sexta-feira, setembro 12, 2025

Radicalização de Tarcísio no 7 de Setembro pode abrir espaço para Ratinho Jr. em 2026


Ataques de Tarcísio divide centro-direita

Bruno Ribeiro, Julia Chaib,
Marianna Holanda
Folha

Ao atacar o STF (Supremo Tribunal Federal) e defender a anistia a Jair Bolsonaro (PL) no último domingo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) dividiu aliados da centro-direita. Parte deles viu na radicalização uma abertura para outros nomes na disputa contra Lula (PT) em 2026, como o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD).

O desconforto ficou claro nas tentativas de aliados de minimizar as falas contra Alexandre de Moraes e o Supremo, além de lembrar o histórico de moderação de Tarcísio no diálogo com diferentes atores políticos, refutando a ideia de que a radicalização marcaria uma mudança definitiva.

FORA DO TOM – Um grupo de aliados afirma que o discurso passou do tom, sobretudo porque foi o ápice de uma escalada que começou mais de uma semana antes, quando Tarcísio afirmou, em entrevista ao Diário do Grande ABC, que já não podia dizer que confiava na Justiça e que passaria a trabalhar pela anistia no Congresso Nacional.

Para essa ala, ao radicalizar no bolsonarismo, o governador abriu espaço para que outros políticos da centro-direita, críticos às políticas petistas mas defensores das instituições, ampliem seu eleitorado. À Folha, o nome de Ratinho Jr. foi citado por aliados paulistas como possível beneficiário do gesto de Tarcísio.

No Paraná, embora a candidatura do governador ainda encontre resistências —pelo baixo conhecimento fora do estado e pelo fato de seu padrinho partidário, Gilberto Kassab, ser secretário de Tarcísio—, interlocutores disseram ver oportunidade de crescimento.

CRÍTICA – Um auxiliar de Ratinho comparou o dia ao anúncio do tarifaço de Donald Trump contra produtos brasileiros. Na ocasião, Tarcísio foi criticado por se alinhar a Bolsonaro em vez de defender a indústria nacional, enquanto Ratinho ganhou atenção de empresários de outros estados. Aliados de Tarcísio afirmaram que, ao menos por ora, ele não deve procurar ministros do STF para apaziguar o cenário criado pelo discurso de domingo.

Um integrante do grupo disse que expressões como “tirania” não são comuns em seu vocabulário, mas que não houve erro: o discurso foi escrito com antecedência e teve pouco improviso. Nos bastidores, a avaliação é que o governador se viu obrigado a acenar a Bolsonaro e seus filhos no momento decisivo do julgamento que pode levá-lo à prisão, para consolidar o apoio do ex-presidente à sua candidatura presidencial.

Embora tenha suporte da maioria dos dirigentes partidários da centro-direita, o governador ainda não recebeu aval público de Bolsonaro para a eleição e é atacado constantemente pelos filhos do ex-presidente, em especial Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que já declarou interesse em concorrer à Presidência.

DEFESA – “São atitudes que a Justiça vem tomando, principalmente as mais altas cortes, que trazem esse sentimento de boa parte da população, e que foi a expressão do Tarcísio ontem”, disse o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), em evento em Washington, nos Estados Unidos, ao defender as falas do governador.

“Mas vocês podem ter certeza: pelo que conheço do Tarcísio, de muitos anos de convívio na capital, ele sempre foi ponderado. Atuou em governos, foi ministro, e na hora certa vai dialogar com todas as instituições”, complementou. Um auxiliar do governador, sob reserva, ressaltou que não há sinais de que a polarização entre petistas e bolsonaristas vá arrefecer após a condenação de Bolsonaro e que, depois da bênção do ex-presidente, Tarcísio poderia retomar um discurso moderado.

Empresários ouvidos pela reportagem compartilham a visão de que, sem o apoio de Bolsonaro, Tarcísio não uniria a direita —fator decisivo para ser competitivo em 2026. Para um interlocutor do mercado financeiro, as declarações foram o preço a pagar para garantir o endosso do ex-presidente e de seus eleitores mais radicais.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Ratinho Jr. não tem chance em 2026. Ele está se lançando antecipadamente apenas para começar a ganhar maior visibilidade nacional, que Tarcísio de Freitas já ostenta. Ainda não é a hora do Jr., que se elege senador com a maior facilidade, nem precisa fazer campanha. (C.N.)


Juristas rebatem Fux e dizem que 8 de Janeiro não se compara a protestos de 2013


Associação entre os dois casos foi feita pelo ministro Fux

Caio Sartori
O Globo

Ao minimizar o 8 de janeiro de 2023 e a trama golpista julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luiz Fux fez analogia com as jornadas de junho de 2013, que registraram depredações por parte de “black blocs” nas ruas das capitais brasileiras. A comparação, segundo juristas, é “esdrúxula” e ignora as idiossincrasias de cada caso.

“Em nenhum desses casos, oriundo dessas manifestações políticas violentas, se cogitou imputar aos responsáveis o emprego de violência ou grave ameaça ou tentativa de impedir o legítimo governo eleito”, alegou Fux.

TRAMA – Naquela ocasião, no entanto, não havia demanda por intervenção, tampouco se descobriu uma trama nos bastidores, com envolvimento de autoridades, para impedir a posse de um presidente ou derrubar quem estava no comando do país, apontam os especialistas.

“Não tem rigorosamente nenhuma base de comparação. Os black blocs não eram um movimento com apoio de integrantes das Forças Armadas, de poderes do Estado para derrubar um governo eleito e invalidar uma eleição democrática”, diz o criminalista André Perecmanis.

“A comparação não tem nenhuma procedência e parece se amoldar à narrativa bolsonarista de que, como lá não houve uma acusação de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, ao se acusar o Bolsonaro se estaria perseguindo o ex-presidente”.

“ESDRÚXULA” –  Professor da pós-graduação da FGV, Jean Menezes de Aguiar segue a mesma linha. Ao classificar a comparação como “esdrúxula”, ele destaca que a trama que culminou no 8 de janeiro foi “infame, uma sucessão de atividades criminosas” denunciadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e acolhidas pelo Supremo — com aval do próprio Fux, em março deste ano.

Também é equivocado, na visão do professor da FGV, ignorar o impacto das movimentações golpistas de figurões do governo Bolsonaro para o 8 de janeiro, como fez o ministro ao isentar o ex-presidente e outros réus de responsabilidade.

“Esses crimes admitem uma “autoria de escritório” ou o chamado “homem de trás”, que não precisa estar na rua. É outro equívoco, à luz do Direito Penal, achar que esse réu precisaria estar lá no dia. Ele não precisa estar. Houve uma instigação massiva que gerou aquela situação toda”, opina.

SEM CONSUMAÇÃO – Fux também relativizou o movimento escrutinado pelo STF ao dizer que, como o golpe não foi consumado, não teria havido crime. Os juristas discordam enfaticamente.

“Só de tentar, já se comete o crime de golpe. O crime de golpe não exige golpe consumado, senão não vai ter sequer apuração. Não adianta perguntar “onde está o golpe?”. Se existem atos de tentativa, já se configura o crime”, explica Jean Menezes de Aguiar.

Os crimes, afinal, falam em “tentar” abolir o Estado Democrático de Direito e em “tentar” depor um governo eleito, observa Perecmanis. “Até porque se for esperar alguém conseguir abolir o Estado Democrático de Direito ou dar um golpe, não haverá instituições para processar aquela pessoa. É um contrassenso lógico”, diz.

DISCORDÂNCIA – Um lado positivo do voto, avalia o professor da FGV, é a criação de uma discordância que, na prática, desmonta a ideia de que o julgamento seria de cartas marcadas, como costumam pregar apoiadores de Bolsonaro. “Se toda a unanimidade é burra, o voto de Fux talvez faça bem ao julgamento como um todo, tornando-o “inteligente” e legítimo”.

Perecmanis adota outra lógica e vê no voto um motor para a narrativa bolsonarista. “Não tem nenhum aspecto positivo, porque para a narrativa bolsonarista apenas o ministro Fux vai ser considerado um juiz de verdade, os outros são “ditadores da toga”. A fundamentação do voto dele repete a narrativa bolsonarista”.

Bombeiros alertam para riscos de banho na área das pedras na Coroa do Meio

 Região tem profundidade que pode alcançar 20 metros e envolve o encontro do Rio Sergipe com o mar, potencializando riscos de afogamentos


(Foto: Ascom CBMSE)

O Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE) reforçou o alerta de riscos de banho na área das pedras, no bairro Coroa do Meio, em razão da profundidade na região e a força da correnteza que envolve o encontro entre o Rio Sergipe e o mar. Um vídeo divulgado nas redes sociais por uma pessoa que visitava o local chamou atenção para situação. A corporação informou que tem atuado de forma preventiva com orientações e também reforçou o monitoramento da área, evitando a ocorrência de afogamentos, que podem ser fatais.

O tenente Diogo Matos Acrux ressaltou os riscos de banho na região, que é conhecida como altamente perigosa. “Essa praia nem sempre foi perigosa, mas já chegou a ser considerada a quarta mais perigosa do Brasil. Aqui temos a foz do Rio Sergipe, um canal profundo que chega a 20 metros, com correnteza muito forte. Em poucos passos, a profundidade já varia entre seis e dez metros. É um local extremamente perigoso”, alertou o oficial.

Ele destacou que, apesar da revitalização da área ter tornado o espaço mais atrativo, o risco permanece alto. “O Corpo de Bombeiros já vem alertando há anos que não é um local adequado para banho. Dependendo da vazante, a vítima pode ser levada para alto-mar ou arremessada contra as pedras. Por isso, orientamos que banhistas, turistas e a própria população evitem entrar nessa área”, evidenciou.

Monitoramento reforçado

Diante do risco, o tenente Diogo Matos Acrux explicou que a atuação da corporação foi reforçada, com o objetivo principal de orientar a população. “Nós já tivemos ponto fixo aqui e, devido à repercussão recente, reativamos a presença de guarda-vidas. Mas o intuito não é estimular a frequência da população e, sim, reforçar que não é um local seguro para banho. Mesmo quem sabe nadar corre sérios riscos, porque a força do rio e do mar é muito maior”, destacou.

O oficial concluiu lembrando ainda que a chamada ‘nova prainha’ não é uma novidade, mas, sim, um espaço antigo que transmite falsa sensação de segurança. “Esse trecho existe há bastante tempo. A revitalização da orla e a colocação de barreiras com pedras acabaram criando a impressão de que seria uma área própria para banho, mas não é. A junção de correnteza, canal profundo e tráfego de grandes embarcações torna a região muito perigosa”, alertou Acrux.

Fonte: ASN

INFONET

Sergipe identifica circulação de nova variante de Covid-19


A variante XFG tem mutações que podem dificultar levemente a ação dos anticorpos

(Foto: Ascom/ SES)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen/SE), unidade gerida pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), identificou a circulação da variante XFG da Covid-19 no estado. A variante tem mutações que podem dificultar levemente a ação dos anticorpos. Os resultados positivos foram registrados em três amostras de Aracaju e uma do município de Nossa Senhora do Socorro.

De acordo com o superintendente do Lacen, Cliomar Alves, o laboratório Central monitora de forma constante a circulação dos vírus no estado. “O Lacen/SE realiza monitoramento de vigilância laboratorial de todas as amostras que entram no laboratório e parte disso é por meio de sequenciamento genético dos vírus respiratórios. Foram selecionadas cinco amostras que tinham uma carga viral mais alta e foram enviadas para a Fiocruz fazer o sequenciamento genético. Delas, quatro amostras tiveram resultado positivo para a variante XFG, que é uma variante da Ômicron”, explica o superintendente.

Cliomar Alves destaca que a variante já era esperada no estado e reforça que a confirmação não é motivo para pânico. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que não há sinais de que ela cause casos mais graves ou afete a eficácia das vacinas e medicamentos.

“Nós já aguardávamos essa detecção aqui, no estado, e agora confirmamos a presença da XFG. Não é momento de alarme pois estamos em um período de sazonalidade respiratória e contamos com a proteção proporcionada pela vacinação. Essa variante tem características de causar sinais e sintomas leves nos pacientes, tanto que todas as amostras são oriundas de unidades básicas de saúde e os pacientes estavam com síndrome gripal. É uma variante contra a qual nosso organismo ainda se mantém protegido pela vacina, de modo que ela não altera a composição vacinal nem compromete a proteção”, afirma Cliomar Alves.

Orientações

A SES reforça a importância de a população se atentar se as vacinas contra a Covid-19 estão em dia, pois a imunização, apesar de não proteger da infecção, evita as formas graves da doença. Em casos de sintomas respiratórios, como quadro febril, espirros, dores no corpo e tosse, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para realizar a testagem para Covid-19, seja pelo teste rápido antigênico ou pelo RT-PCR.

Se houver resultado positivo para a doença, é necessário tomar medidas para não levar o vírus a outras pessoas. As principais são o uso de máscaras e isolamento social. Também é recomendado que a pessoa fique atenta aos sintomas e siga as recomendações médicas. A imunização contra a Covid-19 está incluída no Calendário Nacional de Vacinação e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde dos municípios sergipanos.

Fonte: ASN

quinta-feira, setembro 11, 2025

BOLSONARO CONDENADO: um dia histórico para a democracia

 


Olá,

Hoje, o Brasil escreve um capítulo histórico: a primeira turma do Supremo Tribunal Federal votou pela condenação de Jair Messias Bolsonaro por organização criminosa. A corte ainda julga outros crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado.

Em retrospectiva especial, a Agência Pública relembra os fatos e imagens que, desde 2018, mostram o caminho do quarto ex-presidente do Brasil condenado desde a redemocratização.

Sua trajetória foi marcada por crises sucessivas, ataques à democracia e violações de direitos humanos. Mais do que os fatos que levaram à sua condenação pelo STF, o impacto de sua atuação política deixou marcas no país que não podem ser esquecidas. Relembre:
  • Na pandemia de Covid-19, o governo Bolsonaro adotou postura contrária às orientações da OMS, minimizando a gravidade da doença, com críticas infundadas às medidas de isolamento, com a defesa de reabertura do comércio e uso de cloroquina. Frases como “E daí? Não sou coveiro” e “Todos vamos morrer um dia” tornaram-se símbolos de seu desprezo diante do avanço da pandemia. A crise levou a denúncias na Corte Penal Internacional, acusando o presidente de crimes contra a humanidade. Ao longo do governo, Bolsonaro e aliados também atacaram imprensa e jornalistas, intensificando tensões políticas e preocupações com a democracia.
     
  • A política ambiental do governo Bolsonaro foi de devastação e negacionismo. Em 2019, dados do Inpe apontaram índices recordes de focos de incêndio, o que levou o presidente a questionar publicamente as informações e acusar o então diretor do instituto, Ricardo Galvão, de agir de forma “mentirosa”. Galvão reagiu, defendendo a autonomia científica, e acabou demitido. Em 2020, durante a reunião ministerial de 22 de abril, o ministro Ricardo Salles afirmou que era preciso aproveitar a atenção gerada pela pandemia e "ir passando a boiada" de reformas de desregulamentação na área de meio ambiente. Desde então, o governo modificou centenas de normas e portarias em diversas instâncias com efeito direto no meio ambiente. Ao menos 606 normas com impacto ambiental entre abril e dezembro de 2020 foram modificadas.
  • Em 18 de julho de 2022, o presidente Jair Bolsonaro convocou embaixadores estrangeiros para uma reunião no Palácio da Alvorada, fora da agenda oficial, com o objetivo de questionar a segurança das urnas eletrônicas brasileiras. Durante o encontro, Bolsonaro apresentou um PowerPoint com alegações infundadas sobre o sistema eleitoral, incluindo vídeos descontextualizados e informações já desmentidas pela Justiça Eleitoral. A Procuradoria-Geral da República (PGR) posteriormente considerou o evento como parte de um plano para permanecer no poder, independentemente do resultado das urnas. 
     
  • Dois dias antes da posse de Lula, Bolsonaro viajou para os EUA e não participou da cerimônia de transmissão da faixa presidencial. Em 8 de janeiro de 2023, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram os prédios do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal em Brasília. O ataque teve como motivação as alegações falsas de fraude eleitoral nas eleições de 2022 e foi considerado um dos momentos mais graves de crise institucional da história recente do Brasil. A Pública inclusive revelou que os ataques foram combinados pelas redes sociais usando o código “Festa da Selma”, termo mencionado pelo ministro Alexandre de Moraes em seu voto.
Durante todo esse período, nós estivemos na linha de frente, conectando fatos, revelando documentos e expondo esquemas. Mas essa história não termina aqui. Ainda há muito a investigar, muitos poderosos a questionar e muitos capítulos da história do Brasil a escrever. E com a democracia fortalecida, sempre.

Para isso, o jornalismo é fundamental. Precisamos do seu apoio: faça um Pix para contato@apublica.org ou torne-se um Aliado com um clique:
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Um abraço,

Marina Dias
Diretora de comunicação da Agência Pública

Levi Alvim firma parceria estratégica com o empresário Diney Azevedo




Com experiência ao lado de grandes nomes da Axé Music, Diney se une ao artista para alavancar a carreira do cantor baiano no cenário naciona

O cantor e compositor Levi Alvim acaba de anunciar uma nova e promissora parceria com o empresário Diney Azevedo, figura de destaque no mercado de música e entretenimento da Bahia. Com um currículo que inclui trabalhos com ícones da Axé Music como Claudia Leitte, Chiclete com Banana, Timbalada e Carlinhos Brown, Diney traz sua expertise para um novo momento da carreira de Levi.

A parceria chega com a proposta de potencializar estratégias de carreira, ampliar conexões e consolidar Levi Alvim como um dos grandes nomes da nova geração da música brasileira.

Além de intérprete, ele também é compositor, com experiência em grandes projetos e uma identidade musical que mistura modernidade com as tradições rítmicas da Bahia.

“Levi é um artista completo, com enorme talento e visão de futuro. Nosso foco agora é reposicioná-lo no mercado, reforçando sua presença na Bahia e, ao mesmo tempo, abrindo portas em outras praças estratégicas do Brasil. Acreditamos muito nesse novo ciclo”, afirma Diney Azevedo, empresário.

Os próximos passos da parceria incluem novos lançamentos, shows e ações promocionais, com foco tanto no público local quanto nacional. A atual música de trabalho de Levi, “Diferente dos Iguais”, vem despontando como um dos hits da temporada — uma canção com melodia envolvente, letra inteligente e uma narrativa sensível sobre o amor, que tem conquistado ouvintes por onde passa.

Pauta enviada pelo Jornalista Fábio Almeida



Saúde em Jeremoabo: Do Fim da UTI à Realidade do Mutirão Zera Fila

 


Nota da Redação deste Blog  - Saúde em Jeremoabo: Do Fim da UTI à Realidade do Mutirão Zera Fila

A promessa de campanha de tirar a saúde de Jeremoabo da "UTI", feita pelo prefeito Tista de Deda, está se tornando uma realidade. O que antes era uma saúde em estado terminal, onde o acesso a exames e consultas dependia da intervenção de vereadores ou de familiares do prefeito, hoje demonstra um novo foco: o respeito ao cidadão.

A mudança de cenário é evidente com o Mutirão Zera Fila. A iniciativa já atendeu 1.037 pacientes e realizou 18.598 exames. Esses números não representam apenas estatísticas; eles simbolizam um feito histórico que marca um novo tempo na saúde do município, priorizando a eficiência, o acolhimento e o respeito pela população.

O trabalho da gestão Tista de Deda mostra que a saúde pública pode ser mais humana e eficaz. O fato de que agora os cidadãos não precisam de intermediários para ter seus direitos respeitados é um avanço significativo para Jeremoabo.


Você acredita que iniciativas como o Mutirão Zera Fila, focadas em agilidade e eficiência, são a chave para melhorar a saúde pública em municípios de pequeno porte?

CÁRMEN LÚCIA PODE DAR O VOTO QUE VAI CONDENAR JAIR POR TENTATIVA DE GOLP...

Efeito Fux: como o voto repercute no Planalto, na Câmara e entre aliados de Tarcísio

 

PlatôBR no-reply@platobr.com.br por  amazonses.com 

12:15 (há 2 horas)
para mim

Poder. Política. Sua plataforma. Direto do Planalto

IMPACTO POLÍTICO

Efeito Fux: como o voto repercute no Planalto, na Câmara e entre aliados de Tarcísio | O voto enfático e longo do ministro do STF Luiz Fux no julgamento do núcleo central da trama golpista teve impactos significativos nos altos escalões da política. No Palácio do Planalto, apesar de haver uma orientação não oficial para que ministros evitem falar sobre o assunto publicamente, os comentários nos bastidores são de que a maior preocupação refere-se aos efeitos dos argumentos de Fux no clima do Congresso, em especial, na Câmara, onde bolsonaristas pretendem reforçar a pressão pela votação do projeto de anistia dos condenados. LEIA+

PRIMEIROS DA FILA

Com Braga Netto e Cid condenados, Primeira Turma deve formar maioria contra outros | O general Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, e o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, são os primeiros condenados pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal). No entendimento do ministro Luiz Fux, eles cometeram crime de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. Somado esse voto com os do relator, Alexandre de Moraes, e de Flávio Dino, o placar está em três a zero contra os dois réus, maioria no colegiado. Pelo voto de Fux, Braga Netto e Cid, delator do processo, tomaram atitudes concretas para tentar impedir a posse de Lula na sucessão de Bolsonaro. Ele citou os R$ 100 mil entregues pelo tenente-coronel ao general e “o início da execução de atos destinados a ceifar a vida do relator dessa ação penal”, referindo-se a Moraes. O ministro também disse que Cid estava envolvido em um “ação clandestina para executar autoridades”. LEIA+

RETA FINAL

Cármen Lúcia e Zanin encerram julgamento com expectativa de condenação de Bolsonaro | A decana da Primeira Turma do STF, ministra Cármen Lúcia, apresenta nesta quinta-feira, 11, a partir das 14 horas, o voto sobre a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra o núcleo principal da tentativa de golpe de Estado na última transição de governo. Em seguida, vota o presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin. LEIA+

TRAMA GOLPISTA

Fux surpreende réus e aumenta peso de indicações ao STF após 2026 | O longo voto de Luiz Fux no julgamento de Jair Bolsonaro pela tentativa de golpe, que absolveu o ex-presidente, surpreendeu — e muito — os advogados de réus. Depois de rumores de um possível pedido de vista, os defensores já não acreditavam nessa hipótese às vésperas do julgamento e esperavam divergências pontuais de Fux em relação ao voto de Alexandre de Moraes. LEIA+

CONTAS PÚBLICAS

Fazenda teme desidratação de medida que tributa aplicações após concessão do relator | Técnicos do Ministério da Fazenda temem que a medida provisória nº 1303, que tributa aplicações financeiras, seja desidratada após o relator, o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), anunciar que retirará do texto a taxação das debêntures incentivadas. Auxiliares do ministro Fernando Haddad estão preocupados com a possiblidade de que novas concessões possam ser feitas e, como consequência, reduzam a potência de arrecadação estimada inicialmente em R$ 20,87 bilhões. LEIA+

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Deyvid Bacelar defende prisão preventiva de Flávio Bolsonaro

  Deyvid Bacelar defende prisão preventiva de Flávio Bolsonaro Por Redação 13/05/2026 às 21:15 Atualizado em 13/05/2026 às 20:59 Foto: Denis...

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