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Eletrobras torrou R$ 340 milhões para devassar corrupção inferior a esse total


TRIBUNA DA INTERNET | Privatização da Eletrobras deve ser vista como uma  vergonha para todos os brasileiros

Charge do Miguel Paiva (Brasil 247)

Elio Gaspari
O Globo

Em dezembro de 2017, o repórter Maurício Lima contou que a Eletrobras contratou por cerca de R$ 400 milhões o escritório de advocacia americano Hogan Lovells para investigar roubalheiras descobertas pela Operação Lava-Jato no setor de energia. As roubalheiras estavam estimadas em R$ 300 milhões.

Eram os estranhos tempos do lavajatismo. O Datafolha dava 35% das preferências para uma candidatura de Lula e 17% para Bolsonaro. Donald Trump estava na Casa Branca, e no Brasil o economista Paulo Guedes trabalhava pela candidatura do apresentador Luciano Huck à Presidência da República. O IBGE informava que, em 2016, 52,2 milhões de brasileiros viviam abaixo da pobreza. Hoje são 54,8 milhões.

SOB SIGILO – A notícia de Maurício Lima foi rebatida pela Eletrobras: as informações seriam “incorretas”. Deu o assunto por encerrado e batalhou para mantê-lo sob sigilo.

Passaram-se quatro anos e o lavajatismo tornou-se um anátema. Desde setembro de 2020, circula no Tribunal de Contas da União um relatório de inspeção com 379 páginas e o carimbo de “reservado” sobre o contrato assinado pela Eletrobrás com o escritório Hogan Lovells.

No último dia 15, os ministros começaram a tratar do assunto, e o trabalho foi suspenso por um pedido de vistas. Está estabelecido pelo relatório que a Eletrobras pagou R$ 340 milhões para investigar desvios que ficaram abaixo dessa quantia.

LICITAÇÕES VICIADAS – O relatório mostra como torraram-se R$ 340 milhões para investigar empreiteiras metidas em licitações viciadas, sobrepreços (quando o serviço é caro), superfaturamentos (quando há mutreta na cobrança), benefícios impróprios e subcontratações malandras.

O trabalho da infantaria do TCU mostrou um painel desalentador. Nos contratos com o escritório Hogan Lovells havia vícios, sobrepreços, superfaturamentos e subcontratações que chegaram a R$ 263 milhões, pagando-se em muitos casos por serviços que não eram comprovados.

Nos tempos da Lava- Jato, empreiteiros e gestores públicos viraram Belzebus. Em muitos casos, eram. No entanto, olhando para o que aconteceu no contrato da Hogan Lovells, ocorre um raciocínio cínico, porém inevitável: roubava-se na construção de hidrelétricas, mas as empresas empregavam milhares de trabalhadores e, ao fim do negócio, as usinas produziam eletricidade. O trabalho da Hogan Lovells empregou algumas dezenas de afortunados e produziu papéis de pouca serventia.

MUITOS MALFEITOS – A investigação do TCU encontrou “a existência de sobrepreço na contratação” e mais:

“Pagamentos por serviços sem regular e prévia comprovação de sua execução (superfaturamento).”

“Reembolso de despesas não autorizadas previamente ou irregularmente demonstradas.”

“Elevação de preços contratuais acima do limite legalmente autorizado.”

“Realização de contrato verbal para prestação de serviços não caracterizados como de pequenas compras de pronto pagamento — membros da Cigi.”

Membros da Comissão Independente de Gestão da Investigação da Eletrobras, a Cigi, além de serem remunerados pelos serviços que prestavam, foram reembolsados por colaborações adicionais. Entre eles: Ellen Gracie Northfleet (ex-presidente da Supremo Tribunal Federal), Durval José Soledade Santos (ex-diretor da Comissão de Valores Mobiliários) e Júlio Sérgio de Souza Cardoso.

SEM CONTRATO? – “Foi identificado que a Eletrobras firmou termos de reconhecimento de dívida (TRD), com pessoas físicas e jurídicas em vista da prestação de serviços, sem cobertura contratual formal.”

O escritório Ellen Gracie Advogados Associados recebeu R$ 474 mil. Os doutores Durval e Júlio Sérgio cobraram R$ 67.500 cada um.

Além desses reembolsos, entre 2015 e 2017 Durval recebeu R$ 68 mil mensais, e o Ellen Gracie Associados, R$ 131.080 mensais em 2015 e 2016 como remuneração por integrar a comissão. Pagamentos legítimos remuneravam trabalho. Durval José Soledade Santos recebeu R$ 2.517 por hora trabalhada, e o escritório de Ellen Gracie, R$ 3.586.324 (R$ 4.788 por hora).

AS CONCLUSÕES – O documento informa: “Os valores pagos pela Eletrobras aos membros da Cigi são incompatíveis com os preços praticados pelo mercado.”

“Os pagamentos por serviços sem regular e prévia comprovação da execução implicaram dano ao patrimônio do tomador e enriquecimento imotivado dos prestadores.”

“Os produtos entregues à Eletrobras pelo Hogan Lovells não se prestam à:

a) detecção de fraudes já ocorridas que ainda não fossem de conhecimento de autoridades nacionais de controle e investigação;

b) prevenção de fraudes futuras ainda não conhecidas.”

53 RESPONSÁVEIS – O relatório de inspeção listou 53 responsáveis e sugeriu que todos sejam ouvidos. Na caçamba, entraram executivos e membros dos conselhos da Eletrobras, bem como os sócios e diretores das empresas contratadas.

O documento é apenas um ponto de partida para o julgamento. Está longe de ser um veredito, e a memória das decisões do Tribunal de Contas tem pelo menos um horrível esqueleto. Em 2017, o TCU congelou os bens dos conselheiros da Petrobras numa decisão absurda, com um lance de amnésia seletiva.

Uma coisa é certa: se em 2017 a Eletrobras tivesse tomado o cuidado de investigar a denúncia de Maurício Lima, o caso do contrato com o escritório custaria menos à sua reputação.

BOLSA DE ESTUDOS – Madame Natasha adora ler documentos do Tribunal de Contas da União e concedeu mais uma de suas bolsas de estudo à equipe do relatório de inspeção do contrato da Eletrobras com o Hogan Lovells.

Em duas ocasiões, eles queriam dizer “acessoriamente” e escreveram “assessoriamente”.

Nada grave. Em março de 1964, antes de entrar para a Academia Brasileira de Letras, o general Aurélio de Lyra Tavares, futuro ministro do Exército, disparou um “acessoramento” numa carta ao seu colega Humberto Castello Branco.

Simone Tebet quer usar Tasso para abrir diálogo com Ciro, terceira via e mercado

Publicado em 26 de junho de 2022 por Tribuna da Internet

PSDB decide apoiar Simone Tebet. Tasso Jereissati pode ser o vice - Brasil  247

Fotomontagem reproduzida do Brasil 247

Pedro Venceslau
Estadão

O senador Tasso Jereissati (CE) aguarda o desfecho das negociações no Rio Grande do Sul entre seu partido, o PSDB, e o MDB para selar o acordo com Simone Tebet e ser anunciado como candidato a vice da senadora, pré-candidata à Presidência. Segundo pessoas próximas, o tucano já aceitou o “desafio”, mas só vai falar do assunto após formalizado o acordo.

Aos 73 anos, o empresário e parlamentar cearense, um dos últimos representantes da velha guarda tucana em atividade na política nacional, tem o apoio integral do PSDB e se prepara para entrar na campanha presidencial enquanto estreita laços com o clã Ferreira Gomes, de Cid e Ciro Gomes, e mantém pontes com o petista Luiz Inácio Lula da Silva.

LIGAÇÃO FORTE – Após Simone Tebet registrar 1% na mais recente pesquisa Datafolha, a pressão para a indicação do nome de Tasso cresceu. “Minha ligação com o Tasso é umbilical. Tenho uma história de vida com ele. Começou com meu pai e depois fomos colegas no Senado por sete anos. Mas a escolha é do PSDB”, disse Simone em entrevista ao Estadão.

A indicação de Tasso na chapa, segundo tucanos e aliados, sedimenta o apoio do PSDB nos Estados ao palanque de Simone e ainda aproxima a senadora de Ciro Gomes.

Além disso, afasta o MDB de vez do bolsonarismo e reforça a hipótese de apoio da terceira via ao ex-presidente Lula em um eventual 2º turno.

AMIGO DE LULA – O ex-senador José Aníbal (PSDB-SP) lembrou que, em 1993, Tasso chegou a ser cotado como vice de Lula: “Ele sempre teve um bom diálogo com o PT e Ciro. É aberto e bom de conversa”.

Em agosto do ano passado, Tasso recebeu Lula em seu escritório em Fortaleza e eles apareceram juntos em foto divulgada nas redes sociais. O ex-presidente costuma lembrar que se emocionou com uma carta do senador quando estava preso e perdeu o neto.

Não há expectativa de que Ciro ou Simone desistam de suas candidaturas, mas a indicação de Tasso como vice estreita os laços entre os dois projetos, que devem caminhar lado a lado nos debates e eventos da campanha.

MESMA ORIGEM – ”Tasso e Ciro têm a mesma origem política, que foi o enfrentamento às oligarquias do Ceará”, disse o cientista político Túlio Velho Barreto, da Fundação Joaquim Nabuco, do Recife.

Ciro foi sucessor de Tasso no governo do Ceará, em 1990, e depois ministro da Fazenda de Fernando Henrique Cardoso por indicação do aliado. Em 2010, eles romperam por causa de divergências locais, mas começaram a se reaproximar após a eleição de Jair Bolsonaro em 2018.

Para a cientista política Raquel Macedo, da Universidade Federal do Ceará, a escolha de Tasso na chapa de Simone potencializa o diálogo da pré-candidata com as forças da terceira via. “Ele é um interlocutor com a terceira via, sim. Ele assumidamente não é de esquerda, nem adota pautas bolsonaristas. É um político preocupado com o equilíbrio financeiro, mas também com pautas humanitárias”, afirmou Raquel. “Ele assume a linha que Fernando Henrique já representou. Ele é um liberal moderado.”

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Realmente, Tasso Jereissati é um excelente nome para vice. Mas não é isso que a maioria silenciosa está esperando. As pesquisas permanecem estacionadas justamente devido à indefinição. O que falta para a campanha realmente esquentar é apenas a formação da chapa da terceira via. Ciro Gomes e Simone Tebet deviam resolver logo isso. (C.N.)

Conselheiro do TCE-RJ e ex-esposa viram réus por lavagem de dinheiro

 Domingo, 26 de Junho de 2022 - 14:00

Conselheiro do TCE-RJ e ex-esposa viram réus por lavagem de dinheiro
Foto: Reprodução/GloboNews

Após denúncias de lavagem de dinheiro no Tribunal de Contas do Rio De Janeiro (TCE-RJ), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tornou réu o conselheiro José Gomes Graciosa e sua ex-esposa Flávia Lopes Segura Graciosa por corrupção.


Segundo o g1, o Ministério Público Federal acusou o casal de manter mais de um milhão de francos suíços em contas no exterior, "de forma oculta e dissimulada". A defesa de José e Flávia alegou ter sido "cerceada pela juntada incompleta das provas" e por "confusão criada pelo MPF ao alterar os nomes das pastas dos documentos entregues" durante o processo.


A acusação ocorreu a partir das operações Descontrole e Quinto do Ouro do MPF com a Polícia Federal. Em maio, a ação já tinha acusado outro conselheiro do TCE-RJ, Marco Antônio Barbosa de Alencar, e a esposa dele.

Bahia Notícias

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