quinta-feira, novembro 21, 2019

Dilma mantém batalha no STF por anulação do impeachment e resgate da “verdade aos olhos das gerações futuras”

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Dilma diz que houve “imoralidade explícita e hipocrisia”
Joelmir Tavares
Folha
Michel Temer virou presidente, Lula foi preso e solto, Jair Bolsonaro se elegeu, e, três anos e meio depois de sofrer impeachment, Dilma Rousseff mantém uma batalha para tentar anular o processo que a derrubou da Presidência da República.
A petista descreve como uma de suas últimas trincheiras um processo que move desde setembro de 2016 no Supremo Tribunal Federal (STF ) com esse objetivo. Nesta sexta-feira, dia 22, a Corte deve analisar um recurso dela para que o caso seja novamente examinado.
NOVO JULGAMENTO – Dilma, que é defendida no caso por seu ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, acumula derrotas no tribunal. Na fase atual, ela aguarda o julgamento de embargos de declaração com efeitos infringentes, um tipo de contestação em que pede explicações adicionais sobre decisão anterior e requer novo julgamento.
Para a petista, embora seja impossível que uma eventual invalidação do impeachment a leve de volta ao cargo, o reconhecimento de que o processo foi fraudulento ajudaria a “restabelecer a verdade” sobre o que ela vê como “golpe parlamentar justificado por uma retórica manca”. O julgamento do recurso está programado para ocorrer no plenário virtual, onde a tramitação é mais célere que no plenário físico.
PLEITOS – São dois os pleitos da ex-presidente no momento: 1) que a decisão monocrática (individual) proferida em dezembro de 2018 pelo ministro Alexandre de Moraes, refutando a nulidade da deposição, seja revista por colegiado do STF; e 2) que a análise seja feita em sessão presencial.
No dia 12 deste mês, os advogados dela reivindicaram a transferência do caso para o plenário físico, sob o argumento de que se trata de mandado de segurança impetrado por uma ex-presidente e que o tema é de notável relevância.
SUSTENTAÇÃO ORAL – Eles explicaram ainda que esse formato daria aos defensores a chance de fazer sustentação oral no tribunal. Moraes, que é o relator da ação, rejeitou o pedido. Afirmou que “o julgamento em ambiente virtual não prejudica a discussão sobre a matéria”.
O recurso que está em debate deu entrada na Corte em dezembro de 2018, dias depois que o relator negou a demanda original de Dilma. Ele afirmou na decisão que não caberia ao STF interferir no “mérito de decisões políticas proferidas no impeachment”. Moraes escreveu ainda desconhecer “qualquer comprovação de ilegalidade” no processo.
Nos embargos, os advogados afirmaram que desde a juventude Dilma “sempre teve como valor orientador da sua vida a perspectiva de que quem suporta um mal com valentia depois conquista um bem”.
“INJUSTIÇA” – “Com a mesma valentia que suportou as torturas que lhe foram impingidas pela ditadura militar, tem sabido suportar as dores da injustiça perpetrada por um golpe parlamentar, e por todas as traições e calúnias que ainda hoje são lançadas contra ela.” A petista, na defesa, disse que a anulação do impeachment resgataria “a verdade aos olhos das gerações futuras”.
Entre as teses invocadas por Dilma, estava a de que houve desvio de poder do então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB), na decisão de abrir o processo para retirá-la da Presidência. Seria um “vício insanável” do procedimento. Segundo ela, Cunha —preso desde 2016 em decorrência da Operação Lava Jato— agiu por vingança, depois que o PT se negou a fazer um acordo para barrar a cassação do mandato dele na Comissão de Ética da Câmara.
ILEGALIDADES – A ex-presidente afirmou ainda que a tramitação do impeachment foi “marcada por inconstitucionalidades e ilegalidades” e que não houve a comprovação de justa causa para configurar crime de responsabilidade dela. Houve, na visão da petista, “imoralidade explícita e hipocrisia”, sem “qualquer acusação de corrupção”, a não ser a “mera invocação da prática de atos de gestão orçamentária que todos os governos anteriores praticaram”, as famosas pedaladas.
Na petição ao STF, Dilma também atacou seu ex-vice, Michel Temer (MDB). Disse que “a deslealdade pessoal, política e institucional talvez venha a ser o único legado concreto do governo” dele, que ela chama de ilegítimo.
PRAZOS – A ex-presidente reclamou ainda que o STF descumpriu prazos processuais “sem nenhuma justificativa plausível”. A demora impediu, na sua ótica, que ela retornasse ao governo a tempo de concluir o mandato. “De fato, o mandato já acabou. Retomar agora é impossível”, diz Cardozo à Folha. “Estou buscando garantir o direito de apresentar a sustentação oral da defesa, o que é inviável no sistema eletrônico.”
Para o ex-ministro, o plenário virtual deveria ser usado para ações menos complexas, “não o caso de retirada do cargo de uma presidente, algo de ampla relevância para o direito constitucional brasileiro”. Procurada, a assessoria da ex-presidente não quis se manifestar sobre o julgamento.
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TESE DO GOLPE
A bandeira da anulação do impeachment chegou a mover círculos petistas entre 2016 e 2017. Grupos de apoiadores de Dilma e líderes do partido lançaram movimentos em prol da causa, mas a campanha arrefeceu. Nos últimos meses, alas do PT celebraram declarações de opositores que corroboraram a tese de que a ex-mandatária foi vítima de golpe.
Em outubro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que Temer operou o processo que retirou Dilma. O próprio Temer, em setembro, utilizou a palavra “golpe” para se referir à destituição da petista. Depois ele falou que empregou a expressão porque “as pessoas diziam que era”.
MANIPULAÇÃO – Também em setembro, o ex-senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), um dos defensores do afastamento, disse à Folha que houve uma “manipulação política do impeachment” pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e pelo ex-juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça.
Dilma, que deixou o Planalto em maio de 2016, teve o mandato cassado pelo Senado em agosto daquele ano, mas manteve os direitos políticos. Em 2018, ela disputou uma cadeira de senadora por Minas Gerais e acabou derrotada.
A manutenção do direito de exercer funções públicas também é alvo de ações no Supremo, sob relatoria de Rosa Weber. A ministra liberou o assunto para votação em dezembro de 2018, mas o julgamento não foi marcado.

Moraes vota contra o retrocesso de Toffoli, com base no moderno Direito Penal

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Voto de Moraes demoliu os argumentos falaciosos de Toffoli
Leandro Prazeres e André de SouzaO Globo
O julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), que avalia o compartilhamento de dados entre órgãos de controle como o antigo Coaf com o Ministério Público sem aval judicial, foi suspenso novamente e será retomado na quarta-feira da semana que vem. Na sessão desta quinta-feira, o ministro Alexandre de Moraes , o segundo a votar, foi favorável à possibilidade de que tanto a Receita Federal quanto a Unidade de Inteligência Financeira ( UIF ), o atual Coaf, possam compartilhar dados com MP sem necessidade de supervisão judicial.
Ele é o segundo ministro a votar. Na quarta-feira, o presidente do STF e relator do processo, ministro Dias Toffoli, já tinha se manifestado a favor de impor algumas restrições, principalmente à Receita, mas também, em menor medida, à UIF. Moraes, por outro lado, defende uma atuação com menos amarras.
POSTO DE GASOLINA – O caso concreto julgado na Corte é o recurso do MPF em São Paulo contra o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3). O tribunal anulou um processo sobre sonegação fiscal contra donos de um posto de combustível em São Paulo sob o argumento de que a Receita repassou dados fiscais ao Ministério Público sem autorização anterior da Justiça.
A sessão foi encerrada após o parecer do ministro Alexandre de Moraes. Em seu voto, o magistrado divergiu de Toffoli em relação aos dados que podem ser compartilhados pela Receita Federal com o Ministério Público. O presidente da Corte votou para limitar os documentos que poderiam ser repassados pela Receita ao MP para evitar a quebra do sigilo bancário. Dessa forma, Toffoli votou para que extratos bancários não pudessem ser transferidos da Receita para o MP.
VOTO CONTRA – Alexandre de Moraes, no entanto, discordou. Para ele, não haveria impedimentos legais para que a Receita compartilhasse a íntegra de dados coletados por ela no âmbito de processos administrativos.
“Dessa forma, presidente, nesse caso, peço vênia a vossa excelência, mas divirjo de Vossa Excelência, pois entendo que é possível o compartilhamento de todas as informações produzidas pela Receita Federal que ensejaram o lançamento definitivo do tributo porque somente a partir desse momento a materialidade do delito ficou constatada” — afirmou o ministro.
Alexandre de Moraes disse ainda que os documentos produzidos pela Receita Federal em processos administrativos fiscais devem ser considerados como prova lícita. “Entendo, presidente, que, por serem provas lícitas produzidas pela Receita e absolutamente necessárias, a Receita pode enviar tudo, todos os dados, todas as provas, todas as informações necessárias” — disse o ministro.
SEM ORDEM JUDICIAL – Moraes concluiu seu voto sugerindo uma tese — que é o resumo da decisão — menos detalhada que a de Toffoli e, em linhas gerais, liberando o compartilhamento de informações sem necessidade de autorização judicial.
“É constitucional o compartilhamento tanto pela Unidade de Inteligência Financeira dos relatórios de inteligência financeira quanto pela Receita Federal do Brasil da íntegra do procedimento fiscalizatório que define o lançamento do tributo com órgãos de persecução penal para fins criminais, que deverão manter o sigilo das informações” — disse Moraes.
PEÇAS DE INFORMAÇÃO – Antes ele disse que relatórios do Coaf equivalem a peças de informação que chegam ao Ministério Público. A partir disso, o MP deve decidir o que fazer.
“Se o MP entende que há necessidade de complementação, ou ele instaura um PIC (procedimento investigativo criminal) ou requisita um inquérito policial. Agora, mesmo que queira arquivar, chegou lá: “isso é besteria”, deve arquivar nos termos de processo penal” — disse Moraes.
O caso julgado pelo STF tem impacto direto sobre as investigações conduzidas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro contra o senador Flávio Bolsonaro (sem partido/RJ), suspeito de ter participação na prática conhecida como ” rachadinha “, quando servidores de um gabinete devolvem parte dos seus salários ao parlamentar. Flávio nega participação na prática. Em julho, a pedido da defesa de Flávio, Toffoli concedeu uma liminar suspendendo todas as investigações e processos em trâmite que tivessem utilizado dados repassados pelo Coaf ou Receita Federal sem prévia autorização judicial.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Excelente voto de Moraes, que se baseou no Direito moderno e nas práticas internacionais. O ministro Toffoli, em seu deslumbramento, pensou (?) que podia tudo. Em breve, vai descobrir que não tem poder algum. Está tentando blindar a si mesmo e ao amigo Gilmar Mendes, junto com suas esposas, todos apanhados na malha fina da Receita, mas não conseguirá. Ainda há juízes em Berlim, diz o ditado alemão, que transplantamos para Brasília. (C.N.)

Deputado Hélio Negão diz que Coronel não exagerou ao quebrar placa e nega racismo na polícia

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Deu no O Globo
Os deputados federais Hélio Negão (PSL-RJ) e Áurea Carolina (PSOL-MG) têm opiniões diferentes sobre a quebra de um quadro que estava exposto na Câmara sobre o Dia da Consciência Negra. Nesta semana, o deputado Coronel Tadeu (PSL-SP) retirou e quebrou uma tela do cartunista Latuff, uma ilustração de um homem negro, algemado, assassinado por um policial com uma arma na mão.
Opinião: Hélio Negão (PSL-RJ)
O que o senhor achou do fato de o deputado Coronel Tadeu ter quebrado a placa com a charge?
Não vi o Coronel Tadeu quebrar a placa, mas a charge não foi correta. Eu sou negro. Pegar o negro e botar como se estivesse com as vestes da bandeira do Brasil e algemado. Por que um negro algemado? Me fala uma pessoa que foi executada em confronto, um negro com uma bandeira do Brasil enrolada no corpo e algemado? E ali, há uma instituição de respeito, que é a polícia militar. É como se a polícia militar estivesse fazendo mal para o Brasil.
Se você está com armamento, está indo para o confronto, você vai atirar na polícia? A polícia está no exercício regular do direito, então quer dizer. Por que morre mais negro do que branco? Não morre mais negro do que branco, porque 44% (da população) é pardo. Quando eu quero beneficiar para dar número, todo mundo é negro.
O Coronel Tadeu não exagerou?
Não. Eu tenho minha visão, acho que o exagero foi colocar.
Existe racismo na atuação da polícia?
Não. Nem dentro nem na atuação. Eu sou militar. As Forças Armadas e as forças auxiliares de segurança são as mais democráticas que têm, porque você faz uma prova e ninguém olha sua cara, olha sua nota. Pela nota, pega o mérito e você vai ascender na carreira. Eu sou negro, não tem ninguém melhor do que eu para falar da minha situação. Eu não vejo isso.
E no Congresso, o senhor já presenciou?
Não. Nunca. Eu respeito, sou respeitado.
E o que aconteceu com a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ), que foi barrada (de entrar no plenário pelos seguranças)?
Não. Quem viu isso? Eles sempre me trataram super bem. Nunca vi pessoas aqui serem desrespeitadas pela sua cor. A Talíria é negra? Quem diz que ela é negra? Ela se autodeclara negra. Ó a cor do dente, a sola do pé preto. Eu sou negro, a Talíria é parda.
Mas e na sociedade, existe racismo?
Acho que o preconceito no Brasil tem todos os viés. Racismo existe. Um caso de racismo tem que ser punido severamente. Não defendo racismo. Eu sou contra o racismo, mas o racismo é um preconceito. Existe preconceito contra gordo. Eu tenho preconceito com repórter, é reporterfobia?
O que o senhor acha do Dia da Consciência Negra?
Eu tenho que me conscientizar de quais foram os negros importantes da história do Brasil. Joaquim Nabuco, André Rebouças, Nilo Peçanha, Machado de Assis. A terra do movimento negro é no Rio de Janeiro, pelas faculdades, pela história, a miscigenação. Eu fui o negro mais votado da história do Rio de Janeiro, mas eles não queriam, porque não representa. Então qual a narrativa do movimento negro? É política ou é vitimismo? Dizem ‘Hélio não, porque ele é contra cotas’. Deveria ter o dia da consciência negra, da consciência branca, da consciência humana. Deve ser respeitado o negro, o gay, a pessoa que é gorda. Tinha que ser o dia da consciência humana.
Opinião: Áurea Carolina (PSOL-MG)
O que representa o fato de o deputado Coronel Tadeu ter quebrado a placa com a charge?
Representa uma intensificação da violência no Brasil. Quando obras de arte, símbolos políticos democráticos, quando dados empíricos da realidade são considerados motivo de repulsa, de atitudes violentas, é sinal de que a democracia vai muito mal. E o que me preocupa é a naturalização com que essas coisas têm ocorrido, se agravado cada vez mais.
Como os demais deputados se posicionaram?
Houve uma relativização da atitude do deputado que quebrou o painel da exposição, várias pessoas vieram argumentar que aquela charge não deveria estar lá, que não representa toda a polícia militar. Isso pode ser debatido efetivamente, mas não cabe um ato arbitrário de censura, e na verdade aquela charge retrata uma realidade que está mais do que demonstrada, agrade ou não. O que representa é um momento sombrio da realidade brasileira, e o racismo estrutural está na gênese dessa situação, de como nós chegamos a esse ponto. É gravíssimo. O fato de que muitos não perceberam aí uma atitude racista nos preocupa, mostra que é um debate que está longe de ser feito como deveria.
A senhora já passou por situações de racismo na Câmara dos Deputados, ou já presenciou outras pessoas passarem por isso?
São várias situações, comentários, piadinhas. Ser barrada em alguns locais. Hoje mesmo, soubemos que pessoas negras foram impedidas sem qualquer justificativa de entrarem na Câmara dos Deputados, sendo que estavam completamente aptas e identificadas. Então acontecem coisas muito estranhas aqui, e o fenótipo, a cor da pele, a aparência contam muito.
São códigos ocultos, que as pessoas não têm coragem de dizer e muitas vezes não veem isso conscientemente, mas são códigos eficazes. A leitura que se faz de uma mulher negra como eu é totalmente distinta da que se faz de um homem branco que tem a aparência de um deputado padrão. Eu não tenho essa aparência. Fora o cotidiano, as ofensas mais diretas que nós ouvimos constantemente no plenário, nas comissões. E outras coisas mais sutis, de tentar desqualificar nossa inteligência, nossa capacidade ou ironizar nossa atuação a partir da nossa raça.
A quebra da placa monopolizou o debate no Congresso no Dia da Consciência Negra? A senhora vê isso como algo negativo?
O que esse episódio trouxe foi a constatação de que existe um genocídio da população negra em curso no Brasil. Então o autor dessa violência não foi só o deputado que quebrou a placa. Os que legitimam essa violência são cúmplices, eles vão corroborando, querem negar o genocídio, e veio à tona um debate sobre a existência de um genocídio. Há muitas evidências históricas que comprovam isso (que a maioria dos mortos em operações policiais são negros).
É como desvelar o mito da democracia racial, que ainda é muito presente. As pessoas acham normal e a gente ouve direto “ah, tenho um amigo negro”, para dizer que não é racista. Então a gente está num nível muito primário sobre o debate racial no Brasil, as pessoas não têm um letramento básico sobre questões raciais.

Qual a solução para salvar a AABB e para que a cidade não perca mais um espaço de LAZER?



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Jeremoabo terra de políticos fracos, inoperantes e desprovidos de prestígio Author : José D.M.Montalvao Published: quinta-feira, novembro 21, 2019 . Há anos venho anunciando  a morte trágica do que antes já foi o melhor Clube Social de Jeremoabo. Esses estragos que os senhores estão assistin...







Nota da redação deste Blog 


CONJUR.COM.BR
O país tem assistido a múltiplas demandas de aumento da qualidade na prestação de serviços públicos, notadamente da educação e da saúde, ampliação da acessibilidade ao gozo de direitos sociais básicos, assim como dos benefícios de assistência social. Tudo isso equivale a aumento...


Quando o povo não sabe escolher seus representantes paga um preço muito alto, e para confirmar o que estou dizendo temos por exemplo Jeremoabo, onde não tem saúde, não tem emprego, não tem educação, e o povo é desrespeitado, imperando apenas a improbidade;  a coisa pública sendo tratada como verdadeira  " Casa de Mãe Joana", que me desculpe Mãe Joana, se estou te ofendendo fazendo tal comparativo.
Para entender essa introdução cito o atual prefeito de Colatina no E. Santo, onde aquele gestor afirma que o prefeito só pratica improbidades se os vereadores permitirem ou compartilharem.
O prefeito não tem obrigação de saber tudo, porém é responsável pelo que acontecer em sua administração, ou seja,  o certo e o errado.
Para isso tem obrigação, tem o dever de escolher assessores honestos e competentes.
Caso o atual prefeito de Jeremoabo tivesse mais empenho com a coisa pública, não gerisse a prefeitura como uma " bodega de quinta categoria", já teria dado bilhete azul ao seu Procurador por incompetência, e por praticar atitudes não republicanas,  como receber seus vencimentos sem trabalha, isso é crime.
Caso na Prefeitura Municipal de Jeremoabo tivesse um Procurador que entendesse de Legislação Tributária, ou tivesse a hombridade e a modesta de declinar que pouco  sabe, a AABB, não estaria no estado de Calamidade, penúria e afronta a sociedade, como realmente está.
Antes de entrar no assunto Propriamente dito, aconselho ao prefeito para sugerir ao seu Procurador de Estimação, que leia e escute o Áudio da matéria acima, para que o mesmo entenda do que estou falando e como resolver. 
Dito isso informo aos leitores que o motivo da AABB encontrar-se destruída, é incompetência, desconhecimento do que seja gerir a coisa pública, e desconhecimento da Lei, muito embora o prefeito estoure indevidamente o dinheiro do povo para pagar aos " doutores da Lei".
Sugiro aos senhores que prestem atenção o que passarei a escrever para que os senhores entendam como é possível e fácil salvar de morte o que ainda resta da AABB:
COMO PODERIAM CONSEGUIR ISSO COM COM O BANCO DO BRASIL? 🤔

👉🏻AABB tem uma dívida tributária alta com o município!
👉🏻Poderia ser realizado um procedimento tributário, chamado de TRANSAÇÃO TRIBUTÁRIA, onde a dívida pecuniária é paga com a cessão/concessão de uso do espaço, que pelo valor, poderia chegar de 10 à 30 anos!
 Sem falar na contrapartida dos gastos para reformar que pode entrar na conta do prazo concedido! "

Está aí o MAPA DA MINA, basta o Prefeito determinar que o Seu Procurador Municipal de estimação, mais conhecido como da República de Paulo Afonso, cumpra o  que determina o Art, 171 do CTN, todo detalhado na matéria acima.

Quem não sabe escolher o custo a ser ressarcido é alto


CONJUR.COM.BR
O país tem assistido a múltiplas demandas de aumento da qualidade na prestação de serviços públicos, notadamente da educação e da saúde, ampliação da acessibilidade ao gozo de direitos sociais básicos, assim como dos benefícios de assistência social. Tudo isso equivale a aumento...


Quando o povo não sabe escolher seus representantes paga um preço muito alto, e para confirmar o que estou dizendo temos por exemplo Jeremoabo, onde não tem saúde, não tem emprego, não tem educação, e o povo é desrespeitado, imperando apenas a improbidade;  a coisa pública sendo tratada como verdadeira  " Casa de Mãe Joana", que me desculpe Mãe Joana, se estou te ofendendo fazendo tal comparativo.
Para entender essa introdução cito o atual prefeito de Colatina no E. Santo, onde aquele gestor afirma que o prefeito só pratica improbidades se os vereadores permitirem ou compartilharem.
O prefeito não tem obrigação de saber tudo, porém é responsável pelo que acontecer em sua administração, ou seja,  o certo e o errado.
Para isso tem obrigação, tem o dever de escolher assessores honestos e competentes.
Caso o atual prefeito de Jeremoabo tivesse mais empenho com a coisa pública, não gerisse a prefeitura como uma " bodega de quinta categoria", já teria dado bilhete azul ao seu Procurador por incompetência, e por praticar atitudes não republicanas,  como receber seus vencimentos sem trabalha, isso é crime.
Caso na Prefeitura Municipal de Jeremoabo tivesse um Procurador que entendesse de Legislação Tributária, ou tivesse a hombridade e a modesta de declinar que pouco  sabe, a AABB, não estaria no estado de Calamidade, penúria e afronta a sociedade, como realmente está.
Antes de entrar no assunto Propriamente dito, aconselho ao prefeito para sugerir ao seu Procurador de Estimação, que leia e escute o Áudio da matéria acima, para que o mesmo entenda do que estou falando e como resolver. 
Dito isso informo aos leitores que o motivo da AABB encontrar-se destruída, é incompetência, desconhecimento do que seja gerir a coisa pública, e desconhecimento da Lei, muito embora o prefeito estoure indevidamente o dinheiro do povo para pagar aos " doutores da Lei".
Sugiro aos senhores que prestem atenção o que passarei a escrever para que os senhores entendam como é possível e fácil salvar de morte o que ainda resta da AABB:
COMO PODERIAM CONSEGUIR ISSO COM COM O BANCO DO BRASIL? 🤔
👉🏻A AABB tem uma dívida tributária alta com o município!
👉🏻Poderia ser realizado um procedimento tributário, chamado de TRANSAÇÃO TRIBUTÁRIA, onde a dívida pecuniária é paga com a cessão/concessão de uso do espaço, que pelo valor, poderia chegar de 10 à 30 anos!
 Sem falar na contrapartida dos gastos para reformar que pode entrar na conta do prazo concedido! "

Está aí o MAPA DA MINA, basta o Prefeito determinar que o Seu Procurador Municipal de estimação, mais conhecido como da República de Paulo Afonso, cumpra o  que determina o Art, 171 do CTN, todo detalhado na matéria acima.




Jeremoabo terra de políticos fracos, inoperantes e desprovidos de prestígio


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Há anos venho anunciando  a morte trágica do que antes já foi o melhor Clube Social de Jeremoabo.
Esses estragos que os senhores estão assistindo, trata-se da triste  situação da AABB Associação Atlética Banco do Brasil de Jeremoabo-BA.
Diga-se de passagem, terreno concedido pelo Ex-prefeito Vicente de Paula Costa à Fundação do Banco do Brasil, para que ali fosse criado o espaço social. Tudo danificado, roubado restando apenas as ruínas. Triste Jeremoabo, do já teve, do já foi e do já era. É de cortar o coração.

O choro é grande, herdar as migalhas que ainda restam município poderia rever a possibilidade de retomar o espaço reaproveitá-lo.
Pois conforme citei no início ai já doi a melhor area de lazer da nos querida e humilhada terra do " já teve, já tinha e já era", isso mesmo era o melhor Clube Social de Jeremoabo situado ao lado da também maior barragem, tinha, piscina, salão de festa, restaurante, e campo de futebol, hoje só resta lamentações.
Não tem para onde correr, ainda arcamos e carregamos nos ombros a " maldição dos capuchinhos", Jeremoabo só crescerá como rabo de cavalho, estamos simplesmente diante de fatos.

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