Quando pensamos que com o passar do tempo as pessoas vão evoluir devido a todo avanço tecnológico, chegamos a triste conclusão que abandonaram Jeremoabo pior do encontraramm . As pessoas a cada dia perdem a liberdade de ir e vir devido a extrema violência praticada por essa ultrapassada gestão que talvez por necessidade de valoriazação ou para desviar atenção do povo com as improbidades, as trambicagens, os laranjas e os superfaturamentos denunciados diàriamente pelos vereadorse da opisção, até uma simples cavalgada que só traria um paliativo injetando recusos na cidade, resolveram proibir.
O pior de tudo é que as pessoas se acostumaram com esse cenário onde quem ganha com tudo são aqueles que estão no poder com seus vícios e com a mesmice de sempre, fazendo da gestão publica uma bancada de negócio; não vemos os chamados militantes a não ser que sejam os mercenários que estão ali na linha de frente por mero interesse pessoal. Seguindo esse norte com certeza estamos nos dirigindo para o caos, talvez quando as pessoas começarem a perceber esse caminho para o colapso social, tenhamos ainda tempo de reverter essa situação.
Esse é um provérbio português que os antigos usavam e é perfeitamente atual, principalmente em tempos de vacas magras com esse desgoverno que ai está, onde temos uma câmara de vereadores que devido ao seu medo de agir, de procurar providências fora de Jeremoabo, permitiu que o gestor banalizasse e desvirtuasse a administração pública municípal, so que, quem não faz gol leva.
Hoje mesmo tomei conhecimento e estou esperando o B,O., para afzer uma matéria com detalhes, que o vereador Eriks Varjão foi ameaçado de morte por denunciar as improbidades praticadas pela sevretaria de educação.
De que adianta os vereadores em todas as sessões da câmara apenas indicar paliativos se a doença acometida pelo governo depende de meticamentos drásticos e fortes?
O que assistimos hoje é meia dúzia de aloprados pintando o diabo com a coisa pública, onde o prefeito não passa de um um suposto " bobo da corte" compartilhando com as improbidades.
Para descviar atenção das coisas graves, encontraram uma forma de desvia atenção do povo, proibindo de maneira arbitrária uma simples cavalgada, onde o maior prejudicado é a população desempregada e pessoal da zona rural.
