sexta-feira, fevereiro 22, 2019

MELHOR SOZINHO, DO QUE MAU ASSESSORADO!




Aviso não faltou caiu no erro por ser mau assessorado e acreditar  em conselhos de quem  pecar frequentemente por incompetência. 
No dia 02 de outubro de 2018 fiz  as matérias abaixo transcritas  alertando ao prefeito as consequências que iriam surgir caso contratasse de forma ilegal uma OSIP, inclusive soube que o procurador daquela época, aconselhou o prefeito a rever sua posição, porém, preferiu ouvir a " república de Paulo Afonso".
Por esse erre está corrento o perigo de pagar um preço muito alto, já que trata-se de recursos federais e o TCU é muito rígido com que procede dessa maneira, além do mais os vereadores da oposição no cumprimento do seu dever através de seus advogados já ajuizaram uma Ação na Justiça Federal.
O prefeito Deri do Paloma está prestes a responder a um processos de consequências imprevisíveis, por acreditar em que não deveria.
Nenhuma descrição de foto disponível.




Mais uma futura bronca com o Hospital Municipal de Jeremoabo.

Partidos da base aliada pressionam Rodrigo Maia por cargos no governo Bolsonaro


Resultado de imagem para base aliada charges
Charge do Alpino (Yahoo Brasil)
Vera Rosa e Mariana HaubertEstadão
Insatisfeitos com a falta de interlocução no Palácio do Planalto, líderes de partidos que reelegeram Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara já começam a cobrar a fatura política. Sob o argumento de que a demora do governo para liberar cargos e emendas pode se refletir no placar de votação, deputados pressionam Maia para que ele consiga convencer o presidente Jair Bolsonaro a “destravar” pelo menos as nomeações.
Nem mesmo o anúncio de que nos próximos dias o Executivo criará uma plataforma virtual, na qual deputados e senadores da base aliada poderão fazer indicações para o segundo escalão, serviu para acalmar os parlamentares. Nos bastidores, muitos deles tratam com ironia o novo modelo para selecionar quem ocupará as vagas nos Estados, batizado no Planalto de “banco de talentos”.
SHOW DE CALOUROS – “Isso vai virar um show de calouros”, provocou o deputado Jhonatan de Jesus (RR), líder do PRB na Câmara. A plataforma a ser lançada pelo governo foi desenvolvida pela Controladoria-Geral da União (CGU) e estabelecerá critérios para as nomeações, como formação acadêmica e experiência na área. O discurso oficial é de que todo indicado precisará ser “ficha-limpa” para entrar na equipe. A seleção para a ocupação dos cargos será feita pelos ministros.
 “O problema é que esse governo não tem traquejo político e é muito enrolado”, afirmou o líder do PP, Arthur Lira (AL). “Se for para ministros escolherem as pessoas, nem precisa nada. Se vai para a subjetividade do ministro, tudo vai continuar do mesmo jeito.”
A recondução de Maia ao comando da Câmara teve apoio de 19 partidos, separados em dois blocos. O maior deles, chamado de “blocão”, reúne DEM, PP, PR, PSD, MDB, PRB, PSDB, PTB, PSC, PMN e o próprio PSL de Bolsonaro. Líderes dessas siglas observam que Maia só ganhou novo mandato, há 21 dias, graças à robusta aliança – que lhe rendeu uma vitória no primeiro turno, com 334 votos – e agora precisa retribuir o apoio.
PRIMEIRO-MINISTRO – Embora não tenha bom relacionamento com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, Maia é amigo do ministro da Economia, Paulo Guedes, conta com a simpatia de militares, como o chefe da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, e está ganhando a confiança de Bolsonaro. Nos corredores da Câmara, o presidente da Casa tem sido tratado como “primeiro-ministro”.
A ameaça de derrubar no plenário projetos importantes, se o governo não ceder, é feita a portas fechadas por congressistas descontentes e atinge até mesmo a reforma da Previdência, classificada pela equipe econômica como prioritária para o ajuste das contas públicas.
DERROTA – Um exemplo de que os deputados estão dispostos a dar o troco no Planalto se não forem atendidos foi dado nesta terça-feira, 19. Na ocasião, a Câmara anulou decreto editado pelo vice-presidente Hamilton Mourão que ampliava o rol de servidores aptos a classificar documentos ultrassecretos. Foi a primeira derrota do Executivo no Legislativo.
“O DEM tem três ministérios e a nossa preocupação é fazer com que o governo dê certo, porque, se não der, quem sofrerá as consequências somos nós”, afirmou o deputado Elmar Nascimento (BA), líder do partido e do “blocão”. No seu diagnóstico, é natural que Maia e até mesmo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP), também do DEM, façam a “ponte” do Congresso com o Planalto.
“O presidente Bolsonaro precisa ter na política a mesma sensibilidade que teve na economia, quando deu carta branca ao ministro Paulo Guedes para tocar a reforma da Previdência”, disse Elmar.
DOIS EM UM – “No governo Temer, o interlocutor era Carlos Marun. Hoje, o presidente não empoderou ninguém, Gustavo Bebianno saiu e se diz que a articulação política está dividida entre Onyx e Santos Cruz. Mas quem tem dois não tem nenhum”, acrescentou Elmar Nascimento.
Até o PSL de Bolsonaro reclama de estar sendo preterido na distribuição dos cargos. Em reunião da bancada com o presidente, nesta quarta-feira, 20, coube ao líder do partido no Senado, Major Olímpio (SP), fazer a queixa. Bolsonaro, porém, não gostou. “(…) Nada pedimos, apenas não sermos preteridos, desconsiderados e tratados como inimigos. Se exagerei, mais uma vez me penitencio”, escreveu Major Olímpio, em mensagem postada em grupo de WhatsApp.
Bolsonaro adiou para terça-feira, 26, uma reunião prevista para esta quinta-feira, 21, com líderes de partidos que podem compor a base aliada na Câmara, ainda indefinida. Nenhum deles gostou do fato de o presidente ter enviado ao Congresso a proposta de mudança na aposentadoria antes de consultá-los. Procurado pelo Estado, Maia não quis se manifestar.

Piada do Ano! Flávio diz que revista faz ‘ilação irresponsável’ ao vinculá-lo às milícias


Imagem relacionada
Os dois cheques foram exibidas pela reportagem
Deu em O Tempo(Estadão Conteúdo)
Em nota divulgada nesta sexta-feira, dia 22, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) “repudia” reportagem deste final de semana da revista “IstoÉ”, que afirma que cheques de campanha do senador foram assinados por Valdeci de Oliveira Meliga, irmã dos milicianos Alan e Alex Rodrigues Oliveira, presos em operação conduzida pela polícia e o Ministério Público do Rio de Janeiro.
Em nota assinada por sua assessoria de imprensa, Flávio acusa a revista de “fazer uma ilação irresponsável” ao vinculá-lo com “candidaturas irregulares e a milícia carioca”, em uma tentativa de “denegrir” sua imagem.
DOIS CHEQUES – A reportagem obteve dois cheques de Flávio assinados por Valdeci: um de R$ 3,5 mil e outro no valor de R$ 5 mil. Dona de uma empresa de eventos, a Me Liga Produções e Eventos, Val era uma das pessoas a quem o filho do presidente, Jair Bolsonaro, deu procuração, conforme documento enviado à Justiça Eleitoral, para cumprir a tarefa.
Em nota, Flávio afirma que Val Meliga é tesoureira geral do PSL e tinha “como determinação legal a obrigação de assinar cheques do partido”, mas “jamais em nome do atual senador”. Além disso, o senador diz que “os supostos milicianos apontados pela revista são policiais militares”.
SOLUÇÕES EVENTOS – A reportagem da IstoÉ também afirma que um dos cheques assinados por Val, no valor de R$ 5 mil, foi destinado à empresa Alê Soluções e Eventos Ltda, de propriedade de Alessandra Cristina Ferreira de Oliveira – que era funcionária do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj) e exerceu na campanha eleitoral a função de primeira tesoureira do PSL.
Flávio rebate a revista e afirma que “não houve qualquer direcionamento ao PSL-RJ relacionado à escolha dos profissionais de assessoria contábil e jurídica”. E acrescenta que todas as “prestações de contas foram aprovadas, ratificando a legalidade e lisura durante o processo eleitoral”.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– A reportagem de Wilson Lima, na IstoÉ, é muito bem documentada e comprova as ligações perigosas mantidas pelo ex-assessor Fabricio Queiroz e pelo próprio deputado Flávio Bolsonaro, que hoje é senador. Seu gabinete na Assembleia era um reduto de pessoas envolvidas com milicianos originários da PM, que o deputado costuma homenagear com discursos e títulos honoríficos.(C.N.)

Irmã de milicianos assinava cheques de Flávio Bolsonaro, afirma a revista “IstoÉ”

Resultado de imagem para irma de milicianos istoéDeu em O Tempo(Agência Estado)
Valdenice de Oliveira Meliga, irmã dos milicianos Alan e Alex Rodrigues Oliveira, presos na operação “Quarto Elemento” do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Ministério Público do Rio de Janeiro, assinou cheques de despesas da campanha em nome do então deputado estadual e atual senador, Flávio Bolsonaro (PSL), conforme reportagem da revista “Isto É” publicada nesta sexta-feira, 22.
A reportagem obteve dois cheques: um de R$ 3,5 mil e outro no valor de R$ 5 mil. Dona de uma empresa de eventos, a Me Liga Produções e Eventos, Val era uma das pessoas a quem o filho do presidente Jair Bolsonaro deu procuração, conforme documento enviado à Justiça Eleitoral, para cumprir a tarefa.
ELOS DE LIGAÇÃO – Val é apontada pela “IstoÉ” como mais um dos elos de ligação do senador com milícias do Rio de Janeiro, com o suposto uso de laranjas e expedientes na campanha para fazer retornar ao partido dinheiro do fundo partidário. De acordo com a reportagem, um dos cheques assinados por Val, no valor de R$ 5 mil, é destinado à empresa Alê Soluções e Eventos Ltda, que pertence a Alessandra Cristina Ferreira de Oliveira. O pagamento seria referente ao serviço de contabilidade das contas de Flávio Bolsonaro.
Ocorre, porém, que Alessandra era também funcionária do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), com um salário de R$ 5,1 mil. Estava vinculada ao escritório da liderança do PSL na Alerj, exercida por Flávio. E, na época da campanha eleitoral, exercia a função de primeira tesoureira do partido.
ARMAÇÃO ILIMITADA – Ainda conforme informações da “Isto É”, a primeira tesoureira do PSL, ou seja, a pessoa a quem cabia destinar os recursos, fez, por meio de sua empresa, a contabilidade de 42 campanhas eleitorais do PSL no Rio. Ou seja: cerca de um a cada cinco postulantes a um cargo político do PSL carioca deixou sua contabilidade aos serviços da companhia Alê Soluções, empresa de Alessandra, tesoureira do partido.
 Assim, a responsável por entregar e distribuir os recursos do partido tinha parte do recurso de volta para as contas de uma empresa de sua responsabilidade. Com preços abaixo da média do mercado, a companhia de Alessandra recebeu cerca de R$ 55 mil das campanhas
Além disso, a reportagem informa que Alessandra atuou em conjunto com o escritório Jorge L.A. Domingues Sociedade Individual de Advocacia, que tem como um dos sócios o advogado Gustavo Botto. Na prestação de contas à Justiça Eleitoral, Gustavo Botto também aparece como um dos administradores das contas de Flávio Bolsonaro.
36 CAMPANHAS – No combo que coloca Alessandra como contadora e Botto como advogado, estiveram 36 campanhas do PSL na última eleição. Seus serviços também variaram entre R$ 750 e R$ 5 mil. No total, renderam ao escritório R$ 38 mil.
Candidatos do PSL ouvidos pela revista relatam que, ao final, praticamente os únicos gastos que efetivamente fizeram em suas respectivas campanhas foram com a empresa de Alessandra e o escritório de Botto.
Outro aspecto considerado estranho, de acordo com a revista, é que a empresa Alê Soluções está localizada na Estrada dos Bandeirantes 11.216, na Vargem Pequena, nos registros da Receita Federal, uma área de milícias. Para o Tribunal Regional Eleitoral, no entanto, o endereço anotado é Avenida das Américas número 18.000 sala 220 D, no Recreio dos Bandeirantes – endereço da sede do PSL do Rio de Janeiro.
MESMA JOGADA – Situação semelhante acontece com o escritório Jorge L.A. Domingues Sociedade Individual de Advocacia. Para a Receita, o endereço informado é uma casa em Vila Valqueire. Para a Justiça Eleitoral, foi novamente a sede do PSL do Rio. Por curiosidade, todos os endereços mencionados ficam em Jacarepaguá, onde também mora o ex-motorista de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, diz a “IstoÉ’.
A revista apurou que, durante a campanha, a companhia Alê só trabalhou na contabilidade dos candidatos. Entre maio de 2007 e agosto do ano passado, a empresa emitiu 183 notas fiscais eletrônicas, conforme os registros do número das notas concedido ao TRE – uma média de 16 notas por ano.
A CADA 4 MINUTOS – Somente durante a eleição foram 46 notas em 4 meses. Notas sequenciais, o que indica o serviço exclusivo para as campanhas, diz a reportagem. Apenas no dia do primeiro turno da eleição, 7 de outubro, foram emitidas 18 notas fiscais entre as 21h31 e as 22h43. Uma média de uma nota fiscal a cada 4 minutos. Houve caso de notas fiscais emitidas em um tempo inferior a 2 minutos entre uma e outra.
Procurada pela “Isto É”, Alessandra Oliveira disse não enxergar conflito ético no fato de ser ao mesmo tempo tesoureira do partido, funcionária de Flávio Bolsonaro e ter contratado sua empresa para fazer a contabilidade das campanhas. Gustavo Botto afirma que trabalhava de fato na sede do partido para, segundo ele, “facilitar a administração e resposta de eventuais comunicações processuais”, diz a revista.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A piada é velhíssima, mas sempre oportuna em casos semelhantes. Com filhos e assessores deste naipe, Jair Bolsonaro nem precisa de inimigos. Quem pode confiar nessa famiglia? (C.N.)

São notícias semelhantes a essa que sinto satisfação de publicar, enobrecem os jovens Jeremoabenses

Nenhuma descrição de foto disponível.


Em destaque

Kassio assume o TSE com defesa da urna eletrônica

  Kassio assume o TSE com defesa da urna eletrônica Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE O ministro do STF Kassio Nunes Marques assumiu a pres...

Mais visitadas