quarta-feira, fevereiro 20, 2019

Bivar responde a Bebianno sobre candidatas laranjas do PSL e diz estar “estupefato”


O presidente do PSL, Luciano Bivar Foto: Ivo Gonzalez
Bivar foge da imprensa e só se pronuncia através de “nota oficial”
Eduardo BrescianiO Globo
O presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), disse estar “estupefato” com as críticas feitas a ele pelo ex-ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência, em conversa com o presidente Jair Bolsonaro, publicadas pelo site da revista “Veja”. Bivar sugeriu que Bebianno se referiu a ele no caso das candidaturas laranjas do PSL por “desespero”.
“Ele está estupefato e só pode creditar isso ao desespero do ex-ministro. Quanto à saída do Planalto, diz que só Bebianno sabe os verdadeiros motivos e só ele deve dizer”, diz nota divulgada pela assessoria de Bivar.
PROBLEMA DELE – No áudio encaminhado a Bolsonaro — e divulgado pela revista — Bebianno afirma que se Bivar escolher uma candidata laranja “é um problema dele”. Conclui ainda dizendo que o atual presidente do PSL “é responsável pela chapa” dele e desejando que a polícia chegue “à constatação do que foi feito”.
No plenário da Câmara, o presidente do PSL se esquivou de comentar o tema diretamente com jornalistas, repetindo que seu posicionamento era o de sua assessoria. Ele afirmou apenas que a divulgação dos áudios não significa que Bolsonaro mentiu ao negar ter falado com o ex-ministro.
— O presidente jamais mentiu, o que o presidente falou foi que tem seus motivos — disse Bivar, que almoçou com Bolsonaro nesta terça-feira, mas nega ter falado diretamente sobre o tema.
Bivar afirma que a demissão de Bebianno não tem ligação com as suspeitas de candidaturas irregulares em Pernambuco.  “O problema não tem nada a ver com as candidaturas, só o Bebianno sabe” — afirmou Bivar.
REELEIÇÃO – O presidente do PSL descartou a possibilidade de deixar o comando da legenda. Disse que pode deixar o cargo em novembro, quando deve haver convenção, mas deixou em aberto a possibilidade de buscar continuar na função. Questionado se não deveria deixar o cargo para se defender, respondeu:
“Defender de quê? Que esquema?”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Luciano Bivar está fugindo da imprensa, só fala através de “nota oficial”. Ele é criador e “dono” do PSL, partido a que preside desde 1998. A candidata laranja denunciada pela Folha, Lourdes Paixão, nada mais é do que secretária do PSL em Pernambuco (leia-se: secretária do próprio Bivar). A Polícia Federal vai apanhá-lo com a maior facilidade, mas não poderá processá-lo, que é atribuição da Justiça Eleitoral ou da Justiça estadual em primeira instância, dependendo do tipo de delito constatado – eleitoral ou criminal. Quanto a Bebianno, está fora disso, porque liberou a verba com pedido formalizado por escrito pelo diretório estadual(C.N.)

Previdência com capitalização representa um grande risco para os trabalhadores


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Charge do Pelicano (Arquivo Google)
Maria Lucia FattorelliMonitor Mercantil
Os argumentos apresentados pelo governo para sustentar a esdrúxula proposta de contrarreforma da Previdência têm sido desmontados de forma contundente (ver, por exemplo, o artigo “O déficit da Previdência é fake”, publicado aqui nesta terça-feira, dia 19). Apesar disso, o novo governo não só insiste em tal proposta, mas avança ainda mais para incluir o modelo de “capitalização” e introduzir o esquema da chamada “securitização de créditos públicos”.
O modelo de capitalização representa graves riscos para a classe trabalhadora e acaba de vez com o compromisso geracional que sustenta a Previdência Social solidária e sustentável de que trata a Constituição de 88. Se houver problema, nem mercado nem governo terão qualquer responsabilidade, como está ocorrendo em vários países.
SUSTENTABILIDADE – A Previdência Social solidária é integrada ao funcionamento da economia do país, já que a sua sustentabilidade está fundada na garantia de emprego digno para as pessoas economicamente ativas, cujas contribuições garantirão o pagamento daqueles que já cumpriram o seu período laboral e se aposentaram.
Está também integrada ao conjunto de proteção social de que trata a Seguridade Social, que inclui a Saúde e a Assistência Social, comprometendo igualmente todo o conjunto da sociedade com o seu sustento, como prevê o Art. 195 da Constituição de 88.
Esse modelo de Previdência Social solidária tem se mostrado altamente sustentável e deveria ser aprimorado para ampliar o seu alcance social e econômico, não só melhorando as medidas protetivas e os benefícios, mas também melhorando suas finanças.
O QUE FAZER – Pode-se melhorar as finanças da Previdência mediante o combate à sonegação; a cobrança das dívidas bilionárias de ricos devedores da Seguridade Social; o fim de benesses tributárias representadas por desonerações injustificáveis, isenções e anistias; o fim da DRU (Desvinculação das Receitas da União) que morde até 30% dos recursos da Seguridade Social para pagar juros da chamada dívida pública, entre outras medidas.
Mas os sucessivos governos têm feito uma falsa conta de déficit para justificar o desmonte dessa importante proteção social, apesar dos números oficiais compilados anualmente pela Anfip (Associação Nacional dos Fiscais da Previdência) demonstrarem a sustentabilidade da Seguridade Social e a sua importância vital para mais de 70% dos municípios brasileiros!
FALSA SOLUÇÃO – No modelo de capitalização não existe solidariedade e nem mesmo Previdência! Se você olhar no dicionário, verá que previdência é sinônimo de segurança. O modelo de capitalização não tem nada a ver com “segurança”. Pelo contrário, em tal modelo, cada pessoa terá sua continha individual dependente do funcionamento do mercado financeiro, que fará aplicações “de risco”! Podem dar errado e o mercado não terá responsabilidade alguma com o pagamento de benefício futuro. O governo também não!
Isso é Previdência??? Claro que não! Isso é colocar a classe trabalhadora para entregar parte de seu salário para o mercado financeiro que não terá compromisso algum com o pagamento de aposentadoria no futuro.
BODES EXPIATÓRIOS – Os servidores públicos estão correndo esse mesmo risco. Passaram a ser os “bodes expiatórios” e, mais uma vez, são chamados de “privilegiados”, por aceitar o contrato unilateral apresentado pelo próprio governo quando anuncia cada concurso público!
O que está por trás dessa contrarreforma da Previdência é o interesse do insaciável mercado financeiro, que não se contenta em receber os juros mais elevados do planeta; em ter a sua sobra de caixa remunerada diariamente (por meio do uso ilegal das Operações Compromissadas), e acumular lucros cada vez mais elevados, superando cada vez mais os lucros obtidos pelo setor em qualquer outro local do mundo.
O mercado financeiro quer porque quer avançar ainda mais e se apoderar da Previdência.
INSEGURANÇA – Os banqueiros, porém, só oferecem planos privados ou modelo de capitalização, invariavelmente organizados sob a modalidade de contribuição definida, de tal forma que as pessoas sabem quanto terão que pagar, mas não têm a menor ideia se irão receber ou não algum benefício futuro e qual seria esse benefício; ou se terão, ao contrário, que pagar a conta dos prejuízos das aplicações que deram errado, a exemplo dos recentes rombos nos fundos Postalis e Funcef.
O mercado quer também se apoderar do fluxo da arrecadação tributária, de tal forma que os tributos que pagamos não alcançarão os cofres públicos, mas serão sequestrados, no meio do caminho, e desviados para investidores privilegiados envolvidos no esquema da chamada “Securitização de Créditos Públicos”.
ENTREGA DO FLUXO – A proposta de PEC divulgada pela Conjur em 4 de fevereiro de 2019 inclui dispositivo que contempla a entrega do fluxo da arrecadação tributária:
Art. 249…..
  • 4º A entidade gestora poderá ceder onerosamente os direitos originários de créditos tributários e não tributários inadimplidos, inscritos ou não em dívida ativa, bem como as receitas próprias geradas pelos impostos e os recursos provenientes de transferências constitucionais que forem aportados aos fundos previdenciários, não configurando dívida ou garantia para o ente federativo.
Portanto, só não vê quem não quer: o objetivo da contrarreforma da Previdência é empurrar trabalhadores para fundos financeiros de risco e aumentar o lucro dos bancos. Esse tem sido o caminho trilhado desde a Emenda 20/98, seguida da Emenda 41/2003, que buscam igualar as condições dos respectivos regimes – Geral e Próprio – nivelando por baixo e empurrando a privatização da Previdência para fundos privados (ou públicos de natureza privada, que dão no mesmo), na modalidade de contribuição definida, sem garantia alguma à classe trabalhadora, mas com garantia total de rendas e lucros para os bancos.

Deputados querem militares e servidores do judiciário inclusos na reforma da Previdência


por Jade Coelho
Deputados querem militares e servidores do judiciário inclusos na reforma da Previdência
Foto: Agência Brasil
A maioria dos deputados federais acredita que levando em conta o contexto político e econômico enfrentado no país este é o momento correto de levar a diante uma Reforma do Sistema Previdenciário, de acordo com um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas. 73% dos deputados concordaram e 24,6% discordaram, outros 2,4% não souberam opinar.

Entre as perguntas feitas aos deputados federais está a inclusão dos militares na reforma da Previdência. Neste quesito 83,1% são favoráveis, 13,2% contrários e 3,8% não opinaram. O levantamento questionou ainda se os deputados concordavam com a inclusão dos funcionários do Poder Judiciário na reforma, um total de 91,1% dos entrevistados responderam que são a favor, 5,5% contra e 3,4% não opinou.

Quanto a fixação de regras iguais para a aposentadoria independente do sexo, a maior parte dos deputados se mostrou contrária (67,7%). O total de parlamentares favoráveis foi de 27,6% e 4,7% não opinaram.

O instituto perguntou se os deputados eram a favor ou contra que homens e mulheres tenham idade mínima de 65 anos para se aposentar. Neste questionamento 71,4% responderam ser contrários, enquanto 21,2% se disseram favoráveis e 7,4% preferiram não opinar.

Ainda em relação a idade mínima adequada para que o trabalhador possa se aposentar, 35,6% dos deputados acreditam que a idade ideal é de 62 para mulheres e 65 para homens, e 17,8% defendem que a idade mínima seja de 57 anos para mulheres e 62 para homens. 30,1% dos parlamentares não são a favor da fixação de idade mínima para a aposentadoria e 16,5% não souberam opinar.

No que diz respeito a melhor maneira de implantação das novas regras da aposentadoria, 64,8% responderam que trabalhadores ativos deveriam ser afetados de acordo com o numero de anos que falta para a aposentadoria. O número de deputados que acreditam que trabalhadores ativos não deveria ser afetados pelas novas regras é de 21,3%. Entre aqueles que não opinaram o índice foi de 14%.

Os deputados responderam também a respeito da criação de um sistema único de Previdência, ou seja, onde todos os trabalhadores, dos setores público ou privado, militares ou oriundos do Poder Judiciário, fossem regidos sob as mesmas regras para se aposentarem. Nesse questionamento 61,1% disseram ser a favor, 20,2% contra e 18,8% não opinou.

Para este levantamento, o Instituto Paraná Pesquisas ouviu 233 parlamentares, entre os dias 11 e 14 de fevereiro. A amostra foi ponderada conforme a distribuição das cadeiras por partido na Câmara dos Deputados e por regiões brasileiras. O trabalho de levantamento de dados foi feito através de entrevistas pessoais ou telefônicas.
Bahia Notícias

Bebianno diz que Carlos Bolsonaro fez 'macumba psicológica na cabeça do pai'


por Guilherme Ferreira
Bebianno diz que Carlos Bolsonaro fez 'macumba psicológica na cabeça do pai'
Foto: Reprodução / YouTube
O ex-ministro Gustavo Bebianno atribuiu a Carlos Bolsonaro sua saída do governo federal. Em entrevista à rádio Jovem Pan concedida nesta terça-feira (19), ele afirmou que o filho do presidente Jair Bolsonaro fez uma "macumba psicológica na cabeça do pai".

Bebianno declarou que os atritos com Carlos Bolsonaro começaram ainda antes da eleição e se intensificaram durante o governo de transição. Ele disse que passou por um processo de fritura em público e criticou a postura do filho do presidente no caso.

"A minha indignação aqui é por ter servido como um soldado leal de todas as horas, disposto a matar ou a morrer, e no fim da linha ser crucificado, levar um tiro nas costas e ser taxado de tudo que há, simplesmente porque o senhor Carlos Bolsonaro fez uma macumba psicológica na cabeça do pai. Eu não posso admitir isso. Isso não é correto", reclamou o ex-ministro.

O ex-ministro admitiu que, quando se abre para conversar, Carlos "é uma pessoa muito doce". "Mas às vezes ele entra nesses altos e baixos e não se contém", pontuou. Bebianno, por outro lado, destacou que se sentiu mal com o processo que culminou com sua saída do governo federal.

"Houve, desnecessariamente, e eu prefiro não adjetivar, mas foi um processo que me causou muita dor e muita decepção, um sentimento de injustiça muito grande, ter sido fritado em público pelo filho do presidente. Isso não se faz, isso não é correto, isso não é humano", criticou.
Bahia Notícias

Prefeito de Sítio do Mato é condenado por não prestar contas de verbas federais


Prefeito de Sítio do Mato é condenado por não prestar contas de verbas federais
Foto: Reprodução / O Expresso
O prefeito do município de Sítio do Mato, Alfredo de Oliveira Magalhães (PDT), conhecido como Alfredinho, foi condenado por improbidade administrativa e teve seus direitos políticos suspensos por cinco anos por não prestar contas de verbas federais. Segundo a decisão, o gestor teve seus direitos políticos suspensos por cinco anos por se omitir do dever de prestar contas relativas ao repasse de verbas federais.

Além da suspensão dos direitos políticos por cinco anos, a Justiça ainda condenou o prefeito ao ressarcimento dos danos causados, em valor a ser apurado e corrigido monetariamente; ao pagamento de multa de dez vezes a remuneração recebida na época; e a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios e incentivos fiscais ou creditícios.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Alfredinho, na gestão de 2005-2008, firmou convênio com a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) e recebeu recursos para a implantação do sistema de abastecimento de água na zona rural (Itaicuru II). O prefeito deveria ter concluído as obras e prestado contas ainda nessa gestão, com prazo até 14 de dezembro de 2007. No entanto, as obras só foram concluídas quando Alfredinho retornou à prefeitura, no período de 2013-2016.
Bahia Notícias

Moro, senta aqui e vamos conversar: Caixa 2 é corrupção por Fernando Duarte


por Fernando Duarte
Moro, senta aqui e vamos conversar: Caixa 2 é corrupção
Foto: Luis Macedo/ Câmara dos Deputados
O ex-juiz Sérgio Moro mostra que, no breve tempo em que se afastou da magistratura, já conseguiu flexibilizar os conceitos que o alçaram à condição de herói nacional. Agora na condição de ministro da Justiça e Segurança Pública, Moro apresentou um pacote “anticrime” fatiado, separando o crime de Caixa 2 das medidas que endurecem o combate a corrupção. A desculpa não poderia ser mais pífia: “Caixa 2 é um crime grave, mas não tem a mesma gravidade que corrupção, que crime organizado e crimes violentos”.

Se o excelentíssimo senhor ministro acredita nisso, precisamos dar os parabéns. Afinal, não é todo dia que uma figura tão importante da República fala em público que acredita em duendes. Ou Moro esquece que o Caixa 2 foi o grande mote para os desvios de recursos da Petrobras que deveriam ter sido encerrados com a Operação Lava Jato? Aliás, boa parte do envolvimento de políticos na operação que levou o ex-juiz ao estrelato se deu por conta de Caixa 2. E agora isso é um crime “menos danoso” ao erário?

Pois bem. A legislação brasileira já é extremamente frágil para coibir o crime de Caixa 2. Até 2014, quando foi possível a doação empresarial, a coisa beirou um bacanal. Depois que o achaque ficou explícito demais, a minirreforma política resolveu impedir a doação de recursos por empresas, mas isso não garantiu que não houvesse recursos não contabilizados nas campanhas. E isso não se resume ao PT, PP e MDB, as três legendas mais citadas na Lava Jato. Incorrem também ao PSL, que ficou conhecido como partido do presidente da República, Jair Bolsonaro, e que está enfurnado em um escândalo de candidaturas laranjas femininas. As supostas doações em forma de mensagens em massa, por exemplo, seriam Caixa 2 e teriam sido decisivas nas eleições de 2018. Ah, mas esse crime é menor do que os outros, não é mesmo?

Lembremo-nos: se o crime de Caixa 2 existe, ele manteve o status quo de parte expressiva do Congresso Nacional e de chefes de Executivos espalhados por todo o Brasil. As listas da Odebrecht, da OAS, do Grupo JBS e de tantas outras grandes empresas envolvidas nos sucessivos escândalos de corrupção foram a ponta do iceberg desses processos. Que foram remetidos para a Justiça Eleitoral e arquivados por serem, de acordo com a lógica “moriana”, menores que ataques lesa-pátria.

Ao tratar Caixa 2 como “crime menor”, o governo mantém os políticos nas mesmas posições, muitas vezes como participantes de esquemas, e endossa a crítica de que existem diferenças entre o discurso e a prática do combate à corrupção. Isso serve para esquecer que os recursos pagos via doações não-contabilizadas resultam em menos impostos, em políticos que subjugam o interesse público, e em outras formas de corrupção.

Portanto, acho válido o pedido. Vamos sentar, ministro Sérgio Moro. Vamos conversar sobre essa afirmação de que Caixa 2 não tem a mesma gravidade que corrupção, que crime organizado e crimes violentos. O efeito em cadeia, tão amplamente defendido por vossa excelência na época da magistratura, não merece ser flexibilizado assim tão rápido. Desse jeito, o senhor vai fazer a população sentir saudade do tempo em que a linha dura de Curitiba era uma regra e não apenas o sentimento de nostalgia...

Este texto integra o comentário desta quarta-feira (20) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 12h30, e para as rádios Excelsior, Irecê Líder FM, Clube FM e RB FM.
Bahia Notícias

DEM se oferece para organizar base no Congresso e aprovar reformas


DEM se oferece para organizar base no Congresso e aprovar reformas
Foto: Divulgação
O DEM, partido do prefeito de Salvador, ACM Neto, está se oferecendo para organizar a base e viabilizar uma maioria para a votação da reforma da Previdência, segundo a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo.

De acordo com a publicação, presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, têm dado declarações minimizando os impactos da crise da saída de Gustavo Bebianno do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo a coluna, os presidentes das duas Casas querem que Bolsonaro garanta instrumentos para negociar com os partidos.

Bahia Notícias

Bolsonaro escolhe ex-ministro de Dilma para liderança do governo no Senado Da Agência Brasil: O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) foi escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para ser líder do governo no Senado Federal. O comunicado foi enviado à Casa no final da tarde de hoje (19). Bezerra Coelho ocupou a mesma função entre agosto e dezembro do ano passado, du...


DIARIODOCENTRODOMUNDO.COM.BR
Da Agência Brasil: O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) foi escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para ser líder do governo no Senado Federal. O comunicado foi enviado à Casa no final da tarde de hoje (19). Bezerra Coelho ocupou a mesma função entre agosto e dezembro do ano passado, du...

Preso comete suicídio dentro do Conjunto Penal de Paulo Afonso - Rádio RBN 93.5 Preso comete suicídio dentro do Conjunto Penal de Paulo Afonso Postado por Agência de Noticias da RBN//// ////Portal da RBN FM 93, 5 O Departamento de Jornalismo da RBN, foi informado durante que na manhã desta terça-feira (19), um detento tirou a própria vida dentro da Ala B do Conjunto Penal ...


RADIOBAHIANORDESTE.COM.BR
Preso comete suicídio dentro do Conjunto Penal de Paulo Afonso Postado por Agência de Noticias da RBN//// ////Portal da RBN FM 93, 5 O Departamento de Jornalismo da RBN, foi informado durante que na manhã desta terça-feira (19), um detento tirou a própria vida dentro da Ala B do Conjunto Penal ...

Uso de transporte escolar nas eleições, uso de paredão e propaganda em rádio




Nota da redação deste Blog -  Ontem recebi essas pautas de audiências onde o remetente escreveu." porque você não publica que dia 03/04 terão audiências eleitorais sobre  AIJE(AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL sobre uso de transporte  escolar nas eleições, uso de paredão e propaganda em rádio.
Caso sejam condenados podem pegar 3 anos de inegabilidade de cada AIJE mais 4 a 8 por improbidade".
Já estou cansado de dizer que este BLOG não tem lado político, a informação chegando e sendo verdadeira publico na hora, não adianta os fanáticos nem os puxa-sacos achar ruim ou querer fazer campanha contra, que a mim não quer dizer nada.
Quero até agradecer a esses canalhas que tentam denegrir a imagem e a credibilidade desse meio de comunicação, pelo simples fato de que quanto mais mentem e latem, mais a aprovação e a visitação aumenta.
A respeito dessas AIJE quero informar que trata-se de um andamento normal, não quer dizer que A ou B jáesteja condenado ou absolvido, apenas as denúncias estão sendo apuradas e nada mais.

Estadão mostra que Carlos Bolsonaro mantém aliados dentro do Planalto


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Ex-funcionários de Carlos Bolsonaro se tornaram assessores
Camila Turtelli, Julia Lindner e Anne Warth
Estadão
 Pivô da crise que derrubou do governo o ministro Gustavo Bebianno, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) comanda um grupo que atua nas redes sociais da Presidência da República. São pelo menos quatro aliados com acesso às contas pessoais do presidente Jair Bolsonaro, pai do parlamentar.
Seriam da cota de Carlos no Planalto, segundo ministros ouvidos pelo Estado, Tercio Arnaud Tomaz e José Matheus Sales Gomes, ambos ex-assessores do vereador na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Sem contar o primo Leonardo Rodrigues de Jesus, conhecido como Léo Índio. O Estadão mostrou que, mesmo sem cargo no Planalto, Léo já foi 58 vezes ao prédio, mais do que o próprio presidente da República.
CRIADOR DE CRISES – Com 893 mil seguidores no Twitter, Carlos esteve à frente da crise que tirou Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência. Ele usou a rede social para chamar o agora ex-ministro de mentiroso e divulgar mensagem de áudio do pai para corroborar seu ataque. Bebianno não foi seu único alvo.
Nos últimos dias, ministros civis e do núcleo militar aconselharam o presidente a exigir do filho que parasse de criar crises para o governo pelas redes sociais. O porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, desconversou nesta segunda-feira, 18, ao ser questionado sobre o assunto após anunciar a demissão de Bebianno.
A atuação da equipe tem despertado incômodo entre auxiliares e ministros que despacham no Planalto, a ponto de desafetos acusarem o grupo de comandar ataques virtuais contra opositores.
ASSESSORES ESPECIAIS – Tomaz e Gomes foram nomeados para o cargo de assessor especial da Presidência e recebem salário bruto de R$ 13 mil. Os dois ajudam Carlos a administrar as contas do presidente Bolsonaro nas redes sociais.
Tomaz também foi assessor de Bolsonaro na campanha presidencial. Ele administrava a página “Bolsonaro Opressor 2.0”, no Facebook, que foi alvo de representações na Justiça e era acusada de propagar discurso de ódio.
A chapa do presidenciável Ciro Gomes (PDT) chegou a pedir que Tomaz e Bolsonaro removessem um vídeo e recebessem uma multa, mas o pedido foi negado pelo ministro Luis Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
MAIS UM – O quarto aliado de Carlos Bolsonaro no Planalto é Filipe Martins, nomeado como assessor da Presidência para assuntos internacionais. Martins foi apadrinhado pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), mas é visto por auxiliares de Bolsonaro como integrante do grupo de Carlos. Na campanha eleitoral, atuou no núcleo ideológico que cercou Bolsonaro.
Em meio à crise política, envolvendo Carlos e Bebianno, Martins publicou no Twitter uma passagem da Bíblia para apoiar o vereador. “Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão”, escreveu.
POR DECRETO – Por meio de um decreto publicado no dia 3 de janeiro no Diário Oficial da União, Bolsonaro estabeleceu que suas contas pessoais no Twitter e no Facebook poderiam ser geridas por integrantes de sua Assessoria Especial. A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) ficou responsável pelas contas institucionais do governo, mas podendo atuar em conjunto com os assessores. Na eleição, Carlos comandou a estratégia de comunicação nas redes sociais.
Procurado, o Planalto não respondeu sobre as funções exercidas pelos assessores até a conclusão desta edição. Também não esclareceu a atuação de Carlos nas redes sociais do pai. Ao Estado, Tomaz disse que é o próprio Bolsonaro quem administra suas contas pessoais e que “auxiliar não é comandar”. Ele não respondeu sobre a participação de Carlos.

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Nunes Marques é sorteado para relatar recurso de Bolsonaro contra condenação no STF

Publicado em 12 de maio de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Defesa de Bolsonaro tenta derrubar pena de 27 anos M...

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