quarta-feira, março 11, 2026

Aumenta cada vez mais a possibilidade de haver impeachments na Suprema Corte

Aumenta cada vez mais a possibilidade de haver impeachments na Suprema Corte

AMB questiona quórum para impeachment de ministros do STF

Reprodução do site Migalhas

Merval Pereira
O Globo

A resposta que o presidente do STF, ministro Edson Fachin, deu à comissão da OAB, de que as apurações do caso Master vão seguir e que nada ficará sob o tapete tinha de ser dada, mas vamos ver os fatos, o que realmente acontecerá na prática.

Foi bom o presidente do STF ter dado esta declaração, porque pelo menos constrange os que, dentro do próprio STF, estão tentando negociar que tudo fique debaixo do tapete. Não é à toa que Fachin falou isso. Ele certamente sabe o que está acontecendo, e se avançar esta tentativa de parte do Congresso, parte do STF e parte do Judiciário de maneira geral para que não haja uma solução. será uma crise maior do que a que está acontecendo.

E OS MILITARES? – A opinião pública não vai aceitar, os militares estão muito incomodados – a não ser que eles entrem também no acordão, mas é muito difícil. Tenho a impressão de que, num país normal, que não é o nosso caso, isso seria resolvido pela Justiça.

Fachin está dando o norte – não sei se é o que a maioria do STF quer, mas ele está cumprindo sua missão. Ser presidente do STF é uma honraria menor, porque não é por mérito e sim por rodízio que se assume a presidência. Isso significa que o presidente não tem ascendência sobre ninguém. São todos iguais, o presidente tem algumas prerrogativas, mas nada que faça com que ele obrigue algum ministro a alguma coisa.

Só há a pressão moral, a pressão da sociedade, mas não é algo que tenha punição. É difícil comandar 11 “ilhas”, e às vezes elas se unem para proteger umas às outras, como está acontecendo no caso Master. Vamos ver se conseguimos ir adiante dentro da lei.

PUNIR É PRECISO – De uma maneira ou de outra, os ministros devem ser punidos, porque se não acontecer nada agora, é quase certo que no ano que vem, diante de um Senado majoritariamente de direita, um deles, ou os dois ministros sofram impeachment. Isso não vai parar.

STF e banco Master são o centro da discussão política num ano eleitoral. Cada explicação dada é pior do que a anterior, como a que a mulher de Alexandre de Moraes agora apresentou.

O Chat GPT faz aquilo em um minuto, não têm o menor sentido a tentativa de justificar o que é injustificável.

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Nota da Redação deste Blog:


Lava Jato 2.0: Merval Pereira retoma golpismo de 2016 e pede para comandantes militares enquadrarem Lula

Porta-voz político do clã Marinho, da Globo, Merval convoca comandantes militares contra Lula e faz uma espécie de copywriting de um artigo escrito em 2016, em meio à condução coercitiva determinada por Moro, citando tese do "artigo 142" adotada depois pelos bolsonaristas.

Por: Plinio TeodoroPublicado: 10/03/2026 - às 07h50Atualizado: 10/03/2026 - às 07h52| 6 min de leitura
Merval Pereira e Sergio Moro em evento da Globo
- Sergio Moro e Merval Pereira, do jornal O Globo (Isaac Amorim/MJSP)

orta-voz do clã Marinho, o editorialista Merval Pereira retomou o roteiro do golpe contra Dilma Rousseff em 2016 e fez um espécie de copywriting de um artigo escrito à época para pedir que comandantes militares enquadrem Lula, em uma reedição do que já vem sendo tratado como Lava Jato 2.0, em meio aos vazamentos seletivos de informações para jornalistas do grupo Globo.
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