sábado, setembro 21, 2019

NOVA BOMBA ‘GLENN’: Aloysio Nunes (do impeachment de Dilma) foi o verdadeiro bandido da história que

Vaza Jato: a cena deprimente do pedido de propina

No vazamento de conversas da Lava Jato deste sábado, leia sobre a cena deprimente de Aloysio Nunes pedindo propina de 5% para campanhas do PSDB.

Deltan e Moro perdem de vez a moral no ‘Intercept’ que bomba pela 2ª vez neste sábado (21): procurador e ex-juiz articularam nota da ANPR para justificar áudio ilegal de Dilma e Lula Com o título de Uma mão lava a outra (a jato), o The Intercept Brasil volta a bombar pela segunda vez consecutiva em uma mesma data (sábado 21) revelando que Dallagnol ajudou o então presidente da …

O Et Urbs Magna recebeu via e-mail uma mensagem da mídia de Glenn Greenwald revelando os diálogos do procurador com José Robalinho Cavalcanti (presidente da ANPR em março de 2016) tratando da redação de uma nota da associação para defender Moro, que tornou públicos áudios de conversas entre a presidente Dilma Rousseff e seu antecessor Lula
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Com o título de Uma mão lava a outra (a jato), o The Intercept Brasil volta a bombar pela segunda vez consecutiva em uma mesma data (sábado 21) revelando que Dallagnol ajudou o então presidente da …

Na encruzilhada com a situação de Bezerra Coelho, Bolsonaro empurra decisão para após o retorno dos EUA


Operação da PF deixou Bolsonaro em uma sinuca de bico
Ricardo Della Coletta
Folha
O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou nesta sexta-feira, dia 20, que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) vai esperar seu retorno de Nova York para avaliar a situação do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), alvo de uma operação da Polícia Federal realizada na quinta-feira, dia 19.
“O presidente neste momento não comentará os fatos relativos a esta operação. Ele tem o foco direcionado exclusivamente na ida a Nova York, onde vai, como eu já disse anteriormente, fortalecer a posição do Brasil perante a Assembleia Geral das Nações Unidas”, declarou Rêgo Barros.
FOCO – “O presidente hoje tem foco. O foco é Nova York, que é importante para o nosso país, para o nosso Estado e para a sociedade. Essa [a situação de Bezerra Coelho] é uma questão que ele vai abordar, se assim o desejar, no retorno desta viagem”, concluiu o porta-voz.
As buscas e apreensões em endereços ligados a Bezerra e ao deputado Fernando Filho (DEM-PE), filho dele, em Brasília e Pernambuco, foram autorizadas pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal). A decisão é de 9 de setembro e atende a um pedido da PF. A então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se manifestou contrária à ação contra o senador.
A PF sustenta que o líder do governo no Senado recebeu R$ 5,5 milhões em propinas de empreiteiras encarregadas das obras de transposição do rio São Francisco e de outros contratos do Executivo federal. O senador nega ter cometido irregularidades e colocou a liderança do governo no Senado à disposição do presidente da República —Bolsonaro, no entanto, não se manifestou até o momento.
VIAGEM LIBERADA –  Rêgo Barros falou com a imprensa após Bolsonaro se submeter a uma bateria de exames em um hospital em Brasília para definir seu estado de saúde antes da viagem aos Estados Unidos, onde o presidente discursa na terça-feira, dia 24, na Assembleia Geral da ONU.
Os exames foram acompanhados pelo médico Antonio Macedo, que liderou a equipe que operou o presidente no último dia 8 de setembro em São Paulo para corrigir uma hérnia. A cirurgia foi a quarta realizada pelo mandatário em razão do esfaqueamento que ele sofreu ainda na campanha eleitoral.
Após a bateria de exames, Rêgo Barros reafirmou que Bolsonaro realizará a agenda internacional na ONU — o governo chegou a anunciar que a viagem dependia da avaliação clínica, mas nos últimos dois dias o Planalto já vinha confirmando que Bolsonaro estará na Assembleia Geral.
AVALIAÇÕES – “Nosso presidente está pronto para o combate com viagem assegurada a Nova York no próximo dia 23”, disse Rêgo Barros. Segundo o médico Macedo, Bolsonaro realizou avaliações clínicas diversas e dois exames de raio-x, um do tórax e outro do abdômen. “O raio-x do abdômen revelou desaparecimento da distensão gasosa que ele teve no período pós-operatório”, disse Macedo.
O médico afirmou ainda que as alças intestinais do presidente estão funcionando normalmente, que evoluiu para uma dieta leve, mas que ele deverá tomar alguns cuidados na viagem internacional. “O risco é sempre um risco vascular, um risco de veias”, disse Macedo.
Bolsonaro está usando meias elásticas para minimizar essa situação, de acordo com o médico, está tomando injeções e foi orientado a não permanecer muito tempo sentado. O presidente também foi orientado a caminhar um pouco durante o voo e a ficar a maior parte do tempo deitado na cama do avião presidencial.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A Operação da PF que teve Fernando Bezerra como alvo foi mais um capítulo na conturbada relação entre Bolsonaro e o ministro Moro. O presidente, conforme já dito nesta Tribuna, ficou em uma sinuca de bico. Por outro lado, tem gente que aponta que a ação acabou fortalecendo o ministro e Valeixo, pois após a operação, Bolsonaro irá refletir por muitas horas durante a sua viagem aos EUA sobre futuras interferências na PF, sobretudo no comando do órgão. Ao menos, a curto prazo. Além disso, com Bezerra suspeito por corrupção, iria Bolsonaro comprar a briga e se expor?  Para entornar o caldo, o senador deixou o cargo à disposição. Em tradução simultânea, largou a bomba no colo do presidente. Se Bolsonaro o dispensa, enaltece Moro. Se o mantém, fica mal na foto. Pedirá a ajuda dos universitários ? (Marcelo Copelli)

Flávio Bolsonaro recorre mais uma vez ao Supremo e o relator será Gilmar Mendes


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Charge do Nani (nainihumor.com)
Juliana Dal PivaO Globo
O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) recorreu mais uma vez ao Supremo Tribunal Federal para tentar suspender atos da investigação sobre peculato e lavagem de dinheiro. O procedimento está no Ministério Público do Rio desde o ano passado e apura suspeita da prática ilegal de rachadinha, como é conhecida a devolução de parte dos salários dos funcionários do seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio. A reclamação foi sorteada para o ministro Gilmar Mendes.
Frederick Wassef, advogado do senador, entrou com essa reclamação no STF alegando que um habeas corpus que a defesa propôs continuou tramitando no Tribunal de Justiça do Rio após a decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, em julho. Na ocasião, o ministro suspendeu todos os inquéritos abertos a partir de informações compartilhadas por relatórios do antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
MOVIMENTAÇÃO ATÍPICA – A investigação sobre o senador começou em julho do ano passado e foi baseada em um relatório que encontrou movimentações financeiras atípicas de R$ 1,2 milhão na conta de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio.
Na reclamação feita ao STF, no dia 3 de setembro, a defesa de Flávio reclama da tramitação de um habeas corpus do caso na 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ). A defesa pediu a suspensão dos procedimentos em função da decisão do ministro Toffoli, mas o desembargador Antônio Amado disse que a decisão do ministro não se aplica à tramitação do habeas corpus.
Wassef pede ao STF que suspenda todos os atos do caso até o julgamento do mérito sobre a ação que discute o compartilhamento de dados do Coaf com o MP.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Flávio Bolsonaro é um homem de sorte. Usando o nome do pai, sem jamais ter feito nada, tornou-se um campeão de votos e nunca perdeu uma eleição. E cada vez tem mais sorte. O rumoroso inquérito aberto contra ele foi imobilizado pelo presidente do Supremo, Dias Toffoli, que colocou uma pedra em cima. Agora, seu advogado apresenta uma reclamação ao tribuna e o relator escolhido chama-se Gilmar Mendes. Realmente, é muita sorte. (C.N.)

Ex-senador Aloysio Nunes é apontado como coordenador de esquema de propinas em campanhas tucanas


Aloysio nega crimes e diz que delações são mentirosas
José Marques
Felipe Bächtold
Paula Bianchi
Folha / The Intercept Brasil
Ao negociar acordo de delação com a Lava Jato, a cúpula da empreiteira OAS descreveu o ex-senador e ex-chanceler Aloysio Nunes Ferreira em papel central na coordenação de pagamentos de propinas para campanhas do PSDB, entre elas a do senador José Serra à Presidência da República, em 2010.
Aloysio é citado em quatro capítulos como solicitante de repasses em troca de liberação de dinheiro de obras da Prefeitura paulistana e do Governo de São Paulo para a empreiteira. Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, menciona Aloysio sempre como a pessoa que solicita propina, seja para ele ou para Serra, nas campanhas de 2006 e 2010.
ACORDO  HOMOLOGADO– Em 2006, Serra venceu a disputa ao Governo de São Paulo. Em 2010, disputou e perdeu a Presidência, e Aloysio se elegeu ao Senado.O empreiteiro da OAS saiu da cadeia na última terça-feira, dia 17, após ter seu acordo de colaboração homologado no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele estava preso em regime fechado desde 2016.
Entre as obras ligadas ao PSDB de São Paulo que o empresário cita como alvo de suposto desvio estão a ponte estaiada Octavio Frias de Oliveira, o túnel da Radial Leste, a rodovia Carvalho Pinto e a Linha 4-Amarela do Metrô. A delação aponta que parte do dinheiro era entregue em espécie a indicados pelo ex-senador, que chefiou pastas das gestões Serra tanto na Prefeitura (Secretaria de Governo) quanto na administração estadual (Casa Civil).
Os relatos da OAS que implicam Aloysio começam em 2005, logo após Serra ser empossado prefeito de São Paulo. Léo Pinheiro diz ter se reunido com Serra e Aloysio para discutir as obras que a empresa havia iniciado na gestão Marta Suplicy (na época do PT e que depois migrou para o MDB, do qual saiu em 2018), como a construção da ponte estaiada e o túnel da Radial Leste. Após a decisão de continuar a obra, conta o empresário, Aloysio o chamou em uma sala reservada para conversarem na varanda.
PROPINAS – “[Na ocasião] solicitou-me uma adequação do programa da obra para que as alças da ponte estaiada e do túnel da Radial Leste fossem inauguradas quando José Serra renunciaria à Prefeitura. Solicitou-me ainda o pagamento de vantagens indevidas no valor de 5%”, afirmou.
Ele diz que, em 2006, quando Serra deixou a Prefeitura e o vice Gilberto Kassab (hoje PSD) assumiu, representantes da OAS foram procurados pelo novo prefeito para informar que seriam mantidos os compromissos de vantagens indevidas acertados por Aloysio —que continuou na Secretaria Municipal de Governo. Ao longo da gestão Kassab, disse o empresário, houve pagamentos de propina combinados com a OAS nas obras da avenida Jornalista Roberto Marinho e em contratos da Secretaria Municipal da Habitação.
VAZAMENTO – Uma proposta de delação com depoimentos de Léo Pinheiro foi compartilhada por procuradores da Lava Jato no aplicativo Telegram e está no material que foi enviado por fonte anônima para o The Intercept Brasil. Os arquivos foram analisados pela Folha e pelo site. A proposta de Léo Pinheiro enviada pelos procuradores é de junho de 2017, mas a Folha apurou que os relatos continuam na versão final, homologada agora pelo ministro Edson Fachin (STF).
Em um trecho desses relatos, Léo Pinheiro diz que, em 2007, já na gestão Serra no Governo de São Paulo, Aloysio se reuniu com representantes de cinco grandes empreiteiras na casa de um suspeito de operar para o PSDB e solicitou propina de R$ 5 milhões.
Em troca, as empresas esperavam a liberação de R$ 180 milhões relativos à construção da Linha 4-Amarela do Metrô. O episódio já foi relatado pela Folha. Nele, Léo Pinheiro diz que autorizou o pagamento da parte da OAS, R$ 1 milhão, em espécie, para o então deputado Rodrigo Garcia (DEM), hoje vice de João Doria (PSDB) no governo.
RODOVIA – As outras duas menções a Aloysio são a respeito das eleições de 2010, quando Serra concorreu ao Planalto e ele, ao Senado por São Paulo. Ambas fazem referência às obras da rodovia Carvalho Pinto. O empresário afirma que, em reunião com Aloysio e Márcio Fortes (então presidente da estatal Emplasa), o futuro senador solicitou 10% em troca de créditos pendentes da empreiteira na Carvalho Pinto.
“Aloysio ainda deixou claro, durante a reunião, que para que houvesse recebimento dos créditos pendentes seria necessária uma audiência com o governador José Serra para informar que a OAS iria dar continuidade às obras da Linha 4 do Metrô”, diz Léo Pinheiro no documento. “Essa foi a ‘senha’ que combinei com Aloysio Nunes para que o governador Serra tivesse ciência do ajuste”, afirma.
DOAÇÃO – Depois da reunião, diz ele, foi celebrado um acordo judicial com a Dersa (estatal rodoviária) para o pagamento pendente, no valor de R$ 54 milhões. Ele diz que, então, fez uma doação oficial à campanha de Serra no valor de R$ 2,8 milhões e que outros R$ 2,5 milhões foram pagos em espécie a três emissários do governador: a Fortes, a Sérgio Freitas, tesoureiro da campanha, e a Luis Sobral, que trabalhava para o partido.
Segundo José Ricardo Breghirolli, ex-funcionário da OAS que afirma ter feito entregas a Sobral, os valores eram levados em envelopes pardos no comitê de campanha, no Centro de São Paulo, em blocos de R$ 5 mil com até R$ 50 mil por envelope. As notas iam dentro de uma pasta de notebook. Esse relato também foi homologado pelo Supremo.
JORNAIS AMASSADOS – Após a entrega, disse Breghirolli, jornais amassados eram colocados dentro da pasta para que ela voltasse com o mesmo volume que entrou no prédio. Para a campanha de Aloysio ao Senado, Léo Pinheiro disse ter dado R$ 1 milhão em espécie, em cinco parcelas de R$ 200 mil.
Nos últimos anos, Aloysio se tornou ministro das Relações Exteriores do governo Michel Temer (MDB) e, neste ano, virou presidente da Investe SP, agência de estímulo a investimentos no estado, do governo João Doria. No entanto afastou-se em fevereiro, após virar alvo de uma fase da Operação Lava Jato que prendeu o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, apontado como operador de propina de tucanos.
PRESSÃO – O ex-senador Aloysio Nunes negou à Folha ter cometido crimes e disse que pediu doações oficiais para a OAS em várias campanhas, que eram legais à época, “sem jamais exigir qualquer tipo de contrapartida”. “Tudo o mais só posso atribuir à pressão psicológica exercida pelos procuradores para obter delações mentirosas de alguém há tanto tempo encarcerado”, disse, em nota, Aloysio.
O ex-prefeito Gilberto Kassab disse que nunca teve relação próxima com Léo Pinheiro e que jamais fez reunião com a finalidade de manter pagamentos ilegais. Kassab afirmou ainda confiar no Judiciário e que está absolutamente tranquilo diante da lisura e correção com que atuou em cargos públicos.
“Divulgar especulações feitas no tortuoso processo de investigação destrói reputações e acaba por enfraquecer o modelo da delação premiada, ao colocar em dúvida as informações apresentadas”, disse.
“NÃO SABE QUEM É “ – Márcio Fortes afirmou que nunca esteve na presença de Léo Pinheiro, “muito menos em qualquer reunião com o Aloysio”. “Não sei quem é [Léo Pinheiro], se eu o visse na rua não saberia quem era. Isso tudo [o que ele relatou] é um mundo inexistente.”
Luis Sobral disse, em nota, que não conhece nem participou das supostas reuniões apontadas pelos delatores. “Nunca sugeri, orientei, nem me reuni com ninguém para receber valores em espécie de nenhuma natureza. Não conheço pessoalmente os citados, inclusive”, afirmou. Ele disse que exerceu um cargo técnico de contabilidade das contas da campanha e que, segundo ele, tudo foi devidamente registrado na Justiça Eleitoral.
“Repudio essa tática sórdida pela qual um criminoso confesso usa o nome de uma pessoa inocente — que foi contratado oficialmente pela campanha e exerceu uma função pública — com o objetivo de dar veracidade ao seu depoimento e obter benefícios judiciais”, acrescentou. Procurado, o senador José Serra não se manifestou sobre as declarações de Léo Pinheiro. A reportagem não conseguiu localizar Sérgio Freitas. A defesa de Léo Pinheiro não se manifestou.

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