quinta-feira, abril 29, 2021

Alta pressão! CPI ouvirá Mandetta e Teich na terça, Pazuello na quarta e Queiroga na quinta

Publicado em 29 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Randolfe Rodrigues, vice-presidente, Omar Aziz, presidente, e Renan Calheiros, relator da CPI Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

CPI está reunida desde as 9 horas para fazer as convocações

Julia Chaib
Folha

Presidente da CPI da Covid, o senador Omar Aziz (PSD-AM) informou à Folha que vai marcar para a próxima quarta-feira (5) o depoimento do general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde e um dos principais alvos da comissão de inquérito do Senado.

Segundo ele, no dia seguinte, quinta (6), será a vez do atual chefe da pasta, Marcelo Queiroga. O presidente da CPI confirmou que os dois ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich serão ouvidos na terça-feira (4). O calendário foi definido na noite passada.

EM SESSÃO – A CPI está reunidaa partir das 9h, para a votação dos primeiros requerimentos. Omar Aziz diz que essas convocações serão as primeiras a serem votadas. Ele acrescentou ainda que a previsão é ouvir o ex-chefe da Secom do Planalto Fabio Wajngarten no dia 11, juntamente com representantes da Pfizer.

Em entrevista à Veja, Wajngarten disse que a compra de vacinas oferecidas pela farmacêutica no ano passado não ocorreu por “incompetência e ineficiência” por parte do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello.

O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou que haverá sessão exclusiva para ouvir o ex-ministro Pazuello, porque muitos dos fatos mais importantes para a comissão aconteceram em sua gestão

UM TEMPO MAIOR – “Por óbvio é necessário dedicar um tempo maior ao ministro Pazuello, dos ex-ministros da saúde ele foi o que mais tempo ficou à frente da pasta.”

 

“E os eventos que são objetos da CPI ocorreram sobre a gestão do ministro Pazuello. Eu me atrevo a dizer, não conversei isso com os colegas da direção da CPI, mas talvez o ministro Pazuello a gente tenha que ouvir mais de uma vez”, acrescentou.

Randolfe afirmou que essas oitivas iniciais serão importantes para orientar o rumos dos trabalhos, direcionar futuros pedidos de documentos e mesmo novos depoimentos.


Negacionismo e necropolítica de Bolsonaro são alvos de críticas em reunião no Parlamento Europeu


Denúncias contra Bolsonaro acabaram por dominar a sessão

Deu no G1

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, virou alvo de críticas no Parlamento Europeu nesta quinta-feira, dia 29, em uma sessão para discutir a pandemia na América Latina, onde foram criticados o “negacionismo” e a “necropolítica” do mandatário brasileiro.

O objetivo da sessão era discutir o impacto da pandemia na América Latina e como a União Europeia (UE) pode ajudar nos esforços dos países para enfrentar a Covid-19.

DENÚNCIAS – As discussões pretendiam analisar a relação entre a elevada desigualdade social e econômica e o avanço fora de controle da pandemia na região, mas as denúncias contra Bolsonaro acabaram por dominar a sessão.

“Por ação ou omissão, a necropolítica de Bolsonaro constitui um crime contra a Humanidade que deve ser investigado”, afirmou o eurodeputado espanhol Miguel Urbán.

Outro eurodeputado espanhol, Jordi Solé, advertiu que a gestão da crise de saúde por parte do presidente brasileiro pode “transformar o país em uma incubadora de novas cepas” do coronavírus.

“IRRACIONAL NEGACIONISMO” – Para a portuguesa Isabel Santos, a situação no Brasil é mais difícil por causa do “irracional negacionismo de Bolsonaro”, a quem acusou de “fazer tudo para que a população não seja vacinada”. “Não é um erro, e sim uma irresponsabilidade deliberada”.

Os legisladores conservadores que participaram no debate também apresentaram críticas, mas sem mencionar o nome do presidente brasileiro. Para o também português Paulo Rangel, o impacto da pandemia foi agravado “por erros políticos e por visões negacionistas, como é o caso do Brasil”.

O espanhol Leopoldo López afirmou que é necessário “destacar a negação da gravidade por parte dos governantes de alguns dos países com maior população”.

PAÍSES MAIS AFETADOS –  O Brasil é o país mais populoso da região, com 212 milhões de habitantes. Na sequência vêm o México (128 milhões), Colômbia (50 milhões) e Argentina (45 milhões).

Brasil e México são também os países latino-americanos mais afetados pela pandemia. O Brasil é o segundo do mundo em número de mortes (398 mil) e o terceiro em casos confirmados (14,4 milhões). O México é o terceiro em óbitos (215 mil) e o 15º em infectados (2,3 milhões), mesmo sendo um dos países que menos testam no mundo.

CPI – O Senado brasileiro instalou esta semana uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação do governo na pandemia de coronavírus, no momento em que o número de mortos no país se aproxima de 400.000.

Desde o início da pandemia no Brasil, em fevereiro de 2020, Bolsonaro se opôs às medidas de isolamento social, rejeitou o uso de máscara, questionou a eficácia das vacinas e defendeu o uso de remédios, como a hidroxicloroquina, sem eficácia comprovada contra a doença

CPI da Covid: Primeira sessão é marcada por bate-boca e tentativas de manobras da base governista


Charge do Amarildo (veja.abril.com.br)

Julia Chaib e Renato Machado
Folha

Em uma sessão marcada por discussões e tentativas de governistas de retardarem os trabalhos da comissão, os senadores que integram a CPI da Covid aprovaram na manhã desta quinta-feira, dia 29, requerimentos para convocar ex-ministros da Saúde, incluindo o general Eduardo Pazuello.

Esses foram os primeiros requerimentos aprovados pela comissão e vão definir a pauta de depoimentos da próxima semana. Os requerimentos aprovados convocam também os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich.

TESTEMUNHAS – Além desses, também foram convocados o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, além do diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antonio Barra Torres. Todos comparecerão ao Senado na condição de testemunhas.

Como a Folha havia informado, os senadores acordaram que os depoimentos vão começar na terça-feira, dia 4, com o comparecimento dos ex-ministros Mandetta e Teich. No dia seguinte, será ouvido o ex-ministro Pazuello. Já a sessão de quinta-feira será destinada para a participação do atual ministro Marcelo Queiroga (Saúde) e também de Barra Torres (Anvisa).

Inicialmente, também estava prevista a convocação do ex-secretário especial de Comunicação da Presidência Fabio Wanjngarten. No entanto, após resistência dos governistas, houve um acordo para que apenas os requerimentos referentes aos depoimentos da próxima semana fossem aprovados.

ENXURRADA DE PEDIDOS – Instalada na terça-feira, dia 27, a CPI já recebeu uma enxurrada de pedidos de senadores. Os requerimentos, que passam de 200, abrem caminho para uma devassa na condução do governo Jair Bolsonaro no enfrentamento da pandemia.

Além de convocações, os requerimentos também solicitam informações sobre o fornecimento de respiradores, EPIs (equipamentos de proteção individual), “kit intubação”, abertura de leitos, fornecimento de oxigênio, aquisição de vacinas, seringas e distribuição de cloroquina para o chamado tratamento precoce.

Toffoli manda Bolsonaro, Pacheco e Lira se explicarem sobre emendas “cheque em branco”


Lava Jato enviar todos os dados de investigações à PGR |  Notícias e análises sobre os fatos mais relevantes do Brasil | DW |  09.07.2020

Dias Toffoli mandou que os dados sejam enviados em 10 dias

Malu Gaspar
O Globo

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, deu 10 dias a Jair Bolsonaro e os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, para enviar explicações sobre a ampliação de uma nova modalidade de desembolso das emendas parlamentares, as chamadas transferências especiais.

Os três foram notificados na última sexta-feira, dia 23. como consequência de uma ação direta de inconstitucionalidade proposta pelo Partido Novo e que foi distribuída para Toffoli. O Novo é crítico do instrumento de repasse. Jair Bolsonaro não era citado inicialmente na ação, mas Toffoli decidiu incluí-lo.

CHEQUE EM BRANCO – As transferências especiais foram criadas em 2019 pelo Congresso. São chamadas de “cheque em branco” porque, ao contrário do que acontece com os recursos enviados para estados e municípios por meio de emendas regulares, no caso delas não é preciso dizer em quê os recursos serão aplicados nem prestar contas aos órgãos federais de controle de seu uso.

Basta o parlamentar indicar o nome da cidade que deve receber o dinheiro, e os recursos caem direto na conta da prefeitura, que também não precisa dizer o que fará com ele.

Criadas no final de 2019 com o propósito de facilitar o repasse da verba federal, em geral lento e burocrático, as transferências na prática criaram uma exceção à regra, adotada em toda a administração pública, pela qual o dinheiro para obras ou programas custeados com dinheiro da União é repassado a estados e prefeituras pelos ministérios ligados à aplicação das verbas e seu uso é fiscalizado pela Caixa.

ATRAVÉS DE EMENDA –  Essas transferências foram estabelecidas por uma emenda constitucional que permitiu aos parlamentares repassar até metade de sua cota de emendas individuais por depósito direto. Em 2021, isso representará cerca de R$ 8 milhões por parlamentar.

Conforme mostrou a coluna, essa verba ajudou a irrigar prefeituras comandadas por parentes de deputados no ano passado e contribuiu para a sua reeleição. Dos cinco municípios que mais receberam transferências especiais em 2020, em três deles o dinheiro foi repassado por um parlamentar que é parente do gestor local. Todos foram reeleitos.

Embora o mecanismo tenha sido criticado desde o início por órgãos de controle federais, por reduzir a possibilidade de fiscalização, no Orçamento de 2021, o relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias, Irajá Abreu (PSD-TO) decidiu estender, por conta própria, o uso do “cheque em branco” para as emendas coletivas de bancada, envolvendo uma fatia bem maior dos repasses federais: R$ 7,3 bilhões neste ano.

APOIO COLETIVO – Pela regra, as emendas de bancada servem para custear projetos maiores e são decididas de maneira coletiva entre os parlamentares de cada unidade federativa. Ao aplicar a elas o mesmo tratamento das emendas individuais, corre-se o risco de ampliar o uso de verba para atender a interesses paroquiais dos parlamentares em seus redutos eleitorais e deixar à míngua projetos mais relevantes.

O texto de Irajá Abreu foi vetado por Jair Bolsonaro, mas o veto foi derrubado pelos congressistas no meio da votação do Orçamento de 2021, em 17 de março.

Para não atrasar ainda mais o Orçamento, que só acabou sendo votado no fim daquele mês, os líderes do governo no Congresso firmaram um acordo com parlamentares para que deixassem a conversão das emendas de bancada em transferências especiais para depois da sanção do texto orçamentário, o que ocorreu na semana passada.

NOVO QUER REVOGAR – Na ação impetrada no Supremo, o Partido Novo pede a revogação do “cheque em branco”. O partido alega que a ampliação do uso das transferências promovida por Irajá Abreu é inconstitucional pois trata as emendas individuais e as de bancada, diferenciadas na lei, de maneira uniforme.

Os advogados do partido pedem ainda que a decisão seja proferida liminarmente, ou seja, rapidamente, uma vez que a aplicação das transferências especiais nas emendas de bancada está valendo e pode ser feita a qualquer momento.

QUASE 10 BILHÕES – Somando-se o valor já autorizado a ser desembolsado neste ano em transferências especiais ao volume que desejam os parlamentares, o valor total do “cheque em branco” pode chegar a R$ 9,3 bilhões neste ano.

“Trata-se, portanto, de caso de extrema urgência, a fim de evitar a reorientação das emendas parlamentares de bancada rumo a um tipo de execução que não tem base constitucional”, afirma o Novo, em sua petição.

Após o prazo de 10 dias para esclarecimentos, Toffoli quer ouvir também a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da União antes de proferir sua decisão.

(matéria enviada por Celso Serra)


Na CPI da Covid, a corrupção começa pelos próprios parlamentares que fazem parte dela


CPI da Covid

A grande maioria está formada por “craques” em corrupção

J.R. Guzzo
Estadão

Os peritos em ciência política, desses que sempre aparecem nas mesas redondas de televisão, provavelmente estão lhe explicando, em detalhes e com oratória de universidade, como são complexos os pontos centrais (e os laterais, também), dessa CPI que o Senado acaba de inventar com o objetivo oficial de apurar atos de inépcia, negligência ou má fé que teriam sido cometidos pelo governo federal no combate à covid.

Mas não é preciso mais do que três minutos de observação, realmente, para se concluir que não há complicação nenhuma. Basta ver quem são os senadores que estão na CPI, fazendo o papel de polícia que corre atrás do bandido. Que complicação poderia haver?

TUDO EM FAMÍLIA – O presidente na CPI, não menos que o presidente em pessoa, é um senador do Amazonas que já teve a própria mulher, além de irmãos, presos por roubalheira maciça justamente na área da saúde.

Ele próprio, figurão da política amazonense e de Manaus, está metido há cinco anos em encrenca feia com a Operação “Maus Caminhos” – e um de seus desdobramentos, a “Cash Back” – que a Polícia Federal iniciou em 2016 para investigar corrupção na sua zona de influência.

O representante titular do PT é o senador Humberto Costa, notável por ter o apelido de “Drácula” – esteve envolvido no prodigioso escândalo dos vampiros, que roubavam sangue dos hospitais quando ele era ministro da Saúde do governo Lula. É como “Drácula”, por sinal, que Costa está registrado no célebre Departamento de Operações Estruturadas da empreiteira Odebrecht, na lista de políticos comprados pela empresa e guardada em seus computadores.

OUTROS MAIS – Está no papel de mocinho e juiz, também, outro peixe graúdo na coleção da Odebrecht – o “Whiskey”, codinome do senador Jader Barbalho, do Pará.

Ele é descrito, respeitosamente, como “veterano” da política; de fato, está relacionado há décadas, sempre, entre os políticos mais investigados por corrupção neste país.

Enfim, acredite se quiser: aparece na CPI, e no cargo de relator, o senador Renan Calheiros, simplesmente ele – o “Atleta” do listão da empreiteira, e com certeza o membro mais enrolado com o Código Penal que há no Senado do Brasil ou, possivelmente, de qualquer senado do mundo.

SEM EXPLICAÇÃO – É preciso, diante disso, dizer mais alguma coisa? Os especialistas podem ficar explicando o assunto pelo resto da vida, mas não há nada a ser explicado: a CPI da Covid é uma das mais espetaculares trapaças que já se praticou na política brasileira.

Até uma criança de dez anos de idade sabe que os dois Estados onde mais se roubou na covid, inclusive oxigênio, são justamente Amazonas e Pará; pois é dali, bem dali, que vêm dois dos mais lustrosos investigadores da CPI.


Em Jeremoabo o cidadão que se dane, o rei sou eu!

 


Hoje a lombada foi concluída, resposta clara de que o cidadão que se dane.

Nessa rua passa água que vem além do Fórum  e da antiga Delegacia e Praça da feira 

Recebi essa comunicação da antiga Delegacia e Praça da feirao, estou divulgando por questão de ofício, e também porque tudo que foi em benefício do cidadão tenho prazer em servir; mas, nesse (des)governo se a justiça não resolver só mesmo Deus,  não estão ligando para quem está morrendo por falta de prevenção e recursos contra o COVID-19, pior uma lombada que o dinheiro não é deles e sim do proprio cidadão prejudicado e (des)respeitado.

Se for benfeitoria para Jeremoabo de autoria da ex-prefeita Anabel, aí é deixam no abandono sem conservação.

Exemplo a Praça do Forró,  Point turístico  de Jeremoabo, nesses vasos  colocaram lindas plantas, a praça ficou linda, inclusive com bancos; apenas só lembranças de quando o povo era feliz, e não sabia, hoje no lugar de plantas lixo e nada mais.

Como o bom cabrito não berra, seja o que Deus quiser!










Agora vamos nos divertir com notícias referente a Jeremoabo virtual, a Jeremoabo que só existe na propaganda do governo .


Quando pensei que já tinha enchido minha cota pelo dia de hoje, recebo  duas matérias referente a propaganda do (des)governo municipal da outra Jeremoabo que o povo desconhece.

Na primeira matéria o prefeito narra que se deslocou até Salvador, mais precisamente para o SESAB em busca de investimento para saúde.

Até ai tudo bem não custa nada pedir, e se sair não custa nada deixar mofando na CAIXA, ou então desviando de finalidade, mas ai já é com os vereadores que devem fiscalizar.

Agora a notícia que me deixou estarrecido foi  que afirma que a Secretaria de Saúde continua fiscalizando as mediadas de  restrições assim como, não mede esforços para continuar na luta.

Nota da redação deste Blog - Não irei comentar nada, nem tão pouco falar se é verdade ou não, pois acredito que são medidas virtuais ou apenas imaginárias.

A pergunta é:

Vocês conhecem ou presenciaram alguma medida restritiva no combate ao COVID-19 em Jeremoabo além das fotos abaixo:







- Será que os escritórios de advogados, procurador e assessores do prefeito desconhecem o Art. 54 da Constituição Federal?

JORNAL DA TARDE NA JEREMOABO FM 106,9 - PARTE 2.

Antes de mais nada quero parabenizar e aplaudir o âncora  JUNIOR DE SANTINHA, seus colaboradores e parceiros desse programa JORNAL DA TARDE NA JEREMOABO FM-106.9  pelo relevante serviço prestado ao Município de Jeremoabo bem como a sua bravura e dignidade em declinar o que a imprensa de Jeremoabo não teve a coragem de falar, porém, que estava engasgado na garganta da maioria  do cidadão jeremoabense, estou referindo-me a sua informação concernente ao atual gestor que está prefeito; porém, não foi eleito de maneira republicana, democrática  pela vontade popular, no entanto, amparado em atos e fatos no mínimo condenáveis e porque não dizer, imorais e ilegais;

 T anto é verdade que existe uma AIJE na Justiça de Jeremoabo em andamento ou aguardando andamento, em que pede a  CASSAÇÃO  DO DIPLOMA DO ATUAL PREFEITO DERI(PP) E FÁBIO (PODEMOS), 

AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL -  Número: 0600512-30.2020.6.05.0051.

Quanto aos 146(cento e quarenta e seis), pais e mães de famílias que mesmo amparados pela Lei Federal Nº 14.017 (Lei Aldir Blanc), estão tendo seus direitos negados; abstenho-me de comentar já que já publiquei bastantes matéria a respeito desse assunto..

Concernente ao dinheiro,  as ilegalidades, as omissões, falta de iniciativas, desvio de finalidades e fura-filas com número elevado de mortes, já está com o MPF, agora é só aguardar as consequências.

Comentarei agora um assunto tão grave quanto os já declinados pelos repórteres na sequencia da entrevista ou mesa redonda, trata-se da denúncia do Vereador Neguinho de Lié a respeito do desvio do dinheiro do COVID-19 para pagar ALUGUEL DE VEICULOS DE VEREADOR, PENSÃO ALIMENTÍCIA DE CHEFE DE GABINETE, EMPRESA DO LIXO E ETC.

O que causa espécie são os vereadores em quase todas as reuniões daquela casa legislativa baterem no peito e bradarem que são honestos e estão ali para defender os interesses do povo, além de fiscalizarem os recursos públicos.

Lamento que não tenha escutado em várias sessões e ontem no programa Jornal da Tarde da Rádio Jeremoabo FM, a grave denuncia do Vereador Neguinho de Lié concernente ao desvio de dinheiro do COVID-19 para bancar mordomia do prefeito através do aluguel de uma caminhonete FIAT/TORO e, mais grave ainda o aluguel sem licitação de um veículo pertencente a vereador da situação, pago também com recursos federal do COVID-19. 

Será que os vereadores, o procurador do Município, os advogados contratados assim como os secretários desconhecem o Art. 54 da Constituição Federal que proíbe tal ilicitude?

Ou será que são omissos, coniventes e estão prevaricando?

Para que os senhores entendam a gravidade dessa ilicitude, causadora de mortes pelo COVID-19, já que esse dinheiro desviado poderia comprar respiradores, álcool gel, mascara impedindo assim o avanço do coronavírus, transcrevo a seguir um caso que por analogia e em parte tem semelhança com Jeremoabo:

Operação do Gaeco afasta prefeito e investiga fraudes na locação de carros na Paraíba.

Esquema teria usado nome de laranjas para alugar carros do prefeito ao município. Prejuízo é estimado em R$ 314 mil.

                                                            (...)

Segundo o MP, desde o início da gestão do atual prefeito (2017) os dos veículos são sistematicamente locados ao município de Camalaú, após prévio direcionamento de processos de licitação.

A caminhonete foi adquirida, “zero KM”, junto a uma concessionária de Caruaru, em março de 2017, pelo valor de R$ 165 mil. Parte desse montante, R$ 110 mil, paga por meio de transferência bancária da conta titularizada pelo próprio prefeito Alecsandro Bezerra – conforme o MP.

Em contrapartida, o município de Camalaú já pagou pelo menos R$ 140 mil pelos contratos de locação do veículo, colocado à disposição do gabinete do prefeito.

Assim, conforme o MP, o gestor fazia gozo de seu veículo, enquanto que o município arcava com os custos da locação..

http://blogs.jornaldaparaiba.com.br/




Quando a Pandemia em Jeremoabo irá acabar para o prefeito começar a usar os R$ 3.522.544,92 que chegou para combater o COVID-19?

.
Video Divulgação

Existe um ditado popular que diz: " Para bom entendedormeia palavra basta".

Está ai a resposta respaldada na  informação de um boca de alugue, não sei se preposto  da Secretaria de Saúde, porém como " porta voz" informou que esse " dim-dim", que chegou para combater o COVID-19 no intuito de evitar mortes em Jeremoabo, só irá acontecer após o término da pandemia; portanto, tirem suas conclusões e façam suas apostas, ou melhor apelem para videntes.

Mesmo assim estou reproduzindo o Vídeo do Dr. Paulo Chapchap - Diretor do Hospital Sírio Libanês, para que os senhores entendam a gravidade da aglomerações patrocinada pelo gestor e seus assessores, e adivinharem quando será o final da pandemia.

Só mesmo Jesus na causa!!!

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