sexta-feira, maio 24, 2019

Piada do Ano! Sérgio Cabral quer fazer delação e diz ser dono de mais dois imóveis


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Cabral sonha em fazer uma delação premiada que a lei proíbe
Italo NogueiraFolha
O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB), que tenta fazer um acordo de delação premiada, afirmou nesta quinta-feira (23) ser dono de dois imóveis em áreas nobres da capital. Ele disse que as propriedades estão em nome do empresário George Sadala. A declaração corrobora as desconfianças de membros da Operação Lava Jato de que o emedebista ainda mantém oculto parte do patrimônio acumulado com propina. É a primeira vez que há referência a esses imóveis como parte de seus bens.
Cabral prestou depoimento em ação penal em que é acusado de receber R$ 1,3 milhão de propina de Sadala, sócio na empresa responsável pelo programa Poupatempo no Rio de Janeiro.
OUTROS “NEGÓCIOS” – O emedebista declarou que recebeu, na verdade, R$ 1,5 milhão. E disse que dividia com o empresário a propriedade de um terreno em Ipanema (zona sul) e um prédio comercial adquirido junto à Brookfield na Barra da Tijuca (zona oeste), todos em nome de Sadala.
“São propriedades minhas, frutos de outros negócios que posso esclarecer em outras circunstâncias”, afirmou Cabral, cujo novo advogado tenta acertar um acordo de delação.
Segundo o emedebista, Sadala chegou a obter o licenciamento para erguer um prédio “de três ou quatro andares” no terreno em Ipanema, mas o empreendimento não se concretizou. “Ele sempre me mantinha informado”, disse o ex-governador, que avalia em R$ 6,5 milhões o valor de sua participação no negócio.
DEFESA DE SEDALA – A defesa de Sadala o questionou durante o interrogatório se Cabral tinha como provar a sociedade. O emedebista comparou Sadala aos doleiros Renato e Marcelo Chebar, que mantinham em seus nomes US$ 100 milhões do ex-governador no exterior. “Era assim como com os irmãos Chebar, na confiança”, disse Cabral.
A declaração contradiz o primeiro depoimento que Cabral prestou após decidir confessar, em fevereiro. Na ocasião, o juiz Marcelo Bretas perguntou expressamente se ele ainda mantinha bens em nome de algum outro laranja. Citou especificamente o empresário Arthur Soares, dono de empresa de terceirização de mão de obra também acusado de pagar propina.
“Não, em nenhum lugar”, respondeu Cabral.
DELAÇÃO PREMIADA – O ex-governador deseja firmar acordo de delação premiada, mas as suspeitas de ocultação de um patrimônio ainda inestimável é um dos principais pontos de resistência entre procuradores.
Cabral é réu em 30 ações penais decorrentes da Lava Jato e suas penas já superam 198 anos. Ele é acusado de cobrar 5% de propina sobre os grandes contratos do estado.
Após negar por mais de dois anos as acusações, o ex-governador decidiu confessar os crimes. Investigadores, contudo, acreditam que ele mantém patrimônio oculto.
COM OS DOLEIROS – A Lava Jato já arrecadou mais de US$ 100 milhões atribuídos a Cabral, encontrados nas contas em nome dos doleiros Renato e Marcelo Chebar.
No ano passado, o ex-governador e a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo abriram mão de seus bens à Justiça. Naquele momento, o objetivo era obter a redução de pena —os recursos, dessa forma, poderiam ser transferidos de imediato ao estado. A medida, contudo, foi feita sem confissão até aquele momento.
Foram entregues três imóveis, joias, carros, além de valores depositados em contas bloqueadas —a maior parte em nome de Adriana e seu escritório de advocacia.
“APRESENTAÇÃO” – O ex-governador afirmou que foi apresentado a Sadala por “um político nacional de outro estado, atualmente com imunidade parlamentar”.
Ele disse que o modelo do Poupatempo no Rio de Janeiro foi o aplicado em São Paulo, contando inclusive com os mesmos empresários responsáveis.
O emedebista sugeriu que havia pagamento de propina em São Paulo, embora não mencionasse de forma direta nenhum beneficiário.
SEDALA NEGA – O empresário George Sadala negou que tenha qualquer sociedade com Cabral. Em relação ao terreno de Ipanema, ele disse que já o vendeu para outro empresário. Sobre os imóveis da Barra, declarou que se tratam de duas coberturas que não foram entregues no prazo pela Brookfields. Esse contrato com a empresa, disse ele, foi dissolvido e ele recebeu quatro apartamentos em São Paulo.
“Tem muita inverdade. Muita mentira. Ele dizer que é meu sócio, meu parceiro… Esse valor teria que ter transacionado por seus operadores. Cadê esse dinheiro?”, disse Sadala.
“Entendo o desespero e a própria pressão sei lá de onde. Está preso, rezo por ele. Fico estarrecido com as pessoas querendo se beneficiar com algo sem pé nem cabeça. Não consigo entender porque ele está falando isso”, afirmou o empresário, que negou ter pago propina a Cabral. Ele afirmou que teve prejuízo com o contrato do Poupatempo no Rio de Janeiro.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Cabral é um bobalhão, cheio de dinheiro escondido com laranjas que já amadureceram e agora não querem devolver a grana. O mais patético é ver que ele tem esperanças em fechar uma delação premiada, que só pode ser Piada do Ano. Será que ele não conhece a lei que proíbe delação de chefe de quadrilha? Lula e ele jamais poderão fazer delação. Terão de cumprir as penas até o final, na forma da lei. Que assim seja! (C.N.)

Queiroz pagou R$ 64 mil em dinheiro vivo por cirurgia no hospital de São Paulo Posted on 24 de maio de 2019, 11:40 by Tribuna da Internet


O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, durante internação no Hospital Alberta Einstein Foto: Reprodução
Mulher de Queiroz pagou mais R$ 5,42 mil no cartão de crédito
Chico Otavio e Gustavo SchmittO Globo
O ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) Fabrício Queiroz pagou em espécie R$ 64,58 mil por uma cirurgia ao hospital israelita Albert Einstein , em São Paulo. Queiroz foi internado na unidade em janeiro, quando retirou um câncer no cólon. O pagamento foi feito em 14 de fevereiro. Desde que o assessor de Flávio recebeu alta do hospital, nunca se soube o valor das despesas pagas pelo procedimento médico.
Na nota fiscal eletrônica, à qual O Globo teve acesso, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein informa que Queiroz ficou internado de 30 de dezembro de 2018 a 8 de janeiro de 2019. O tipo de internação foi “clínica médica”.
DINHEIRO GUARDADO – O ex-motorista alegou que o montante quitado em dinheiro vivo estava guardado em sua casa para amortizar o financiando de um apartamento na Taquara, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. O dinheiro foi entregue à tesouraria do hospital pela mulher de Queiroz, Márcia Oliveira de Aguiar.
Na nota fiscal, o valor total da despesa é de R$ 86 mil. Lá, consta um desconto de R$ 16 mil, o equivalente a 20% dos custos hospitalares.  Queiroz sustenta que conseguiu o abatimento e que o total da despesa ficou por R$ 70 mil. Outros R$ 5,42 mil foram quitados por meio de cartão de crédito, conforme consta na fatura.
INVESTIGAÇÃO – O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) investiga movimentações financeiras suspeitas de Queiroz. De janeiro de 2016 a janeiro de 2017, passaram pela conta bancária do ex-motorista R$ 1,2 milhão. O pagamento da cirurgia em dinheiro vivo se soma aos indícios de que Queiroz não tem como comprovar a origem do dinheiro.
No final de dezembro, Queiroz chegou a faltar a um depoimento no Ministério Público em razão de problemas de saúde .  Procurado, o Hospital Israelita Albert Einstein informou que “não abre informações sobre seus pacientes por questões de sigilo e privacidade”.
COMO COMPROVAR – O advogado de Queiroz, Paulo Klein, garantiu que o cliente tem como comprovar os valores movimentados:
– A defesa vê com naturalidade o fato do Ministério Público investigar a origem dos recursos utilizados para pagamento das despesas médicas do Fabrício Queiroz, de outro lado, a comprovação dos pagamentos com recursos próprios e dentro da sua capacidade econômica só reforçam que ele jamais cometeu qualquer crime.
QUEBRA DE SIGILO – No dia 13, a Justiça do Rio autorizou a quebra do sigilo bancário e fiscal de Fabrício Queiroz e outras 87 pessoas . Além do afastamento de sigilo de Flávio e seu ex-assessor Queiroz, também terão suas informações bancárias averiguadas a mulher de Flávio, Fernanda Bolsonaro, a empresa de ambos , Bolsotini Chocolates e Café Ltda, as duas filhas de Queiroz, Nathalia e Evelyn, e a mulher do ex-assessor.
No sábado, a defesa de Queiroz  entrou com um habeas corpus para anular as quebras de   sigilo  bancário e fiscal na investigação , sob o argumento de que a decisão judicial não tinha “embasamento legal”.  O advogado de Queiroz, o criminalista Paulo Klein acusa o Ministério Público de ter burlado a Justiça ao omitir que o hoje senador Flávio Bolsonaro, na época dos fatos deputado estadual, era um dos investigados, para evitar que ele se valesse do foro especial por prerrogativa de função.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em entrevista ao SBT, Queiroz disse: “Sou um cara de negócios, eu faço dinheiro”. Na ocasião pensamos que ele tinha querido dizer que era um “homem de negócios”. Agora se comprova que Queiroz é um “homem de dinheiro”, mesmo. E dinheiro vivo… (C.N.)

Bolsonaro no ataque é uma resposta à disputa interna que está dividindo o PSL


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Joice Hasselmann e Carla Zambelli não conseguem se entender
Rodolfo CostaBlog do Vicente Nunes
A postura de confronto do presidente Jair Bolsonaro ao longo da última semana e a discussão nas redes sociais entre as deputadas Joice Hasselmann (PSL-SP) e Carla Zambelli (PSL-SP) está intimamente atrelado. A derrota do governo na votação da Medida Provisória (MP) 870, da reforma administrativa, que transfere o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça para o Ministério da Economia, desencadeou uma série de acontecimentos internos no PSL e na articulação governista.
Os episódios remontam a 9 de maio, quando o parecer do relator da MP 870, senador Fernando Bezerra (MDB-PE), líder do governo no Senado, foi votado na Comissão Mista Especial da matéria. O governo perdeu e a bancada do PSL lavou roupa suja com Bolsonaro, em reunião no Palácio do Planalto. Ali, o presidente da República chegou a defender o relatório, sob orientação de Hasselmann, sustentando a importância de ter “votos” e a “maioria” para a aprovação da agenda reformista.
CADÊ O BOLSONARO – A sinalização de Bolsonaro provocou muitas críticas de correligionários e o choro de Zambelli, que, segundo afirmam pesselistas ao Blog, repreendeu o presidente. “Cadê o Bolsonaro que a gente conhece? Não é possível que ele (presidente) não vai fazer nada. Eu não fui eleita para poder votar, agora, com o Centrão. Meus eleitores não esperam isso de mim e os seus eleitores (de Bolsonaro) não esperam isso de você”, criticou. A provocação gerou embate com Joice, que a chamou de ingênua, mas foi o suficiente para mudar a postura de Bolsonaro.
A resposta do presidente a Zambelli e aos parlamentares que questionaram a proximidade com o Centrão tardou, mas não falhou. Na última terça-feira (14), veio a primeira resposta ao bloco político e ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que abandonou a articulação política após não conseguir convencer o governo a mudar o relacionamento com o Congresso. No Twitter, Bolsonaro ressaltou que o governo precisa do Congresso para que o governo possa, definitivamente, decolar economicamente, em uma sutil pressão aos congressistas. 
Na quinta-feira (16), Bolsonaro disse que jamais abrirá mão dos “princípios fundamentais” que sempre defendeu e “com os quais a maioria dos brasileiros sempre se identificou”. “O Brasil pediu uma nova forma de se relacionar com os poderes da República, e assim seguirei, em respeito máximo à população”, disse, também no Twitter. Outro comentário com respostas ao Centrão. Um dia depois, veio o vazamento do texto compartilhado a amigos de que o Brasil é “ingovernável sem conchavos”. Nesta segunda (20/5), disse que “o grande problema do país é a classe política” em evento da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).
ISOLAMENTO – As declarações mostram de que lado Bolsonaro ficou na disputa entre Hasselmann e Zambelli. A postura do presidente agradou uma grande parcela dos aliados, que decidiu manter a data de manifestações a favor da agenda governista em 26 de maio. O problema é que, ao mesmo tempo que reforçou o ânimo entre os apoiadores, dividiu os movimentos de rua e complicou as articulações políticas.
Como líder do governo no Congresso, Hasselmann vinha conversando com líderes partidários para construir apoio para a MP 870 com Coaf na Justiça. As conversas também diziam respeito ao suporte para a reforma da Previdência. A postura de confronto de Bolsonaro ao Centrão, no entanto, acabou neutralizando-a. A solução encontrada pela parlamentar foi conversar diretamente com as bases dos partidos. De neutralidade, acabou ficando isolada.
NO VAREJO – A liderança do governo no Congresso disparou ligações para os parlamentares em forma de “varejo” na última semana, afirma ao Blog o líder do PR na Câmara, Wellington Roberto (PB). “Para tentar saber, mapear ou rastrear o que os deputados vão pensar e decidir em relação às MPs na pauta desta semana. Excluindo líderes e presidentes partidários. Eu sei que todo mundo tem liberdade de ir e vir, mas não é assim que funciona. No caso do meu partido, somos praticamente uma família, onde não posso dizer que temos 100% de lealdade, mas, em percentual que chega nisso”, criticou.
Os movimentos de Hasselmann em contatar as bases dos partidos não pegaram bem e, consequentemente, também não ajudam a articulação feita pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Os diálogos do articulador do governo com o Centrão estão estagnados, pela falta de confiança dos líderes. As lideranças desconfiam da capacidade dos interlocutores de dar encaminhamento às demandas. A Lorenzoni e Hasselmann, apresentam reivindicações que ambos não conseguem conduzir junto a Bolsonaro.
REVIRAVOLTA – O articulador que vinha conseguindo encaminhar pautas junto ao presidente é o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO). O deputado construiu uma ponte com o chamado Centrinho — bloco formado por Podemos, PSC, Cidadania, PV, Pros e Patriota — e reuniu os líderes do bloco partidário com Bolsonaro. O presidente prometeu a eles que suspenderia o contingenciamento sobre os recursos da educação, mas Lorenzoni atuou para convencer Bolsonaro a manter a decisão.
A mesma articulação feita por Lorenzoni para neutralizar os poderes de Vitor Hugo vem sendo reproduzida por Hasselmann, afirmam pesselistas ao Blog. No entanto, esses movimentos provocaram uma reviravolta, em uma contra-resposta interna no partido.
As tentativas de fragilizar o líder do governo na Câmara voltaram a uni-lo ao líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO). Os dois estavam em pé de guerra nas últimas semanas mas, agora, demonstram união.
DIA DO FICO – Há algumas semanas, o deputado General Girão (PSL-RN) e Vitor Hugo começaram a colher assinaturas para tirar Waldir da liderança do PSL na Câmara. Na última semana, veio o “Dia do Fico”. Pressionado por cerca de 22 correligionários que queriam depor o atual líder, Waldir decidiu apoiar a MP 870 original, como o governo encaminhou, em um revés para Hasselmann, que contava com o apoio dele para aprovar um relatório mais próximo do articulado por ela.
“Ele (Waldir) colocou todos em uma sala, ouviu as pessoas, e foi ali que recuperou a liderança. Sabia que precisa ser nosso líder, e líder do partido defende o que o partido quer”, afirmou um deputado do PSL ao Blog.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Em tradução simultânea, reina a esculhambação na bancada do PSL na Câmara. É só o que se pode dizer.(C.N.)

Bolsonaro contraria líder e diz que bancada do PSL “não vai atrapalhar votações”

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Bolsonaro e o ministro Onyx Lorenzoni participam da transmissão ao vivo feita toda quinta-feira pelo governo Foto: Reprodução
Bolsonaro pede que o novo texto da MP 870 não seja modificado
Natália PortinariO Globo
Contrariando o que disse mais cedo o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o presidente Jair Bolsonaro defendeu que a Medida Provisória que enxugou o número de ministérios seja votada no Senado sem modificações. “No meu entender, deve aprovar o que foi votado na Câmara e vamos seguir em pautas mais importantes” —afirmou.
O presidente deu a declaração durante a transmissão ao vivo semanal que faz às quintas-feiras em sua página do Facebook. Mais cedo, Bezerra Coelho defendeu que o Senado mude a MP para garantir que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) continue no Ministério da Justiça.
DIZ O RELATOR — “Nós vamos defender o Coaf com o ministro Moro. Essa é a posição que está no relatório, mas isso depende do plenário do Senado” — afirmou Bezerra.
Após a fala do presidente, o Globo procurou Bezerra para saber se houve uma mudança na posição, mas o líder respondeu apenas que irá “seguir a orientação do governo”.
Ao falar sobre a MP, Bolsonaro se confundiu e disse que, na medida que foi aprovada, “Coaf foi para o Ministério da Justiça”. Na realidade, o órgão foi transferido para o Ministério da Economia, contrariando o desejo do ministro Sergio Moro.
VALIDADE – Se o Senado insistir em manter o Coaf com Moro, porém, a MP corre risco de perder a validade, porque terá que voltar à Câmara, onde já foi votado, na noite de ontem, que o Coaf deveria ser transferido para e Economia. Se a MP não for aprovada nas duas casas até 3 de junho, a estrutura volta a ser a dos 29 ministérios do governo Temer.
“A minha bancada é uma bancada de parlamentares bastante novos, alguns ainda acham que tem que ganhar todas, não dá. A gente vai ter que perder, (se) vai ter que perder uma votação, sem problema nenhum, e quem tiver mais voto leva” — disse Bolsonaro.
Na noite de quarta-feira, o partido do governo acabou atrasando as discussões para tentar derrubar a previsão de que auditores da Receita Federal fossem proibidos de investigar crimes não fiscais. A proposta foi inserida pelo líder de governo Bezerra Coelho na Medida Provisória, mas foi refutada pelos governistas na Câmara. Na quinta-feira, um acordo entre líderes da Câmara derrubou a proposta e permitiu a votação.
BANCADA LIVRE – “Agora nossa bancada não vai atrapalhar votações no que depender de mim. Não tenho ascendência na bancada, o pessoal acha que eu mando na bancada. Eu não mando, logicamente. Os líderes nós que indicamos e eles trabalham nesse sentido, Joice Hasselmann e o Vitor Hugo, trabalham nesse sentido, para que a gente busque o melhor possível para atender o povo, mas o Parlamento tem mais do que autoridade, tem legitimidade para mudar essas questões”, disse Bolsonaro.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A Constituição proíbe a reedição de medida provisória na mesma sessão legislativa, mas nada impede que o governo crie outra MP, mais extensa, abrangendo outros temas e nela inclua a reforma administrativa. Afinal, estamos no país do jeitinho brasileiro(C.N.)

Em meio a impasse do brexit, a primeira-ministra Theresa May anuncia sua renúncia

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May. a segunda mulher a comandar o Reino Unido, deixa o poder
Lucas NevesFolha
A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, anunciou na manhã desta sexta (24) que deixará a liderança do Partido Conservador no dia 7 de junho, abrindo caminho para uma troca no comando do país nos próximos meses.
Em pronunciamento na sede do governo, em Londres, ela disse lamentar não ter conseguido finalizar o processo da saída britânico da União Europeia, o brexit, e afirmou ter sido uma honra ser a segunda mulher a ocupar o posto de chefe de governo, “mas não a última”.
PÓS CAMERON – May assumiu o posto em julho de 2016, depois da renúncia de David Cameron, fragilizado pelo resultado surpreendente do plebiscito sobre o brexit, um mês antes.
Depois de um ano e meio de negociações, ela conseguiu, no fim de 2018, fechar um acordo com a UE para o desligamento do Reino Unido do consórcio europeu, mas ele foi rejeitado três vezes pelo Parlamento em Londres.
No processo, ela resistiu a duas moções de desconfiança, uma delas submetida por seus próprios colegas de partido. Mas a pressão para sua saída voltou a subir no começo desta semana, quando ela apresentou um plano “retocado” para tentar convencer os deputados a endossar o “divórcio” do bloco europeu.
SEGUNDA CONSULTA – A nova proposta abria a possibilidade de uma segunda consulta popular sobre o brexit –o Legislativo teria a prerrogativa de definir se ela de fato aconteceria.
O aceno enfureceu os correligionários de May. Até seus ministros a repreenderam, dizendo que o item não havia sido acordado em reunião do gabinete.
A corrida para sucedê-la no comando do Partido Conservador (e, por extensão, do país) deve durar entre seis e oito semanas. O ex-prefeito de Londres Boris Johnson, defensor de um brexit duro, talvez até sem acordo com a UE, é dado como favorito.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O Reino Unido jamais quis participar da União Europeia e manteve a libra esterlina em circulação. Os britânicos ainda sonham ter aquela importância do império onde o sol nunca se punha, mas as coisas mudaram muito. Podem até sair da União Europeia, mas viverão sempre a reboque dela. Uma coisa é o enfeite da tradição, outra coisa é a realidade das ruas. (C.N.)

Programação do São João de Jeremoabo - cidade rica sem nenhum problema financeiro,apenas o gestor não gosta de pagar...

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Sou a favor que Jeremoabo deverá seguir sua tradição e realizar a festa junina, porém com moderação, já que  faz festa quem pode.
Apenas não entendo como um município que passa os doze meses decretando situação de emergência contrata quantidade exagerada de bandas, apenas para  seguir " política do Pão e circo (panem et circenses, no original em Latim) como ficou conhecida, era o modo com o qual os líderes romanos lidavam com a população em geral, para mantê-la fiel à ordem estabelecida e conquistar o seu apoio".
No meu entender, acredito que os gestores de Jeremoabo apostam e usufruem do ensinamento de que  " “Quanto mais instruído o povo, tanto mais difícil de o governar…” Provérbio Taoista.
Quando deparo-me diante dessas aberrações lembro logo das palavras do prefeito Meneguelli da cidade de Colatina -ES quando diz a respeito de um carnaval que cancelou: " O carnaval é necessário mas não é prioridade".
Acredito que prioridade em Jeremoabo é o reajuste dos servidores, não deixar cortar a energia por falta de pagamentos, pois quando falta energia nos postos as vacinas e insulinas poderão ser deterioradas e assim serem descartadas. Porque são refrigeradas a uma temperatura enter 2 e 8 graus. 
O gestor poderia também realizar uma festa modesta para que esse dinheiro servisse para aquisição de remédio, para pagar aluguel de terceiros que constantemente usam a Câmara de Vereadores para reclamar da inadimplência por parte da prefeitura; é a falta de merenda escolar verdadeira vergonha, e. muitas outras deficiências que por "falta de recursos", vem prejudicando toda população.

São João de Jeremoabo (até o momento)
Alvorada:
Marcelo desce 
Alcymar sobe 
Mauricinho parado
Amor a2 parado


17, 18 e 19:

-concurso de quadrilha
-concurso de sanfoneiro
-quermesses escolares
(Atrações locais)

Dia 20:

Paixão sertaneja
Gatinha manhosa
Gil Mourão
Helinho Ventura

Dia 21:

Miqueias Alves 
Túlio milionário 
Luanzinho Moraes 
Farra de barão

Dia 22:

Belo do forro
Dede e Jeane lins
Raio da Silibrina
Mala sem alça

Dia 23:

Geninho Batalha (casamento do matuto)
Rusdellon
Mulheres perdidas
Desejo de menina
Amor a2

Dia 24 por enquanto nadaaaa




Foto divulgação A Língua.


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