quinta-feira, maio 05, 2022

Jeremoabo, MPE precisa interferir rapidamente, somente a intervenção do MP para salvar o que resta da destruição do Parque de Exposição

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É comum que reclamemos quando diante de algo anormal na esfera da coisa pública; muitas vezes a reclamação se origina pela presença de lixo ou um buraco nas ruas, já vem outros momentos, parece haver uma cegueira coletiva e intensional, a exemplo, a DESTRUIÇÃO DO PARQUE DE EXPOSIÇÃO DE JEREMOABO/BA, onde o prefeito, sem qualquer justificativa plausível, destruiu a parte correspondente ao esporte de vaquejada, uma obra que hoje, deve CUSTAR aos cofres públicos, algo em torno de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) para ser refeito.
Agora vem a pergunta: destruir porquê ou para quê, já que não tem um projeto substituto e dentro da mesma finalidade.
Acaso a intenção seja destruir para futuramente justificar a construção da tão falada ESCOLA ESTADUAL, temos aí um engodo pré eleitoral, considerando que o estado já possui duas escolas na sede, que sequer é dada a devida atenção, pois vejamos:
1 - Escolha Antônio Carlos Magalhães que se arrasta com uma reforma interminável (hoje com outro nome), situada ao lado da Câmara de Vereadores; a Escola José Lourenço de Carvalho, em frente ao Parque de EXPOSIÇÃO, carente de reforma há bastante tempo. Quanto a Escola Agrícola, apenas mais um Elefante Branco.
Diante desta realidade pergunto: para que mais um espaço físico, considerando que os já existentes, sequer recebem a devida manutenção quando merecidas, logo, acaso a destruição do parque de exposição tenha por finalidade, chegar a esse objetivo, reflete descaso com o patrimônio público, já que se origina por ato e decisão não republicano, já que a coisa pública não é propriedade do gestor.
2- É questionável que sequer o estado detenha hoje, alunos suficientes para atender a demanda das escolas ora citadas, fato que cabe ao LEGISLATIVO MUNICIPAL DE JEREMOABO/BAHIA, fazer o devido levantamento.
Suponhamos que o material do desmonte esteja devidamente guardado, pois estimo que cada morão custe hoje, algo em torno de R$ 150,00 a 200,00 reais, já os ripões, o valor do metro linear deve custar de R$ 15,00 a 25,00, some-se a tudo isso, a quantidade em m2 (metro quadrado) de construções em alvenaria de bloco, aproximadamente 100 carradas de areia colocadas na pista de derruba do boi, mais a mão de obra de pedreiros e carpinteiros.
É uma vergonha o que foi feito com o Parque de Exposição, é lamentável que o nosso legislativo esteja em período de hibernação, devendo despertar apenas no VERÃO DAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES EM 2024.
Acorda povo...
Nota da redação deste Blog - Para complementar a matéria acima de autoria de Jose Mário, eu crescento :
“Quem abandona suas origens, entra sem norte no porvir. Caminhante sem farol na noite escura, assim é o povo quando levado apenas pelo interesse imediato. De fato, não mais poderá ser chamado autenticamente de povo. Formará um imenso agregado humano, deambulando sem rumo. Despencará para a condição de massa. Seus integrantes serão apenas átomos perdidos e isolados no turbilhão estonteante da civilização contemporânea.” (Horizontes de Minas. Péricles Capanema Ferreira e Melo),]









Cadê as telhas?
Cadê os caibos?
Cadês os Morões?
Cadê os ripões?


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