quarta-feira, abril 28, 2021

Covid-19: veja a ocupação dos leitos de UTI e enfermaria em Aracaju

Por G1 SE

 


UTI Covid em Aracaju — Foto: Mário Sousa/ASN/Divulgação/Arquivo

UTI Covid em Aracaju — Foto: Mário Sousa/ASN/Divulgação/Arquivo


Nome do HospitalTaxa de ocupação
Huse100%
Hospital Cirurgia - SUS100%
Hospital da Polícia Militar94%
Maternidade N. S. de Lourdes100%
Hospital São José100%
Hospital Renascença - SUS100%
Hospital do Coração - SUS100%
Hospital Universitário100%
Hospital São Lucas (adulto)116%
Hospital São Lucas (pediátrico)50%
Hospital Cirurgia (Ipes)100%
Hospital Renascença81%
Hospital Gabriel Soares (adulto)45%
Hospital Gabriel Soares (pediátrico)0%
Hospital Unimed146%
Hospital Primavera110%
Maternidade Santa Helena0%
Hospital do Coração - particular67%
Total84%

Pacientes à espera de leitos de UTI Covid

Nome do hospitalNúmero de pacientes à espera
Hospital Zona Norte9
Hospital Zona Sul8
Hospital Renascença0
Hospital do Coração0
Hospital Primavera1
Hospital Unimed0
Hospital São Lucas7
Hospital Gabriel Soares0
Hospital São José0
Total25




Leitos de enfermaria (Covid-19)

Nome do HospitalTaxa de ocupação
Huse82%
Hospital Universitário50%
Hospital da Polícia Militar25%
Hospital Cirurgia - SUS41%
Hospital do Coração - SUS21%
Maternidade Nossa Senhora de Lourdes0%
Hospital Zona Sul56%
Hospital Zona Norte97%
Hospital Santa Isabel100%
Hospital São José95%
Caps Joel40%
Hospital Primavera126%
Hospital São Lucas74%
Hospital Renascença85%
Hospital Unimed86%
Hospital Gabriel Soares54%
Hospital Cirurgia - Ipes50%
Hospital e Maternidade Santa Helena0%
Hospital do Coração - particular167%
Total66%
Profissionais de Saúde na linha de frente e autoridades avaliam pior momento da pandemia
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Profissionais de Saúde na linha de frente e autoridades avaliam pior momento da pandemia

https://g1.globo.com/

 

Artistas locais de Jeremoabo ainda aguardam repasse dos recursos da lei Aldir Blanc

 

Luiz Brito DRT/BA 3.913
Divulgação

Profissionais da musica, arte e cultura de 914 municípios de todo o país afirmam que ainda não receberam o repasse dos valores referentes aos recursos da Lei Aldir Blanc, cujas cifras estão direcionadas aos artistas dos municípios.

Uma das cidades que ainda não gastou nada da verba repassada pelo governo federal é Jeremoabo O município recebeu R$ 309,000 (trezentos e nove mil) que seguem parados na conta da prefeitura. Esse montante poderia estar sendo usado para auxiliar trabalhadores do setor, um dos mais atingidos pela crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. A legislação foi sancionada em junho do ano passado.

"Apesar de todas as tentativas de diálogo do presidente da Câmara, Kaká de Sonso com a prefeitura, Jeremoabo ainda não honrou os seus compromissos com o repasse dos recursos da classe artística, demonstrando assim a incapacidade da gestão em lidar com o repasse da verba vinda dos recursos de auxílio emergencial”. Profissionais da música, arte e da cultura estão protestando devido ao atraso e à falta de transparência por parte da prefeitura. A secretária de educação não se manifestou.

Nota da redação deste Blog  A administração municipal de Jeremoabo é uma espécie de " linha imaginária",, só existe na propaganda enganosa.

Só existe para beneficiar a " famiglia"., é expert em nepotismo, em autopromoção é de primeira; na improbidade  e excepcional, agora para administrar em benefício da população é uma negação deixa muito a desejar.

Esse  dinheiro da Lei Aldir Blanc está no mesmo caminho do dinheiro do COVID-19, onde desde o início da pandemia até a presente data os vereadores da oposição não conseguiram descobrir o seu paradeiro, nem tão pouco quanto chegou, em que foi gasto.

Desanimado com as buscas do dinheiro do COVID-19, os vereadores da oposição apelaram para o auxilio da PF e do MPF.

A que ponto chegou o (des)governo de Jeremoabo, para os vereadores colherem qualquer informação institucional tem que apelar para o Ministério Público Federal.



Belivaldo se reúne hoje com o comitê para definir o retorno das aulas

 em 28 abr, 2021 10:07

A princípio, o retorno das aulas presenciais está previsto para a próxima segunda-feira, 3. (Foto: Seduc)

O governador de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD), volta a se reunir nesta quarta-feira, 28, com o Comitê Técnico-Científico e de Atividades Especiais (Ctcae). Uma das principais pautas de discussão será a definição sobre a volta às aulas presenciais da rede pública e privada de ensino. A princípio, o retorno das aulas presenciais está previsto para a próxima segunda-feira, 3.

Segundo o que foi divulgado pelo Governo, a reunião está prevista para começar às 15h, na sede do Palácio dos Despachos, sede do governo estadual. Como vem ocorrendo há algumas semanas, não haverá coletiva de imprensa.

O Governo informou apenas que divulgará nota à imprensa com as possíveis atualizações do decreto estadual. A exemplo da confirmação sobre a manutenção ou não do retorno presencial das aulas.

Última reunião

O Comitê se reuniu pela última vez no dia 22 de abril. Na ocasião, Belivaldo manteve o toque de recolher diário, entre 22h e 05h, e as restrições anteriormente definidas. No entanto, o conjunto de restrições divulgados naquela ocasião se encerram nesta quarta, 28. Dessa maneira, há uma expectativa para o anúncio de um novo conjunto de novas medidas, ou ainda, a manutenção do que já vem sendo adotado em todo o estado.

por João Paulo Schneider 

INFONET

Essa pergunta é endereçada ao Vereador Zé Miúdo e demais vereadores da oposição

 

Caculé: Auditoria identifica irregularidades na compra e armazenamento de medicamentos
Foto: Reprodução / TCM

Os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) julgaram procedentes, em parte, as conclusões da auditoria realizada no município de Caculé, no Sertão Produtivo,  que identificou irregularidades e inconsistências nos processos de compra, armazenamento e distribuição de medicamento por parte da prefeitura, nos exercícios de 2018 e 2019. 

O conselheiro Fernando Vita determinou, nesta terça-feira (27), a formulação de representação ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) contra o ex-prefeito José Roberto Neves e o então secretário de saúde, Ricardo Silva e Silva, para que seja apurada a prática de ato de improbidade administrativa, diante realização de dispensa de licitação, sem comprovação da situação emergencial. Os gestores ainda foram multados em R$4 mil cada.

De acordo com o órgão, os auditores do TCM identificaram e analisaram procedimentos administrativos e contratos originários dos Pregões Presenciais para Registro de Preço n°s 008 e 018/2018, além das Dispensas de Licitação n°s 022-A/2018 e 038/2019, bem como a Inexigibilidade de Licitação de Credenciamento n° 001/2019, todas visando a aquisição de medicamentos que compõem a assistência farmacêutica básica da municipalidade, cujos valores licitados alcançaram o montante de R$1.724.875,94.

O relatório aponta que as contratações realizadas por dispensa de licitação, no valor total de R$625.105,94, decorreram de situação de “emergência fabricada”. Para o conselheiro Fernando Vita, não se admite a contratação via dispensa de licitação nos casos em que o Poder Público não adota – mera má gestão municipal – as providências necessárias para realização de procedimentos licitatórios previsíveis.

Em relação às instalações do Centro de Abastecimento e Farmácia Básica e das Unidades Básicas de Saúde (UBS), os auditores do TCM apontaram a ausência de climatização na área de armazenagem de medicamentos assim como de refrigeradores necessários para armazenagem exclusiva de medicamentos termolábeis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

O relatório também indicou a existência de lavatório dentro do centro de armazenagem destinado para fins diversos, desde higiene pessoal a serviços gerais; desgaste e sinais de ferrugem em armários e prateleiras; espaço insuficiente para o armazenamento dos medicamentos; ausência de caixas para acondicionamento adequado dos medicamentos; ausência de equipamentos de combate a incêndio; e inexistência de programas de sanitização de ambientes, incluindo desratização e dedetização.

A equipe responsável pela inspeção apontou, ainda, a existência de irregularidades no processo e organização do armazenamento de medicamentos, diante da falta de segregação entre os medicamentos de controle especial e o de uso comum, bem como no serviço de dispensação, vez que é realizada por atendentes na Farmácia Básica, quando a prática é atribuição privativa dos profissionais farmacêuticos.

O Ministério Público de Contas, através da procuradora Aline do Rego Rio Branco, opinou pelo conhecimento e procedência parcial das conclusões da auditoria, sugerindo a aplicação de multa ao gestor. E, para as situações de dispensa de licitação sem comprovação da situação emergencial, sugeriu a formulação de representação ao Ministério Público Estadual. Cabe recurso da decisão.



Nota da redação deste Blog - Será que os vereadores da oposição já fiscalizaram onde o prefeito de Jeremoabo está efetuando a compra de medicamentos?

Os vereadores já fiscalizaram onde está armazenados esses medicamentos?

Já conferiram a quantidade recebida e quem recebeu?


Os vereadores sabem informar qual o motivo da prefeitura de Jeremoabo não comprar mais medicamentos em Ribeira do pombal? 


Será que os vereadores fiscalizaram e analisaram essas intermináveis dispensa de licitação?


Já que a situação não fiscaliza nem responde nada, só resta ao povo apelar para oposição, que diga-se de passagem, mesmo de maneira tímida, ainda é quem denuncia as trambicagens.


Caculé: Auditoria identifica irregularidades na compra e armazenamento de medicamentos

Caculé: Auditoria identifica irregularidades na compra e armazenamento de medicamentos
Foto: Reprodução / TCM

Os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) julgaram procedentes, em parte, as conclusões da auditoria realizada no município de Caculé, no Sertão Produtivo,  que identificou irregularidades e inconsistências nos processos de compra, armazenamento e distribuição de medicamento por parte da prefeitura, nos exercícios de 2018 e 2019. 

O conselheiro Fernando Vita determinou, nesta terça-feira (27), a formulação de representação ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) contra o ex-prefeito José Roberto Neves e o então secretário de saúde, Ricardo Silva e Silva, para que seja apurada a prática de ato de improbidade administrativa, diante realização de dispensa de licitação, sem comprovação da situação emergencial. Os gestores ainda foram multados em R$4 mil cada.

De acordo com o órgão, os auditores do TCM identificaram e analisaram procedimentos administrativos e contratos originários dos Pregões Presenciais para Registro de Preço n°s 008 e 018/2018, além das Dispensas de Licitação n°s 022-A/2018 e 038/2019, bem como a Inexigibilidade de Licitação de Credenciamento n° 001/2019, todas visando a aquisição de medicamentos que compõem a assistência farmacêutica básica da municipalidade, cujos valores licitados alcançaram o montante de R$1.724.875,94.

O relatório aponta que as contratações realizadas por dispensa de licitação, no valor total de R$625.105,94, decorreram de situação de “emergência fabricada”. Para o conselheiro Fernando Vita, não se admite a contratação via dispensa de licitação nos casos em que o Poder Público não adota – mera má gestão municipal – as providências necessárias para realização de procedimentos licitatórios previsíveis.

Em relação às instalações do Centro de Abastecimento e Farmácia Básica e das Unidades Básicas de Saúde (UBS), os auditores do TCM apontaram a ausência de climatização na área de armazenagem de medicamentos assim como de refrigeradores necessários para armazenagem exclusiva de medicamentos termolábeis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

O relatório também indicou a existência de lavatório dentro do centro de armazenagem destinado para fins diversos, desde higiene pessoal a serviços gerais; desgaste e sinais de ferrugem em armários e prateleiras; espaço insuficiente para o armazenamento dos medicamentos; ausência de caixas para acondicionamento adequado dos medicamentos; ausência de equipamentos de combate a incêndio; e inexistência de programas de sanitização de ambientes, incluindo desratização e dedetização.

A equipe responsável pela inspeção apontou, ainda, a existência de irregularidades no processo e organização do armazenamento de medicamentos, diante da falta de segregação entre os medicamentos de controle especial e o de uso comum, bem como no serviço de dispensação, vez que é realizada por atendentes na Farmácia Básica, quando a prática é atribuição privativa dos profissionais farmacêuticos.

O Ministério Público de Contas, através da procuradora Aline do Rego Rio Branco, opinou pelo conhecimento e procedência parcial das conclusões da auditoria, sugerindo a aplicação de multa ao gestor. E, para as situações de dispensa de licitação sem comprovação da situação emergencial, sugeriu a formulação de representação ao Ministério Público Estadual. Cabe recurso da decisão.

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