Thomaz PiresDo CorreioWeb
Atualizada às 16h15
16/02/200814h57-O prédio onde funciona a sede da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), localizado dentro do campus da Universidade de Brasília (UnB), foi fechado na manhã deste sábado. Por volta das 9h, cerca de 30 alunos que assistiam às aulas de pós-graduação em Agronomia e funcionários foram retirados do edifício. A medida, determinada pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT), tem como objetivo evitar a retirada de documentos que possam comprovar as denúncias contra a Finatec. Dois promotores do Ministério Público do Distrito Federal, um interventor e quatro viaturas da Polícia Militar estavam no local. Na noite desta sexta-feira, a desembargadora Nídia Corrêa Lima, do Tribunal de Justiça do DF, acatou pedido do MPDF para afastar os cinco diretores da Finatec. Os argumentos foram que os diretores “vêm praticando inúmeras irregularidades em contratos celebrados com o poder público mediante dispensa de licitação e aplicando irregularmente recursos que deveriam ser destinados ao desenvolvimento científico e pesquisa”. A decisão da juíza teve como sustentação a ação inicial apresentada pelo MP no final de janeiro. No início da tarde o advogado da Finatec, Francisco Caputo, chegou ao local e criticou a ação do Ministério Público. Ele alegou que a decisão judicial não determinou a desocupação do prédio e seu fechamento. Ele também ressaltou o fato de o campus da UnB ser uma unidade pública federal. Por isso, a entrada de policiais militares só poderia acontecer com autorização da segurança da instituição de ensino. “A decisão expedida pela desembargadora em momento algum cita intervenção policial no edifício sede. Essa foi uma postura arbitrária do Ministério Público e nós iremos protestar na Justiça”, afirmou Caputo, que avaliou como “irresponsável” a determinação do órgão. O supervisor da polícia militar, capitão Jérferson Gonçalves de Castro, garantiu que o efetivo vai permanecer no local. “Estamos apenas seguindo uma determinação. O local deverá permanecer fechado até segunda-feira. A não ser que até lá saia uma outra decisão”, argumentou. Investigação A crise na Finatec começou com a denúncia apresentada pelos promotores Ricardo Antônio de Souza e Gladaniel Palmeira. Eles acusam a direção de provocar prejuízos de mais de R$ 100 milhões aos cofres públicos. As denúncias ficaram ainda mais graves após a revelação dos valores da reforma no apartamento onde morava o reitor da Universidade de Brasília (UnB). O dinheiro, R$ 470 mil, teria sido liberado pela Finatec para mobiliar o imóvel funcional
Fonte: Correio Web
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