quinta-feira, fevereiro 27, 2025

Moraes reage a post do governo Trump e diz que Brasil deixou de ser colônia em 1822

 Foto: Rosinei Coutinho/STF/Arquivo

Ministro deu declaração em sessão do plenário do STF27 de fevereiro de 2025 | 16:22

Moraes reage a post do governo Trump e diz que Brasil deixou de ser colônia em 1822

brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), defendeu a soberania do Brasil e afirmou que o país deixou de ser colônia em 1822. Sem citar os Estados Unidos, o magistrado citou a independência do Brasil e a construção da ONU contra o nazismo.

Moraes deu as declarações durante a sessão plenária da corte nesta quinta-feira (27), antes de iniciar o relatório de casos sobre a Lei de Abuso de Autoridade que relata. Ele participa por videoconferência.

“Reafirmo nosso juramento integral de defesa da Constituição brasileira e pela soberania do Brasil, pela independência do Poder Judiciário e pela cidadania de todos os brasileiros e brasileiras, pois deixamos de ser colônia em 7 de setembro de 1822 e com coragem estamos construindo uma República independente e cada vez melhor”, disse.

Até então, os ministros do Supremo vinham minimizado as ações tomadas em território americano, desde que a empresa de mídia de Trump, a Truth Social, e a Rumble, plataforma de vídeos, recorreram à Justiça na Flórida para que as ordens do ministro sejam declaradas ilegais.

Sob reserva, magistrados e assessores próximos a eles afirmam que não há impacto significativo sobre a rotina do Supremo e negam grandes preocupações em relação aos movimentos do presidente americano, de aliados e de bolsonaristas no país.

Alvo prioritário da ofensiva, Moraes diz a interlocutores que não tem o hábito de viajar aos EUA, não tem bens imóveis ou patrimônio no país e, portanto, não estaria dando muita importância às medidas por não ser afetado por elas.

Os demais magistrados mantêm linha parecida. Até o momento, acompanham o noticiário, mas sem se mobilizarem internamente para pedir uma posição institucional de defesa ou resposta.

Ainda na terça-feira (25), antes da publicação do Departamento de Estado dos EUA, o decano do Supremo, Gilmar Mendes, afirmou em conversa com jornalistas ser extravagante a apresentação de uma ação judicial contra Moraes em um tribunal americano, mas sem grande impacto.

“É algo muito extravagante uma empresa que sofra algum tipo de sanção aqui entrar com ação nos Estados Unidos contra o juiz que tomou a medida. A forma de impugnar as decisões judiciais é impugnar perante a própria corte que é competente”, disse.

Ana Pompeu, Folhapress´PoliticaLivre

A Cidadania é só votar no dia das Eleições no Brasil?


Por: João de Jesus


O cidadão brasileiro exerce sua função social em muitas ocasiões, além do simples ato de votar nas eleições. Embora o voto seja um direito fundamental e uma forma importante de participação política, a cidadania plena envolve uma série de outros direitos e deveres. Para isso, a população deve conhecer e exercer.


Direitos Fundamentais do Cidadão Brasileiro


De acordo com a Constituição Federal de 1988, o brasileiro possui uma série de direitos fundamentais. Essas prerrogativas são acessíveis a todos os cidadãos brasileiros, incluindo:


- Direito à Vida e à Segurança: Todos têm direito à vida, serem livres e tratados com igualdade, respeito e segurança. O cidadão pode preservar e manifestar sua cultura. Além disso, o brasileiro tem acesso, pelo menos no papel, à propriedade.

- Direito à Educação: O sistema educacional precisa atender a toda população. Esse é um direito de todos e dever do Estado e da família colaborar para que todas crianças e adolescentes sejam educados.

- Direito à Saúde: O acesso universal e igualitário às ações e serviços de saúde é garantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Através desse direito, qualquer cidadão precisa ter acesso ao tratamento que necessita, sem burocracia, algo não muito visto na prática. 

- Direito ao Trabalho: Todos têm direito ao trabalho digno e à proteção contra o desemprego. O cidadão pode criar sua Carteira de Trabalho e buscar formas de ingressar em um ambiente. Dessa forma, a pessoa produz algo ao Estado e recebe em troca um salário, por exemplo.

- Direito à Moradia: A moradia é um direito social garantido pela Constituição. Todos podem viver em um lar. Porém, o acesso universal a esse fundamento está longe de ser conquistado no Brasil.

- Direito à Liberdade de Expressão: Todos têm o direito de se expressar livremente, sem censura ou restrições. Caso algum dos direitos acima não sejam atendidos, o cidadão pode cobrar ações do Poder Público para tal.


Como Requerer Seus Direitos?


Para garantir que seus direitos sejam respeitados, os cidadãos podem recorrer a diversos meios, como:


- Defensoria Pública: Neste local, é oferecida uma assistência jurídica gratuita, para aqueles que não podem pagar por um advogado. As ações devem ser feitas para resguardar o cidadão de ter o seu direito atendido na sociedade. 

- Ministério Público: Atua na defesa dos direitos coletivos e individuais indisponíveis.

- Ouvidorias: Canais de comunicação com órgãos públicos para registrar reclamações e sugestões.

- Conselhos de Direitos: Espaços de participação popular onde os cidadãos podem discutir e propor políticas públicas.


Construindo um Espaço de Cidadania


O fato do cidadão ter direitos a diversas circunstâncias faz com que a pessoa possa também participar dos processos. Diante disso, a cidadania ativa envolve a participação na construção de uma comunidade mais justa e igualitária. 

Ou seja, o viver em comunidade oferece ao brasileiro uma oportunidade de ser ativo nas decisões da sociedade em que vive. Em outras palavras, a pessoa pode cobrar, mas também deve agir quando um espaço de debate é criado em seu entorno.

Isso pode ser feito através de:


- Participação Popular: Todo cidadão pode ser um idealizador, líder ou alguém que participa de ações que levam adiante as demandas de uma sociedade. Por isso, a cidadania também se faz presente quando a pessoa presta atividades em associações de bairro, sindicatos e movimentos sociais.

- Fiscalização dos Entes Públicos: Apesar de muitos brasileiros entenderem a cidadania como unicamente o voto, acompanhar e cobrar são ações bem mais importantes. Depois da votação, o cidadão precisa atuar analisando o trabalho dos representantes eleitos. Por exemplo, qualquer pessoa pode buscar detalhes sobre o Poder Público através da Lei de Acesso à Informação.

- Participação em Conselhos e Órgãos Públicos: Embora pareça ser trabalhoso, estar ativo nas questões públicas é importante. Por isso, o cidadão pode ingressar em conselhos municipais, estaduais e federais. Neles, existe o espaço para discussão de políticas sociais.

- Cobrança de Concursos Públicos: Uma das ações de maior valorização a quem passou pelo processo educacional é oferecer a oportunidade de trabalho no setor público. Dessa forma, o uso da ferramenta de concurso, premia quem realmente é capacitado e buscou cumprir com as exigências da função. Portanto, exigir a realização de certames é um direito do cidadão para que o Estado atue com transparência e meritocracia.


Combate ao Assistencialismo


Em contrapartida ao concurso público, diversos locais no Brasil ainda enfrentam o desafio do assistencialismo político. Ou seja, o cidadão aceita não exigir seus direitos, em troca de uma assistência momentânea e individual, na maioria das vezes. Essa prática, frequentemente, também está ligada ao voto. Por isso, é importante a sociedade se unir no combate à tais medidas, através de:


- Exigir Políticas Públicas Sustentáveis: Cobrar dos governantes a implementação de políticas que promovam a autonomia dos cidadãos. Por exemplo, se existem pessoas que se limitam a trocar seu voto pelo bem recebido, este cidadão precisa ter acesso a mais direitos que o façam ser sustentável sem a necessidade de uma ajudinha eleitoreira. 

- Utilizar a Imprensa: A imprensa é uma ferramenta poderosa para denunciar abusos e cobrar melhorias. Além disso, outras formas de direito podem ser difundidas nos meios de comunicação. O cidadão pode e deve acompanhar jornais e interagir com os comunicadores, através de informações sobre o não acesso a determinadas políticas públicas. Dessa forma, ser a fonte da notícia pode encorajar outras pessoas a buscarem o mesmo objetivo. 


Conclusão


Portanto, a cidadania no Brasil é um exercício contínuo de participação e vigilância. O sucesso das ações não se limita ao voto nas eleições.

Todavia, é preciso a luta diária pelos direitos garantidos na Constituição e a construção de uma sociedade mais justa e democrática. Cada cidadão tem o poder e o dever de participar ativamente dos processos de decisão. 

Além disso, o brasileiro precisa cobrar dos governantes a prestação de serviços públicos de qualidade. Não obstante, a cidadania deve partir de cada brasileiro como uma ferramenta pelo bem coletivo. O interesse da sociedade em que vive deve ser levado em conta,  bem como a determinação de não esperar pelo outro. Ou seja, cada pessoa precisa ter em mente de ser o primeiro a se levantar contra um Brasil de injustiças.  Na qual pouco se colocam em prática as lindas e belas palavras descritas na Carta Magna.



João de Jesus é radialista, assessor de imprensa e recém graduado em Jornalismo, pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Instagram: @portaljesusmaccomunicacao

Dino defende Moraes e sugere férias em Carolina (MA) em vez dos EUA

 Foto: Antonio Augusto/Arquivo/Ascom/TSE

Flávio Dino27 de fevereiro de 2025 | 11:20

Dino defende Moraes e sugere férias em Carolina (MA) em vez dos EUA

brasil

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), defendeu o ministro Alexandre de Moraes nesta quinta-feira (27) diante da ofensiva de políticos dos EUA contra o colega.

Em publicação nas redes sociais, Dino escreveu que os ministros do Supremo, ao tomarem posse, juram defender a Constituição e os princípios de autodeterminação dos povos, não-intervenção e igualdade entre os Estados —incisos do artigo 4º da Constituição Federal.

“São compromissos indeclináveis, pelos quais cabe a todos os brasileiros zelar, por isso manifesto a minha solidariedade pessoal ao colega Alexandre de Moraes”, disse o ministro.

Flávio Dino escreveu ainda que Moraes permanecerá proferindo palestras no Brasil e no exterior. “E se quiser passar lindas férias, pode ir para Carolina, no Maranhão. Não vai sentir falta de outros lugares com o mesmo nome”, afirmou Dino, em referência aos estados homônimos dos Estados Unidos.

Alexandre de Moraes voltou a ser alvo de políticos dos EUA pela decisão de suspender a rede social Rumble em todo o território nacional. A decisão foi dada na mesma semana em que o ministro se tornou alvo da ação conjunta pela própria empresa e a empresa de mídia de Trump, como informou a Folha.

A ofensiva inclui um plano de republicanos de aprovar um projeto de lei que crie sanções contra Moraes e proíba sua entrada nos EUA.

Cézar Feitoza/Folhapress

Reprovação de Lula dispara em PE e BA e ultrapassa 60% em SP, RJ, MG

Publicado em 27 de fevereiro de 2025 por Tribuna da Internet


Na forma da lei, ameaças de Moraes a Cid podem anular o acordo de delação?


Vídeo: veja reação de Cid ao receber voz de prisão no STF - 20/02/2025 - Poder - Folha

Cid desmaiou ao saber que iria ser preso após depor

Juliano Galisi
Estadão

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do presidente Jair Bolsonaro (PL), compareceu a uma audiência no Supremo Tribunal Federal (STF) em 21 de novembro em que foi avaliada a manutenção do seu acordo de colaboração premiada.

A convocação desta reunião era uma prerrogativa do ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito da tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

HOUVE OMISSÃO – A delação estava ameaçada após vir à tona que o militar omitiu informações relevantes à investigação, descumprindo os termos do acordo que assinou. Coube a Moraes, após manifestação da PF, decidir se manteria ou não o acordo do tenente-coronel.

Dois dias antes da audiência, em 19 de novembro, a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Contragolpe, constando a existência de um plano de assassinato de autoridades públicas denominado “Punhal Verde e Amarelo”.

Cid tinha conhecimento sobre o plano, mas não o citou em seus depoimentos à Justiça. A PF viu omissão do ex-ajudante de ordens e pediu a anulação do acordo de colaboração.

ACORDO DE DELAÇÃO – Durante a audiência, Cid foi alertado por Moraes sobre as exigências do acordo de delação e as possíveis consequências da rescisão do termo. Após novos esclarecimentos do tenente-coronel, o acordo foi mantido por Moraes.

Não foi a primeira vez que o acordo de Cid esteve ameaçado de rescisão. O tenente-coronel foi detido em maio de 2023, após uma operação da PF por fraudes no cartão de vacinas do ex-presidente Jair Bolsonaro. ‘’

Em setembro daquele ano, após concordar com a delação, o tenente-coronel deixou o Batalhão do Exército de Brasília, onde estava detido. O acordo previa que o militar mantivesse os termos da colaboração em sigilo.

ENTREVISTA À VEJA – Em março de 2024, a revista Veja trouxe à tona áudios em que Cid se queixava da relatoria do inquérito, alegando que Moraes tinha uma “narrativa pronta” sobre as investigações em que estava implicado.

O tenente-coronel foi convocado a prestar esclarecimentos sobre os áudios e retornou à prisão preventiva. O sigilo da delação só foi derrubado nesta quinta-feira, 20. O vídeo da audiência flagrou a reação de Cid ao ouvir que retornaria à prisão.

Mauro Cid chorou duas vezes durante audiência em que Moraes ordenou nova prisão preventiva. Em outra audiência, com o juiz Airton Vieira, desmaiou e chorou.

DELAÇÃO MANTIDA – Cid foi solto em 3 de maio, sob uma série de medidas cautelares impostas por Moraes.

A lei prevê a rescisão de acordo de delação em caso de descumprimento dos termos, mas não especifica em que momento o acordo deve ser encerrado. É o que explica o criminalista Rafael Valentini, pós-graduado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

“Embora previsto o que acontece se houver descumprimento do acordo, não está escrito na legislação que é vedado ao juiz, no caso, o ministro (Alexandre de Moraes), dar uma segunda oportunidade”, disse Valentini. Segundo o advogado, porém, uma nova chance de manter o acordo tal como Cid teve “não é usual”.

CRITÉRIOS VARIAM – “Não há um protocolo tão firme dessas colaborações. Ainda é uma coisa recente na história do direito brasileiro”, explicou Martim Della Valle, doutor pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em compliance e contencioso.

Segundo Della Vale, como não há uma “jurisprudência 100% formada” sobre o tema, os critérios com os quais as rescisões são avaliadas também variam.

A defesa de Jair Bolsonaro afirmou que solicitará a anulação do acordo de colaboração de Mauro Cid.

AMEAÇAS DE MORAES – Os representantes do ex-presidente Bolsonaro utilizam um trecho da audiência de 21 de novembro para alegar que Cid foi coagido por Moraes para prestar informações sobre o caso.

Moraes afirmou que, caso Cid voltasse a omitir informações relevantes à informação, solicitaria a anulação do acordo, o que extinguiria as contrapartidas solicitados pelo tenente-coronel para firmar a colaboração.

Entre os benefícios, Cid solicitou a extensão dos benefícios a seus familiares implicados em outras investigações da PF.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– As ameaças de Moraes são suficientes para anular todas as acusações, exatamente como aconteceu na anulação da Lava Jato. Mas é claro que o Supremo não pretende respeitar a própria jurisprudência. Para os ministros, vale tudo para “defender a democracia”, mas é apenas uma tremenda Piada do Ano. (C.N.)

Bilionário investe R$ 4,5 bi no Rumble para “lutar contra cancelamento”

Publicado em 27 de fevereiro de 2025 por Tribuna da Internet

Alexandre de Moraes, Rumble e Trump: a disputa em tribunal nos EUA - BBC  News Brasil

Pedro S. Teixeira
Folha

A plataforma de vídeos Rumble, que trava batalha judicial contra o ministro Alexandre de Moraes, funciona graças a um investimento de US$ 775 milhões (R$ 4,5 bilhões) do bilionário Paolo Ardoino, o CEO da Tether, uma das criptomoedas de maior circulação no mundo.

Em conversa com o CEO da rede social , Chris Pavlovski, durante evento realizado em San Salvador (capital de El Salvador) no mês passado, Ardoino afirmou que entendia o “custo de defender a liberdade de expressão nos dias de hoje”. Pavlovski define sua empresa como “uma infraestrutura independente imune à cultura do cancelamento”.

PREJUÍZOS E PROCESSOS  – A rede social divulga, na sua página de relação com investidores, além dos habituais resultados contábeis marcados por seguidos prejuízos, anúncios de processos judiciais.

Um dos exemplos é a ação judicial que a plataforma abriu, ao lado da Truth Social de Donald Trump, contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O pedido de liminar da empresa para anular as decisões do magistrado brasileiro foi negado pela Justiça da Flórida nesta terça-feira (25).

Segundo Ardoino, o investimento feito por meio dos fundos da Tether teve como motivação os valores compartilhados pelas empresas, como o direito fundamental à liberdade de expressão. “O trabalho da plataforma é fundamental, em tempos nos quais parte do status quo da política e da imprensa tradicional se posiciona a favor da censura”.

COBRIR ROMBOS – Do total investido, US$ 250 milhões (R$ 1,4 bilhão) seriam revertidos, de saída, para compensar buracos no orçamento da empresa. Os gastos incluem, além dos investimentos em infraestrutura, multas em aberto com a Justiça brasileira e honorários de advogados, em outros dois frontes na Califórnia e no Texas.

O Rumble também tenta, em conjunto com o X (ex-Twitter) de Elon Musk, reverter na Justiça do Texas um boicote de grandes anunciantes. A empresa afirma que é punida financeiramente sem motivos justos por sua posição política.

A Federação Global de Anunciantes (WFA, na sigla em inglês) afirma que as empresas têm o direito de escolher não anunciar no Rumble, que “se orgulha da sua moderação de conteúdo furada e de medidas de segurança frouxas.”

RECEITA EM QUEDA – No último registro contábil da companhia, divulgado em 12 de novembro, a empresa anunciou que o valor recebido dos anunciantes por cada usuário diminuiu de US$ 0,37 para US$ 0,33. Em comparação, a Meta arrecada mais de dez vezes mais com cada usuário (US$ 4,14), segundo balanço do conglomerado.

Como tem nos anunciantes a principal fonte de receita, o Rumble anunciou que seu prejuízo cresceu de US$ 29,2 milhões (R$ 169 milhões) no terceiro trimestre de 2023 para US$ 31,5 milhões (R$ 182 milhões) no mesmo período em 2024.

LEI CALIFORNIANA – Além disso, a empresa briga na Justiça com o governo da Califórnia para derrubar uma legislação estadual de moderação de desinformação política.

A lei exige que plataformas online produzam relatórios sobre publicações relacionadas a eleições, funcionários públicos e candidatos a cargos que sejam consideradas “materialmente enganosas” e, em seguida, removam ou rotulem o conteúdo.

O Rumble, por outro lado, fica sediado na Flórida, onde existe uma lei de moderação de conteúdo para dificultar a remoção de postagens. Lá, a empresa pode excluir publicações apenas se explicar o motivo para as autoridades locais.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Nota-se que também nos EUA ninguém se entende sobre regulação das redes sociais. Realmente, é um tema complicado que ainda vai render muita discussão. (C.N.)


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