domingo, fevereiro 11, 2024

Prefeito de Ibicoara sofre cautelar após denuncia de promoção pessoal

Determinação do TCM-BA é que gestor se abstenha de associar nome e símbolos partidários aos eventos da gestão

Publicado sexta-feira, 09 de fevereiro de 2024 às 11:34 h | Atualizado em 09/02/2024, 11:36 | Autor: Da Redação
Prefeito Gilmadson Cruz de Melo (PSC) está proibido de associar próprio nome aos eventos da gestão
Prefeito Gilmadson Cruz de Melo (PSC) está proibido de associar próprio nome aos eventos da gestão - 


O prefeito de Ibicoara, centro-sul da Bahia, Gilmadson Cruz de Melo, conhecido como Gil (PSC), sofreu medida cautelar, na última quinta-feira, 7, pelo Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA), após ser denunciado por promoção pessoal.

A decisão determinou que o gestor se abstenha de associar seu nome e símbolos partidários aos eventos realizados ou patrocinados pela prefeitura, para que não haja promoção pessoal.

A denúncia foi formulada pelo ex-prefeito Haroldo Aguiar, com a alegação de que durante os festejos em comemoração ao aniversário da cidade foi possível verificar “patente promoção da imagem e do nome de Gil e Zezeca, prefeito e vice/prefeito”, diante da atitude do prefeito que “utiliza verbas públicas para financiar o cachê de um artista que sobe no palco para cantar um hino em sua homenagem, repetir massivamente seu nome, número da sua legenda partidária e pedir voto para o pré/candidato.”.

O conselheiro Plínio Carneiro Filho destacou, no voto, que as provas apresentadas pelo denunciante, em uma análise preliminar, demonstram um desvirtuamento do evento público, notadamente no show do artista local “cantor Nego Jha”, tendo em vista a exposição do nome e outros símbolos partidários do prefeito durante a apresentação musical, “o que constitui nítida promoção pessoal, em afronta aos princípios norteadores da administração pública”. A decisão cabe recurso.

https://atarde.com.br/

Nota da redação deste BlogEnqunarto isso em Jeremoabo o prefeito, secretários e vereadores da situação, nos festejos juninos e outras festividades pagas com o dinheiro publico sobem em palaques, tocam músicas de campanha eleitoral, dançam, intitula-se de prefeito dançador e ninguém toma providências; aliás, quem deveria tomar qualquer atitude seria os vereadores que são pagos para isso, porém, com sempre ficam omissos.

A colônia Jeremoabo é um caso surreal.


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