se atrelar a interesses políticos. Enfim, as violações as prerrogativas profissionais acontecem diuturnamente.
Infelizmente os advogados interioranos são procurados nas eleições para o Conselho estadual da OAB pelos candidatos como base eleitoral e não há convite para um profissional da região compor uma chapa como Conselheiro. A resposta deveria ser: vou pensar se a nossa OAB tem relevância.
Na chapa da Dra. Cristina figura como candidato a vice o meu sobrinho Dr. Wagner Montalvão e eles deverão dizer de público quais são os seus compromissos, o mesmo acontecendo se houver chapa concorrente. O compromisso não deve ser só com Paulo Afonso, devendo dizer respeito aos demais Municípios.
O jornal A tarde de hoje, A-9, publicou pesquisa da FGV que informa que o grau de confiabilidade no Judiciário baiano é o mais baixo dentre todos estaduais. Segundo a mesma pesquisa, o mais confiável judiciário estadual é o do RS. Para se entender o processo que levou a ineficiência do nosso Judiciário estadual, sugiro a leitura do artigo de Samuel Celestino no jornal A tarde, edição de hoje, sob o título A justiça certa.
FRASE DA SEMANA: "O campo da derrota não está povoado de fracassos, mas de homens que tombaram antes de vencer."(Abraham Lincoln ).
Paulo Afonso, 04 de setembro de 2009.
Fernando Montalvão.
montalvao.adv@hotmail.com
Até o momento somente há uma chapa anunciada, a encabeçada pela Dra. Cristina Oliveira, o que é muito pouco e deveria haver chapa ou chapas concorrentes para o melhor aprimoramento da OAB. Tenho o perfil de meu candidato e acho que se houvesse disputa a OAB ficaria mais fortalecida.
Em Paulo Afonso temos o Judiciário Estadual com seus Juizados Especiais Crime e Cível, a Vara Federal com os seus Juizados e a Vara do Trabalho. As Varas Federal e a do Trabalho se apresentam organizadas e bom funcionamento, enquanto que o Judiciário Estadual com suas três Varas e mais os Juizados necessita de uma reformulação que vai da instalação de novas Varas até o preenchimentos dos cargos vagos.
A Comarca de Paulo Afonso tem jurisdição sobre o Município de Santa Brígida com um público cliente de 120 hab aproximadamente. Como somente dispomos de 01 Vara Crime a proporção é de um juiz para um grupo de 120 mil pessoas, enquanto que com 02 Varas Cíveis temos um juiz para cada 60 000 pessoas, quando o ideal é um juiz para cada grupo de 1.200 pessoas.
O quadro do pessoal de apoio é lamentável e os cargos vagos, distorcidamente, estão sendo preenchidos por servidores públicos cedidos pela municipalidade e distribuídos conforme conveniência, sinal que a OAB não vem sendo levada a sério pela presidência do Tribunal e nem por sua Corregedoria.
Segundo levantamento das ações feito para atender solicitação do Conselho Nacional da Justiça – CNJ - a situação é a seguinte:
Na Vara Crime tramitavam 9.600 e esse número foi reduzido de forma não muita expressiva pela redistribuição dos feitos dos registros públicos e conta apenas com 02 serventuários, a Escrivã e uma Escrevente. Os servidores municipais cedidos pelo Município foram retirados. A Vara de menor movimento forense é a 2ª Cível com 2.752 processos e conta com 06 serventuários e mais 02 servidores cedidos pelo Município, enquanto que a 1ª Vara Cível suporta 4.858 processos e tem 04 serventuários e 02 servidores cedidos do Município. Todos os cargos de Juiz estão preenchidos e o Dr. Marley, designado como substituto da 2ª Cível e Juiz Eleitoral estará sendo deslocado para os Juizados, segundo informações obtidas, o que será ótimo porque os Juizados atuam com juízes emprestados das Varas.
A OAB solicitou da Corregedoria do Tribunal a designação de novos servidores para a Vara Crime e o Órgão transferiu o problema para o Juiz Diretor da Comarca que informou que os servidores não querem servir na Vara Crime. Ter servidores cedidos pelo Município já é uma imoralidade, principalmente quando não há Convênio para tanto. A exigência que deve ser feita é para que serventuários concursados sejam nomeados para os cargos vagos. Como os servidores cedidos irregularmente pelo Município não tem a estabilidade do cargo, não se justifica o argumento de que eles não querem trabalhar na Vara Crime. Ou vai para onde for determinado ou será devolvido à municipalidade.
O números dos processos em andamento não justificam uma deficiente prestação do serviço público porque são feitos que se arrastem por anos, outros tratam de expedição de Alvará e grande parte diz respeitos às ações de família, alimentos, divórcio e separação judicial e grande parte delas dependam apenas de homologação.
A OAB, o Judiciário e o Ministério Público percorrem estrada de mão única pelo que será preciso que a OAB mantenha cooperação permanente com as demais afins sem perder o foco que é uma entidade de classe e tem como finalidade a defesa das prerrogativas profissionais do advogado, da democracia e suas instituições.
Interessante transcrever o art. 44 do EOAB que trás consigo:
“Art.44 A Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, serviço público, dotada de personalidade jurídica e forma federativa, tem por finalidade: Defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado democrático de direito, os direitos humanos, a justiça social, e pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida administração da justiça e pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas; II - Promover, com exclusividade, a representação, a defesa, a seleção e a disciplina dos advogados em toda a República Federativa do Brasil. § 1º A OAB não mantém com órgãos da Administração Pública qualquer vínculo funcional ou hierárquico. § 2º O uso da sigla "OAB" é privativo da Ordem dos Advogados do Brasil.”
Outro problema particular a Paulo Afonso diz respeito ao funcionamento do Ministério Público. São dois promotores para 03 Varas e isso vem contribuindo para o retardamento da prestação jurisdicional já que o Parquet, além das funções judiciárias, teve sua atuação ampliada pela Constituição Federal. Não raro é o promotor que pede o processo que pretende despachar.
Distorções dizem respeito aos prazos processuais. Se o advogado perde um prazo poderá acarretar transtornos impensáveis ao cliente e revelará ser desidioso, descuidado e sem compromisso. Os juízes têm o prazo de 02 dias para despachos de expedientes e 10 dias para proferir decisões que nunca são respeitados e processos ficam conclusos por anos, o mesmo acontecendo com o Ministério Público que leva tempo para se manifestar e processos ficam nas prateleiras cartorárias esperando pela boa vontade. A OAB deverá diligenciar para que os prazos processuais sejam devidamente cumpridos pelos juízes e promotores, sem que com isso se entenda como afronta, é puro direito de cidadania.
A OAB tem sede em Paulo Afonso e jurisdição sobre as Comarcas de Paripiranga, Cícero Dantas, Antas, Jeremoabo, Glória, Rodelas, Abaré, Chorrochó e Macururé. Jeremoabo o problema é grave. São mais de 5.500 processos e tem jurisdição sobre os Municípios de Cel. João Sá, Pedro Alexandre e Sítio do Quinto, com 01 juiz para um grupo de 80.000 pessoas aproximadamente. Mais 02 Varas foram criadas e depende da instalação para minorar os problemas. O funcionamento do Ministério Público é exemplar porque são dois promotores para um juiz.
Com a promoção do Dr. Roque, juiz de Jeremoabo, para Feira de Santana, a situação na Comarca ficou caótica. A OAB deveria tentar pleitear a designação de Juiz para Jeremoabo, mesmo Substituto, com aconteceu em Paulo Afonso para preencher a 2ª vara Cível quando esteve sem juiz titular.
Aqui fica o desafio aos postulantes a direção da OAB. Discutir a situação de nossas instituições, anunciarem os seus compromissos, clarear como fará a defesa dos advogados e de suas prerrogativas profissionais e como farão para o aprimoramento das instituições e a inserção da entidade nos movimentos sociais. A OAB não deve servir como instrumento de promoção profissional pessoal e nem se atrelar a interesses políticos. Enfim, as violações as prerrogativas profissionais acontecem diuturnamente.
Infelizmente os advogados interioranos são procurados nas eleições para o Conselho estadual da OAB pelos candidatos como base eleitoral e não há convite para um profissional da região compor uma chapa como Conselheiro. A resposta deveria ser: vou pensar se a nossa OAB tem relevância.
Na chapa da Dra. Cristina figura como candidato a vice o meu sobrinho Dr. Wagner Montalvão e eles deverão dizer de público quais são os seus compromissos, o mesmo acontecendo se houver chapa concorrente. O compromisso não deve ser só com Paulo Afonso, devendo dizer respeito aos demais Municípios.
O jornal A tarde de hoje, A-9, publicou pesquisa da FGV que informa que o grau de confiabilidade no Judiciário baiano é o mais baixo dentre todos estaduais. Segundo a mesma pesquisa, o mais confiável judiciário estadual é o do RS. Para se entender o processo que levou a ineficiência do nosso Judiciário estadual, sugiro a leitura do artigo de Samuel Celestino no jornal A tarde, edição de hoje, sob o título A justiça certa.
FRASE DA SEMANA: "O campo da derrota não está povoado de fracassos, mas de homens que tombaram antes de vencer."(Abraham Lincoln ).
Paulo Afonso, 04 de setembro de 2009.
Fernando Montalvão.
montalvao.adv@hotmail.com
TCM condena ex-prefeitos de Esplanada e Almaldina a devolução de recursos
A TARDE On Line
O Tribunal de Contas do Município (TCM) condenou nesta quinta-feira, 3, José Aldemir da Cruz, ex-prefeito de Esplanada, a devolver R$ 43 mil aos cofres municipais e a pagar uma multa de R$ 4 mil por declarar gasto com materiais que não foram usados em uma obra realizada na cidade. O ex-prefeito ainda poderá recorrer da decisão.
Os técnicos do TCM constataram a existência de despesa R$ 43.642,59 destinada à compra de telhas metálicas de aço zincado de 6mm, porém este material não foi aplicado na obra de Construção do Centro Administrativo do município.
De acordo com o relatório técnico, a Empresa LF Arquitetura Engenharia Ltda. foi contratda por R$ 754.914,95, e não teria concluído os serviços contratados, apesar dos gastos de R$ 396.387,18 com a obra.
Também constavam no relatório problemas como a ausência de designação do representante da administração para acompanhamento e fiscalização do contrato, ausência de orçamento básico da prefeitura para a execução da obra, ausência de registros próprios da obra contendo as anotações assinadas pela fiscalização e pelo representante do contratado e ausência de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART dos responsáveis técnicos da obra.
Em outra sessão realizada nesta quinta, o TMC condenou o ex-prefeito de Almadina, Williams Cunha Santana, o ex-vice-prefeito Valtencir Pinto dos Santos e a vereadora Neuseni Santos de Jesus Costa, por irregularidades que teriam sido cometidas no exercício de mandantato em 2008. Cunha Santana foi multado em R$ 1.500, Valtencir Pinto dos Santos, em R$ 4.500, e a Neuseni Santos de Jesus Costa, em R$ 1.350 e o ressarcimento de R$ 13.500 ao município. Os condenados podem apresentar recurso na justiça.
Fonte: A Tarde
O Tribunal de Contas do Município (TCM) condenou nesta quinta-feira, 3, José Aldemir da Cruz, ex-prefeito de Esplanada, a devolver R$ 43 mil aos cofres municipais e a pagar uma multa de R$ 4 mil por declarar gasto com materiais que não foram usados em uma obra realizada na cidade. O ex-prefeito ainda poderá recorrer da decisão.
Os técnicos do TCM constataram a existência de despesa R$ 43.642,59 destinada à compra de telhas metálicas de aço zincado de 6mm, porém este material não foi aplicado na obra de Construção do Centro Administrativo do município.
De acordo com o relatório técnico, a Empresa LF Arquitetura Engenharia Ltda. foi contratda por R$ 754.914,95, e não teria concluído os serviços contratados, apesar dos gastos de R$ 396.387,18 com a obra.
Também constavam no relatório problemas como a ausência de designação do representante da administração para acompanhamento e fiscalização do contrato, ausência de orçamento básico da prefeitura para a execução da obra, ausência de registros próprios da obra contendo as anotações assinadas pela fiscalização e pelo representante do contratado e ausência de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART dos responsáveis técnicos da obra.
Em outra sessão realizada nesta quinta, o TMC condenou o ex-prefeito de Almadina, Williams Cunha Santana, o ex-vice-prefeito Valtencir Pinto dos Santos e a vereadora Neuseni Santos de Jesus Costa, por irregularidades que teriam sido cometidas no exercício de mandantato em 2008. Cunha Santana foi multado em R$ 1.500, Valtencir Pinto dos Santos, em R$ 4.500, e a Neuseni Santos de Jesus Costa, em R$ 1.350 e o ressarcimento de R$ 13.500 ao município. Os condenados podem apresentar recurso na justiça.
Fonte: A Tarde
Segurado terá antes nova chance para auxílio
Anay Curydo Agora
Agora, segundo uma nova regra do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), os segurados que não conseguirem o auxílio-doença ou a aposentadoria por invalidez após uma perícia não precisarão mais esperar 30 dias para marcar um novo exame e tentar o benefício novamente.
Espera por perícia é de quatro dias em São Paulo
Antes, a carência era exigida, e, na prática, o segurado com direito ao auxílio, por exemplo, poderia perder pelo menos um mês de benefício.
Outra mudança é que o segurado com o pedido de benefício por incapacidade (auxílios e aposentadoria por invalidez) negado poderá pedir o agendamento de uma nova perícia em outro posto do INSS, diferente daquele em que a primeira foi feita. Antes, a mudança não era possível.
As novas regras valem tanto para o segurado que fez o pedido pela primeira vez quanto para aquele que já recebia um auxílio e que queria a prorrogação do benefício.
Segundo o último levantamento do Ministério da Previdência, em julho, chegaram ao INSS cerca de 352 mil pedidos de benefícios por incapacidade. Segundo o balanço, também em julho, 200 mil foram concedidos e 164 mil, negados --os pedidos analisados, no entanto, não são necessariamente aqueles que chegaram ao INSS no mês.
Em julho, a Previdência registrou o pagamento de 4,07 milhões de benefícios por incapacidade, entre auxílios (1,17 milhão) e aposentadorias por invalidez (2,86 milhões) -- a mudança, porém, não deve afetar quem já é aposentado, pois o benefício é considerado permanente.
Para o segurado que está perto do fim da concessão de um auxílio, continuará sendo possível fazer o pedido de prorrogação nos postos 15 dias antes do término do benefício. O prazo máximo de pagamento é de dois anos.
Se o pedido for negado, existe ainda a possibilidade de o segurado fazer um pedido de reconsideração ao INSS, sem recorrer imediatamente a um novo pedido de perícia.
MotivoAs normas para o agendamento das perícias mudaram a pedido do Ministério Público Federal, que, segundo o INSS, considerou inconstitucional a exigência de o segurado ter de esperar um prazo para fazer um novo pedido de benefício.
A regra foi publicada em um memorando interno no final da semana passada.
Quem tem direitoO auxílio-doença é concedido a quem foi impedido de trabalhar por motivo de doença ou acidente, por mais de 15 dias seguidos. Para ter o auxílio-acidente, é preciso que o trabalhador tenha uma incapacidade permanente, mas que não o impeça de trabalhar. O benefício é pago até a aposentadoria. O segurado incapacitado que não pode voltar ao trabalho é aposentado por invalidez.
Fonte: Agora
Agora, segundo uma nova regra do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), os segurados que não conseguirem o auxílio-doença ou a aposentadoria por invalidez após uma perícia não precisarão mais esperar 30 dias para marcar um novo exame e tentar o benefício novamente.
Espera por perícia é de quatro dias em São Paulo
Antes, a carência era exigida, e, na prática, o segurado com direito ao auxílio, por exemplo, poderia perder pelo menos um mês de benefício.
Outra mudança é que o segurado com o pedido de benefício por incapacidade (auxílios e aposentadoria por invalidez) negado poderá pedir o agendamento de uma nova perícia em outro posto do INSS, diferente daquele em que a primeira foi feita. Antes, a mudança não era possível.
As novas regras valem tanto para o segurado que fez o pedido pela primeira vez quanto para aquele que já recebia um auxílio e que queria a prorrogação do benefício.
Segundo o último levantamento do Ministério da Previdência, em julho, chegaram ao INSS cerca de 352 mil pedidos de benefícios por incapacidade. Segundo o balanço, também em julho, 200 mil foram concedidos e 164 mil, negados --os pedidos analisados, no entanto, não são necessariamente aqueles que chegaram ao INSS no mês.
Em julho, a Previdência registrou o pagamento de 4,07 milhões de benefícios por incapacidade, entre auxílios (1,17 milhão) e aposentadorias por invalidez (2,86 milhões) -- a mudança, porém, não deve afetar quem já é aposentado, pois o benefício é considerado permanente.
Para o segurado que está perto do fim da concessão de um auxílio, continuará sendo possível fazer o pedido de prorrogação nos postos 15 dias antes do término do benefício. O prazo máximo de pagamento é de dois anos.
Se o pedido for negado, existe ainda a possibilidade de o segurado fazer um pedido de reconsideração ao INSS, sem recorrer imediatamente a um novo pedido de perícia.
MotivoAs normas para o agendamento das perícias mudaram a pedido do Ministério Público Federal, que, segundo o INSS, considerou inconstitucional a exigência de o segurado ter de esperar um prazo para fazer um novo pedido de benefício.
A regra foi publicada em um memorando interno no final da semana passada.
Quem tem direitoO auxílio-doença é concedido a quem foi impedido de trabalhar por motivo de doença ou acidente, por mais de 15 dias seguidos. Para ter o auxílio-acidente, é preciso que o trabalhador tenha uma incapacidade permanente, mas que não o impeça de trabalhar. O benefício é pago até a aposentadoria. O segurado incapacitado que não pode voltar ao trabalho é aposentado por invalidez.
Fonte: Agora
Sociólogo explica picaretagem do Ibope, Globo, Folha...
Alguém tinha que desmascarar o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro. A entrevista dele à revista Veja lança uma nuvem de suspeita sobre os rigores de suas futuras pesquisas. O mérito coube ao sociólogo carioca Gilson Caroni Filho. Ao emitir opinião sobre Dilma Roussef e o PT, como fica a idoneidade de Carlos Augusto Montenegro e seu Ibope? Segundo Caroni, a entrevista “bate de frente com o rochedo da verdade”. Montenegro incorreu em erro primário. A má-fé já não se preocupa em vestir disfarces.“Ao emitir juízo de valor sobre a ministra Dilma que, apesar das evidências, ainda não confirmou sua pré-candidatura, o analista incorreu em duplo erro: ético e metodológico. Quando diz que Dilma não dispõe de carisma, simpatia ou jogo de cintura, Montenegro parece ter se esquecido que sua empresa vai ser solicitada a fazer pesquisa de opinião sobre o objeto dos comentários. Suas afirmações podem criar uma pré-percepção de predisposição. O que, convenhamos, é um desastre para a credibilidade do grupo que preside”.Caroni desmonta as lorotas de Montenegro. “Montenegro deveria saber que só tem que apresentar dados em cima de um parecer quantitativo que foi extraído de sondagem efetivamente realizada. Do contrário, como faz nessa entrevista, parece querer induzir futura pesquisa ou dar uma opinião pessoal, já dizendo, mesmo antes de fazê-la, qual vai ser o resultado”.Aliás, o colunista Maurício Dias, da CartaCapital, cita uma frase surreal de Carlos Montenegro publicada na mesma revista Veja: “Ele pode cair? Pode. Mas pode subir também”. Ele se referia à candidatura de Serra à presidência. Ora, se Serra cair, ele acerta, se subir acerta também. É muita picaretagem.Como acreditar numa pesquisa do Ibope?
LEIA NA ÍNTEGRA NA AGÊNCIA CARTA MAIOR
Fonte: Bahia de Fato
LEIA NA ÍNTEGRA NA AGÊNCIA CARTA MAIOR
Fonte: Bahia de Fato
Dilma Roussef está curada do câncer, já o de Serra...
ministra da casa Civil Dilma Roussef acaba de anunciar que está curada do câncer no sistema linfático. Faltam apenas exames complementares para o anúncio oficial. Desde 25 de abril deste ano a minha candidata a presidente da República anunciou a doença na axila esquerda, um tumor de 2,5 centímetros em estágio inicial, retirado por cirurgia.O tratamento de quimioterapia durou quatro meses e foi aplicado em sessões realizadas a cada três semanas. Apesar de não haver nenhuma evidência de que a doença estivesse ativa, os médicos realizaram a quimioterapia de forma preventiva. Agora, está curada.O mesmo não se pode dizer do câncer de José Serra e de seu PSDB. É um câncer incurável que destruiu o sistema ético, e se encontra em estado terminal. Cirurgia não resolve. A doença contaminou boa parte da imprensa brasileira, com foco na Folha de São Paulo e revista Veja.
Fonte: Bahia de Fato
Fonte: Bahia de Fato
O debate pelo embate
dora.kramer@grupoestado.com.br
Ao fim de uma longa entrevista ao jornal Valor sobre o modelo de exploração do pré-sal publicada na edição de ontem, a ministra Dilma Rousseff foge a uma questão fundamental. Recusa-se a dizer como a questão do pré-sal será tratada durante a campanha eleitoral.
Simplesmente não responde. Copia seu antecessor na Casa Civil, José Dirceu, quando questionado sobre as incongruências entre o discurso na oposição e a prática do PT no governo: considera o questionamento uma indignidade em si.
Da mesma forma como Dirceu estava obrigado – mas não se considerava assim – a explicar a mudança de posição do PT, por exemplo, quanto à Previdência Social, Dilma Rousseff estaria na obrigação de dizer de que forma o modelo de exploração do pré-sal será tratado durante a campanha que, até onde a vista alcança, a ministra protagoniza como candidata.
Assim como Dirceu à época se desobrigou unilateralmente a uma satisfação à sociedade sobre o modelo de gestão da Previdência, reagindo como se a pergunta encerrasse uma provocação injustificada, Dilma trata a indagação dos jornalistas Cláudia Safatle e Cristiano Romero como manifestação de impertinência a ser descartada.
Foge, assim, do principal. Sim, porque ao governo – está evidente – interessa muito pouco ou quase nada discutir o interesse nacional. Não importa a construção do consenso, muito menos o exame das variantes em jogo.
Nada, nesse cenário de uma esdrúxula imposição de urgência ao Congresso, diz respeito ao debate e tudo se refere ao embate das forças políticas em preparação para o antagonismo eleitoral. Mais uma vez, o governo dedica-se à arquitetura do velho truque de fazer o malfeito e transferir a responsabilidade do prejuízo à oposição. Age, portanto, de má-fé.
Em 90 dias – 45 para a Câmara e 45 para o Senado – é obviamente impossível o Congresso debater seriamente uma questão desse porte. Ainda mais que toda a discussão dos projetos ocorreu exclusivamente no âmbito do Poder Executivo durante seus quase dois anos de elaboração.
Fosse o governo preocupado com o ato de governar, sua missão seria a de incentivar o debate do tema no Congresso e, sem prejuízo da defesa de suas posições, atuar como poder moderador na formulação de propostas que contemplem os interesses das forças representadas no Parlamento.
Mas como o foco do presidente Lula e companhia é exclusivamente eleitoral e a lógica, por isso mesmo, a da disputa permanente, aos artífices da política palaciana ocorreu o estratagema da urgência. Se colasse, seria apenas mais um episódio de submissão do Legislativo a ser contabilizado como “vitória” governista.
Não colando – como de fato não colou –, recorre-se ao discurso da falta de patriotismo da oposição. Seguido, evidentemente, da acusação de que aos partidos adversários do governo só sensibiliza o embate político.
A defesa dos interesses da nação, por essa ótica, significa aceitar sem discussão o prato feito do Planalto. O tom da ministra Dilma na referida entrevista ao Valor é de uma impertinência ímpar. Segura de que o proposto é a representação pronta e acabada da excelência, ela considera “primários” os argumentos dos que contestam o modelo “que até um marciano entende”.
A essa mesma arrogância já havia recorrido em público para qualificar como “rudimentar” o plano de ajuste fiscal elaborado pelo então ministro da Fazenda, Antonio Palocci. E por que a pressa? Elementar. Para não dizer que a razão chega a ser rudimentar.
Porque o ano que vem é de campanha e, se o Congresso não aprovar os projetos neste semestre, só depois da eleição, quando poderá ser escolhido um presidente não aliado a Lula e – risco dos riscos – o próximo governo “faturar” politicamente a instituição dos marcos de exploração do pré-sal.
Quer dizer, o objetivo não é fazer as coisas bem feitas, de forma a contemplar o interesse coletivo, mas fazer o mais rápido possível de modo a atender ao objetivo específico de um governante que quer passar a ideia de que o petróleo é dele.
Fauna
O sociólogo e especialista em marketing político Antonio Lavareda faz em seu novo livro a ser lançado em breve – Emoções ocultas e estratégias eleitorais – uma análise sobre a denominação “tucano” dos filiados e simpatizantes do PSDB, ao buscar uma explicação para o baixo índice (7%) de preferência partidária registrado nas pesquisas.
“A expressão não deixa de ser simpática. Mas terá alguma utilidade, agrega alguma coisa? Certamente que não”, conclui, para apontar que a utilização de animais como símbolos é corriqueira.
Nos Estados Unidos os democratas têm o burro como marca e os republicanos, o elefante.
Nem por isso se referem a si – nem são assim conhecidos – como os “burros” ou os “elefantes”. Cita pesquisa feita em 2007 segundo a qual a designação a “social-democrata” é positiva para 55% dos entrevistados.
Fonte: Gazeta do Povo
Ao fim de uma longa entrevista ao jornal Valor sobre o modelo de exploração do pré-sal publicada na edição de ontem, a ministra Dilma Rousseff foge a uma questão fundamental. Recusa-se a dizer como a questão do pré-sal será tratada durante a campanha eleitoral.
Simplesmente não responde. Copia seu antecessor na Casa Civil, José Dirceu, quando questionado sobre as incongruências entre o discurso na oposição e a prática do PT no governo: considera o questionamento uma indignidade em si.
Da mesma forma como Dirceu estava obrigado – mas não se considerava assim – a explicar a mudança de posição do PT, por exemplo, quanto à Previdência Social, Dilma Rousseff estaria na obrigação de dizer de que forma o modelo de exploração do pré-sal será tratado durante a campanha que, até onde a vista alcança, a ministra protagoniza como candidata.
Assim como Dirceu à época se desobrigou unilateralmente a uma satisfação à sociedade sobre o modelo de gestão da Previdência, reagindo como se a pergunta encerrasse uma provocação injustificada, Dilma trata a indagação dos jornalistas Cláudia Safatle e Cristiano Romero como manifestação de impertinência a ser descartada.
Foge, assim, do principal. Sim, porque ao governo – está evidente – interessa muito pouco ou quase nada discutir o interesse nacional. Não importa a construção do consenso, muito menos o exame das variantes em jogo.
Nada, nesse cenário de uma esdrúxula imposição de urgência ao Congresso, diz respeito ao debate e tudo se refere ao embate das forças políticas em preparação para o antagonismo eleitoral. Mais uma vez, o governo dedica-se à arquitetura do velho truque de fazer o malfeito e transferir a responsabilidade do prejuízo à oposição. Age, portanto, de má-fé.
Em 90 dias – 45 para a Câmara e 45 para o Senado – é obviamente impossível o Congresso debater seriamente uma questão desse porte. Ainda mais que toda a discussão dos projetos ocorreu exclusivamente no âmbito do Poder Executivo durante seus quase dois anos de elaboração.
Fosse o governo preocupado com o ato de governar, sua missão seria a de incentivar o debate do tema no Congresso e, sem prejuízo da defesa de suas posições, atuar como poder moderador na formulação de propostas que contemplem os interesses das forças representadas no Parlamento.
Mas como o foco do presidente Lula e companhia é exclusivamente eleitoral e a lógica, por isso mesmo, a da disputa permanente, aos artífices da política palaciana ocorreu o estratagema da urgência. Se colasse, seria apenas mais um episódio de submissão do Legislativo a ser contabilizado como “vitória” governista.
Não colando – como de fato não colou –, recorre-se ao discurso da falta de patriotismo da oposição. Seguido, evidentemente, da acusação de que aos partidos adversários do governo só sensibiliza o embate político.
A defesa dos interesses da nação, por essa ótica, significa aceitar sem discussão o prato feito do Planalto. O tom da ministra Dilma na referida entrevista ao Valor é de uma impertinência ímpar. Segura de que o proposto é a representação pronta e acabada da excelência, ela considera “primários” os argumentos dos que contestam o modelo “que até um marciano entende”.
A essa mesma arrogância já havia recorrido em público para qualificar como “rudimentar” o plano de ajuste fiscal elaborado pelo então ministro da Fazenda, Antonio Palocci. E por que a pressa? Elementar. Para não dizer que a razão chega a ser rudimentar.
Porque o ano que vem é de campanha e, se o Congresso não aprovar os projetos neste semestre, só depois da eleição, quando poderá ser escolhido um presidente não aliado a Lula e – risco dos riscos – o próximo governo “faturar” politicamente a instituição dos marcos de exploração do pré-sal.
Quer dizer, o objetivo não é fazer as coisas bem feitas, de forma a contemplar o interesse coletivo, mas fazer o mais rápido possível de modo a atender ao objetivo específico de um governante que quer passar a ideia de que o petróleo é dele.
Fauna
O sociólogo e especialista em marketing político Antonio Lavareda faz em seu novo livro a ser lançado em breve – Emoções ocultas e estratégias eleitorais – uma análise sobre a denominação “tucano” dos filiados e simpatizantes do PSDB, ao buscar uma explicação para o baixo índice (7%) de preferência partidária registrado nas pesquisas.
“A expressão não deixa de ser simpática. Mas terá alguma utilidade, agrega alguma coisa? Certamente que não”, conclui, para apontar que a utilização de animais como símbolos é corriqueira.
Nos Estados Unidos os democratas têm o burro como marca e os republicanos, o elefante.
Nem por isso se referem a si – nem são assim conhecidos – como os “burros” ou os “elefantes”. Cita pesquisa feita em 2007 segundo a qual a designação a “social-democrata” é positiva para 55% dos entrevistados.
Fonte: Gazeta do Povo
Dose única de vacina basta contra gripe H1N1, diz laboratório
Em alguns países a vacinação em massa deve começar já neste mês, e muitos outros farão o mesmo em outubro
Reuters
O laboratório Novartis alardeou nesta quinta-feira (3) a eficácia da dose única da sua vacina contra a gripe suína, dando novas esperanças de que os estoques, embora limitados, darão conta das campanhas de imunização em massa a serem iniciadas neste mês.
O vírus H1N1 surgiu em abril na América do Norte e desde então se espalhou por quase todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde declarou situação de pandemia em 11 de junho, e estima que 2 bilhões de pessoas venham a ser afetadas.
ultima = 0;
Muitos especialistas previam que seria preciso administrar duas doses por pessoas, como forma de mitigar uma segunda onda de infecções, quando começar o inverno no Hemisfério Norte.
Em alguns países a vacinação em massa deve começar já neste mês, e muitos outros farão o mesmo em outubro.
A Novartis disse que, em um teste preliminar, sua vacina contra o H1N1 gerou uma forte reação imunológica após uma única dose. O laboratório chinês Sinovac também diz que sua vacina precisa de apenas uma dose para ser eficaz.
"Os primeiros dados são encorajadores e indicam que, caso o fornecimento seja limitado devido à baixa produção, dar à população uma só injeção poderia bastar para gerar proteção contra a gripe suína," disse o analista da Vontobel Andrew Weiss, referindo-se à vacina da Novartis.
A produtividade da vacina inicialmente mostrou-se baixa, o que reduziria a oferta. Mas no mês passado a OMS disse que esse indicador está melhorando, e uma das cepas da gripe pandêmica estava gerando a mesma quantidade de vacinas do que o que se obtém na vacina contra a gripe sazonal.
Vacinas à base de células, como a da Novartis, são mais rápidas e fáceis de produzir do que as vacinas tradicionais contra a gripe, cultivadas em ovos de galinha. Mas a oferta por enquanto é limitada - elas representam atualmente cerca de 30 por cento da capacidade do laboratório suíço.
Outros laboratórios, como Sanofi Aventis, GlaxoSmithKline e MedImmune - unidade da AstraZeneca - também correm para desenvolver vacinas contra o H1N1, enquanto os governos se empenham em garantir estoques.
O laboratório australiano CSL já produz uma vacina conta o H1N1, oferecendo 1 a 1,5 milhão de doses por semana até atender a todas as suas encomendas.
Fonte: Gazeta do Povo
Reuters
O laboratório Novartis alardeou nesta quinta-feira (3) a eficácia da dose única da sua vacina contra a gripe suína, dando novas esperanças de que os estoques, embora limitados, darão conta das campanhas de imunização em massa a serem iniciadas neste mês.
O vírus H1N1 surgiu em abril na América do Norte e desde então se espalhou por quase todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde declarou situação de pandemia em 11 de junho, e estima que 2 bilhões de pessoas venham a ser afetadas.
ultima = 0;
Muitos especialistas previam que seria preciso administrar duas doses por pessoas, como forma de mitigar uma segunda onda de infecções, quando começar o inverno no Hemisfério Norte.
Em alguns países a vacinação em massa deve começar já neste mês, e muitos outros farão o mesmo em outubro.
A Novartis disse que, em um teste preliminar, sua vacina contra o H1N1 gerou uma forte reação imunológica após uma única dose. O laboratório chinês Sinovac também diz que sua vacina precisa de apenas uma dose para ser eficaz.
"Os primeiros dados são encorajadores e indicam que, caso o fornecimento seja limitado devido à baixa produção, dar à população uma só injeção poderia bastar para gerar proteção contra a gripe suína," disse o analista da Vontobel Andrew Weiss, referindo-se à vacina da Novartis.
A produtividade da vacina inicialmente mostrou-se baixa, o que reduziria a oferta. Mas no mês passado a OMS disse que esse indicador está melhorando, e uma das cepas da gripe pandêmica estava gerando a mesma quantidade de vacinas do que o que se obtém na vacina contra a gripe sazonal.
Vacinas à base de células, como a da Novartis, são mais rápidas e fáceis de produzir do que as vacinas tradicionais contra a gripe, cultivadas em ovos de galinha. Mas a oferta por enquanto é limitada - elas representam atualmente cerca de 30 por cento da capacidade do laboratório suíço.
Outros laboratórios, como Sanofi Aventis, GlaxoSmithKline e MedImmune - unidade da AstraZeneca - também correm para desenvolver vacinas contra o H1N1, enquanto os governos se empenham em garantir estoques.
O laboratório australiano CSL já produz uma vacina conta o H1N1, oferecendo 1 a 1,5 milhão de doses por semana até atender a todas as suas encomendas.
Fonte: Gazeta do Povo
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