Bandeira de Mello abre a boca para defender o que é indefensável
Felipe Moura Brasil Veja ### NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Enviado pelo comentarista
Moacir Pimentel, o oportuno artigo mostra quem é o vexaminoso
contorcionista jurídico Celso Bandeira de Mello, um dos advogados que
defendem Lula, Dilma & Cia. Agora, os ministros do Supremo vão
decidir o que está valendo – o posicionamento do “jurista” de ontem ou o
de hoje, sem poder adivinhar qual será o de amanhã. (C.N.)
Claudio Lamachia, da OAB, apresenta o pedido na segunda-feira
Gustavo Aguiar e Daniel Carvalho Estadão ### NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O impeachment é
julgamento político, não se trata de processo meramente judicial.
Algumas provas podem até não valer, como a delação de Delcídio, mas os
parlamentares acabam levando em consideração. Esta é a grande diferença.(C.N.)
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Há tanta notícia para publicar aqui na Tribuna da Internet
que havíamos decidido desconhecer este assunto, que não tem
importância, é apenas curioso. Mas resolvemos postar esta reportagem da
Folha, como homenagem aos diplomatas que estão no exterior e leem
diariamente nosso blog, em busca de informações independentes e livres. O
pessoal do Itamaraty é uma categoria profissional altamente bem
informada. Eles levaram na gozação estes comunicados do ensandecido
ministro, cuja carreira acabou de acabar. Hoje, a Tribuna da Internet
está sendo lida em 49 países, não é nenhuma façanha, nosso recorde é
bem maior. Nos Estados Unidos, sempre a maior praça no exterior, até o
momento em que escrevemos esta nota, às 22h45m, já tivemos 1.949
leitores. Vamos fechar esta quarta-feira, véspera de feriado, com mais
de 2 mil acessos diretos no exterior. Nada mal, não é mesmo?(C.N.)
Atacado por Zavascki e Marco Aurélio, Moro segue em frente
Leandro Colon, Aguirre Talento, Gabriel Mascarenhas e Márcio Falcão Folha ### NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Atacado implacavelmente
no Supremo pelos ministros Teori Zavascki e Marco Aurélio Mello, o juiz
federal Sérgio Moro prossegue de forma inabalável sua caça aos
corruptos. Levou um duro golpe, mas assimilou bem e está indo em frente,
com apoio incondicional da grande maioria dos brasileiros, conforme as
pesquisas indicam. (C.N.)
Marcelo Odebrecht aguarda que sua delação seja aceita
Fausto Macedo, Julia Affonso e Ricardo Brandt Estadão
### NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A nota está se referindo
apenas ao presidente Marcelo Odebrecht, que se relacionava direto com o
alto escalão da República. A presidente Dilma Rousseff inclusive fez
pressão para libertá-lo, segundo o minucioso depoimento do senador
Delcídio Amaral. Quanto a Odebrecht, a delação premiada já começou,
através da secretária do “Departamento de Propinas” e do presidente de
uma das subsidiárias, que estão fazendo revelações sensacionais. Em
tradução simultânea, esta nota oficial revela apenas que, para aceitar a
delação premiada específica de Marcelo Odebrecht, o Ministério Público
Federal exige que ele realmente conte tudo o que ele sabe sobre Lula,
Dilma e outros destaques da política.(C.N.)
Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura
sobre
Reinaldo Azevedo, jornalista, escreve este blog desde
2006. É autor dos livros “Contra o Consenso” (Barracuda), “O País dos
Petralhas I e II”, “Máximas de Um País Mínimo — os três pela Editora
Record — e “Objeções de um Rottweiler Amoroso” (Três Estrelas).
A
ministra ponderou que, caso haja algum desacordo com os procedimentos
judiciais na Lava Jato ou no STF, "nada impede que se continue a haver
recursos"
Em
um dos polêmicos grampos da operação "lava jato", o ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva diz ao senador Lindbergh Farias (PT-RJ) que as
delações premiadas dos executivos da Andrade Gutierrez serão “uma farsa,
uma mentira” se não citarem o PSDB. A reclamação de Lula, no entanto,
não tem fundamento legal. Quem escolhe cooperar com as investigações não
precisa contar tudo o que sabe sobre crimes. O colaborador só é
obrigado a não mentir nem omitir informações relacionadas aos fatos que
havia prometido revelar. Leia mais aqui http://bit.ly/1MmSL0s
Por Severino Motta - radar/veja - 23/03/2016 - 21:11:55
A OAB enviou um ofício à Procuradoria-Geral da República pedindo
informações sobre a situação funcional de Eugênio Aragão, que se
licenciou do Ministério Público Federal para assumir o Ministério da
Justiça. Leia mais
Levantamento realizado por grupo a favor da deposição mostra
que o cenário no Congresso não está favorável para a presidente.
Indecisos têm definido voto contra o governo, diz Mapa do Impeachment
Editorial da The Economist menciona que chegou a “hora
de ir” para a presidente da República, e afirma que a saída de Dilma
“ofereceria ao Brasil a oportunidade de um novo começo”
Senador lembra que órgão foi criado para “tomar
providências” sobre extrapolação de atribuições por parte de
magistrados, e aponta agravamento da crise político-institucional a
partir da ingerência de um poder sobre outro
*(artigo publicado em 22/12/2015, hoje mais atual do que nunca)*
*C*álculos mesquinhos e falta de grandeza de parte a parte deverão causar
sofrimentos terríveis ao povo brasileiro em 2016 e sabe-se lá até mais
quando.
De um lado temos um governo totalmente sem propostas, semeando ilusões como
a de que ainda se possa fazer ajuste fiscal sem grandes sacrifícios, quando
até as pedras da rua sabem que eles serão imensos e resta decidirmos quem
pagará a parte maior da conta, se os explorados e excluídos ou os
exploradores e parasitas. Joaquim Levy ia na primeira direção e nada do que
fo... mais »
*Concordo plenamente com o artigo desta 5ª feira (24/03) do veteraníssimo
colunista Clóvis Rossi, Nova eleição, única saída... até porque ele repete
a mesmíssima posição que eu defendi três meses atrás, em 22/12/2015: A
única proposta capaz de unir o povo brasileiro: uma nova eleição! (vide
aqui). *
*Não que eu esteja cobrando direitos autorais, ou coisa do gênero. Mas,
como qualquer ser humano, ficou um pouco frustrado por estar sempre
apontando caminhos que outros só vêm a trilhar certo tempo depois, sem
nunca me darem o crédito devido. Perceber antes os cenários que
prevalecerã... mais »
Fala
de Dilma Rousseff sobre "tentativa sistemática de golpe" é rebatida por
ministros do STF, que afirmam que impeachment não é golpe, está
previsto na lei e deve seguir o que está na Constituição. #JornalDaManhã
Nome
mais conhecido da operação italiana que inspirou a Lava Jato afirma em
entrevista à BBC Brasil que juízes brasileiros não devem ser impedidos
de realizar seu trabalho ''como aconteceu na Itália''.
Membro
da ala pró-impeachment, o deputado federal Osmar Terra afirma que,
dentre esses 72 votos, há diretórios que devem votar unanimemente pela
saída do governo
A
revelação das tabelas da Odebrecht com pagamentos a partidos e
políticos identificados com codinomes jogou luz sobre "Proximus",
personagem até…
veja.abril.com.br
quarta-feira, março 23, 2016
Reprodução
Planilhas da Odebrecht citam mais de 200 políticos e valores recebidos
O documento veio a público nesta
terça-feira (23/3) e foi apreendido na 23ª fase da operação Lava Jato.
Entre os parlamentares citados, estão Aécio Neves, Humberto Costa e
Eduardo Campos. Os apelidos são hilários
Sérgio Moro, responsável pela operação Lava Jato, tornou públicos nesta terça-feira (22/3) alguns dos documentos apreendidos
pela Polícia Federal (PF) na 23ª fase da operação, batizada de Acarajé.
Lá estão listados possíveis repasses da Odebrecht para mais de 200
políticos distribuídos, por 18 partidos políticos diferentes. As
informações são do blog do Fernando Rodrigues, do portal UOL.
Reprodução
Entre os nomes citados, há políticos da base governista e da
oposição. Aécio Neves (PSDB), Romero Jucá (PMDB), Eduardo Campos (PSB),
morto em 2014, e Humberto Costa (PT) estão entre eles. Os codinomes
dados aos supostos beneficiados chamam a atenção. Jaques Wagner é o
Passivo, Renan Calheiros é o Atleta, Lindbergh Farias é o Lindinho,
Eduardo Cunha é Carangueijo, Manuela D’Ávila é Avião, Jarbas Vasconcelos
Júnior é Viagra.
Os
documentos estavam em posse de Benedicto Barbosa Silva Júnior,
presidente da Odebrecht Infraestrutura, uma das empresas investigadas na
Lava Jato. Entre os papéis, estão planilhas que listam,
com riqueza de detalhes, nomes de políticos e valores de possíveis
propinas. Os papeis ainda estão em investigação e, portanto, não devem
ser considerados como prova de crime por enquanto.
Boa parte da documentação diz respeito à campanha eleitoral de 2012,
momento em que foram eleitos prefeitos e vereadores. As informações
encontradas no Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE), do
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não correspondem às contas
apresentadas nas tabelas.