sábado, maio 17, 2025

Corregedoria Geral do TJ-BA fará inspeção ordinária em Comarca de Senhor do Bonfim

 Foto: Divulgação

A iniciativa visa assegurar a qualidade e a eficiência dos serviços prestados nas unidades judiciais da região16 de maio de 2025 | 08:33

Corregedoria Geral do TJ-BA fará inspeção ordinária em Comarca de Senhor do Bonfim

exclusivas

O desembargador Roberto Maynard Frank, corregedor geral da Justiça do Estado da Bahia, anunciou a realização de uma inspeção ordinária na Comarca de Senhor do Bonfim, a ser realizada entre os dias 2 e 6 de junho de 2025. A iniciativa visa assegurar a qualidade e a eficiência dos serviços prestados nas unidades judiciais da região.

As unidades que passarão por inspeção incluem o Cartório Distribuidor, as Varas de Feitos de Relações de Consumo, Cíveis e Comerciais, a Vara do Sistema dos Juizados Especiais, a 1ª Vara Criminal, Júri e de Execuções Penais, além das unidades administrativas como a Administração do Fórum e a Central de Cumprimento de Mandados, e a Casa Lar.

A fiscalização será conduzida de forma presencial pelas juízas auxiliares da Corregedoria, Maria Helena Lordelo de Salles Ribeiro e Júnia Araújo Ribeiro Dias, juntamente com o juiz auxiliar Eduardo Carlos de Carvalho. As equipes de trabalho são compostas por profissionais com diversas matrículas, prontos para avaliar o funcionamento das unidades e garantir que os serviços oferecidos à população atendam aos padrões exigidos.

Os responsáveis pelas unidades inspecionadas devem garantir o acesso da equipe da Corregedoria a todos os recintos e fornecer, se necessário, documentos relevantes, sejam eles sigilosos ou não. Além disso, é fundamental que disponibilizem locais e equipamentos adequados para o desenvolvimento dos trabalhos.

Durante o período de inspeção, a população poderá contribuir com o processo, apresentando informações, demandas ou queixas sobre os serviços prestados, seja de forma presencial ou através do e-mail corregedoriageral@tjba.jus.br. Essa abertura ao diálogo demonstra o compromisso da Justiça da Bahia em ouvir e atender às necessidades dos cidadãos.

Política Livre

Moraes suspende parte de ação penal contra Ramagem depois de decisão da 1ª turma do STF

 Foto: Antonio Augusto/ STF/Arquivo

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal)16 de maio de 2025 | 20:40

Moraes suspende parte de ação penal contra Ramagem depois de decisão da 1ª turma do STF

brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), efetivou a suspensão de apenas parte do processo contra o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) pela trama golpista.

Em despacho desta sexta-feira (16), o relator citou a decisão unânime da Primeira Turma pela derrubada de uma manobra da Câmara dos Deputados a favor do parlamentar.

Ramagem foi tornado réu por cinco crimes. A ação penal pelo crimes que teriam sido cometidos após a diplomação como parlamentar, dano qualificado ao patrimônio público e deterioração do patrimônio tombado, ficou, portanto, suspensa.

O deputado seguirá respondendo por associação criminosa armada, golpe de Estado, abolição do Estado democrático de Direito.

Ainda nesta sexta, a defesa de Ramagem apresentou novos recursos à corte, afirmando que há uma omissão na decisão do Supremo.

Isso porque o crime de organização avançaria sobre o período em que ele já estava diplomado, já que esta teria seguido, segundo a PGR (Procuradoria-Geral da República) até 8 de janeiro de 2023.

Há, ainda, na corte, a ação do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB) para levar o caso ao plenário da corte. Caberá também a Moraes conduzir o processo. Ele foi definido o relator nesta quinta (15) por prevenção, ou seja, por relatar os processos que tratam de tema semelhando, no caso, o da tentativa de golpe de Estado.

Para o presidente da Câmara, a decisão da Turma é uma ofensa aos preceitos fundamentais previstos na Constituição. Isso porque o Supremo teria invadido a competência da Casa e comprometido a harmonia entre os Poderes ao restringir a suspensão do processo contra Ramagem somente pelos crimes de dano qualificado ao patrimônio público e deterioração do patrimônio tombado.

A ação aberta por Motta deve ser rejeitada e o assunto já está pacificado no Supremo, segundo três ministros e três auxiliares ouvidos pela reportagem.

O presidente da Câmara, de acordo com esses ministros, precisava dar um recado para dentro do Legislativo de que está disposto a defender as prerrogativas dos parlamentares, independentemente da coloração partidária.

Ana Pompeu/Folhapress

Fake news envolvendo Miriam Leitão mostra que a Polícia precisa agir


É #FAKE que a colunista Míriam Leitão tenha publicado artigo 'luz no fim do  túnel' sobre crise no INSS | Fato ou Fake | G1

Falsificação imita a coluna da jornalista em O Globo

José Carlos Werneck

O site g1 publicou a notícia de que “circula nas redes sociais o que seria o print de um texto publicado no jornal “O Globo” e escrito pela colunista Miriam Leitão, no qual ela afirmaria que “rombo no INSS é a luz no fim do túnel para a salvação da economia e controle da inflação”.]

O texto alega que “descontos nos benefícios deixam o aposentado com menos recursos, o que o faz gastar menos”, gerando um recuo da inflação”.]

APENAS FAKE NEWS – Esse texto, porém, nunca foi publicado pela colunista. Portanto, a informação é simplesmente fake news, diz a matéria publicada pelo g1, acrescentando que à seção especializada “Ao Fato ou Fake”, Miriam Leitão confirmou que não é de sua autoria o texto.

“Eu nunca escrevi isso, nem escreveria. Tenho defendido o oposto: que o governo precisa ser eficiente e rápido em devolver o dinheiro às pessoas lesadas por esse roubo. Esse raciocínio é tosco, e eu evidentemente jamais o formularia. Está claro que é falsificado por quem tenta tirar a credibilidade de quem está dizendo, como eu, que é preciso investigar tudo nesse roubo que começou no governo Bolsonaro”.

TUDO FALSO – O print que circula nas redes mostra uma suposta publicação feita nesta terça-feira (13) às 19h30, horário em que nenhum conteúdo da coluna foi postado. Além disso, as fontes de título e subtítulo exibidas na imagem são diferentes do padrão usado pelo jornal “O Globo”.

Nesta terça-feira, a coluna da jornalista Míriam Leitão fez sete publicações, apenas uma delas sobre o caso de fraude no órgão, com o título “INSS: Governo deve oferecer várias formas de comunicação às vítimas, inclusive a presencial, e se preparar para pôr dinheiro público no ressarcimento”.

Realmente estamos vivendo tempos muito difíceis. Até quando? A Polícia especializada em cibernética precisa agir, para identificar o autor e levá-lo à justiça, porque se trata de grave crime digital. 

sexta-feira, maio 16, 2025

Como diz Eros Grau, não existe Justiça aqui na Terra, mas somente no paraíso


O Judiciário virou parte do espetáculo", afirma Eros Grau

“Justiça virou parte do espetáculo”, lamenta Eros Grau 

Roberto Nascimento

Concordo com o grande jurista Jorge Béja no seu desânimo com a Justiça. Entretanto, devemos lembrar que o Judiciário reflete uma gigantesca crise da sociedade. De um tempos para cá, perdemos o freio, a ética, o caráter, e passamos perigosamente à política do vale tudo, sem exagero na avaliação.

Predomina a generalização da teoria de levar vantagem em todas as frentes, com um agravante: a violência entre as pessoas aumentou. Aquele antigo conceito de família, amizade, companheirismo, solidariedade, estima, está escorrendo pelos ralos do esgoto humano.

RETROCESSO GERAL – A decadência não é exclusividade do Judiciário, está nas ruas, nas altas rodas da sociedade, nos vários níveis de governo, nos sindicatos, nas torcidas dos clubes de futebol, nos condomínios, nas vilas e nas mansões.

Posso afirmar que, acompanhando a cena política desde a década de 80 e a caminho dos 80 anos, constato com profunda tristeza que o Legislativo é o mais trágico entre os Três Poderes.
O povo tem escolhido os piores representantes no Senado, na Câmara dos Deputados, nas Assembleias Legislativas e nas Câmaras de Vereadores.

O cenário é dantesco ou até pior do que o relato da Divina Comédia de Dante Alighieri.

INTERESSE COLETIVO – Não vejo os parlamentares correrem para votar matérias que melhorem a vida do povo e atendam aos interesses nacionais. Pelo contrário, só votam Leis que os beneficiem diretamente ou que sejam de seu interesse na continuidade de seus mandatos.

Suas excelências, nesse diapasão suicida, tentam seguir alimentando o dragão golpista, que ainda está à espreita, buscando uma forma para retomar o Poder. Para quê? Para nada. Uma vez no poder, conseguem ser ainda piores do que o grupelho que aí está.

Citando o ministro aposentado do STF, Eros Grau: “Não existe Justiça na Terra, somente no Paraíso”; aqui na Terra, hoje o Judiciário faz parte do espetáculo”..

Nota da redação deste Blog =  A esculhambação institucionalizada e o desrespeito ao cidadão contribuinte

Vivemos na era da globalização, da internet de alta velocidade, da inteligência artificial, dos aplicativos que prometem resolver tudo em segundos — mas basta precisar de um serviço essencial como o atendimento da Caixa Econômica Federal para perceber que o Brasil ainda engatinha no respeito ao cidadão. A esculhambação está generalizada. E quem sempre leva a pior? O contribuinte, o beneficiário, o trabalhador.

Tente, por exemplo, resolver qualquer problema bancário pelo atendimento telefônico da Caixa. Você será recebido com aquela frase padrão: “No momento, todos os atendentes estão ocupados. Por favor, aguarde.” Aguarde... por uma, duas horas, talvez mais. Aguarde por uma solução que não vem. Aguarde até ser vencido pela frustração. Isso não é apenas um problema técnico — é um sintoma de um sistema que falhou com a população.

Estamos falando de um banco público que deveria dar exemplo de eficiência, de atenção ao povo, especialmente porque lida com benefícios sociais, com o dinheiro suado do trabalhador, com aposentadorias, auxílios e financiamentos da casa própria. Em vez disso, o que se encontra é descaso. É como se o cidadão não passasse de um número em uma fila infinita, esquecida, digitalmente ignorada.

O mais grave é que isso acontece num contexto em que a tecnologia poderia facilitar e humanizar os serviços. Mas ao contrário, ela tem sido usada como barreira: filas virtuais, gravações automáticas, plataformas mal projetadas e aplicativos que mais confundem do que ajudam. Tudo isso sem qualquer canal efetivo de resolução rápida e transparente.

Essa negligência não é exclusividade da Caixa. Ela se repete em outros serviços públicos e privados, refletindo um país onde a burocracia serve mais para travar do que para organizar. Onde o consumidor é maltratado, o contribuinte é desvalorizado e o tempo do cidadão parece não ter valor algum.

É preciso cobrar. É preciso denunciar. É preciso exigir que as instituições respeitem as pessoas, porque ninguém aguenta mais esse desleixo institucionalizado. Um país que se quer moderno e justo não pode permitir que o cidadão seja tratado como um incômodo.

Porque, no fim das contas, quem sustenta toda essa estrutura somos nós. E o mínimo que merecemos é respeito.




INSS na mira: Quando o Estado falha com os que mais precisam


Charge do Jônatas (politicadinamica.com)

Pedro do Coutto

A revelação de que quase meio milhão de aposentados e pensionistas foram alvo de descontos indevidos em seus benefícios do INSS demonstra mais do que uma brecha explorada por entidades oportunistas — escancara a falência de mecanismos de controle dentro do próprio Estado. Quando 98,6% dos que se manifestaram dizem desconhecer qualquer vínculo com as associações que retiraram dinheiro de suas aposentadorias, não estamos falando de erro isolado. Trata-se de um esquema de larga escala, com traços de conivência estrutural.

O mais alarmante nessa operação conjunta da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União não é apenas o número de vítimas, mas o tempo em que essas fraudes puderam ocorrer sob o olhar aparentemente cego da administração pública. Como é possível que 41 entidades atuem livremente com descontos em folha sem uma verificação robusta de autorização? A resposta, infelizmente, está no tipo de gestão negligente que o sistema previdenciário brasileiro tem tolerado há décadas.

PAGAMENTO – A resposta oficial, embora articulada, soa defensiva. O presidente do INSS, Gilberto Waller, fez questão de repetir que o pagamento será feito diretamente pela folha e que o segurado não deve dar informações a ninguém. A ênfase na cautela — ainda que válida — escancara o receio de que o vácuo institucional seja explorado por novos golpistas. Mas há uma ironia cruel nisso: os próprios canais do governo já foram, de fato, explorados por supostas “associações” que tiveram acesso facilitado às folhas de pagamento.

É difícil acreditar que esse tipo de fraude seja realizado sem o envolvimento, direto ou indireto, de servidores ou prestadores de serviço ligados ao sistema. A DataPrev, que processa essas informações, também está no centro das atenções, e ainda assim, sua responsabilidade prática tem sido pouco debatida. Fala-se em “monitoramento”, mas não há qualquer indício de responsabilização efetiva por falhas que permitiram o início e a perpetuação dessas práticas.

Outro ponto que merece crítica é a reação da plataforma digital. A nota de protesto contra os “curiosos” que congestionam o sistema soa como um desvio de foco. Ora, se o número de vítimas é tão expressivo, não seria mais sensato reforçar os canais digitais, garantir estabilidade e transparência, ao invés de pedir silêncio da população? A curiosidade, nesse caso, é legítima — o medo de ser mais uma vítima é real.

ALENTO – A promessa de que não haverá prazo para a contestação é um alento tímido frente ao estrago causado. Mas o verdadeiro teste será a agilidade e transparência na devolução dos valores. E mais ainda: o governo tem a obrigação de fazer uma devassa nos processos de autorização de descontos em folha, auditar todas as entidades envolvidas e rever profundamente os critérios de cadastramento de associações no sistema previdenciário.

Se o Brasil quer mesmo proteger seus aposentados — aqueles que sustentam, com décadas de trabalho, a espinha dorsal do sistema —, precisa fazer muito mais do que ressarcir valores. Precisa punir os culpados, rever processos e assumir publicamente sua falha. Não basta dizer que “ninguém será deixado de fora”. O Estado já se ausentou demais. Agora, é hora de estar presente — com rigor, justiça e transparência.


Cantor e compositor Simpa, uma trajetória musical marcada pelo sucesso


Agora em 2025, o artista lança o single”Sentando e Galopando".

Se você ouvir falar em Wellber Souza, na Bahia, talvez passe despercebido.  Mas, se perguntar pelo "Simpa", certamente saberá que se trata do cantor e compositor, com longa trajetória no cenário musical baiano, com hits contagiantes e forte engajamento social.

Trajetória musical de trabalho e sucesso

Wellber, com o nome artístico "Simpa", é um daqueles "revelações" que demoram de surgir no cenário musical, mas que, quando chega, é para ficar.

Sua trajetória musical começou como vocalista da banda "Axé Mil" nos anos 2000, o que seria o pontapé inicial para a sua carreira solo.

No primeiro momento, ficou conhecido na cena como "Bimbinho" (o Rei da Farra), fruto do apelido de infância. Porém, com o seu carisma e uma simpatia singular, adotou o nome artístico "Simpa", já bastante popular entre os seguidores e admiradores do seu trabalho, e que melhor o define.

Com diversos hits, conhecidos pelo público baiano, o “Simpa” teve como ponto alto o lançamento do sigle autoral "Coroa vs Novinha", gravado em 2019 em parceria com a banda " É o Tchan". O grupo de pagode levou a canção para o Brasil, através de rádios, programas de TV e internet, alçando o nome do Simpa ao cenário nacional, gerando repercussão na mídia, participação em programas como Vídeo Show, da Rede Globo, além de convites para apresentações em grandes eventos, com grandes atrações musicais. De lá para cá, o Simpa não parou mais.

Carreira consolidada no cenário musical baiano

No decorrer dos anos o “Simpa” viu a sua carreira decolar, dividindo palco com artistas renomados como Luan Santana, Xanddy Harmonia, Tayrone, Wesley Safadão, Aviões do Forró, Denny Timbalada, entre outros.

Além do brilho nos palcos, Simpa demonstra o seu engajamento e compromisso social na condição de artista e cidadão, realizando anualmente, no mês de setembro em comemoração ao seu aniversário, o evento anual “Simpa Solidário”. Artistas e bandas, a exemplo de Filhos de Jorge, Rode Torres, Kart Love, Seu Maxixe e Flavinho Pagodart, foram alguns dos convidados que já passaram pelo evento.

Em sua décima edição neste ano, a iniciativa já distribuiu dezenas de toneladas de alimentos para diversas ONGs da Região Metropolitana de Salvador, sendo esta uma missão da qual o artista não abre mão.

O presente ao público neste ano é, sem dúvidas, o lançamento do single “Sentando e Galopando”. Considerada um “chiclete", a canção demonstra uma forte tendência de aceitação do público, em diversas regiões do país, e já pode ser ouvida e baixada nas plataformas digitais de streaming”, disse o artista, que aposta ser este um novo capítulo de sucesso em sua carreira.

Para saber mais novidades da carreira de Simpa, acesse:

@bimbinhosimpa

Pauta enviada por Fábio Almeida






Jeremoabo Fortalecida: Fábio Costa Pinto na ABI Garante Voz e Apoio à Imprensa Local

 

                                  Foto Divulgação /Sônia Pompeu ABI

                                      Legendas/ Foto Divulgação


Jeremoabo Fortalecida: Fábio Costa Pinto na ABI Garante Voz e Apoio à Imprensa Local

A posse da nova diretoria da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) no Rio de Janeiro, com a marcante presença e recondução do jornalista baiano Fábio Costa Pinto ao Conselho Deliberativo, irradia boas notícias para a imprensa de Jeremoabo e de toda a Bahia. A representatividade de um profissional engajado e combativo como Fábio Costa Pinto em um dos mais importantes órgãos da imprensa nacional sinaliza um apoio fundamental para a continuidade da liberdade de expressão e para o fortalecimento do jornalismo local.

A eleição e posse da nova gestão da ABI, liderada por Octávio Costa e Regina Pimenta, demonstra a vitalidade da entidade em sua luta histórica pelos direitos sociais e democráticos. A presença de representantes de diversos estados, como Salomão de Castro (Ceará) e Mari Valadares (São Paulo), além da posse de suplentes como Carmina Dias e Márcia Catunda (Ceará), reforça o caráter plural e abrangente da ABI em sua missão de defender a imprensa brasileira.

A reeleição de Fábio Costa Pinto para mais um mandato de três anos no Conselho Deliberativo não é apenas um reconhecimento de sua atuação pregressa, mas também uma aposta na sua capacidade de continuar sendo uma voz ativa e influente dentro da entidade. Sua defesa apaixonada pelas questões do Nordeste e seu histórico como fervoroso defensor dos direitos humanos e da liberdade de imprensa são trunfos importantes para garantir que as particularidades e as necessidades da Bahia e da região sejam devidamente consideradas no cenário jornalístico nacional.

A emoção expressa por Fábio Costa Pinto após a posse, ao declarar sua gratidão e estender a vitória a todos os baianos, associados ou não, demonstra seu profundo compromisso com o estado e com a sociedade. Sua fala sobre a ABI como uma entidade de luta histórica pelos direitos sociais e democráticos e sua convicção na vitória da democracia ecoam como um alento para a imprensa de Jeremoabo, que muitas vezes enfrenta desafios para exercer seu papel com independência e liberdade.

O apoio declarado de parlamentares, sindicatos e amigos, materializado em coletas, demonstra o reconhecimento da importância da atuação de Fábio Costa Pinto na defesa do estado democrático de direito e das liberdades. Seu encontro de alinhamento com o ex-presidente do Conselho Deliberativo da ABI e atual Diretor Administrativo, jornalista Marcos Gomes, sinaliza uma articulação estratégica para fortalecer ainda mais sua atuação em prol da Bahia e da liberdade de expressão.

Com Fábio Costa Pinto firmemente posicionado no Conselho Deliberativo da ABI, a imprensa de Jeremoabo ganha um importante aliado e uma voz influente em âmbito nacional. Sua presença garante que as questões locais e as necessidades da imprensa da região terão um canal de representação forte e engajado, contribuindo para a manutenção da liberdade de expressão e para o fortalecimento de um jornalismo ético, crítico e comprometido com a verdade. A posse de Fábio Costa Pinto na ABI é, sem dúvida, uma notícia auspiciosa para a imprensa e para a sociedade de Jeremoabo.

Tista de Deda: Uma Gestão que Busca Resgatar a História e Impulsionar o Futuro de Jeremoabo

Tista de Deda: Uma Gestão que Busca Resgatar a História e Impulsionar o Futuro de Jeremoabo

Em pouco tempo de sua gestão, o prefeito Tista de Deda já demonstra um olhar sensível e abrangente para o município de Jeremoabo, Bahia. Longe de focar apenas no presente, sua administração parece empenhada em resgatar o passado glorioso da cidade, compreendendo a importância da história para a construção de um futuro promissor.

A declaração do próprio prefeito durante uma recente entrevista ecoa essa visão: "O Município e seu povo sem História, não tem passado, nem presente e nem perspectiva de futuro, vamos rever tudo isso". Essa assertiva revela uma profunda compreensão da identidade local e da necessidade de valorizar as raízes culturais para fortalecer o senso de pertencimento e impulsionar o desenvolvimento em diversas esferas.

Nesse sentido, as iniciativas anunciadas por Tista de Deda são animadoras. A transformação da antiga delegacia, localizada na emblemática Praça da Feira, em um "Museu do Cangaço" representa um passo significativo para preservar e divulgar um importante capítulo da história regional. O cangaço, com suas figuras marcantes e seu contexto social complexo, atrai o interesse de estudiosos e turistas, podendo se tornar um valioso ativo cultural e educacional para Jeremoabo.

Outra ação promissora é a atenção voltada para a Serra da Santa Cruz. Além de seu já reconhecido potencial para o turismo religioso, a região será palco da valorização da história de Chico Gato. A ideia de criar uma área de visitação com restaurantes, aliada à perspectiva de desfrutar do clima ameno da serra no inverno, sugere um projeto bem estruturado que visa impulsionar o turismo local de forma sustentável, gerando renda e valorizando a cultura regional. A preocupação com a segurança, mencionada pelo prefeito com a instalação de alambrados, demonstra uma gestão atenta aos detalhes e ao bem-estar dos futuros visitantes.

A postura de Tista de Deda, ao envolver engenheiros, arquitetos, o pessoal da cultura local e historiadores nesses projetos, demonstra uma visão colaborativa e a busca por expertise para garantir a qualidade e a autenticidade das iniciativas. Essa sinergia entre diferentes setores é fundamental para o sucesso de qualquer empreendimento que visa resgatar e promover o patrimônio histórico e cultural.

Ao priorizar tanto o desenvolvimento social quanto a valorização da história, a gestão de Tista de Deda em Jeremoabo começa a trilhar um caminho promissor. A compreensão de que um povo com história é um povo com identidade e, consequentemente, com mais ferramentas para construir um futuro sólido e promissor, é um sinal de uma administração que olha para o município em sua totalidade, reconhecendo a riqueza de seu passado como alicerce para um presente e um futuro de prosperidade. Jeremoabo, com essas iniciativas, tem a oportunidade de reescrever sua história, valorizando suas raízes e se projetando como um centro cultural e turístico relevante na Bahia.

A Pandemia da Corrupção e a Metástase da Impunidade

 

A Pandemia da Corrupção e a Metástase da Impunidade

A corrupção, infelizmente, deixou de ser uma chaga localizada para se configurar como uma verdadeira pandemia, corroendo as estruturas da sociedade e minando a confiança nas instituições. Embora as manifestações desse mal sejam multifacetadas, a sua causa primordial encontra eco em um terreno fértil: a impunidade.

A máxima de que a impunidade é a mãe da corrupção não é um mero clichê, mas uma constatação amplamente aceita por especialistas e pela própria sociedade. A ausência de punição efetiva, seja por falhas intrínsecas ao sistema jurídico, pela escassez de recursos destinados à fiscalização e ao combate à corrupção, ou por outros fatores obscuros, cria um ambiente onde o risco de ser responsabilizado por atos ilícitos se torna irrisório, incentivando a proliferação da desonestidade em todas as esferas.

O exemplo começa no topo, contaminando as bases. Se um chefe de qualquer órgão público é remunerado para exercer suas funções na localidade para a qual foi designado, mas queima expediente sistematicamente, ausentando-se por dias seguidos sem justificativa plausível, qual a mensagem transmitida aos seus subordinados? A de que a negligência e o descaso com o dever não acarretam consequências. Esse comportamento, tolerado e não punido, planta a semente da corrupção nos escalões inferiores, normalizando a falta de compromisso com o bem público.

A situação se agrava quando observamos a atuação de representantes eleitos para fiscalizar o poder executivo. Vereadores, pagos com o dinheiro do contribuinte para serem os olhos e a voz do povo, muitas vezes fecham os olhos para irregularidades flagrantes. Se a fiscalização, para a qual foram democraticamente investidos, não é exercida com rigor e independência, o que se está a incentivar senão a perpetuação de práticas corruptas? A omissão dos fiscalizadores é, em si, uma forma de corrupção, pois desvirtua o propósito de seu mandato e mina a credibilidade da representação popular.

E a lista de exemplos nefastos se alonga, desde a nebulosidade do orçamento secreto, que dificulta o rastreamento e a responsabilização dos gastos públicos, até os escândalos que assolam autarquias como o INSS, dilapidando recursos que deveriam garantir a seguridade social. A sensação de que os poderosos operam em um sistema à parte, imunes às sanções aplicadas ao cidadão comum, alimenta um ciclo vicioso de desconfiança e descrença nas instituições.

A impunidade não é apenas a ausência de cadeia para os corruptos; ela se manifesta na lentidão exasperante dos processos judiciais, nas brechas legais que permitem a prescrição de crimes, nos acordos de leniência que, por vezes, parecem mais um salvo-conduto do que uma ferramenta de recuperação de recursos. A percepção de que o crime compensa, de que os benefícios da corrupção superam os riscos da punição, é um veneno que paralisa o desenvolvimento e perpetua a desigualdade.

É urgente romper esse ciclo vicioso. O combate à corrupção deve ser implacável e sistêmico, com o fortalecimento dos órgãos de controle, a modernização da legislação, a agilidade do sistema judiciário e, fundamentalmente, a garantia de que a lei seja aplicada a todos, sem distinção. A impunidade não é apenas um problema jurídico; é uma chaga moral que corrói os alicerces da nossa sociedade. Enquanto a certeza da punição não se tornar um elemento dissuasor concreto, a pandemia da corrupção continuará a ceifar o futuro do nosso país.

Jeremoabo: A Terra da Memória Curta e da Impunidade Longa


Dizem que o brasileiro tem memória curta. Mas os vereadores de Jeremoabo parecem superar até esse ditado popular: têm a memória mais curta ainda — talvez por conveniência, talvez por covardia, ou quem sabe por pura conivência. Antes das eleições, subiam à tribuna com ar de justiça, denunciando com fervor o sumiço dos mourões e ripões do Parque de Exposições. Faziam discursos inflamados, jogavam para a plateia, prometiam investigações, clamavam por responsabilização. Era o tempo do teatro político, em que vale tudo para ganhar aplausos e votos.

Mas passado o calor das urnas, tudo muda. Os mesmos vereadores que se diziam indignados agora estão calados. Surdos, mudos e cegos. Não se ouve mais uma palavra sobre o sumiço dos mourões, ninguém quer saber de apurar responsabilidades, nenhum requerimento foi apresentado, nenhuma CPI foi aberta. A indignação sumiu, assim como sumiram os mourões. E o silêncio dos que deveriam fiscalizar é ensurdecedor.

Enquanto isso, o povo continua pagando a conta. Não apenas com seus impostos, mas com a frustração de viver em uma cidade onde a impunidade é regra, não exceção. Jeremoabo segue sendo a terra onde escândalos vêm e vão, mas nada acontece de verdade. A justiça é lenta ou inexistente, e os poderes que deveriam proteger o cidadão preferem proteger seus próprios interesses.

A pergunta que fica é: até quando? Até quando os vereadores vão usar a tribuna como palco e não como ferramenta de fiscalização e defesa do povo? Até quando os bens públicos serão tratados como coisa de ninguém? E até quando o povo de Jeremoabo vai assistir calado a esse ciclo de esquecimento e impunidade?

É preciso romper esse padrão. A população precisa cobrar, fiscalizar, lembrar — e, acima de tudo, exigir que quem prometeu, cumpra. A memória pode até ser curta, mas a indignação não pode ser esquecida.

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