terça-feira, setembro 20, 2022
Com o ato político no funeral em Londres, Jair Bolsonaro perdeu ou ganhou votos?

Discurso de Bolsonaro foi criticado pela imprensa nacional e internacional
Pedro do Coutto
Não se pode considerar que com o ato político em Londres, na véspera do sepultamento da rainha Elizabeth II, o presidente Jair Bolsonaro ganhou ou perdeu votos. A pesquisa do Ipec, que deve estar hoje nos jornais (escrevo esse artigo na tarde de segunda-feira), não deverá ainda captar qualquer efeito, num sentido ou no outro. Talvez a de quinta-feira, do Datafolha, possa conter algum reflexo.
Mas a questão não é essa apenas. O ato político que incluiu o discurso de Bolsonaro na sacada da embaixada do Brasil foi, sem dúvida, um ato inusitado e até mesmo surpreendente, sobretudo porque ele anunciou que vencerá as eleições de outubro no primeiro turno.
Havia em frente à embaixada um grupo de apoiadores e adeptos do bolsonarismo. No discurso, o presidente da República lembrou que na véspera, portanto no sábado, esteve no interior de Pernambuco, onde fez campanha eleitoral com grande movimentação popular à sua volta.
PESQUISAS E INDECISOS – As pesquisas do Ipec e do Datafolha nesta semana vão influenciar, sem dúvida, no comportamento de eleitores e eleitoras ainda indecisos, reduzindo a margem do grupo como sempre acontece nas eleições na medida em que as urnas se aproximam. É natural e o reflexo também se fará sentir nas disputas pelos governos estaduais, sobretudo porque muitas adesões de última hora nos estados são influenciadas diretamente pela divulgação dos levantamentos dos institutos.
A pesquisa do Datafolha, cuja divulgação é posterior a do Ipec, influenciará mais a disposição do eleitorado que ainda vacila na escolha do candidato ou então no movimento que se realiza especialmente no PDT para que o eleitorado tradicional do partido passe a apoiar Lula da Silva diante da realidade de que Ciro Gomes não tem possibilidade alguma de vencer e tampouco de ir para um segundo turno.
Para Ciro Gomes e também para Simone Tebet a campanha pela Presidência da República termina no domingo dia 2 de outubro. Principalmente a de Ciro Gomes, que este ano concorre pela quarta vez ao posto. Quanto a Simone Tebet, a sua campanha pela disputa ao Planalto, penso, será a primeira, mas pela sua desenvoltura e inteligência não será a única. Ela voltará à disputa provavelmente daqui a quatro anos, possivelmente enfrentando Geraldo Alckmin, que a meu ver deverá ser eleito vice-presidente da República. Mas são especulaçõeso, perspectivas. Só o tempo as confirmará ou não.
USINA DE FRAUDES – Camila Mattoso e Thiago Resende, Folha de S. Paulo desta segunda-feira, destacam que a Polícia Federal entrou em campo e evitou uma fraude calculada em R$ 486 milhões em pagamentos falsos do INSS, incluindo não só o crédito para aposentados e pensionistas, mas também falsificações no auxílio de reclusão.
Além da Polícia Federal e de setores do INSS, o roubo foi impedido também pela atuação da Federação Brasileira de Bancos, responsável pelos pagamentos. O meio usado na trilha dos ladrões residia em transferências bancárias. Mas, as senhas falsificadas deram margem às investigações que concluíram por uma fraude gigantesca. O ponto fraco do esquema fraudulento foi descoberto com a observação sobre pagamentos de falsos atrasados que superavam R$ 100 mil.
Tais pagamentos excessivos dentro do sistema do INSS chamou a atenção do Coaf (Conselho de Atividades Financeiras). As transferências atípicas iluminaram o campo da fraude arquitetada. O histórico do INSS, aliás, é pleno de episódios dessa ordem.
INSEGURANÇA – Reportagem de William Cardoso, Folha de S. Paulo, excelente matéria, destaca os riscos crescentes envolvendo as mulheres do país, como é o caso do Rio de Janeiro e das principais cidades de São Paulo. São assassinatos, agressões violentas, tentativas de morte, cárcere privado, entre outros. As acusações estão sendo cada vez mais frequentes, inclusive incentivadas, como deve ser, pelos meios de comunicação.
As redes sociais da internet apresentam em grande volume falsas promessas que terminam com extorsões praticadas contra mulheres que se encontram oprimidas pela solidão. Enfim, há necessidade de repressão mais forte, mas sobretudo de prevenção que deve começar a partir das próprias vítimas, as quais devem observar os primeiros sinais de agressividade. São suficientes para que grande parte das mulheres se afastem logo dos parceiros que deixam no ar sintomas da prática de violência ou uma agressividade latente em potencial.
A TV Globo vem desempenhando um papel importante nesse aspecto, da mesma forma que a GloboNews, além dos jornais impressos. É necessária muita atenção, pois da falta de atenção para com o comportamento do outro, muitas mulheres podem sofrer crimes hediondos.
Não há controle e esta eleição vai ter muito mais fake news e baixarias do que em 2018
Publicado em 20 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

Arte do Kleber Sales (Correio Braziliense)
Pedro Doria
O Globo
Um dos grandes defeitos da campanha curta imposta pela lei eleitoral é que mal temos tempo para pensar. Os candidatos à Presidência, obviamente, têm zero estímulo para debater seus projetos. Em um mês, não dá tempo — mais eficaz é botar todas as fichas no jogo das emoções. E, num ambiente assim, para quem aposta na desinformação, o trabalho é facilitado.
Ainda não é possível precisar porque os estudos levam tempo. Mas esta eleição, só vamos descobrir depois, tem cara de estar ainda pior nas redes sociais que a de 2018.
ALCANCE AMPLIADO – Os indícios são muitos, e o problema está descentralizado. Em 2018, o foco estava no Facebook e no WhatsApp. Ambos ainda são parte importante do problema. Mas, agora, ainda há Telegram, TikTok e Kwai com que nos preocuparmos.
Uma análise encomendada pela Agência Pública ao projeto Eleições sem Fake, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), descobriu que foi nas duas plataformas de vídeos curtos que surgiram mais de 40% dos filmetes relacionados à campanha postos no WhatsApp.
Vídeos curtos já estavam lá no último pleito. O que mudou nestes últimos quatro anos foi o hábito. Porque o TikTok se firmou como novo padrão de entretenimento digital, esses videozinhos se tornaram aquela coisa que a maioria das pessoas consome sem nem pensar. É um contínuo deslizar do dedão tela acima, um filme de 30 segundos após o outro, deglutido passivamente.
É UM VALE-TUDO – Ocorre que em vídeos curtos é também mais fácil tirar uma fala do contexto, isolar uma expressão facial ruim — ou mesmo falsificar, com recursos de inteligência artificial, um instante. Criar algo que nunca aconteceu. Basta unir a falta de contexto ao consumo passivo, sem reflexão, que o veículo para falsificar a informação se torna perfeito.
Os aplicativos chineses não são os únicos problemáticos. A Meta, empresa dona de Facebook, Instagram e WhatsApp, havia prometido maior controle, filtros sofisticados — e não entregou nada. A ONG internacional Global Witness criou dez publicidades com informações falsas a respeito da eleição brasileira e tentou publicá-las no Facebook.
As dez foram aceitas pelo sistema sem dificuldades. Não foram ao ar porque a ONG só queria testar os filtros inexistentes.
HÁ CONFIRMAÇÃO – A experiência foi confirmada por outra organização estrangeira, a SumOfUs. Com base numa amostra de 2.800 anúncios em circulação no Facebook brasileiro, encontrou dezenas com o objetivo de insuflar violência política e minar a credibilidade do sistema eleitoral.
Os mesmos pesquisadores descobriram uma quantidade imensa de conteúdos estimulando um golpe de Estado em apenas três grupos de WhatsApp.
Tudo indica que Jair Bolsonaro perderá a eleição. Fora algum acontecimento grande, nenhuma pesquisa séria em sua metodologia vê diferença pequena entre o presidente e seu principal adversário, Luiz Inácio Lula da Silva. Não temos como prever o impacto da campanha golpista no caso de derrota bolsonarista. Dificilmente terminaria num golpe de sucesso, mas o temor por violência é real.
TERRENO FÉRTIL – O que sabemos é haver um problema que tem de ser encarado com mais seriedade. As principais plataformas de entretenimento e comunicação pessoal em atividade no Brasil são terreno fértil para ameaças reais à democracia.
Estamos na segunda eleição presidencial em que essas companhias nada fazem. No caso da Meta, a completa irresponsabilidade é recorrente. A esta altura deveria ser óbvio: não é uma empresa que tenha qualquer compromisso com valores democráticos.
Que tipo de sociedade somos se permitirmos que tudo aconteça de novo em 2026?
Bolsonaro defende cessar-fogo na Ucrânia e diz que “acabou” com a corrupção sistêmica
Publicado em 20 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet
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Para elogiar seu governo, Jair Bolsonaro estourou o tempo
Por g1 — Brasília
O presidente Jair Bolsonaro discursou nesta terça-feira (20) na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), e defendeu que haja um “cessar-fogo imediato” na Ucrânia.
Por tradição, o Brasil é o primeiro país a discursar na sessão de debates desde 1955. Antes de Bolsonaro, discursaram o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, e o presidente da assembleia, Csaba Korosi.
MUDANÇA DE RUMO – A guerra na Ucrânia começou em fevereiro deste ano, quando tropas militares russas invadiram o país. Várias cidades ucranianas foram bombardeadas, civis e militares morreram, e Bolsonaro jamais condenou a atitude do presidente russo Vladimir Putin.
“Diante do conflito em si, o Brasil tem se pautado pelos princípios do direito internacional e da Carta da ONU. Princípios que estão consagrados também na nossa Constituição. Defendemos um cessar-fogo imediato, a proteção de civis e não-combatentes, a preservação da infraestrutura crítica para assistência à população e a manutenção de todos os canais de diálogo entre as partes em conflito”, declarou Bolsonaro na ONU nesta terça.
O presidente, que disse defender uma solução “duradoura e sustentável”, declarou ainda avaliar que a solução para o “conflito” na região só será alcançada se houver diálogo entre os envolvidos.
FIM DO CONFLITO – “Faço um apelo às partes, bem como à toda a comunidade internacional, não deixem escapar nenhuma oportunidade para pôr fim ao conflito de garantir a paz. A estabilidade, a segurança e a prosperidade da humanidade correm sério risco se o conflito continuar”, completou.
Esta é a quarta vez que Bolsonaro discursa na Assembleia Geral da ONU. Em 2020, o evento foi virtual em razão da pandemia, e o presidente enviou um vídeo gravado. Nas ocasiões anteriores, os discursos foram marcados pela defesa da soberania brasileira na Amazônia e por fake news sobre a Covid.
Ao todo, líderes mundiais de 193 países devem se reunir na Assembleia Geral, incluindo o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, autorizado pelo plenário a participar remotamente em razão da invasão do país pela Rússia.
BALANÇO DO GOVERNO – Antes de Bolsonaro discursar, o presidente da assembleia, Csaba Korosi, pediu que os discursos durassem 15 minutos. O do presidente brasileiro durou mais de 20 minutos, porque Bolsonaro aproveitou para fazer um balanço de ações do governo federal e criticar gestões anteriores.
Bolsonaro citou ações como criação do Auxílio Brasil, redução de impostos que levaram à queda do preço dos combustíveis e privatizações de empresas estatais.
Candidato à reeleição e em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, atrás de Lula (PT), Bolsonaro disse que o governo acabou com a “corrupção sistêmica” que, para ele, existia no país.
CRÍTICA A LULA – O presidente citou as denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras, reveladas pelas investigações da operação Lava Jato.
“No meu governo, extirpamos a corrupção sistêmica que existia no país. Somente entre o período de 2003 a 2015, onde a esquerda presidiu o Brasil, o endividamento da Petrobras por má-gestão, loteamento político e em desvios chegou à casa dos US$ 170 bilhões. O responsável por isso foi condenado em três instâncias por unanimidade. Delatores deveram US$ 1 bilhão de dólares e pagamos para a Bolsa americana outro bilhão por perdas de acionistas. Este é o Brasil do passado”, declarou Bolsonaro.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Perto da corrupção institucionalizada nas gestões de Lula, o governo de Bolsonaro ainda é aprendiz de feiticeiro, mas dizer que acabou com a corrupção sistêmica parece forte demais. Esqueceu o MEC, a Codevasf, o orçamento secreto, os tratores e maquinas agrícolas, a vacina Covaxin e outras coisitas mais? “Fala sério!”, diria Bussunda. (C.N.)
Deixa-se usar fanaticamente em nome de um político é grau zero na escala da inteligência
Publicado em 20 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

Charge do Nani (nanihumor.com)
João Pereira Coutinho
Folha
Sempre que leio notícias sobre um assassinato com motivações políticas, fico pensando na cabeça do homicida. Não na cabeça dele antes e durante o infame ato. Depois, só depois. Fechado na cela, longe da família, com a vida devidamente destruída, que pensará ele? “O político X mereceu esse meu grande sacrifício pela sua causa?” “Voltaria a fazer o mesmo, dessa vez com redobrado entusiasmo?”
É duvidoso: não estamos em Nuremberg, lidando com altas patentes do Terceiro Reich. Falamos de peixe miúdo, apanhado na rede do ódio que outros lançaram às águas pestilentas da política contemporânea.
PENA DE MORTE – Todos podemos matar, é certo. E alguns crimes, por mais condenáveis que sejam, podem ter as suas atenuantes. Como escreveu Albert Camus ao criticar a pena de morte, só a matança a sangue frio é uma degradação irredimível da nossa humanidade.
Mas matar em nome de um político oportunista que está pouco se lixando para o “grande sacrifício” que fazemos por ele é o grau zero na escala da inteligência humana. Podemos perder a vida por delicadeza, para citar o poeta; mas por estupidez?
Quando isso acontece, é impossível não lembrar Georgi Vladimov (1931-2003), esse esquecidíssimo autor ucraniano, nascido em Kharkiv, e que nunca teve o reconhecimento merecido. Nem em vida, nem depois da morte.
RETRATO DEVASTADOR – É pena. O seu “Faithful Ruslan”, ou Fiel Ruslan, que li na tradução inglesa, é o mais devastador retrato que conheço sobre o crente político quando é abandonado pelo seu dono.
Estamos na União Soviética de Nikita Kruschev. Os crimes do camarada Stálin já foram denunciados no famoso discurso que Kruschev proferiu no 20º congresso do Partido Comunista. O país conhece uns ares de abertura e 8 milhões de prisioneiros do gulag são libertados.
É nesse ponto que encontramos Ruslan, um cachorro feroz que ajuda a guardar um dos campos siberianos. É através dos seus olhos crédulos, confusos, animalescos que toda a história é contada.
UMA ESTRANHA PAZ – Certo dia, Ruslan acorda e encontra o campo silencioso e coberto de neve. Estranha aquela paz. Não há gritos, não há choros, não há disparos. O que aconteceu?
Sai do barracão e vê os portões abertos. Pensa o óbvio, os prisioneiros fugiram. É hora de os perseguir e despedaçar, sem misericórdia. As páginas em que Ruslan descreve esse processo — a adrenalina da caçada, o êxtase da violência — são de uma proeza literária que dificilmente se esquece.
Mas o seu dono, que é um dos guardas do campo, está estranhamente calmo, quase resignado, como se tudo aquilo fosse normal. Ruslan não entende a passividade.
INCAPAZ DE PERCEBER – Com a sua inteligência de cachorro fiel, ele é incapaz de perceber que o seu dono, em rigor, já não é dono de nada. E que ele, Ruslan, só por um vago sentimento de piedade não foi abatido no bosque, como aconteceu com todos os outros cachorros sem préstimo.
Escorraçado do campo prisional, Ruslan está condenado a uma vida de errância, como um vira-lata. O velho sistema que ele serviu já não existe. Mas ele recusa-se a aceitar a mudança, ou seja, a sua própria irrelevância no novo esquema das coisas. Ele ainda tem uma missão: encontrar os fugitivos, servir o dono, servir a causa. É essa obstinação que ditará o seu funesto destino.
Ler “Faithful Ruslan” vacina qualquer um contra os entusiasmos políticos. Porque o romance, obviamente proibido na União Soviética, não se limita a criticar a falsa abertura de Kruschev.
LIÇÃO GÉLIDA – Para aquilo que me interessa, o livro oferece uma lição gélida aos seguidores caninos de qualquer líder oportunista —um cachorro é útil enquanto é útil. Quando seus latidos e sua ferocidade não são mais necessários, o que resta é uma vida de vira-lata.
Depois das próximas eleições no Brasil, milhões de Ruslans vão acordar sem dono. E alguns, os mais lúcidos, vão entender finalmente que o dono já virou a página, procurando uma outra vida, longe daqueles que tão fielmente o serviram.
Esses serão os casos felizes. Os casos infelizes estarão na prisão, fazendo o luto pelas famílias que destroçaram, e perguntando às sombras da madrugada: “Valeu a pena?”.
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