Laerte Braga
Torcedores de futebol costumam cismar com determinados jogadores e atribuir-lhes um papel que não têm, transformando-os em ídolos sem que se consiga perceber a razão consciente disso. É o caso de Obina no Flamengo, de Tartá no Fluminense, como foi o caso do jogador Fio que Jorge Ben Jor um dia chamou de maravilha e acabou trazendo-lhe uma baita dor de cabeça. Fio acreditou que fosse maravilha mesmo.
Foi para os Estados Unidos, onde em matéria de futebol quem tem um olho é rei e terminou entregador de pizzas, por sinal profissão rentável por lá.
Delivery. Entrega.
O deputado Paulo Renato, ex-ministro da Educação do governo de Fernando Henrique Cardoso é um dos mais importantes entregadores do esquema tucano. Ocupa hoje a Secretaria da Educação do governo de São Paulo José Serra e sua missão é exatamente privatizar as universidades estaduais. Vale dizer, o serviço de delivery.
Paulo Renato, como todo o comando tucano, agitado com a perspectiva de voltar ao poder em 2010, começou também a pensar o processo de entrega da PETROBRAS. A CPI da PETROBRAS é o primeiro passo para a retomada do processo de privatização caso consigam eleger Serra ou Aécio para a presidência da República.
O deputado e secretário considera que há uma ilegalidade na permanência da PETROBRAS como estatal e nos supostos privilégios que dispõe se levarmos em conta o mercado e as empresas privadas do setor. O deputado afirma que a PETROBRAS ofende o plano nacional de desestatização.
Cínico e sem o menor respeito por nada que não seja ele próprio e sua conta bancária o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chegou à época, em seu governo, cogitar da mudança do nome da empresa para PETROBRAX, dissociando sua imagem de petróleo do Brasil para universalizá-la e vendeu 13% de suas ações na Bolsa de Valores de New York, a célebre Wall Street.
A delivery só não se consumou com por conta da reação popular. Foi no governo de FHC que o monopólio estatal do petróleo foi extinto, no ápice de um processo que começou no governo Geisel Mário Henrique Simonsen com os chamados contratos de risco. E foi FHC que baixou o decreto permitindo à empresa celebrar contratos sem licitação em determinadas circunstâncias, visando agilizar e compatibilizar a PETROBRAS com as regras do mercado.
Uma das formas usadas pelos tucanos para consumar o processo de entrega do País ao capital estrangeiro, acelerar sua transformação em colônia de Wall Street, banqueiros, etc, é o controle da mídia, dos meios de informação.
A palavra monopólio transformou-se em sinônimo de maldição, de atraso. A entronização do deus mercado sinalizou no caminho de novos tempos, segundo FHC, mais dinheiro para a saúde, educação, etc, etc. Ficou tudo um caos. Privatizado. Investir no SUS, segundo o ex-presidente é cuidar da hipocondria dos brasileiros. O negócio é investir em planos privados de saúde.
Qual é a cara dos EUA? São muitas. Desde empresas falidas como a GM, a FORD, a CHRYSLER, até a casa de sanduíches McDonalds. Como a cara da França é o Louvre, mas é a Citroen empresa associada a grupos de Israel e a cara da Inglaterra é o Big Ben, a rainha, ou o Rolls Royce, embora James Bond nos últimos filmes estivesse pilotando milagrosos BMW.
Com a entrega da VALE cortou seus investimentos em 37%, está transferindo sua sede para a Suíça e teve dez vezes mais em lucro o que os caras pagaram para comprar do setor de telefonia, de energia, toda a farra privatista de FHC, sobraram PETROBRAS, BANCO DO BRASIL, CAIXA ECONÔMICA FEDERAL e BANCO NACIONAL DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL (BNDES).
O filé num mercado ávido de fontes de energia é o petróleo.
A PETROBRAS é uma das poucas caras que o Brasil tem como nação soberana e senhora dos seus destinos.
José Serra está com a camionete à porta pronta para a entrega aos compradores caso venha a ser o próximo presidente. Ele, ou Aécio Neves.
A CPI é um atalho na tentativa de desmoralizar a empresa, de criar a sensação que precisamos entrar no século XXII já no início do século XXI e marchar impávidos para a condição de norte-americanos de segunda categoria.
Como dizia a canção do Subdesenvolvido. Você pensa como americano, mas não vive como americano, não come como americano.
Tucanos não têm escrúpulos. Nem eles e nem seus aliados DEMocratas. São corruptos e venais na genética. Agora mesmo, logo após o escândalo das diretorias no Senado, dos cargos de confiança a filha de FHC morando em São Paulo e trabalhando em Brasília com direito a horas extras no gabinete de Heráclito Fortes , das passagens, do castelo do sonegador e torturador Edmar Moreira, sabe-se que o senador Efraim Araújo construiu uma casa de praia e ocupou boa parte de um terreno público na obra. Está tendo que explicar à Justiça.
Toda essa intrincada rede de corrupção é apenas conseqüência do projeto maior. O da entrega. É preciso ter esse tipo de gente no bolso e é isso que fazem. Os restos do banquete aos Efraims da vida. O grosso para eles e o Brasil para as grandes empresas falidas na esteira da sonegação, da farsa do mercado movido a dinheiro público.
É por aí que os tucanos andam. É esse o caminho da entrega. Não é por outra que nesses grandes golpes do tucanato são escalados jogadores do primeiro time como o pilantra Tasso Jereissati, ou o responsável pela privatização e mediocrização do ensino superior Paulo Renato.
E todo o processo montado desde a aposta em Collor e concretizada no Collor II, FHC.
A PETROBRAS é hoje uma das maiores empresas petrolíferas do mundo. Dispõe de tecnologias desenvolvidas a partir de técnicos brasileiros é objeto de cobiça de empresas e países outros. As descobertas das reservas petrolíferas do chamado pré-sal aumentaram essa cobiça dos estrangeiros sobre a empresa.
Aos tucanos está conferido o papel e o emprego de entregadores. São como corretores do negócio. A CPI cumpre essa finalidade. Tentar criar uma rede de mentiras e farsas que envolva a cidadão comum Miriam Leitão está aí a soldo deles para isso, vender mentiras e transforme, mais uma vez, o Brasil num país sem cara. Um México da vida, grande depósito de lixo dos EUA.
Todo esse esquema se assemelha àqueles filmes de terror em que plantas que devoram seres humanos vão deitando raízes por todos os cantos e trazendo desde pigmeus DEMocratas a monstros tucanos. Raízes que controlam significativa parte do Judiciário. Os juízes, desembargadores e ministros que freqüentam os resorts em congressos financiados pela FEBRABAN FEDERAÇÃO BRASILEIRA DOS BANCOS . No Legislativo, onde espalham o veneno são raízes traiçoeiras e venenosas a despeito de buscarem mostrar flores perfumadas e coloridas em deputados e senadores padrão Jereissati, Artur Virgílio, Heráclito Fortes, Efraim Araújo, ou em governadores como Serra, Aécio, Yeda Crusius, enfim, toda a podridão imaginável e inimaginável no simples papel que de delivery de um País, uma Nação inteira.
O controle da mídia é simples. Remuneram jornalistas venais, redes de tevê, jornais, revistas e rádios com fortes verbas publicitárias. Caso do contrato de Serra com A editora ABRIL, que edita VEJA, ou com Gilmar Mendes, presidente da STF DANTAS INCORPORATION LTD empregando em suas faculdades jornalistas globais, falo de Heraldo Pereira, um dos âncoras de tele jornais da GLOBO. É funcionário do esquema. Aparece na tevê com cara de sério e informando verdades do patrão.
Por trás de toda essa manobra para a CPI da PETROBRAS o que existe é só isso. Os caminhos da entrega do Brasil, da transformação do País em colônia de um modelo falido. São os caminhos tucanos, os caminhos por onde andam os tucanos.
domingo, maio 24, 2009
Faça o que mando e não o que faço.
Prefeito de Santa Brígida compra hotel com "duas laranjas"
"Teles, se engraçou do hotel, e queria a todo custo comprá-lo, e na surdina, começou a conspirar para realizar seu sonho, passando por cima da lei e de todos...
"RedaçãoAntônio França
O prefeito de Santa Brígida, padre Teles, mais uma vez, está metido ate a cabeça com atos de corrupção com o dinheiro publico. Tente entender a transação que ele fez pra comprar um hotel em Santa Brígida. O Hotel São Gabriel, era de propriedade do Conselheiro Pedro Batista, que o usava para hospedar autoridades, e ele mesmo dispunha de um quarto, para servir de abrigo quando os seus romeiros percebiam alguma ameaça contra ele, escondendo-o por lá, até que as coisas se acalmassem. Antes mesmo da morte do Beato Pedro Batista, em 11/11/1967, a posse do hotel já era de um romeiro seu, com toda documentação legalizada para tanto, naquela época, já lá vão mais de 50 anos.
Ocorre que o prefeito padre Teles, se engraçou do hotel, e queria a todo custo comprá-lo, e na surdina, começou a conspirar para realizar seu sonho, passando por cima da lei e de todos para concretizar esse feito, senão vejamos:
Conforme Certidão de Inteiro Teor do Cartório de Imóveis e Hipotecas e Títulos, Documentos e Pessoas Jurídicas da Comarca de Paulo Afonso, foi dito o seguinte: O Hotel São Gabriel, hoje chamado Pousada Audálio, situa-se na Praça Pedro Batista-
centro - Santa Brígida - BA., tem uma área total de 298,41 m², encontrando-se na área descrita um imóvel constando: 05 salas, 11 quartos, 01 cozinha, 03 WC e uma área de serviço.
No dia 10/02/2006 o Sr. José Francisco dos Santos Teles, apresentou o Município de Santa Brígida, como proprietário do retro citado hotel, e vendeu a sua empregada doméstica, Sra. Rosa Pereira de Araújo, pelo valor de R$ 1.313,00 (Um mil trezentos
e treze reais) que inclusive reside na mesma casa com ele, e é sua cozinheira até a presente data, sendo ato contínuo, isto é, no dia 21/03/2006, 41 dias depois, o prefeito padre Teles, comprou a sua cozinheira, o mesmo imóvel pelo valor de R$ 28.000,00 (Vinte e Oito Mil Reais).
No dia 16/04/2007 ele o vendeu a sua tesoureira municipal, Sra. Maria do Socorro dos Anjos, que detém o cargo de confiança de tesoureira da prefeitura municipal até a presente data, pelo valor de R$ 40.248,90 (Quarenta Mil, Duzentos e Quarenta e Oito
Reais e Noventa Centavos). Três equívocos, duas laranjas, o primeiro ato da venda do hotel, já foi um grande erro, pois ele não pertencia ao município, pelo fato do dono anterior, senhor Audálio, ter falecido, e acredito em cumplicidade com os herdeiros e para fugirem de inventário, então ele apresentou na escritura de venda como se só existisse o terreno, pura mentira, pois existia o imóvel construído, só que para se vender o terreno, a prefeitura não necessita de autorização legislativa, quando se trata de imóveis e outros bens só com a votação daquela colenda Casa.
Essa tramóia já foi denunciada ao Ministério Público da Comarca de Paulo Afonso, já há algum tempo, cerca de um ano, mas pelo meu conhecimento, até o momento sem nenhuma decisão daquele órgão.
Por Antônio França (www.fmne.com.br/noticias)
Fonte: Ozildo Alves.
Nossos Comentários:
Santa Brigida já foi Munícipio de Jeremoabo, então nada mais certo do que: "os filhos imitam os pais, naquilo que eles têm de bom e de mau."
Então quem afirma o contrário se o atual prefeito de Santa Brígida não está se espelhando no tista de deda, prefeito de Jeremoabo PhD em trambicagem com o erário público.
"Teles, se engraçou do hotel, e queria a todo custo comprá-lo, e na surdina, começou a conspirar para realizar seu sonho, passando por cima da lei e de todos...
"RedaçãoAntônio França
O prefeito de Santa Brígida, padre Teles, mais uma vez, está metido ate a cabeça com atos de corrupção com o dinheiro publico. Tente entender a transação que ele fez pra comprar um hotel em Santa Brígida. O Hotel São Gabriel, era de propriedade do Conselheiro Pedro Batista, que o usava para hospedar autoridades, e ele mesmo dispunha de um quarto, para servir de abrigo quando os seus romeiros percebiam alguma ameaça contra ele, escondendo-o por lá, até que as coisas se acalmassem. Antes mesmo da morte do Beato Pedro Batista, em 11/11/1967, a posse do hotel já era de um romeiro seu, com toda documentação legalizada para tanto, naquela época, já lá vão mais de 50 anos.
Ocorre que o prefeito padre Teles, se engraçou do hotel, e queria a todo custo comprá-lo, e na surdina, começou a conspirar para realizar seu sonho, passando por cima da lei e de todos para concretizar esse feito, senão vejamos:
Conforme Certidão de Inteiro Teor do Cartório de Imóveis e Hipotecas e Títulos, Documentos e Pessoas Jurídicas da Comarca de Paulo Afonso, foi dito o seguinte: O Hotel São Gabriel, hoje chamado Pousada Audálio, situa-se na Praça Pedro Batista-
centro - Santa Brígida - BA., tem uma área total de 298,41 m², encontrando-se na área descrita um imóvel constando: 05 salas, 11 quartos, 01 cozinha, 03 WC e uma área de serviço.
No dia 10/02/2006 o Sr. José Francisco dos Santos Teles, apresentou o Município de Santa Brígida, como proprietário do retro citado hotel, e vendeu a sua empregada doméstica, Sra. Rosa Pereira de Araújo, pelo valor de R$ 1.313,00 (Um mil trezentos
e treze reais) que inclusive reside na mesma casa com ele, e é sua cozinheira até a presente data, sendo ato contínuo, isto é, no dia 21/03/2006, 41 dias depois, o prefeito padre Teles, comprou a sua cozinheira, o mesmo imóvel pelo valor de R$ 28.000,00 (Vinte e Oito Mil Reais).
No dia 16/04/2007 ele o vendeu a sua tesoureira municipal, Sra. Maria do Socorro dos Anjos, que detém o cargo de confiança de tesoureira da prefeitura municipal até a presente data, pelo valor de R$ 40.248,90 (Quarenta Mil, Duzentos e Quarenta e Oito
Reais e Noventa Centavos). Três equívocos, duas laranjas, o primeiro ato da venda do hotel, já foi um grande erro, pois ele não pertencia ao município, pelo fato do dono anterior, senhor Audálio, ter falecido, e acredito em cumplicidade com os herdeiros e para fugirem de inventário, então ele apresentou na escritura de venda como se só existisse o terreno, pura mentira, pois existia o imóvel construído, só que para se vender o terreno, a prefeitura não necessita de autorização legislativa, quando se trata de imóveis e outros bens só com a votação daquela colenda Casa.
Essa tramóia já foi denunciada ao Ministério Público da Comarca de Paulo Afonso, já há algum tempo, cerca de um ano, mas pelo meu conhecimento, até o momento sem nenhuma decisão daquele órgão.
Por Antônio França (www.fmne.com.br/noticias)
Fonte: Ozildo Alves.
Nossos Comentários:
Santa Brigida já foi Munícipio de Jeremoabo, então nada mais certo do que: "os filhos imitam os pais, naquilo que eles têm de bom e de mau."
Então quem afirma o contrário se o atual prefeito de Santa Brígida não está se espelhando no tista de deda, prefeito de Jeremoabo PhD em trambicagem com o erário público.
Eles têm medo da internet?

Regimes não democráticos passam a utilizar a internet a seu favor para manipular a opinião pública
Breno Baldrati
Correu a internet nessa última semana a nova campanha publicitária da Sociedade Internacional de Direitos Humanos (ISHR, sigla em inglês), produzida pela agência alemã Ogilvy & Mather, que mostra Mahmoud Ahmadinejad, Hugo Chávez e Raúl Castro com medo de um mouse. Apesar de uma bem-humorada crítica aos governos que temem a livre circulação de informação, a propaganda não corresponde integralmente à realidade, que revela regimes autoritários fazendo cada vez mais uso da tecnologia com a intenção de divulgar suas ideias.
O próprio Ahmadinejad é um bom exemplo. O presidente do Irã possui uma estruturada página na internet (http://www.president.ir), atualizada regularmente com as últimas notícias sobre ele. Ainda mais indicativo do que o canal oficial na web é o batalhão de comentaristas iranianos dedicados exclusivamente a defender as políticas dos aiatolás pelos fóruns de discussão e blogs do país. Um estudo divulgado pelo Centro de Internet e Democracia de Harvard mostra que a blogosfera iraniana é bem distribuída entre reformistas/secularistas e conservadores/religiosos – ainda que discordar das políticas do governo seja algo raro, devido à forte repressão contra os “dissidentes digitais”.
Para Evgeny Morozov, um estudioso da questão da internet em regimes autoritários, é um erro achar que a única estratégia desses governos é caçar dissidentes. “O grande erro conceitual dos ‘ciberutopistas’ é tratar o ciberespaço como uma área anarquista, onde as autoridades não se arriscam a entrar exceto para fechar tudo. A mídia encoraja essa visão de governos autoritários como tecnofóbicos censores da internet”, escreveu ele em um artigo para o Boston Review.
Morozov cita o exemplo de Rússia e China, dois dos países mais ativos na web. Pelo menos desde 2005 a China patrocina o chamado “50 Cents Army”, o Exército de 50 Centavos, uma referência ao valor recebido por cada blogueiro por post publicado em favor do governo comunista. Estima-se que entre 280 a 300 mil pessoas foram treinadas para exercer essa atividade. Na Rússia, além de o presidente Dimitri Medvedev gravar um videocast semanal, o Kremlim possui laços estreitos com a New Media Stars, uma empresa produtora de conteúdo para web. O último lançamento é um documentário sobre a guerra com a Geórgia, que atribui a culpa pelo conflito inteiramente na ex-república soviética e ganhou bastante repercussão na blogosfera russa.
Com a massificação do acesso à internet a partir dos anos 2000, virou lugar-comum a ideia de que uma revolução proporcionada pela disseminação da informação levaria democracia a todos os cantos do planeta. Agora, regimes autoritários mostram que a web também pode ser um bom veículo para manipular a opinião pública.
O próprio Ahmadinejad é um bom exemplo. O presidente do Irã possui uma estruturada página na internet (http://www.president.ir), atualizada regularmente com as últimas notícias sobre ele. Ainda mais indicativo do que o canal oficial na web é o batalhão de comentaristas iranianos dedicados exclusivamente a defender as políticas dos aiatolás pelos fóruns de discussão e blogs do país. Um estudo divulgado pelo Centro de Internet e Democracia de Harvard mostra que a blogosfera iraniana é bem distribuída entre reformistas/secularistas e conservadores/religiosos – ainda que discordar das políticas do governo seja algo raro, devido à forte repressão contra os “dissidentes digitais”.
Para Evgeny Morozov, um estudioso da questão da internet em regimes autoritários, é um erro achar que a única estratégia desses governos é caçar dissidentes. “O grande erro conceitual dos ‘ciberutopistas’ é tratar o ciberespaço como uma área anarquista, onde as autoridades não se arriscam a entrar exceto para fechar tudo. A mídia encoraja essa visão de governos autoritários como tecnofóbicos censores da internet”, escreveu ele em um artigo para o Boston Review.
Morozov cita o exemplo de Rússia e China, dois dos países mais ativos na web. Pelo menos desde 2005 a China patrocina o chamado “50 Cents Army”, o Exército de 50 Centavos, uma referência ao valor recebido por cada blogueiro por post publicado em favor do governo comunista. Estima-se que entre 280 a 300 mil pessoas foram treinadas para exercer essa atividade. Na Rússia, além de o presidente Dimitri Medvedev gravar um videocast semanal, o Kremlim possui laços estreitos com a New Media Stars, uma empresa produtora de conteúdo para web. O último lançamento é um documentário sobre a guerra com a Geórgia, que atribui a culpa pelo conflito inteiramente na ex-república soviética e ganhou bastante repercussão na blogosfera russa.
Com a massificação do acesso à internet a partir dos anos 2000, virou lugar-comum a ideia de que uma revolução proporcionada pela disseminação da informação levaria democracia a todos os cantos do planeta. Agora, regimes autoritários mostram que a web também pode ser um bom veículo para manipular a opinião pública.
Fonte: Gazeta do Povo
Manual para se vigiar a CPI da Petrobras
Elio Gaspari
Quem quiser acompanhar a CPI da Petrobras precisa se acautelar. O melhor negócio do mundo para o comissariado da empresa será a exibição de meia dúzia de escândalos pirotécnicos. Aqui vai um manual de sobrevivência para os curiosos:
1) Discutir a política de patrocínios culturais servirá apenas para desfazer a cena do crime. O senador Alvaro Dias diz que quer investigar os contratos de duas ONGs dirigidas por petistas que receberam R$ 2,96 milhões para organizar festas em 44 cidades baianas.
Perda de tempo. A Polícia Federal e o Ministério Público estão cuidando do assunto, e essas duas instituições são mais confiáveis que as CPIs do Congresso. Admitindo-se que toda a política de patrocínios da Petrobras estivesse corrompida, os custos da empresa caberiam na rebarba de uma plataforma de R$ 6 bilhões e ainda sobraria muito dinheiro. (O comissariado não diz quanto gasta em cultura, mas pode-se chutar que a cifra está nuns R$ 300 milhões.)
2) Discutir sobrepreços inferiores a 10% do valor orçado é denúncia vazia. Diferenças desse tamanho podem ocorrer nas melhores empresas.
Sobrepreço bonito é o da refinaria planejada para o Rio de Janeiro. Em 2006, quando Nosso Guia lançou sua pedra fundamental, ela estava orçada em R$ 7 bilhões. Atualmente está estimada em R$ 26 bilhões. O mesmo acontece com a Abreu e Lima, em Pernambuco. Ela nasceu custando R$ 5 bilhões, pulou para R$ 8 bilhões e, em março, empreiteiras e fornecedores pediam R$ 22 bilhões. No meio do caminho sumiu o sócio venezuelano. Se o comissário Sergio Gabrielli trabalhasse com variações desse tipo na iniciativa privada, já teria sido mandado para a direção de uma ONG de capoeira. Para evitar dispersão de esforços, pode-se também estabelecer um piso de R$ 100 milhões para qualquer investigação mais aprofundada. Assunto não haverá de faltar.
No mundo das astúcias conceituais pode-se até deixar de lado o drible que Gabrielli e o doutor Almir Barbaça quiseram dar na Receita Federal. Mais intrigante será a investigação junto a fornecedores e empresários atraídos para sociedades com a Petrobras. Em tese, esse é um bom negócio. Na prática, diversos parceiros surpreenderam-se ao ver que as revisões orçamentárias da estatal geralmente dobravam as despesas. (Em alguns casos os sócios preferiram cair fora.)
A Petrobras não é uma empresa corrupta, mas uma estatal onde há espertalhões. O melhor acervo para a sua defesa está no corpo técnico da companhia.
* * * * *
PSDEM
Um malicioso observador da vida partidária brasileira começou a desconfiar que esteja em andamento algum tipo de conversa para fundir o PSDB com o DEM. Pelo menos um cardeal do DEM admitiu essa hipótese, ressalvando que isso aconteceria depois da eleição de 2010. É apenas desconfiança, mas será divertido ver Fernando Henrique Cardoso no ex-PFL, ex-PDS e ex-Arena.
Avô em Guantánamo
O companheiro Obama evita falar no assunto, mas ele é o primeiro presidente da história dos Estados Unidos com um ascendente direto preso e torturado sob a acusação de terrorismo. Sua família já teve o Momento Guantánamo.
Hussein Onyango Obama, avô paterno do presidente, foi encarcerado em 1949 pelo regime colonial inglês e passou dois anos nos calabouços da medonha prisão queniana de Kamiti. Sofreu de tudo.
Vô Obama foi acusado de passar informações ao movimento nativista que desembocaria na revolta dos Mau Maus. Essa organização juntou milhares de quenianos unidos por um juramento feito em rituais em que se bebia sangue de bode.
Os ingleses confinaram e prenderam 1,5 milhão de quenianos. Mataram pelo menos 12 mil. Não adiantou. Em 1963, 11 anos depois do início da revolta Mau Mau, o Quênia obteve sua independência. (Em suas memórias, Obama Neto contou essa história com a rapidez de um gato que corre sobre brasas.)
3x3?
Conta de um petista atrevido: “Eu não falo em terceiro mandato. Para mim, se Lula disputasse a Presidência em 2010, essa seria sua sexta candidatura. Até agora ele perdeu três e ganhou duas.”
Vestibular
A esta altura, as chances de o MEC organizar duas provas do Enem neste ano são inferiores a 10%. Haverá só uma, em dois dias de outubro, com um total de 180 questões. O que o ministério assegura é que até outubro fará três simulações, todas na internet. A primeira será parcial e as duas outras, completas. Os estudantes poderão conferir on-line a qualidade de suas respostas.
Eremildo, o idiota
Eremildo é um idiota e pretende ganhar dinheiro com sua última invenção. É o “Deflator Mantega” e serve para prever o índice de crescimento do PIB num ano. O idiota lembrou-se de que, no final de 2003, Mantega contestou uma previsão da ekipekonômica, que estimava um crescimento de 0,4% para a economia naquele ano. O doutor explicou que “eu não derrubo, só levanto o PIB” e cravou um crescimento de 0,8%.
A conta fechou em 0,5%. Diante disso, o idiota criou a Primeira Lei de Mantega: Seja qual for o PIB, ele ficará 37% abaixo do que diz o ministro da Fazenda. Eremildo aplicou o “Deflator Mantega” à divergência recente do ministro com o seu colega Paulo Bernardo, que previu uma taxa de 0,7% para este ano. O levantador de PIB elevou-a para 1%. O idiota informa: a economia crescerá 0,63%.
Confisco eleitoral
Os doutores que defendem a instituição do voto de lista, que retira do contribuinte o direito de escolher seus candidatos a deputado, sustentam que com isso os partidos serão fortalecidos e o Brasil será feliz para sempre. Tudo bem. Puseram no pacote do confisco eleitoral uma proposta que abre uma “janela de infidelidade” para permitir que parlamentares fujam dos partidos pelos quais se elegeram.
Acreditar na Infraero é coisa de bobo
Em outubro passado leu-se aqui uma “boa notícia”. A Infraero anunciava que a partir de dezembro os 12 maiores aeroportos do país ofereceriam conexões gratuitas com a internet pelo sistema wi-fi. Tudo mentira. Chegou-se a maio e não se instalou coisa alguma. Pior: os aerocratas anunciam que oferecerão outra modalidade de serviço. A patuleia precisará se cadastrar, terá o acesso limitado e pagará aos provedores para usar serviços de e-mail.
Fonte: Gazeta do Povo
Quem quiser acompanhar a CPI da Petrobras precisa se acautelar. O melhor negócio do mundo para o comissariado da empresa será a exibição de meia dúzia de escândalos pirotécnicos. Aqui vai um manual de sobrevivência para os curiosos:
1) Discutir a política de patrocínios culturais servirá apenas para desfazer a cena do crime. O senador Alvaro Dias diz que quer investigar os contratos de duas ONGs dirigidas por petistas que receberam R$ 2,96 milhões para organizar festas em 44 cidades baianas.
Perda de tempo. A Polícia Federal e o Ministério Público estão cuidando do assunto, e essas duas instituições são mais confiáveis que as CPIs do Congresso. Admitindo-se que toda a política de patrocínios da Petrobras estivesse corrompida, os custos da empresa caberiam na rebarba de uma plataforma de R$ 6 bilhões e ainda sobraria muito dinheiro. (O comissariado não diz quanto gasta em cultura, mas pode-se chutar que a cifra está nuns R$ 300 milhões.)
2) Discutir sobrepreços inferiores a 10% do valor orçado é denúncia vazia. Diferenças desse tamanho podem ocorrer nas melhores empresas.
Sobrepreço bonito é o da refinaria planejada para o Rio de Janeiro. Em 2006, quando Nosso Guia lançou sua pedra fundamental, ela estava orçada em R$ 7 bilhões. Atualmente está estimada em R$ 26 bilhões. O mesmo acontece com a Abreu e Lima, em Pernambuco. Ela nasceu custando R$ 5 bilhões, pulou para R$ 8 bilhões e, em março, empreiteiras e fornecedores pediam R$ 22 bilhões. No meio do caminho sumiu o sócio venezuelano. Se o comissário Sergio Gabrielli trabalhasse com variações desse tipo na iniciativa privada, já teria sido mandado para a direção de uma ONG de capoeira. Para evitar dispersão de esforços, pode-se também estabelecer um piso de R$ 100 milhões para qualquer investigação mais aprofundada. Assunto não haverá de faltar.
No mundo das astúcias conceituais pode-se até deixar de lado o drible que Gabrielli e o doutor Almir Barbaça quiseram dar na Receita Federal. Mais intrigante será a investigação junto a fornecedores e empresários atraídos para sociedades com a Petrobras. Em tese, esse é um bom negócio. Na prática, diversos parceiros surpreenderam-se ao ver que as revisões orçamentárias da estatal geralmente dobravam as despesas. (Em alguns casos os sócios preferiram cair fora.)
A Petrobras não é uma empresa corrupta, mas uma estatal onde há espertalhões. O melhor acervo para a sua defesa está no corpo técnico da companhia.
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PSDEM
Um malicioso observador da vida partidária brasileira começou a desconfiar que esteja em andamento algum tipo de conversa para fundir o PSDB com o DEM. Pelo menos um cardeal do DEM admitiu essa hipótese, ressalvando que isso aconteceria depois da eleição de 2010. É apenas desconfiança, mas será divertido ver Fernando Henrique Cardoso no ex-PFL, ex-PDS e ex-Arena.
Avô em Guantánamo
O companheiro Obama evita falar no assunto, mas ele é o primeiro presidente da história dos Estados Unidos com um ascendente direto preso e torturado sob a acusação de terrorismo. Sua família já teve o Momento Guantánamo.
Hussein Onyango Obama, avô paterno do presidente, foi encarcerado em 1949 pelo regime colonial inglês e passou dois anos nos calabouços da medonha prisão queniana de Kamiti. Sofreu de tudo.
Vô Obama foi acusado de passar informações ao movimento nativista que desembocaria na revolta dos Mau Maus. Essa organização juntou milhares de quenianos unidos por um juramento feito em rituais em que se bebia sangue de bode.
Os ingleses confinaram e prenderam 1,5 milhão de quenianos. Mataram pelo menos 12 mil. Não adiantou. Em 1963, 11 anos depois do início da revolta Mau Mau, o Quênia obteve sua independência. (Em suas memórias, Obama Neto contou essa história com a rapidez de um gato que corre sobre brasas.)
3x3?
Conta de um petista atrevido: “Eu não falo em terceiro mandato. Para mim, se Lula disputasse a Presidência em 2010, essa seria sua sexta candidatura. Até agora ele perdeu três e ganhou duas.”
Vestibular
A esta altura, as chances de o MEC organizar duas provas do Enem neste ano são inferiores a 10%. Haverá só uma, em dois dias de outubro, com um total de 180 questões. O que o ministério assegura é que até outubro fará três simulações, todas na internet. A primeira será parcial e as duas outras, completas. Os estudantes poderão conferir on-line a qualidade de suas respostas.
Eremildo, o idiota
Eremildo é um idiota e pretende ganhar dinheiro com sua última invenção. É o “Deflator Mantega” e serve para prever o índice de crescimento do PIB num ano. O idiota lembrou-se de que, no final de 2003, Mantega contestou uma previsão da ekipekonômica, que estimava um crescimento de 0,4% para a economia naquele ano. O doutor explicou que “eu não derrubo, só levanto o PIB” e cravou um crescimento de 0,8%.
A conta fechou em 0,5%. Diante disso, o idiota criou a Primeira Lei de Mantega: Seja qual for o PIB, ele ficará 37% abaixo do que diz o ministro da Fazenda. Eremildo aplicou o “Deflator Mantega” à divergência recente do ministro com o seu colega Paulo Bernardo, que previu uma taxa de 0,7% para este ano. O levantador de PIB elevou-a para 1%. O idiota informa: a economia crescerá 0,63%.
Confisco eleitoral
Os doutores que defendem a instituição do voto de lista, que retira do contribuinte o direito de escolher seus candidatos a deputado, sustentam que com isso os partidos serão fortalecidos e o Brasil será feliz para sempre. Tudo bem. Puseram no pacote do confisco eleitoral uma proposta que abre uma “janela de infidelidade” para permitir que parlamentares fujam dos partidos pelos quais se elegeram.
Acreditar na Infraero é coisa de bobo
Em outubro passado leu-se aqui uma “boa notícia”. A Infraero anunciava que a partir de dezembro os 12 maiores aeroportos do país ofereceriam conexões gratuitas com a internet pelo sistema wi-fi. Tudo mentira. Chegou-se a maio e não se instalou coisa alguma. Pior: os aerocratas anunciam que oferecerão outra modalidade de serviço. A patuleia precisará se cadastrar, terá o acesso limitado e pagará aos provedores para usar serviços de e-mail.
Fonte: Gazeta do Povo
Passos erráticos
Dora Kramer
Com todo instrumental político-administrativo à disposição e mais a vantagem conferida pelos altos índices de popularidade, uma verdade seja dita sobre a montagem do esquema governista para a eleição de 2010: há mais mito que verdade na decantada habilidade de articulação do presidente Luiz Inácio da Silva para a eleição de 2010.
Para início de conversa, Lula não observou a regra básica do manual do bom investidor. Não diversificou as apostas e pôs todas as fichas na própria capacidade de gerar êxito. Escolheu antecipar o processo eleitoral para manter viva sua expectativa de poder tentando evitar que a oposição se beneficiasse da dianteira nas pesquisas, optou por apresentar uma candidatura criada em laboratório e procurou se manter o mais distante possível do PT, jogando todas as fichas na aliança com o PMDB.
A desorganização reinante da base do governo e a relativa tranquilidade com que se conduz a oposição – dando-se, por exemplo, ao luxo de arriscar patrimônio com a instalação da CPI da Petrobras – indicam que o modo autocrático de decidir pode não ter sido o melhor conselheiro para o presidente Lula.
Confiante – talvez em demasia – na própria intuição, Lula desconsiderou a força do imponderável, as necessidades do próprio partido, os interesses dos aliados e a determinação do adversário.
Hoje o PSDB é bem diferente daquele conglomerado sem compromisso de anteontem. Nem o partido está dividido como esteve em 2002, nem permanece desmotivado como em 2006.
A perspectiva real de vitória unifica a oposição, da mesma forma como a possibilidade objetiva de derrota faz da nação governista um ajuntamento de legendas em busca da melhor saída, evidenciando a ausência de uma solução natural.
Um grupo de onde saem ao mesmo tempo propostas de prorrogação de mandato, defesa de plebiscito para dar a Lula a chance de mais uma reeleição, apoio irrestrito a Dilma Rousseff e apelo à confecção de um “plano B” de contorno indefinido, não sabe o que quer. Carece de estratégia, de unidade e de objetivo.
O roteiro escrito por Lula ganha vida própria e já começa a contrariar o autor. A candidatura produzida em cativeiro sofre um revés que, na indefinição, semeia a insegurança. O PT, propositadamente enfraquecido e descolado da figura do chefe, corre o risco de não corresponder à expectativa do fortalecimento regional no caso da derrota federal.
O PMDB, voluntariamente fortalecido para ser o fiel da balança a favor, mostra-se, na realidade, um infiel do desequilíbrio em desfavor, além de uma companhia de potencial altamente constrangedor.
Um cenário desfavorável que em nada contribui para a fama de Lula como articulador político imbatível, capaz de enxergar muitos lances adiante. Pode virar o jogo? Pode. Mas precisará de mais reflexão e menos intuição.
Próxima Atração
No meio da crise das mordomias, o Congresso arquivou temporariamente a ideia de discutir aumento de salários para os parlamentares. O presidente da Câmara, Michel Temer, disse que não voltaria ao tema antes de ter um “número significativo” em termos de economia de gastos para mostrar à opinião pública.
Pois bem. O “número” de R$ 291 milhões, apresentado semana passada como a quantia que a Câmara pretende cortar anualmente, é significativo, embora não seja (ainda) comprovadamente efetivo.
Se for seguido o roteiro traçado, o Legislativo logo, logo, sentir-se-á autorizado no direito de retomar a reivindicação do reajuste salarial de R$ 16.512 para R$ 24.500, o teto do funcionalismo.
Uma discussão difícil, ainda. Primeiro, os R$ 291 milhões de economia não guardam relação com salários nem com despesas diretas dos deputados. É um cálculo baseado no corte de investimentos (obras), gastos de manutenção e despesas com pessoal.
Segundo, a reestruturação anunciada não reduziu em um centavo o custo do deputado. A Câmara limitou-se a reunir todos os extras (verba indenizatória, inclusive) numa cota única variável entre R$ 23 mil e R$ 34 mil, dependendo do estado de origem do deputado, cujo destino é do livre arbítrio do parlamentar.
Se quiser gastar tudo em besteira, pode. Se alguém contestar, o argumento será a flexibilidade da regra, sem especificações precisas. Em terceiro lugar, a discussão sobre aumento de salários vai esbarrar no “efeito cascata” sobre as Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais. A lei vincula os salários dos deputados estaduais e vereadores a um porcentual do recebido pelos federais e deixa ao critério das Assembleias e das Câmaras Municipais o valor dos extras.
Muito bem. Tanto para desvincular quanto para limitar as mordomias, a Câmara não pode impor regras aos estados e municípios. Terá de contar com a boa vontade de gente que, além de não estar sob o fogo da pressão da opinião pública nacional, ainda detém influência vital sobre a sobrevivência política das excelências federais.
Fonte: Gazeta do Povo
Com todo instrumental político-administrativo à disposição e mais a vantagem conferida pelos altos índices de popularidade, uma verdade seja dita sobre a montagem do esquema governista para a eleição de 2010: há mais mito que verdade na decantada habilidade de articulação do presidente Luiz Inácio da Silva para a eleição de 2010.
Para início de conversa, Lula não observou a regra básica do manual do bom investidor. Não diversificou as apostas e pôs todas as fichas na própria capacidade de gerar êxito. Escolheu antecipar o processo eleitoral para manter viva sua expectativa de poder tentando evitar que a oposição se beneficiasse da dianteira nas pesquisas, optou por apresentar uma candidatura criada em laboratório e procurou se manter o mais distante possível do PT, jogando todas as fichas na aliança com o PMDB.
A desorganização reinante da base do governo e a relativa tranquilidade com que se conduz a oposição – dando-se, por exemplo, ao luxo de arriscar patrimônio com a instalação da CPI da Petrobras – indicam que o modo autocrático de decidir pode não ter sido o melhor conselheiro para o presidente Lula.
Confiante – talvez em demasia – na própria intuição, Lula desconsiderou a força do imponderável, as necessidades do próprio partido, os interesses dos aliados e a determinação do adversário.
Hoje o PSDB é bem diferente daquele conglomerado sem compromisso de anteontem. Nem o partido está dividido como esteve em 2002, nem permanece desmotivado como em 2006.
A perspectiva real de vitória unifica a oposição, da mesma forma como a possibilidade objetiva de derrota faz da nação governista um ajuntamento de legendas em busca da melhor saída, evidenciando a ausência de uma solução natural.
Um grupo de onde saem ao mesmo tempo propostas de prorrogação de mandato, defesa de plebiscito para dar a Lula a chance de mais uma reeleição, apoio irrestrito a Dilma Rousseff e apelo à confecção de um “plano B” de contorno indefinido, não sabe o que quer. Carece de estratégia, de unidade e de objetivo.
O roteiro escrito por Lula ganha vida própria e já começa a contrariar o autor. A candidatura produzida em cativeiro sofre um revés que, na indefinição, semeia a insegurança. O PT, propositadamente enfraquecido e descolado da figura do chefe, corre o risco de não corresponder à expectativa do fortalecimento regional no caso da derrota federal.
O PMDB, voluntariamente fortalecido para ser o fiel da balança a favor, mostra-se, na realidade, um infiel do desequilíbrio em desfavor, além de uma companhia de potencial altamente constrangedor.
Um cenário desfavorável que em nada contribui para a fama de Lula como articulador político imbatível, capaz de enxergar muitos lances adiante. Pode virar o jogo? Pode. Mas precisará de mais reflexão e menos intuição.
Próxima Atração
No meio da crise das mordomias, o Congresso arquivou temporariamente a ideia de discutir aumento de salários para os parlamentares. O presidente da Câmara, Michel Temer, disse que não voltaria ao tema antes de ter um “número significativo” em termos de economia de gastos para mostrar à opinião pública.
Pois bem. O “número” de R$ 291 milhões, apresentado semana passada como a quantia que a Câmara pretende cortar anualmente, é significativo, embora não seja (ainda) comprovadamente efetivo.
Se for seguido o roteiro traçado, o Legislativo logo, logo, sentir-se-á autorizado no direito de retomar a reivindicação do reajuste salarial de R$ 16.512 para R$ 24.500, o teto do funcionalismo.
Uma discussão difícil, ainda. Primeiro, os R$ 291 milhões de economia não guardam relação com salários nem com despesas diretas dos deputados. É um cálculo baseado no corte de investimentos (obras), gastos de manutenção e despesas com pessoal.
Segundo, a reestruturação anunciada não reduziu em um centavo o custo do deputado. A Câmara limitou-se a reunir todos os extras (verba indenizatória, inclusive) numa cota única variável entre R$ 23 mil e R$ 34 mil, dependendo do estado de origem do deputado, cujo destino é do livre arbítrio do parlamentar.
Se quiser gastar tudo em besteira, pode. Se alguém contestar, o argumento será a flexibilidade da regra, sem especificações precisas. Em terceiro lugar, a discussão sobre aumento de salários vai esbarrar no “efeito cascata” sobre as Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais. A lei vincula os salários dos deputados estaduais e vereadores a um porcentual do recebido pelos federais e deixa ao critério das Assembleias e das Câmaras Municipais o valor dos extras.
Muito bem. Tanto para desvincular quanto para limitar as mordomias, a Câmara não pode impor regras aos estados e municípios. Terá de contar com a boa vontade de gente que, além de não estar sob o fogo da pressão da opinião pública nacional, ainda detém influência vital sobre a sobrevivência política das excelências federais.
Fonte: Gazeta do Povo
Aposentado de 94 a 96 pode ganhar até R$ 2.721
Paulo Muzzolondo Agora
Os trabalhadores que se aposentaram pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) entre os meses de março de 1994 e abril de 1996 podem receber um benefício de até R$ 2.721 devido ao reajuste dos extras da URV (Unidade Real de Valor).
Os atrasados (os valores que não foram pagos em um prazo de cinco anos) nessa revisão podem chegar a R$ 30 mil.
Pode receber essa correção, já garantida pela TNU (Turma Nacional de Uniformização), a última instÔncia dos juizados federais, quem já teve o reajuste da URV. Essa correção foi válida para aposentados de 1994 a 1997, por conta de um erro de cálculo do INSS. Só que muitos aposentados que tiveram o benefício concedido com o valor do teto da época ou com valores próximos a esse limite tiveram o reajuste da URV limitado ou nem conseguiram o aumento.
Assim, de acordo com a Justiça, eles têm direito a esses "extras". O argumento é que os tetos do INSS foram reajustados pelo governo duas vezes em reformas da Previdência --em 1998 e em 2003. Por isso, como os aposentados não tiveram o reajuste completo da URV, eles poderiam compensar isso a cada aumento do teto, posteriormente.
Atualmente, em média, esses segurados que tiveram a perda têm um benefício de R$ 2.260 --o aumento, com os extras da URV, pode chegar a 20%. O período possível de reajuste é de 1994 a 1996 --e não 1997, como na URV-- porque, após abril de 1996, já não há mais perdas para repor em relação ao teto.
Quem já ganhou a ação da URV --o INSS afirma que já concedeu a revisão a todos os segurados que se aposentaram no Estado de São Paulo-- deve pedir, na Justiça, que o reajuste que ultrapassou o teto seja aplicado nas duas vezes em que limite aumentou.
Revisão da URVSe o segurado ainda não teve o reajuste da URV, o que pode acontecer com aposentados de outros Estados, por exemplo, ainda é possível fazer esse pedido na Justiça. A correção no benefício mensal pode chegar a 39,67%.
O INSS, porém, pode recorrer, afirmando que o prazo para pedir essa revisão já terminou no ano passado, argumento que normalmente não é aceito pela Justiça.
O Ministério da Previdência não comenta revisões que estão na Justiça. Normalmente, o INSS recorre nos processos. Nesse caso, o segurado, mesmo entrando com a ação em um juizado federal, precisará de um advogado no caso do recurso.
Fonte: Agora
Os trabalhadores que se aposentaram pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) entre os meses de março de 1994 e abril de 1996 podem receber um benefício de até R$ 2.721 devido ao reajuste dos extras da URV (Unidade Real de Valor).
Os atrasados (os valores que não foram pagos em um prazo de cinco anos) nessa revisão podem chegar a R$ 30 mil.
Pode receber essa correção, já garantida pela TNU (Turma Nacional de Uniformização), a última instÔncia dos juizados federais, quem já teve o reajuste da URV. Essa correção foi válida para aposentados de 1994 a 1997, por conta de um erro de cálculo do INSS. Só que muitos aposentados que tiveram o benefício concedido com o valor do teto da época ou com valores próximos a esse limite tiveram o reajuste da URV limitado ou nem conseguiram o aumento.
Assim, de acordo com a Justiça, eles têm direito a esses "extras". O argumento é que os tetos do INSS foram reajustados pelo governo duas vezes em reformas da Previdência --em 1998 e em 2003. Por isso, como os aposentados não tiveram o reajuste completo da URV, eles poderiam compensar isso a cada aumento do teto, posteriormente.
Atualmente, em média, esses segurados que tiveram a perda têm um benefício de R$ 2.260 --o aumento, com os extras da URV, pode chegar a 20%. O período possível de reajuste é de 1994 a 1996 --e não 1997, como na URV-- porque, após abril de 1996, já não há mais perdas para repor em relação ao teto.
Quem já ganhou a ação da URV --o INSS afirma que já concedeu a revisão a todos os segurados que se aposentaram no Estado de São Paulo-- deve pedir, na Justiça, que o reajuste que ultrapassou o teto seja aplicado nas duas vezes em que limite aumentou.
Revisão da URVSe o segurado ainda não teve o reajuste da URV, o que pode acontecer com aposentados de outros Estados, por exemplo, ainda é possível fazer esse pedido na Justiça. A correção no benefício mensal pode chegar a 39,67%.
O INSS, porém, pode recorrer, afirmando que o prazo para pedir essa revisão já terminou no ano passado, argumento que normalmente não é aceito pela Justiça.
O Ministério da Previdência não comenta revisões que estão na Justiça. Normalmente, o INSS recorre nos processos. Nesse caso, o segurado, mesmo entrando com a ação em um juizado federal, precisará de um advogado no caso do recurso.
Fonte: Agora
Veja o computador mais adequado a seu perfil
Antes de decidir pela compra de um computador, o consumidor precisa avaliar seus objetivos com a máquina. Se quiser o equipamento apenas para acessar a internet ou fazer pesquisas, não é indicado um equipamento com uma configuração muito avançada. Sem pesquisar antes, o consumidor corre o risco de comprar um computador caro e não utilizar nem metade dos recursos que oferece.
Para isso, o Agora preparou um guia com três perfis diferentes de usuários e os modelos mais adequados --entre desktops e notebooks--, de acordo com consultores.
Se a intenção do consumidor é usar o aparelho para acessar sites e fazer trabalhos escolares, há modelos de desktops, nas principais redes de lojas do país, a partir de R$ 799. Todos os modelos já incluem monitores e teclados.
Um desses modelos, vendido na Casas Bahia, na internet, é um Intel, com 512 MB de memória e HD de 80 GB. O produto pode ser pago em até dez vezes sem juros no cartão.
Para aqueles consumidores que querem um computador com capacidade para baixar vídeos e músicas da internet com velocidade e armazenar todos os arquivos, é preciso desembolsar mais dinheiro.
Um desktop da Amazon, por exemplo, à venda no www.extra.com.br, com 4 GB de memória, HD de 500 GB e processador Pentium Dual Core, sai por R$ 1.349, que podem ser divididos em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito.
Um notebook com esse tipo de configuração pode sair um pouco mais caro. O modelo da Kennex, vendido por R$ 1.799 no www.submarino.com.br, tem 2 GB de memória e HD de 250 GB e já vem com o Windows Home Premium.
No caso de quem tem dinheiro para gastar, há os modelos com configuração avançadíssima, como o notebook Microboard. Por R$ 9.999, o consumidor leva 4 GB de memória, HD de 500 GB e processador Intel Core 2 Duo. Nesse tipo de configuração, nos sites consultados, quase não há opções em desktops.
Fonte: Agora
Para isso, o Agora preparou um guia com três perfis diferentes de usuários e os modelos mais adequados --entre desktops e notebooks--, de acordo com consultores.
Se a intenção do consumidor é usar o aparelho para acessar sites e fazer trabalhos escolares, há modelos de desktops, nas principais redes de lojas do país, a partir de R$ 799. Todos os modelos já incluem monitores e teclados.
Um desses modelos, vendido na Casas Bahia, na internet, é um Intel, com 512 MB de memória e HD de 80 GB. O produto pode ser pago em até dez vezes sem juros no cartão.
Para aqueles consumidores que querem um computador com capacidade para baixar vídeos e músicas da internet com velocidade e armazenar todos os arquivos, é preciso desembolsar mais dinheiro.
Um desktop da Amazon, por exemplo, à venda no www.extra.com.br, com 4 GB de memória, HD de 500 GB e processador Pentium Dual Core, sai por R$ 1.349, que podem ser divididos em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito.
Um notebook com esse tipo de configuração pode sair um pouco mais caro. O modelo da Kennex, vendido por R$ 1.799 no www.submarino.com.br, tem 2 GB de memória e HD de 250 GB e já vem com o Windows Home Premium.
No caso de quem tem dinheiro para gastar, há os modelos com configuração avançadíssima, como o notebook Microboard. Por R$ 9.999, o consumidor leva 4 GB de memória, HD de 500 GB e processador Intel Core 2 Duo. Nesse tipo de configuração, nos sites consultados, quase não há opções em desktops.
Fonte: Agora
Crise de ansiedade provoca sintomas físicos
Daniela Ortegado Agora
Dor de cabeça, gastrite e tonturas levaram o arte-educador Felipe Cabral, 25 anos, ao hospital diversas vezes, e o difícil foi descobrir a causa para esses problemas. Em 2006, ele enfim teve o diagnóstico: transtorno de ansiedade generalizada.
"A ansiedade gera um desgaste muito grande, tanto mental como físico. As crises acontecem a qualquer momento, sem motivo, com palpitação, taquicardia, tremores, sudorese e outros sintomas", diz Carlos Henrique Rodrigues, psiquiatra do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
De acordo com ele, o paciente normalmente procura um médico, mas não um especialista, pois pensa que se trata de outra doença. "Ele vai ao cardiologista, por exemplo. A maioria chega ao psiquiatra por encaminhamento.
A estudante Katia Costa dos Santos, 18 anos, sofre com a doença, mas ainda não foi ao médico. "Minhas pernas tremem e já aconteceu de eu não conseguir dormir e vomitar. Isso atrapalha muito, principalmente quando preciso conhecer alguém", conta ela, que diz estar preocupada porque começará a faculdade.
Rodrigues diz que, nesses casos, procurar um especialista é importante para fazer o diagnóstico correto. "O transtorno de ansiedade tem várias categorias, como crise de pÔnico, transtorno pós-traumático, ansiedade generalizada e transtorno obsessivo compulsivo." Segundo ele, 25% da população adulta tem crise de ansiedade em algum momento da vida, e um terço dos pacientes usa álcool para amenizar a ansiedade, o que acaba piorando o quadro.
Os tratamentos são com medicação, como antidepressivos, e terapia, e duram de seis meses a dois anos, mas é preciso continuar com psicoterapia para evitar recaídas. E Rodrigues diz que o cinema pode ajudar, pois o paciente entende melhor a doença ao ver situações parecidas na tela. Um dos filmes indicados é "Melhor É Impossível", sobre um homem com transtorno obsessivocompulsivo.
Fonte: Agora
Dor de cabeça, gastrite e tonturas levaram o arte-educador Felipe Cabral, 25 anos, ao hospital diversas vezes, e o difícil foi descobrir a causa para esses problemas. Em 2006, ele enfim teve o diagnóstico: transtorno de ansiedade generalizada.
"A ansiedade gera um desgaste muito grande, tanto mental como físico. As crises acontecem a qualquer momento, sem motivo, com palpitação, taquicardia, tremores, sudorese e outros sintomas", diz Carlos Henrique Rodrigues, psiquiatra do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
De acordo com ele, o paciente normalmente procura um médico, mas não um especialista, pois pensa que se trata de outra doença. "Ele vai ao cardiologista, por exemplo. A maioria chega ao psiquiatra por encaminhamento.
A estudante Katia Costa dos Santos, 18 anos, sofre com a doença, mas ainda não foi ao médico. "Minhas pernas tremem e já aconteceu de eu não conseguir dormir e vomitar. Isso atrapalha muito, principalmente quando preciso conhecer alguém", conta ela, que diz estar preocupada porque começará a faculdade.
Rodrigues diz que, nesses casos, procurar um especialista é importante para fazer o diagnóstico correto. "O transtorno de ansiedade tem várias categorias, como crise de pÔnico, transtorno pós-traumático, ansiedade generalizada e transtorno obsessivo compulsivo." Segundo ele, 25% da população adulta tem crise de ansiedade em algum momento da vida, e um terço dos pacientes usa álcool para amenizar a ansiedade, o que acaba piorando o quadro.
Os tratamentos são com medicação, como antidepressivos, e terapia, e duram de seis meses a dois anos, mas é preciso continuar com psicoterapia para evitar recaídas. E Rodrigues diz que o cinema pode ajudar, pois o paciente entende melhor a doença ao ver situações parecidas na tela. Um dos filmes indicados é "Melhor É Impossível", sobre um homem com transtorno obsessivocompulsivo.
Fonte: Agora
Filha de presidente da Light está entre as vítimas de avião
País
var addthis_pub = "jbonline"; var addthis_language = 'pt'; var addthis_brand = 'JB';
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Filha de presidente da Light está entre as vítimas de avião
Portal Terra
DA REDAÇÃO - A assessoria da Light, companhia de fornacimento de energia do Rio de Janeiro, informou que Heloísa Alquéres Vaz Wright, filha do presidente da Companhia, José Luiz Alquéres, o marido dela, Felipe Wright, e o filho do casal embarcaram no avião King Air B350, que caiu na noite de ontem em Trancoso, na Bahia.
Entretanto, a Light afirma que ainda não recebeu confirmação oficial da identificação dos mortos no acidente. A queda do avião ocorreu às 21h13 de ontem, na pista de pouso do Terravista Condomínio, Resort e Golf. O acidente ocorreu próximo à cabeceira da pista do condomínio de luxo.
Roger Ian Wright era o proprietário e um dos passageiros do avião. Ele era sócio-diretor da Arsenal Investimentos, com sede em São Paulo, e ex-diretor do Banco Garantia. Segundo as informações preliminares, ele tinha uma casa no condomínio e estava com a sua mulher, Lucila Lins, e os dois filhos. A assessoria da Light não soube informar o parentesco de Felipe Wright com o enpresário.
Em nota divulgada na madrugada deste sábado, a administração do Terravista Condomínio, Resort e Golf informou que o avião fez contato com a rádio do aeroporto, informando que estava em condições de pouso. De acordo com o resort, antes do pouso, a tripulação da aeronave teria falado com o Controle de Porto Seguro e com a Rádio do Aeródromo Terravista e informado que estava em condições visuais para pousar na pista particular. Depois disso, nenhum outro contato foi feito pela tripulação.
Fonte: JB Online
Bancada do PT de Salvador quer explicações sobre obras eleitoreiras na Avenida Centenário
Mais que o prefeito João Henrique Carneiro (PMDB), a turma doGeddel vai ter muito que explicar. As obras de macrodrenagem da Avenida Centenário estão derretendo com as chuvas. A líder do PT na Câmara Municipal, Marta Rodrigues, entrou com requerimento junto à Secretaria de Transportes Urbanos e Infraestrutura (Setin). A bancada quer explicações sobre as licitações, projetos de engenharia, planos de desembolso para pagamento das obras de macrodrenagem e urbanização na Barra e na Avenida Centenário, onde o Rio dos Seixos teima em explodir a praça eleitoreira que muitos votos arrumou para o atual prefeito.O fato é que a obra foi realizada sem que o projeto fosse avaliado pelo Legislativo, a contratação de empresas não foi feita com transparência e a coisa não surtiu o efeito desejado. “Toda a área da Barra, que deveria ser beneficiada com as ações de macrodrenagem, continua sendo atingida pelas chuvas, da mesma forma que ocorria antes da intervenção. Estamos muito preocupados com as conseqüências que as chuvas vêm causando em toda a cidade. Precisamos ter acesso a essas informações para fiscalizar o executivo e podermos cumprir nosso papel de poder público, com transparência e respeito ao cidadão”, disse Marta Rodrigues.Acostumado a bater, o João vai virar vidraça.
Fonte: Bahia de Fato
Fonte: Bahia de Fato
PMDB propõe ajudar governo em CPI em troca de aliança eleitoral
Folhapress
Em troca da defesa do governo na CPI da Petrobras, o PMDB vai pedir ao presidente Lula que pressione seu partido a fechar um acordo em torno das disputas pelo comando dos Estados no próximo ano.
Os peemedebistas querem definir, desde já, que nos Estados mais estratégicos o candidato de uma aliança entre PMDB e PT seja aquele que estiver mais bem posicionado nas pesquisas de intenção de voto. A aliança passaria pelo apoio ao candidato de Lula à Presidência - no momento, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).
Um auxiliar de Lula disse à Folha que, se o acordo envolver a garantia de apoio peemedebista a Dilma, há espaço para negociação. Mas não nos termos já propostos pelo PMDB.
O PT não quer definir agora os nomes nos Estados. Prefere fazê-lo apenas em 2010. Parte da cúpula, contudo, não aceita acordos em alguns Estados, como Minas Gerais -um dos reivindicados pelos aliados. Em Minas, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, do PMDB, lidera as pesquisas. Só que o PT mineiro tem dois candidatos, o ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) e o ex-prefeito Fernando Pimentel.
Há dificuldades ainda na Bahia, no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul, por exemplo. O governador baiano Jaques Wagner é candidato à reeleição, enquanto o ministro peemedebista Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) também quer disputar o cargo.
Além da eleição de 2010, o PMDB quer aproveitar a CPI para resolver pendências com o governo em torno de cargos. Um peemedebista disse que esse tema não será posto na mesa de negociações diretamente, mas espera um sinal de boa vontade do Planalto. Um caso que o PMDB espera resolver é o do senador Romero Jucá (PMDB-RR), que teve um irmão demitido da Infraero e já teria recebido a promessa de uma recolocação em outro posto federal. Jucá deve ser o relator da CPI da Petrobras.
O PMDB gostaria ainda de aumentar seu poder dentro da Petrobras. Já reivindicou, no passado, a diretoria de Exploração e Pesquisa, mas Lula não atendeu o pedido. Hoje, quem comanda a diretoria é um petista, que não deve ser tirado do cargo pelo Planalto.
Fonte: Tribuna da Bahia
Em troca da defesa do governo na CPI da Petrobras, o PMDB vai pedir ao presidente Lula que pressione seu partido a fechar um acordo em torno das disputas pelo comando dos Estados no próximo ano.
Os peemedebistas querem definir, desde já, que nos Estados mais estratégicos o candidato de uma aliança entre PMDB e PT seja aquele que estiver mais bem posicionado nas pesquisas de intenção de voto. A aliança passaria pelo apoio ao candidato de Lula à Presidência - no momento, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).
Um auxiliar de Lula disse à Folha que, se o acordo envolver a garantia de apoio peemedebista a Dilma, há espaço para negociação. Mas não nos termos já propostos pelo PMDB.
O PT não quer definir agora os nomes nos Estados. Prefere fazê-lo apenas em 2010. Parte da cúpula, contudo, não aceita acordos em alguns Estados, como Minas Gerais -um dos reivindicados pelos aliados. Em Minas, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, do PMDB, lidera as pesquisas. Só que o PT mineiro tem dois candidatos, o ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) e o ex-prefeito Fernando Pimentel.
Há dificuldades ainda na Bahia, no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul, por exemplo. O governador baiano Jaques Wagner é candidato à reeleição, enquanto o ministro peemedebista Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) também quer disputar o cargo.
Além da eleição de 2010, o PMDB quer aproveitar a CPI para resolver pendências com o governo em torno de cargos. Um peemedebista disse que esse tema não será posto na mesa de negociações diretamente, mas espera um sinal de boa vontade do Planalto. Um caso que o PMDB espera resolver é o do senador Romero Jucá (PMDB-RR), que teve um irmão demitido da Infraero e já teria recebido a promessa de uma recolocação em outro posto federal. Jucá deve ser o relator da CPI da Petrobras.
O PMDB gostaria ainda de aumentar seu poder dentro da Petrobras. Já reivindicou, no passado, a diretoria de Exploração e Pesquisa, mas Lula não atendeu o pedido. Hoje, quem comanda a diretoria é um petista, que não deve ser tirado do cargo pelo Planalto.
Fonte: Tribuna da Bahia
'Se o PMDB sair, há outros interessados na aliança', diz Wagner
Luana Rocha Redação CORREIO
Pela primeira vez, o governador Jaques Wagner (PT) deixa o tom diplomático de lado e fala abertamente sobre a relação entre o governo e o PMDB. Desde as eleições municipais, a aliança entre os partidos no estado está estremecida e rumores sobre uma possível ruptura viraram rotina nos bastidores políticos.
De início, o governador afastava qualquer hipótese de rompimento e declarava que a aliança no plano nacional seria mantida na Bahia. Na sexta-feira (22), em entrevista ao CORREIO, o governador deixou o discurso polido e afirmou que vai encarar com naturalidade caso o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, lance candidatura própria ao governo do estado.
“Se o PMDB sair, existem outros partidos interessados em ingressar na aliança”, afirmou, semcitar diretamente a movimentação de dez deputados que pretendem migrar para o PTB.
Ele declarou ainda que não vai forçar a permanência do PMDB na gestão, mas precisa saber efetivamente o posicionamento deles. “Só há casamento quando os dois querem. O PT nacional quer. Eu quero. Agora preciso saber a posição do PMDB”.
O PMDB fez um encontro com suas lideranças. O discurso do ministro Geddel Vieira Lima indicou uma possibilidade de uma candidatura dele ao governo do estado. Hoje, como está a relação Jaques Wagner e PMDB?A minha posição é clara. Eu trabalho pela ampliação da aliança que me elegeu em 2006, que inclui o PMDB e mais oito partidos. Eu não escolho adversários e sim aliados. Desde o primeiro momento tento manter a aliança com o PMDB, mas existia uma combinação.
A vaga do PT era para o governo do estado e isso estava claro, e Geddel deveria ocupar a vaga para disputa no Senado. O PMDB é o aliado preferencial, até pela sua dimensão e por estar alinhado no plano nacional. Mas isso não funciona em todos os lugares.
Em Pernambuco, por exemplo, o partido não está ao lado do governador Eduardo Campos (PSB). Na minha opinião, só há casamento quando os dois querem. O PT nacional quer. Eu quero. Agora eu preciso saber a posição do PMDB.
O encontro do PMDB teve caráter de campanha?Fazer encontros com os correligionários é normal, mas achei esse encontro estranho. O PMDB tem dois secretários na estrutura do estado (Batista Neves na Infraestrutura e Rafael Amoedo na Indústria e Comércio) e poderia avaliar as ações desses quadros na gestão.
Mas, na verdade, o encontro acabou tomando outra direção. Caso, realmente, exista vontade do ministro em ser candidato, tudo bem. Isso pode ser feito em clima amistoso, e a ministra Dilma Rousseff poderá ter dois palanques na Bahia.
Isso já aconteceu em outros lugares. Em alguns tem acontecido com hostilidade, mas eu encaro com naturalidade. Se o PMDB sair, existem outros partidos interessados em ingressar na aliança.
O PMDB havia anunciado que entregaria um documento apontando pontos que consideram falhos no governo. Esse documento foi entregue?
Repito: o PMDB tem dois secretários na gestão e não acredito que entregar um documento seja a melhor forma de contribuir com as ações do governo. O ministro e o próprio presidente do partido, Lúcio Vieira Lima, poderiam falar comigo pessoalmente e não precisariam de desculpa para sair da gestão. Tenho interesse no PMDB se eles quiserem ficar, mas, se eles não desejarem, tem que fazer isso com absoluta naturalidade.
O que dizem as pesquisas que o senhor tem feito para as próximas eleições?
As simulações têm sido bastante positivas e tenho feito isso constantemente. Muitos partidos também deixam para decidir se querem ser aliados ou não depois da divulgação do placar eleitoral.
Aconteceu comigo na eleição de 2006. Algumas legendas não quiseram se aliar à minha candidatura porque as pesquisas indicavam que eu não iria ganhar e acabei levando a eleição no primeiro turno.
O mesmo vai acontecer com a ministra Dilma. A saúde eleitoral dela no estado está ótima e ela só vem crescendo nas pesquisas.
Depois da internação da ministra, essa semana, seu nome voltou a ser ventilado como um dos possíveis sucessores do presidente Lula...
Só trabalho com a hipótese da candidatura de Dilma. Essa é uma eleição pessoal dela e do presidente Lula. Gostaria que não houvesse nada da doença, inclusive acho que a preocupação central dela deve ser com a saúde. Mas, com certeza, não vai haver nenhum impedimento à continuidade da candidatura dela.
Depois de muitas especulações, a superintendente da Conder, Maria del Carmen, foi exonerada. Haverá novas substituições no secretariado?
A gente pode fazer ajustes na ordem administrativa e política do secretariado. No caso da Conder, a mudança foi feita para dar dinamismo ao órgão. O atual gestor (engenheiro civil Milton Villas Boas) não tem nenhuma vinculação política.
Sua escolha foi unicamente técnica e ele chegou para fazer o que a Conder é, uma tocadora de obras importantes. É importante ressaltar também que Maria del Carmen foi uma boa coordenadora.
Ela cuidou da obra de Pituaçu, que, apesar de todas as críticas, ficou pronto e com excelente qualidade. É natural que sejam feitas alterações e estou muito à vontade para fazê-las. Não demito ninguém por pressão. Troco apenas o que sinto necessidade.
Outras alterações podem acontecer, seja por via administrativa ou política, caso sejam feitas novas alianças que envolvam negociação de cargos.
Fonte: Correio da Bahia
Pela primeira vez, o governador Jaques Wagner (PT) deixa o tom diplomático de lado e fala abertamente sobre a relação entre o governo e o PMDB. Desde as eleições municipais, a aliança entre os partidos no estado está estremecida e rumores sobre uma possível ruptura viraram rotina nos bastidores políticos.
De início, o governador afastava qualquer hipótese de rompimento e declarava que a aliança no plano nacional seria mantida na Bahia. Na sexta-feira (22), em entrevista ao CORREIO, o governador deixou o discurso polido e afirmou que vai encarar com naturalidade caso o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, lance candidatura própria ao governo do estado.
“Se o PMDB sair, existem outros partidos interessados em ingressar na aliança”, afirmou, semcitar diretamente a movimentação de dez deputados que pretendem migrar para o PTB.
Ele declarou ainda que não vai forçar a permanência do PMDB na gestão, mas precisa saber efetivamente o posicionamento deles. “Só há casamento quando os dois querem. O PT nacional quer. Eu quero. Agora preciso saber a posição do PMDB”.
O PMDB fez um encontro com suas lideranças. O discurso do ministro Geddel Vieira Lima indicou uma possibilidade de uma candidatura dele ao governo do estado. Hoje, como está a relação Jaques Wagner e PMDB?A minha posição é clara. Eu trabalho pela ampliação da aliança que me elegeu em 2006, que inclui o PMDB e mais oito partidos. Eu não escolho adversários e sim aliados. Desde o primeiro momento tento manter a aliança com o PMDB, mas existia uma combinação.
A vaga do PT era para o governo do estado e isso estava claro, e Geddel deveria ocupar a vaga para disputa no Senado. O PMDB é o aliado preferencial, até pela sua dimensão e por estar alinhado no plano nacional. Mas isso não funciona em todos os lugares.
Em Pernambuco, por exemplo, o partido não está ao lado do governador Eduardo Campos (PSB). Na minha opinião, só há casamento quando os dois querem. O PT nacional quer. Eu quero. Agora eu preciso saber a posição do PMDB.
O encontro do PMDB teve caráter de campanha?Fazer encontros com os correligionários é normal, mas achei esse encontro estranho. O PMDB tem dois secretários na estrutura do estado (Batista Neves na Infraestrutura e Rafael Amoedo na Indústria e Comércio) e poderia avaliar as ações desses quadros na gestão.
Mas, na verdade, o encontro acabou tomando outra direção. Caso, realmente, exista vontade do ministro em ser candidato, tudo bem. Isso pode ser feito em clima amistoso, e a ministra Dilma Rousseff poderá ter dois palanques na Bahia.
Isso já aconteceu em outros lugares. Em alguns tem acontecido com hostilidade, mas eu encaro com naturalidade. Se o PMDB sair, existem outros partidos interessados em ingressar na aliança.
O PMDB havia anunciado que entregaria um documento apontando pontos que consideram falhos no governo. Esse documento foi entregue?
Repito: o PMDB tem dois secretários na gestão e não acredito que entregar um documento seja a melhor forma de contribuir com as ações do governo. O ministro e o próprio presidente do partido, Lúcio Vieira Lima, poderiam falar comigo pessoalmente e não precisariam de desculpa para sair da gestão. Tenho interesse no PMDB se eles quiserem ficar, mas, se eles não desejarem, tem que fazer isso com absoluta naturalidade.
O que dizem as pesquisas que o senhor tem feito para as próximas eleições?
As simulações têm sido bastante positivas e tenho feito isso constantemente. Muitos partidos também deixam para decidir se querem ser aliados ou não depois da divulgação do placar eleitoral.
Aconteceu comigo na eleição de 2006. Algumas legendas não quiseram se aliar à minha candidatura porque as pesquisas indicavam que eu não iria ganhar e acabei levando a eleição no primeiro turno.
O mesmo vai acontecer com a ministra Dilma. A saúde eleitoral dela no estado está ótima e ela só vem crescendo nas pesquisas.
Depois da internação da ministra, essa semana, seu nome voltou a ser ventilado como um dos possíveis sucessores do presidente Lula...
Só trabalho com a hipótese da candidatura de Dilma. Essa é uma eleição pessoal dela e do presidente Lula. Gostaria que não houvesse nada da doença, inclusive acho que a preocupação central dela deve ser com a saúde. Mas, com certeza, não vai haver nenhum impedimento à continuidade da candidatura dela.
Depois de muitas especulações, a superintendente da Conder, Maria del Carmen, foi exonerada. Haverá novas substituições no secretariado?
A gente pode fazer ajustes na ordem administrativa e política do secretariado. No caso da Conder, a mudança foi feita para dar dinamismo ao órgão. O atual gestor (engenheiro civil Milton Villas Boas) não tem nenhuma vinculação política.
Sua escolha foi unicamente técnica e ele chegou para fazer o que a Conder é, uma tocadora de obras importantes. É importante ressaltar também que Maria del Carmen foi uma boa coordenadora.
Ela cuidou da obra de Pituaçu, que, apesar de todas as críticas, ficou pronto e com excelente qualidade. É natural que sejam feitas alterações e estou muito à vontade para fazê-las. Não demito ninguém por pressão. Troco apenas o que sinto necessidade.
Outras alterações podem acontecer, seja por via administrativa ou política, caso sejam feitas novas alianças que envolvam negociação de cargos.
Fonte: Correio da Bahia
Aposentados e pensionistas terão prioridade em recadastramento de servidores federais
Redação CORREIO
Os servidores públicos aposentados e pensionistas são o principal alvo do recadastramento geral dos funcionários do Poder Executivo. Segundo o Ministério do Planejamento, o censo seguirá o modelo aplicado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que promoveu um recenseamento com os beneficiários da Previdência Social entre 2005 e 2007. De acordo com o ministério, os aposentados e pensionistas terão prioridade porque as suspeitas de fraude se concentram nessas categorias. Os servidores da ativa estão sujeitos a controle maior por estarem submetidos a auditorias periódicas feitas pela área de recursos humanos dos órgãos federais. Para os trabalhadores da ativa, o recenseamento ocorrerá no local de trabalho. Em relação aos aposentados e pensionistas, o recadastramento será feito nas agências bancárias em que são pagos os benefícios. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou o recadastramento ontem (22) no programa Bom Dia, Ministro, da Rádio Nacional. O recenseamento começará em julho e abrangerá cerca de 1,1 milhão de servidores cerca de 540 mil na ativa, 363 mil aposentados e 244 mil pensionistas. Segundo ele, o governo fará campanhas publicitárias para divulgar a pesquisa. No recenseamento, os servidores do Executivo terão de responder em que órgão trabalham, quanto ganham e que atividades exercem. O governo pretende combater ilegalidades como o pagamento irregular de salários e aposentadorias, além da existência de funcionários fantasmas.
Fonte: Correio da Bahia
Os servidores públicos aposentados e pensionistas são o principal alvo do recadastramento geral dos funcionários do Poder Executivo. Segundo o Ministério do Planejamento, o censo seguirá o modelo aplicado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que promoveu um recenseamento com os beneficiários da Previdência Social entre 2005 e 2007. De acordo com o ministério, os aposentados e pensionistas terão prioridade porque as suspeitas de fraude se concentram nessas categorias. Os servidores da ativa estão sujeitos a controle maior por estarem submetidos a auditorias periódicas feitas pela área de recursos humanos dos órgãos federais. Para os trabalhadores da ativa, o recenseamento ocorrerá no local de trabalho. Em relação aos aposentados e pensionistas, o recadastramento será feito nas agências bancárias em que são pagos os benefícios. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou o recadastramento ontem (22) no programa Bom Dia, Ministro, da Rádio Nacional. O recenseamento começará em julho e abrangerá cerca de 1,1 milhão de servidores cerca de 540 mil na ativa, 363 mil aposentados e 244 mil pensionistas. Segundo ele, o governo fará campanhas publicitárias para divulgar a pesquisa. No recenseamento, os servidores do Executivo terão de responder em que órgão trabalham, quanto ganham e que atividades exercem. O governo pretende combater ilegalidades como o pagamento irregular de salários e aposentadorias, além da existência de funcionários fantasmas.
Fonte: Correio da Bahia
Diferenças entre depressão e tristeza
A Tarde On Line
Fim de namoro, perda do trabalho. Estes dois acontecimentos podem de fato abalar uma pessoas, mas não ao ponto de torna-las depressivas. Mas não é isso o que vem acontecendo. De acordo com dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o uso de medicamentos contra a depressão tem crescido a uma taxa assustadora: 42% entre 2003 e 2007.
“Tristeza é um fenômeno normal que faz parte da vida de todos nós. Ficar triste porque terminou o namoro, perdeu o emprego ou um ente querido é algo normal e até necessário. A depressão é um estado patológico. Existem diferenças bem demarcadas entre uma e outra“, diz o psiquiatra e ex-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Marco Antônio Brasil.
O caderno Ciência&Vida traz, na edição deste domingo, uma ampla matéria sobre este assunto, abordando os mitos e verdades sobre a depressão e as consequências do uso indiscriminado desses medicamentos.
Acompanhe também uma matéria sobre o crescimento da produção científica no Brasil e na Bahia nos últimos anos. O Estado, apesar de contar com um dos maiores orçamentos no País para esse fim, tem sobra de recursos por falta de bons projetos. O programa Inovatec, por exemplo, disponibilizou R$ 15 milhões no ano passado para iniciativas que sugerissem novas tecnologias com aplicação na sociedade. Somente R$ 4,59 milhões foram executados.
Fonte: A Tarde
Fim de namoro, perda do trabalho. Estes dois acontecimentos podem de fato abalar uma pessoas, mas não ao ponto de torna-las depressivas. Mas não é isso o que vem acontecendo. De acordo com dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o uso de medicamentos contra a depressão tem crescido a uma taxa assustadora: 42% entre 2003 e 2007.
“Tristeza é um fenômeno normal que faz parte da vida de todos nós. Ficar triste porque terminou o namoro, perdeu o emprego ou um ente querido é algo normal e até necessário. A depressão é um estado patológico. Existem diferenças bem demarcadas entre uma e outra“, diz o psiquiatra e ex-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Marco Antônio Brasil.
O caderno Ciência&Vida traz, na edição deste domingo, uma ampla matéria sobre este assunto, abordando os mitos e verdades sobre a depressão e as consequências do uso indiscriminado desses medicamentos.
Acompanhe também uma matéria sobre o crescimento da produção científica no Brasil e na Bahia nos últimos anos. O Estado, apesar de contar com um dos maiores orçamentos no País para esse fim, tem sobra de recursos por falta de bons projetos. O programa Inovatec, por exemplo, disponibilizou R$ 15 milhões no ano passado para iniciativas que sugerissem novas tecnologias com aplicação na sociedade. Somente R$ 4,59 milhões foram executados.
Fonte: A Tarde
Sai lista de nomes de vítimas de acidente aéreo em Trancoso
Mário Bittencourt Sucursal de Eunapólis*
Arsenal divulga lista com nomes de 14 vítmas
A assessoria de comunicação da Arsenal Investimentos divulgou a lista com os 14 nomes das vítimas do acidente com avião bimotor que caiu em Trancoso, nesta sexta-feira, 22. Na aeronave estavam o empresário Roger Wright, 56 anos, sócio fundador da Arsenal Investimentos; sua esposa Lucila Carvalho Lins; a filha do empresário, Verônica Luchsinger Wright Faro, com o esposo Rodrigo de Mello Faro e seus dois filhos do casal, Vitória Wright Faro e Gabriel Wright Faro.O filho de Roger Wright, Felipe Luchsinger Wright, também estava no avião com sua esposa, Heloísa Alqueres Vaz Wright, o filho, Francisco Alqueres Vaz Wrihgt, de apenas 6 meses, e Rosângela Pereira Barbosa, babá de Francisco.Estavam a bordo ainda a neta de Lucila Carvalho Lins, Nina Pinheiro, filha de Isabela Pinheiro, fruto do primeiro casamento de Lucila; Vera Lúcia Mércio, tia-avó de Roger Wright; o piloto Jorge Lang Filho; e o copiloto Nelson Caminha Affonseca. As idades das crianças não foram divulgadas. Ainda segundo a assessoria da Arsenal, três sócios de Roger Wright estão na Bahia a fim de colaborar nos trabalhos de identificação e liberação dos corpos, que devem ser enterrados em São Paulo (SP). O diretor do Departamento de Polícia Técnica de Salvador, Raul Barreto, confirmou que 14 pessoas morreram na queda do avião. Barreto, que esteve em Porto Seguro acompanhando o levantamento cadavérico, negou a possibilidade do acidente ter deixado mais uma vítima. Acidente - A aeronave modelo Super King Air B-350, proveniente do aeroporto e Congonhas (SP), caiu por volta de 21h desta sexta-feira, durante uma manobra de aterrissagem, explodindo no solo a 200 metros da cabeceira da pista do Aeroporto Terravista, em Trancoso, de propriedade do Club Med.Roger Ian Wright, proprietário de uma mansão vizinha ao Club Med, costumava ir a Trancoso a cada 15 dias e tinha permissão de aterrissar na pista do condomínio. A tripulação fez o último contato com a torre às 20h50, dez minutos antes do acidente.De acordo com o gerente do aeroporto, James Souza, o piloto disse que tinha boa visibilidade da pista. Ele afirmou ainda que Jorge Lang conhecia bem o local, pois era ele quem sempre levava o empresário para Trancoso.
Não há confirmação de que a chuva na região tenha influenciado no momento do acidente. O Aeroporto Terravista é dedicado exclusivamente ao atendimento de aeronaves executivas e chegou a ser interditado no ano passado. A pista tem 1.500 metros.
* Com redação de Mariana Mendes A TARDE On Line
Arsenal divulga lista com nomes de 14 vítmas
A assessoria de comunicação da Arsenal Investimentos divulgou a lista com os 14 nomes das vítimas do acidente com avião bimotor que caiu em Trancoso, nesta sexta-feira, 22. Na aeronave estavam o empresário Roger Wright, 56 anos, sócio fundador da Arsenal Investimentos; sua esposa Lucila Carvalho Lins; a filha do empresário, Verônica Luchsinger Wright Faro, com o esposo Rodrigo de Mello Faro e seus dois filhos do casal, Vitória Wright Faro e Gabriel Wright Faro.O filho de Roger Wright, Felipe Luchsinger Wright, também estava no avião com sua esposa, Heloísa Alqueres Vaz Wright, o filho, Francisco Alqueres Vaz Wrihgt, de apenas 6 meses, e Rosângela Pereira Barbosa, babá de Francisco.Estavam a bordo ainda a neta de Lucila Carvalho Lins, Nina Pinheiro, filha de Isabela Pinheiro, fruto do primeiro casamento de Lucila; Vera Lúcia Mércio, tia-avó de Roger Wright; o piloto Jorge Lang Filho; e o copiloto Nelson Caminha Affonseca. As idades das crianças não foram divulgadas. Ainda segundo a assessoria da Arsenal, três sócios de Roger Wright estão na Bahia a fim de colaborar nos trabalhos de identificação e liberação dos corpos, que devem ser enterrados em São Paulo (SP). O diretor do Departamento de Polícia Técnica de Salvador, Raul Barreto, confirmou que 14 pessoas morreram na queda do avião. Barreto, que esteve em Porto Seguro acompanhando o levantamento cadavérico, negou a possibilidade do acidente ter deixado mais uma vítima. Acidente - A aeronave modelo Super King Air B-350, proveniente do aeroporto e Congonhas (SP), caiu por volta de 21h desta sexta-feira, durante uma manobra de aterrissagem, explodindo no solo a 200 metros da cabeceira da pista do Aeroporto Terravista, em Trancoso, de propriedade do Club Med.Roger Ian Wright, proprietário de uma mansão vizinha ao Club Med, costumava ir a Trancoso a cada 15 dias e tinha permissão de aterrissar na pista do condomínio. A tripulação fez o último contato com a torre às 20h50, dez minutos antes do acidente.De acordo com o gerente do aeroporto, James Souza, o piloto disse que tinha boa visibilidade da pista. Ele afirmou ainda que Jorge Lang conhecia bem o local, pois era ele quem sempre levava o empresário para Trancoso.
Não há confirmação de que a chuva na região tenha influenciado no momento do acidente. O Aeroporto Terravista é dedicado exclusivamente ao atendimento de aeronaves executivas e chegou a ser interditado no ano passado. A pista tem 1.500 metros.
* Com redação de Mariana Mendes A TARDE On Line
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