terça-feira, março 10, 2026

A nota da Vivi

 

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Arte: Marcelo Chello

Eis que Vivi Barci, a esposa do Xandão, resolveu confirmar depois de longos três meses que de fato é advogada do banco Master.

Lançou hoje uma nota contando que ela e os advogados do escritório trabalham horas e horas e horas no caso, na tentativa de explicar os honorários milionários. Isso tudo alguns dias depois que Xandão teve que explicar conversas que teria tido com Daniel Vorcaro, no dia em que o banqueiro foi preso. O BRASEW é lindo! Vivi disse que a equipe era de 15 advogados, que fizeram 94 reuniões de trabalho, sendo 79 com duração de 3 horas e outras 15 com duração de duas horas. Ela disse ainda que fizeram 36 pareceres e contrataram outros três escritórios. E tudo para atender o departamento de compliance do banco, para revisar a política de captação de recursos dos aposentados e para ganhar o selo pró-Ética. E otrascositasmas. (O que devemos pensar do departamento de compliance do Master, assessorado pela Vivi? E sobre a tentativa de ganhar o selo pró-Ética?)

Para os perdidos. Compliance é o departamento de transparência, anticorrupção, antifraude — e o Master foi liquidado por conta de operações fraudulentas bilionárias. Enfim, os advogados seguem com inveja do contrato de 3,6 milhões de reais por mês. Vivi não confirmou os valores, mas confirmou que o contrato começou em fevereiro de 2024 e acabou em novembro de 2025, por conta da liquidação. Aquele valor de 129 milhões divulgado pela Malu Gaspar era referente ao valor total do contrato, que ainda duraria mais algum tempo. A Vivi também garante que nunca atuou no Supremo para o banco Master.

Sigo negando

A propósito, a nota do Xandão de sexta-feira segue rendendo. A constatação geral da República é: Xandão não negou que conversou com Vorcaro. Negou as mensagens.

Gilmar tentando mudar de assunto

O supremo Gilmar, assim como quem não quer nada, tentou mudar o rumo da prosa hoje e disse que acha um absurdo terem vazado as conversas íntimas do Vorcaro com a sua namorada. Tendo a concordar com o supremo Gilmar: parece que alguém de fato está empenhado a mudar de assunto ao vazar essas conversas. Porque vamos combinar que o que interessa é se Xandão falou ou não falou com Vorcaro. Se o Toffoli era ou não sócio do Vorcaro no Tayayá.

CPI do Xandão

Na tentativa de responder a essas e outras perguntas, o senador Alessandro Vieira divulgou hoje que já tem o número de assinaturas necessárias para fazer a CPI do Xandão e do Toffoli. Ai, ai, ai. Quero ver o que o nosso Davi Alcolumbre, estrelinha mor do Senado, vai fazer. Alcolumbre está segurando o que pode a CPI do Master e agora o que vai fazer com a CPI dos supremos? No Senado, quando um pedido de CPI atinge um certo número de assinaturas, cabe ao presidente do Senado apenas ler o pedido e instalar a CPI. Mas ele pode decidir ficar adiando a leitura do pedido.

Por que me Thomas?

Bem notado pelo jornalista Thomas Traumann. A divulgação dos diálogos do Xandão com Vorcaro deu duas boas narrativas para Flavitcho, o filho 01 que vai ser o candidato a presidente: seu pai foi condenado por um juiz que tinha relações com um banqueiro corrupto e o Supremo age acima da lei e precisa ser parado por impeachment. Segura, BRASEW.

Acadêmicos do INSS

A notícia de hoje que assessores próximos de Lula fizeram questão de divulgar é que Lula ligou para o Lulinha e disse que ele tem que se explicar sobre o caso do INSS. A CPI pediu a quebra de sigilo de Lulinha porque ele é suspeito de ser sócio do Careca do INSS. Lula disse que Lulinha precisa dizer que a culpa é dele e exclusivamente dele, o que quer que seja a culpa. Ninguém se esqueça que Lula já tinha dito que, se o filho fez algo de errado, vai ter que pagar. Lula quer tentar se blindar para que isso não respingue nele nas eleições. Vamos aí, pegar dinheiro de aposentado do INSS? Ruim, hein? Lulinha precisa explicar urgente, se é que tem explicação.

Haddad para síndico

O ministro Fernando cabelo Haddad vai deixar a Fazenda para disputar o governo de São Paulo. Vai para o sacrifício já sabendo que vai perder, mas com a missão de perder por pouco. O sacrifício valeria a pena se Haddad conseguir um palanque forte para Lula e repetir o que fez na última eleição, quando Lula ganhou de Bolsonaro na cidade de São Paulo.

Teje preso

Xandão autorizou hoje a operação da Polícia Federal que prendeu um delegado da própria polícia, suspeito no caso que envolve o ex-deputado TH Jóias, ligado ao Comando Vermelho.

Por falar em Comando Vermelho, o UOL publicou no fim de semana que o Marco Rubio, secretário de Estado americano, queria classificar CV e PCC na categoria de grupos terroristas. O chanceler Mauro Vieira deu pulos e correu saber com Marquito que história é essa. Se os Estados Unidos classificarem CV e PCC como terroristas, conseguem a desculpa perfeita para fazer operações militares no país.

É, darling, não é brincadeira não.

A propósito, o Lula me saiu com essa hoje: “Se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente. Essa é uma coisa de que o Brasil tem necessidade, similar à necessidade da África do Sul, e que vamos juntar o nosso potencial e ver o que a gente pode construir juntos. Não precisamos comprar as armas do exterior; podemos produzir. Precisamos nos convencer de que ninguém vai ajudar a gente a não ser nós mesmos.”

Só eu me preocupo com essas coisas?

Trumpices

E Donald J. Trump (J de João, juro) exerceu o papel que mais gosta de atuar. Diz e depois desdiz e no meio do caminho uma galera ganha dinheiro. Primeiro ele deu uma entrevista dando a entender que a guerra no Irã estava quase acabando. O petróleo, que tinha chegado a 120 dólares no fim de semana, caiu para 90 dólares.

Aí o mercado fechou e ele mudou radicalmente o discurso, dizendo o seguinte para um grupo de legisladores republicanos na Flórida: “Vencemos de muitas maneiras, mas não o suficiente. Seguimos em frente mais determinados do que nunca a alcançar a vitória final que acabará com esse perigo de longa data de uma vez por todas.”

E ainda: “Não cederemos até que o inimigo seja total e decisivamente derrotado.”

E agora? A gente acredita no Trump ou no Donald? Vocês deram uma olhada na quantidade de gente na rua lá em Teerã celebrando a nomeação do novo líder supremo que vai substituir o Khamenei?

A gente que lute, BRASEW.

Os voos de Nikolas

 

Os voos de Nikolas



Durante a campanha de 2024, deputado do PL utilizou aeronave que pertence a empresário denunciado por integrar esquema de lavagem de dinheiro associado à exploração ilegal de caça-níqueis.

O relógio marcava 20h37 da última quarta-feira, 3, quando o deputado federal Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais, resolveu fazer piada no Twitter. Dentro de um voo comercial, publicou uma foto e escreveu: “Tomara que o dono da Latam não cometa nenhum crime daqui 4 anos”. 

A frase era uma tentativa de ironizar a repercussão de um episódio que havia constrangido o parlamentar naquele dia: a revelação de que ele viajou em 2022 em um jatinho que pertencia ao banqueiro Daniel Vorcaro, personagem central do escândalo do Banco Master.

A piada tenta transformar em exagero aquilo que, na verdade, é uma pergunta legítima do jornalismo: quem financia a circulação política de um dos principais quadros da extrema direita brasileira?

No caso dos voos de 2022, Nikolas disse que não sabia quem era o dono da aeronave.

Mas a história não termina ali. Ao examinar registros de fretamento e documentos de prestação de contas do PL, encontramos outro episódio relevante envolvendo os jatinhos usados pelo deputado — desta vez, durante a campanha municipal de 2024.

E há um detalhe que torna essa nova história ainda mais reveladora. Diferentemente do caso do jatinho de Vorcaro, no episódio que apresento a seguir, o dono da aeronave já havia sido denunciado bem antes de Nikolas entrar no avião.

O tema desta newsletter nasceu de uma apuração do Eduardo Goulart, novo editor sênior do Intercept Brasil. É um reforço que empolga nossa equipe por ser uma das maiores referências em investigações digitais e, como vocês vão ver a seguir, alguém que sabe transformar um detalhe aparentemente banal em grandes histórias.

Vamos aos fatos.

O fundo partidário, bancado com dinheiro público, está sendo usado para fretar aeronaves ligadas a empresários denunciados por crimes graves.


Sem jornalismo independente, conexões entre parlamentares e acusados de corrupção permanecem invisíveis.


Não deixe que as contas do poder continuem sem transparência.


Sua doação permite que Cartas Marcadas continue investigando o que os poderosos querem esconder.

O dono da aeronave

O que não havia sido revelado até aqui é que um desses voos operados pela AllJet foi realizado em uma aeronave de prefixo PR-MKB, cuja dona é uma empresa que pertence a Nelson Ramon Aguilera Júnior, empresário conhecido por atuar no setor da construção civil.

A informação não era conhecida porque, no sistema de prestação de contas do PL, o pagamento aparece como fretamento de aeronave feito à empresa que opera o serviço aéreo, a AllJet. Essa empresa é responsável pelo voo e pela cobrança, ainda que a aeronave utilizada pertença a um proprietário privado — neste caso, o empresário Aguilera.

No setor de aviação executiva, é comum que proprietários privados coloquem suas aeronaves sob gestão de empresas de táxi aéreo, que passam a operá-las comercialmente e alugá-las a terceiros.

A ficha do dono da aeronave

Cerca de dois anos antes de Nikolas entrar no jatinho, Aguilera foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo, no âmbito de uma investigação conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, o Gaeco.

Segundo o MP, Aguilera e outros investigados teriam estruturado um esquema destinado a ocultar e dissimular a origem de valores provenientes da exploração de jogos ilegais, utilizando empresas e atividades comerciais aparentemente lícitas para inserir os recursos no circuito econômico formal.

A denúncia de 2022 também não foi o primeiro episódio do tipo envolvendo o empresário. Aguilera já havia sido alvo de uma acusação semelhante em 2017, relacionada à exploração de jogos ilegais e lavagem de dinheiro. Os dois casos seguem tramitando na Justiça.


Dois dias de voos = R$ 165 mil do fundo partidário

Os documentos de fretamento indicam que o PL contratou a aeronave ligada a Aguilera entre 24 e 25 de agosto de 2024 para um trajeto envolvendo Jundiaí, SP, Belo Horizonte, MG, e São José dos Campos, SP. O valor pago pelo serviço ultrapassou R$ 165 mil.

No voo, estavam Nikolas Ferreira, o secretário parlamentar Andre Dumont Lacerda e Pedro Henrique Gonçalves. A aeronave utilizada nesses deslocamentos é um Learjet modelo 31A, fabricado em 1999 e com capacidade para até oito passageiros, segundo dados do Registro Aeronáutico Brasileiro da Anac.

A aeronave vinculada ao empresário investigado foi, inclusive, alvo de uma medida judicial posterior à viagem de Nikolas. Em outubro de 2025, um ofício da Anac encaminhado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, o STF, confirmou o cumprimento de ordem judicial de bloqueio e indisponibilidade da aeronave de prefixo PR-MKB. O documento da Anac não aponta o motivo desse bloqueio.

Caso tramita em segredo de justiça

Depois de tramitar inicialmente na Justiça de Franca, no interior de São Paulo, a defesa de Aguilera argumentou que os fatos descritos na denúncia estariam ligados a empresas sediadas majoritariamente na capital paulista e, portanto, deveriam ser julgados pelo Foro Central Criminal de São Paulo.

Com base nessa discussão processual, o caso foi encaminhado para a Justiça da capital. O processo segue em andamento e permanece aberto, mas tramita em segredo de justiça, o que impede o acesso público aos detalhes mais recentes da investigação e às decisões judiciais posteriores.

Procuramos o empresário Nelson Ramon Aguilera Júnior, o PL e o gabinete do deputado Nikolas Ferreira. A Aguilera, perguntamos sobre sua relação com a aeronave PR-MKB, a parceria com a empresa AllJet e esclarecimentos sobre os dois processos criminais em que é investigado. Ao PL, questionamos o uso de recursos do fundo partidário para fretar a aeronave e quais mecanismos o partido adota na contratação de voos privados.

Em resposta, o advogado de Aguilera, Ivan Cunha de Sousa, afirmou que a aeronave mencionada está sob gestão da AllJet Táxi Aéreo e que eventuais questionamentos sobre os voos deveriam ser direcionados à empresa. O advogado acrescentou ainda que os processos judiciais citados na reportagem tramitam em segredo de Justiça.

Já o gabinete de Nikolas enviou uma resposta afirmando que o PL contratou o serviço de táxi aéreo da AllJet e que, segundo registros da Receita Federal, Aguilera não integra o quadro societário dessa empresa. A assessoria de imprensa não respondeu, no entanto, às perguntas sobre se o deputado sabia que ele era o proprietário da aeronave utilizada no voo operado pela AllJet nem se sua equipe verifica a titularidade de aviões usados em agendas políticas.

A AllJet confirmou que operou, nos dias 24 e 25 de agosto de 2024, o voo em que esteve Nikolas e sua asessoria. Segundo a empresa, o avião de Aguilera integrou suas atividades de fretamento e segue um modelo comum na aviação executiva, em que aeronaves pertencentes a terceiros são operadas comercialmente por empresas de táxi aéreo mediante contratos firmados com os proprietários e registrados na Anac.

Até a publicação desta reportagem, o Partido Liberal não havia se manifestado.

A newsletter Cartas Marcadas também é um espaço aberto para os leitores ajudarem a apontar caminhos.

Se tiver sugestões de personagens, casos pouco explorados, documentos, histórias ou pistas que mereçam investigação — seja em Brasília, nos estados ou no mundo da política — responda este e-mail ou escreva para nós.

Muitas das melhores apurações começam justamente com uma boa dica.

Nos vemos na próxima edição.

Paulo Motoryn
Repórter

Banco Master, barulho político e a velha pergunta sobre a impunidade


Banco Master, barulho político e a velha pergunta sobre a impunidade

Por José Montalvão

As recentes investigações envolvendo o Banco Master e seu controlador, Daniel Vorcaro, voltaram a colocar em debate um tema antigo e recorrente na vida pública brasileira: a relação entre poder, influência e impunidade. As apurações, que ganharam destaque nacional, apontam para suspeitas graves como fraudes bilionárias, lavagem de dinheiro e corrupção, com indícios de conexões que alcançariam figuras influentes nos três poderes da República — Executivo, Legislativo e Judiciário.

Diante de um caso dessa magnitude, seria natural esperar prudência, responsabilidade e compromisso com a verdade por parte da imprensa e dos agentes políticos. No entanto, o que muitas vezes se vê é uma corrida desenfreada por manchetes, especulações e acusações que antecedem os próprios fatos. Em vez de esclarecer, parte do noticiário parece empenhada em transformar investigações em espetáculo, criando narrativas que servem mais à disputa política do que ao interesse público.

É nesse cenário que alguns veículos passam horas repetindo acusações contra ministros do Supremo Tribunal Federal, como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, insinuando vínculos ou responsabilidades antes mesmo de qualquer prova conclusiva ou manifestação oficial das autoridades competentes. A tentativa de transformar investigações em arma política, muitas vezes, busca atingir indiretamente o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criando um ambiente de desconfiança generalizada.

Enquanto isso, alguns setores políticos levantam a bandeira de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), como se essa fosse a solução imediata para todos os problemas. A experiência brasileira, porém, mostra que muitas CPIs acabam se transformando em palcos de discursos inflamados e disputas partidárias, produzindo mais holofotes do que resultados concretos. Fala-se muito em quem teria recebido dinheiro desviado, mas curiosamente certos nomes e grupos influentes parecem desaparecer dessas narrativas seletivas, como se a corrupção tivesse lado único.

O que raramente se discute com a mesma intensidade são temas estruturais e profundos, como o chamado orçamento secreto — um mecanismo que, por muito tempo, distribuiu bilhões de reais sem transparência adequada, desviando o debate público de questões fundamentais para o país.

Toda essa situação me faz lembrar de um episódio da juventude. Quando eu era estudante em Salvador, durante as férias costumava vir para Jeremoabo. Gostava de passar horas no antigo bar do senhor Nelson, ouvindo histórias e conversando com o respeitado coronel José Rufino, conhecido por sua atuação no combate ao cangaço. Em uma dessas conversas, falávamos sobre justiça e impunidade no Brasil.

Foi então que o coronel me fez uma pergunta simples, mas carregada de sabedoria popular:
“José, você já viu alguma vez em sua vida urubu comer urubu?”

Aquela frase ficou gravada na memória. Era uma forma direta de dizer que, muitas vezes, os poderosos acabam protegendo uns aos outros, enquanto o povo permanece apenas assistindo ao espetáculo das acusações e disputas.

No caso do Banco Master, é importante lembrar que existem caminhos institucionais claros. Se houver provas contra ministros do Supremo, quem deve apresentar denúncia é o Procurador-Geral da República. Somente a partir daí o próprio Supremo Tribunal Federal pode avaliar se há elementos para abrir investigação ou processo. Quanto a um eventual impeachment de ministro da Corte, cabe ao Senado decidir se dará andamento ou não.

Ou seja, há ritos legais que precisam ser respeitados. Transformar investigações em guerra midiática ou em espetáculo político apenas confunde a opinião pública e enfraquece as instituições.

No final das contas, como tantas vezes já ocorreu na história brasileira, o risco é que o barulho seja enorme, as acusações voem em todas as direções e, no fim, pouca coisa mude de fato. Enquanto isso, quem paga a conta é sempre o mesmo: o povo brasileiro, que vê recursos públicos desaparecerem, escândalos surgirem e a justiça caminhar lentamente.

E assim, entre manchetes estrondosas e disputas políticas, a velha pergunta do coronel continua ecoando: afinal, alguma vez na vida já se viu urubu comer urubu?

BlogDedeMontalvao: Onde a verdade não tem mordaça.

 José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025

 

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