quinta-feira, novembro 21, 2019

Partido de Bolsonaro se reúne ao som de Chico Buarque

Após o final da fala do presidente Jair Bolsonaro na convenção de seu novo partido, músicas instrumentais começaram a ser tocadas. Uma das canções foi a melodia de Apesar de Você, de Chico Buarque.

É a formalização do discurso de ódio que assistimos desde a campanha'

CBN
48 min
Maria Cristina Fernandes comenta o texto do manifesto do futuro partido do presidente Jair Bolsonaro. #NoArNaCBN #opinião
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Maria Cristina Fernandes comenta o texto do manifesto do futuro partido do presidente Jair Bolsonaro. 'É bastante polêmico. Anuncia como uma das metas livrar o país 'de larápios, espertos, demagogos e traidores que enganam os pobres e ignorantes que eles mesmos mantêm para se fartar'.

Collor diz que Bolsonaro errou ao sair do PSL e que criação do Aliança pelo Brasil não apresenta avanço político

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Collor disse que uma das falhas do governo seria o núcleo familiar
Gabriel Pinheiro
Correio Braziliense
Em entrevista concedida ao programa CB.Poder, uma parceria do Correio com a TV Brasília, na tarde desta quarta-feira, dia 20, o ex-presidente da República e senador, Fernando Collor de Mello (Pros-AL), afirmou que a criação de um partido sob a alçada do presidente Jair Bolsonaro não apresenta avanço político nenhum.
“Foi uma medida muito pessoal por parte do presidente. Deixar de mão um partido com 52 parlamentares, que seriam o núcleo da construção do bloco de sustentação do governo e entrar nessa seara de criação de um partido, é uma coisa que eu acho que não seria muito apropriada”, afirma Collor.
DECISÃO ERRADA– Para ele, faltou um melhor aconselhamento por parte de pessoas próximas a Bolsonaro, para que pudessem convencê-lo de que a decisão “seria um erro”.Segundo o senador, o presidente precisa ter, não só o apoio eventual em determinadas pautas no Congresso, mas também precisa ter a solidariedade dos parlamentares.
“Eu não consigo perceber ainda ele conseguindo se articular com o Congresso. Mas eu realmente espero que um dia ele consiga”, destacou.
FILHOS – Durante a entrevista, o ex-presidente expressou que acredita que uma das falhas do atual governo seria o núcleo familiar de Bolsonaro. “Quando o filho dele falou em fechar o Supremo Tribunal Federal e no retorno de um AI-5, era esperado uma reação severa e uma reafirmação do compromisso do presidente de seguir rigorosamente a Constituição.”
Sobre as novas reformas, Fernando Collor prevê dificuldade de tramitação no Congresso das propostas. “Essa reforma da questão federativa e dos municípios e esse projeto fiscal de redução de salário de servidores em 25% não têm como passar.”
SIMPATIA GOVERNAMENTAL – O senador acredita que a reforma tributária é uma questão extremamente delicada e que só tem condições de andar se vier por uma proposta com a simpatia do governo. “Reforma tributária supõe uma repartição de recursos. Quem detém a maior parcela dos recursos arrecadados na União no país inteiro é o governo federal, eles são os menos interessados em uma reforma como essa.”
O ex-presidente não acredita que a reforma trabalhista surtirá efeito, pois, na visão dele, são medidas que são levadas adiante “sem o sentimento da população” e do que o povo precisa. “São números muito frios e cálculos muito frios, que não alcançam o povo de um modo geral e, portanto, não vão dar resultado. Não vai acabar com desemprego e também não vai fazer com que nós retomemos o nosso crescimento”, contesta.
SEGUNDA INSTÂNCIA – Sobre a decisão do STF que derrubou a prisão após condenação em segunda instância, fator que permitiu a libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Collor afirma que é uma garantia individual do cidadão somente ser condenado depois de ser levado à avaliação de todas as instâncias jurídicas dentro do Poder Judiciário. “Não acho que seria o momento oportuno de o Congresso retificar uma decisão da mais alta Corte de Justiça do país.”
Relembrando os dias de presidente, Collor diz que, na visão dele, sua eleição foi “um capítulo da manutenção da ordem democrática”. “Eu abri a janela do Brasil para deixar o sol entrar, mostrando o que nós queríamos compartilhar com o os países que compõem o nosso planeta. Compartilharmos as nossas experiências e nos  mostrarmos como parceiros confiáveis, dentro do processo de globalização que já estava em início, isso era fundamental”, diz o senador.
ESCORREGÕES – Sobre os erros do passado, o ex-presidente comenta que o exercício de um mandato presidencial é solitário e, por isso, o número de erros que se comete é muito maior do que fora do cargo. Sobre os erros do atual governo, ele diz que “de vez em quando e de lá para cá, nos preocupa alguns escorregões que são dados, seja por integrantes da classe política, seja por dirigentes do nosso país ou seja por pessoas ligadas aos dirigentes do país”, conclui.
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ÍNTEGRA DA ENTREVISTA:
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Como já foi dito nesta TI, Bolsonaro logo no primeiro ano de mandato perdeu a oportunidade de fortalecer a legenda, articulando de forma correta, evitando que seus filhos metessem os pés pelas mãos, batendo de frente com tudo e com todos, inclusive com as lideranças do PSL. Entre a diplomacia e os “presidentes coadjuvantes”, Bolsonaro preferiu passar a mão na cabeça dos três, embriagou-se pelo poder, como diz o amigo Carlos Newton, e agora vai ter que dançar miudinho para superar os obstáculos na empreitada. Não foi sensato, estrategista ou teve uma boa assessoria, como cita Collor nesta entrevista. Discordâncias a parte, neste ponto, ele pontuou em cheio. (Marcelo Copelli)

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A Justiça entendeu que o ex-governador de Minas Gerais omitiu receitas e despesas na prestação de contas de sua campanha ao governo do estado em 2014 e estipulou pena de dez anos e seis meses. #CBN #NoArNaCBN #MG https://glo.bo/2qBvDqS

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Justiça demorou, mas não falhou em Pilão Arcado Publicado em 20/11/2019

Da Redação
Até que em fim a justiça foi feita no município de Pilão Arcado quando na noite de ontem (19) quando o Superior Tribunal Eleitoral (TSE) decidiu afastar dos cargos o prefeito Afonso Mangueira (PSD) e o Vice, Daltro Melo (MDB) por acusação da prática de abuso de poder político e econômico na campanha de 2016. Na época, a reportagem do AP destacou fatos lamentáveis que aconteceram durante a eleição com apreensão de objetos que estavam sendo distribuídos durante a eleição e que ficaram expostos dentro do próprio fórum, e que mesmo assim, os acusados foram inocentados. Mas o que pesou mesmo foi a denúncia de que o antecessor de Afonso, João Ubiratan, teria contratado 500 servidores temporários às vésperas das eleições para ajudar o então candidato à sucessão.
No decorrer dos três anos de mandatos, denuncias graves foram expostas com ações da Polícia Federal, Tribunal de Contas da União (CGU) e Ministério Público Federal, mas mesmo assim o gestor e seu grupo continuaram à frente da prefeitura.
Uma dupla inseparável
O grupo político ligado ao prefeito cassado, Afonso Mangueira, comandado pelo ex-prefeito João Porfírio, o popular Joãozinho (PP), não escapou ainda do processo relacionado à denuncia sobre os ‘Laranjas do sertão’, considerado o maior escândalo já envolvendo uma prefeitura de pequeno porte no país quando causou um rombo em mais de R$ 20 milhões aos cofres municipais. O fato foi denunciado pelo Ministério Público Federal e destacado pela reportagem da TV Record.  Devido aos inúmeros escândalos, a pobreza e os descasos se alastram pelo município, onde as comunidades rurais são as mais prejudicadas. Pilão Arcado é o município do Vale do São Francisco que mais tem se destacado nas páginas policiais.
A decisão do TSE de ontem, caiu no mesmo dia em que houve a Operação Faroeste quando o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargador Gesivaldo Britto, mais três desembargadores e dois juízes foram afastados das suas funções por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O objetivo da Polícia Federal foi para desarticular um possível esquema criminoso voltado a venda de decisões judiciais por juízes e desembargadores do TJ-BA, além de corrupção ativa e passiva, lavagem de ativos, evasão de divisas, organização criminosa e tráfico de influência.

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