terça-feira, setembro 13, 2022

Ministério da Defesa desmente notícias sobre o tal “acordo de apuração paralela” com TSE

Publicado em 13 de setembro de 2022 por Tribuna da Internet

Ministro cita "lisura" em compra de Viagra pelas Forças Armadas

Ministro da Defesa desmente acordo, mas a Folha insiste

Carlos Newton

O Ministério da Defesa divulgou nota oficial nesta terça-feira em que esclarece a participação das Forças Armadas na fiscalização do sistema eletrônico de votação. A mensagem do ministro Paulo Sérgio Nogueira confirma as informações da Tribuna da Internet, único órgão da imprensa que esclareceu tratar-se de um erro do repórter da Folha, que mencionou  equivocadamente “um acordo” com o TSE para acesso diferenciado aos dados da apuração.

Conforme a TI anunciou, com exclusividade, jamais houve esse “acordo”, até porque os dados da apuração estão disponíveis na internet com total transparência, não é preciso ter autorização do TSE para acessá-los.

MAL ENTENDIDO – Fica claro que ocorreu um mal entendido, mas o pior é que a Folha de S. Paulo, em matéria publicada após a nota de esclarecimento da Defesa, resolveu fazer um papel ridículo, publicando artigo sob o título “Moraes escanteia fiscais das eleições e negocia com militares a portas fechadas no TSE”, dizendo que “o ministro diverge de Fachin, ex-presidente do tribunal, que havia fechado o diálogo com as Forças Armadas.

A equivocada matéria da Folha , que publicaremos a seguir, é altamente fantasiosa e cultiva uma “teoria conspiratória” verdadeiramente patética, que teria a participação de Alexandre de Moraes.

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NOTA DO MINISTÉRIO DA DEFESA

Sobre a matéria veiculada pela Folha de São Paulo nesta segunda-feira, 12/9, intitulada “Forças Armadas farão apuração paralela em tempo real com 385 urnas”, o Ministério da Defesa esclarece que, em relação à apuração das eleições 2022, as Forças Armadas não solicitaram qualquer permissão de acesso diferenciado em tempo real aos dados enviados para a totalização do pleito eleitoral pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), cuja realização é competência constitucional da Justiça Eleitoral.

Com base na Resolução nº 23.673-TSE/2021, as Forças Armadas têm atuado como uma das entidades fiscalizadoras, legitimadas a participar das etapas do processo de fiscalização do sistema eletrônico de votação.

Por fim, cabe ressaltar que o Ministério da Defesa e as Forças Armadas não demandam exclusividade e tampouco protagonismo em nenhuma etapa ou procedimento da fiscalização do sistema eletrônico de votação e permanecerão pautando a sua atuação pela estrita observância da legalidade, pela realização de um trabalho técnico e pela colaboração com o TSE.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Daqui a pouco publicaremos a matéria da Folha, que merece inscrição no Troféu Piada do Ano. (C.N.)

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