sexta-feira, fevereiro 15, 2019

Só o crescimento do consumo dos assalariados possibilitará a recuperação do país


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Charge do Allan Sieber (Arquivo Google)
Pedro do Coutto
A verdade é essa que está no título, uma afirmação simples sobre a realidade que pode levar à recuperação da economia brasileira. Uma simples constatação. Como dizia Santiago Dantas, não se deve ter medo de ser simples nas análises e nas conclusões. Vejam só os leitores que há três versões para a recuperação do desenvolvimento social e econômico brasileiro com base em três matérias nas edições de ontem do Valor, Folha de São Paulo e de O Globo.
No Valor, trata-se de reportagem de Arícia Martins; na Folha de São Paulo, a matéria foi de Bernardo Caran; e em O Globo o texto é assinado por Geralda Doca e João Sorima Neto.
VAMOS POR PARTES – A reportagem do Valor coloca em confronto, com base no ano de 2018, os avanços registrados no comércio e na indústria. No ano passado o comércio avançou 5,1%, mas a produção industrial cresceu apenas 1,1%. Assim, o assunto remete para o plano econômico como um todo.
Não faz sentido o comércio avançar se a produção industrial ficar estagnada. Este tema ainda comporta duas abordagens: primeiro, se a percentagem do comércio abrange ou não estoques armazenando produtos no exercício anterior. De outro lado, sentindo esta possibilidade a indústria, pode ter freado seu desempenho no sentido de assegurar os preços que lhe convêm.
Em todas as situações a origem do fenômeno é uma só: o poder aquisitivo da massa consumidora.
DESONERAÇÕES – Na Folha de São Paulo o texto publicado também ontem destaca opinião do ministro Paulo Guedes, que atacou os setores empresariais de que obtendo desonerações fiscais conseguiram quebrar o país. O ministro da Economia afirmou: “Todo mundo vem a Brasília pedir subsídios, dinheiro para isso, dinheiro para aquilo. Com isso quebraram o Brasil”
Na realidade, os governos Dilma Rousseff e Michel Temer, nas desonerações fiscais que concederam, atingiram a arrecadação tributária em 279 milhões de reais. Somente na área do INSS as isenções tributárias atingiram 54 bilhões de reais, de acordo com a reportagem de Idiana Tomazelli, O Estado de São Paulo da semana passada.
OUTRA VISÃO – Como se vê, as aposentadorias e pensões não contribuíram sozinhas para colocar no déficit. São também causadoras do déficit as isenções concedidas pelos governos anteriores aos setores empresariais.
Em O Globo de ontem, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que, sem reforma da Previdência, o país vai quebrar. A meu ver, as isenções tributárias são muito mais responsáveis pelo desequilíbrio fiscal do que os funcionários públicos e os trabalhadores regidos pela CLT.

Se depender da atuação de seus filhos, o governo de Bolsonaro será um fracasso


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Bolsonaro precisa pensar urgentemente em enquadrar a prole
Carlos Newton
Uma coisa é certa – jamais existiu um governante tão atrapalhado pelos filhos quanto Jair Bolsonaro. É uma crise atrás da outra. Os três se comportam como “príncipes-regentes”, sem perceberem que o Brasil é uma república. Os três se julgam no direito de interferir em tudo, de acompanhar com o presidente em viagem oficial (Eduardo, rumo a Davos) ou de entrar com o primo em reunião ministerial (Carlos, no Planalto).
E O MINISTÉRIO? – Bolsonaro foi eleito em meio a uma esperança enorme, mas já mostrou que tem muita dificuldade para conter os filhos, que influíram até na formação do Ministério. Aliás, cá entre nós, esse primeiro escalão é muito esquisito. Parece que os ministros foram escolhidos a dedo para que o governo não dê certo. É a impressão que está passando.
É claro que não se pode exigir que os ministros sejam trocados de uma hora para outra, porque essa inconstância depõe contra o governo. Mas há determinadas situações que estão chegando ao ponto de ruptura, como se dizia antigamente.
MORO, A EXCEÇÃO – O grande destaque do governo, até agora, é o ministro Sérgio Moro. Discreto, preparado, pró-ativo e seguro, ele já apresentou a primeira parte de seu plano contra a criminalidade. Em breve, virá o complemento. É claro que haverá resistência no Congresso Nacional, onde ainda há abundância de políticos corruptos.
A transformação do caixa 2 eleitoral em crime, como pretende o ministro Moro, não será aceita pacificamente, é claro. Mas o importante é que o ministro está fazendo a parte que lhe cabe nesse latifúndio legislativo.
Mas há outros ministros que deixam a desejar, como Paulo Guedes, chefe da equipe econômica, que há três meses está fugindo da Polícia Federal, para não depor sobre os vultosos prejuízos em investimentos que fez para fundos de pensão, aplicando os recursos em uma empresa presidida por ele mesmo, jogada tipo “batom na cueca”, como se diz na gíria policial.
OUTROS MINISTROS – Tem uma ministra, a já famosa Damares Alves, que conversou com Jesus na goiabeira, quando era menina e estava em sérios apuros. Ninguém sabe com que credenciais foi parar no primeiro escalão da República.
Na mesma situação está o chanceler Ernesto Araújo, indicado pelos três filhos e  que fez discurso de posse com trechos em grego e tupi-guarani, para bancar ser moderninho, mas todos já perceberam que se trata de um diplomata nada diplomático, digamos assim, que foi esvaziado e não manda mais nada no Itamaraty.
Há um ministro tão ignorante, chamado Ricardo Salles, que não sabe quem foi Chico Mendes e pensa que o líder ambientalista era grileiro de terras públicas, uma denúncia totalmente insana. E apareceu um membro do primeiro escalão, Salim Mattar, para elogiar a Vale e defender a empresa na tragédia de Brumadinho, vejam a que ponto chegamos.
CASO BEBIANNO – Existe também um ministro, chamado “Marcelo Álvaro Antônio” (cujo nome verdadeiro é Marcelo Henrique Teixeira Dias), envolvido com candidaturas-laranjas em Minas Gerais. Nesse mesmo esquema, complicou-se  outro ministro, Gustavo Bebianno, que era presidente do PSL, liberou recursos a pedido do Diretório pernambucano e agora está sendo crucificado por Bolsonaro pai e filho.
Bebianno diz que não fez nada de errado e não mentiu, porque se comunicou com Bolsonaro em mensagens no WhatsApp. Por isso, não pediu demissão e conta com a solidariedade do núcleo duro do Planalto, que já não aguenta mais as trapalhadas dos filhos de Bolsonaro, apelidados de os “Três Patetas”.
Aliás, com os filhos interferindo no governo, Bolsonaro nem precisa de inimigos.
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P.S 1 
– Já ia esquecendo. Outro destaque positivo do ministério é o general Santos Cruz, da Secretaria de Governo, realmente uma revelação. Aliás, os ministros militares são eficientes e preparados. Estamos aguardando o desempenho do almirante Bento Costa Lima Leite no ministério de Minas e Energia, um setor estratégico e que necessita ser tocado com espírito nacionalista.
P.S. 2 – Ia escrever hoje sobre a briga entre governo e a Igreja, mas fica para amanhã. O motivo do desentendimento é muito mais grave do que se pensa. (C.N.)

EUA têm longa história de intervenção em assuntos internos da Venezuela


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Charge do Alpino (Yahoo Brasil)
Shane QuinnGlobal Research
A Venezuela é dona de 1/5 de todas as reservas de petróleo conhecidas no planeta, equivalente às reservas somadas de Irã e Iraque, e deixa para trás, em segundo lugar, a Arábia Saudita. A obsessão dos EUA sobre a Venezuela explica-se, principalmente, pelos recursos quase sem fim da nação sul-americana. Se conseguirem substituir o presidente Nicolás Maduro, por qualquer figura simpática aos desejos imperiais dos EUA, os recursos naturais reunidos em território venezuelano dariam impulso considerável à hegemonia mundial dos EUA.
Uma Venezuela servil e rendida aos interesses comerciais dos empresários norte-americanos teria poder para conter o declínio da superpotência, que começa a ser rastreado em 1949, quando os EUA ‘perderam’ a China; dali em diante a erosão foi aprofundada ao longo de décadas, e aceleradapelas calamitosas intervenções no Afeganistão, Iraque e Síria.
EXPANSIONISMO – Os EUA sempre manifestaram ambições expansionistas ao longo dos últimos 196 anos, desde a Doutrina Monroe de 1823, batizada em homenagem ao então presidente e Pai Fundador James Monroe.
A Doutrina Monroe delineou a necessidade de desalojar das Américas o colonialismo europeu. Ao longo de gerações, os EUA promoveram incontáveis ações de intervenção em outros países. Foi o que aconteceu na Coreia, no Vietnã, no Iraque, na Líbia, na Guatemala, na Síria…
Essas informações históricas têm escapado sistematicamente do campo de visão dos ‘analistas’ midiáticos, que só fazem repetir o discurso do “tradicional papel de liderança global dos EUA” como se fosse – e não é! – “um paradigma a ser seguido”. E que seriam os russos que, desde 1945, só fazem tentar agredir a democracia norte-americana.
IMPERIALISMOS – Os EUA jamais estiveram sozinhos no desejo de submeter outros países à própria força, e sempre houve nações imperialistas que tentaram a mesma trilha. O que jamais se divulga é que cada vez mais os governantes das grandes potências partem à caça das riquezas naturais de outras nações. E cada vez menos se veem sinais, nos países mais fortes e mais ricos, de qualquer interesse em melhorar as condições de vida das massas que vivem nesses países ‘alvos’.
O primeiro ‘surto’ de ambição imperialista dos EUA aconteceu durante o governo do presidente James K. Polk em fevereiro de 1848 – quando os EUA completaram a ação de captura de metade do território do México, numa enorme invasão, mais conhecida sob o título de “Guerra EUA-México”.
Nessa anexação de território mexicano, os EUA tomaram conta de uma área equivalente a cinco vezes a Alemanha de hoje. O conflito durou quase dois anos e tem efeitos que se observam ainda hoje.
MAIOR QUE A ÍNDIA – Antes de meados da década dos 1840s, o México era país de território maior que a Índia; depois da invasão dos EUA, o México teve arrancados os territórios que hoje se conhecem como Califórnia, Texas, Nevada, Utah, Colorado etc.
O general Ulysses S. Grant, presidente dos EUA, descreveu o ataque ao México como “a guerra mais perversa da história”, e admitiu: “Não tínhamos qualquer direito sobre o México”. A vitória dos EUA permitiu-lhes assumir o controle sobre áreas em que se plantava algodão, mercadoria tão valiosa no século 19 quanto o petróleo hoje.
O presidente dos EUA que antecedeu Grant, John Tyler (governou de 1841 a 1845), teve papel significativo no ataque ao México, e disse que o controle sobre as plantações de algodão garantiria aos EUA “influência sobre os negócios mundiais muito maior do que se poderia esperar de exércitos, por poderosos que sejam… Duvido que a Grã-Bretanha consiga evitar a convulsão social”.
E NO PACÍFICO… – A milhares de quilômetros dali, no Pacífico Ocidental, à altura de 1902, os EUA já haviam consumado a conquista das Filipinas, numa invasão sangrenta inspirada por puro oportunismo. Pôr um pé nas ilhas Filipinas garantiu aos EUA uma muito cobiçada base de operações no maior oceano do planeta. E ampliou o poder e o prestígio dos EUA, ao mesmo tempo em que aplicava mais um golpe contra o colonialismo espanhol, que subjugara as Filipinas mais de 300 anos antes.
Já na era pós-1945, os EUA intervieram em vários países, derrubando governos eleitos e impondo ditaduras militares sempre que lhes parecesse necessário, do Brasil e Argentina a Guatemala e Chile. A estratégia preferida sempre foi apoiar algum ditador disponível no momento, que (os EUA sempre contam com total subserviência) faria exatamente o que o mandassem fazer; e descartar qualquer líder democraticamente eleito, no qual ninguém podia confiar que, de repente, não tentaria trabalhar a favor dos próprios eleitores.
NA VENEZUELA – Atualmente, o colosso do norte está mais uma apertando o cerco à Venezuela. Trump discursou sobre sua admiração pelo “corajoso” povo venezuelano que teria, segundo ele, “exigido liberdade e estado de direito”.
Mas deve-se pôr de lado as aspirações de Trump por “liberdade e estado de direito”, diante do apoio incondicionado que dá à Arábia Saudita, monarquia governada por monarcas autoritários e sanguinários.
No caso da Venezuela, além de estar pousada sobre um oceano de petróleo, também guarda no seu território a oitava maior reserva de gás do planeta. Além dos depósitos de petróleo de xisto (só menores que os canadenses), tem betume e petróleo extrapesado e minas de ferro e de carvão.
ATRÁS DO PETRÓLEO – O envolvimento norte-americano na Venezuela começou pouco antes da Primeira Guerra Mundial, quando se descobriram gigantescos depósitos de petróleo No país. O general Juan Vincente Gómez, ditador brutal que governaria a Venezuela até 1935, permitiu que empresas norte-americanas, dentre as quais a Standard Oil (hoje, ExxonMobil) redigissem partes da lei venezuelana para o petróleo.
À altura de 1940, a Venezuela já era o terceiro país maior produtor de petróleo do mundo, apenas um pouco atrás da URSS. Durante a 2ª Guerra Mundial, a Venezuela foi fator crucialmente importante para a indústria da guerra dos EUA e da Grã-Bretanha, que se contrapuseram às tentativas de Hitler para implantar uma cabeça de ponte em território venezuelano, onde residiam mais de 4 mil cidadãos de nacionalidade alemã.
OUTRO DITADOR – Por uma década a partir do final dos anos 1940s, Washington apoiou outro ditador venezuelano, o general Marcos Pérez Jiménez. Foi dos ditadores mais sanguinários em toda a América Latina, com longo currículo de torturar e fazer desaparecer oponentes políticos.
Sem se deixar incomodar pelos chocantes ataques do ditador Jimenez contra os direitos humanos, o presidente Dwight D. Eisenhower dos EUA condecorou-o, em fevereiro de 1955, com a Medalha da Legião de Honra, por “destacados serviços prestados ao governo dos EUA. No início de 1958, Jimenez fugiu para os EUA, depois de ter sido derrubado por forças que tentavam alguma coisa que mais se assemelhasse à democracia, para a Venezuela.
ERROS DE CHÁVEZ – Nos recentes 20 anos, depois que chegaram ao poder governantes de esquerda – Hugo Chávez em 1999, e Maduro em 2013, a influência dos EUA sobre o estado venezuelano foi duramente reduzida. Chávez e depois Maduro cometeram erros – o principal dos quais foi não ter diversificado a economia nacional, afastando o país da dependência absoluta da renda do petróleo.
Hoje já se sabe que o petróleo com certeza deve permanecer onde sempre esteve: no subsolo. A longa exploração teve e continua a ter papel decisivo no aumento global das emissões de carbono. O uso de combustíveis fósseis é insustentável como solução para o futuro.

quinta-feira, fevereiro 14, 2019

“Não será bom Bebianno sair assim, acho que se sustenta, gosto dele”, diz Mourão


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Mourão argumenta que se deve aguardar a investigação da PF
Andréia SadiG1 Política
O vice-presidente Hamilton Mourão saiu em defesa do ministro Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência) em conversa com o blog. Na avaliação dele, Bebianno se sustentará no cargo. Mourão disse que acha que não seria bom o ministro “sair assim” do governo.
“Ele sempre foi muito respeitoso comigo, e gosto dele. Acho que ele se sustenta, não será boa a saída dele assim, vamos com calma”, afirmou o vice-presidente.
No último domingo (10), reportagem do jornal “Folha de S.Paulo” informou que no ano passado, durante a campanha eleitoral, Bebianno, então presidente do PSL, liberou R$ 400 mil de dinheiro do fundo partidário para uma candidata “laranja” de Pernambuco, que concorreu a uma vaga de deputada federal e recebeu 274 votos.
PF EM AÇÃO – Mourão disse que a questão envolvendo os repasses do PSL precisa ser investigada pela PF – mas que, “até lá”, Bebianno está na mesma situação do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, também do PSL. De acordo com reportagem da “Folha”, este ministro foi responsável por repasses a candidaturas supostamente “laranjas” em Minas Gerais.
“Precisa investigar a questão do PSL? Lógico! Até lá, [Bebianno] está no mesmo pacote do ministro do Turismo. Não é assim. Ele sempre foi leal’, completou Mourão.
O vice-presidente disse que conversou por Whatsapp com Bebianno durante a madrugada. “Ele estava aflito, acalmei-o, cabeça fria no corpo quente”. Perguntado sobre o que achava das mensagens publicadas nas redes sociais por Carlos Bolsonaro, que geraram a crise, Mourão disse que “emissários foram escalados” para conversar com o filho do presidente.

‘Não se dá um tiro na nuca do seu próprio soldado’, diz Bebianno a interlocutores


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Bebianno alega que nada fez de errado e não pedirá demissão
Gerson CamarottiG1 Política
Em conversas com interlocutores, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, tem demonstrado forte mágoa com todo o episódio de fritura a que está sendo submetido pelo presidente Jair Bolsonaro e seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro. “Não se dá um tiro na nuca do seu próprio soldado. É preciso ter um mínimo de consideração com quem esteve ao lado dele o tempo todo”, desabafou Bebiano em uma conversa.
Segundo esses relatos, Bebianno está impressionado com o fato de o presidente dar muito apoio aos argumentos do filho nesse episódio, e deixá-lo de lado no caso.
DESGASTE – “Não vou sair escorraçado pela porta dos fundos”, relatou o ministro a colegas, em uma demonstração de que, se Bolsonaro quiser demiti-lo, terá que assumir o desgaste público de ter que mandar o auxiliar embora com pouco mais de um mês de governo.
Segundo ele, se Bolsonaro quisesse tirá-lo do cargo, deveria ter construído uma saída elegante, sem o desgaste na mídia. Ele ressaltou que não pretende pedir demissão.
A esses interlocutores, Bebianno disse que manteve sim contato com o presidente durante o período de internação de Bolsonaro, e que isso está registrado não só nas mensagens enviadas em seu celular, mas também nas mensagens recebidas por ele.
“DIFERENCIADO” – Ele também demonstra surpresa por ter tratamento diferenciado quando caso semelhante foi registrado em Minas Gerais, envolvendo o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.
Gustavo Bebianno foi um dos coordenadores da campanha eleitoral do presidente. Ele presidiu o PSL, partido de Bolsonaro, no ano passado e durante toda a campanha. Deixou o posto depois de ter sido nomeado ministro da Secretaria de Governo.
No último domingo, reportagem do jornal “Folha de S.Paulo” informou que Bebianno liberou R$ 400 mil de dinheiro público, do fundo partidário, para uma candidata “laranja” de Pernambuco, que concorreu a uma vaga de deputada federal e recebeu 274 votos. A “Folha” também noticiou caso semelhante envolvendo o ministro do Turismo.
ARGUMENTO – O ministro também ressalta a interlocutores que o PSL nacional não cuida de candidaturas estaduais, mas que mesmo assim acha estranho a hipótese de o atual presidente da sigla, Luciano Bivar, ter feito algo de irregular.
Lembrou para um colega que quando assumiu o partido, no início do ano passado, havia acúmulo de verbas do fundo partidário, no caixa do PSL Mulher e na convenção do partido, e que, por isso, acha improvável que Bivar quisesse desviar dinheiro do partido. Ele alega ainda que Bivar tem boa condição financeira.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Essa estratégia de defender Bivar é errada e não vai dar resultado. O caso da verba eleitoral é claríssimo. Quem pediu os recursos foi o Diretório pernambucano, o então presidente Bebianno apenas liberou. É por isso que Bebiano não se sente culpado e não pedirá demissão. Na verdade, os filhos de Bolsonaro não gostam de Bebianno e querem fritá-lo, porque ele não aceita a interferência deles no governo, e está com toda a razão. Os três “príncipes-regentes” precisam se recolher às próprias insignificâncias. Bebianno é um advogado de renome e está sendo atacado injustamente. (C.N.)

Nova baixa na administração municipal.

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Um funcionário do alto escalão da Prefeitura Municipal de Jeremoabo ligou para o meu Celular e as primeiras palavras foram: " MAIS UM QUE SABE NADAR, QUE PULOU DA CANOA FURADA".
De início fiquei sem entender de que se tratava, já que estava  degustando o saber de um  'CASILLERO DEL DIABLO", CURTINDO UM SOM, e alheio a qualquer assunto de politicagem.
Mas, dando continuidade a conversa, e em atenção ao cidadão que quis prestigiar nosso Blog fornecendo notícias bombas, escutei toda narração do ocorrido.
Segundo ele, a Secretária do Meio Ambiente pediu demissão e já saltou fora, aliás, o que para mim não foi novidade, pois há mais de mês que esse acontecimento já era esperado.
Mesmo sendo informação de um alto funcionário da prefeitura, essa notícia é OFICIOSA, já que tentei mas não conseguir entrar em contato com a senhora Das Dores.

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