terça-feira, junho 20, 2023

General Heleno integrou grupo de militares que discutiu ação golpista, diz coronel

 

General Heleno integrou grupo de militares que discutiu ação golpista, diz coronel
Foto: Reprodução / Agência Brasil

Ex-ministro do GSI, Augusto Heleno, general no governo de Jair Bolsonaro (PL), fez parte de um grupo de Whatsapp com militares da ativa e da reserva. No grupo, foram discutidas ações golpistas, como a ideia de uma intervenção do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), para impedir a posse de Lula (PT). Coronel aviador reformado, Francisco Dellamora, revelou ao UOL a existência do grupo.

 

O grupo, chamado "Notícias Brasil", contava com a participação do general da reserva Sérgio Etchegoyen, ex-comandante do GSI no governo de Michel Temer (MDB). Sua existência perdurou até 8 de janeiro de 2023, dia dos ataques às sedes dos Três Poderes.

 

De acordo com o coronel, Heleno lia as mensagens, mas não se manifestava sobre as iniciativas golpistas.

 

À coluna de Juliana Dal Piva, ele afirmou: "Esse [Rodrigo] Pacheco é o maior canalha do Brasil hoje porque ele não fez o que tem que fazer. Esse cara vai passar para a história e para as leis da história do Brasil porque ele não deixa o Congresso fazer o que tem que ser feito. Porque tem que cassar. Ninguém tem que respeitar ninguém do STF não. Tem que cassar. São bandidos. Não existe Justiça no Brasil. Existe uma quadrilha instalada no STF".

 

O general Heleno disse ao UOL que não se recorda do grupo e que nunca ouviu "essas histórias de que se vai decretar intervenção". "Não sei quem participou. Internet é um negócio que você começa a responder uma porção de coisas, mas nunca participei disso. Eu não me lembro de ter lido essas mensagens porque não me lembro desse grupo. O coronel Dellamora está muito velho. Não sei a importância que ele tem no quadro político nacional hoje", declarou. No entanto, o general afirmou que "conhece bem" Dellamora.

 

Segundo Dellamora, a base para uma intervenção e até um adiamento da posse de Lula seria o relatório das Forças Armadas sobre o sistema das urnas, apresentado em novembro de 2022. O Ministério da Defesa divulgou o documento, dizendo que a equipe de técnicos militares na fiscalização do sistema eletrônico de votação não apontou nem excluiu a possibilidade da existência de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral do ano passado.

 

"Nós não consideramos legal [a eleição]. Consideramos o STF [Supremo Tribunal Federal] na ilegalidade. O TSE [Superior Tribunal Federal] na ilegalidade. E todos os dias eles praticam mais um ato de ilegalidade. Invadiram os escritórios do senador Marcos Do Val", pontuou, sem mencionar a ordem judicial do ministro do STF Alexandre de Moraes para a operação de busca e apreensão na quinta passada (15). "Nós não entendemos como se pode tirar um cara da cadeia para ser presidente da República", acrescentou.

Prefeito de Aracaju prefere remar contra a maré

 em 20 jun, 2023 8:19

Adiberto de Suoza

O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT), é um dos poucos políticos com base na capital sergipana que evita discutir sobre a sua sucessão. Enquanto os caciques e cabos eleitorais aproveitam os festejos juninos para iniciar as tratativas em torno das eleições de 2024, o pedetista prefere tratar sobre outros temas, de preferência da administração municipal. Mesmo quando questionado a respeito da disputa do próximo ano, Edvaldo muda o rumo da prosa, prometendo só voltar a ela quando 2024 der as caras por estas paragens. Vale ressaltar que esse fastio do prefeito sobre as eleições é apenas publicamente. Claro que ele tem tratado nos bastidores a respeito do tema, analisado com aliados próximos os nomes dos prováveis candidatos majoritários. Quanto a não querer falar em público sobre a própria sucessão, Nogueira está certíssimo. Qualquer um na posição dele remaria contra essa maré. Político experiente, o prefeito sabe que o seu mandato começará a minguar tão logo a campanha eleitoral ganhe as ruas, praças e avenidas de Aracaju. Marminino!

O vento é culpado

O vento é o grande culpado pelos danos causados às vítimas dos sprays de pimenta lançados pela Polícia na multidão que tentava entrar, quinta-feira passada, no Arraiá do Povo, em Aracaju. Esta versão é de ninguém menos do que o governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD). Ouvido pela rádio jovem Pan, o fidalgo insinuou que o vento foi o responsável pelo mal estar que os artefatos causaram nos populares. Segundo Mitidieri, a Polícia apenas jogou o spray de pimenta no chão, só que o danado do vento propagou a fumaça tóxica no ar e as pessoas acabaram respirando. Durmam com um barulho desses!

Brincando de turismo

Entra e sai governo sem que a política de turismo em Sergipe deixe de ser amadora. Embora animados, os nossos festejos juninos perdem em preferência para as festas idênticas de Caruaru e Campina Grande. No estado, só a Aracaju e Canindé do São Francisco possuem estrutura para receber turistas que, em sua maioria, ainda têm a capital sergipana como uma cidade de passagem para Salvador, Maceió e Recife. Ademais, a rede hoteleira da capital sergipana cobra os olhos da cara e, com raras exceções, o serviço de bares e restaurantes é péssimo. Para se ter uma ideia, não há em Aracaju um único ônibus com ar refrigerado para transportar o turista confortavelmente até os pontos turísticos da cidade. Assim também já é demais também!

Leite condenado

A depender do Ministério Público de Sergipe, a empresa sergipana Nativille terá que recolher imediatamente do mercado cerca de 12 milhões de litros de leite. Para tanto, o MPE já ajuizou uma Ação Civil Pública. Os produtos visados são o leite UHT integral, leite UHT desnatado e soro de leite em pó parcialmente desmineralizado 40%. Na semana passada, a Anvisa suspendeu a comercialização, a distribuição e o uso desses produtos, por terem sido produzidos sem a devida autorização do Ministério da Agricultura. A Nativille informou que já iniciou o recolhimento voluntário do leite, conforme estabelece a legislação sanitária. Misericórdia!

Batendo ponto

O presidente do PSB sergipano, Valadares Filho, bateu ponto, ontem, na Secretaria-Geral da Presidência da República, onde começou a trabalhar como assessor do ministro Márcio Macedo. Segundo Vavazinho, ambos tiveram “uma reunião bastante produtiva”. O novo assessor disse estar bastante animado e empenhado para trabalhar por Sergipe e pelo Brasil. Também ontem, os dois participaram do PPA Participativo em Belém, evento que objetiva planejar o país para os próximos quatro anos, ouvindo a população e os movimentos sociais. Então, tá!

Luto

Será sepultado hoje, em Itabaiana, o corpo do engenheiro civil Geraldo Santana Oliveira, 58 anos. Ele era diretor da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb). O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT), lamentou o falecimento do amigo, “um grande profissional, um servidor dedicado, que deu grande contribuição a nossa gestão, como vice-presidente e diretor de obras da Emurb”. O corpo de Geraldo Santana está sendo velado no Velatório Santo Antônio e Almas, em Itabaiana. Descanse em paz!

Mexendo no arcabouço

O senador Laércio Oliveira (PP) acredita que o Senado alterará o Projeto de Lei de arcabouço fiscal do governo federal. O pepista fez a afirmação ao falar sobre a reunião de hoje da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para apreciar a propositura que institui o novo arcabouço fiscal. “A regra precisa mostrar de onde virão os recursos para os gastos que o Brasil precisa. A equação não está fechando. Não é realista a previsão e a gente precisa discutir isso aqui no Senado”, afirma Laércio. Ah, bom!

Título verde oliva

O general do Exército Marcelo Arantes Guedon é o mais novo cidadão sergipano. Em sessão solene na Assembleia, o fardado recebeu a honraria conferida graça a projeto de autoria do deputado estadual Jeferson Andrade (PSD). O militar homenageado com a cidadania de Sergipe atua na 6ª Região Militar, comando que engloba o 28º Batalhão de Caçadores, com sede em Aracaju. O general se disse honrado com o Título: “É um orgulho ser cidadão sergipano”, frisou. Segundo o militar, o presidente da Assembleia, Jeferson Andrade, “teve a gentil iniciativa e a demonstração de apreço pelas nossas Forças Armadas e em particular ao Exército”. Aff Maria!

Conversa fiada

A ex-vice-governadora de Sergipe, Eliane Aquino (PT), negou que tenha participado de uma reunião com o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT) e o secretário municipal de Comunicação da capital, jornalista Carlos Cauê. Ouvida pelo blog Primeira Mão, a petista, que atualmente coordena o Programa Bolsa Família, disse que “nunca existiu essa reunião, não sei de onde tiraram essa informação”. Eliane deixou claro que a informação divulgada pelas redes sociais não passa de boato, conversa mole de quem não tem o que fazer. Home vôte!

Desmonte do Ipesaúde

A vereadora aracajuana Ângela Melo (PT) está preocupada com o futuro do Ipesaúde por conta da aprovação do Projeto de Lei diminuindo a prestação de serviços e reajustando em 50% a contribuição paga pelos servidores. A propositura do Executivo reduziu o amparo à saúde do funcionalismo estadual ao limitar em 12 consultas médicas anuais e a apenas 10 atendimentos de urgência e emergência. No entendimento da vereadora, “o desmonte do Ipesaúde é parte de um pacote de maldades que o governador Fábio Mitidieri tenta implementar contra as servidoras e os servidores públicos”. Crendeuspai!

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Na quinta-feira, 22 Sergipe será o palco do PPA Participativo

 em 20 jun, 2023 4:00

 Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
                       “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

E na próxima quinta-feira, 22, será a vez de Sergipe reter as atenções do país para plenária presencial do PPA Participativo 2024 – 2027. A plenária ocorrerá em Aracaju, no dia 22 de junho, quinta-feira, no Teatro Tobias Barreto, das 10h às 13h. O credenciamento será iniciado às 8h da manhã.

O Ministro do presidente Lula, Márcio Macedo, disse que está percorrendo o país inteiro coordenando as plenárias ao lado da Ministra do Planejamento Simone Tebet, seguindo uma determinação do presidente Lula, que é colocar o povo no orçamento, e não existe outro caminho que não seja conversando o olho no olho com cada cidadão em cada canto deste Brasil.” afirmou Márcio.

O ministro ainda relembrou que esse é um compromisso do presidente Lula. “Desde a posse do presidente, iniciamos o planejamento para o quanto antes iniciar esse debate com a população, o governo precisa ir ao povo. Só assim identificamos as prioridades de cada local, de cada morador. Esse programa já demonstra que é um sucesso desde a sua intenção e agora na prática, levando cidadania aos brasileiros.”

“A plenária contará com a participação dos mais diversos movimentos sociais e conto com a presença da população sergipana em nosso evento. Só dessa forma nós iremos mudar a vida das pessoas.” Complementou Márcio Macedo.

Em SE, parceria e participação ativa do governo estadual

Em Sergipe, como os governos federal e estadual andam de mãos dadas, o governo estadual terá uma participação ativa no evento, inclusive dando um suporte logístico para que o evento tenha o êxito esperado, através da Comissão Estadual da Plenária do Plano Plurianual Participativo (PPA Participativo).

O governador Fábio Mitidieri entende que a participação social nas decisões de aplicação dos recursos públicos é uma ação fundamental para a formação do país e é fundamental ouvir a população, através de todos os segmentos organizados para ajudar na definição das prioridades para os próximos anos.

Laércio prevê mudanças no arcabouço fiscal. Senado analisa também desoneração da folha Em reunião nesta terça-feira (20), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) deverá apreciar o projeto de lei complementar que institui o novo arcabouço fiscal (PLP 93/2023), já aprovado na Câmara dos Deputados. A reunião deliberativa da comissão terá início após audiência pública interativa sobre o projeto, marcada para às 9h. Laércio Oliveira destacou a importância das propostas em análise na Casa e adiantou que o Senado deve alterar o projeto de arcabouço fiscal.

 Regra “A regra precisa mostrar de onde virão os recursos para os gastos que o Brasil precisa. As despesas precisam ser contidas respeitando as exceções propostas para os incentivos fiscais e as políticas sociais. Mas eu percebo nos números que existe muita gordura nos gastos. E não vejo uma porta de saída para a arrecadação. A equação não está fechando. Não é realista a previsão e a gente precisa discutir aqui no Senado”, disse Laércio.

Emendas Até o momento, foram apresentadas mais de 40 emendas ao texto aprovado na Câmara, que é relatado pelo senador Omar Aziz (PSD-AM). Embora ainda não tenha apresentado relatório sobre a proposição, o relator adiantou que o limite de gastos do novo arcabouço fiscal não se aplicará ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) nem ao Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF).

Desoneração da folha Os senadores também deverão votar, em turno suplementar, o substitutivo apresentado ao projeto de lei que prorroga a desoneração da folha de pagamento até 2027 para 17 setores da economia. De autoria do senador Efraim Morais (União-PB), o PL 334/2023 é relatado pelo senador Ângelo Coronel (PSD-BA).

Nova votação Aprovado na CAE no último dia 13, o projeto precisará passar por uma segunda votação no colegiado, chamada turno suplementar. Se a aprovação se confirmar, seguirá direto para análise da Câmara, a não ser que haja pedido para votação no Plenário do Senado. O texto original, em grande parte mantido no substitutivo, altera a Lei 12.546, de 2011, que, atualmente, prevê a desoneração da folha de pagamentos somente até o final deste ano.

 Prorrogação Laércio Oliveira é favorável à prorrogação, mas acredita que essa desoneração deveria ser mais ampla, atingindo todos os setores da economia. “Não faz sentido somente 17 setores terem o benefício se o setor de serviços que fica de fora é o que mais emprega, arrecada, responsável por dois terços da economia do país, mas também é o que mais sofre com a grande quantidade de impostos na folha de pagamentos, seu principal insumo”, disse Laércio.

Tributação O parlamentar lembrou que a tributação da folha no Brasil é de 43%, uma das maiores do mundo. Na contramão das melhores práticas econômicas dos países mais desenvolvidos. Nos Estados Unidos, a tributação é 29% e no Chile 9%. “Por outro lado, temos 14 milhões de desempregados, sendo que o setor é o que tem mais capacidade de gerar empregos. O que pleiteamos é a igualdade da carga tributária para todos”, argumentou.

I Simpósio Direito e Sociedade: Estácio Sergipe estimula discussões em prol do fortalecimento democrático O Centro Universitário Estácio de Sergipe promove, nos dias 21 e 22 de junho, o I Simpósio Direito e Sociedade. Com o tema “a luta multidimensional pela democracia no Brasil”, o evento busca promover debates plurais e multidisciplinares, destacando o papel fundamental do Direito como instrumento de fortalecimento democrático.

 Programação O simpósio contará com palestras e oportunidades de submissão, apresentação e publicação de trabalhos científicos. A programação conta com atividades relevantes e discussão de temas atuais, como direitos humanos e sistema penal; gênero, raça e classe e pós-verdade. Dentre os palestrantes confirmados para o evento, destacam-se personalidades de renome, tais como Linda Brasil, deputada estadual em Sergipe; Luiz Manoel, Juiz do Trabalho (TRT – 20ª Região); Ana Carolina, Juíza do Tribunal de Justiça de Pernambuco; Carol Westrup, Comunicadora e Doutora em Sociologia e Professor Bittencourt, Vereador de Aracaju.

Importância Segundo o coordenador do curso de Direito na Estácio Sergipe, Igor Frederico Fontes de Lima, “o I Simpósio Direito e Sociedade do Centro Universitário Estácio de Sergipe tem a importância de debater junto à comunidade acadêmica e à sociedade de forma ampla quais os caminhos possíveis para o Direito se consolidar como instrumento de fortalecimento da democracia”. O professor destaca ainda: “A história do Brasil é repleta de turbulências e ameaças antidemocráticas e, para transformar essa realidade e afirmar a nossa democracia, o Direito precisa se reaproximar de outros conhecimentos como a Sociologia, a Filosofia, a Antropologia, etc. O nosso evento será um espaço plural, multidisciplinar e democrático, como deve ser o Direito”. O evento é gratuito e aberto ao público em geral, mais informações e inscrições estão disponíveis no edital no link: https://drive.google.com/file/d/1cJYJy5zKXGSDH2qXK5l9QwaYFTbZPmSD/view

 Sucesso de público, Festa do Catete impulsiona a economia rosarense A Festa do Catete, a maior prévia junina de Sergipe, aconteceu de 16 a 18 de junho com muito forró e animação. A Festa do Catete tem como objetivo promover o fortalecimento da tradição junina, por meio da criação de oportunidades para artistas locais, regionais e nacionais. Este evento tem um papel fundamental no desenvolvimento da economia local, conforme afirmou o prefeito de Rosário do Catete, César Resende. “A cada ano a festa reforça o título de uma das grandes festas juninas de Sergipe. Toda uma estrutura foi planejada para recepcionar milhares de pessoas por noite, afinal, este evento também contribui com o fortalecimento do nosso comércio e do nosso turismo por meio da geração de empregos diretos e indiretos”, disse o prefeito.

Estrutura “Toda a estrutura foi preparada para receber a população rosarense, visitantes e turistas para esta grande festa. Realizamos melhorias na área de eventos, para evitar o acúmulo de águas pluviais Na parte de segurança, contamos com segurança privada, policiais e agentes da guarda municipal. Além disso, contamos com rondas nas áreas adjacentes, disciplinadores e revista ao entrar na área de eventos, além do monitoramento por câmeras de reconhecimento facial”, acrescentou o prefeito.

Satisfação O comerciante, José Francisco, não escondeu a satisfação de participar da Festa do Catete. “Neste ano foi fantástico, pois as vendas superaram as nossas expectativas, principalmente no sábado. Se eu tivesse 2 mil pastéis eu venderia tudo, tenho certeza!” destacou o comerciante.

Atrações Na primeira noite, a festa ficou por conta do rosarense, Zeca Agricultor; Banda Pegada das Antigas; Wallas Arrais; França Ex-Mastruz e Felipe Amorim. No sábado, a festa foi animada pela banda Raio da Silibrina, Pablo, Corisco do Trovão, Zezo e Zé Vaqueiro. Por fim, no domingo, a festa começou em General Maynard com o artista rosarense, Juninho Rodrigues. Em seguida, a cavalgada saiu em direção a Rosário do Catete animada por Willy Vaqueiro. No palco, Raquel dos Teclados, Liene Show e Cuscuz com Leite finalizaram a grande festa.

Feiras livres no fim de semana de São João  A Prefeitura de Aracaju, por intermédio da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), antecipará a realização de algumas feiras livres da capital na véspera e no dia de São João, nos próximos dias 23 e 24 de junho. Desta forma, as feiras que ocorrem regularmente às sextas-feiras na capital serão remanejadas para quinta, 22. São elas: as dos bairros São José e Suíssa, e dos conjuntos Castelo Branco, Médici, Sol Nascente, Agamenon Magalhães e Jessé Pinto Freire. As feiras livres dos bairros Lamarão e Aruana (Residencial Costa Nova) não sofrem alteração e permanecem na sexta, no período da tarde.

Feiras livres no fim de semana de São João II As feiras localizadas nos bairros Santo Antônio, 18 do Forte, Grageru e Cirurgia, além do Conjunto Santa Tereza e do Loteamento São Carlos, todas elas montadas aos sábados, serão antecipadas para a sexta-feira, 23, em seus respectivos horários. Já as feiras livres que acontecem aos domingos em Aracaju não serão antecipadas e permanecem neste mesmo dia. Integram essa lista as feiras dos bairros Bugio, América, Coqueiral, Santa Maria, bem como dos conjuntos Dom Pedro e Jardim Centenário.

 Lembrei do ditado: “tem gente que pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas para sempre”. Depois de 14 anos se não fez o que tinha que ser feito, BASTA!

 

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Feiras livre deste final de semana de São João serão antecipadas

  em 19 jun, 2023 15:30

(Foto: Ascom SMS)

A Prefeitura de Aracaju, por intermédio da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), antecipará a realização de algumas feiras livres da capital na véspera e no dia de São João, nos próximos dias 23 e 24 de junho.

Desta forma, as feiras que ocorrem regularmente às sextas-feiras na capital serão remanejadas para quinta, 22. São elas: as dos bairros São José e Suíssa, e dos conjuntos Castelo Branco, Médici, Sol Nascente, Agamenon Magalhães e Jessé Pinto Freire.

As feiras livres dos bairros Lamarão e Aruana (Residencial Costa Nova) não sofrem alteração e permanecem na sexta, no período da tarde.

As feiras localizadas nos bairros Santo Antônio, 18 do Forte, Grageru e Cirurgia, além do Conjunto Santa Tereza e do Loteamento São Carlos, todas elas montadas aos sábados, serão antecipadas para a sexta-feira, 23, em seus respectivos horários.

Já as feiras livres que acontecem aos domingos em Aracaju não serão antecipadas e permanecem neste mesmo dia. Integram essa lista as feiras dos bairros Bugio, América, Coqueiral, Santa Maria, bem como dos conjuntos Dom Pedro e Jardim Centenário

Fonte: PMA

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Novo juiz da Lava Jato é mais rigoroso do que Sérgio Moro quanto à corrupção


Novo juiz da Lava-Jato é especialista em direito penal e criminologia pela PUC do Rio Grande do Sul

O juiz Martino aplica a lei com impressionante rigor

Nicolas Iory
O Globo

O novo juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, Fábio Nunes de Martino, assinou em 2019 uma moção de apoio ao ex-juiz Sergio Moro após a divulgação de mensagens que levaram o ex-magistrado a ter questionada sua conduta à frente dos processos da Operação Lava-Jato.

Nunes de Martino assumirá os processos criminais em Curitiba já que a juíza substituta Gabriela Hardt passará a integrar a 3ª Turma Recursal do Paraná. Ela estava à frente da 13ª Vara desde o mês passado, quando o juiz Eduardo Appio foi afastado do cargo sob suspeita de ter feito ameaça sem se identificar ao filho de um desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

APOIO A MORO – A moção que contou com a assinatura de Nunes de Martino e de mais 270 juízes foi encaminhada em junho de 2019 à Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe). Foi uma resposta a um pedido de investigação contra Moro por conta das conversas reveladas pela chamada ‘Vaza Jato’, série de reportagens publicadas a partir da ação de hackers contra integrantes da força-tarefa da Lava-Jato.

No texto, o grupo diz que as mensagens foram obtidas de forma “criminosa” e que “revelam a preocupação do magistrado com os procedimentos, sem qualquer relação, por menor que seja, com o mérito de cada denúncia”.

“Entendemos que o conteúdo até agora divulgado, ainda que seja autêntico e não tenha sido editado, não ofende o princípio da imparcialidade que rege a conduta de um magistrado”, defenderam Nunes de Martino e seus colegas.

ESPECIALIZAÇÃO – Fábio de Martino é especialista em direito penal e criminologia pela PUC do Rio Grande do Sul, mestre em direito processual pela Universidade de São Paulo (USP), e mestre em justiça administrativa pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Em entrevista a um podcast da escola de magistrados e servidores do TRF da 4ª Região, disse que o número de magistrados com especialização no Brasil “não está no patamar ideal”, o que, em sua avaliação, aumenta a possibilidade de que os juízes sejam influenciados em suas decisões.

Martino foi diretor do Foro da Subseção de Cascavel de 2019 a 2021 e estava na 1ª Vara de Ponta Grossa até o anúncio de sua transferência para Curitiba. A mudança para a capital paranaense poderia ter vindo antes: ele se candidatou à vaga de titular da 13ª Vara em dezembro, quando Eduardo Appio acabou sendo o escolhido para o posto pelo critério da antiguidade.

EXTREMO RIGOR – Em 2011, Martino era juiz substituto da Vara Federal Criminal de Londrina. Em uma de suas decisões, condenou um homem que ofereceu R$ 20 a um policial rodoviário federal para não ser autuado por ter jogado uma lata de cerveja pela janela de um caminhão em movimento.

A defesa do acusado disse que tratava-se de questão insignificante, ao que o juiz rebateu, alegando que corrupção “independe do valor ofertado” e que o ato daquele homem feria trecho do Código Penal que protege o “bom e regular funcionamento da Administração Pública”.

Em sua dissertação no mestrado na UFF, intitulada “O Poder Judiciário visto por dentro”, Martino reconhece o peso de convicções e preferências pessoais no processo decisório de juízes.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – 
Está ficando cada vez hilário. Depois de um juiz notoriamente petista, agora aparece um juiz fundamentalista, que não sabe dosar o rigor da lei em função da gravidade do fato. Sinceramente, é desanimador(C.N.)

Entenda como o Alto-Comando impediu que o país entrasse numa nova ditadura


21/02/2017 Encontro com o Alto Comando do Exército | Flickr

Alto-Comando do Exército se posicionou na forma da lei

Roberto Nascimento

O Alto-Comando do Exército só não deu a ordem para desmobilizar os acampamentos diante dos quartéis, porque não lhe cabia fazê-lo, pois a determinação de manter os militantes partiu do comandante do Exército, em atenção ao ministro da Defesa e ao próprio comandante-em-chefe das Forças Armadas, o presidente da República.

Por muito menos, Bolsonaro já havia demitido o ministro da Defesa e os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. E o Comando Militar do Planalto teve de aceitar o acampamento em sua área de segurança.

QUESTÃO DE CONFIANÇA – O tenente coronel Mauro Cid, ajudante de ordens do presidente da República, apanhado pela apreensão do celular, respondeu ao coronel golpista Jean Lawand Jr. que Bolsonaro não confiava no Alto-Comando do Exército. Correto. Porém, em contrapartida, a maioria do Alto-Comando do Exército também não confiava no presidente da República.

Há informações de que, dos 16 generais de quatro estrelas, 12 deles não embarcaram na aventura golpista. Mesmo raciocínio para os Altos Comandos da Marinha e da Aeronáutica.

O mais incrível é que o apoio ao golpe já contaminara a grande maioria dos oficiais, circunstância que motivou os inacreditáveis diálogos entre o ajudante de ordens Mauro Cid e diversos coronéis, especialmente Jean Lawand Jr., um golpista vocacional, que desonra o Exército Brasileiro.

PRIMEIROS COLOCADOS – Sempre se classificando como número 1 nos cursos da carreira militar, exatamente como o tenente-coronel Mauro Cid, também o coronel Lawand Jr. demonstrou ser um péssimo estrategista, fato que joga por terra a falsa competência atribuída aos esses dois oficiais do EB. Ambos se empenharam para ser os primeiros colocados nos cursos, porém jamais poderiam ser considerados os melhores.

Assim, destruíram suas carreiras por uma aventura golpista. Não foram capazes de entender que os generais de quatro estrelas do Alto-Comando jamais iriam colocar os tanques nas ruas para Bolsonaro assumir como ditador e eles continuarem a bater continência para um mau militar, no dizer do general-presidente Ernesto Geisel e do general-ministro Leonidas Pires Gonçalves.

Falso defensor da Constituição, Bolsonaro parecia ter prazer de humilhar generais, como fez com Santos Cruz, Azevedo e Silva e Edson Pujol.

ESCAPAMOS POR POUCO – O fato concreto é que escapamos por pouco, muito pouco, mesmo. Bolsonaro e seus fanáticos estrategistas esperavam uma desordem generalizada, uma comoção nacional, se a bomba explodisse no aeroporto de Brasília, às vésperas do Natal.

Se isso tivesse acontecido, as tropas militares, sem alternativa, teriam invadido as ruas e o povo aceitar Bolsonaro como Interventor, com plenos poderes imperiais. Seria um desastre interplanetário, com potencial para dividir o país de Norte a Sul.

Assim, tivemos sorte, muita sorte. No entanto, não se pode deixar de reconhecer o comportamento isento e legalista do Alto-Comando, que hoje nos permite dizer que vivemos numa verdadeira democracia. É isso que interessa.

Envolvimento de militares obriga Exército a conviver com o fantasma do golpismo

Publicado em 20 de junho de 2023 por Tribuna da Internet

Altamiro Borges: Bolsonaro faz novos agrados aos militares - PCdoB

Charge do Nani (nanihumor.com)

Bruno Boghossian
Folha

Por dois meses, um militar lotado no Estado-Maior do Exército soprou as brasas do golpismo que ardiam no gabinete de Jair Bolsonaro. Após a derrota nas urnas, o coronel Jean Lawand Junior pedia que o presidente decretasse uma intervenção das Forças Armadas para melar a eleição. “Pelo amor de Deus, o homem tem que dar a ordem”, escreveu.

A expectativa de golpe não teria sobrevivido por tanto tempo se não houvesse simpatia pela ideia em altos círculos militares. Ainda que a agitação na reserva fosse mais aparente, sobram evidências de movimentações concretas na ativa e em postos importantes da hierarquia.

QUEBRA DE HIERARQUIA – As mensagens de Lawand foram encontradas no celular de Mauro Cid, o inseparável ajudante de ordens de Bolsonaro. Segundo a revista Veja, o coronel da ativa cobrava providências e dizia que, ainda que a cúpula do Exército não apoiasse o golpe, o restante da corporação cumpriria ordens para uma intervenção.

O militar chegou a prometer a Bolsonaro a ajuda de um general. Lawand disse a Cid que o então subcomandante de Operações Terrestres do Exército seguiria a determinação do presidente para uma ruptura.

Outros militares da ativa transmitiam seus sonhos ao Planalto, de acordo com a PF. O tenente-coronel Marcelino Haddad enviou a Cid três documentos que foram usados para redigir um plano que anularia a eleição, afastaria ministros do TSE e decretaria uma intervenção.

CID INTERMEDIAVA – Mauro Cid baixava a bola, mas não cortava os golpistas. Lamentava e dizia que o presidente não poderia ordenar uma intervenção porque não confiava no Alto Comando do Exército.

Em seu último pronunciamento no cargo, Bolsonaro confirmaria a tentativa e a frustração: “Para você conseguir alguma coisa, mesmo dentro das quatro linhas, precisa ter apoio”.

As provas do envolvimento de militares da ativa não criam só um constrangimento para os comandantes. Elas mostram que as Forças serão obrigadas a conviver por um bom tempo com o fantasma do golpe bolsonarista —e dar alguma resposta.

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