quarta-feira, junho 21, 2023

Graças a Deus, se for da vontade dele e do povo , estou pronto, preparado e querendo (Tista de Deda)

Essa expressão popular, "Enquanto os cães ladram, a caravana segue viagem", significa que, independentemente das críticas ou obstáculos enfrentados, uma pessoa ou grupo continuará avançando em seus objetivos. Ela sugere que não se deve dar importância excessiva às opiniões negativas ou distrações, mas sim manter o foco e seguir em frente.

Já a frase "Quem tem Deus no coração e o apoio do povo tem tudo" é uma afirmação de que aqueles que possuem uma fé profunda e contam com o apoio da comunidade ao seu redor possuem todos os recursos necessários para enfrentar qualquer desafio. Acredita-se que a presença de Deus e o suporte das pessoas são fundamentais para superar dificuldades e alcançar sucesso.

Ambas as expressões enfatizam a importância de manter a determinação, a confiança em si mesmo e a crença em algo maior, seja em Deus ou na força da comunidade, para alcançar objetivos e superar adversidades.

 

“Fomos tragados pela percepção do golpismo”, diz o chefe do Estado-Maior do Exército


Em cerimônia reduzida, general Fernando Soares assume comando do CMO -  Capital - Campo Grande News

Não se pode admitir divisão no Exército, diz general Soares

Monica Gugliano
Estadão

Passados seis meses do 8 de janeiro, o Alto-Comando do Exército continua enredado numa trama da qual afirma, dia sim, outro também, não ter participado institucionalmente, mas que corrói sua imagem e envolve seus oficiais sem trégua e sem descanso: um plano para dar um golpe, impedindo a posse do petista Luiz Inácio Lula da Silva.

Poderia dizer que, pisando todos os dias em terreno minado e sem saber onde estará enterrado o próximo artefato explosivo que jogará tudo pelos ares, os oficiais têm recorrido à tática da escovinha. É um exercício de concentração extrema que se aprende nos treinamentos militares e que, à falta do equipamento específico, pode salvar a vida do combatente que, com uma escovinha, uma vareta, movimentará com suavidade a terra onde pisa, palmo a palmo até encontrar, ou não, a mina enterrada.

EXÉRCITO APARTIDÁRIO – Nestes tempos, têm faltado braços e argumentos para limpar a área e achar as minas que, dia sim, outro também, disparam estilhaços para todo lado. “Fomos totalmente capturados pelos assuntos políticos. Tragados pela percepção do golpismo”, disse ao Estadão o chefe do Estado-Maior do Exército, general Fernando José Sant’Ana Soares e Silva, segundo homem na linha de comando.

“Nós, o Exército, nunca quisemos dar nenhum golpe. Tanto não quisemos, que não demos. Não houve uma única unidade sublevada”, esclarece o general, em uma de suas raras entrevistas.

Setores da população, da política e do establishment intelectual que compartilham a ideia de que a Força nunca perdeu a ambição política, prossegue ele, não aceitam a ideia de que o Exército é “apartidário e apolítico” e, por mais esforços que sejam feitos, esses conceitos continuam caindo no vazio.

FAKE NEWS – As redes sociais são muito atuantes e se perde uma energia infinita tentando desmentir ou separar o que é verdade das fake news”, explica o general Soares.

Não que o Exército, assinala ele, não tenha o que dizer e o que mostrar à sociedade. Militares atuaram e continuam atuando no auxílio aos Yanomamis e outras tribos na Amazônia; combatendo o garimpo; criando projetos para a indústria de defesa, definida agora como um dos setores primordiais para a reindustrialização, tudo isso segue em discussão e análise e outros tantos programas e ações prosseguem em marcha. Mas caem no vazio, em meio à boataria.

“As Forças Armadas não se envolveram em atos golpistas. Muitos militares da reserva podem ter atuado nesse ou naquele sentido. Entretanto, nós, não”, afirma.

GOVERNO PARAMILITAR – O problema número um é que não caem no esquecimento facilmente os quatro anos do governo de Jair Bolsonaro, no qual militares da ativa e da reserva participaram da administração e silenciaram diante das ameaças golpistas, de intervenção armada feitas quase que todos os dias pelo comandante-em-chefe.

O segundo problema é pouca gente, tida como minoritária e radical, que não parece esquecer que, em algum momento, ainda que estivesse completamente equivocada, se viu próximo a tomar o poder, embora em nenhum momento o Alto-Comando tivesse feito qualquer sinalização de que poderia aderir a qualquer “maluquice” desse tipo.

Foi com esse espírito que marcharam na Esplanada e participaram dos atos de vandalismo e tentativa de golpe do 8 de janeiro. Foi com esse espírito que acamparam na frente dos quartéis, desafiando a Constituição e pedindo intervenção federal.

TROCA DE MENSAGENS – Também é esse espírito que a Polícia Federal encontra nas trocas de mensagens entre os celulares do então ajudante de ordens do ex-presidente Bolsonaro, Mauro Cid, e seus asseclas, como o coronel Jean Lawand Junior, com quem dividia planos de golpes roteirizados e com lances completamente estapafúrdios.

“Não haverá como mudar a imagem da Força se, nós, dentro, continuarmos a nos dividir. Se esses companheiros não entenderem que a única condição viável é a da democracia. Que nós não temos o direito de usar o Exército para atividades que contrariem nossa função precípua estabelecida na Constituição.”

Nesta semana em que o Alto-Comando do Exército está reunido em Brasília para tratar de promoções e que o Tribunal Superior Eleitoral inicia o julgamento da ação de investigação judicial eleitoral que pode tornar Bolsonaro inelegível por oito anos, o clima promete esquentar entre os bolsonaristas. No Quartel-General do Exército, no entanto, a ordem é manter a normalidade, mesmo que para isso seja preciso escovar o território sem parar, para desativar minas políticas.

Ex-diretor da Polícia Rodoviária é idiota e não sabe se defender de falsa denúncia

Publicado em 20 de junho de 2023 por Tribuna da Internet

O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, presta depoimento na Comissão  Parlamentar Mista de Inquérito ( CPMI) dos Atos Golpistas

Ficou parecendo que Silvinei procurou blindar Bolsonaro

Natália Santos e Weslley Galzo
Estadão

Primeiro interrogado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do 8 de Janeiro, o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques negou que policiais da instituição tenha sido usados para boicotar ou dificultar o deslocamento de eleitores no dia da votação no ano passado. Em sessão que começou tensa, o policial aposentado tentou blindar o ex-presidente Jair Bolsonaro das acusações de uso da estrutura da PRF no pleito de 2022.

Ao ser questionado pela relatora Eliziane Gama (PSD-MA) sobre a sua proximidade com Bolsonaro, o ex-diretor da PRF disse que nunca teve “relação íntima” com o ex-presidente e que sequer votou nele em eleições passadas porque “não morava no Rio de Janeiro”. Silvinei é investigado pela Justiça do Rio de Janeiro por improbidade ao pedir voto em Bolsonaro nas eleições do ano passada.

DISSE O POLICIAL – “Eu nunca utilizei do cargo para benefício eleitoral do presidente, se fosse assim nós teríamos que autorizar metade dos servidores públicos daquela época”, afirmou Silvinei em sua defesa. “As fotos que tenho com o presidente Bolsonaro foi porque ele deixou eu tirar, e as fotos foram postadas na minha hora de folga”, prosseguiu. “Não seria eu que mudaria o resultado da eleição”, concluiu.

Silvinei que se disse alvo da “maior injustiça da história” deixou a parlamentar irritada ao não dar informações precisas as suas perguntas. O deputado bolsonarista deputado Éder Mauro (PL-PA), que não é membro da CPMI, interrompeu a senadora aos gritos dizendo que o depoente não poderia ser pressionado. Houve bate-boca e a sessão teve que ser interrompida no momento em que Eliziane mandou o Éder Mauro calar a boca.

Os debates acalorados se estenderam por todo o dia. O senador Rogério Carvalho (PT-SE) disse que a oposição acusa os governistas de defender ditadores, mas que seriam eles os autoritários. “Maduro são vocês!”, disse em referência ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Em resposta, o senador Esperidião Amin (PP-SC) rebateu: “Vocês quem?”.

Silvinei é alvo de inquérito aberto pela Polícia Federal por conta da atuação da PRF durante os dias de votação na eleição do ano passado. A investigação apura se a ação policial teria como objetivo atrapalhar a chegada de eleitores do presidente Luiz Inácio Lula Silva, sobretudo no Nordeste, reduto político do petista.

CRIME IMPOSSÍVEL – No início do depoimento, Silvinei classificou com “crime impossível” o uso das operações para obstruir o processo eleitoral. “Como nós teríamos 13 mil policiais no Brasil explicando a forma criminosa de operar sem ter uma conversa no Telegram, sem ter uma reunião?”, questionou.

O policial negou interferência no deslocamento de eleitores e atribuiu as operações no Nordeste à estrutura que a corporação dispõe na região. “Isso não é verdade. Porque é no Nordeste brasileiro é que temos nove estados, nove superintendências. Temos a maior estrutura da PRF no Brasil, a maior quantidade de unidades da PRF”, disse.

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), disse ter solicitado informações à PRF e acusou Silvinei de apresentar informações erradas à comissão. “O seu efetivo nos quatro Estados do Sudeste é maior do que o dos nove Estados do Nordeste. Mais uma vez você dá um dado errado à CPMI”, afirmou.

PAGAMENTO DE DIÁRIAS – Silvinei, contudo, não respondeu à deputada. Ele também não explicou à relatora os motivos de a PRF ter destinado a maior parte dos R$ 3,6 milhões disponíveis para pagamento de diárias no segundo turno à região Nordeste. Ele ainda atribuiu aos chefes locais da corporação a responsabilidade pelas ordens para a realização das operações.

A relatora chegou a sugerir que Silvinei fosse preso, mas o pedido não encontrou guarida com o presidente da CPMI. “Se ele (Arthur Maia) tivesse disposição para isso, eu estava com elementos suficientes (para pedir a prisão). Ele falou que não quis, talvez para contemporizar por ser o primeiro depoimento”, disse Eliziane. “A gente não pode normalizar a prática de mentira. Ele desde o primeiro momento que chegou aqui ficou mentindo”, completou.

No dia do segundo turno das eleições de 2022, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, chegou a se reunir às pressas com Silvinei para ordenar a suspensão das blitzes. Na véspera da votação, Moraes expediu decisão para proibir que a PRF abordasse veículos utilizados no transporte público de eleitores. Chegado o dia 30, porém, as redes sociais foram tomadas por vídeos de ônibus no Nordeste paralisados por policiais rodoviários.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Sinceramente, dá um desânimo constatar como autoridades gastam recursos públicos e perdem tempo discutindo bobagens. Os números falam mais alto. Foram parados mais ônibus e caminhões com eleitores no Nordeste, porque é o transporte mais comum por lá. No entanto, o maior volume percentual de apreensão de ônibus com eleitores, eu prejudica a votação, foi na Região Sul, com destaque para Santa Catarina, um dos Estados onde Bolsonaro ganhou a eleição. Mas quem se interessa? Continuam fazendo uma denúncia absolutamente vazia, e o idiota do ex-diretor da Policia Rodoviária não apresenta os números, não sabe se defender, permite ser esculhambado publicamente. (C.N.)

Malafaia sobe o tom e acusa Moraes de manipular o TSE para condenar Bolsonaro

Publicado em 20 de junho de 2023 por Tribuna da Internet

Desgraçado que rasga a Constituição”, diz Malafaia sobre Moraes - YouTube

ILustração reproduzida do Poder 360

Fausto Macedo
Estadão

Antevendo uma possível derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que pode ficar inelegível até 2030 por desacreditar as urnas eletrônicas, o pastor Silas Malafaia publicou nesta terça-feira, 20, um vídeo com ataques ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os ministros começam a julgar Bolsonaro na próxima quinta e a tendência é a condenação do ex-presidente.

“Eu não vou me calar. O TSE deixou de ser Tribunal Superior Eleitoral para ser Tribunal Superior Político”, afirma Malafaia na gravação.

BOLSONARO PERSEGUIDO – O pastor acusa o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE, de ‘comandar e manipular’ o tribunal para ‘perseguir’ o ex-presidente.

“Ele tinha que ter a ética de ser sentir impedido de presidir o Tribunal Superior Eleitoral e se meter em questões políticas, porque ele tem lado”, acusa Malafaia, que critica o ministro Alexandre de Moraes por manobras dentro do Tribunal para tornar Bolsonaro inelegível.

Os ataques também são dirigidos ao Senado Federal, que é responsável por processar pedidos de impeachment contra ministros de tribunais superiores. “Não adianta apelar ao Senado, que podia dar uma basta nessa gente, formado por uma cambada de frouxos e covardes, evidente com exceções. Temos que apelar ao quê? Ao povo, o supremo poder de uma nação”, segue o pastor.

PRIMEIRA AÇÃO – Bolsonaro começa a ser julgado nesta quinta-feira numa ação por reunir embaixadores estrangeiros no Palácio da Alvorada, em julho de 2022, para atacar o sistema de votação e levantar suspeitas sobre o processo eleitoral.

O Ministério Público Eleitoral defendeu a condenação do ex-presidente por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

O pior é que Bolsonaro responde a outra s15 ações eleitorais, além de muitas outras penas e cíveis. Seis das ações eleitorais foram movidas pelo PDT.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Ao que parece, Moraes não liga para as denúncias de Malafaia, que age irresponsavelmente e não tem imunidade. Porém, no caso do então deputado Daniel Silveira, que tinha imunidade parlamentar, Moraes agiu com rigor excessivo e bloqueou até a conta bancária da mulher dele, quando se sabe que isso não existe no Direito Universal, salvo quando há comprovada cumplicidade, e não era o caso, lembram? (C.N.)


Dizer que os militares têm poder moderador é invenção de quem deseja usurpar o poder

Publicado em 21 de junho de 2023 por Tribuna da Internet

Confiança nas Forças Armadas despenca no Brasil e está | Política

Constituição não concede poder moderador aos militares

Jorge Béja

Na clássica e festejada obra “Hermenêutica e Aplicação do Direito”, Carlos Maximiliano enfatiza que a maneira mais exata, segura e jurídica para entender, compreender e aplicar a lei é a interpretação literal.

A Constituição Federal não deixa a menor dúvida que a República Federativa do Brasil é formada, no tocante aos poderes, por apenas três: o Legislativo, o Executivo e o Judiciário (artigo 2º da CF).

SEM INTERPRETAR – Também é clássico, e seguido pelo Judiciário, este outro princípio segundo o qual “onde o legislador não distinguiu não cabe ao intérprete distinguir”.

Estabelece a Constituição que as Forças Armadas não constituem um poder. Marinha, Exército e Aeronáutica “são instituições nacionais permanentes e regulares”. E destinam-se “À defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem” (artigo 142).

Romper, distorcer, macular e desobedecer as disposições que estão postas de forma tão clara na Constituição Federal é golpe de Estado. As situações, que a própria Carta prevê, tocantes à intervenção das Forças Armadas, estão elencadas, também com clareza na própria Carta.

INTERVENÇÃO LIMITADA – E quando as Forças Armadas são legalmente chamadas a intervirem, sua atuação é limitada e visa à garantia do Estado Democrático de Direito, à manutenção da lei e da ordem. Nada mais.

Fala-se no “poder moderador” que teriam as Forças Armadas. É ficção. É deturpação. É incoerência. Até a adjetivação é imprópria, contraditória e incorreta. Somente a força da razão, do convencimento e da própria política, sadia e honesta, é que possui poder e força para moderar, para conter nos limites convenientes, para acomodar a convivência.

Nunca as armas. Moderar com o emprego de tanques, aviões de guerra, fuzis, metralhadoras e tudo mais que seja armamento? Tanto não é poder. Daí nasce o confronto — quase sempre sangrento — entre a força do Direito, da Legalidade, do Estado Democrático contra a força das armas. Neste caso, é óbvio que os vencedores serão sempre as armas.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Sempre elegante e educado, o jurista Jorge Béja não cita o professor Ives Gandra Martins, que vem defendendo ardorosamente a tese de que as Forças Armadas teriam poder moderador, que é a justificativa adotada pelos defensores de um golpe de estado para entronizar Jair Bolsonaro (ou algum general) no poder.

Esse texto de Jorge Béja — expressivo, corrosivo e definitivo— destrói antecipadamente a tese de Gandra, que vai defendê-la nesta quinta-feira na Escola Superior de Guerra, para uma plateia integrada em sua maioria por coronéis do Exército e oficiais de mesma patente na Marinha e na Aeronáutica.

Ao proclamar o poder moderador dos militares, Ives Gandra vai dizer o que muitos deles querem ouvir, não o que diz a Constituição. Diante dessa distorção jurídica, é importante que a ESG convide Jorge Béja a falar aos formandos, para mostrar a eles que as normas constitucionais não merecem ser torturadas até que admitam a interpretação que se procura impor. (C.N.)


“Fique atento aos primeiros sinais, aos movimentos celestes e à chegada das pestes…”

Publicado em 21 de junho de 2023 por Tribuna da Internet

Itaú BBA aponta ações para ter na carteira com os sinais do "apocalipse" na  agropecuária global - InfoMoney

Ilustração reproduzida do Arquivo Google

Paulo Peres
Poemas & Canções

O administrador de empresa e poeta carioca Marcos Fernandes Monteiro, conhecido como Cokito, na letra de “Contagem Regressiva”, parceria com Johnny do Matto, personificou-se de profeta e alertou para os primeiros sinais das tragédias que estão acontecendo atualmente. A música “Contagem Regressiva” foi gravada por Johnny do Matto no CD Parcerias, em 2009, produção independente.

CONTAGEM REGRESSIVA
Johnny do Matto e Cokito

Fique atento aos primeiros sinais
Movimentos celestes
A chegada das pestes
Mensagens astrais

Fique atento aos primeiros sinais
Caso a lua se vá
Sem querer mais voltar
E o sol também for
E levar seu calor

Fique atento aos primeiros sinais
Só restará uma prece
E é bom que se apresse
Pois a estrela cadente
Desce incandecente
Anunciando a matança
Mas ainda há esperança
Na força de um grito
Que leve ao infinito
Toda a redenção
De um novo ser humano
Em um novo plano
Através da lição
Em um novo mundo
Na recriação

 

 


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